22 Agora, escute o que diz o seu Senhor e Deus, aquele que vai defender a causa do seu povo. O SENHOR diz: Agora estou tirando das suas mãos o copo cheio da minha ira, o copo que fez você ficar bêbada. Você nunca mais beberá dele.
4. Os livros do Antigo Testamento preanunciaram a alegria da salvação, que havia de tornar-se superabundante nos tempos messiânicos. O profeta Isaías dirige-se ao Messias esperado, saudando-O com regozijo: Multiplicaste a alegria, aumentaste o júbilo (9, 2). E anima os habitantes de Sião a recebê-Lo com cânticos: Exultai de alegria! (12, 6). A quem já O avistara no horizonte, o profeta convida-o a tornar-se mensageiro para os outros: Sobe a um alto monte, arauto de Sião! Grita com voz forte, arauto de Jerusalém (40, 9). A criação inteira participa nesta alegria da salvação: Cantai, ó céus! Exulta de alegria, ó terra! Rompei em exclamações, ó montes! Na verdade, o Senhor consola o seu povo e se compadece dos desamparados (49, 13).
5. O Evangelho, onde resplandece gloriosa a Cruz de Cristo, convida insistentemente à alegria. Apenas alguns exemplos: Alegra-te é a saudação do anjo a Maria (Lc 1, 28). A visita de Maria a Isabel faz com que João salte de alegria no ventre de sua mãe (cf. Lc 1, 41). No seu cântico, Maria proclama: O meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador (Lc 1, 47). E, quando Jesus começa o seu ministério, João exclama: Esta é a minha alegria! E tornou-se completa! (Jo 3, 29). O próprio Jesus estremeceu de alegria sob a acção do Espírito Santo (Lc 10, 21). A sua mensagem é fonte de alegria: Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a vossa alegria seja completa (Jo 15, 11). A nossa alegria cristã brota da fonte do seu coração transbordante. Ele promete aos seus discípulos: Vós haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza há-de converter-se em alegria (Jo 16, 20). E insiste: Eu hei-de ver-vos de novo! Então, o vosso coração há-de alegrar-se e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria (Jo 16, 22). Depois, ao verem-No ressuscitado, encheram-se de alegria (Jo 20, 20). O livro dos Actos dos Apóstolos conta que, na primitiva comunidade, tomavam o alimento com alegria (2, 46). Por onde passaram os discípulos, houve grande alegria (8, 8); e eles, no meio da perseguição, estavam cheios de alegria (13, 52). Um eunuco, recém-baptizado, seguiu o seu caminho cheio de alegria (8, 39); e o carcereiro entregou-se, com a família, à alegria de ter acreditado em Deus (16, 34). Porque não havemos de entrar, também nós, nesta torrente de alegria?
213. Entre estes seres frágeis, de que a Igreja quer cuidar com predilecção, estão também os nascituros, os mais inermes e inocentes de todos, a quem hoje se quer negar a dignidade humana para poder fazer deles o que apetece, tirando-lhes a vida e promovendo legislações para que ninguém o possa impedir. Muitas vezes, para ridiculizar jocosamente a defesa que a Igreja faz da vida dos nascituros, procura-se apresentar a sua posição como ideológica, obscurantista e conservadora; e no entanto esta defesa da vida nascente está intimamente ligada à defesa de qualquer direito humano. Supõe a convicção de que um ser humano é sempre sagrado e inviolável, em qualquer situação e em cada etapa do seu desenvolvimento. É fim em si mesmo, e nunca um meio para resolver outras dificuldades. Se cai esta convicção, não restam fundamentos sólidos e permanentes para a defesa dos direitos humanos, que ficariam sempre sujeitos às conveniências contingentes dos poderosos de turno. Por si só a razão é suficiente para se reconhecer o valor inviolável de qualquer vida humana, mas, se a olhamos também a partir da fé, toda a violação da dignidade pessoal do ser humano clama por vingança junto de Deus e torna-se ofensa ao Criador do homem.[176]
@Grace
Agora que eu vi que foi vc quem escreveu o livro Moçambique que lembrei quem eh. ? Ja tinha visitado seu site algumas vezes atraves da Meire. Alias, gostei das flores de hoje.
Pois eh, sempre tem uns doidos online, sem falar em algumas pessoas que deixam aqueles comentarios destruindo. Faz parte, nao podemos agradar todo mundo, ne?
O problema da moderaçao eh que acaba tirando um pouco do prazer de comentar e ver a mensagem na hora fresquinha. Saber se vc eh o primeiro que esta comentando ou nao. Evitar de repetir a mesma frase da pessoa acima (que ainda nao tinha sido aprovada).
Bem, mas o bacana de bloggar eh que cada um escolhe a sua filosofia. E viva a liberdade de opiniao! ?
Espero te ver por aqui mais vezes.
bjos,
Babi
Almeida é doutor em Ciências Sociais, mestre em Planejamento Econômico e diplomata, autor de mais de uma dúzia de livros sobre o Brasil e relações internacionais, como "Os primeiros anos do século XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporâneas". Em sua página pessoal na internet, ele reproduz seu dossiê sobre o caso, trazendo inclusive trechos da comunicação formal do então embaixador Rubens Antonio Barbosa negando a existência do mapa, que havia sido publicada no boletim da "Ciência Hoje" em maio do mesmo ano. A carta do embaixador, de junho de 2000, acusa um site brasileiro de criar a história. "Tudo parece ter originado, não de uma suposta 'conspiração americana' de desmembrar a floresta tropical amazônica, mas de desinformação 'made in Brazil' por setores ainda não identificados."
Rebatendo o mito
A resposta oficial diz que o e-mail forjado surgiu em 2000. "Não há indicação de que tal livro exista. A Biblioteca do Congresso dos EUA, com mais de 29 milhões de livros e outros materiais impressos, não tem registro dele. O banco de dados online do centro de estudo WorldCat, o maior banco de dados de informação bibliográfica, com mais de 47 milhões de livros, não tem registro do livro. Tal livro também não é encontrado em buscas na internet na Amazon e no Google" .
O primeiro argumento usado para refutar a veracidade do livro é gramatical: "Muitos erros de grafia, gramática, tom inapropriado e linguagem" que são evidentes para um falante nativo de inglês. A resposta oficial do governo americano, apesar de ter demorado quase meia década, parte na mesma direção do embaixador brasileiro Rubens Antonio Barbosa, indicando que o trabalho aparenta ser uma invenção "made in Brazil" para criar "desinformação". O Birô Internacional de Programas de Informação continua seu texto apontando que "alguns dos erros de grafia nesta falsificação indicam que o falsificador era um falante nativo de português", diz, citando exemplo como a palavra "vegetal", que aparecia na mensagem original no lugar de "vegetable".
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