EDUCAR E BRINCAR,NÃO TEM IDADE E NÃO TEM LUGAR, É SÓ COMEÇAR! TAMBÉM EM CONTEXTO HOSPITALAR...

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Fórum Escolar Hospitalar

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Jan 18, 2007, 12:22:09 PM1/18/07
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Kryminice, Andressa, Matos, Elizete, Cunha, Célia Regina Algarte da.
(2006) "EDUCAR E BRINCAR,NÃO TEM IDADE E NÃO TEM LUGAR, É SÓ
COMEÇAR! TAMBÉM EM CONTEXTO HOSPITALAR...", em I Fórum Nacional de
Atendimento Escolar Hospitalar. São Paulo, Brasil.

Resumo Expandido


Andressa Kryminice - IBPEX
Profª Drª Elizete Matos - PUCPR
Célia Regina Algarte da Cunha

INTRODUÇÃO
A importância do brincar para crianças/adolescentes hospitalizadas,
com diferentes enfermidades é o que se vem pesquisando e vivenciando
por meio de inúmeros projetos, tais como: "Enquanto o sono não
vem", "Sala de espera", "Inclusão digital", "Eureka
kids" e "Hospitalização Escolarizada", "Mural Interativo",
propostas estas de cunho lúdico, educativo e recreativo, com o intuito
de oportunizar um trabalho educacional e lúdico em ambiente
hospitalar. Cabe destacar a estas propostas educacionais aplicadas em
hospitais, como bem ressalta Matos (2001, p.38- 39) "irá beneficiar
sua saúde mental, certamente refletirá positivamente nos aspectos da
saúde física, contribuindo sensivelmente, para abreviar seu tempo de
internação".

METODOLOGIA
No desenvolvimento prático deste trabalho realizado nos hospitais
para que possam ser significativos aos enfermos; pois, os mesmos
encontram-se fragilizados, necessitando de um olhar além do corpo
adoecido, ressalta-se a valorização de suas capacidades,
potencialidades e desejos, por meio do brincar que envolve ludicidade,
o lazer, recreação e educação. Estas propostas, tem como objetivos
abranger os diferentes contextos hospitalares, bem como, as diferentes
rotinas; ou seja, preocupa-se desde a criança/adolescente que irá
fazer apenas uma consulta, até o enfermo que irá permanecer por
longos períodos em contexto hospitalar.

RESULTADOS
A atuação em ambiente hospitalar,depende do envolvimento entre os
profissionais, para que a sua aplicação seja realmente significativa.
Segunda a autora acima citada

situa-se numa inter-relação entre os profissionais da equipe médica
e a educação. Tanto pelos conteúdos da educação formal, como para
a saúde e para a vida, como pelo modo de trazer continuidade do
processo a que estava inserida de forma diferenciada e transitória a
cada enfermo...Na realidade, esta área de atendimento constitui o modo
especial de entender a pedagogia. De outro lado, na medida em que
procura estar presente à condição enferma dos alunos, a Pedagogia
Hospitalar está próxima, também de fazer da equipe
inter/multi/transdisicplinar. (MATOS, 2001, p. 37).

Observa-se atualmente que a proposta da Pedagogia Hospitalar auxilia
na recuperação e deixa mais alegre o ambiente hospitalar, que de
alguma forma é visto como hostil por tratar de enfermidades, o que
muitas vezes está relacionado a dor e ao sofrimento.

COMENTÁRIOS
É importante que todos os envolvidos estejam realmente engajados
nesta proposta e dispostos a doar-se. E o pedagogo deverá, estar
ciente da sua importância neste projeto, bem como ter habilidades e
competências para tal. Com esta proposta, pode-se resgatar
gradativamente a auto-estima, o brilho no olhar, a força, a
superação e a alegria. Um pouco de romantismo nas palavras? Quem
sabe? Mas isso é a essência da vida, é a essência desta criança/
adolescente enferma ou hospitalizada que não pode se apagar e que não
pode lhe ser negada. É o educar, é o brincar, sem limite de idade,
sem lugar certo, sem hora marcada, é só se entregar, é só começar!

Palavras- chaves: criança/ adolescente, hospitalizadas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
MATOS, E. L. M. e MUGGIATI, M. M. T. de F. Pedagogia Hospitalar.
Curitiba, Ed. Champagnat, 2001. 90p.


Grupo: Pesquisa

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