Olá queridas,
No nosso último encontro surgiu a temática de que a Escola Nova é uma escola que se afirma inclusiva. Bem, sempre pensei no método como perfeitamente compatível com muitas das questões que trabalho na especialização que o MEC vem ofertando desde 2008 para fundamentar as práticas de inclusão das professoras da escola pública.
No entanto, hoje achei um artigo da irmã da Adriana, que tem uma escola no Rio, que trabalha com o mesmo método da escola de nossos pequenos. Notem que não tem uma ligação direta com a Escola Nova, somente com o método que ela trabalha. Acredito que a semelhança entre os métodos torna relevante o post publicado pela Beta, que traz entre suas palavras a seguinte afirmação:
" Como educadores e pais, temos que lutar para que se criem escolas
especializadas, onde os professores terão formação especifica para cada
deficiência, material pedagógico adequado e espaço também planejado
para as crianças e adolescentes especiais. Não adianta tapar o sol com
uma peneira e pensar que eles podem ser trabalhados juntos, pois não é o
que acontece. São jovens deixados a sua própria sorte, por falta de um
trabalho realmente serio. "
http://beta-escoladepais.blogspot.com/2010/12/inclusao-uma-escola-para-todos.html
Estou sem disposição para buscar agora uma resposta adequada ao texto, mas acho importante divulgar para que possamos ter mais clareza sobre a postura dos educadores que trabalham e difundem o método de aprendizagem que julgamos ser o mais adequado às necessidades dos nossos filhos.
Embora a Iúna não tenha nenhuma deficiência, fico ainda mais inquieta ao pensar que o método da escola só é válido para pessoas "normais"... Quem define o que é normal para cada escola? E se, em alguns aspectos, ela não couber nessa fôrma? Pq pessoas com deficiência visual / auditiva / mental / física precisam aprender em uma escola diferente da dela?
Incompreensões e incongruências, mas... Só resta aceitar que todos nós as temos. ;-)
Abraços para todas,