Prezados colegas, boa tarde. Espero vê-los em breve. Continuo aguardando um posicionamento em relação a pautas e datas das próximas reuniões. Segue abaixo algumas considerações feitas após a leitura dos materiais enviados pelo Hudson e Salomão.
1- Sobre o texto: "Implantação de Empresas Juniores em Escolas Técnicas Federais de Níveis Médio, Técnico e Superior"
a- ótimo texto, cumpre fielmente o que temos discutido nas reuniões, apresentando com clareza as demandas e o caminho principal para resolução: a regulamentação e formação de uma equipe com "olhar treinado";
b- no tópico justificativa, fiquei com a impressão, ao ler, de que a ênfase maior está na sobrevivência do negócio e preservação do nome da instituição. Sugiro um acréscimo, no sentido de tentar abarcar a formação do aluno, o ponto de vista pedagógico. Inseri um comentário no texto para esclarecer. Em síntese, eu quero dizer que a comissão certificadora e gestora tem um papel que excede o aspecto puramente empresarial;
c- quanto ao título, sugiro uma modificação, muito mais como colaboração, pois sei que não é isso que está em questão. Poderia ser algo como: "Implantação (...) em Instituições de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico".
2- Monografia BSC X Empresa Junior - Danilo Bona
a- um ponto importante que me chamou a atenção é o fato da avaliação da Empresa Junior de Brasília - orientada pelo BSC - ser feita com foco na perspectiva dos membros, ou seja, a formação profissional do aluno, já que é uma organização sem fins lucrativas. É um importante parâmetro pra nós;
b- me corrijam se eu estiver apenas reproduzindo uma idéia do Hudson: podemos usar os indicadores apontados na avaliação da empresa junior estudada para acompanhar o desenvolvimento das nossas empresas juniores, com o cuidado de refletir melhor acerca das nossas particularidades, corrigindo falhas que foram apontadas pelo autor e que também podem ser por nós identificadas;
3- Manuais: criação, tributação e contrato
a- quanto aos manuais, retomo uma sugestão que fiz à Érika a algum tempo atrás: precisamos formar pessoas para difundir as diretrizes e orientações nos campi, principalmente alunos. Para tanto, acho viável a formatação de um curso básico de capacitação, pensando na melhor estratégia para atrair o aluno. O curso se justifica pelas dificuldades que provavelmente se levantarão quando o manual for lido pela comunidade acadêmica. Trata-se de uma maneira de efetivar o uso do manual como ferramenta de trabalho, pois se houverem muitas dificuldades a tendência é que ele seja deixado de lado;
b- podemos, em momento oportuno, tentar estabelecer uma parceria com o Cead, no sentido de usar ferramentas que eles desenvolveram. Hoje o Cead tem um conhecimento interessante, por exemplo, para gravação de vídeos, dentre outros.
Por enquanto essa é a minha contribuição para a leitura, espero que tenha acrescentado ou que pelo menos tenha entendido o que vocês estão pensando no momento. desculpa por não estar em dia com as tarefas de casa.
Aguardo retorno.
Saudações,
Professor Tiago de Araujo Camillo
Campus Aracruz
9737-1599