Prezado Nemias e Irmãos...
Analisando as informações que são narradas no Livro de Urantia, que os mortais ao morrerem, tem a oportunidade de seguir avante rumo a outros mundos habitados e lá encarnarem em outros seres...
A meu ver, isso não é reencarnação, pois não ocorre no mesmo planeta... e já está mais do que sacramentado segundo o LU, que "não existe reencarnação" neste mundo, pois caso contrário, que vantagens traria?
O autor Edgard Armond, que por sinal muito competente e creio ter sido dotado de um espírito magnífico, além de espíritualista, também era um iniciado, tendo escrito o Livro "OS EXILADOS DE CAPELA".
Este livro nos esclarece como houve uma significativa migração de espíritos do Planeta Capela, localizado na Constelação de Cocheiro, para o Planeta Terra/Urantia...
Lembrar que as Ordens Iniciáticas usam essas informações para se nortearem, e não creio que esses estão à deriva..
A pergunta então é:
- Urantia não é o ponto de partida, mas mais um degrau em nossa evolução?
Abraços
Roberto
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E-mail/msn: nemi...@gmail.com
Ok Fabio
Conordo com vc...
Não disse que "viemos" em carne de Capela, mas em Espírito...
Abraços
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Olá Fábio
De acordo com o Livro de Urântia nós não somos um espírito que vai migrando, de corpo em corpo, buscando evolução, de planeta em planeta.
O nascimento aqui em Urantia, é o ponto de partida mesmo, não houve outra existência anterior a esta, quando nascemos sequer temos alma, nem espírito.
Nascemos com uma mente humana, que se esforça por sintonizar-se com os 7 circuitos da mente, que provém do Espírito Infinito. Ao conseguir esta façanha, então somos presenteados com um espírito, o Ajustador do Pensamento, um fragmento do Pai Universal.
Dessa união, do Ajustador (eu espiritual) com a mente (eu intelectual) é que surge a alma: uma realidade intermediária entre o material e o espiritual, uma realidade resultante do trabalho entre o divino e o humano: moroncial.
Portanto, somente depois disso podemos dizer que há algo além do material que irá sobreviver após a morte.
Supondo que tenha havido ou ainda haja um planeta chamado Capela. Seu habitantes, ao morrer, jamais poderiam vir a Urantia, afinal aqui é um planeta de origem. Eles seriam ressuscitados nos mundos de mansões de seu sistema. Se forem de Satânia, então iriam para os mundos que rodeiam Jerusém.
Caligástia, o príncipe planetário
Adão e Eva,o casal de filhos materiais
Maquiventa Melquisedeque
Jesus,
Todos os outros, iniciaram suas carreiras cósmicas aqui mesmo.
abraço fraterno
Nemias Mol
Durante a permanência de Jesus, Gonod e Ganid na Alexandria, o jovem gastou boa parte do seu tempo e uma alta soma do dinheiro do seu pai fazendo uma coleção dos ensinamentos das religiões do mundo, sobre Deus e as suas relações com o homem mortal. Ganid empregou mais do que sessenta tradutores fazendo um apanhado geral das doutrinas religiosas do mundo a respeito das Deidades. E aqui deve ficar claro que todos esses ensinamentos, retratando o monoteísmo, derivaram-se, direta ou indiretamente, sobretudo das pregações dos missionários de Maquiventa Melquisedeque, que saíam da sua sede em Salém para disseminar a doutrina de um Deus – o Altíssimo – até os confins da Terra.
| O Espírito Divino, em nós, é o Ajustador que, em algum ponto do caminho irá se fundir com a nossa Alma Divina e nos ajudar a nos transformarmos em espírito puro... Darrocha. --- Em ter, 11/11/08, Fabio Baldassari <fabio.ba...@webb.com.br> escreveu: |
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Olá Fabio
Comentando alguns tópicos da sua mensagem:
"Para mim, um corpo com vida inteligente nunca pode ser manifestado sem um espírito, já que entendo que a consciência e a inteligência são atributos do espírito e não do corpo, por isso que levamos conosco todo o aprendizado depois de desencarnarmos, senão, perderíamos tudo com a morte."
Há uma confusão com relação ao que é espírito. Muitos confundem espírito com sendo o plasma vital, mas vida, a consciência, a inteligência não são obra do espírito. São manifestações da mente. Veja que os animais, em maior ou menor grau, demonstram consciência e inteligência, e não possuem espírito, muito menos alma. O animais conseguem sintonizar-se com até 5 circutos da Mente Universal (intuição, compreensão, coragem, conhecimento, conselho), o que diferencia os humanos dos animais é capacidade de sintonizar-se com os 7 circuitos (adoração e sabedoria). doc 36, pág 401.
A única chance de não perdermos tudo com morte é a nossa decisão, em vida, de querer sobreviver e permitir que o espírito possa atuar em conjunto com mente, e assim gerar algo que transcende a morte: a alma. Aquele que não desenvolver uma alma, realmente não seguirá em frente. É uma decisão de cada um.
Sendo complexo ou não, a verdade é que o Ajustador é o grande presente de Deus para o homem, a possibilidade do finito alcançar o infinito. É a grande resposta! É o nosso objetivo.
"Quanto a existências anteriores, como o LU explicaria então as diferenças entre as pessoas e seus comportamentos? Como explicar diferenças tão bruscas no caráter e na individualidade das pessoas, mesmo entre gêmeos indênticos que vivem sobre um mesmo teto? Como explicaria os nascimentos em diversas condições físicas e sociais (porque uns nascem doentes, outros pobres, outros ricos e outros bonitos e saudáveis)?"
Mais uma vez a tentativa de buscar resposta nas idéias erroneas da reencarnação para aquilo que é muito bem explicado no LU. Está mais que batida que idéia de reencarnação. A idéia de que estou aqui, ou gozando de uma vida boa, porque fui bom noutra passada, ou estou vivendo uma vida mediocre porque fui mal na outra. Isso nos leva a ciclo vicioso não compatível com a verdade revelada no LU. Deus jamais se repete, isso está bem, seria energia desperdiçada. O universo é dinâmico.
Não é preciso explicar as diferenças, afinal este é o objetivo da criação. Cada personalidade no universo é diferente, não há sequer um ser igual ao outro em toda a criação. Nem mesmo os seres perfeitos, como os de Havona. Todos tem a sua particularidade que o diferencia de qualquer outro. Porque explicar as diferenças se ela é intrínseca à criação?
Se analizarmos as vidas humanas, veremos pessoas extremamente pobres, entretanto muito felizes, e outros riquíssimos, mas extramamente infelizes. Me responda: com quem deles Deus está sendo mais justo ou injusto? A resposta é que não depende de minha condição física, social, intelectual ou financeira para que eu possa ter uma vida digna e feliz, e muito menos influi na minha decisão de sobreviver à morte. Não é uma questão de justiça ou injustiça.
"Tenho a impressão que no fim do dia, o que importa é sermos o melhor que podemos ser (independente de nossos credos e idéias), trabalhar constantemente para nos melhorarmos, e morrer com a certeza de que somos melhores hoje do que antes, e que esse planeta é um pouquinho melhor porque passamos por ele."
É isso aí. Temos todas as condições de sobrevivência, isto é igual para todos, rico, pobre, doente ou saudável. Resta saber se no final do dia cada um tomou corretamente as decisões que lhe foram impostas.
abraço fraterno
Nemias
Olá pessoal
Vez ou outra este grupo sofre acusações de que está sendo fundamentalista, que só aceita o Livro de Urantia como verdade, que queremos ser os donos da verdade, ou coisa parecida.
É uma acusação leviana. Pois a maior prova de que o grupo respeita opiniões diversas é que todas as mensagens que expressam a opinião sincera do leitor são aceitas no grupo. Mesmo quando alguem escreve que não aceita o livro, que não concorda com isto ou aquilo, mesmo assim esta opinião é respeitada e publicada.
Jamais foi banido qualquer usuário por discordar do livro. Nunca dissemos a ninguém: "se voce não concorda com as nossas idéias, então não é bem vindo aqui." Jamais.
Ao contrário, temos visto acontecer, apesar de casos raros, de leitores dizerem: "Já que o grupo não concorda com minhas idéias, podem me excluir."
O mais curioso de tudo isso é o fato de estranharem ao ver os leitores defendendo o livro aqui. Não é óbvio que o defendam? Aliás o Livro de Urantia é o motivo deste grupo existir. Não somos um "grupo de estudos de diversas idéias" ou "grupo estudo de todas as religiões do mundo", somos um grupo de estudo do Livro de Urantia.
Jamais exigimos que todos concordassem com o livro, nós respeitamos os que discordam, só esperamos que sejam respeitados os que concordam.
Outra coisa que vejo acontecer. A maioria daqueles que se declaram discordantes com o livro são leitores ainda iniciantes, que não tiveram a oportunidade de ler o livro completamente. Eu posso afirmar com toda certeza e experiência de estar aqui desde 2001: Acalmem-se, pois as respostas estão dentro do livro. É normal que haja divergências no início, afinal são muitos as teorias aprendidas e acumuladas em outros lugares, mas o livro unifica todo o conhecimento adquirido anteriormente. Eu afirmo isso de experiência própria.
Já vi pessoas defenderem uma determinada idéia com unhas e dentes, idéias contraditórias ao livro e com o passar do tempo e da leitura, essas mesmas pessoas passarem a defendê-lo. É necessário dar tempo ao tempo, e prosseguir na leitura.
Espero que ninguém do grupo desista de participar, mesmo pra discordar. Mas tenham a ciência de que sempre terá alguém pra contra-argumentar em favor do LU.
Saudações fraternas
Nemias Mol
moderador
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Prezado Nemias e Irmãos...
Li, leio e lerei o Livro de Urantia, pois encontrei neste "Norteador", respostas à centenas de perguntas que a ciência e a religião não conseguiam responder anteriormente.
Mas seria mais prudente aos membros do grupo, continuarem a ser flexíveis quanto às dúvidas, pois o próprio LU nos afirma que várias coisas não podem ser esclarecidas por motivos de não autorização, e isto é um banquete para dúvidas e especulações, pois afinal, somos humanos, temos em nosso interior a ânsia do saber e a necessidade da luz, e não nos permitimos estagnar e nem retroceder.
Abraços
Roberto
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De: Nemias <nemi...@gmail.com> |
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Vejam esse registro de Mateus.
18:9
“E se o seu olho é ocasião de escândalo para você, arranque-o e jogue-o para longe de você. É melhor para você entrar para a vida com um olho só, do que ter os dois olhos, e ser jogado no inferno de fogo.” (grifo meu)
Não creio que alguém suponha que Jesus esteja falando de entrar para a vida eterna com um olho e mais adiante com uma mão e um pé só. Por duas razões muito óbvias.
1ª) o reino dos céus é imaterial, o sangue e a carne não pode herdar o reino dos céus.
(I Coríntios 15:50). E os cemitérios são a prova disso.
2ª) sendo o reino dos céus um lugar de absoluta perfeição espiritual não haverá lugar para caolho, maneta e nem perneta, mesmo porque esses são órgãos materiais.
Bem, os cépticos de plantão vão dizer que isso não foi Jesus que escreveu e que pode não te-lo dito também. Aceito esse argumento desde que ele venha acompanhado de uma explicação racional que contraponha o argumento abaixo.
Uma explicação que parece racional para a maioria dos Espíritas é a de que a
mutilação desses órgãos se dá no perispírito (corpo espiritual dito por Paulo de Tarso) antes do reencarne. Sendo esses órgãos o motivo da queda do Espírito na recente encarnação, e re-conhecendo suas fortes tendências, este pode se privar dos mesmos na tentativa de evitar a reincidência.
Sendo o perispírito o molde onde agregarão as células na formação do corpo físico é natural que estas seguirão o modelo fazendo visíveis toda e qualquer deficiência física do nascituro.
Dentro desse entendimento vemos coerência nessas palavras de Jesus. “É melhor entrar para a vida faltando um olho só, do que ter os dois olhos e ser jogado no inferno de fogo.” Lembrando também que o inferno de fogo é a simbologia do sofrimento na Terra.
E assim implicitamente falou Jesus da re-encarnação.
Alcir Correia
> > ----- Original Message -----
> > From: Frederico Abbott Galvão
> > To: elub googlegroups.com
> > Sent: Tuesday, November 11, 2008 3:24 PM
> > Subject: [elub] OS EXILADOS DE CAPELA
> >
> >
> > Olá Luiz e demais amigos virtuais,
> >
> > Este avanço é bom demais! Vamos entender bem o que o LU
> > tem, e depois
> > considerar outras perspectivas do além. Quem quiser
> > academizar outra linha
> > de busca, sem base em tanta Verdade, seja feliz mas não
> > faça muito barulho.
> >
> > Tchau e bença...
> >
> > Frederico
> >
> > 11:11:2015, 15:20:25 hs (Armistício I Guerra, Versailles
> > 1918, visão 2008)> >
> >
> >
Não posso conceber a idéia de que Deus criaria a vida existindo a possibilidade de que tudo se perca depois da morte, isso sim me soa como deperdício de energia. Que decisão é essa que precisamos tomar? Será que estamos todos em pé de igualdade para tomar a decisão? Não acho que um Pai amoroso e justo iria deixar uma decisão tão importante como essa nas mãos de seus filhos com tantos defeitos e ainda crianças espirituais. Não acho que falaria: Se você não desenvolveu sua alma, problema seu, meu filho amado. Agora você jamais irá poder disfrutar da Minha Vida no Paraíso! Tudo irá acabar com sua morte! Não vai ter outra oportunidade!
>>Mais uma vez a tentativa de buscar resposta nas idéias erroneas da reencarnação para aquilo que é muito bem explicado no LU. Está mais que batida que idéia de reencarnação. A idéia de que estou aqui, ou gozando de uma vida boa, porque fui bom noutra passada, ou estou vivendo uma vida mediocre porque fui mal na outra. Isso nos leva a ciclo vicioso não compatível com a verdade revelada no LU. Deus jamais se repete, isso está bem, seria energia desperdiçada. O universo é dinâmico.
Bom,
eu não acho que a idéia da reencarnação seja errônea, e tão pouco encontrei na
sua explicação justificativas para mudar de opinião :). Porque diz que a idéia
de reencarnação está batida? A idéia da reencarnação não é desfrutar do bem e do
mal que realizou em outras vidas. A reencarnação tem por finalidade o
aprendizado e evolução do espírito. Você vai passar em sua vida na Terra,
exatamente o que vc, como espírito, necessita nesse momento para o seu
aprendizado. Isso não é repetição. Seria menosprezar a complexidade do mundo
achar que viver de novo na Terra seria uma repetição, já que as possibilidades
de experiências e aprendizados são infinitas. Nossa vida verdadeira não é
aqui na matéria, é do "outro lado" como espíritos, o corpo é uma ferramenta
temporal que necessitamos, ainda, devido ao nosso nível de evolução,
que nos exige o aprendizado carnal para eliminarmos nossos
gaps. Não entendi porque seria um ciclo vicioso, já que o ser estaria
sempre evoluindo e aprendendo, lembrando que as experiências que os espíritos
vão passar não se limitam somente à Terra, mas também a outros mundos e "planos"
espirituais, conforme o grau de evolução que atingiram. É um ciclo virtuoso e
dinâmico, que procura sempre "empurrar" o ser aos níveis mais evoluidos de
existência, em direção ao divino.
Sempre tive com a idéia da reencarnação a
lógica e os motivos que respondiam minhas perguntas e inquietudes filosóficas (e
olha que eram muitas..rsrsrs). Tive também, depois de já me agradar
bastante essa idéia, experiências pessoais que me levaram ainda mais a
confirmar que as coisas devem ser assim mesmo...
Tomando a idéia de que não existiria reencarnação, nem de existências em outros mundos (que seriam como "escolas", possibilitando experiências de aprendizado, dependendo do nosso grau de evolução) como se daria a evolução do ser depois da morte? Como conseguiríamos trabalhar aspectos do ser como orgulho, ego, vaidade, e os demais defeitos que certamente ainda teríamos depois da morte?
A reencarnação é um tema polêmico porque vem contra as idéias do LU. Vou postar um texto depois com trechos de alguns livros que tratam bem a idéia, os motivos e as razões, e poderíamos criticá-lo sobre a óptica do LU.
>>Se analizarmos as vidas humanas, veremos pessoas extremamente pobres, entretanto muito felizes, e outros riquíssimos, mas extramamente infelizes. Me responda: com quem deles Deus está sendo mais justo ou injusto? A resposta é que não depende de minha condição física, social, intelectual ou financeira para que eu possa ter uma vida digna e feliz, e muito menos influi na minha decisão de sobreviver à morte. Não é uma questão de justiça ou injustiça.
Deus, sobre
este conceito, está sendo mais justo a quem teve oportunidade de entender que a
felicidade é interna e não material. Está sendo mais justo com quem pôde estar
em contato com idéias elevadas, com pessoas espiritualmente elevadas, que teve
educação e condições suficientes para que um texto como o LU caísse em suas mãos
e pudesse ler.
Como um jovem enfermo com cólera no Congo, preocupado
em encontrar o que comer, em encontrar medicamentos, e ainda fugir das balas dos
rebeldes, pode ter as mesmas chances do que uma pessoa que teve contato e pôde
dedicar momentos de sua vida a busca de algo maior e sublime? Fora o fato do
risco de nem ter a vida depois da morte, já que a mortalidade infantil é
grande na África e eles têm grandes chances de morrer antes de receber o
ajustador. Pergunta: acredita mesmo que as oportunidades são iguais? Que ele tem
o mesmo X% de chance que nós?
Agora se vemos sobre o prisma da reencarnação, a coisa muda de figura, e me parece mais justo e razoável. As experiências de todos esses seres no Congo têm um propósito, e é um propósito com a finalidade de evoluirem e serem melhores, mesmo que pareça nesse momento apenas uma vida de sofrimento e agonia, mas que servirá muito para a depuração de cada espírito naqueles pontos específicos que necessitam. A Providência Divina não deixa ninguem para trás, toda vida tem um propósito de evolução e aprendizado sempre se movendo em direção a Deus.
Espero ter sido apenas um pouco chato, longo, cansativo, técnico, etc...
Abs Fraternais,
Fabio
> > faça muito barulho.Tchau e bença...
Por mais que floreem o texto, é bastante nítido, notório mesmo, um forte ressentimento dos nossos amigos que decidiram, ao longo da vida, aceitar a reencarnação como uma lei - um dogma-, e ao se deparar com a coerente versão do Livro de Urântia, parece terem sido atingidos por uma bomba atômica. Alguns já tendo decididamente dito que não participariam mais dos debates.
É compreensível esse amargo ressentimento. Sei que não é nem um pouco fácil se livrar de conceitos há tanto tempo enraizados em nosso ser.
Porém, como nossos amigos vão superar esse e outros possíveis traumas??? Isso é com vocês.
A única certeza que tenho é que a solução para tal drama não depende de nenhum membro desse grupo de "estudo dos ensinamentos do Livro de Urântia".
Não é de hoje que os ressentimentos relativos a questões da reencarnação vez ou outro afloram ao debate e se repetem feito um dissonante reverber.
Amigos, de uma vez por todas, é preciso que compreendam que a grande maioria dos membros desse grupo – com raras exceções-, muito antes de conhecerem o Livro de Urântia, já haviam estudando o conceito reencarnacionista e decidiram em suas vidas pessoais não tê-lo como correto e real.
Esse grupo de estudos tem e sempre terá a devida tranqüilidade e serenidade para debater de forma ampla todo e qualquer assunto relacionado ao Livro de Urântia.
Porém reencarnação não existe no conceito do livro e, portanto, a insistência em reverberar tal tema é análoga a ouvir a dissonante canção do criolo doido - o samba de uma nota só. Insistir e persistir em tal ritmo será angustiante única e exclusivamente para vocês. De nossa parte estamos tranqüilos... Pois, independente do Livro de Urântia, jamais acreditamos em reencarnação
Luz e paz
Guto
Muitos já expuseram estas, bem como tantas outras questões análogas, e ao que parece, certamente não serás o último dos moicanos.
Pelas indagações propostas ao Nemias é perceptível que ainda não lestes todo o Livro de Urântia. Faça isso amigo.
Todas as respostas para esses e outros questionamentos mais, fluem livre e cristalinamente nas páginas do LU, como o rio corre para o mar.
E nessas águas cristalinas, é muito difícil – diria quase impossível-, o "sincero" buscador da verdade não encontrar a merecida e rejuvenecedora energia para a mente, o corpo e espírito.
A boa vontade do Nemias te ofertará não mais que pequenas porções da água do rio que caudalosamente está a inteira disposição.
Você decide!rs
Guto
Olá Fábio, Olá pessoal
Sei que nem todos gostam de textos longos, mas como o assunto requeriu, tive que me alongar um pouco na mensagem, peço desculpas àqueles que tem menos tempo para ler.
Bem! Eu sou um leitor convicto do Livro de Urântia. O considero como a Quinta Revelação da verdade para o nosso planeta. O próprio livro diz que não ser a VERDADE ABSOLUTA. Portanto, aceitando-o como verdade, sou obrigado aceitar que ele não é A VERDADE ABSOLUTA, mas sim uma verdade relativa para o nosso tempo, nossa atualidade, a nossa Era. Assim como os ensinamentos de Dalamátia foram a verdade para a raça humana por 300 mil anos.
O LU é a verdade mais pura e concentrada que o mundo jamais conheceu. Nem somando todos os livros da atualidade, conseguiria alcançar a verdade encontrada dentro das página deste livro azul. É nisso que acredito.
Antes de conhecê-lo eu tinha a minha verdade, construída ao longo dos meus anos de vida, o que comparo a um pequeno balde de água, pela metade, que fui acumulando com o tempo e estudo. Quando me deparei com o LU, uma caixa d'água enorme cheia de verdade, meu pequeno balde se viu afogado diante de uma verdade muito maior. O que tive que fazer foi ser humilde o suficiente para assumir que tudo o que eu tinha acumulado de verdades até então não chegava aos pés dessa outra verdade, recém descoberta.
Eu aposto que qualquer um que beba dessa água, sofrerá mudanças nos seus conceitos. Alguns relutam, agarrados ao velho balde. Há uma espécie de laço afetivo com ele. É uma pena, pois sacrificam suas melhores descobertas.
Tem um texto do Lu que diz: "Apenas uma pessoa valente pode estar honestamente disposta a admitir e encarar, destemidamente, o que a sua mente sincera e lógica descobre." doc 160, pág 1773
Antes do Lu eu também tinha conceitos diferentes sobre alma e espírito. Mas vejamos o que diz o livro:
"Essas qualidades da realidade universal estão manifestadas na experiência humana, em Urântia, nos níveis que se seguem:
1. Corpo. O organismo material ou físico do homem. O mecanismo eletroquímico vivo de natureza e origem animal.
2. Mente. O mecanismo de pensar, perceber e sentir do organismo humano. A experiência total, consciente e inconsciente. A inteligência associada à vida emocional, buscando, por meio da adoração e da sabedoria, alcançar o nível acima, do espírito.
3. Espírito. O espírito divino que reside na mente do homem – o Ajustador do Pensamento. Este espírito imortal é pré-pessoal – não é uma personalidade, se bem que esteja destinado a transformar-se em uma parte da personalidade da criatura mortal, quando da sua sobrevivência.
4. Alma. A alma do homem é uma aquisição experiencial. À medida que uma criatura mortal escolhe "cumprir a vontade do Pai dos céus", assim o espírito que reside no homem torna-se o pai de uma nova realidade na experiência humana. A mente mortal e material é a mãe dessa mesma realidade emergente. A substância dessa nova realidade não é nem material, nem espiritual – é moroncial. Essa é a alma emergente e imortal que está destinada a sobreviver à morte física e iniciar a ascensão ao Paraíso.
Personalidade. A personalidade do homem mortal não é corpo, nem mente, nem espírito; e também não é a alma. A personalidade é a única realidade invariável em meio a uma experiência constantemente mutável da criatura; e ela unifica todos os outros fatores associados da individualidade. A personalidade é o único dom que o Pai Universal confere às energias vivas e associadas de matéria, mente e espírito, e que sobrevive junto com a sobrevivência da alma moroncial." Introdução, pág 8/9
Sobre isso não resta dúvidas. O que chamamos de espírito do homem, é na verdade um fragmento do Pai Universal. É claro que se analisarmos o ser humano como um ser cósmico e potencialmente eterno, e considerando que o corpo e a mente são realidades materiais e portanto finitas, então sim podemos considerar que não somos um corpo que tem um espírito e sim um espírito que habita temporariamente um corpo material. Isto porque a potencialidade dessa infinitude vem do Espírito Residente, o Ajustador. Sem ele seríamos apenas matéria.
Citando seu texto:
"Uma pergunta: uma pessoa então, se tem um dano cerebral durante sua vida, o que aconteceria com sua mente, com seu espírito, com sua alma?"
O Livro de Urântia fala sobre 3 tipos de mortes:
1. Morte espiritual (a morte da alma) - acontece quando o homem rejeita, deliberadamente, toda e qualquer tentativa de moroncialização da mente pelo Ajustador; quando ele houver sido pronunciado espiritualmente insolvente, moroncialmente em bancarrota na opinião conjunta do Ajustador e do Serafim guardião; quando esse conselho coordenado houver sido registrado em Uversa e após os Censores e os seus colaboradores de reflexão haverem verificado essas conclusões, então os governantes de Orvônton, os Anciães dos Dias, ordenam a imediata liberação do Ajustador residente dessa mente. Essa morte tem um significado final e definitivo; do ponto de vista cósmico, esse ser já está morto; a vida em continuação indica meramente a persistência do impulso material das energias físico-químicas.
2. A morte intelectual (a morte da mente). Ocorre quando os circuitos vitais dos auxiliares da mente são interrompidos, por meio de aberrações do intelecto ou por causa de uma destruição parcial do mecanismo do cérebro; se essas condições ultrapassarem certo ponto crítico de irreparabilidade, o Ajustador residente é imediatamente liberado. Nos registros do universo, uma personalidade mortal é considerada como tendo encontrado a morte, quando os circuitos mentais essenciais, da vontade-ação humana tiverem sido destruídos. E, novamente, isso é morte, independente da continuação de funções do mecanismo vivo do corpo físico. O corpo, sem a mente volitiva, não mais é humano; no entanto, de acordo com a escolha anterior do ser humano enquanto ainda era dotado de vontade e escolha, a alma de tal indivíduo pode sobreviver.
3. A morte física (a morte do corpo e da mente). Essa é a morte como a entendemos, quando o corpo físico-químico deixa de funcionar. O Ajustador permanece na mente até que cesse a sua função como mecanismo inteligente; mais ou menos no momento em que as energias do cérebro cessam suas pulsações vitais.
"Uma pessoa que nascesse com problemas mentais não receberia o ajustador? Não teria então uma vida depois do corpo? Tudo acabaria com a sua morte?"
Para que o Ajustador possa efetuar qualquer trabalho em uma mente humana, é preciso que esta mente tenha o mínimo de funcionalidade, e que mais importante: consiga sintonizar-se os 7 Circuitos da Mente. Acredito que a grande característica de uma mente funcional é a capacidade de demonstrar Adoração e Sabedoria.
"Não entendi a parte que diz da "coragem" como algo que a mente de um animal possa se conectar. Como seria a demonstração da coragem em um comportamento animal, para que eu entenda o conceito?"
O que faz um cão vira-lata, com um terço do tamanho, enfrentar um pit-bull pra defender seu dono? Não seria isto uma demonstração de coragem? Lealdade? Apesar de ter nos animais um forte instinto de sobrevivência, em muitos casos eles arriscam suas vidas pra salvar um amigo.
"Não posso conceber a idéia de que Deus criaria a vida existindo a possibilidade de que tudo se perca depois da morte, isso sim me soa como deperdício de energia. Que decisão é essa que precisamos tomar? Será que estamos todos em pé de igualdade para tomar a decisão? Não acho que um Pai amoroso e justo iria deixar uma decisão tão importante como essa nas mãos de seus filhos com tantos defeitos e ainda crianças espirituais. Não acho que falaria: Se você não desenvolveu sua alma, problema seu, meu filho amado. Agora você jamais irá poder disfrutar da Minha Vida no Paraíso! Tudo irá acabar com sua morte! Não vai ter outra oportunidade!"
Eu poderia me estender sobre este tema, da sobrevivência da alma, mas o texto já está bem longo, e é um assunto muito bom de se falar, antes que eu notasse, já teriam tomado algumas páginas... eu sugiro que vc leia o documento 112. Se tiver disponibilidade, o ideal seria ler desde o 107 até o 112. Quando tiver lido, voltamos ao assunto, pode ser? Prometo voltar ao tema, quando solicitado.
"Bom, eu não acho que a idéia da reencarnação seja errônea, e tão pouco encontrei na sua explicação justificativas para mudar de opinião..."
A idéia da reencarnação poderia até ter algum sentido, como uma tentativa de explicar situações que não eram compreendidas antes recebermos o Livro de Urântia. Minha explicações jamais farão voce mudar de opinião, as mudanças partem de dentro. É preciso querer mudar, antes de tudo. Mas tudo ao seu tempo. Se voce aceitar o desafio, se continuar a leitura, verás o castelo de areia sendo desmanchado aos poucos.
Porque diz que a idéia de reencarnação está batida? A idéia da reencarnação não é desfrutar do bem e do mal que realizou em outras vidas. A reencarnação tem por finalidade o aprendizado e evolução do espírito.
Pra voce ver como o mal está na raiz do conceito. O espírito não está evoluindo, ele é um fragmento do Pai Universal, ele é perfeito em todos os seus atributos, ele sequer está sujeito ao tempo e ao espaço. Ele busca apenas a personalização, unindo-se a uma personalidade, que somos nós.
Você vai passar em sua vida na Terra, exatamente o que vc, como espírito, necessita nesse momento para o seu aprendizado. Isso não é repetição. Seria menosprezar a complexidade do mundo achar que viver de novo na Terra seria uma repetição, já que as possibilidades de experiências e aprendizados são infinitas.
As possibilidades são mesmo infinitas, mas o Pai seria menos criativo aceitando que por causa de tais experiências o ser tivesse que repetir, como o nascimento, aprender a ler, andar, crescer, morrer... isso é repetição sim. Morrer várias vezes, nascer de novo e passar por tudo outra vez. Como eu disse ocriador do universo é mais inteligente que isso. Ele criou mecanismos para que todas as infinitas possibilidades sejam alcançadas, sem a necessidade da reencarnação. Voce acreedita que se a reencarnação não existe, pedemos as infinitas possibilidades de experiências?
"Nossa vida verdadeira não é aqui na matéria, é do "outro lado" como espíritos, o corpo é uma ferramenta temporal que necessitamos, ainda, devido ao nosso nível de evolução, que nos exige o aprendizado carnal para eliminarmos nossos gaps."
Sim, é exatamente isso. O meu futuro é espiritual, mesmo. Eu tenho a possibilidade, a escolha é minha, de me unir ao fragmento do Pai e me tornar espírito com ele. Só não vem me colocar no mesmo cenário repetidas vezes, não somos atores de teatro, não estamos aqui pra isso, a vida é única. Aproveite-a, pois só terá essa chance de sentir o que sentes aqui.
"Tomando a idéia de que não existiria reencarnação, nem de existências em outros mundos (que seriam como "escolas", possibilitando experiências de aprendizado, dependendo do nosso grau de evolução) como se daria a evolução do ser depois da morte? Como conseguiríamos trabalhar aspectos do ser como orgulho, ego, vaidade, e os demais defeitos que certamente ainda teríamos depois da morte? "
Suas perguntas me fazem ter uma curiosidade: quanto do Livro de Urântia voce já leu? Porque está tão claramente respondido no livro. Quanto esta sua pergunta, sugiro o documento 47, que trata exatamente disso: a correção das deficiências.
"A reencarnação é um tema polêmico porque vem contra as idéias do LU."
Não é não. Muitas outras religiões não aceitam esta teoria. Muitos leitores que chegaram ao LU já tinham suas idéias resolvidas com relação à reencarnação antes de chegar ao livro. O livro apenas explica como as coisas acontecem, nem se delonga sobre o tema. Parece que os reveladores do Lu não se preocuparam muito com o tema, afinal porque se estender sobre uma teoria equivocada. Uma coisa que eu aprendi com o LU é que ele não se esforça em negar nada, é um livro afirmativo. Ele veio para informar o que é, e não para negar o que não é.
"Deus, sobre este conceito, está sendo mais justo a quem teve oportunidade de entender que a felicidade é interna e não material. Está sendo mais justo com quem pôde estar em contato com idéias elevadas, com pessoas espiritualmente elevadas, que teve educação e condições suficientes para que um texto como o LU caísse em suas mãos e pudesse ler.
Como um jovem enfermo com cólera no Congo, preocupado em encontrar o que comer, em encontrar medicamentos, e ainda fugir das balas dos rebeldes, pode ter as mesmas chances do que uma pessoa que teve contato e pôde dedicar momentos de sua vida a busca de algo maior e sublime? Fora o fato do risco de nem ter a vida depois da morte, já que a mortalidade infantil é grande na África e eles têm grandes chances de morrer antes de receber o ajustador. Pergunta: acredita mesmo que as oportunidades são iguais? Que ele tem o mesmo X% de chance que nós?"
Sim, acredito. Acredito porque o Livro de Urântia diz que todos tem as mesmas chances, e mostra isso coerentemente. A escolha pela sobrevivência não está condicionada às condições sociais, econômicas ou mesmo intelectuais. É de foro íntimo. O contato com Deus é dentro da mente humana, ninguém pode lhe tirar isso. E se voce ler o documento 47 vai entender que até mesmo aqueles que não receberam o Ajustador, se houver potencial de sobrevivência, ele terá sua chance de escolher. Aqueles não tiverem condições reais de fazer essa escolha aqui, farão do lado de lá. Mas aquele que rejeitar conscientemente o espírito do Pai aqui, estará tomando uma decisão final e irrevogável. Não haverá outra vida aqui para que ele tome essa decisão.
Imagina dois agricultores visinhos, eles tem as mesmas condições de plantio, o mesmo tipo de terreno, a mesma chuva, o mesmo sol, as mesmas sementes, o mesmo grau de conhecimento. Um agricultor é preocupado com sua lavoura, corta as ervas daninhas, verifica as melhores datas para o plantio, utiliza adubos que a própria fazenda produz, enfim. O outro é totalmente despreocupado, planta de qualquer maneira, não retira as ervas daninhas, não aduba...
Quem colherá melhores frutos? Com quem dos dois Deus foi injusto? Foi Deus quem inculcou a preguiça no lavrador desleixado? Não. Isto é um escolha pessoal. E os dois tinham o mesmo potencial, mas um escolheu o trabalho enquanto o outro escolheu a preguiça. Como diz o ditado: Deus dá o sol e a chuva a todos, mas as diferenças estão na maneira como nós utilizamos o sol e a chuva e isso é de cunho pessoal. É para isto que o homem tem o livre arbítrio, livre escolha.
Homens e mulheres do Congo farão suas escolhas de sobrevivência, outros não. Homens e mulheres da Suécia também farão suas escolhas de sobrevivência, outros não. Os fatores externo só nos fazem refletir a respeito, não determinam nossas decisões.
Bem, lá se foram inúmeras páginas, continuemos em outro e-mail.
abraço fraterno
Nemias Mol
2008/11/10 Fabio Baldassari <fabio.ba...@webb.com.br>
<BR
2008/11/10 Fabio Baldassari <fabio.ba...@webb.com.br>
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Olá Fábio
Eu cresci numa igreja evangélica, comecei a ler a bíblia com 7 anos de idade. E já discuti muito com evangélicos sobre diversos temas, a diferença é que eu mostrava as contradições dentro da própria bíblia, não eram apenas as minhas idéias, eram os fatos, eu argumentava utilizando os próprios conceitos bíblicos, que ora diz que Deus é infinitamente misericordioso, ora que é vingativo e justiceiro. Eu li a bíblia. Eu sabia do que estava falando
A diferença está no fato de que eu não vejo pessoas que leram o livro apresentarem qualquer argumento, seja de contradição à lógica ou ao conteúdo. Não há contradição alguma, mas é obviamente impossível pra quem já leu o livro tratar todo o conteúdo em um só email. Algo que levamos anos para ler e assimilar, como repassar tais conceitos em uma mensagem de email?
Por exemplo, voce diz:
"Porque um Pai desperdiçaria tempo e energia com a possibilidade da morte eterna, isso me soa assustadoramente aterrador, e vai contra o que eu teria como conceito de um Deus justo e bondoso. O Deus do LU não é justo e bondoso no meu consentimento, e para que os leitores aceitem essa idéia é uma questão de Fé e não de razão."
Uma pessoa que lê este parágrafo superficialmente pode até achar que há lógica nele, mas é apenas uma visão parcial da realidade.
1. Deus auto-outorgou-se, através dos Ajustadores do Pensamento, para viver junto com o homem esta caminhada, ele vive cada momento, cada sofrimento, cada alegria, cada tropeço, todas as nossas experiências, ele está conosco. Uma companhia 24 horas por dia, não é um grande reforço para nós humanos?
2. Além disso temos os circuitos do Espírito Infinito atuando na mente humana,
3. Tivemos a atuação do Príncipe Planetário, para civilizar as raças, no início
4. Adão e Eva, que tinha o objetivo de limpar o genoma humano
5. Melquisedeque, que reascendeu a verdade do Deus único.
6. E mais: Há inúmeras hostes de anjos, serafins, querubins e sanobins, também trabalhando em nosso favor, uma infinidade de personalidade co-adjuvantes nessa tarefa da evolução da alma humana.
7. O criador do universo também auto-outorgou-se em nosso mundo, morreu na tentativa de deixar a melhor herança espiritual possível para esse mundo rebelde.
8. Depois enviou o Espírito da Verdade para consolar as mentes humanas, na sua falta
9. Há os seres intermediários, nosso primos invisíveis que trabalham com anjos...
Entre outros... é uma lista enorme...
Os esforços não são poucos para que o homem faça a grande escolha. Mas como disse Morpheu: eu só posso te mostrar a porta, mas é voce que tem de entrar por ela. Tem um versículo bíblico que diz: Eis que estou à porta e bato, se vós abrirdes eu entrarei e cearei convosco. O Ajustador do Pensamento esgota todas as possibilidades possíveis. Mas ele não invade, tem uma lei divina que diz: o homem é quem deve decidir: a lei do livre-arbítrio. Nada no universo pode interferir no arbítrio humano. Nem mesmo Deus faz isso. Sendo assim, se Deus nos condenasse a viver eternamente, mesmo que no Paraíso, nos obrigasse a ter uma vida eterna sem o nossa vontade, isto seria justo? Agora me diz se é uma questão apenas de fé, ou há lógica nisto tudo?
Eu não acredito no que acredito porque está escrito no Lu e é assim e ponto final. Eu acredito porque tudo no LU tem muita lógica. Mas lógica não é tudo. É preciso de fé também. A ciência em excesso leva o homem ao ceticismo, o excesso de fé leva o homem ao fanatismo. É importante encontrar um equilíbrio.
A minha opinião é que antes de se fazer uma crítica declarada ao Livro de Urântia, todos deviam pelo menos se dar o trabalho de ler. Isto é muito lógico pra mim, qualquer crítica deve ter embasamento. Não podem ler textos parciais e tirar conclusões finais.
"Acho que fica claro em alguns pontos a influência adventista que recebeu as teorias do LU, o que pode ter limitado um pouco conceitos mais amplos e universais."
Para que voce chegue à conclusão de que isto é verdade, voce precisaria conhecer melhor o Livro de Urântia, e conhecer muito bem as teorias adventistas. Basta ler o livro e comparar com as teorias adventistas:
Jesus é filho legítimo (genético) de José ou concebido pelo espírito santo?
Devemos ou não guardar o sábado?
Jesus morreu pelos pecados da humanidade?
Jesus é a Segunda Pessoa da Trindade ou Filho criador?
A bíblia é palavra infalível de Deus?
O Espírito Santo, derramado em Pentecostes, é a Terceira Pessoa da Trindade?
Deus criou o mundo em 6 dias e descansou no sétimo?
O homem foi contaminado pelo pecado universal com a queda de Adão e Eva?
Há um conflito entre bem e mal, Deus e Satanás?
A salvação eterna depende de que o homem aceite Jesus como seu único salvador?
Os dez mandamentos são a lei suprema de Deus?
São apenas algumas questões que eu gostaria que voce comparasse entre o que diz o LU e o que dizem as doutrinas adventistas.
Eu tenho a minha fé, a minha verdade, e respeito a fé de cada um, afinal as pessoas estão livres para acreditar no que quiserem, inclusive na reencarnação, que pra mim não faz nenhum sentido. Mas a fé de cada um deve ser respeitada. Todos os argumentos aqui colocados por mim, são muito lógicos, não quis atacar a sua fé nem a de outras pessoas, mas claro, isto também é a minha opinião pessoal. E eu posso estar completamente errado. Se minhas palavras, apesar de eu escrever sempre com boa vontade e sinceridade, ofendeu a fé de qualquer pessoa do grupo, eu peço desculpas, não é a intenção, acontece que palavras podem ferir, dependendo da forma como são ditas.
Vou parando por aqui, afinal era pra ser um texto pequeno, rsrs
abraço a todos
Nemias Mol
A grande maioria das pessoas, que a após a conscientizada leitura e estudo de todo o Livro de Urântia, decidiram lhe conceder o merecido crédito, costumam ser – com raras exceções-, serenas, tranqüilas, equilibradas, amigas, sinceras e acima de tudo inimigas da pompa e do barulho.
Pelo menos, os que eu tive a grata satisfação de pessoalmente conhecer nos dois primeiros encontros de leitores, são exatamente assim. Particularmente tenho essa postura e quando me deparo com iguais a empatia é imediata.
Você jamais verá tais pessoas buscando convencer a todo custo, quem quer que seja, a acreditar na mensagem do LU. Nem muito menos pregando contra o dogma ou conceito religioso alheio, por mais que nos pareçam equivocados. Quem leu e entendeu a mensagem do livro, sabe que agir assim é uma agressão, uma afronta ao livre discernimento.
A mensagem do LU está disponível a todos. Que cada um, livre e tranquilamente leia, analise, reflita, medita, interprete e tome a sua decisão pessoal.
A minha é de que toda essa revelação é muito lógica, coerente, me dá sentido e eu acredito.
Mas serei o primeiro a defender o direito daqueles que após a sua conscientizada e completa análise (coisa que o amigo ainda não fez), pensam diferente.
Grande abraço.
Guto
Guto, eu realmente afirmei não mais participar dos debates sobre o livro de Urantia. Porque tendo estudado da primeira a ultima pagina. Absorvi aquilo de positivo que ele pode me oferecer. E como me considero um ser livre. Não costumo me bitolar por religiões crenças ou revelações. Até porque faço parte de um universo em expansão. E minha busca por verdades que completem a minha necessidade de saber é diária.
A pergunta que fiz Guto, não se relacionava ao Lu. E sim a uma questão nova descrita pela Graça, que despertou em mim certo interesse.. Eu conheço bem o consenso planetário. Ele é extremamente negativo. Qualquer ser que mergulhe nele em busca de informações, e um doido um suicida. Se Edgard Armond tivesse mergulhado no consenso planetário em busca de informações. Ele certamente teria escrito um roteiro de filme de terror, mas nunca o livro Exilados de Capela. Que ele escreveu com muito amor, doando aquilo que de melhor existia nele, ao seu semelhante. A verdade que ele acreditava.
Mas como a Graça afirmou que ele usou o INCONSCIENTE COLETIVO, para escrever o livro já mencionado. Interessei-me por maiores informações sobre este assunto. A minha pergunta Guto Foi apenas está! O que é o inconsciente coletivo, do que é formado e como pode ser usado? Ao qual antecipadamente agradeço a Graça pela disposição em me esclarecer. Já estudei a teoria de Jung sobre o inconsciente coletivo. Mas fiquei confusa, em como manipular essa energia para escrever um livro com um tema tão estranho ao consenso planetário. E achei tratar-se de outro assunto. Eu não mencionei a palavra reencarnação.
Eu sei que a reencarnação existe. Só que ela é uma lei divina. E as leis divinas são imutáveis. Elas não precisam ser mencionadas nos livros, ou fazer parte da crença ou descrença das pessoas para existirem. Elas estão alem do nosso poder de interferência. Elas simplesmente existem. A reencarnação estar ou não estar descrita no lu para mim não fez a menor diferença. A eugenia está sim faz a diferença, porque pode ser usado contra os mais fracos, como foi feito durante a segunda guerra mundial. Essa foi minha grande decepção em relação ao livro. Aqui está a parte do lu que me chocou. “Não é ternura nem altruísmo oferecer uma compaixão fútil a seres humanos degenerados, mortais anormais sem salvação e inferiores. Mesmo nos mais normais dos mundos evolucionários, existem diferenças suficientes entre os indivíduos e entre os inúmeros grupos sociais; diferenças que permitem o pleno exercício de todos esses traços
nobres de sentimento altruísta e não-egoísta de ministração mortal, sem perpetuar as linhagens desajustadas sociais e moralmente degeneradas da humanidade evolucionária. Há oportunidades abundantes para o exercício da tolerância e a função do altruísmo em defesa dos indivíduos desafortunados e necessitados que, irremediavelmente, não tenham perdido a sua herança moral, nem destruído para sempre,o seu patrimônio espiritual vindo do berço. Épocas planetárias dos mortais. Documento 52 Pág.592 593.
Caso contrario, o lu teria passado por mim sem reclamação alguma de minha parte. Porque as leis divinas estão alem de nossas limitadas crenças e de nosso limitado poder de interpretá-las. Guto, estou aqui para desculpar-me pela minha volta ao grupo, e a todos aqueles a quem minha participação causou desconforto. Espero o perdão pelo mal causado. E te garanto Guto que já não estou afastada, mas definitivamente fora. Agradeço de coração a todos que me aceitaram, e aqueles que continuam amigos alem da elub. Muita paz e luz a todos.
Aquira
Vou deixar uma sugestão de leitura o livro do Dr.Victor Frankl
Em busca de sentido que alem de presentear o leitor com as formas de aplicar a logoterapia também relata os horrores dos campos de concentração onde eram separados os aptos para o trabalho e aqueles que só serviam para serem cremados na opinião deles. Motivo pelo qual a palavra eugenia me causa horror. E só clicar no link. Adeus
http://www.gropius.hpg.ig.com.br/ebooks.htm
--- Em qui, 13/11/08, Guto <urant...@gmail.com> escreveu:
Novos endereços, o Yahoo! que você conhece. Crie um email novo com a sua cara @ymail.com ou @rocketmail.com.
http://br.new..mail.yahoo.com/addresses
Tive conhecimento do Livro de Urântia através de um comentário na Rádio Boa Nova. Gostei do que ouvi a respeito e resolvi a procurá-lo na internet.
A princípio me encantei com o conteúdo, entretanto à medida que fui aprofundando na leitura percebi que algumas coisas se chocavam frontalmente com as verdades reveladas pela Doutrina Espírita onde estudo e tenho respondidas as minhas principais dúvidas.
Como para mim a doutrina da reencarnação está sacramentada como uma verdade inconteste, e por ainda não ter lido todo o livro foi então que fiz ao grupo, naquela época, a pergunta se realmente o LU negava a reencarnação.
Daí gerou toda aquela polêmica, pois algumas respostas foram inteligentes e esclarecedoras, outras nem tanto e no meu ponto de vista se caracterizavam mais como críticas que respostas.
Bem eu não posso negar que o LU seja um excelente livro, porém entendo que ele está longe de ser uma revelação, até porque para a maioria dos Espíritas só existem três revelações até hoje. Moisés com a Lei da Justiça, Jesus com a Lei do Amor e a Doutrina Espírita esclarecendo as duas Leis e ao mesmo tempo com a missão de resgatar a Essência Crística que a muito foi distorcida.
Para nós, Espíritas, está nEla também a promessa de Jesus sobre o CONSOLADOR que viria e ficaria em nós e conosco para sempre. É claro que não vão e nem precisam concordar com isso.
Como sei que essas diferenças de crenças sempre vão existir quero sugerir uma idéia. Que continuemos todos buscando a verdade. Que o respeito e a compreensão seja o elo de ligação dentro do grupo e que a Verdade Eterna seja o alvo de todos.
Sei que minha descrença de uma coisa não prova a sua inexistência, mas sei também que a minha crença nessa mesma coisa não prova que eu esteja certo, porque a verdade só o Pai conhece.
Sei que os argumentos dos que não crêem tem como base as suas verdades, e vice versa, mas o que hoje é verdade para nós amanhã pode mudar. Tem sido assim com tanta gente ao longo da história, porque não será conosco também?
O tempo se encarregará de mostrar a todos o que é certo e o que é errado. Para mim a reencarnação é a única maneira de entender a Justiça e Bondade
Divina mas pode não ser como penso afinal quem sou eu para entender Deus?
Eu nunca quis forçar ninguém aqui a acreditar na reencarnação. O que sempre fiz foi defender a mesma. Mais também confesso que muito me dói quando a descrença nela quer se impor como verdade absoluta, pois essa idéia não é daqui, foram os de lá que a trouxeram para cá.
É por isso que eu questiono em quem confiar mais, nos daqui com a cegueira da matéria ou nos de lá com a visão do Espírito? Creio que esse assunto voltará ainda outras vezes à medida que chegar mais leitores. Que estejamos preparados, crentes e descrentes para oferecermos o melhor para esclarecer as dúvidas que surgirão, dentro ou fora da crença. Encerro com a frase do Mestre Trigueirinho. A fé tem como base o conhecimento.
A crença se desenvolve na ignorância.
Alcir Correia
From: Florbela VeigaSent: Thursday, November 13, 2008 10:06 AMSubject: [elub] Re: CAPELA? / Luiz Amorim
Olá Graça
Eu também gostaria de receber essa texto que fala do inconscinete colectivo...que para mim não é um conceito novo aliás...
Pode mandar?
Bjs
Florbela
Meus amados Alcir e Aquira, estou rindo até agora pela simplicidade em dizer, "nãoentendi foi nada"...Pois bem, eu me disponho aescrever um texto demonstrando com se usad e se mergulha no inconsicente coletivo (*), aliás todo escrito viaja bastatne pelo inconsciente das massas. Só ainda não temos documentos fortes sobre o inconsciente pemeado de outros Universos, mas eu arrisco a escrever sobre baseado em Mente e Cérebro humanos.Se o Nemias não se importar, eu mando um texto para vocês.Abraços e Luz para todos.
Tive conhecimento do Livro de Urântia através de um comentário na Rádio Boa Nova. Gostei do que ouvi a respeito e resolvi a procurá-lo na internet.
A princípio me encantei com o conteúdo, entretanto à medida que fui aprofundando na leitura percebi que algumas coisas se chocavam frontalmente com as verdades reveladas pela Doutrina Espírita onde estudo e tenho respondidas as minhas principais dúvidas.
Como para mim a doutrina da reencarnação está sacramentada como uma verdade inconteste, e por ainda não ter lido todo o livro foi então que fiz ao grupo, naquela época, a pergunta se realmente o LU negava a reencarnação.
Daí gerou toda aquela polêmica, pois algumas respostas foram inteligentes e esclarecedoras, outras nem tanto e no meu ponto de vista se caracterizavam mais como críticas que respostas.
Bem eu não posso negar que o LU seja um excelente livro, porém entendo que ele está longe de ser uma revelação, até porque para a maioria dos Espíritas só existem três revelações até hoje. Moisés com a Lei da Justiça, Jesus com a Lei do Amor e a Doutrina Espírita esclarecendo as duas Leis e ao mesmo tempo com a missão de resgatar a Essência Crística que a muito foi distorcida.
Para nós, Espíritas, está nEla também a promessa de Jesus sobre o CONSOLADOR que viria e ficaria em nós e conosco para sempre. É claro que não vão e nem precisam concordar com isso.
Como sei que essas diferenças de crenças sempre vão existir quero sugerir uma idéia. Que continuemos todos buscando a verdade. Que o respeito e a compreensão seja o elo de ligação dentro do grupo e que a Verdade Eterna seja o alvo de todos.
Sei que minha descrença de uma coisa não prova a sua inexistência, mas sei também que a minha crença nessa mesma coisa não prova que eu esteja certo, porque a verdade só o Pai conhece.
Sei que os argumentos dos que não crêem tem como base as suas verdades, e vice versa, mas o que hoje é verdade para nós amanhã pode mudar. Tem sido assim com tanta gente ao longo da história, porque não será conosco também?
O tempo se encarregará de mostrar a todos o que é certo e o que é errado. Para mim a reencarnação é a única maneira de entender a Justiça e Bondade
Divina mas pode não ser como penso afinal quem sou eu para entender Deus?
Eu nunca quis forçar ninguém aqui a acreditar na reencarnação. O que sempre fiz foi defender a mesma. Mais também confesso que muito me dói quando a descrença nela quer se impor como verdade absoluta, pois essa idéia não é daqui, foram os de lá que a trouxeram para cá. É por isso que eu questiono em quem confiar mais, nos daqui com a cegueira da matéria ou nos de lá com a visão do Espírito?
Creio que esse assunto voltará ainda outras vezes à medida que chegar mais leitores. Que estejamos preparados, crentes e descrentes para oferecermos o melhor para esclarecer as dúvidas que surgirão, dentro ou fora da crença. Encerro com a frase do Mestre Trigueirinho. A fé tem como base o conhecimento, a crença se desenvolve na ignorância.
Tive conhecimento do Livro de Urântia através de um comentário na Rádio Boa Nova. Gostei do que ouvi a respeito e resolvi a procurá-lo na internet.
A princípio me encantei com o conteúdo, entretanto à medida que fui aprofundando na leitura percebi que algumas coisas se chocavam frontalmente com as verdades reveladas pela Doutrina Espírita onde estudo e tenho respondidas as minhas principais dúvidas.
Como para mim a doutrina da reencarnação está sacramentada como uma verdade inconteste, e por ainda não ter lido todo o livro foi então que fiz ao grupo, naquela época, a pergunta se realmente o LU negava a reencarnação.
Daí gerou toda aquela polêmica, pois algumas respostas foram inteligentes e esclarecedoras, outras nem tanto e no meu ponto de vista se caracterizavam mais como críticas que respostas.
Bem eu não posso negar que o LU seja um excelente livro, porém entendo que ele está longe de ser uma revelação, até porque para a maioria dos Espíritas só existem três revelações até hoje. Moisés com a Lei da Justiça, Jesus com a Lei do Amor e a Doutrina Espírita esclarecendo as duas Leis e ao mesmo tempo com a missão de resgatar a Essência Crística que a muito foi distorcida.
Para nós, Espíritas, está nEla também a promessa de Jesus sobre o CONSOLADOR que viria e ficaria em nós e conosco para sempre. É claro que não vão e nem precisam concordar com isso.
Como sei que essas diferenças de crenças sempre vão existir quero sugerir uma idéia. Que continuemos todos buscando a verdade. Que o respeito e a compreensão seja o elo de ligação dentro do grupo e que a Verdade Eterna seja o alvo de todos.
Sei que minha descrença de uma coisa não prova a sua inexistência, mas sei também que a minha crença nessa mesma coisa não prova que eu esteja certo, porque a verdade só o Pai conhece.
Sei que os argumentos dos que não crêem tem como base as suas verdades, e vice versa, mas o que hoje é verdade para nós amanhã pode mudar. Tem sido assim com tanta gente ao longo da história, porque não será conosco também?
O tempo se encarregará de mostrar a todos o que é certo e o que é errado. Para mim a reencarnação é a única maneira de entender a Justiça e Bondade
Divina mas pode não ser como penso afinal quem sou eu para entender Deus?
Eu nunca quis forçar ninguém aqui a acreditar na reencarnação. O que sempre fiz foi defender a mesma. Mais também confesso que muito me dói quando a descrença nela quer se impor como verdade absoluta, pois essa idéia não é daqui, foram os de lá que a trouxeram para cá. É por isso que eu questiono em quem confiar mais, nos daqui com a cegueira da matéria ou nos de lá com a visão do Espírito?
Creio que esse assunto voltará ainda outras vezes à medida que chegar mais leitores. Que estejamos preparados, crentes e descrentes para oferecermos o melhor para esclarecer as dúvidas que surgirão, dentro ou fora da crença. Encerro com a frase do Mestre Trigueirinho. A fé tem como base o conhecimento, a crença se desenvolve na ignorância.
Alcir Correia
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Me permita apenas um reparo querido amigo Nemias:
<<A ciência em excesso leva o homem ao ceticismo, o excesso de fé leva o homem ao fanatismo. É importante encontrar um equilíbrio.>>
Não acredito que a ciência em excesso leve ao ceticismo, ao contrário, é a relatividade e limitação da ciência que provoca ceticismo. A Ciência nunca atingirá um excesso.Por outro lado a verdadeira Fé nunca implicará num excesso, é a falsa fé, ou seja, a fé cega a que provoca fanatismo.Isto é uma simples opinião pessoal de quem, vive filosofando na procura do equilíbrio: onde estará a Verdade?Franklin.
Luiz
Seu ponto é interessante. Mas é verdadeiramente dificil categorizar o que é, ou não, um tema do LU. Veja que o espiritismo até é um tema do LU - o chamado culto dos fantasmas. Todos sabemos que o LU ensina algo oposto à muita confusão professada pela filosofia espírita. Mas da mesma forma que eu não vou aos grupos espíritas defender os conceitos do LU, não compreendo porque os defensores da filosofia espírita pensam que devem envangelizar os leitores do LU com as suas propostas filosóficas. Não tem porquê.
Amigos espíritas,
Eu, como leitor do LU, sigo feliz em minha vida caso queiram continuar com essa evolução do antigo “culto dos fantasmas”. Nada altera. E não preciso que aceitem o LU. Para mim, o LU não é um evangelho, ele é uma síntese organizada de todo o conhecimento que estava confundido e baralhado nas diversas frentes religiosas deste planeta. Ele não foi escrito apenas para aqueles que o querem compreender, e como tal todos o podem ler, mas para aceitar é preciso querer compreender. Aconselho-os a seguirem a filosofia espírita se ela vos traz felicidade e vos preenche.
O LU propõe teorias firmes e consistentes a respeito do que acontece após a morte material de um individuo. Ele explica o que acontece, porque acontece, quando acontece e como acontece. É tudo bem definido, filosoficamente, criteriosamente e fundamentado em lógica racional. Ele chega a apontar cientificamente as razões e as substâncias envolvidas nos processos. Por outro lado o livro dos espiritos de Alan Kardec (que eu aconselho a leitura) começa sendo discutivel logo nas primeiras páginas de leitura. Os motivos e as razões que ele utiliza para sustentar a sua filosofia não obedecem à lógica das coisas, deixando portas abertas ao desvaire e a interpretação menos sadia do que se prevê como implicito - só possível nos domínios da fé irracional. Para quem quiser o Livro dos Espíritos em PDF eu posso enviar por e-mail, é um ficheiro pequeno.
Quero deixar bem claro que Kardec foi um visionário no seu tempo, que ele foi um pragmata na evolução de um conceito antigo, que ele tentou progredir o tema tentando basear as suas ideias em tudo o que lhe foi possível. Mas tal esforço perdeu pelo valor limitado do conteúdo da sua mensagem que não considerou um destino/objectivo para a humanidade através de um caminho saudavel e feliz de evolução e aventura universal. Kardec tinha uma visão limitada do horizonte das coisas e dos seres, quando os limites são inqualificáveis em todos os seus aspectos. Tentem olhar mais longe... deixem as âncoras para trás. O espiritismo é uma crença do passado humano que deve ser recordada como tal. Pensar, ou acreditar que podem falar com o espírito da sogra defunta de um tio de um amigo não vai ajudar em nada o seguimento de suas vidas. Voltar a viver neste mundo sem recordar uma vida passada não seria evolução - seria uma inútil repetição. Nada disso pode ser real e razoável ao mesmo tempo...
Eu já tinha desistido de falar sobre o espiritismo... voltei a trás... J
Abraços a todos
RM
<BR
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10:04
Querida SOSO
Estou super-disponível para ajudar e ser ajudado também... é só escolher o documento, ou o tema!
Sinceramente
Ricardo Machado
Soso
(espero que outros participem)
Esse documento é de uma extrema riqueza, afinal como todos os outros. Vai ser dificil conseguir passar para você um resumo significativo do seu conteúdo. Mas posso tentar ajudar, em partes pequenas, a encontrar os pontos mais importantes e explicar o meu ponto de vista (que é bem pessoal)
Na pequena introdução do documento 10, você encontra um hipotético motivo para a existência da Trindade. A primeira frase explica muito bem este motivo quando diz “A TRINDADE... facilita a liberação do Pai do absolutismo da personalidade.” Isto significa que uma personalidade com caracteristicas absolutistas não seria perfeita. MAS se esse absolutismo for partilhado por um conjunto de personalidades... então pode ser perfeito. Isto porque esse absolutismo quando é atribuido a um grupo, ou seja, despersonalizado, ele torna-se perfeito. Esta é a forma de poder existir um absoluto perfeito no Universo.
Quando você toma uma decisão, centrada na sua vontade, e você a expressa, então você está personalizando essa vontade e ela seria em “absoluto” a sua vontade. Mas se o seu grupo de leitores toma uma decisão em conjunto, a expressão dessa decisão não é pessoal, mas do grupo todo, tornando-se não um absoluto pessoal, mas impessoal. Assim acontece com o PAI. Ele outorgou esse absoluto da sua pessoalidade à Trindade de forma a poder libertar-se desse absoluto em prol da sua perfeição...
Veja, alguns paises quando querem estipular uma lei muito importante, os seus dirigentes fazem um “referendo”. Um referendo pode ser considerado como uma outorga do poder administrativo de um pais em função do seu povo, ou seja, o povo decide por votação o que deve constar nessa lei. É um exemplo (pouco exemplificativo) do que pode ser uma outorga do absolutismo.
Não quero complicar muito...
Para mim, o restante desta parte de introdução tem outro ponto importante: o facto de a Tindade ser inevitável na evolução do Universo. “Do modo como vejo o passado, o presente e o futuro do tempo, considero que nada, em todo o universo dos universos, foi mais inevitável.” É por causa dessa Trindade que é possível haver escolhas. “Com a Trindade do Paraíso, nós podemos postular caminhos alternativos, ou mesmo múltiplos, de fazer todas as coisas” É por haver um equilibrio e uma sincronia tão grande entre os três da Trindade que permite à criação as variantes tão bonitas e maravilhosas que podemos observar e as opções e caminhos que podemos percorrer.
Creio que isto resume dois tópicos importantes desta introdução... 3 parágrafos. J
Não sei se é assim que você quer... se não for, avise para a gente continuar, ou não.
Ricardo
Aquira
Primeiramente, deixo claro que minhas palavras não foram dirigidas a ninguém em especial (não se sinta exclusiva). Mas a todos os amigos que não encontrando guarida para o conceito de reencarnação na mensagem do LU, demonstram notório amargor – seja com o LU ou os membros da lista - nos textos aqui postados.
Repito, essa é uma questão que só vocês, única e exclusivamente vocês, poderão resolver.
Essa lista não foi criada para debater reencarnação, mediunidade, paranormalidade, astrologia, ufologia ou outras temáticas que tais, pois inexistem segundo o conceito do Livro de Urântia. Esta lista é para debatermos, única e exclusivamente, os ensinamentos deste livro.
Se você realmente estudou a fundo o LU e sua mensagem não lhe pareceu razoável, saiba que de minha parte, não farei o menor esforço para lhe convencer do contrário. Faça suas escolhas. Siga os ditames do seu coração.
Quanta a passagem que você menciona, a primeira vista, também me chocou. E quando retiradas cruamente do abrangente contexto nos quais estão inseridas elas se tornam ainda mais aterradoras. A priori, ao bater meus olhos nela pela primeira vez, fiquei petrificado.
Porém, entretanto, todavia, a serena análise daquelas aparentemente duras palavras Aquira, revela que a eugenia mencionada no LU, nada, absolutamente nada tem a ver com monstruosa maldade perpetrada por Hitler, seus asseclas ou assemelhados, ao longo da história humana.
Mas, entendo que, para alguém que decidiu aceitar a reencarnação e seus "supostos desdobramentos" como uma lei universal e imutável, a correta compreensão de tudo isso não será nem um pouco fácil. Talvez seja mais mole atravessar as gigantescas escarpas do Himalaia.
Pra encerrar caros amigos
Acrescento que o lema que norteia essa comunidade não se prende nem depende de detalhes técnicos que nos levam a divergir, mas ao nobre sentimento de todo aquele, que em sua pessoalidade, deseja contribuir para um mundo melhor.
O grito de batalha que impulsiona essa lista desde ontem, hoje, amanhã e sempre, continua sendo a mesma exortação feita por Jesus há dois mil anos:
"Paz na terra e boa vontade entre os homens."
Guto
Caro Charles,
Intrometendo-me na conversa, dogma está para teologia (ou filosofia de forma mais genérica), assim como postulado para matemática. São pontos que são aceitos sem demonstração, servindo como alicerces para uma construção matemática ou filosófica. Quando se aceita que por um ponto externo a uma reta passa uma e apenas uma reta, temos as geometrias euclidianas; se não se aceita, então temos as não euclidianas; ambas têm resolvido problemas para a humanidade, mas ficar numa ou noutra depende de se aceitar ou não o dogma-postulado de Euclides.
A reencarnação, por mais que alguns tentem falar o contrário, é uma suposição, pois nunca foi demonstrada a contento. Mesmo quando uma pessoa fala de vidas passadas e estes dados são verificados, ainda assim não se demonstrou a reencarnação, pois o processo teria que ser testemunhado por olhos humanos para deixar de ser um dogma. O que digo é que, coletados todos os dados que indicam uma reencarnação, ainda assim ela é apenas uma possibilidade e, ao meu ver, nem sequer a mais provável.
Ao que me parece, você ainda não fugiu de todos os dogmas como pensa; mas nem isto não é possível: dogmatizar a partir de um certo ponto é necessário para mente humana, senão ficamos perdidos. O que se pode, e se deve fazer, é flexibilizar os conceitos antes assumidos como dogma, buscando a verdade e estando sempre disposto a mudá-los.
Neste caminho de evolução, a mente pode rejeitar conceitos e manter-se flexível nos que passa a aceitar.
Para mim, pessoalmente, reencarnação é um conceito já rejeitado por ser pobre e advindo de um conceito igualmente deficiente de Deus e de sua infinidade. Um ser infinito não precisa repetir etapas, mas pode facilmente criar uma sucessão de novas, sempre inéditas e em continuidade, para um ser que deseja ir para frente.
Fraternalmente,
Rogério R. Silva
De: el...@googlegroups.com
[mailto:el...@googlegroups.com] Em nome de Charles Pizzini
Enviada em: sexta-feira, 14 de Novembro de 2008 17:03
Para: el...@googlegroups.com
Assunto: [elub] Re: RES: [elub] OS EXILADOS DE CAPELA
Olá Guto, Abraços Fraternais!
Alcir,
A ciência nada pode provar quando o tema não é científico. O espiritismo é uma filosofia, é uma doutrina... não é uma ciência (pelo menos no sentido habitual do termo). E quando o tenta ser, torna-se numa ciência oculta, ou seja, de verdade irreal ou não fundamentada em factos palpáveis ou demasiado etérios. As mesmas provas cientificas que podem ser utilizadas para ser contra o espiritismo são insuficientes ao ponto de se tornarem favoráveis a este pelos seus seguidores, e vice-versa. É tudo uma questão de escolha. Eu não posso provar o que não existe, quando alguém refere a sua existência num ponto inalcansável para ser provado.
A filosofia é uma questão de lógica do pensamento, e como tal deve ser discutido pela lógica e não pelo testemunho de terceiros (ou hipotéticos testemunhos). A lógica é muito mais abrangente do que isso, e o espiritismo refugia-se muito nesses corredores duvidosos de experiências que os seus crentes buscam socializar.
Sim, o meu texto é um pensamento meu. O livro de Kardec é um pensamento dele... tudo são pensamentos e cada um tem um autor... certo.
Quanto ao catolicismo... é apenas mais um “ismo”... tal como o espiritismo e muitos outros aos quais nos dedicamos a estudar para poder comprender por onde tem evoluido o pensamento humano. Todos os ismos têm coisas boas, todos são evoluções do pensamento humano, todos têm alguma verdade. Eu pessoalmente não encontro lógica na teoria da transmigração das almas de forma ciclica e repetida. Mas Alcir, siga feliz com o seu Kardecismo. Já discutimos isto antes e acho que, eu e você, temos algo muito mais importante em comum do que o pouco que temos de diferente: além da amizade de ler-mos por aqui as expressões um do outro, a certeza e a nobreza de nos considerar-mos filhos de um mesmo PAI. Isto é o mais relevante.
Receba um abraço, e vá escrevendo mais por aqui, que é sempre agradável ler de você.
Ricardo
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10:04
Desta sua resposta, gostei muito Ricardo.Franklin
----- Original Message -----From: Ricardo MachadoSent: Sunday, November 16, 2008 1:39 PM
Caro Charles,
Intrometendo-me na conversa, dogma está para teologia (ou filosofia de forma mais genérica), assim como postulado para matemática. São pontos que são aceitos sem demonstração, servindo como alicerces para uma construção matemática ou filosófica. Quando se aceita que por um ponto externo a uma reta passa uma e apenas uma reta, temos as geometrias euclidianas; se não se aceita, então temos as não euclidianas; ambas têm resolvido problemas para a humanidade, mas ficar numa ou noutra depende de se aceitar ou não o dogma-postulado de Euclides. Também aprendi em Direito que a justiça é igual para todos, entretanto, na prática, é bem diferente. Não estamos a tratar de questões concretas como a matemática onde 2+2 é = a 4 desde que o mundo é mundo e até hoje não apareceu ninguém para contrariar este postulado, nem mesmo esse tal de Euclides(rsrsrs.).
A reencarnação, por mais que alguns tentem falar o contrário, é uma suposição, pois nunca foi demonstrada a contento. Mesmo quando uma pessoa fala de vidas passadas e estes dados são verificados, ainda assim não se demonstrou a reencarnação, pois o processo teria que ser testemunhado por olhos humanos para deixar de ser um dogma. O que digo é que, coletados todos os dados que indicam uma reencarnação, ainda assim ela é apenas uma possibilidade e, ao meu ver, nem sequer a mais provável. Retórica tua. Pode não ter sido suficientemente demonstrada e ser uma suposição para ti em caráter pessoal, não para dezenas de milhões de seres humanos ao redor do globo, seres de letras inclusive, que já puderam comprovar tal postulado, a mim pessoalmente inclusive. E olha que nem sou das letras!!!. O que é "...ser testemunhado por olhos humanos..."?? Alguém nascer e depois de algum tempo poder dizer: olha gente! eu sou testemunho vivo da reencarnação! eu fui "fulano de tal na outra vida" e para provar fiz isso, mais isso..". Esse é o testemunho que voce, com olhos materiais humanos, deseja ter? Se tu fizeres o mesmo com o que contém o LU... bom ai eu vou parar e avaliar!
Ao que me parece, você ainda não fugiu de todos os dogmas como pensa; mas nem isto não é possível: dogmatizar a partir de um certo ponto é necessário para mente humana, senão ficamos perdidos. O que se pode, e se deve fazer, é flexibilizar os conceitos antes assumidos como dogma, buscando a verdade e estando sempre disposto a mudá-los. Respeitosamente, tu não és a pessoa mais autorizada para dizer o que penso, nem mesmo "Ao que parece...". Tu podes ficar perdido sem um dogma, eu não!!! Dia 21/11 às 23hs, segundo registros, estarei completando 54 anos (atenção astrólogos de plantão na leitura - rsrsrsrs) e neste tempo já vivi e fiz o que devia e o que não devia neste mundo, tu não tens noção sequer disso e se tivesse ao mínimo, tudo o que tu não afirmarias sobre mim é que tenho algum dogma. A tua mente humana pode ainda estar a necessitar de dogmas, segundo teus conceitos, para balizar teus procederes, em função daquela velha máxima "o que os outros vão pensar". A minha mente humana já não mais precisa desses "bretes" que condicionam o existir humano pelo simples fato de que procuro dar racionalidade a minha fé e esta racionalidade me diz que o meu "Pai que está no Céu" vive dentro de mim, fez de mim também sua morada ("Na casa de meu Pai existem muitas moradas.") e que não preciso de qualquer outra crença humana para tentar encontrá-lo ou acreditá-lo. Eu sei que Eu Sou a Sua Perfeição, Eu Sou Seu Filho Amado e Sua Vontade Manifestada neste mundo em evolução para viver e aprender tantas vezes quanto necessário até estar apto para atingir outro plano evolucionário que me remeta a outros mundos que não este. Que a chamada "morte" nada mais é do que acordar de uma noite de sono, ir ao banheiro tomar uma duxa, se higienizar, voltar ao quarto, vestir uma nova roupa, muitas vezes nem sempre nova (os mesmos vícios e defeitos) e olhar a agenda do novo dia (ou nova vida) para ver o que há para fazer e procurar executar da melhor forma possível, procurando não cometer os mesmos erros do dia anterior (ou da vida anterior). Como diz um principio da magia " assim como em cima igual é em baixo".
Neste caminho de evolução, a mente pode rejeitar conceitos e manter-se flexível nos que passa a aceitar. Neste caminho de evolução, no exato ponto em que me encontro, o único conceito que me permito aceitar é o de que devemos Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo e não é, infelizmente ou não, um conceito humano.
Para mim, pessoalmente, reencarnação é um conceito já rejeitado por ser pobre e advindo de um conceito igualmente deficiente de Deus e de sua infinidade. Um ser infinito não precisa repetir etapas, mas pode facilmente criar uma sucessão de novas, sempre inéditas e em continuidade, para um ser que deseja ir para frente. Adjetivar um conceito por tantos professado ao redor do mundo como "pobre" é colocar-se presunçosa e vaidosamente acima dos demais como se fossem seres inferiores (linguagem utilizada no LU). Já parou para pensar que talvez, não menos que talvez, sejas tu o "pobre" por não conseguir compreender um conceito trazido a 150 anos por seres espirituais (assim como o LU também foi trazido) e hoje largamente difundido e aceito no mundo por quantos o entendem?? E neste mundo, quem tem um conceito mais eficiente de Deus e de Sua Infinidade??? O LU?? Tu?? "Etapas" como tu dizes, não seria um eufemismo para "vidas", ou seja, novas "etapas" ou novas "vidas", porque cada "etapa" ou vida, sempre será nova e inédita porque única naquele momento e em continuidade as que a precederam. Isto é seguir em frente. No caminho da evolução do ser humano não existe retrocesso, uma única lição somente que se tenha aprendido, em cada existência, significa avanço, progresso, mas para que esse progresso se realize é preciso que se viva. Sempre.
Aqui estamos reunidos os estudantes do LU, sejam estes xintoístas, budistas, taoistas, hinduístas, islamitas, espíritas, católicos, adventistas, testemunhas de Jeová, da igreja cristã do Brasil, da Seicho-No-Ie, ateus, agnósticos, ufólogos, daimistas, umbandistas....Nosso comum denominador é o estudo voluntário do LU e isto no significa a exclusão de ninguém que se interesse por ele, a não ser que seja de sua vontade, se auto-excluir.Aqui no Elub, os diferentes pareceres, opiniões e crenças, na minha maneira de entender, estão sendo submetidos à Luz do LU (Quinta Revelação).Isto tende a unir os participantes, numa egrégora de fraternidade, amizade e companheirismo, ao redor do LU, um referencial de extrema sabedoria, que merece a confiança de nossa razão, nossa lógica e nossa sensibilidade...mais nada, é assim de simples.Quem acha que já o terminou de o ler (pelo mínimo uma vez) na sua totalidade, e quer continuar a o estudar, seja que acredite nele ou o refute, entendo que está apto a se manifestar com maior competência, partindo da perspectiva de sua própria luz e saber pessoal. Dentro desta dialética, conquistaremos todos maiores esclarecimentos.Nosso relacionamento (para quem acredita que a Centelha divina está em nos), é cada vez mais entre Ajustadores e não entre egos.Franklin
Boa tarde a todos. Todas as religiões e crenças foram inspiradas pelo exemplo é a sabedoria de um grande mestre. Como exemplo Jesus foi o inspirador do cristianismo, Buda do budismo, Maomé e tantos outros. Algo bem distinto encontrarmos nessa nova religião. Alem de não ter um grande mestre para balizar seu conteúdo e lhe dar créditos, a sua origem não fica clara. Encontramos pessoas do meio cientifico e político organizando suas paginas e um suposto ser adormecido ditando seu conteúdo. Conteúdo plagiado de outras religiões e filosofias.Entrei a poucos dias, venho como qualquer um que chega para estudar uma nova filosofia, com uma bagagem de conhecimento nesta área e vejo o ataque contra os ismos dos outros. Percebo que grande parte de seu conteúdo e composto pelos ismos tomados, ismos alheios. Este livro bem que poderia ser categorizado como o mais novo ismo, ou melhor, o mais novo plagismo. O que eu espero é que seja laçada a luz do esclarecimento nas origens desta obra. Espero que os divulgadores desta tenham a gentileza e esclareçam as origens e os motivos de sua existência. Obrigado Morgana |
De: Ricardo Machado <rikardo...@gmail.com> |
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Cara Morgana
De fato as grandes religiões ou crenças quase sempre começaram por uma pessoa, mas esta nova DEVE ser iniciada pelas pessoas. Foi-se o tempo dos líderes, o ser humano de agora vai acreditar que Deus é Pai e vai tratar seu próximo como um irmão se e somente se descobrir isto dentro de si: que Deus é Pai e Pai não só dele. Quando muitos começarem a mostrar isto ao mundo, a religião revelada por Michael, da qual o Livro de Urântia é um mero lembrete, ocupará seu lugar na história do mundo.
É preciso saber o nome do autor para se admirar e beleza de uma poesia? Uma obra de arte por si não diz mais do que tudo que possamos saber do escultor, pintor, ou quem quer que seja que a fez? Não há obra que consideramos magníficas mesmo sem fazermos idéia de quem a fez?
Assim é esta nova religião.
Rogério R. SIlva
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Alcir,
Vou pedir-lhe que envie outra vez... não estou vendo nenhuma mensagem sua nas tarefas de administração...
Peço-lhe para enviar novamente, por favor.
Obrigado pelo reparo.
Aos amigos leitores e defensores das verdades e do conteúdo “inconteste” do LU, sobre o assunto polêmico reencarnação, ainda é preciso dizer que é difícil largar de mão uma obra fascinante como o LU, mas também é difícil prosseguir ignorando tamanha verdade quando ela salta às vistas para aqueles que já se despertaram para essa realidade.
Não creio que falar desse assunto aqui seja motivos para alguns se exaltarem e até ficarem chateados. Acho que cada um tem o direito de crer ou duvidar bastando apenas dizer: eu não acredito por tal motivo, e por tanto não vou discutir o assunto, mas deixar o direito para quem quiser discutir.
Eu já disse aqui uma vez e volto a repetir. Muitos leitores estão a caminho e nem todos irão aceitar isso de mão beijada sem discutir ou questionar essa negação, pois querendo ou não, ela vai se fazer presente cada vez mais no dia-dia de todos aceitando ou não.
E então os exaltados vão ficar bravos todas as vezes que alguém perguntar ou questionar o assunto?
Se agirem sempre assim é certo que logo-logo terão uma síncope, pra não falar de um ataque fulminante. Eu dei um tempo aqui e até pedi que me desligassem do grupo, mas como não o fizeram e o assunto estava sempre chegando à minha caixa de mensagem, resolvi a me manifestar de novo.
Não é minha intenção criar polêmica, mas quem sabe o pouco que sei é o que falta para despertar o inconsciente de alguém que não se deu o trabalho de pensar logicamente por si mesmo?
Não posso acreditar que um grande homem como Chico Xavier e os Iminentes Espíritos Emmanuel e André Luiz, não precisando citar outros, estiveram se empenhando tanto por um assunto sem cabimento. Prefiro ficar com a referência bíblica de Mateus 13:15.
15. Porque o coração desse povo se tornou insensível. Eles são duros de ouvido e fecharam os olhos, para não ver com os olhos, e não ouvir com os ouvidos, não compreender com o coração e não se converter. Assim eles não podem ser curados'
Paz e Luz a todos
Alcir Correia
Olá Marcos...
Algum tempo atrás eu me dediquei um pouco a tentar compreender o Umbanda, da mesma forma que estudo as outras religiões. O Umbanda tem imensas variações e acabei por não compreender nada sobre a sua verdadeira essência, que em alguns aspectos me pareceu Espirita, em outros Catolica e em outros um misto. Ela me pareceu muito pouco filosófica (pode ter sido pela escassa informação que eu dispunha), mas gostei muito de ler sobre a história em que foi criada, gostei de ler sobre o cenário em que foi criada, gostei da ideia do chamado sincretismo, tudo isso envolto num clima muito interessante. Eu lembro de ler sobre Umbanda Caboclo e uma outra chamada Umbandomblé (será assim?) Temas como o mediunismo, leis carmicas e reencarnação fazem parte dessa interessante fé.
Eu não conheço ninguém, pessoalmente, que siga essa religião. A primeira leitora do Livro de Urântia que eu contactei por mail aqui em Portugal, gostava muito do Umbanda mas nunca me explicou o que faziam quando se juntavam no tal “terreiro”.
Bem, resta-me dizer-lhe que o Livro de Urântia fala em Espíritos. Fala muito até. O próprio PAI (Olorum pra você) é Espirito, e muitos dos seus filhos o são. O problema não está em acreditar em Espíritos, mas sim o de acreditar que eu e você somos espiritos, e depois acreditar também que esses espíritos podem reencarnar vezes sem conta em outros corpos, quando estes morrem. Nesse ponto o Livro de Urântia apresenta ideias contrárias a esse argumento e os seus leitores encontram lógica nessas ideias.
Os reencarnacionistas que gostam de ler o Livro de Urântia, sentem que esse ponto é um defeito na revelação. Os outros, que acreditam na progressão ascendente, consideram que o defeito está no reencarnacionismo, e assim começa a discussão que de tempos a tempos floresce nesta lista.
Eu acredito na progressão ascendente, faz mais lógica para mim. Creio que só assim, dessa forma, o universo merece ser vivido. Passar muito tempo vivendo vidas materiais sem fim, é dar demasiada importância a este estágio que, para mim, é apenas uma passagem breve na minha existência infinita de aventura através da criação. Eu sou feliz pensando assim. A minha fé cresceu muito desde que li o Livro de Urântia e não tenho vontade de vê-la diminuida por me quererem fazer-me acreditar em algo que não se apresenta como lógico no meu raciocínio. Mas eu não quero que os outros pensem como eu. Eu sou eu, você é você. Se me pede opinião, ou dou. Gosto de partilhar os meus pensamentos, mas sem querer fazer deles uma lei para que os outros se sintam obrigados a aceitar.
A minha religião tem um nome muito estranho, e por isso eu raramente me refiro a ela. E como não tenho intenção de evangelizar ninguem a esta minha religião, prefiro não me referir a ela com frequência. Como o Marcos partilhou o nome da sua religião, eu vou partilhar com você o nome da minha... o nome é “ricardismo” e só tem um membro na congregação. Essa congregação está incluida no conjunto de milhões de outras congregações pessoais. Eu defendo que a religião é algo individual. RELIGião são as acções humanas individuais que buscam a união com o PAI, e no seu todo a RELIGação do planeta aos circuitos universais... e essa RELIGação “deveria” se o motivo de todos os humanos deste planeta em sua RELIGião. Mas este “deveria” não deixa de ser, também, uma opinião pessoal...
Marcos, os documentos não passaram por via oral. A história é diferente...
Abraço
Ricardo
From: el...@googlegroups.com [mailto:el...@googlegroups.com] On Behalf Of Marcos Dian
Sent: segunda-feira, 17 de Novembro de 2008 14:16
To: el...@googlegroups.com
Subject: [elub] Re: Espiritismo: o prazer de tocar sempre a mesma faixa quando o disco é infinito!
Olá a todos e em especial ao nosso colega Ricardo !!!
<br
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Carl Gustav Jung
(1875-1961)
O fundador da escola
analítica de Psicologia
O Inconsciente Coletivo
“Uma das teorias pela qual Jung é mais reconhecido é a teoria do inconsciente coletivo.
Segundo Jung, o inconsciente coletivo não deve sua existência a experiências pessoais; ele não é adquirido individualmente. Jung faz a distinção: o inconsciente pessoal é representado pelos sentimentos e idéias reprimidas, desenvolvidas durante a vida de um indivíduo. O inconsciente coletivo não se desenvolve individualmente, ele é herdado. É um conjunto de sentimentos, pensamentos e lembranças compartilhadas por toda a humanidade.
O inconsciente coletivo é um reservatório de imagens latentes, chamadas de arquétipos ou imagens primordiais, que cada pessoa herda de seus ancestrais. A pessoa não se lembra das imagens de forma consciente, porém, herda uma predisposição para reagir ao mundo da forma que seus ancestrais faziam. Sendo assim, a teoria estabelece que o ser humano nasce com muitas predisposições para pensar, entender e agir de certas formas. Mas nem sempre as predisposições presentes no inconsciente coletivo se manifestam tão facilmente.
Os arquétipos presentes no inconsciente coletivo são universais e idênticos em todos os indivíduos. (Chico Xavier e grandes Mestres compartilharam deste fenômeno, é humano)”.
Estes se manifestam simbolicamente em religiões, mitos, contos de fadas e fantasias. Entre os principais arquétipos estão os conceitos de nascimento, morte, sol, lua, fogo, poder, deus, santo, louco, rei, pai, mãe,... Após o nascimento, essas imagens preconcebidas são desenvolvidas e moldadas conforme as experiências do indivíduo. Por exemplo: toda criança nasce portando em seu inconsciente o arquétipo da mãe, uma imagem pré-formada de uma mãe, e à medida que esta criança presencia, vê e interage com a mãe, desenvolve-se então uma imagem definitiva (algumas vezes).
Todos nós trazemos em nosso inconsciente pessoal e coletivo, a história da evolução da humanidade: lutas, guerras, vitórias, sonhos, milagres, revoluções,..
Este texto é parcial, jamais absoluto e nem completo, preciso de umas 300 páginas para fazer uma breve explanção sobre o tema (Efeitos Colaterais de Uma Vida, G.M.).
“Os super-heróis são seres sobre-humanos e que por isso mesmo superam as limitações humanas. Segundo Jacques Marny, “eles são personagens vivos, mágicos da ilusão e da fantasmagoria, mas também são mestres do sonho e símbolo do desejo de poder”[1] [2] . É justamente aí que encontramos a relação entre super-heróis e inconsciente coletivo. Mas antes de tratar desta relação é preciso analisar o que é o inconsciente coletivo. Freud dizia que o universo mental (ou, segundo suas palavras, “aparelho psíquico”) do indivíduo era composto pela consciência e pelo inconsciente...”.
Muitas histórias de mestres e santos, criados por brilhantes escritores, muitos são frutos deste fenômeno do inconsciente coletivo (!).
Quem gostar pode pesquisar Carl Gustav Jung, Sigmund Freud, Fritjof Capra, Henrique Del Nero, Stanislav Grov, dentre muitos.
Luz no coração de todos !
Graça
Marques
www.gotadeluzdosol.com
www.napacan.org.br
From: alcir correiaSent: Wednesday, November 12, 2008 9:03 PMSubject: [elub] Re: CAPELA? / Luiz AmorimCara amiga Graça creio que para receber um email seu não preciso da permissão do Neemias uma vez que tenho meu endereço particular e acredito também que não precisas dessa mesma permissão se realmente quiser me enviar nesse endereço. Meu endereço é alcirc...@hotmail.com creio que precisamos da permissão de um moderador sim, mas para assuntos dentro do grupo. E se quiser ter mais elementos para defender a sua "TESE" para depois me mandá-la, leia antes o livro "AKENATON" de Roberto Paranhos e vai perceber que em se tratando desse assunto de trasmigração de Espíritos para o planeta Terra o autor desse livro viajou não somente na "maionese" como disse vc, mas na macarronada inteira pois esse é mais completo ou mais "maluco" que o outro.
Ah!!! uma observação. Se for difícil de conseguir encontrar esse livro para lê-lo pode trocá-lo pela "BÍBLIA" comentando Gênesis 6:1-4. e também no livro de Números 13:32-33. Será que Moisés também viajou na maionese???
Aguardo um retorno seu. Alcir
From: dire...@gotadeluzdosol.com
To: el...@googlegroups.com
Subject: [elub] Re: CAPELA? / Luiz Amorim
Date: Wed, 12 Nov 2008 16:30:49 -0200
Meus amados Alcir e Aquira, estou rindo até agora pela simplicidade em dizer, "nãoentendi foi nada"...Pois bem, eu me disponho aescrever um texto demonstrando com se usad e se mergulha no inconsicente coletivo (*), aliás todo escrito viaja bastatne pelo inconsciente das massas. Só ainda não temos documentos fortes sobre o inconsciente pemeado de outros Universos, mas eu arrisco a escrever sobre baseado em Mente e Cérebro humanos.Se o Nemias não se importar, eu mando um texto para vocês.Abraços e Luz para todos.----- Original Message -----From: alcir correiaSent: Wednesday, November 12, 2008 2:25 PMSubject: [elub] Re: CAPELA? / Luiz AmorimEu também gostaria que a Drª Graça derramasse mais luz sobre essa questão do "INCONSCIENTE COLETIVO" se possível é claro, afinal me pareceu bastante interessante saber disso, mas pra falar a verdade, nao entendi foi nada. Alcir
Date: Wed, 12 Nov 2008 01:59:02 -0800
From: aquir...@yahoo.com.br
Subject: [elub] Re: CAPELA? / Luiz Amorim
To: el...@googlegroups.com
Olá Graça O que é o inconsciente coletivo, do que é formado e como pode ser usado? Muita paz e luz Aquira
Em qua, 12/11/08, Diretoria <dire...@gotadeluzdosol.com> escreveu:
De: Diretoria <dire...@gotadeluzdosol.com>
Assunto: [elub] Re: CAPELA? / Luiz Amorim
Para: el...@googlegroups.com
Data: Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008, 1:45
Caro Luiz Amorim, afinal alguém sensato para chamar à realidade de que estamos aqui para discutir, tirar dúvidas aprender ou ensinar aos leitores do LU, tanto os mais velhos, como os mais moços (risos). Tudo sobre o LU... Eu por exemplo só leio o LU há 10 meses e nada sei de nada. Porém sei que tudo que eu vi antes disso fica insignificante diante da força das mensagens sérias e bem estuturadas contidas no LU... Também penso (apesar de entender as diferenças necessárias), que outros fóruns podem ser abertos para discutir os livros "todos" do universo. Eu também li este livro em discussão agora quando eu era jovem (já se foram uns 20 anos) e achei forte na época, hoje penso que tudo não passa de uma criação fantástica do autor , que aliás usa muito bem O INCONSCIENTE COLETIVO para descrever as experiências ali contidas.... Assim como li tudo de Lobsang Rampa , o auto-intitulado Lama do Tibet ( um bom escritor). Tudo romance e muita viagem na maionese (inconsciente coletivo bem usado). O LU é uma obra forte, merece ser lido com calma e estudado com mais calma ainda e relido e refletido, e.... HOje não faço parte de nenhum grupo de leitores, mas leio sozinha (infelizmente). Estou esperando o Rogerio voltar de Portugal ou mudar para Brasilia para voltar a ler em grupo com o Nemias.Boa leitura e paz no coração.
Graça
Morgana,
Entre seguir homens, e seguir ideias... eu escolho seguir ideias. As ideias podem vir de um homem ou mulher, de um conjunto de homens e mulheres, com nome, anónimo, inspirados ou não. Não importa o veículo da ideia, mas a ideia em si. Esse é o ponto. Por vezes ideias erradas são alavancas para chegar a ideias certas, por veses ideias que aparentemente são certas levam a resultados errados... tudo no universo é relativo.
Quanto ao Livro de Urântia não estou certo de como ele se tornou uma realidade palpável. Acho mesmo que ninguém está certo desse “como”. Os que tinham uma ideia mais apróximada já todos se graduaram para o mundo das mansões. O Livro faz sentido e eu lhe daria o mesmo valor se nas suas linhas estivesse impresso o nome de um qualquer autor humano, tivesse este a formação que tivesse. A ideia que ele transmite é muito elevada, lógica, sentida e organizada. Ele tem impresso algo de beleza, bondade, amor, misericordia. Em alguns pontos é tocante, em outros nos faz sentir pequenos em relação a universalidade do PODER DO PAI.
Ismos são coisas nossas, de humanos, e é como você diz, não os devemos atacar. Para quê? O resultado disso é sempre o mesmo... o ponto está em encontrar coisas comúns.
Atentamente
Ricardo
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Aos amigos leitores e defensores das verdades e do conteúdo “inconteste” do LU, sobre o assunto polêmico reencarnação, ainda é preciso dizer que é difícil largar de mão uma obra fascinante como o LU, mas também é difícil prosseguir ignorando tamanha verdade quando ela salta às vistas para aqueles que já se despertaram para essa realidade.
Não creio que falar desse assunto aqui seja motivos para alguns se exaltarem e até ficarem chateados. Acho que cada um tem o direito de crer ou duvidar bastando apenas dizer: eu não acredito por tal motivo, e por tanto não vou discutir o assunto, mas deixar o direito para quem quiser discutir.
Eu já disse aqui uma vez e volto a repetir. Muitos leitores estão a caminho e nem todos irão aceitar isso de mão beijada sem discutir ou questionar essa negação, pois querendo ou não, ela vai se fazer presente cada vez mais no dia-dia de todos aceitando ou não.
E então os exaltados vão ficar bravos todas as vezes que alguém perguntar ou questionar o assunto? Se agirem sempre assim é certo que logo-logo terão uma síncope, pra não falar de um ataque fulminante.
Eu dei um tempo aqui e até pedi que me desligassem do grupo, mas como não o fizeram e o assunto estava sempre chegando à minha caixa de mensagem, resolvi a me manifestar de novo. Não é minha intenção criar polêmica, mas quem sabe o pouco que sei é o que falta para despertar o inconsciente de alguém que não se deu o trabalho de pensar logicamente por si mesmo?
Não posso acreditar que um grande homem como Chico Xavier e os Iminentes Espíritos Emmanuel e André Luiz, não precisando citar outros, estiveram se empenhando tanto por um assunto sem cabimento. Prefiro ficar com a referência bíblica de Mateus 13:15.
15. Porque o coração desse povo se tornou insensível. Eles são duros de ouvido e fecharam os olhos, para não ver com os olhos, e não ouvir com os ouvidos, não compreender com o coração e não se converter. Assim eles não podem ser curados'
Paz e Luz a todos
Alcir Correia
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Saudações a todos!!! Em primeiro lugar, quero pedir desculpas pela larga resposta abaixo, mais acho que será necessária para uma melhor compreensão, assim que aqueles que lhe interesse peço que leiam atentamente. Reforçando as respostas de alguns irmãos, gostaria de enviar algo para ver se com isso eles podem compreender um pouco mais. O irmão Fabio pergunta: |
Quanto a existências anteriores, como o LU explicaria então as diferenças entre as pessoas e seus comportamentos? Como explicar diferenças tão bruscas no caráter e na individualidade das pessoas, mesmo entre gêmeos indênticos que vivem sobre um mesmo teto? Como explicaria os nascimentos em diversas condições físicas e sociais (porque uns nascem doentes, outros pobres, outros ricos e outros bonitos e saudáveis)? |
Eu acho que a resposta estaria nessas citas do próprio LU; o Mestre foi bem claro. E todas as coisas que vc assinala em seu mail são resultado da rebelião planetária e dos erros humanos, por ignorância ou por maldade; mais acreditar em reencarnação como o modo de compensar esses sofrimentos e deficiências não se justifica, porque voltaria ao mesmo sofrimento, às mesmas deficiências, e ao contrário da revelação, que nos mostra um caminho ascendente, jamais um girar em torno do mesmo estado, sempre há ascensão, isso é inteligente, positivo, ao contrário da reencarnação que é abrumante, desanimadora.
1661:3 5. O PROPÓSITO DA AFLIÇÃO Em uma outra dessas entrevistas particulares no jardim, Natanael perguntou a Jesus: "Mestre, embora eu esteja começando a entender por que tu te recusas a praticar indiscriminadamente a cura, eu ainda não consigo compreender por que o Pai celeste, cheio de amor, permite que tantos dos seus filhos na Terra sofram de tamanhas aflições". O Mestre respondeu a Natanael, dizendo: "Natanael, tu e muitos outros estão perplexos assim porque tu não compreendes como a ordem natural deste mundo tem, por tantas vezes, sido desorganizada pelas aventuras pecaminosas de alguns traidores rebeldes para com a vontade do Pai. E eu vim para começar a colocar essas coisas em ordem. Mas muitas idades serão necessárias para reorientar e devolver esta parte do universo ao caminho anterior e, assim, libertar os filhos dos homens das cargas adicionais vindas do pecado e da rebelião. A presença do mal por si só é um teste suficiente para a ascensão do homem - o pecado não é essencial à sobrevivência. "No entanto meu filho, deverias saber que o Pai não aflige aos seus filhos propositalmente. O homem traz aflições desnecessárias a si próprio, em vista da sua recusa persistente de conduzir-se dentro dos melhores caminhos da vontade divina. A aflição existe potencialmente no mal, mas grande parte dela foi produzida pelo pecado e pela iniqüidade. Muitos eventos incomuns tiveram lugar neste mundo; não é estranho que todos os homens que pensam acabem perplexos com as cenas de sofrimento e de aflição que testemunham. Mas de uma coisa tu podes estar certo: O Pai não envia a aflição como uma punição arbitrária para o erro. As imperfeições e as limitações do mal são inerentes ao mesmo; as punições para o mal são inevitáveis; as conseqüências destrutivas da iniqüidade são inexoráveis. O homem não deveria culpar a Deus por essas aflições, que são o resultado natural da vida que ele escolhe viver; nem deveria o homem reclamar das experiências que são parte da vida como é vivida neste mundo. A vontade do Pai é que o homem mortal devesse trabalhar com persistência, e coerentemente, no sentido da melhora do seu estado na Terra. O empenho inteligente capacitaria o homem a superar grande parte da sua miséria terrena. "Natanael, parte da nossa missão é ajudar os homens a resolverem os seus problemas espirituais e, desse modo, vivificar as suas mentes de um modo tal que eles possam estar mais bem preparados e inspirados para resolver os seus múltiplos problemas materiais. Eu sei da tua confusão quando leste as escrituras. Muito freqüentemente tem prevalecido a tendência de atribuir a Deus a responsabilidade por tudo o que a ignorância do homem não o deixa compreender. O Pai não é pessoalmente responsável por tudo aquilo que não podes compreender. Não duvides do amor do Pai apenas por acontecer que alguma lei justa e sábia, ordenada por Ele, acabe afligindo-te talvez por teres, inocente ou deliberadamente, transgredido a essa ordem divina. 1664:3 Então Jesus fez a sua afirmação final: "O Pai no céu não aflige os filhos dos homens por seu próprio desejo. O homem sofre, em primeiro lugar, por causa dos acidentes do tempo e das imperfeições do mal numa existência física imatura. Em seguida, ele sofre as conseqüências inexoráveis do pecado - a transgressão das leis da vida e da luz. E finalmente o homem faz a colheita da sua própria e iníqua persistência na rebelião contra o governo justo do céu sobre a Terra. Mas as misérias do homem não são uma visitação pessoal de julgamento divino. O homem pode fazer, e irá fazer, muito, para minimizar os seus sofrimentos temporais. Mas, de uma vez por todas, libertai-vos da superstição de que Deus aflige o homem a comando daquele que é o maligno. Estudai o Livro de Jó, para simplesmente descobrirdes quantas idéias errôneas de Deus podem nutrir até mesmo os homens bons e sinceros. E, então, observai como, até mesmo aquele Jó, dolorosamente afligido, encontrou o Deus confortador e salvador, a despeito dos ensinamentos errôneos. Afinal a sua fé perfurou as nuvens do sofrimento e discerniu a luz da vida sendo vertida do Pai, como misericórdia de cura e equanimidade eterna". Espero que essas citas sejam de ajuda, e se desejam seguir lendo e estudando o que segue, seria melhor ainda: 6. O MAL-ENTENDIDO DO SOFRIMENTO - O DISCURSO SOBRE JÓ Nessa mesma noite em Betsaida, João também perguntou a Jesus porque tantas pessoas aparentemente inocentes sofriam de tantas doenças e passavam por tantas aflições. Ao responder às perguntas de João, entre muitas outras coisas, o Mestre disse: .............. Carinhos a todos, sua irmã Celina. -------Mensaje original------- |
De: Fabio Baldassari
Fecha: 11/11/2008 09:00:18 a.m.
Para: el...@googlegroups.com
Asunto: [elub] RES: [elub] OS EXILADOS DE CAPELA Olá Nemias,
Obrigado pela resposta.
Eu sei um pouco da posição do LU, por isso coloquei no email, logo de cara, que a idéia que tinha o livro sobre Capela, divergia sobre as idéias do LU.
Esse ponto, de encarnação, pluralidade de mundos e evolução, é onde minhas idéias pessoais chocam e se confrontam com as do LU. Para mim, um corpo com vida inteligente nunca pode ser manifestado sem um espírito, já que entendo que a consciência e a inteligência são atributos do espírito e não do corpo, por isso que levamos conosco todo o aprendizado depois de desencarnarmos, senão, perderíamos tudo com a morte. Assim sendo, não haveria necessidade de um conceito complexo (desculpem, eu acho complexo) como o do "Ajustador do Pensamento", já que você espírito, dotado desde o início de um princípio inteligente pela consciência universal (ou Deus), já possuiria a ligação com o divino desde o início, como qualquer filho possui ligação com seus pais desde seu nascimento.
Quanto a existências anteriores, como o LU explicaria então as diferenças entre as pessoas e seus comportamentos? Como explicar diferenças tão bruscas no caráter e na individualidade das pessoas, mesmo entre gêmeos indênticos que vivem sobre um mesmo teto? Como explicaria os nascimentos em diversas condições físicas e sociais (porque uns nascem doentes, outros pobres, outros ricos e outros bonitos e saudáveis)?
Prefiro acreditar na explicação de que as existências nessas condições têm como fundamento o processo de aprendizagem específico de que cada ser individual precisa, tendo em vista tudo que já passou.
Vou dar um exemplo: uma pessoa orgulhosa, poderia ter uma próxima vida extremamente humilde e pobre, para dar valor ao próximo e ver que o mundo não gira em torno de si mesma. Tendo superado suas provações e lições nessa vida, poderia agora encarnar novamente, mas vivendo uma vida com grandes posses, em um corpo belo e saudável, para ver se realmente superou seu orgulho (já que a tentação vai ser forte) e se a pessoa fará bom uso da sua fortuna, não repetindo os erros cometidos antes, garantindo o aprendizado e usando agora suas novas virtudes em benefício do bem.
Se eu não acreditasse nisso, iria supor que o nascimento em uma família rica ou pobre, ou em um corpo saudável e doente não possui mérito ou causa (ou relação de causa efeito, como gosto de chamar), sendo ou uma questão de sorte, ou algum capricho divino, na figura de um Deus não tão justo, que acaba dando privilégios a alguns e uma vida difícil a outros. Como minha concepção é da existência de uma Providência Divina amorosa e justa, essa idéia está em desacordo com o que penso e sinto no meu íntimo (sabe aquela pulga atrás da orelha, onde você diz:eu acho que não é assim, não pode ser assim). Mas é só uma opinião.
Pq então participo de uma lista de discussão de um assunto que não estou de acordo 100%? Porque não se pode ignorar um livro que trata de assuntos como Filosofia, Ciência, Religião com mais de 2 mil páginas. Para mim, não importa muito sua origem, se foi "materializado", psicografado, escrito por um homem, ou por muitos. O que importa é o conteúdo, e que conteúdo! Desde a organização do "mundo astral" do Macrocosmos, até a história de Urantia. E sem contar o livro mais incrível (e crível também!) sobre a vida de Jesus (o que me fez interessar pelo LU desde o princípio).
Desculpem pelo email longo (que já reclamaram bastante por aqui), por minhas impressões pessoais, e minhas interpretações equivocadas de tudo que estou lendo. Tenho a impressão que no fim do dia, o que importa é sermos o melhor que podemos ser (independente de nossos credos e idéias), trabalhar constantemente para nos melhorarmos, e morrer com a certeza de que somos melhores hoje do que antes, e que esse planeta é um pouquinho melhor porque passamos por ele.
Abs fraternais,
Fabio
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Novos endereços, o Yahoo! que você conhece. Crie um email novo com a sua cara @ymail.com ou @rocketmail.com Telefones: 61- 3202-6921 ou 8116-5010 E-mail/msn: nemi...@gmail.com |
Bem se vê que a disputa de egos é estratosférica.
Prefiro aprender de Jesus...
Unidade Espiritual.
"Mestre, como aprenderemos a ver de um modo igual, para assim desfrutarmos de maior harmonia entre nós próprios?"
Quando Jesus ouviu essa pergunta, ficou tão espiritualmente tocado, que respondeu:
"Tiago, Tiago, quando foi que eu ensinei a vós que devêsseis ver tudo do mesmo modo? Eu vim ao mundo para proclamar a liberdade espiritual, com o intuito de que os mortais pudessem ter o poder de viver vidas individuais de originalidade e de liberdade, diante de Deus."
"Eu não desejo que a harmonia social e a paz fraterna sejam compradas com o sacrifício da livre personalidade e da originalidade espiritual. O que eu vos peço, meus apóstolos, é a unidade espiritual – e isso vós podeis experimentar na alegria da vossa dedicação unida a fazer de todo o coração a vontade do meu Pai no céu."
"Vós não tendes que ver de um modo igual, nem tendes de sentir do mesmo modo, nem mesmo pensar da mesma maneira, para serdes espiritualmente iguais."
"A unidade espiritual deriva-se da consciência de que cada um de vós é residido, e crescentemente dominado, pela dádiva espiritual do Pai celeste. A vossa harmonia apostólica deve crescer do fato de que a esperança espiritual de todos vós é idêntica pela origem, natureza e destino."
"Desse modo, vós podeis experienciar uma unidade perfeccionada de propósito espiritual e compreensão espiritual, que nasce sim da consciência comum da identidade dos vossos espíritos residentes vindos do Paraíso"
"E vós podeis desfrutar de toda essa profunda unidade espiritual, mesmo diante da maior diversidade entre as vossas atitudes individuais de pensamento intelectual, de sentimentos, de temperamento e de conduta social."
"As vossas personalidades podem ser diversas de um modo animador, e marcadamente diferentes, enquanto as vossas naturezas espirituais e os vossos frutos espirituais, de adoração divina e de amor fraterno, podem ser tão unificados que todos aqueles que contemplarem as vossas vidas irão certamente tomar conhecimento dessa identidade de espírito e dessa unidade de alma".
"Eles irão reconhecer que vós estivestes comigo e que, por meio desse fato e de um modo aceitável, aprendestes como fazer a vontade do Pai no céu. Vós podeis alcançar a unidade, no serviço de Deus, até mesmo quando estiverdes prestando tal serviço segundo a técnica dos vossos próprios dons de mente, corpo e alma."
"A vossa unidade espiritual implica duas coisas que sempre se harmonizarão nas vidas dos crentes individuais.
A primeira: vós estais possuídos por um motivo comum para uma vida de serviço; todos vós desejais fazer, acima de qualquer coisa, a vontade do Pai no céu.
E a segunda: todos vós tendes uma meta comum de existência. Todos vós tendes o propósito de encontrar o Pai nos céus para, por meio disso, demonstrardes ao universo que vos tornastes como Ele."
Muitas vezes, durante o aperfeiçoamento dos doze, Jesus retomou esse tema. Repetidamente disse-lhes não ser do seu desejo que aqueles que acreditavam nele, devessem tornar-se dogmatizados e padronizados, de acordo com a interpretação religiosa, ainda que fosse como homens bons.
De novo e de novo ele preveniu aos seus apóstolos contra a formulação de credos e contra o estabelecimento de tradições, como um meio de guiar e de controlar os crentes no evangelho do Reino.
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Querido irmão Alcir, vc diz:
E que tipo de maldade ou bondade faria um ser para ter que nascer no, no Sudão, (na pobreza miserável), ou em paris vivendo uma vida luxuosa? Nenhuma; e eu te pergunto: O que seria do mundo, na tua opinião, se todos nascessem em Paris vivendo uma vida luxuosa? Aconselho-te que se realmente desejas saber o que nos ensinam os reveladores no LU, leias e estudes o LU, porque eu noto nas tuas palavras que tu já tens a tua idéia formada, seria bom que abras a tua mente e o teu coração, para compreender as verdadeiras causas do que acontece neste mundo. Se vc. decidir realmente e de coração estudar a Revelação, tenho certeza que encontrarás todas as respostas que estas buscando. Obs: Quando mencionei maldade, estava me referindo principalmente ao que nos ensinam os reveladores no LU: 382:4 Os povos de Urântia estão sofrendo as conseqüências de uma dupla privação de ajuda nessa tarefa de realização planetária espiritual progressiva. A insurreição de Caligástia precipitou a confusão mundial e despojou todas as gerações subseqüentes da assistência moral que uma sociedade bem ordenada lhes haveria proporcionado. Mas ainda mais desastrosa foi a falta adâmica porque privou as raças daquele tipo superior de natureza física que teria sido mais harmonioso com as aspirações espirituais. 382:5 Os mortais de Urântia estão obrigados a experimentar uma luta tão pronunciada entre o espírito e a carne porque os seus antepassados remotos não foram mais completamente adamizados pela outorga edênica. De acordo com o plano divino as raças mortais de Urântia deveriam ter tido naturezas físicas mais naturalmente responsivas ao espírito. 382:6 Apesar desse duplo desastre para a natureza do homem e para o seu meio ambiente, os mortais contemporâneos experimentariam menos dessa luta aparente entre a carne e o espírito se eles entrassem no reino espiritual, no qual os filhos de fé de Deus desfrutam da relativa libertação da dependência escravizante da carne, no serviço esclarecido e liberador da devoção, de todo o coração, a fazer a vontade do Pai no céu. Jesus mostrou à humanidade o novo caminho da vida mortal, por meio do qual os seres humanos podem escapar, em grande medida, das terríveis conseqüências da rebelião de Caligástia e compensar mais efetivamente as privações resultantes da falta adâmica. "O espírito da vida de Cristo Jesus nos tornou livres da lei da vida animal e das tentações do mal e do pecado." "Essa é a vitória que vence a carne, mesmo a vossa fé." As dificuldades da vida não necessariamente são uma desgraça, tal como dizem os reveladores: 556:14 12. A maior aflição do cosmos é nunca ter sido afligido. Os mortais só aprendem a sabedoria pelo experimento da tribulação. E para terminar, gostaria de dizer que as injustiças deste mundo são conseqüência da traição de Caligastia, da falta de Adão e Eva, e do egoísmo e da maldade humanos, porque muitos seres humanos que têm o poder neste mundo não se preocupam por seus irmãos em desgraça. As falhas genéticas e as doenças são conseqüência da falta adâmica, porque se eles tivessem triunfado, nós teríamos corpos mas fortes, resistentes às doenças, e mas sensíveis espiritualmente. Mas todas as deficiências se compensarão no próximo mundo, se sobrevivermos renascendo do espírito, escolhendo fazer a vontade de Deus. E aquelas pessoas que não puderam fazê-lo porque não tiveram uma oportunidade justa, receberão uma oportunidade depois da morte física, nos mundos de mansão. Claro que também as pessoas têm responsabilidade nas deficiências dos seus filhos, quando essas deficiências são produto das condutas dos seus pais, por seus vícios e erros; e nisso há de tudo, inconsciência, maldade, indiferença, etc. Carinhos, Celina.
-------Mensaje original------- |
Morgana
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Oi Morgana, saudações.
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http://www.urantia.org/spanish/pub/HistoriaDrSadler.pdf
Saudações a todos, Celina.
Segue o largo texto abaixo:
Esclarecimentos Este documento foi escrito com base no livro “A History of The Urantia Papers” de Larry Mullins com a colaboração do Dr. Meredith J. Sprunger, escrito no ano de 2000. Foi escolhido este livro como base da descrição da história do Livro de Urântia pelo fato de que todas as informações contidas no livro, foram cuidadosamente verificadas e confirmadas com pelo menos duas fontes diferentes para serem publicadas. Além disto, o livro consultado possui uma bibliografia extremamente completa, o que facilitou bastante a busca por informações em diferentes fontes. A referência usada como base é o documento “História do Movimento Urântia”, que contém 14 páginas datilografadas, escrito, provavelmente, pelo Dr. Sadler. Introdução A história dos documentos que compõem o Livro de Urântia, cobre um período de 50 anos, inciando-se aproximadamente em 1906 e culminando com a publicação do Livro de Urântia em 1955. O Livro é composto por mais de um milhão de palavras que objetivam estabelecer uma imensa integração de três áreas do conhecimento: Ciência, através de fatos científicos; Religião, através das realidades espirituais; Filosofia, através da verdade filosófica. O Livro de Urântia se auto intitula “Revelação para uma época”, mais especificamente a quinta revelação à humanidade em nosso planeta e conforme se pode verificar na página 1008, parágrafo 2 do LU, não se trata de uma revelação completa da verdade: “5. Os Documentos de Urântia. Os documentos, dos quais este é um deles, constituem a mais recente apresentação da verdade aos mortais de Urântia. Esses documentos diferem de todas as revelações anteriores, pois não são um trabalho de uma única personalidade do universo; são, sim, apresentações compostas, efetuada por vários seres. Nenhuma revelação, todavia, pode jamais ser completa, antes de se alcançar o Pai Universal. Todas as outras ministrações celestes não são mais do que parciais, transitórias e praticamente adaptadas às condições locais de tempo e de espaço. É possível que, ao admitir tudo isso, possamos esvaziar a força imediata e a autoridade de todas as revelações, mas é chegado o tempo em Urântia, em que é aconselhável fazer essa declaração franca, ainda que correndo o risco de enfraquecer a influência futura e a autoridade desta obra, que é a mais recente das revelações da verdade às raças mortais de Urântia.” [pág 1008, par2] Os documentos são profundamente religiosos sem a intenção de estabelecer uma nova religião e além disto, procuram integrar filosoficamente os conhecimentos científicos evolucionários com a verdade espiritual. Durante os anos de 1906 a 1955, seres não-materiais de inteligência supra-humana tiveram um relacionamento regular com um grupo de seis mortais com a finalidade de prover à humanidade, uma revelação de época, de extrema importância. As pessoas envolvidas não eram nem médiuns nem amadores. Ao contrário, a figura central, o Dr. William S. Sadler, era um psiquiatra proeminente e autor de 42 livros. Além disto, o Dr. Sadler tinha uma excelente reputação como desmascarador de fenômenos mediúnicos e médiuns fraudulentos. Embora nenhum autor humano tenha sido associado ao Livro de Urântia, existe uma sétima pessoa envolvida, que é extremamente importante para o entendimento da materialização dos documentos na língua inglesa. Esta pessoa tem sido chamada de “o sujeito adormecido” ou “personalidade de contato”. As poucas informações que se têm a respeito dele, indicam que ele era uma pessoa comum e que esteve envolvida no processo de materialização dos documentos. Sabe-se que ele não era médium e embora os documentos tenham aparecido todos na forma escrita, pode-se afirmar que ele não foi o autor e que não canalizou ou psicografou os documentos do Livro de Urântia. O Livro de Urântia nos diz que uma parte de Deus habita cada mortal normal e este Fragmento Divino participou, de alguma forma, desta materialização. No entanto, a mente dele não foi usada. O Dr. Sadler enfatizou e repetiu por diversas vezes que nenhum fenômeno mediúnico esteve associado com a materialização dos documentos do Livro de Urântia. O “sujeito adormecido” nunca foi, e provavelmente nunca será identificado, assim como o pouco que os “seis” sabiam a respeito da materialização, também nunca foi divulgado. O propósito dos Reveladores foi de criar uma condição para que o Livro de Urântia tivesse uma sustentação por si próprio, e não de criar mistérios a respeito de sua materialização. A intenção dos Reveladores era de que os leitores avaliassem o Livro de Urântia pelo seu conteúdo e não por suas supostas fontes “milagrosas” .
Dr. Sadler Para melhor compreensão do processo de materialização dos documentos do Livro de Urântia, se faz necessário conhecer um pouco mais a respeito do Dr. William Samuel Sadler. O Dr. Sadler nasceu em Spencer, Indiana, em 14 de Junho de 1875. Os seus pais o retiraram da escola pública após a morte de sua irmã, pois eles tinham medo de que ele também contraísse uma doença contagiosa. Ele recebeu então toda a sua educação formal através dos seus pais e tutores, e também através da sua própria iniciativa. Aos 14 anos ele conhecia profundamente a Bíblia e demonstrou nesta época seus atributos como orador. Foi um vendedor de sucesso trabalhando para o irmão de W. R. Kellogg, fundador da empresa de cereais Kellogg. Aos vinte anos, como diretor da Missão Médica de Chicago, iniciou um trabalho de educação junto às comunidades carentes de Chicago. Iniciou sua educação em teologia junto ao Moody Bible Institute. Conheceu Lena Kellogg em 1893 quando ela estudava enfermagem e se casaram em 1897. O primeiro filho do casal, Willus, morreu com a idade de 11 meses, e logo após este acontecimento, o casal decidiu que eles seriam médicos, cursarando diferentes escolas de medicina. Depois de vários anos como um cirurgião de sucesso, ele decidiu se tornar um psiquiatra e após vários exames e certificações, ele foi para a Europa e estudou com Freud em Viena por quase um ano. Ele fazia parte do grupo de debates com Freud, juntamente com Jung e Adler e posteriormente os três romperam o relacionamento com Freud. Voltando aos Estados Unidos, ele se tornou o pai da psiquiatria americana e reconhecido como o pioneiro na popularização da medicina preventina. Estudou em 5 Universidades americanas, escreveu 42 livros, diversos artigos sobre saúde, psiquiatria e higiene mental e foi professor em diversas universidades de medicina e psiquiatria nos Estados Unidos. Confidenciou no final dos anos 50 que a sua maior contribuição para o mundo foi ser o líder de um pequeno grupo de pessoas que recebeu, como presente, os documentos de seres celestes e que foram publicados como “O Livro de Urântia”. O Dr. Sadler morreu em 29 de Abril de 1969, enquanto sua esposa, Dra. Lena, morreu de câncer em 1939, mais de 15 anos antes da publicação do Livro de Urântia. Os acontecimentos que precederam a publicação do Livro de Urântia Num verão entre 1906 e 1911, houve um encontro notável entre o Dr. William Sadler e sua esposa Dra. Lena Sadler, com um outro casal cujos nomes são desconhecidos. Este acontecimento mudou radicalmente as vidas destas quatro pessoas e possivelmente teve outras implicações que dificilmente serão mensuradas. A data exata deste encontro é objeto de discussão e especula-se que o Dr. Sadler tenha criado certas “confusões” propositalmente, para preservar as identidades do casal, e mais especificamente de seu paciente que seria conhecido mais tarde como o “sujeito adormecido”ou “personalidade de contato”. Há documentos que levam esta data a 1911, outros a 1906, outros a 1908 e outros a 1907. Considerando hipoteticamente que este encontro ocorreu em 1908, o Dr. Sadler e sua esposa Dra. Lena tinham 33 anos e seu filho William Sadler, Jr. era recém nascido. Eles viviam num apartamento no subúrbio de Chicago, aguardando o término da construção de sua nova residência . Neste verão, já tarde da noite, uma senhora bateu à porta do apartamento dos Sadlers e sabendo que ambos eram médicos, pediu a eles que fossem ao seu apartamento, dizendo que alguma coisa estranha estava acontecendo com seu marido. Ela disse que ele estava dormindo, respirando de uma maneira muito estranha e não conseguia acordá-lo. Eles desceram ao apartamento do casal e no dormitório encontraram um homem de meia idade, aparentemente dormindo, porém com a respiração alterada. Ele respirava intensamente e de repente parava de respirar por um intervalo de tempo alarmante. O Dr. Sadler verificou seu pulso e as batidas cardíacas estavam normais. O indivíduo estava num sono profundo e após várias tentativas para tentar acordá-lo, eles desistiram e resolveram aguardar. Durante mais de uma hora, o indivíduo fez diversos movimentos violentos com o corpo e de repente ele acordou e olhou ao seu redor. Perguntou à sua esposa quem eram aquelas pessoas, o que estava acontecendo e se havia alguma coisa errada. O Dr. Sadler perguntou como ele estava e se estava tendo algum tipo de sonho. O homem respondeu que se sentia bem e que não estava tendo nenhum sonho. Foi então sugerido que ele fizesse exames completos no dia seguinte, uma vez que aquela era uma situação anormal, e todos concordaram. Os exames foram feitos e foi constatado que o homem tinha excelentes condições físicas e depois de várias verificações de histórico de doenças familiares, foi também constatado que não havia nenhum registro de insanidade ou epilepsia. Decidiram então manter o paciente sob observação e algumas semanas depois, a sua esposa chamou novamente os Sadlers dizendo que o seu marido estava novamente em sono profundo e não conseguia acordá-lo. Desta vez o Dr. Sadler tentou acordá-lo de diversas outras maneiras, sem resultados. E novamente, ele acordou subitamente e não se recordava de nada. Este fenômeno se repetiu por diversas vezes durante o Outono daquele ano, até que a nova residência dos Sadlers ficou pronta e eles decidiram se mudar. Coincidentemente, o aluguel do casal estava vencendo na mesma época e o Dr. Sadler conseguiu convencê-los a mudarem-se para uma casa mais próxima do novo endereço dos Sadlers. E foi nesta nova casa que os acontecimentos foram mais notáveis e perplexos com respeito ao peculiar sono do paciente dos Sadlers. Numa determinada noite, os Sadlers estavam novamente na casa do paciente, sentados na cama esperando que ele acordasse, quando a Dra. Lena observou que os lábios do paciente estavam se movendo. Ela decidiu então perguntar como ele estava se sentindo, e para espanto de todos, o paciente falou, porém com uma voz diferente e peculiar, dizendo que ele era um estudante visitante de um outro planeta numa missão de observação. Inicialmente eles pensaram que se tratava de um fenômeno conhecido como fala automática, que envolve a mente subconsciente e se manifesta sem que o paciente perceba. O Dr. Sadler pediu então ao paciente que fosse ao seu consultório alguns dias depois desta ocorrência para submetê-lo a alguns exames com o intuito de diagnosticar e descobrir a fonte deste fenômeno. Para isto foi necessário utilizar a hipnose como método de exploração da mente do paciente e após um exaustivo exame, o Dr. Sadler não conseguiu descobrir nada na mente subconsciente do seu paciente que se relacionasse com a informação que foi discutida com o suposto visitante de outro planeta. Conforme o tempo passava, outros supostos visitantes começaram a falar através do “sujeito adormecido”. Apesar do Dr. Sadler, estar confuso pelo fato de não compreender se tudo o que estava sendo revelado tinha sua origem na mente do paciente, ele e sua esposa ficaram muito impressionados com a qualidade, com a consistência e com a originalidade das mensagens. Os Sadlers ficaram também muito perplexos pela indiferença e pelo pouco interesse do “sujeito adormecido” com relação a tudo o que estava sendo revelado e mesmo pelo que acontecia durante o seu estado de sono alterado. O Dr. Sadler não desistiu de procurar uma explicação ou uma resposta científica para este fenômeno e passou a consultar outros cientistas, médicos e especialistas em fraudes espirituais. Nenhuma explicação foi encontrada e todos os especialistas e cientistas consultados, ficaram muito impressionados com as informações que chegavam a cada sessão noturna com o paciente. Os anos se passaram e em 1923 o Dr. Sadler e sua esposa decidiram reunir alguns amigos e iniciar um grupo de discussões filosóficas em sua casa situada na 533 Diversey Parkway em Chicago, para onde eles tinham se mudado no ano anterior. Este grupo iniciou com 30 amigos que se reuniam todos os domingos às 3 horas da tarde para um chá. Este grupo se denominou, mais tarde, o “Forum” e durante o seu período de existência, participaram 486 membros que vieram e se foram, desde 1923 até 31 de Maio de 1942, quando houve a última reunião do Forum. O Forum se tornou oficial em Setembro de 1925. Mesmo com o Forum em andamento, o Dr. Sadler não desistia de procurar uma explicação para o fenômeno das manifestações noturnas do “sujeito adormecido”. Ele e sua esposa passaram então a fazer diversas perguntas sobre o universo, quando as oportunidades surgiam e a Dra. Lena tomava notas das respostas que eram posteriormente lidas nas reuniões do Forum, nos domingos à tarde. O Dr. Sadler decidiu então preparar uma série de perguntas difíceis como um teste para o visitante de outro planeta, e memorizou 52 perguntas específicas e não comentou absolutamente nada a respeito de suas intenções, com sua esposa. Respostas a Perguntas Durante uma das sessões noturnas, o Dr. Sadler e sua esposa tiveram contato com uma entidade que se autodenominava “personalidade eletrificante” e que dizia ser de um planeta distante. O Dr. Sadler o desafiou dizendo: “Como você pode provar que é realmente quem você diz ser?” E a entidade respondeu: “Eu não posso provar, mas você não pode provar que eu não sou o que eu digo ser.” E em seguida disse: “Todavia, eu recebi permissão para responder somente 46 das 52 perguntas que você está memorizando para me fazer.” A sua esposa perguntou então: "Will, você não tem estas perguntas.....tem?” E o Dr. Sadler foi obrigado a responder que tinha as perguntas em sua mente e que o número exato eram 52 questões. A “personalidade eletrificante” passou então a responder as 46 perguntas e adicionou no final: “Se vocês soubessem ao menos com quem vocês estão em contato, vocês não iriam me fazer estas perguntas triviais. Vocês deveriam fazer perguntas que exigissem respostas de um valor supremo para a raça humana”. Nesta mesma noite, o Dr. Sadler disse a todos: “Agora que eles pediram isto, vamos dar a eles questões que nenhum ser humano possa responder!”. A Comissão de Contato Nesta época, por volta de 1924, o grupo que mais tarde foi chamado de “Comissão de Contato” estava formado basicamente pelos seguintes membros permanentes: Dr. Sadler que tinha 48 anos de idade, Dra. Lena (48), Anna Bell Kellogg (49) - irmã de Lena e o seu marido, Wilfred Custer Kellogg (50). Emma Louise Christensen (36) se tornou um novo membro já que ela foi “adotada” pela família Sadler em 1923. O filho, Bill Sadler, Jr não estava na sessão da “personalidade eletrificante” mas integrou-se à Comissão de Contato mais adiante. A Comissão de Contato era composta pelas pessoas que tinham contato direto com os reveladores através do sujeito adormecido. O Forum O Forum já estava formado quando a “personalidade eletrificante” fez o desafio ao Dr. Sadler, e ele então sugeriu que os seus membros elaborassem as mais difíceis questões que eles pudessem pensar e as trouxessem no domingo seguinte. Todos concordaram e decidiram iniciar com perguntas a respeito da origem do cosmos, Deidades, criação e diversos assuntos muito distantes do conhecimento da humanidade daqueles tempos. No domingo então, centenas de perguntas haviam sido elaboradas, sendo que eles levaram vários dias para classificá-las e descartar as duplicações. E assim aconteceu, e em Dezembro de 1924 os Sadlers estavam preparados para apresentar um formidável número de perguntas em resposta ao professado desafio celeste. Iriam ler as perguntas na primeira sessão que houvesse com o “sujeito adormecido”, aguardando a oportunidade de “desmascarar” as alegadas “altas inteligências”. Dr. Sadler sentiu que estava muito bem preparado, com 181 perguntas escritas da mais profunda magnitude. A primeira destas questões era: “Existe realmente um Deus? E se existe, com o que ele se parece? Todavia, semanas se passaram e nada acontecia, até que numa determinada manhã, às 6 horas, o telefone tocou. Os Manuscritos Era a esposa do “sujeito adormecido” pedindo que eles fossem, imediatamente, à casa deles, dizendo que o seu marido estava dormindo mas que havia acontecido algo diferente. Em poucos minutos os Sadlers já estavam na casa do “sujeito adormecido” e chegando lá, encontraram uma pilha de folhas manuscritas sobre uma escrivaninha na sala de leitura. A sua esposa disse que durante a noite ele havia feito ruídos estranhos e que a acordou. Neste momento ela viu a pilha de papéis sobre a mesa, e não fazia a menor idéia de como aquilo havia aparecido na casa deles. O Dr. Sadler perguntou se ele havia saído da cama durante a noite e ela respondeu que ele ainda estava dormindo e que se ele tivesse saído da cama, provavelmente ela teria percebido. O Dr. Sadler começou a examinar as quase 500 folhas (mais tarde ele verificou que eram exatamente 472 folhas), e verificou que o manuscrito continha as respostas das 181 perguntas do Forum, que eles iriam fazer à “personalidade eletrificante”. Ele foi ao quarto e o “sujeito adormecido” estava tendo um sono tranquilo naquele momento; momentos depois, acordou facilmente. O Dr. Sadler perguntou sobre o que ele tinha feito durante a noite, se ele tinha escrito aquele manuscrito e o “sujeito adormecido” disse que não havia feito nada durante a noite e que não sabia do que se tratava aquela pilha de papéis. Imediatamente o Dr. Sadler telefonou para sua casa e pediu à Christy para trazer um dispositivo para medir fadiga muscular. Após todos os exames, chegou-se a conclusão que não havia evidência de exaustão ou fadiga muscular e que aquele sujeito, definitivamente, não havia escrito aqueles documentos. O Dr. Sadler pediu permissão então, para levar os documentos para sua casa e analisá-los com mais detalhes. Verifcou que levariam aproximadamente 8 horas para uma pessoa normal escrever todo aquele material numa velocidade altíssima, porém devido à profundidade do conteúdo, ele duvidou que alguém pudesse fazê-lo, e muito menos em 8 horas. Como eles eram cientistas, o próximo passo foi analisar a caligrafia através de especialistas. Foram contratados vários e chegou-se a conclusão que aquele manuscrito não tinha sido escrito pelo “sujeito adormecido” nem tampouco por sua esposa. Os Sadlers datilografaram os manuscritos e levaram para o encontro do Forum em 18 de Janeiro de 1925. Ele comentou que as perguntas haviam sido respondidas em detalhes e leu a primeira seção, ou “Documento” para o grupo. Nenhum membro do Forum, naquele dia, fazia a mínima idéia de que estava envolvido, naquele momento, num processo de revelação para uma era. O processo do Forum Desenvolveu-se um processo de leitura dos documentos pelo Dr. Sadler (posteriormente pelo seu filho) e em seguida os participantes do Forum faziam as perguntas por escrito. Estas perguntas eram selecionadas, eliminadas as duplicações e as relevantes eram colocadas em uma ou duas páginas. Estas perguntas eram submetidas aos Reveladores novamente e o manuscrito era gradualmente modificado de acordo com o entendimento e as reações das pessoas. Aparentemente, a intenção dos Reveladores com isto, era de se monitorar a reação e a compreensão humana do material que estava sendo apresentado. Este processo inicial foi informal e levou 8 meses para que fosse possível ler o “Documento 1” ao Forum. Neste momento, o Dr. Sadler anunciou aos membros que a Comissão de Contato havia sido instruída para tornar o Forum, um grupo fechado. Os membros tiveram então que assinar um voto de segredo, garantindo que não discutiriam estes assuntos fora do Forum e não tomariam notas ou fariam cópias dos materiais que estavam sendo lidos. Todavia, os membros do Forum nunca souberam a identidade da “personalidade de contato” nem tampouco viram os manuscritos. Eles não participavam das sessões de contato, que eram exclusivas da Comissão de Contato. Os manuscritos eram guardados num cofre e depois que eles haviam sido datilografados e conferidos, misteriosamente desapareciam. O Dr. Sadler não compreendia exatamente como aquilo era possível e imaginava que houvesse alguma maneira de encontrar uma resposta. Certa ocasião, colocou diversas notas de 10 dólares entre as folhas do manuscrito que estava no cofre na sua casa, e da mesma forma como antes, os manuscritos desapareceram, restando apenas as notas de 10 dólares. Colocou então o manuscrito num cofre num banco e ocorreu a mesma coisa. Mais tarde ele foi “avisado" para parar de fazer estes truques. Este processo inicial de perguntas e repostas continuou até 1929 e nestes 5 anos, foram produzidos 57 documentos a partir de 1700 páginas datilografadas. Parecia então que o trabalho estava terminado, e neste mesmo ano, o Forum recebeu uma mensagem escrita através da Comissão de Contato que dizia: “Com o aumento da compreensão derivada da leitura e estudo do material, vocês podem agora fazer perguntas mais inteligentes. Nós estaremos voltando para o livro novamente”. O documento original a respeito da natureza de Deus foi dividido em 2 documentos inicialmente e posteriormente em 5, que são os 5 documentos iniciais do Livro. A questão sobre a utilização da palavra “personalidade” pelos Reveladores, resultou em um documento adicional, e os 76 documentos iniciais se transformaram em 119. Os Documentos foram divididos em 3 partes: q O Universo Central e os Superuniversos – 31 documentos; q O Universo Local – 25 documentos; q A História de Urântia – 63 documentos, sendo que originalmente eram 62 e depois foi acrescentado mais um documento (Documento 119) com a incorporação posterior da Parte IV. Quando o Forum estava completando o segundo turno de leituras dos documentos em 1934, o destino dos Documentos de Jesus estava sendo decidido. É conhecido que o Dr. Sadler acreditava que os membros da Comissão de Intermediários que estavam designados para a Revelação, tinham dúvidas sobre a autoridade deles em apresentar à Comissão de Contato a narrativa a respeito da “Vida e Ensinamentos de Jesus”. Para esclarecer este assunto, houve um confronto técnico amigável entre os Intermediários a cargo da Revelação e o grupo de Intermediários responsável pela compilação dos Documentos sobre Jesus. O caso passou então para os Conselheiros do Sistema Local de Satânia que se recusaram a tomar uma decisão, passando então para os Conselheiros da Constelação de Norlatiadek. Estas cortes passaram então o caso para o Conselho de Nébadon e que depois foi passado mais acima para as autoridades do Superuniverso de Orvônton. Do início ao fim, o protesto amigável se extendeu por um ano de Urântia e o grupo de Intermediários que preparou os documentos “A Vida e os Ensinamentos de Jesus” recebeu prioridade máxima para terminar o Projeto. De alguma maneira não revelada, foi dito pelo Dr. Sadler que foi permitido à Comissão de Contato, “ouvir” a celebração dos Intermediários. Como data de finalização dos Documentos, podemos observar que os Documentos referentes às Partes I e II foram finalizados em 1934 e os documentos referentes às Partes III e IV foram finalizados em 1935. Porém os Documentos da Parte IV não vieram em resposta às questões do Forum. Todos os Documentos vieram também manuscritos, foram datilografados e conferidos O terceiro turno para o Forum Em 1939, o trabalho do Forum estava numa rotina normal, quando alguns membros sugeriram iniciar um estudo mais intenso dos documentos, e foi criado então, o grupo de 70 pessoas que se reuniam sistematicamente às quarta feiras à noite e aos domingos. Este grupo se reuniu de 5 de Abril de 1939 até o verão de 1956 e durante estes 17 anos, os “Setenta”, como eram chamados, treinaram 106 estudantes e iniciaram o que mais tarde foi a “School of the Urantia Brotherhood”. Em Agosto de 1939, a Dra. Lena Sadler morreu de câncer no seio, e até este momento ela já tinha arrecadado 20 mil dólares em pequenas doações. Como esta quantia era insuficiente, um membro rico do Forum propôs pagar integralmente a publicação do Livro, o que foi rejeitado pelos Intermediários que diziam que a arrecadação de fundos para a publicação deveria ser uma atividade de grupo, e não individual. O último encontro do Forum foi em 31 de Maio de 1942, tornando-se simplesmente um grupo de estudos a partir de então. Este foi aparentemente o momento em que os documentos foram “congelados” e foram iniciados os preparativos para geração das matrizes de impressão. A Comissão de Contato disse ao Forum que não seriam mais aceitas perguntas a partir daquele momento e que havia a permissão para a Comissão padronizar somente a ortografia, maiúsculas e pontuação, não sendo mais permitido fazer nenhuma alteração editorial. Bill Sadler, Jr tinha a intenção de fazer uma introdução ao Livro, o que não foi autorizado pelos Intermediários, que mais tarde providenciaram a introdução definitiva. Foi permitido a ele preparar apenas o índice do Livro de Urântia. Em 1945, as matrizes já estavam fundidas e guardadas num cofre junto à Editora R.R.Donnelley, em Indiana e à partir deste momento, todos os documentos datilografados foram destruídos. Estas matrizes passaram então a ser a única fonte de consulta dos documentos do Livro de Urântia e a base para a criação da Fundação Urântia e para a Declaração de Trust em 11 de Janeiro de 1950. Com esta declaração, os Trustees deveriam preservar inviolado o texto original do Livro de Urântia assim como as matrizes originais contra perda, danos, destruição, alteração, modificação, revisão e mudanças de qualquer natureza. O material que deveria ser preservado pelos Trustees eram definidos como os pratos das matrizes e não mais do que três cópias autenticadas do Livro de Urântia. Em Novembro de 1951 o grupo de estudos dos Domingos e o grupo dos “setenta”, leram um comunicado importante do “Regente do Príncipe Planetário Provisório de Urântia” recebido pela Comissão de Contato, que dizia: “Os aspectos humanos do Livro de Urântia serão colocados nas mãos dos Trustees da Fundação Urântia, sujeitos ao poder de veto e sugestões da Comissão dos Reveladores das Criaturas Intermediárias Unidas de Urântia. Quando, e se, a Comissão de Intermediários falhar em se comunicar com os Trustees da Fundação por um período de três anos, então os Trustees deverão considerar que os assuntos do Livro de Urântia estarão totalmente em suas mãos e sob sua jurisdição. A partir de agora, a mediação entre a supervisão superhumana desta Comissão e o processo operacional dos Trustees da Fundação Urântia, devem estar a cargo da Comissão de Intermediários, a sucessora da Comissão de Revelação de Urântia, original. Esta Comissão deve continuar a funcionar como orientadora dos seres celestes e dos Trustees da Fundação, mas o seu poder de veto deve extender-se somente às decisões e atos dos Trustees humanos. Na ausência de uma intervenção das criaturas Intermediárias até 11 de Fevereiro de 1954, os Trustees da Fundação Urântia deverão proceder de acordo com seu julgamento”. Em 21 de agosto de 1952, outra mensagem do Regente do Príncipe Planetário Provisório de Urântia foi recebida pela Comissão de Contato: “Eu, e somente Eu, definirei quando o Livro de Urântia será publicado. Se Eu não fornecer esta instrução até 1° de Janeiro de 1955, então os Trustees da Fundação Urântia poderão seguir com os planos de publicação de acordo com seu julgamento”. Em 2 de Janeiro de 1955, o Dr. Sadler leu uma diretiva ao Grupo dos Setenta, explicando que estava sendo fundada a Urantia Brotherhood naquele momento e que o seu filho, Bill Sadler, Jr havia sido eleito presidente. Assim, 36 membros do grupo original dos Setenta, se transformaram na Urantia Brotherhood. Em 11 de Fevereiro de 1955 os Trustees assinaram a “Declaração de Intenção de Publicação do Livro de Urântia”. Em 12 de Outubro de 1955 o Livro de Urântia foi publicado pela primeira vez sob o respaldo de um copyright internacional, com uma tiragem inicial de 10.000 cópias. Pouco depois da Publicação do Livro de Urântia, uma mensagem final dos Intermediários foi recebida pela Comissão de Contato: “Vocês estão agora por conta própria” Depois de aproximadamente 50 anos, a conexão entre os mortais do nosso planeta e a Comissão de Intermediários foi interrompida definitivamente, e o Dr. Sadler disse: “Eles nem disseram adeus”. Pré- Educação da Comissão de Contato O período entre o primeiro contato (1908 aproximadamente) e o primeiro documento (1929) foi um período de pré-educação para a Comissão de Contato, e conforme as próprias palavras do Dr. Sadler, eles nunca perceberam o quanto o pensamento religioso deles havia se expandido neste período. Conforme as revelações progrediam, cada vez mais eles percebiam a vasta alteração das crenças religiosas deles provocadas por estes contatos preliminares que se extenderam por vinte anos de pré-educação. Para se ter um entendimento verdadeiro disto, serão mostradas a seguir as 16 iniciativas de pré-educação que os Reveladores introduziram ao pequeno grupo de mortais, para que eles pudessem ter conceitos mais avaçados. Abaixo algumas anotações feitas pelo grupo: 1. O novo conceito de um vasto universo – Foram introduzidos os conceitos de expansão e retração- 1 bilhão de anos de “inspiração” e outro bilhão de “expiração” em contra-posição ao conceito do “Big Bang”. 2. Bilhões de outros mundos habitados. 3. Introdução do conceito de diferentes e variados escalões de personalidades do Universo. 4. Confirmação da teoria científica da origem evolucionária da humanidade, assim como de um cosmos evolucionário. 5. Iniciação ao conceito de múltiplas deidades criadoras - A filosofia do Livro de Urântia é puramente e consistentemente monoteísta. Todavia, enquanto existe somente uma Primeira Fonte e Centro e um Deus, ou Pai Universal, o Pai se auto distribui através dos seus fragmentos (Ajustadores do Pensamento) e delega prerrogativas criadoras a Seres Divinos de Sua Criação. 6. Testes dos nossos conceitos de teologia. Determinação paciente de quão longe nós devemos ir em direção à modificações das nossas crenças teológicas e opiniões filosóficas. 7. Sem perceber isto, durante um período de 20 anos, nossas visões religiosas fundamentais e atitudes, foram modificadas consideravelmente. 8. Nós nos familiarizamos com termos como Primeira Fonte e Centro, Havona, embora não tivéssemos a menor idéia dos significados destes termos. 9. Nós também escutamos palavras como Espíritos Mestres, espaço exterior e Diretores de Poder. Mas novamente, nós entendíamos pouco sobre os seus significados. Nós também aprendemos sobre numerosas ordens de anjos. 10. Nós também ouvimos sobre os Ajustadores do Pensamento, mas o nosso entendimento do conceito do termo era vago e indefinido. 11. Nós adquirimos um conceito impreciso dos níveis de existência moroncial, mas nós nunca tínhamos ouvido o termo “morôncia” até que os documentos começaram a chegar. 12. Os seres intermediários eram muito reais para nós – nós frequentementemente falávamos com eles durante nossos “contatos”. Nós entendíamos, quase com certeza, que os seres intermediários secundários supervisionavam esses contatos. 13. Nós escutamos coisas sobre a rebelião de Lucifer e poucas informações sobre Adão e Eva. 14. Nós tínhamos a impressão que existiam razões especiais para a auto-outorga de Jesus, mas tínhamos poucas informações, ou nenhuma, a respeito da natureza destas razões não reveladas. 15. Nós escutamos referências ocasionais à Vida e aos ensinamentos de Jesus, mas eles eram muito cuidadosos a respeito da introdução de qualquer conceito sobre a auto-outorga de Michael. De todas as Revelações de Urântia, os documentos de Jesus foram a maior surpresa. 16. Enquanto nós não escutamos o termo Finalitores, não tínhamos idéia de que o Paraíso poderia ser o destino dos mortais sobreviventes. “Portanto, nossos amigos super-humanos levaram duas décadas para estender nossos horizontes cósmicos, aumentar nossos conceitos teológicos e expandir nossa filosofia”. É importante destacar que o Dr. Sadler, diferentemente de sua esposa, não conseguia acreditar totalmente nas mensagens e nas Revelações que estavam sendo recebidas. Ele julgava que deveria haver alguma explicação científica para tudo aquilo que estava acontecendo. A sua opinião mudou completamente quando surgiu o Documento 139 – Os doze Apóstolos – que descreve em detalhes, as personalidades de cada um dos Apóstolos. Quando o Dr. Sadler leu este Documento, ele Comentou: “Se nós reuníssemos os principais psiquiatras e psicólogos do planeta para fazer estas descrições de personalidades, elas não seriam tão perfeitas. Eu estou convencido que isto não pode ter sido feito por nenhum ser humano”. Os Contatos É importante destacar que todos os documentos do Livro de Urântia foram recebidos na forma de manuscritos e portanto, nunca houve nenhuma comunicação verbal dos Reveladores com respeito aos Documentos do Livro. Havia comunicações administrativas e orientações ao Forum e à Comissão de Contato, e estas comunicações sempre eram acompanhadas por, no mínimo, duas pessoas. As criaturas intermediárias, aparentemente, estavam presentes em todos os contatos e havia uma comissão específica de Seres Intermediários designados para o projeto da Revelação de Urântia. Portanto, as comunicações verbais podem ter sido viabilizadas graças aos Seres Intermediários, devido a sua grande versatilidade e capacidade de manipular a matéria. “As criaturas intermediárias são guardiãs, são sentinelas dos mundos do espaço. Elas executam tarefas importantes como observadoras para todos os numerosos fenômenos e tipos de comunicação que são de importância para os seres sobrenaturais do reino. Elas patrulham o Reino invisível espiritual do planeta.” [pág.864 e 865] O Processo de Materialização A Comissão de Contato recebeu instruções dos Reveladores de nunca revelar os métodos utilizados para a materialização dos documentos, mas podemos obter, no próprio Livro de Urântia, algumas informações que nos ajudarão a compreender alguns pontos importantes deste processo. Todo o material manuscrito sofreu um processo de preparação que exigiu, possivelmente a tradução de uma ou duas linguagens para o inglês. Alguns documentos foram traduzidos da linguagem de Uversa – capital do nosso Superuniverso de Orvônton - para a linguagem do nosso Universo Local de Nébadon e finalmente para a língua inglesa. Além disto, segundo o que o Dr. Sadler escreveu em resposta a uma carta de um leitor, ele menciona: “... você deve recordar que os Seres Intermediários prepararam a narrativa que era muitas vezes maior do que a que entregue a nós como Parte IV do Livro de Urântia” Isto significa que o processo de materialização dos documentos e o trabalho dos Seres Intermediários de usar as fontes humanas quando estavam disponíveis, suplementá-las e corrigí-las para a língua inglesa corrente, foram extremamente complexos. A finalidade de uma Revelação é expandir os significados espirituais e as implicações universais dos conhecimentos e conceitos existentes, que no caso dos Documentos de Urântia, requerem a introdução de novos conceitos e dados do Universo, até então desconhecidos. Em contraste com a Revelação, há um fenômeno que os Documentos de Urântia descrevem como Auto-revelação, que é o resultado da atividade do Ajustador do Pensamento na mente humana e que produz inspirações muito produtivas. A Revelação, por outro lado, envolve a participação de seres celestes. “A prova de que a revelação é revelação, é esse mesmo fato da experiência humana: o fato de que a revelação sintetiza as ciências da natureza, aparentemente divergentes, bem como sintetiza a teologia da religião numa filosofia, consistente e lógica, do universo, uma explicação coordenada e contínua da ciência e da religião, criando, assim, uma harmonia de mente e uma satisfação de espírito que respondem, para a experiência humana, àqueles questionamentos da mente mortal a qual almeja saber como o Infinito opera a sua vontade e os seus planos na matéria, com as mentes e dentro do espírito.” [pág.1106] Portanto, de acordo com informações obtidas no próprio Livro de Urântia, e outras dadas pelo próprio Dr. Sadler, podemos constituir um processo que não tem a intenção de explicar totalmente como ocorreu a materialização, mas de organizar alguns processos e colocá-los de uma forma coerente com os ensinamentos do Livro de Urântia. Homem mortal – criaturas intermediárias – querubins – serafins “O abismo entre os mundos material e espiritual fica perfeitamente preenchido pela ligação consecutiva feita em série, entre o homem mortal e a intermediária secundária, a intermediária primária, o querubim moroncial, o querubim de fase intermediária e os serafins. Na experiência pessoal de um indivíduo mortal, esses vários níveis estão, sem dúvida, mais ou menos unificados e tornam-se pessoalmente significativos por meio das operações misteriosas, que passam desapercebidas, do Ajustador do Pensamento.” [pág.425, par. 1] Criaturas Intermediárias “Contudo, já que cada ordem de intermediárias pode estabelecer sincronia perfeita de contato com a outra, cada grupo é, por isso mesmo, capaz de fazer uso prático de toda a gama de energias, que se estende desde o poder físico grosseiro dos mundos materiais, passando pelas fases de transição das energias do universo e indo até as mais elevadas forças da realidade espiritual dos Reinos celestes.” [pág.424 e 425] Serafins – criaturas intermediárias – homens mortais “As criaturas intermediárias variam muito nas suas habilidades de fazer contato com os serafins, acima delas, e com os seus primos humanos, abaixo. É bastante difícil, por exemplo, para as criaturas intermediárias primárias fazer contato direto com agências materiais. Elas estão consideravelmente mais próximas do tipo angélico de ser e são, portanto, usualmente designadas para trabalhar e para ministrar, junto com as forças espirituais residentes no planeta. Elas atuam como companhia e guia para os visitantes celestes e os hóspedes estudantes, enquanto as criaturas secundárias ficam quase que exclusivamente ligadas à ministração aos seres materiais do reino.” [pág 865, par 3] Serafins – criaturas intermediárias – homens mortais “As 1 111 criaturas intermediárias secundárias leais estão engajadas em missões importantes na Terra. Se comparadas às suas companheiras primárias, elas são decididamente materiais. Existem exatamente fora do campo da visão mortal e possuem latitude suficiente de adaptação para fazer, à vontade, contato físico com o que os humanos chamam de “coisas materiais”. Essas criaturas únicas têm certos poderes definidos sobre as coisas do tempo e do espaço, como também sobre os animais do reino.” [pág. 865, par.4] Querubins – línguas e usos costumes planetários “Quando designados para um planeta, os querubins entram nos cursos locais de aperfeiçoamento, incluindo o estudo dos usos e línguas planetários. Os espíritos ministradores do tempo são todos bilíngües, falam a língua do universo local de origem e a do superuniverso de nascimento. Pelo estudo, nas escolas dos reinos, eles aprendem outras línguas. Os querubins e os sanobins, como os serafins e todas as outras ordens de seres espirituais, estão continuamente empenhados no esforço do auto-aperfeiçoamento. Apenas os seres subordinados encarregados do controle da força e direção da energia são incapazes de progredir; todas as criaturas que têm volição de personalidade, factual ou potencialmente, procuram novas realizações. Os querubins e os sanobins estão, por natureza, muito próximos dos níveis moronciais de existência; e demonstram ser ainda mais eficientes nos trabalhos entre as fronteiras dos domínios físico, moroncial e espiritual. Esses filhos do Espírito Materno do Universo local são caracterizados como “quartas criaturas”, exatamente como os Servidores de Havona e as comissões de conciliação. Cada quarto querubim e cada quarto sanobim são quase materiais, muito definitivamente semelhantes ao nível moroncial de existência.” [pág.422, par.5 e 6] Serafim guardião – coordenação pessoal das influências impessoais “Uma das coisas mais importantes que faz um guardião do destino pelo seu sujeito mortal é efetivar uma coordenação pessoal das numerosas influências impessoais de espíritos que habitam, que rodeiam ou que se impingem à mente e à alma da criatura material em evolução. Os humanos são personalidades, e é extremamente difícil, para os espíritos não pessoais e para as entidades pré-pessoais, fazerem contato direto com mentes tão altamente materiais e isoladamente pessoais. Graças à ministração do anjo guardião, todas essas influências são mais ou menos unificadas e tornadas mais apreciáveis pela natureza moral em expansão da personalidade humana em evolução.” [pág.1244, par2] Tradução para o inglês “Nas mentes dos mortais de Urântia – este sendo o nome do vosso mundo – existe grande confusão a respeito do significado de termos como Deus, divindade e deidade. Os seres humanos encontram-se ainda mais confusos e inseguros a respeito das relações entre as personalidades divinas designadas por esses diversos nomes. Em vista dessa pobreza conceitual, somada à imensa confusão de idéias, fui orientado a formular esta exposição introdutória, com o fito de explicar os significados que correspondem a certos símbolos verbais, como deverão ser utilizados a seguir nestes documentos, os quais o corpo de reveladores da verdade, de Orvônton, foi autorizado a traduzir para o idioma inglês de Urântia.” [pág.1, par.1] Tradução para o inglês “Esses seres, governantes trinos dos setores maiores, são peculiarmente perfeitos na mestria sobre detalhes administrativos, daí o seu nome Perfeições dos Dias. Ao efetuarmos, nestes documentos, o registro dos nomes desses seres do mundo espiritual, nós deparamos com o problema de traduzi-los para a vossa língua e, freqüentemente, torna-se excessivamente difícil encontrar uma tradução satisfatória. Não apreciamos usar designações arbitrárias, que poderiam não ter nenhum significado para vós; por isso, freqüentemente achamos difícil escolher um nome adequado, que seja claro para vós, e, ao mesmo tempo, representativo, de um certo modo, do original.” [pág.210, par.6] Língua de Uversa – língua de Nébadon “Cada superuniverso tem a sua própria linguagem, uma língua falada pelas suas personalidades e que prevalece em todos os seus setores. Essa é conhecida como a língua de Uversa, no nosso superuniverso. Cada universo local também tem a sua própria linguagem. As ordens mais elevadas de seres de Nébadon, todas, são bilíngües, falando tanto a língua de Nébadon, quanto a língua de Uversa.” [pág 503, par. 3] Tradução do pensamento (morôncia e espírito) em linguagem “A capacidade de traduzir o pensamento em linguagem, nas esferas da morôncia e do espírito, está além da compreensão mortal. A nossa velocidade de reduzir o pensamento a um registro permanente pode ser tão aumentada pelos gravadores especializados, que o equivalente a mais de meio milhão de palavras, ou símbolos de pensamentos, pode ser registrado em um minuto do tempo de Urântia. Essas línguas do universo são muito mais ricas do que a fala dos mundos em evolução. Os símbolos dos conceitos em Uversa abrangem mais de um bilhão de caracteres, se bem que o alfabeto básico contenha apenas setenta símbolos. A língua de Nébadon não é assim tão elaborada, pois todos os símbolos básicos do alfabeto são em número de quarenta e oito.” [pág.503, par.4] Criaturas intermediárias – interpretação para os serafins e finalitores “Atuando como intérpretes para os guardiães seráficos e para os finalitores, encontram-se as criaturas intermediárias, já elevadas e liberadas.” [pág.627, par.6] A técnica de materilização dos documentos de Urântia para a língua inglesa envolveu a ajuda de todas as personalidades mencionadas acima, juntamente com o Ajustador do Pensamento do “sujeito adormecido”. “À parte uma possível coordenação com outros fragmentos da Deidade, os Ajustadores estão inteiramente a sós na sua esfera de atividade, na mente mortal. Os Monitores Misteriosos demonstram, eloqüentemente, o fato de que, embora o Pai possa haver, aparentemente, renunciado ao exercício de todo poder e de toda autoridade pessoal direta, em todo o grande universo, e, não obstante esse ato de abnegação em favor dos filhos do Supremo Criador, das Deidades do Paraíso, o Pai certamente reservou a Si o direito intransferível de estar presente nas mentes e nas almas das suas criaturas evolucionárias, com o fito de poder atuar, desse modo, no sentido de atrair todas as criaturas da criação para Si Próprio, coordenadamente com a gravidade espiritual dos Filhos do Paraíso.” [pág.1109, par.2] “O Ajustador do ser humano, por meio do qual esta comunicação está sendo feita, goza de uma tal amplidão no escopo da sua atividade, principalmente em função da indiferença, quase completa, desse ser humano, a qualquer manifestação externa da presença interna do Ajustador, coisa que é verdadeiramente uma sorte, que esse ser humano permaneça conscientemente tão despreocupado com todo o procedimento. Ele tem um dos Ajustadores altamente experientes desses dias e dessa geração; e, ainda assim, a sua reação de passividade e de despreocupação não resistente, em relação ao fenômeno da presença na sua mente desse Ajustador versátil, é considerada pelo seu guardião do destino como uma reação rara e fortuita. E tudo isso constitui uma coordenação positiva de influências favoráveis, tanto ao Ajustador, na sua elevada esfera de ação, quanto ao parceiro humano, do ponto de vista da sua saúde, eficiência e tranqüilidade.” [pág.1208, par.6] Os Documentos nos dizem que o Ajustador do Pensamento do “sujeito adormecido” foi aparentemente crucial para o processo de materialização, mas não se pode afirmar com segurança o motivo, nem como. Nenhum mortal pode assegurar com precisão como os Documentos foram materializados. O Dr. Sadler frequentemente declarava que tudo o que era conhecido sobre o processo de materialização podia ser encontrado nos Documentos do Livro de Urântia assim como ele não tinha permissão de comentar o pouco que sabia sobre as técnicas de recepção dos documentos e o processo de materialização. Por outro lado ele dizia que podia mencionar como os documentos não foram recebidos e enumerava os fenômenos de psicografia, canalização, clariaudiência, clarividência, telepatia, sonambulismo, transe, entre outros. O Dr. Sadler argumentava que não poderia discutir os mecanismos de materialização, tampouco revelar o nome do sujeito adormecido os Reveladores não desejavam que nenhum ser humano estivesse associado ao Livro de Urântia. Agregando estas informações de uma forma simples e sem o intuito de ser conclusiva, podemos resumir que a comunicação dos autores dos documentos com o Ajustador do Pensamento do “sujeito adormecido” se dava através da colaboração do Serafim guardião, além do Querubim e do Sanobim, que por natureza estão muito próximos do nível moroncial de existência e são muito eficientes no trabalho fronteiriço entre os domínios físico, moroncial e espiritual. Estas informações recebidas pelo Ajustador do Pensamento eram traduzidas pelas criaturas intermediárias primárias e secundárias sendo que o trabalho físico de preparação do manuscrito era feito pelas criaturas intermediárias secundárias.
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De: Morgana Notosi
Fecha: 19/11/2008 01:05:15 p.m.
Para: el...@googlegroups.com
Asunto: [elub] Re: Espiritismo: o prazer de tocar sempre a mesma faixa quando o disco é infinito! Obrigado , pela resposta. Esperava por uma objetiva. Não falei de homens, falei do mestre dos mestres e de mestres. Esse comentário que ouvi do livro cair materializado do céu. Nem a galerinha do pré acredita, eles vão achar uma embromação, vão torcer o nariz e do jeito deles vão ficar indignados. O livro sagrado a bíblia está aqui a centenas de anos, conhecemos sua origem. Porque parte do conteúdo e quase a totalidade do novo testamento foi parar dentro dessa nova obra com outro nome. Vinho velho com rotulo novo. As pessoas que montaram esta obra são protestantes evangélicos ou adventistas. A semelhança e muito grande, vejam: nas religiões protestante os mortos são levados no terceiro dia na gloria divina ou ficam esperado adormecidos até o juízo final, quando então os filhos de Deus irão ser arrebatados na gloria Deus, o resto os ímpios serão castigado com a ira divina. Na nova obra, embarcam nas assas de um anjo no
terceiro dia, ou adormecem e depois de um bom repouso no final de uma dispensacão vão para as esferas moranciais e o resto acaba como nunca tivesse existido. Qual e a diferença? A diferença existe só no fato do batismo ter sido abolido na nova obra. Já que ninguém se dispõe a esclarecer a origem desta obra misteriosa. Vou pesquisar os gringos nos EUA. Morgana
--- Em ter, 18/11/08, Ricardo Machado <rikardo...@gmail.com> escreveu:
De: Ricardo Machado <rikardo...@gmail.com>
Assunto: [elub] Re: Espiritismo: o prazer de tocar sempre a mesma faixa quando o disco é infinito!
Para: el...@googlegroups.com
Data: Terça-feira, 18 de Novembro de 2008, 9:52
Morgana,
Entre seguir homens, e seguir ideias... eu escolho seguir ideias. As ideias podem vir de um homem ou mulher, de um conjunto de homens e mulheres, com nome, anónimo, inspirados ou não. Não importa o veículo da ideia, mas a ideia em si. Esse é o ponto. Por vezes ideias erradas são alavancas para chegar a ideias certas, por veses ideias que aparentemente são certas levam a resultados errados... tudo no universo é relativo.
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Quanto ao Livro de Urântia não estou certo de como ele se tornou uma realidade palpável. Acho mesmo que ninguém está certo desse “como”. Os que tinham uma ideia mais apróximada já todos se graduaram para o mundo das mansões. O Livro faz sentido e eu lhe daria o mesmo valor se nas suas linhas estivesse impresso o nome de um qualquer autor humano, tivesse este a formação que tivesse. A ideia que ele transmite é muito elevada, lógica, sentida e organizada. Ele tem impresso algo de beleza, bondade, amor, misericordia. Em alguns pontos é tocante, em outros nos faz sentir pequenos em relação a universalidade do PODER DO PAI. |
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Ismos são coisas nossas, de humanos, e é como você diz, não os devemos atacar. Para quê? O resultado disso é sempre o mesmo... o ponto está em encontrar coisas comúns.
Atentamente
Ricardo
From: el...@googlegroups.com [mailto:el...@googlegroups.com] On Behalf Of Morgana Notosi
Sent: segunda-feira, 17 de Novembro de 2008 16:37
Subject: [elub] Re: Espiritismo: o prazer de tocar sempre a mesma faixa quando o disco é infinito!
Boa tarde a todos.
Todas as religiões e crenças foram inspiradas pelo exemplo é a sabedoria de um grande mestre. Como exemplo Jesus foi o inspirador do cristianismo, Buda do budismo, Maomé e tantos outros. Algo bem distinto encontrarmos nessa nova religião. Alem de não ter um grande mestre para balizar seu conteúdo e lhe dar créditos, a sua origem não fica clara. Encontramos pessoas do meio cientifico e político organizando suas paginas e um suposto ser adormecido ditando seu conteúdo. Conteúdo plagiado de outras religiões e filosofias.Entrei a poucos dias, venho como qualquer um que chega para estudar uma nova filosofia, com uma bagagem de conhecimento nesta área e vejo o ataque contra os ismos dos outros. Percebo que grande parte de seu conteúdo e composto pelos ismos tomados, ismos alheios. Este livro bem que poderia ser categorizado como o mais novo ismo, ou melhor, o mais novo plagismo. O que eu espero é que seja laçada a luz do
esclarecimento nas origens desta obra. Espero que os divulgadores desta tenham a gentileza e esclareçam as origens e os motivos de sua existência. Obrigado
Morgana
--- Em seg, 17/11/08, Ricardo Machado <rikardo...@gmail.com> escreveu:
De: Ricardo Machado <rikardo...@gmail.com>
Assunto: [elub] Re: Espiritismo: o prazer de tocar sempre a mesma faixa quando o disco é infinito!
Para: el...@googlegroups.com
Data: Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008, 0:10
Alcir,
A ciência nada pode provar quando o tema não é científico. O espiritismo é uma filosofia, é uma doutrina.... não é uma ciência (pelo menos no sentido habitual do termo). E quando o tenta ser, torna-se numa ciência oculta, ou seja, de verdade irreal ou não fundamentada em factos palpáveis ou demasiado etérios. As mesmas provas cientificas que podem ser utilizadas para ser contra o espiritismo são insuficientes ao ponto de se tornarem favoráveis a este pelos seus seguidores, e vice-versa. É tudo uma questão de escolha. Eu não posso provar o que não existe, quando alguém refere a sua existência num ponto inalcansável para ser provado.
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A filosofia é uma questão de lógica do pensamento, e como tal deve ser discutido pela lógica e não pelo testemunho de terceiros (ou hipotéticos testemunhos). A lógica é muito mais abrangente do que isso, e o espiritismo refugia-se muito nesses corredores duvidosos de experiências que os seus crentes buscam socializar.
Sim, o meu texto é um pensamento meu. O livro de Kardec é um pensamento dele... tudo são pensamentos e cada um tem um autor... certo.
Quanto ao catolicismo... é apenas mais um “ismo”... tal como o espiritismo e muitos outros aos quais nos dedicamos a estudar para poder comprender por onde tem evoluido o pensamento humano. Todos os ismos têm coisas boas, todos são evoluções do pensamento humano, todos têm alguma verdade. Eu pessoalmente não encontro lógica na teoria da transmigração das almas de forma ciclica e repetida. Mas Alcir, siga feliz com o seu Kardecismo. Já discutimos isto antes e acho que, eu e você, temos algo muito mais importante em comum do que o pouco que temos de diferente: além da amizade de ler-mos por aqui as expressões um do outro, a certeza e a nobreza de nos considerar-mos filhos de um mesmo PAI. Isto é o mais relevante.
Receba um abraço, e vá escrevendo mais por aqui, que é sempre agradável ler de você.
Ricardo
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Cara Celina, obrigado pela gentileza do retorno, mas você se enganou minha querida, pois não foram conselhos que eu pedi, e sim que você explicasse a contradição nas suas palavras na tentativa de explicar, fora da reencarnação, porque a disparidade e diferenças sociais. Eu não preciso ler o LU para saber tal coisa, pois a Doutrina Espírita já me esclareceu isso e como você mesma disse eu já tenho a minha opinião formada sobre tal, e é ela que vai persistir. Até quando eu não sei. Mas por enquanto será assim.
Aconselho-te que se realmente desejas saber o que nos ensinam os reveladores no LU, leias e estudes o LU, porque eu noto nas tuas palavras que tu já tens a tua idéia formada, seria bom que abras a tua mente e o teu coração, para compreender as verdadeiras causas do que acontece neste mundo.
Isso eu já sei Celina, ou penso que sei. Mas quando te fiz a tal pergunta foi pedindo para você traduzir em palavras lógicas sua boa vontade de ajudar esclarecendo, segundo o seu entendimento, o que é válido aqui. Só que você se perdeu no assunto e se confundiu contradizendo-se.
Se vc. decidir realmente e de coração estudar a Revelação, tenho certeza que encontrarás todas as respostas que estas buscando.
Acho isso difícil Celina, pelo menos por enquanto, pois foi dito por um ser dos que ditaram o livro que um ser com a visão do espírito ele não pode ver as coisas materiais. E como vão me responder se eu perguntar: olha aquele homem ali, porque ele anda com a muleta no lugar da perna? Creio que a resposta será; não posso responder, pois não posso vê-lo e por tanto não posso emitir opinião sobre aquilo que não vejo. Celina me desculpe mas tem coisas muito mal explicadas aqui. Acho que eu e bastante gente aqui precisamos mesmos de luz e muita luz. Alcir
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Celina já estudaste o novo testamento e a quarta parte da nova obra? penso que sim! Nesse caso não haveria necessidade de vir de uversa traduzir da tal língua para o inglês a mesma historia narrada pelo novo testamento dezenas de anos depois da morte do mestre apenas com alguns acréscimos. Que já erram fragmentos da lembrança dos que viveram com Jesus. Certamente a vida do pai criador foi muito rica e não haveria necessidade de repetições. A semenhaça com a bíblia e só a senhora conferir, leia. Estude a bíblia. O texto abaixo já é do meu conhecimento. Só que ele não me convenceu. Eu não desrespeitei nada e ninguém, estamos falando da
origem do conteúdo de um livro. Obrigado Morgana |
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Alcir, acho que quem está enganado é vc, começando pelo lugar de estudo; como já sabe aqui estudamos o LU, e vc já deixou bem claro que: Eu não preciso ler o LU para saber tal coisa, pois a Doutrina Espírita já me esclareceu isso e como você mesma disse eu já tenho a minha opinião formada sobre tal, e é ela que vai persistir.
Sendo assim, seguirei o conselho do Mestre Jesús: 1466:1 ... Na sua visita aos lagos italianos, ao norte, Jesus teve uma longa conversa com Ganid a respeito da impossibilidade de ensinar a um homem sobre Deus, se o homem não deseja saber de Deus. Eles tinham encontrado casualmente um pagão irrefletido durante essa viagem aos lagos, e Ganid ficou surpreso de que Jesus não seguiu a sua prática usual de atrair o homem para uma conversa que naturalmente conduziria ao discorrer sobre as questões espirituais. Quando Ganid perguntou ao seu Mestre por que ele demonstrara tão pouco interesse nesse pagão, Jesus respondeu: 1466:2 "Ganid, aquele homem não tinha fome da verdade. Não estava descontente consigo próprio. Não estava pronto para pedir ajuda e os olhos de sua mente não estavam abertos para receber luz para sua alma. Aquele homem não se encontrava maduro para a colheita da salvação; deve ser-lhe dado mais tempo para que as provações e dificuldades da vida preparem-no para receber sabedoria e conhecimento superiores. A única contradição que vejo são as tuas próprias palavras, eu respondi claramente com boa vontade de ajudar esclarecer a tua consulta. Também acho muito difícil estudar o LU com alguém não está aberto a receber o conhecimento novo e mais elevado, portanto, caro irmão, segue o teu caminho e que Deus te abençoe. Celina. |
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Querida Morgana, se vc já esta satisfeita com a Bíblia, deve estar bem pra vc.; mais eu sei que o LU é verdadeiro, muito rico, muito mais rico que a Bíblia, e para mim é infinitamente melhor. A vida de Jesus que esta no LU, como já disse o irmão Nemias, é muito, mais muito mais completa e fiel, e os seus ensinamentos estão tal qual ele os entregou, sem distorções, nem falsidades.
E pode ter certeza que não quero convencer a vc de nada, se vc não gosta, não aceita e nem deseja ler o LU, siga teu caminho e seja feliz.
Carinhos, Celina.
-------Mensaje original------- |
De: Nemias
Fecha: 20/11/2008 11:51:58 a.m.
Para: el...@googlegroups.com
Asunto: [elub] Re: Espiritismo: o prazer de tocar sempre a mesma faixa quando o disco é infinito! |