Caríssimos Ricardo, Carlos Leite e demais aficcionados em Astronomia,
Durante alguns anos idealizei em meu imaginário que a galáxia de Andrômeda (M31), bem como suas satélites M32 e NGC 205 não faziam parte de Orvônton.
Por duas razões: primeiro pela interpretação do próprio texto do LU, dando conta que é uma galáxia muito ativa (deve ser mais jovem que a VL) e por estar FORA do superuniverso habitado (pag 170); e depois, a referência a sua distância - de 1 milhão de anos-luz (dados de 1.935) -, da VL.
Esta última anotação, para mim, teve um efeito mais direto porque o LU estabelece as distâncias médias entre as órbitas dos 7 SU e o 1o. Nível Espacial Exterior, de aproximadamente 400.000 a meio milhão de anos-luz (pag 130) - energia criativa essa que vai até 25 milhões de anos-luz, ainda dentro da "faixa orbital" do 1o. Nível Exterior.
Assim, parecia-me mais acertado achar que M31 pertencesse a esse nível exterior. Porém, como estamos olhando do lado de dentro; como supomos saber que a VL inteira pode ser, no máximo, 1 dos 1.000 Setores Menores do SU de Orvônton; que o nosso Grupo Local contém apenas 45 galáxias (contagem de out/2008) que vão até 5 milhões de anos-luz e que há somente mais três de tamanho parecido, ainda assim menores que a VL - a própria Andrômeda, a galáxia do Triângulo (M33) e a NGC 55; e ainda, o fato de o 7o. SU ainda estar em "construção" e ter um formato de densidade estelar variável, sou levado a crer que sim, que é bem possível que façam parte do mesmo superuniverso (o de Orvônton, no caso).
Seu cálculo de 1,2 milhões de anos-luz parece-me plausível, caso em que essas duas galáxias estejam alinhadas por um mesmo plano.
Considerando as dimensões das galáxias do nosso Grupo Local e tendo em conta que os Universos Locais (muitos deles formados por uma única Nebulosa, mas nem sempre) não têm um tamanho padronizado, podemos inferir que, necessariamente, parcela de galáxias que constituem o chamado Aglomerado de Virgem (que é onde nosso Grupo Local se insere), deverá também pertencer a Orvônton, visando sua conformação final de 1.000 setores menores.
Do texto, também se poderia deduzir (ou não?) a localização de Uversa na VL. O LU textua que a Via Láctea constitui o Núcleo Central de Orvônton e suas fronteiras ultrapassam os limites do nosso Nébadon. Que que vocês acham?
Bem, Ricardo, acho que é nossa tendência bastante humana em formatar/padronizar/classificar as situações. Teremos, evidentemente, que passar por uma "reciclagem" a partir de Mansônia.
Não bastasse as diferentes dimensões físicas das nebulosas, outra questão típica é a do tempo que, definitivamente acaba com as pretensões de qualquer mortal.
Bem lembrado pelo Carlos & Others, a falta de correlação direta (eu diria, cartesiana) entre o espaço e o tempo nos diversos níveis administrativos do SU.
Basta filosofar um pouco nos 3 dias de transporte seráfico que nos separam de Jerusém (a 3x a velocidade da luz) - o que, mesmo utilizando o tempo-padrão do Superuniverso (de Uversa, equivalente +/- 30 dias de Urântia) -, daria, no máximo, +/- 90 dias-luz de Jerusém: uma bagatela em termos astronômicos (0,03 ano-luz)!
Se usarmos o tempo do planeta Terra então (que é o que nos parece, pelo LU), nem se fale.
E o que diríamos dos 109 dias de viagem (pag 222) de um Conselheiro Divino de Uversa a Urântia? No "nosso" modelo, não daria nem 1,0 (um) ano-luz de distância!
Abraço fraterno a todos os que aguentaram chegar até aqui.
Mantovani./
-o-
On Seg 14/06/10 19:40 , "Ricardo Machado" ma...@ricardomachado.eu sent:
--Mantovani meu caro,
Já esperava a sua intervenção… J
Digamos que tenho algumas ideias a partilhar. Eu acredito que Orvonton seja muito maior que a Via Láctea em si, aliás muito mesmo. Até porque a VL é aquilo a que o LU define como sendo uma NE (nuvem estelar ou neblosa), e a NE mais próxima da VL é portanto Andrómeda e o livro é claro referindo que esta está dentro dos limites de Orvonton… embora ainda não habitados. “Não há, actualmente, muitas nebulosas activas, formadoras de sóis, em Orvónton, embora Andrómeda, que está fora do Superuniverso habitado, seja muito activa.”
Se Andrómeda está dentro das nossas fronteiras superuniversais é útil referir que esta dista da periferia da Via Láctea mais de um milhão de anos luz. Tendo ela um diâmetro aproximado da VL, então uma linha recta de uma extremidade da VL à extremidade oposta de Andrómeda estariam cerca de 1.200.000aL… espero não estar enganado nestes números.
Digamos que para nos aborrecer as contas, os reveladores colocaram um parágrafo no livro que incomoda qualquer pessoa que queira ter uma visualização gráfica do cosmos. Este parágrafo destrói qualquer vontade de relacionar o espaço físico com o administrativo, veja:
(169.6) 15:4.6 “As nebulosas não estão directamente relacionadas a qualquer uma das unidades administrativas, tais como os sectores menores ou os universos locais, se bem que alguns universos locais tenham sido organizados a partir dos produtos de uma única nebulosa. Cada universo local abrange exactamente uma centésima milionésima parte da carga total de energia de um Superuniverso, seja qual for a sua relação com as nebulosas, pois a energia não está organizada por nebulosa — é universalmente distribuída.”
Que chatice…
Depois ainda se insurgem com um detalhe que me deixa ainda mais incomodado referindo que o centro rotacional do nosso sector menor está algures na nuvem de sagitário:
(168.1) 15:3.5 “O centro de rotação do vosso sector menor situa-se em uma posição bem distante dentro da nuvem estelar enorme e densa de Sagitário, em torno da qual o vosso universo local e todas as suas criações movem-se e, de lados opostos… bla bla bla bla…”
Se é assim, esta nuvem de Sagitário é uma parte constituinte da VL, aliás, bem próxima do seu centro físico. Essa nuvem é aquilo a que os nosso astrónomos chamam de “braço espiral” (no meu entender) e esse braço é um dos 4 maiores que partem do centro da nossa galáxia. O braço espiral onde o nosso Sistema Solar (Monmátia) se posiciona é o braço de Orión… o mais desorganizado e descomposto deles todos.
Ora, se o centro rotacional do nosso sector menor é o centro na nossa galáxia isso significa que estamos próximos do núcleo de 100 divisões provavelmente equidistantes… ou não.
Os reveladores dizem que não conseguimos ainda identificar 2 dos sectores maiores de Orvonton devido ao nosso posicionamento interior. Talvez seja pela “Zona Obscura” da VL a qual não conseguimos penetrar. Este diagrama explica claramente essa razão:
Creio que aos poucos vamos conseguindo desvendar…
Quanto às medidas reais e distâncias… essa creio que é a principal questão de quem explora estes domínios na revelação… chegaremos lá juntando todos os imensos detalhes. Tudo a seu tempo J
No próximo fim de semana vou tentar colocar num e-mail alguns dos cálculos que fiz recentemente e que podem eventualmente responder a algumas das suas questões. Agradeço também que me envie as conclusões a que chegou para irmos partilhando a informação e os pontos de vista.
Especulo que as fronteiras de Orvonton devem compreender os seguintes limites:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/Universe_Reference_Map_(Location)_001.jpeg
Vale a pena dar uma olhada neste link… é bastante real e muito detalhado.
Abraço
RM
Visite também o Forum AUB em http://fourmaub.forumeiros.com
Você recebeu esta mensagem porque está inscrito no Grupo "ELUB -
Estudantes do Livro de Urantia no Brasil".
Para postar neste grupo, envie um e-mail para el...@googlegroups.com
Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para
elub+uns...@googlegroups.com
Para ver mais opções, visite este grupo em
http://groups.google.com.br/group/elub?hl=pt-BR?hl=pt-BR
E-mail verificado pelo Terra Anti-Spam.
Para classificar esta mensagem como spam ou não spam, clique aqui.
Verifique periodicamente a pasta Spam para garantir que apenas mensagens
indesejadas sejam classificadas como Spam.
Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
Atualizado em 15/06/2010
Sent from my BlackBerry device available from tmn
Caro Mantovani,
São tudo quebra-cabeças empolgantes...
No caso de termos o cluster de Virgo como sendo parte constituinte de Orvonton parece-me razoavel.
Quanto a Uversa, o centro rotacional do nosso sector menor encontra-se no centro da VL como testifica o LU, mas as sedes arquitetónicas estão em outro plano ou "layer" como refere o texto original do LU. Creio que nem estão misturadas com os corpos estelares.
Quanto à velocidade de um serafim. Einstein pré-concebeu uma teoria interessante no que diz respeito à velocidade da luz, e na hipotese desta ser ultrapassada. O momento em que se ultrapassa 1x a velocidade da luz, e o momento em que se cruza para lá de 2x a velocidade da luz é algo incógnito. Entre a velocidade zero e a velocidade da luz, é sabido o que acontece. Matematicamente surgem dilemas nos eventos que ocorrem no horizonte entre o tempo e o espaço entre 1x a velocidade da luz e 2x a velocidade da luz. Voltando tudo ao normal entre 2x a velocidade da luz e 3x a velocidade da luz.
Eu notei essa curiosidade também no LU quando verifiquei que nenhum ser que cruze o espaço o faça em multiplos pares da velocidade da luz. E isso pode ser revelador no facto que a distancia percorrida por um serafim não seja exactamente porporcional à velocidade empregue na deslocação.
O chamado hyper-espaço na explicação humana pode ser a resposta a esta questão. Mas seria necessário concluir de que forma o tempo e o espaço invertem a sua posição, que resultados isso tem na distância percorrida e como é que a aceleração de um serafim influencia a deslocação, como a conhecemos, entre as barreiras de eventos.
Lembre-se que em fisica, não é só a velocidade que afecta o tempo, mas a aceleração em si. Essa é que é determinante em algumas equações.
Já estou a adentrar o reino das suposições novamente, mas não deixa de ser uma hipotética explicação.
Estou a preparar um resumo de alguns calculos para lhe enviar no fim-de-semana...
RM
Sent from my BlackBerry device available from tmn
From: Mantovani
Sender: el...@googlegroups.comDate: Wed, 16 Jun 2010 19:08:59 +0000To:
Atualizado em 16/06/2010
Mantovani e Carlos Leite, e demais interessados no tema,
Vamos pensar juntos nisto aqui… Sei que o meu texto é um pouco extenso, mas vai valer a pena, prometo.
Do nosso Superuniverso é-nos dito que somos o 7º, logo o último da criação a ser tornado real. Depois, eles também revelam que, o nosso planeta, é muito recente na contagem planetesimal da grande escala do Grande Universo. Outro dado é que o nosso sistema é incompleto, por ser recente e problemático tendo apenas 619 dos 1000 planetas habitados possíveis no projecto. Ainda por cima, é apenas também o 24º dos 100 sistemas locais possíveis de se concretizarem. Ainda mais, nos referem que dentro das 100 possíveis Constelações, Norlatiadeque é 70ª e é bem provável que seja das mais recentes devido às instabilidades sofridas, resultantes de uma organização menos amadurecida. Veja que o próprio Nebadon nem consta dos registos efectivos de Uversa como Universo Local organizado, sendo ainda o de número 84 em todo o conjunto possível.
Subindo mais um nível, lá está Ensa que é apenas o número 3 de todos os 100 possíveis também. Explandon é nada mais, nada menos, que o 5º de Orvonton, a meio da tabela, como eles mesmo referem ser o núcleo central, uma vez que poderão ser 10. Isto tudo leva-nos a especular que grande parte de Orvonton ainda é mero projecto e vai-se factualizando no tempo, sendo que poderá ainda não ser mapeado com precisão nos espectro físico.
Respondendo à sua questão, poderemos não ter que procurar por 999 outros sectores menores mas sim por mais 2 na proximidade eventualmente formados (e mais 500 no círculo de Orvonton)… sendo que os demais estarão em formação, em algum nível do processo.

Posição da Via Lactea em relação a VIRGO 1
Uma vez que o nosso universo local poderá estar concluído em mais de 80% (a concluir pelos números de registo) poderá então estar a iniciar-se um processo de criação de mais um, ou dois, sectores menores dentro das fronteiras de Explandon de forma mais organizada. Sabemos que, como é económica toda a organização dos universos, sedes e sistemas administrativos apenas se organizam em acordo com um crescimento evolutivo do conjunto (meu ênfase).
Tendo movimento, tanto Andrómda como a Via Láctea terão um centro comum, e também uma origem eventualmente comum, podendo essa origem ter o seu núcleo algures no centro do supercluster de Virgo, de onde poderão ser geradas outras galáxias similares.
O seguinte parágrafo demonstra a grande probabilidade do centro de Ensa corresponder ao Centro da Via Láctea e de outros centros idênticos circundarem o 5º sector maior de Explandon “(168.8) 15:3.12 5. A rotação de uma centena de sectores menores, incluindo o de Sagitário, em torno do seu sector maior.” Ao dizer, “incluindo o sector de Sagitário, parece-me referirem-se a Ensa.
Hoje a Via Láctea é populada, mas Andrómeda ainda não é (diz o Livro), o que nos permite concluir que poderá fazer parte de um sector bem próximo ainda em preparação. Se assim for, poderemos estar ambos a girar em torno do mesmo centro em Virgo.

Posição de Andrómeda VS Via Láctea 1
Disse-nos um certo Arcanjo que “(455.4) 41:0.4 Tal é a constituição da nuvem local de estrelas em Nébadon, que hoje gira em uma órbita cada vez mais estabilizada em torno do centro de Sagitário, naquele sector menor de Orvônton ao qual a nossa criação local pertence.” Assim localizamos perfeitamente Orvonton no interior da Via Láctea e mais uma vez confirmamos O centro de Ensa na Via Láctea.

Via Láctea 1
Se estivermos a olhar na primeira imagem para Explandon, o centro de Ensa é o núcleo da Via Láctea… de acordo com o texto. E toda aquela mancha poderá ser um conjunto inacabado do tal grupo central (o 5º de Explandon)
Voltando à Via Láctea, veja estes detalhes:
“(168.1) 15:3.5 O centro de rotação do vosso sector menor situa-se em uma posição bem distante dentro da nuvem estelar enorme e densa de Sagitário, em torno da qual o vosso universo local e todas as suas criações movem-se e, de lados opostos do vasto sistema subgalático de Sagitário, vós podeis observar duas grandes correntes de nuvens de estrelas emergindo em estupendas espirais estelares.”
Sector Menor = Ensa;
Nuvem de Sagitário = Uma das escoras da Via Láctea + o seu núcleo;
Universo Local = Nebadon
Expirais estelares = as tais escoras da Via Láctea
Ora sabemos que a escora de Sagitário é mais densa junto ao centro da Via-Lactea, e mesmo esse centro é considerado como o centro de Sagitário. Isto poderia significar que o tal centro de rotação de Ensa é o centro da Via Lactea, como concluímos anteriormente, e essas duas grandes correntes expirais emergindo serão as duas escoras paralelas à escora de sagitário.
“(168.2) 15:3.6 O núcleo do sistema físico, ao qual pertencem o vosso sol e os planetas a ele ligados, é o centro da outrora nebulosa de Andronover. Inicialmente essa nebulosa espiral era ligeiramente distorcida pelas interrupções de gravidade ligadas aos eventos decorrentes do nascimento do vosso sistema solar, e que foram ocasionadas pela aproximação, até muito perto, de uma grande nebulosa vizinha. Essa quase colisão transformou Andronover em algo semelhante a uma agregação globular, mas não destruiu totalmente a procissão bi-direcional de sóis e dos grupos físicos ligados a eles. O vosso sistema solar, agora, ocupa uma posição bastante central em um dos braços dessa espiral distorcida, situada a meio caminho, indo do centro, na direcção da borda da corrente estelar.”
Sistema Físico = Monmatia
Andronover = Uma escora antiga que existiria no lugar da escora de Orión?
Dentro de Ensa dediquei-me a tentar encontrar NEBADON, e fiquei satisfeito com o resultado com pontos muito interessantes (que quase passam despercebido) e que nos pode ajudar na nossa localização:
· “(458.2) 41:3.2 (…) A maior estrela no universo, a nuvem estelar de Antares, tem quatrocentas e cinqüenta vezes o diâmetro do vosso sol, e sessenta milhões de vezes o seu volume.” Já foram descobertas estrelas maiores que Antares. Isso significa que Antares está dentro das fronteiras no nosso Universo de Nebadon. Os nossos astrónomos dizem que essa estrela está a 605 anos luz de distancia… uma linha que pode demonstrar um universo local bastante maior que o pensado…
· MAS… Existe uma estrela maior e mais próxima de nós que Antares… isto deixou-me a princípio algo preplexo. Essa estrela é Beltegeuse e está a 427 anos Luz de Urântia… fiquei meio desorientado neste ponto e fui investigar. Ao verificar a posição de ambas as estrelas, concluí que estão em extremos opostos quando olhadas da nossa posição. Isto fez-me lembrar um outro parágrafo do LU, veja:
· “(466.4) 41:10.5 Urântia está relativamente isolada, na periferia do vosso sistema de Satânia, e, com uma excepção apenas, é a esfera mais distante de Jerusém, ao passo que o próprio sistema de Satânia está próximo do sistema mais externo de Norlatiadeque; e essa constelação agora atravessa a orla externa de Nébadon. Vós estivestes realmente entre as mais humildes de todas as criações, até que a auto-outorga de Michael houvesse elevado o vosso planeta a uma posição de honra e de grande interesse universal. Algumas vezes, os últimos serão os primeiros, assim como verdadeiramente o menor pode torna-se o maior.” Isto significa que, se estamos isolados na periferia de Nebadon, quase tudo o que vemos apenas em uma direcção é NEBADON… certo? Do outro lado não, excepto por um planeta habitado… (até parece que colocaram este parágrafo para mim…) Isto quer dizer que se queremos olhar para Nebadon devemos olhar na direcção da Antares, e não de Beltegeuse… (respiro fundo)
· Procurando por mais limites para Nebadon, deparei-me com esta pista, meio dissimulada à primeira vista: “(455.3) 41:0.3 Uma ou mais — até mesmo várias — dessas nebulosas podem estar compreendidas no domínio de um único universo local, do mesmo modo que Nebadon foi fisicamente formado por uma prógene estelar e planetária da nebulosa de Andronover e de outras. As esferas de Nébadon têm origem em nebulosas diversas, mas todas elas apresentavam uma certa movimentação mínima comum no espaço ajustada assim pelos esforços inteligentes dos directores de potência, para produzirem a nossa agregação actual de corpos do espaço que viajam juntos como uma unidade contínua nas órbitas do superuniverso.” Isto quer dizer que muito da mancha estelar de Nebadón tem uma movimentação artificial, com o objectivo de dar-lhe uma homogeneidade de movimentação, uma certa estabilidade e para não se separarem fisicamente na viagem galáctica. Se é artificial tal movimentação, então é única no seu conjunto, e se procurarmos a nuvem estelar que segue uma mesma procissão e direcção, então estaremos a olhar para dentro de Nebadon. CERTO? Assim sendo começam a surgir evidências. O nosso grupo estelar faz parte de uma procissão conjunta de corpos espaciais que é denominada Scorpius Centaurus da qual a nossa querida Antares faz parte, mas a Beltegeuse NÃO! J Nesta mesma procissão está então a Scorpius Centaurus, a PerseusII e a Orion OB… Todo este grupo forma uma nuvem (ou aglomerado) homogéneo com cerca de 700 parsecs de diâmetro e 70 de espessura. Os astrónomos chamam a isto de “Gould Belt” ou cinturão Gould.
CONCLUINDO: O Cinturão de Gould foi descoberto por um astrónomo em 1897 com este nome. É um anel parcial com uma extensão aproximada de 3000 anos luz, tem uma ligeira inclinação em relação ao plano da Via Lactea, tem uma série de estrelas, estando o nosso Sol a 325 anos-luz do seu centro. Os cientistas dizem que poderá ter cerca de 50 milhões de anos de idade e a sua origem é incerta. E este é o braço (ou a escora) espiral que, a meu ver, compõe NEBADON.
· Será o Goult Belt o Universo Local??
Para ver de forma detalhado NEBADON, aqui vai um LINK:
http://galaxymap.org/detail_maps/download_maps/gould.png
O que vocês acham, caros Mantovani e Carlos Leite e demais??
RM