Amigos e Irmãos,
Entre todos os que vêm estudando O Livro de Urântia acredito que a maioria de nós fique surpreendido com o grau de sabedoria com que depara em quase todas as páginas.
Consultando as mentes mais geniais que surgiram no planeta (TODOS os filósofos, teólogos, cientistas, escritores, religiosos), nenhum deles produziu uma obra a esse nível, com essa profundidade e entregando solução de continuidade para a busca existencial a esse ponto. Diante de uma obra assim, os seres humanos das próximas gerações podem confiar, porque finalmente têm a garantia de que a origem e propósito do universo deixa-se (e faz-se) conhecer.
Tragam-me uma obra humana com esse grau de profundidade conceitual e com tamanha abrangência e o seu autor merecerá ser nomeado o mais genial de todos os pesquisadores e buscadores da humanidade... para alguém que possa achar isso exagero, é muito simples: todas as obras produzidas (que não tenham desaparecido na poeira do passado) estão aí à disposição dos analistas. Os dados são concretos e passíveis de estudo. Ou seja, este desafio não está lançado no vazio. É um desafio real que eu coloco a qualquer um.
Então, se nenhum ser humano conseguiu, até este ano de 2010, ir tão longe, eu pergunto: quem escreveu O Livro de Urântia?
Até agora, só consigo dar uma parte da resposta: está claro que não foram seres humanos.
Carlos Leite da Silva
Editorial / Revista on-line www.luz-e-terra.com.br
Traduções e revisões www.pedraderoseta.com.br

Como não recebemos O Livro de Urântia
Recentemente, um grupo de ministros do norte de Indiana, que estavam envolvidos no estudo de O Livro de Urântia, passou o dia conosco e, durante a tarde, o Dr. Sadler conduziu um debate sobre "Como não obtivemos O Livro de Urântia."
O seguinte é a parte principal dessa apresentação:
Vários membros do grupo que participou nos "contatos" preliminares, que conduziram à aparição dos Documentos de Urântia, tinham experiência considerável na investigação de fenômenos psíquicos. Esse grupo logo chegou à conclusão de que os fenômenos relacionados com a personalidade que mais tarde esteve associada com os Documentos de Urântia, de modo algum eram similares a qualquer outro tipo de fenômeno psíquico conhecido – tal como hipnotismo, escrita automática, clarividência, transes, mediunidade, telepatia, ou dupla personalidade.
Deve ficar claro que os antecedentes dos Documentos de Urântia não estiveram associados, de modo algum, com o chamado espiritismo- com as sessões e com a suposta comunicação com os espíritos de seres humanos falecidos.
Acesse para mais informações:
http://www.urantia.com.br/artigosC.php?id=8
Fraternalmente,
Wagner.