| O LU fala da alma Divina e o espiritismo fala da alma material ou, humana e são elas que se comunicam e ditam livros... Darrocha. --- Em qui, 3/12/09, Ari <ari.p...@signumdesign.com.br> escreveu: |
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| Urântia é envolvida por vários mundos ou dimensões invisíveis, ainda materiais, mas, de natureza infinitamente mais sutis que os místicos identificaram como plano astral(4ª dimensão), plano mental(5º dimensão, ... e outros e dizem que o mental abstrato, o mental concreto e o emocional ou astral constituem a alma humana. O oajetivo desta alma, que é uma cópia da criatura que viveu a vida física e herda a mente material, é levar a experiência da vida para a mãe que é o ser supremo... Darrocha. --- Em ter, 8/12/09, Ari <ari.p...@signumdesign.com.br> escreveu: |
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Queridos Irmãos do Caminho,
Embora a conversa em torno da possibilidade de reencarnação esteja sendo protagonizada por “meia-dúzia” de buscadores, fico imaginando que haverá dezenas que vêm lendo com entusiasmo essas trocas saudáveis.
Fico imaginando esse panorama porque esse é o meu caso. Tenho que lhes agradecer porque a entrega de vocês a essas inquirições e explanações desencadeia um entusiasmo contagiante. Quero, em nome de todos os que se mantêm em aparente silêncio (se eles me permitirem essa representatividade rss) agradecer pelo tempo que todos os declarantes (Ari, Dalmo, Nemias, Luiz, Raimundo, Paulo César, Rangel, Rogério, Fabio, Jorge César, Rodrigo, Angélica) têm dedicado ao assunto.
De fato, essa é uma “imensa” questão (a reencarnação), assim como era outra que alguém há pouco tempo desencadeou sobre como o universo descrito pelo LU ficava minúsculo comparado com as atuais observações científicas.
Confesso que desde há anos essas duas questões foram um baque e um “balde de água fria” para mim, que ansiei dar os maiores créditos ao LU, reconhecendo-o como a mais profunda entrega de verdade que jamais me foi dado ver nesta vida.
Então, da mesma maneira que demorei cerca de um ano para gerir e “engolir” a negação da reencarnação protagonizada pelo LU (porque a adesão “absoluta e sem reservas” ao conceito de reencarnação me acompanhava há mais de 20 anos), tive que, durante anos mais recentes, lidar com o que ainda se vai configurando na minha mente como paradoxos relativamente ao LU.
Então, como, em última instância, enquanto não formos testemunhas vivas da verdade, tudo se resume a uma questão de fé, a minha estratégia foi a seguinte: decidi assumir uma “atitude filosófica” diante dessas problemáticas.
Parto do princípio que o universo e a vida serão sempre algo mais maravilhoso, verdadeiro, belo, pleno de significado do que a minha mente humana alguma vez poderá conceber. E decidi ser livre nas minhas crenças, ou seja, decido hora a hora aquilo em que quero acreditar (dentro de um senso lógico que me satisfaça e com os limites que me acompanham na passada evolutiva, claro)... e, então, depois de uma adesão ao que me faz sentido, também fica claro toda uma amplitude de respostas (para já) irresolúveis, diante das quais, mais uma vez, me cabe uma decisão. E a minha decisão é optar pela visão que se me afigura mais inspiradora, mais bela, mais repleta da misericórdia do Deus Pai que eu imagino.
Concluindo, deixei de me ocupar com a questão (sem deixar de a valorizar, compreendam) de se existe reencarnação ou não, de se o LU é uma grande invenção ou uma grande revelação... simplesmente arrogo-me o direito de escolher “hora a hora” o que me faça mais feliz, me traga mais satisfação e plenitude.
Enquanto isso, com a graça de Deus, sei que chegará o dia para eu ter a resposta, dessa vez, sim, de maneira absoluta e inequívoca.
O LU assume-se (muito saudavelmente) como verdade relativa em uma fase de um processo da passada evolutiva. Isso já é bem melhor e VERDADEIRO do que os pretensos livros “sagrados”... e tudo o resto nele (os amigos buscadores com certeza já detectaram isso nele) está uns belos graus acima e mais fundo do que todos os outros livros consagrados (Bíblia, Corão, Torá, qualquer um)... nunca se foi tão longe como com o Livro de Urântia. Se foi um mero homem (ou homens) a escrevê-lo, então alguém que lhe dê a medalha do mérito planetário, que lhe atribua o Nobel de ser mais genial que qualquer Einstein que já conhecemos, que o venerem como o maior dos profetas que os islâmicos querem negar ser possível surgir depois do deles... enfim, digo tudo isto com ironia, mas se foi um homem (ou homens) a escrevê-lo, ele merece uma estátua logo abaixo da do Cristo Redentor, porque com certeza configurou uma luz poderosa de discernimento único para a humanidade.
Então, meus queridos, leio o LU e fico espantado, assombrado, maravilhado... sempre. Mesmo com seus erros, que eu não sei quais são, mas que com certeza os terá... pode ser que a negação da reencarnação seja um deles, pode ser que um universo mais diminuto do que eu imaginava seja outro... sinceramente, não é importante (mas, com certeza, extremamente interessante de perscrutar e debater). Importante é ter-nos sido entregue uma luz que vem reiterar (e para mim re-certificar) que o universo e a vida são plenos de significado... e, coisa maravilhosa, veio dizer-me que o Pai, o nosso Pai, é uma pessoa (!?!!)... essa é a mais espantosa das revelações para mim... eu nunca tinha imaginado isso antes, não dessa maneira... essa foi uma libertação estupenda para mim: de repente tudo fez sentido: a compaixão e o amor fizeram sentido, deixaram de ser letra morta e teoria para mim...
Agradeço de coração e alma ao Livro de Urântia e a quem o produziu... agora sei qual é o sentido e o nexo... é em direção ao nosso querido Pai, aprendendo a dar as mãos aos meus irmãos.
Agradeço pelo LU, agradeço pelo Pai e agradeço por vocês.
Caro Carlos Leite
Sua palavras são tocantes!
Apesar de haver estudado a doutrina espírita por um bom tempo, a reencarnação e a comunicação com os espíritos de humanos desencarnados nunca me convenceu.
Mas tenho a honra de haver estudado e ser amigo de um respeitado palestrante e autor de alguns livros consagrados na comunidade espírita pelo Brasil, chamado Severino Celestino da Silva.
Há uns 6 ou 7 anos atrás, presenteei professor Celestino com uma edição do Livro de Urântia em versão CD-ROM (na época o livro ainda não havia sido impresso).
Muito amavelmente ele autografou e me deu de presente um livro seu chamado: “Analisando as Traduções Bíblicas”.(por sinal muito bom)
Algum tempo depois nos encontramos e lhe perguntei:
“Professor, qual sua avaliação daquela obra?”
E entre outras coisas ele disse:
“Não li ainda por completo, mas meu próximo livro dificilmente não terá a influência daquela obra.”
E encerrou dizendo:
“Daquilo que li até agora, nunca vi tanta verdade em toda minha vida!
Já se vão alguns anos desse diálogo e não sei se o professor Celestino já leu todo o Livro de Urântia.
Mas caso tenha lido, qualquer dia desses vou expor aqui as considerações dele sobre a inexistência da re-encarnação nas páginas do LU... Algo que de fato tem sido imensamente difícil para os nossos amigos espíritas digerir.
Forte abraço
E muito Luz e Paz
Guto
João Pessoa-PB
Também não seja exagerado Ari.
Conforme o LU até mesmo no Paraíso a filosofia será nossa desafiante companheira.
Pág. 303
Próximo da satisfação suprema da adoração está o regozijo da filosofia. Nunca chegareis a subir tão alto, ou a avançar até tão à frente, a ponto de não restarem mil mistérios que demandem o emprego da filosofia para uma tentativa de solução.
Os Mestres filósofos do Paraíso deliciam-se em guiar a mente dos seus habitantes, tanto a dos nativos como a dos que ascenderam, na busca jubilosa de tentar solucionar os problemas do universo. Esses mestres superáficos da filosofia são os “homens sábios do céu”, os seres do saber, que fazem uso da verdade do conhecimento e dos fatos da experiência nos seus esforços para ter a mestria do desconhecido. Com eles, o conhecimento atinge a verdade, e a experiência ascende até a sabedoria. No Paraíso, as personalidades ascendentes do espaço experimentam o ponto mais elevado do ser: eles têm conhecimento; conhecem a verdade; e podem filosofar – pensar a verdade –; eles podem até mesmo procurar abranger os conceitos do Último e intentar compreender as técnicas dos Absolutos.
Na extremidade sul dos vastos domínios do Paraíso, os Mestres da filosofia conduzem cursos aprofundados sobre as setenta divisões funcionais da sabedoria. Ali, eles discorrem sobre os planos e os propósitos da Infinitude e procuram coordenar as experiências e compor o conhecimento de todos aqueles que têm acesso à sua sabedoria. Eles desenvolveram uma atitude altamente especializada para com os vários problemas do universo, mas as suas conclusões finais são sempre obtidas na uniformidade do consenso.
Esses filósofos do Paraíso ensinam por meio de todos os métodos possíveis de instrução, incluindo a mais alta técnica gráfica de Havona e certos métodos do Paraíso de comunicar a informação. Todas essas técnicas mais elevadas de compartilhar o conhecimento e de transmissão de idéias estão muito além da capacidade de compreensão da mente humana, até mesmo da mais altamente desenvolvida. Uma hora de instrução no Paraíso seria equivalente a dez mil anos dos métodos urantianos de palavra-memória. Vós não podeis apreender tais técnicas de comunicação, e não há simplesmente nada, na experiência mortal, com o que elas possam ser comparadas, nada a que possam assemelhar-se.
Os mestres da filosofia têm um prazer supremo de compartilhar a sua interpretação do universo dos universos com os seres que ascenderam dos mundos do espaço. E, conquanto a filosofia possa nunca estar tão firme, nas suas conclusões, quanto os fatos do conhecimento e as verdades da experiência, ainda assim, quando houverdes escutado esses supernafins primários discorrendo sobre os problemas não resolvidos da eternidade e sobre as atuações dos Absolutos, vós sentireis uma satisfação certa e duradoura a respeito dessas questões ainda em aberto.
Essas buscas intelectuais do Paraíso não são teledifundidas; a filosofia da perfeição está disponível apenas para aqueles que se encontram pessoalmente presentes. As criações que giram à volta do Paraíso ficam sabendo desses ensinamentos apenas por intermédio daqueles que passaram por essa experiência e que, subseqüentemente, levaram essa sabedoria até os universos do espaço.
Filosofar não só pode como é deveras saudável!
Olá Carlos,
Aproveito isto do seu email para fazer um comentário:
“Então, meus queridos, leio o LU e fico espantado, assombrado, maravilhado... sempre. Mesmo com seus erros, que eu não sei quais são, mas que com certeza os terá... pode ser que a negação da reencarnação seja um deles, pode ser que um universo mais diminuto do que eu imaginava seja outro...”
A verdade pode ser relativa, mas existe a Verdade absoluta (conceito do LU e com maíuscula). Dentro das verdades relativas, pode haver erro que aparece quando conseguimos ampliar o contexto inicial. Exemplos:
a) Distâncias no universo: atualmente as entendemos como linhas retas (diretas diria o Ricardo em Portugal), seguindo e geometria euclidiana, mas uma ampliação disto para as necessárias elipsóides que o Paraíso impõe ao universo, criaria um novo contexto e uma redefinição do conceito de distância.
b) Não há reencarnação para humanos no contexto universal atual, e uma possível ampliação disto passaria pela exclusão do conceito de tempo, criando um contexto onde não há morte, e, portanto, nem reencarnação, nem ressureição, que são oriundas do conceito de morte, ou seja, nem tocaríamos no assunto.
Eu acredito que os erros do LU vão aparecer à medida em que possamos ampliar nossos contextos, ou, como o LU diz, nossa consciência cósmica, mas isto segue sendo totalmente um processo objectivo.
Digo isto por ter visto nesta lista, e fora dela também, muitas pessoas usarem o conceito de verdade relativa aplicado à subjetividade de cada um, em idéias do tipo “minha verdade é diferente da sua” ou “o que é verdade para você, pode não ser para mim”.
Erros no LU não irão aparecer nestes conceitos subjetivos, mas somente nas ampliações de contexto, quando as pudermos fazer (talvez somente as futuras gerações).
Fraternalmente,
Rogério
| Ari, Não vejo os mundos invisíveis de Urântia como caminho para os mundos moronciais pois quem vai para a morôncia é a Alma Divina o que acontece, no momento da morte é uma separação da parte que segue na direção do Pai da parte que atraída pela gravidade do Ser Supremo, porisso o LU chama este episódio de o ESCAPE, pois é muito dfícil escapar da força atrativa do Supremo e não espero nestes mundos alcançar evolução, pois neles estaremos pela metade, sem o Ajustador de Pensamento... É apenas uma volta para a Mãe, onde há eternidade, mas, não há individualidade... Veja este texto do LU que fala dos reinos invisíveis e observe que, se não houvesse ninguém la não seriam necessários guardiões ou patrulheiros... Doc. 77
2. As Sentinelas Planetárias. As criaturas intermediárias são guardiãs, são as sentinelas dos mundos do espaço. Elas executam tarefas importantes como observadoras para todos os numerosos fenômenos e tipos de comunicação que sejam de importância para os seres sobrenaturais do reino. Elas patrulham o Reino invisível espiritual do planeta. - Darrocha. --- Em qua, 9/12/09, Ari <ari.p...@signumdesign.com.br> escreveu: |
Olá Guto!
Que citação maravilhosa que você nos trouxe!
Realmente... os prodígios que nos esperam ao longo do caminho eterno e infinito... é verdadeiramente reconfortante!
Vou repetir aqui a resposta que enviei para o Ari porque vem complementar esta sua citação.
Aqui você refere uma filosofia do Paraíso... na minha resposta ao Ari eu exponho as filosofias da mente humana de fundo racionalista.
Que visão maravilhosa que você nos trouxe! J
E obrigado por suas palavras... que bom que se sensibilizou com o que eu disse, porque foi dito com o coração. J
Reproduzo aqui a resposta ao Ari:
“atitude filosófica” foi uma mera força de expressão (daí as aspas). Foi com a intenção de significar que eu decidira deixar de me preocupar (incomodar?! rss) com essas posições divergentes que encontrava entre o LU e algumas correntes espiritualistas que me mereciam o maior crédito (nomeadamente, o espiritismo... Kardec, Chico Xavier, Ramatís, etc., etc.).
No entanto, achei que sua referência e citação do LU mostram (mais uma vez e sempre!) como é um livro fulcral para o avanço da humanidade. A impressão que eu tenho da citação que você escolheu é que ela se refere às doutrinas filosóficas humanas e de como elas (quase sem exceção) são simplistas e decorrentes de pressupostos distantes da plenitude de sentido da realidade. Isto principalmente no caso em que seus postulados e formulações, mesmo quando partiram de grandes mentes humanas, pretenderam sistematizar a realidade a partir de um filtro meramente racional. Os resultados dessas elucubrações filosóficas chegam a ser pueris de tão redutoras, quase todas diminuindo e mecanicizando a vida, quando não mesmo (permitam-me a expressão forte) chegando algumas ao extremo de cuspir no rosto supremamente benevolente da vida. Inscrevo nessas (vãs) filosofias muitos entendimentos religiosos (contágios daquela religião de evolução referida pelo LU e não das verdadeiras revelações). Na verdade, quase toda a humanidade está mais ou menos permeada desse reducionismo: basta olhar para o seu estado evolutivo.
De qualquer maneira, felizmente, correntes filosóficas atuais começam a romper esses paradigmas de fundo racionalista e cientificista (não científico). Eu tenho esperança que a humanidade vai nascer (para a fase de luz e vida)... mas o processo de parto não está sendo fácil... e, quem sabe, ainda deverá ser muito demorado.
Então, parece-me que é esse o alerta do LU: um alerta para as “vãs filosofias”, aquelas que não atribuem um sentido inteligente, deliberado e supremamente consciente e amoroso aos caminhos da história, que levam do alfa ao ômega... sendo alfa e ômega um só, com certeza, e, o mesmo é dizer, impregnando o nosso passado e o nosso presente do nexo do futuro. Acima de tudo, a filosofia humana carece da presença desse Pai Pessoal que eu referi antes e que (eu acho) revoluciona e expande todo o entendimento que qualquer criatura poderá ter da realidade e que atribui a qualidade verdadeiramente transcendente à vida.
Ari e Guto, um grande abraço e muito obrigado por suas contribuições tão valiosas!
Carlos
Olá Ari
Evidente está, que não expus o fragmento na intenção de estabelecer a nossa vã filosofia ao nível da perfeição filosófica do Paraíso. Mas somente mencionar que a filosofia também será nossa eterna companheira em toda nossa trajetória até lá. E isso é e será saudável, (filosofemos!:)), mesmo havendo os perigos que o LU nos apresenta no outro fragmento exposto.
Comparar a filosofia da turma de lá, que em uma hora aprende o que a turma de cá levaria 10 mil anos para assimilar, seria tolice total e completa! :)
E Ari
Parabéns pela forma como expuseste os questionamentos. Não é primeira vez, nem será a última, que a questão conflitante da reencarnação é trazida a baila por aqui. Mas esta é primeira vez que ela começa e encerra sem ressentimentos, devaneios e outras neuroses quetais.
Fraternalmente
Guto
Ari,
Ari,
A preocupação dos que aqui nesta lista depositam sua confiança no LU não é discorrer sobre a temática da re-encarnação ou qualquer outra.
O nó górdio da questão (especificamente aqui nesta lista) é a dogmática postura de alguns crentes da reencarnação que por aqui já ingressaram cheios de amargor e ressentimentos... Pareciam até furiosos cruzados na batalha contra blasfemos e infiéis.:)
Enfin, não é objetivo desta lista tratar de temáticas extra Livro de Urântia. Mas se todos tivessem a tua postura falaríamos de re-encarnação ou outro tema extra LU sem grilos nem traumas.
Quanto “as hipotéticas próximas vidas”, até agora desconheço um autêntico crente dessa revelação preocupado com elas. Tenha conhecido sim, é pessoas honestas e sinceras na sua intensa batalha pela fé viva e pela evolução da suas almas, almejando ser um pouco melhores a cada novo dia.
Mas conscientes de que tais desafios exigem a postura do devido “equilíbrio”... Tal como nos ensina outro primoroso adágio budista: “Se esticarmos demais a corda ela arrebenta; se a deixarmos frouxa ela não toca”. :)
Cordial abraço
Guto
| Dalmo, você está falando sobre seres invisíveis, para alguns, no mesmo mundo... Darrocha. --- Em qui, 10/12/09, dalmo ribeiro do val marques <dalmom...@gmail.com> escreveu: |
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Olá Rogério,
Concordo com você de que, para lá da fronteira dos nossos entendimentos (“verdades”) relativos está a VERDADE absoluta... se não fosse assim não existiriam sequer as nossas verdades relativas, nem, para todos efeitos, sequer existiria a realidade (o mesmo é dizer que nada seria/existiria).
Isto para mim traz uma sensação muito reconfortante rss... deixa-me mais livre e relaxado no processo de evolução das minhas “verdades” oscilantes e progressivas, porque tenho a “garantia” de que me aproximarei constantemente da VERDADE absoluta.
Provavelmente alguém poderá ficar chocado com o que vou dizer agora, se for o caso, peço já desculpa rss...
Então, no período em que o LU foi entregue (início do séc. XX) o conhecimento astronômico ainda era muito incipiente.
A classe científica, em sua maioria e na abordagem acadêmica específica da época, imaginava um universo bem insignificante comparativamente às observações de que usufruímos agora.
Na decorrência disso, e por causa da (aparente) incorreção (suposta e aparente, insisto) do tamanho do universo descrito no LU, confesso que fiquei desconfiado em relação aos receptadores humanos do LU.
Fiquei pensando se não teria havido uma “mãozinha” de censura humana... e uma consequente alteração do manuscrito original, por parte dos seres humanos incumbidos da preservação do manuscrito, devido a eles não terem sido capazes de se confrontar conceitualmente com uma observação do universo que seria muito mais grandiosa do que era concebido no início do século XX.
Claro que tudo isto (eu sei, eu sei), o mais provável é que seja completamente uma “viagem” minha...
Foi só uma leve desconfiança que bateu rss... quem sabe, um escape para eu não lidar com as MINHAS insuficiências conceituais.
Também concordo com você de que provavelmente a “chave de aferição” das distâncias astronômicas descritas no LU não é a que utilizamos no nosso atual estado evolutivo.
É a minha crença e o meu desejo rss...
Ou então, o universo habitado é realmente diminuto AINDA... e o campo astronômico de 13 bilhões de anos-luz com milhões de galáxias a que assistimos está praticamente vazio de presença humana POR AGORA.
(Esta imagem de campo profundo foi capturada pela nova WFC3/IR câmera instalada no Hubble em agosto de 2009 durante uma exposição de 4 dias por 173.000 segundos. Os objetos mais tênues têm cerca de 1 bilionésimo do brilho que pode ser visto a olho-nu. A luz das galáxias observadas levou em torno de 13 bilhões de anos para chegar até nós. Crédito: Hubble/ESA/NASA)
Enfim, também quero expressar que, para mim, toda essa problemática não é decisiva para alterar o agradecimento que tenho e a relevância que atribuo ao LU.
Porquê? Porque, mesmo que fosse unicamente a Via Láctea a ter vida humana, para mim já estaria de muito bom tamanho... já implicaria muitos milhões de anos de viagem pessoal, com certeza.
Também concordo com você de que a chave são as ampliações conceituais, e de que é um pouco infantil ficar remetendo os argumentos para as “minhas verdades” contrapostas às “verdades dos outros”... não é por aí que poderemos progredir. J
Qualquer livro dos ditos “sagrados” está repleto de inverdades, mentira, abuso, ofensa ao divino... no entanto, isso não lhes retira imensos méritos graças à contraparte benéfica que eles exalam.
Daí que eu não fico também grandemente aflito com qualquer sugestão de alguma “inverdade” (ou verdade relativa) no LU.
E também, com certeza, sempre responsabilizei mais rapidamente as minhas insuficiências conceituais da hora por qualquer suspeita de inverdade que o LU me pudesse suscitar.
Todo o edifício conceitual do LU (no todo e nos detalhes) é simplesmente prodigioso... no mínimo, a imensidão e profundidade conceitual das exposições do divino têm que obrigatoriamente fazer qualquer pensador mais profundo parar diante da escadaria, olhar com pasmo para os torreões que se avolumam pelo espaço e pela eternidade, reconhecer que não consegue sequer vislumbrar seus pináculos na distância, mas ter a certeza (da fé) que lá estão porque o bojo do edifício que o confronta em baixo, ao nosso nível, é espantosamente real... e então, pôr um joelho em terra, agradecer e reverenciar.
Avancemos! J
Grande abraço
Carlos
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Ari
Eu também leio e releio, por várias vezes, mas também leio outras informações de outros autores e por acaso esta semana estava pesquisando na web outras considerações sobre o LU e deparei com uma que gostei no site do Projeto Orbum, lá explica, como foi escrito o LU.
Entendi que o Médico Dr. Willian Sadler, começou a pesquisar sobre assuntos paranormais e acabou formando um grupo que no final se tornou o responsável pela organização das informações. Acho que vale a pena ler, entra pelo Google. WWW.orbum.org
Eu entendi que este grupo, liderado por um médico que é uma pessoa cética por natureza devido sua formação, morando nos Estados Unidos da América no princípio do século vinte, e que afirmava que a totalidade das manifestações paranormais eram fraudes, não aceitaria as informações vindas de uma pessoa que usa o fenômeno que conhecemos como mediúnico.
Eu sempre admirei o povo americano, mas numa época da minha vida trabalhei com uns americanos por alguns meses aqui no Brasil, vieram uns oito indivíduos para administrar a empresa que eu trabalhava, neste convívio do dia a dia, pude observar que o americano médio, é muito pior que a média da classe média brasileira, quero dizer que as pessoas de lá que tem o alguma instrução, que freqüentam a igreja todos os domingos, rezam acreditam em Deus, deixam muito a desejar.
Partindo desta minha vivencia avalio a situação deste grupo que levou quase vinte anos na fase de ajustamento até começar a, vamos dizer, traduzir o LU para uma linguagem deles. Eles não são melhores que outros para fazer isso, penso que foram escolhidos pelo fato de não conhecerem nada de comunicação com outros seres de outras esferas, orbes, seja lá o nome que quisermos dar.
O que estou dizendo desde o começo é que eles eram humanos como nós, com as mesmas deficiências, com toda uma bagagem cultural americana e podem muito bem ter dado a interpretação que eles entendiam.
Eu não vejo o LU como a quinta revelação, que me desculpem aqueles que entendem assim, eu leio qualquer coisa que me é apresentado, e tiro minhas conclusões, pode ser que eu mude de idéia quando estiver no mesmo patamar de entendimento que você e os outros membros do Blog.
O importante não é fechar a questão se existe ou não a re-encarnação, mas conseguirmos entender o processo de evolução que temos que seguir, eu ainda não me convenci pelos fatos aqui apresentados, porque não acho que qualquer livro ou texto vindo do além possa ter a verdade absoluta.
Eu acho que tem, ainda, muita coisa do lado de lá, que não foi nem apresentada no LU e nem em outra literatura.
Abraços
Dalmo
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Olá Carlos,
Pelo que eu sei e acredito, não houve interferência humana nos textos. Eles eram guadados num cofre no tempo entre as reuniões do grupo que aconteciam a portas fechadas; quando os membros do grupo de 70 pessoas diziam que o texto em inglês não era bom, este documento desaparecia do cofre (foto abaixo) e reaparecia dias depois, re-escrito.
Eles, os humanos, não inteferiram, mas os reveladores tiveram que usar conceitos e termos correntes para expor as idéias e é neste aspecto que alguma coisa será superada com o tempo.
Depois da primeira publicação, pequenas e pontuais mudanças foram feitas ao texto, mas nos dois últimos anos houve um grupo com pessoas de vários países e associações, presididos pelo Seppo Kanerva, que retomaram o original, mantendo apenas algumas alterações e divulgando uma lista com suas justificações.
Eis um exemplo desta errata ao texto de 1955 (até Janeiro, acredito, estará na web, no site da fundação):
24:1.11
First printing: ...supervisor No. 572,842 has...
Changed to: ...supervisor number 572,842 has... — The
spelled-out version is more correct for this usage and is used in all similar
constructions except one in the UB. Because of the orthographic dissimilarity
between ‘No.’ and ‘number,’ it is necessary to explain
how the former could be in the 1955 text if the latter was intended. It seems
likely that the symbol ‘#’ was likely used here and perhaps at many
or all of these points in the manuscript — being a common and appropriate
handwritten shortcut — and was converted to ‘No.’ here at
some later point at variance with the preferred usage elsewhere in the text and
by a reasonable interpretation of the guidance in the CMOS.
Acredito firmemente que o texto em ingles é seguro, isento de interpretações humanas a menos das citadas nesta errata. São poucas, e tenho o arquivo, caso alguem se interesse.
Rogério

--
Caro NEMIAS
Fui ler texto recomendado por você, é o mesmo que está no site do projeto orbum.
Eu compartilho sua opinião sobre o cético, e vejo que já na carta que ele escreve para o filho quando se dirige para a universidade do Kansas ele estava na verdade sendo intuído por seres superiores a trilhar um caminho que o levaria ao Livro de Urântia.
Porém ao que me parece, o Dr. Willian com toda sua bagagem humana e presunção com relação os fenômenos de comunicação parapsicológicos colocou entre ele e as ditas “comunicações com seres humanos já falecidos”, uma barreira muito grande. Eu entendo o posicionamento dele, que não é diferente de outros médicos que conheço. Ele que me desculpe, mas aqui ele falhou, pena que já se foi e não pode neste blog vir se justificar ou me desmentir.
Isso que ele afirma é um erro, porque nem sempre as comunicações recebidas em sessões espíritas são de seres que já estiveram encarnados, eu já tive a oportunidade de ler algumas coisas pela vida afora e também em vários sites e blogs, cujos autores são seres superiores que nunca aqui estiveram. Por isso ele já parte de um preconceito pessoal, mas ele era humano como nós, ainda que escolhido para esta tarefa, sujeito aos erros de interpretação.
A seguir copiei o texto do site da AUB, e está escrito aí por ele mesmo o seguinte; “ .....falando através do sujeito adormecido.......”
Como se iniciaram os Documentos de Urântia
Depois de cerca de vinte anos de experiência de contato, um suposto estudante visitante, falando através do sujeito adormecido, durante umas dessas vigílias noturnas, em resposta a uma das nossas perguntas, disse: "Se soubésseis com quem estais em contato, não faríeis essas perguntas tão triviais. Antes, vós faríeis perguntas tais que pudessem obter respostas de valor supremo para a raça humana."
Eu só conheço uma maneira de comunicação entre seres de qualquer esfera, nível de evolução e etc, etc, que é a forma de troca de energias mentalmente, a fora a forma do humano encarnado onde existe a troca via sons emitidos pelas cordas vocais em conjunto com a língua, o resto do universo, o faz mentalmente. Se existe outra forma, ou alguém sabe de outra forma, por favor me explique.
Mais abaixo, tem outra explicação, para a questão das distorções nas comunicações, (eu grifei) que diz a dificuldade deles se comunicarem com os Humanos.
Como recebemos os Documentos de Urântia
Quase tudo o que se sabe ou que se pode dizer sobre a origem dos Documentos de Urântia se encontra aqui e ali, n'O Livro de Urântia. Uma lista dessas referências se encontra na parte traseira da sobrecapa do Livro. (NT: Da edição inglesa)
Vejamos brevemente essas citações:
Quanto à escolha dos Estados Unidos, penso que, nada tem haver com o idioma Inglês, porque para os seres celestiais tanto faz o nosso idioma. Eu penso que já se sabia lá fora que eles os americanos se tornariam a nação líder do planeta, para mim isso faz mais sentido.
Mesmo porque, a governança celestial de Urântia, tenta desde Adão e Eva, instituir um governo planetário único e nós com esta mania de tribo, de nos segregar, levantamos fronteiras, instituímos idiomas diferentes, discriminamos uns aos outros, quando na verdade somos todos filhos do mesmo PAI.
Você sempre fala que o grupo do Dr. Willian recebeu o livro pronto, este é um processo que desconheço, se lhe for permitido, poderia me explicar como funciona? Não sei se é possível uma materialização de um livro, se o é porque levaram tantos anos, e se utilizaram de tanta gente?
Porém neste item 8, copiado abaixo, revela que; Criaturas intermediárias sempre são empregadas no fenômeno da comunicação.......... O “sujeito” através do qual se outorgaram os Documentos de Urântia possuía um Ajustador de Pensamento muito experimentado.
Fora o fato de nunca ter sabido da figura do ajustador de pensamento antes de começar a ler o LU, o resto é igual em todos os processos de comunicações de lá para cá.
8. Página 865, parágrafo 2 e Página 1208, parágrafo 7. As criaturas intermediárias sempre são empregadas no fenômeno da comunicação com os seres materiais através da técnica das "Personalidades de Contato." O "sujeito" através do qual se outorgaram os Documentos de Urântia possuía um Ajustador de Pensamento muito experimentado. A relativa indiferença do "sujeito" e a sua despreocupação a respeito do trabalho do seu Ajustador residente foi, em todos os sentidos, favorável à execução e consumação deste projeto revelatório.
Os autores são sempre seres celestiais, mas para fazer chegar ao papel tem que passar por um ser humano encarnado. Ou não?
Não existem comunicações com seres humanos falecidos como ele diz, que não passam por uma criatura intermediária e que precisam de autorização de seres mais esclarecidos ou superiores na hierarquia celeste.
Se, a comunicação passa por um ser humano encarnado existe a interferência na interpretação. Tudo bem que na maioria das vezes a interferência é tão pequena que ela não faz diferença, mas ela existe e principalmente em assuntos que são considerados tabus a distorção tem mais peso, infelizmente. Isso foi o que aprendi não são conclusões minhas.
Quero deixar bem claro que não estou dizendo que o livro está errado, apenas não entendi ainda muito bem este assunto.
O LU, para mim é o esclarecimento de muita coisa que estava apagada, agradeço imensamente aos que escreveram, aos que tornaram realidade e ao irmão que me apresentou, porém vou precisar de muita leitura para entender tudo.
Mas não deixarei de ler nem de ajudar a divulgar aos outros irmãos.
Abraço fraterno
DalmoRogério
O que você está falando é que os textos apareciam dentro deste cofre sem que ninguém pusesse a mão neles?
Isso é fantástico, se foi isso que aconteceu para mim é algo inusitado, jamais poderia pensar nesta possibilidade, nem as pessoas que conheço que conversam com seres não encarnados ou que recebem instruções de lá, tiveram esta experiência.
Agora começa haver uma luz nos fatos.
DalmoDalmo,
Eu não daria muita importância a isto; não me tornei um leitor do LU pelo modo como ele apareceu. O que se sabe é que a redação em inglês era ditada pelo autor do documento, que deveria saber inglês. Há um caso em que o documento demorou mais do que o normal e quando perguntaram porque demorava, a resposta foi que o autor ainda estava aprendendo o inglês.
Este ditado chegava à mente de um ser intermediário e é aqui que acredito que estava envolvido o ajustador da personalidade adormecida; o intermediário então redigia o documento em papel e o deixava para o grupo dos 70 analisar.
Se ele deixava dentro do cofre, não sei, apenas acredito que sim, mas era de dentro do cofre trancado que eles sumiam.
Certa vez o Sadler separou cada documento dos outros com cédulas de dólares e quando reabriu o cofre, lá estavam apenas as notas. Os documentos voltariam com nova redação nos dias seguintes.
Este processo correu de 1934 até 1950, quando foi interrompido pelos reveladores; se estes nada mais falassem até dezembro de 1954, então o livro poderia ser impresso. Foi o que aconteceu e a primeira edição saiu em 12 de outubro de 1955.
Isto é importante apenas num aspecto: não houve interferência de mente humana na redação !
Rogério
De: el...@googlegroups.com
[mailto:el...@googlegroups.com] Em nome de dalmo ribeiro do val marques
Enviada em: sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009 21:12
Para: el...@googlegroups.com
Assunto: Re: [elub:6506] Re: O LU diz categoricamente que não existe
reencarnação?
Rogério
O que você está falando é que os textos apareciam dentro deste cofre sem que ninguém pusesse a mão neles?
Isso é fantástico, se foi isso que aconteceu para mim é algo inusitado, jamais poderia pensar nesta possibilidade, nem as pessoas que conheço que conversam com seres não encarnados ou que recebem instruções de lá, tiveram esta experiência.
Agora começa haver uma luz nos fatos.
Dalmo
2009/12/11 Rogério Reis da Silva <rogre...@yahoo.com.br>
Olá Carlo
Pelo que eu sei e acredito, não houve interferência humana nos textos. Eles eram guadados num cofre no tempo entre as reuniões do grupo que aconteciam a portas fechadas; quando os membros do grupo de 70 pessoas diziam que o texto em inglês não era bom, este documento desaparecia do cofre (foto abaixo) e reaparecia dias depois, re-escrito.
Olá
Os manuscritos estao disponíveis em algum lugar nos EUA? Não
Eles passaram por algum tipo de análise científica? Não
A ordem foi destruir todos os manuscritos e guardar apenas as chapas de impressão da primeira edição (ou como quer que se chamasse isto em 1955). O grupo dos 70 reclamou, achando que não deveriam destruir aquilo, mas a resposta foi que os seres humanos facilmente passam a adorar algum objecto; esta nova religião não deve ter objetos de adoração, pois como o LU diz “ou tudo é sagrado, ou nada é”. O valor do Livro de Urântia está em suas páginas e nem o nome da personalidade adormecida, nem estes manuscritos permaneceram para adoração.
Leia o livro e use, em relação a ele, o slogan do governo Médice nos 70 aí no Brasil: “ame-o ou deixe-o”, e estou certo de que pode ignorar o final adicionado pelos piadistas de plantão: “o último a sair, apague as luzes do aeroporto”.
Rogério
Quase isto Fábio,
Pode-se dizer “isto vai contra o LU”, pois é um livro que apresenta idéias de forma objetiva e objetivamente podemos julgar coisas como aquela.
O ato de fé começa quando o LU fala de coisas que não podemos provar: eu não posso por mim mesmo provar que não existe a reencarnação, então aceito, pela fé no LU, que ela não existe, o que, para mim, fica mais fácil principalmente porque entra em perfeita harmonia com o conceito de Deus que experiencialmente tenho estado a conhecer desde criança.
Mas o objetivo principal do LU é a ampliação da consciêcia cósmica que venha a resultar numa religião pessoal mais intensa e, desta forma, ele deveria ser apresentado como é, sem nenhuma prova científica de que foi revelado a não ser o que cada um consegue com uma leitura pessoal. Se tivéssemos visto uma equipe de reveladores se apresentar em alguma cidade, chegando em grande estilo e rumor, entregando o livro, dando provas cabais de sua validade, etc., etc., etc., então nossa liberdade religiosa desapareceria por completo, quem afinal, iria se opor a uma tal coisa.
Como Jesus nasceu um simples garoto numa aldeia isolada e expôs idéias a quem quizesse aceitar, também o LU segue o “quem tiver ouvidos para ouvir, ouça”.