Fwd: Participe: Seminário Internacional Educação Popular Hoje acontece nesta quinta-feira (22/05)

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Mara Eckmann

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May 20, 2014, 9:18:20 AM5/20/14
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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Ação Educativa <bol...@emacao.org>
Data: 19 de maio de 2014 19:31
Assunto: Participe: Seminário Internacional Educação Popular Hoje acontece nesta quinta-feira (22/05)
Para: reginald...@gmail.com


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No marco de seus 20 anos, Ação Educativa promove seminário sobre práticas de educação popular na atualidade
Encontro debate a relação da educação popular com o Estado, movimentos sociais e novas ações coletivas e apresenta experiências de outros países
 
Com o objetivo de discutir as tendências da educação popular na atualidade, o Seminário Internacional Educação Popular Hoje ocorre na quinta-feira (22/05) no Auditório da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A iniciativa da Ação Educativa pretende reunir pesquisadores, educadores, estudantes e interessados nas formas de aprender e ensinar que ocorrem fora do contexto escolar.
 
O objetivo do seminário é aprofundar e atualizar o debate sobre a educação não escolar de adultos, e, em particular, sobre as temáticas de educação popular e educação para os direitos humanos. 
 
Segundo Sérgio Haddad, coordenador do evento, a iniciativa busca contribuir com a ampliação do espectro de análise sobre as temáticas voltadas aos processos educativos com jovens e adultos no Brasil para além da denominada EJA - Educação de Jovens e Adultos. O foco serão as atividades e processos que estão voltados principalmente para a formação política e cidadã, bem como para defesa e a implementação de direitos.
 
Para facilitar a emissão de certificados, não deixe de preencher o formulário aqui .
 
Confira a programação completa:
 
Seminário Internacional Educação Popular Hoje
Data: 22 de maio de 2014
Local: Auditório da Biblioteca Mário de Andrade (Rua da Consolação, 94 – São Paulo/SP).

9h
Abertura: Sérgio Haddad

9h30 às 11h -  “Educação Popular em outros países”
Discutir como vem se realizando experiências em educação popular na América Latina e na Escandinávia (Folk Schools) no contexto atual.
Participantes:  Nélida Cespedes Rossel (Conselho de Educação Popular da América Latina) e Marcella Milana (Universidade de Aarhus - Dinamarca)

11h30 às 13h -  “Educação Popular e Estado”
Discutir como vem se dando a relação entre práticas de educação popular e o poder público no Brasil.
Participantes:  Maria Aparecida Perez (Prefeitura de São Paulo), Raiane Patrícia Severino Assumpção (UNIFESP), Conceição Paludo (Universidade Federal de Pelotas)

Almoço: 13h às 14h30

14h30 às 16h -  “Educação Popular e movimentos sociais”
Discutir como a educação popular vem sendo produzida e reproduzida no contexto das lutas sociais.
Participantes:  Carmen Silva (SOS Corpo), Maria Cristina Vargas (MST), Central 

16h30 às 18h -  “Educação popular e movimentos, novas linguagens e novas ações coletivas”
Existe um diálogo entre as manifestações recentes no Brasil e seus participantes com processos de educação popular? Que novas estratégias e linguagens são utilizadas?
Participantes:  Movimento Passe Livre (a confirmar), Diego Mendonça (Educador Popular), Douglas Belchior (UNEAFRO).

Encerramento: 18h

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Abraço, paz e bem!
Atenciosamente,
 
Reginaldo Bombini

Campanha da Fraternidade 2014: "Fraternidade e Tráfico Humano"



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fará a abertura oficial da Campanha da Fraternidade de 2014 na Quarta-feira de Cinzas, dia 5 de março, às 14h, em sua sede em Brasília. Este ano, a campanha aborda o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1). A proposta é chamar a atenção da sociedade para esse problema que representa um grande mal em nossa sociedade que traduz o modelo de sociedade em que vivemos, onde as pessoas valorizam mais o "ter" de que o "ser" e, nesse sentido, as pessoas cometem violência sem nenhum arrependimento, pois o foco de suas vidas está em servir o dinheiro, em buscar o enriquecimento material. Portanto, enfrentar o tráfico humano exige mais que simplesmente libertar as suas vítimas imediatas, mas implica em enfrentar suas raízes e eliminar mecanismos que tornam possível sua reprodução, tais como a vulnerabilidade e as injustiças sociais, as desigualdades social, econômica e de gênero, bem como a impunidade e a falta de informação sobre o assunto e como denunciar casos de tráfico humano. 

No irmão traficado, na irmã escravizada, é nossa própria filiação divina que vem sendo negada e a fraternidade abolida. Oxalá a Campanha da Fraternidade 2014 possa nos acordar para o esforço coletivo pela erradicação do tráfico humano em nosso meio!


O que é tráfico de pessoas?
A Organização das Nações Unidas (ONU), no Protocolo de Palermo (2003), define tráfico de pessoas como “o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo-se à ameaça ou ao uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração”. Segundo a ONU, o tráfico de pessoas movimenta anualmente 32 bilhões de dólares em todo o mundo. Desse valor, 85% provêm da exploração sexual.

Quem são as pessoas em situação de tráfico humano?
Há tráfico de pessoas quando a vítima é retirada de seu ambiente, de sua cidade e até de seu país e fica com a mobilidade reduzida, sem liberdade de sair da situação de exploração sexual ou laboral ou do confinamento para remoção de órgãos ou tecidos. A mobilidade reduzida caracteriza-se por ameaças à pessoa ou aos familiares ou pela retenção de seus documentos, entre outras formas de violência que mantenham a vítima junto ao traficante ou à rede criminosa.

Quem são os aliciadores? Quem faz a captação das pessoas em situação de tráfico humano?
Os aliciadores, homens e mulheres, são, na maioria das vezes, pessoas que fazem parte do círculo de amizades da vítima ou de membros da família. São pessoas com que as vítimas têm laços afetivos. Normalmente apresentam bom nível de escolaridade, são sedutores e têm alto poder de convencimento. Alguns são empresários que trabalham ou se dizem proprietários de casas de show, bares, falsas agências de encontros, matrimônios e modelos. As propostas de emprego que fazem geram na vítima perspectivas de futuro, de melhoria da qualidade de vida. No tráfico para trabalho escravo, os aliciadores, denominados de “gatos”, geralmente fazem propostas de trabalho para pessoas desenvolverem atividades laborais na agricultura ou pecuária, na construção civil ou em oficinas de costura. Há casos notórios de imigrantes peruanos, bolivianos e paraguaios aliciados para trabalho análogo ao de escravo em confecções de São Paulo.

O que posso fazer para enfrentar o tráfico de pessoas?
A prevenção é sempre a melhor iniciativa. Portanto, ao verificar que existem indícios de tráfico humano, dê as seguintes orientações:
1) Duvide sempre de propostas de emprego fácil e lucrativo.
2) Sugira que a pessoa, antes de aceitar a proposta de emprego, leia atentamente o contrato de trabalho, busque informações sobre a empresa contratante, procure auxílio da área jurídica especializada. A atenção é redobrada em caso de propostas que incluam deslocamentos, viagens nacionais e internacionais.
3) Evite tirar cópias dos documentos pessoais e deixá-las em mãos de parentes ou amigos.
4) Deixe endereço, telefone e/ou localização da cidade para onde está viajando.
5) Informe para a pessoa que está seguindo viagem endereços e contatos de consulados, ONGs e autoridades da região.
6) Oriente para que a pessoa que vai viajar nunca deixe de se comunicar com familiares e amigos.
http://www.cnj.jus.br/programas-de-a-a-z/cidadania-direito-de-todos/trafico-de-pessoas


Indiferença 

Primeiro levaram os comunistas
Mas não me importei com isso
Eu não era comunista.
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário.
Depois prenderam os sindicalistas
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou sindicalista.
Depois agarraram uns sacerdotes
Mas como não sou religioso
Também não me importei.
Agora estão me levando
Mas já é tarde.
 
E alguns traduzem o final dizendo:
Quando vieram me buscar não havia mais ninguém para protestar...
 
Bertold Brecht
 
Porque o enfrentamento contra qualquer manifestação de violência é uma busca pela efetivação dos Direitos Humanos!

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