Veja o que determina o procedimento adequado para união de aço de construção

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Hileana Fernandes

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Oct 24, 2013, 8:42:59 AM10/24/13
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Veja o que determina o procedimento adequado para união de aço de construção

Veja como escolher a melhor solução ao emendar vergalhões, garantindo o desempenho e evitando o comprometimento estrutural das armaduras

Reportagem: Maryana Giribola

 

É comum a necessidade de fazer emendas em barras de aço na construção civil, seja em armaduras de pilar, estruturas de fundação, recuperação de estruturas, aproveitamento de sobras de barras ou até mesmo para que as barras atinjam o comprimento necessário a fim de vencer grandes vãos. Para cada caso há uma solução mais adequada, já que as alternativas podem variar de acordo com as características da aplicação, de solicitação sobre a barra e com as bitolas dos vergalhões a serem emendados.

A NBR 6.118 – Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimento e a NBR 14.931 – Execução de Estruturas de Concreto – Procedimento estabelecem os tipos de emendas que podem ser utilizados e os respectivos procedimentos, como as restrições de acordo com as condições projetadas e características de cada uma das emendas.

As por traspasse, luvas com preenchimento metálico, luvas rosqueadas, luvas prensadas e emendas soldadas, por exemplo, estão previstas nas normas de projeto e execução de estruturas de concreto.

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Tipos de solda
Quando são soldadas, o que requer aços com características especiais, há quatro tipos de soluções: de topo, por caldeamento, para bitola não menor que 10 mm; de topo, com eletrodo, para bitola não menor que 20 mm; por traspasse com pelo menos dois cordões de solda longitudinais; ou com barras justapostas, sendo essa opção pouco utilizada no mercado por tornar a seção de aço três vezes maior que uma barra convencional. Vale ressaltar que todas essas aplicações devem atender ao procedimento da norma conforme a ilustração.

A solda de topo por caldeamento não requer metal de adição para união das barras. Ou seja, os vergalhões se fundem quando o aço é aquecido por uma corrente elétrica próxima à temperatura de fusão. Nesses casos, as duas barras são pressionadas, topo a topo, por uma força mecânica que promove a união.

Já a solda de topo com eletrodo, as por traspasse com solda e as justapostas utilizam metais de adição, mas, nesses casos, o tipo de arame que fará a ligação pode variar de acordo com a resistência requerida da barra. Além disso, é preciso seguir as recomendações da NBR 14.931, que indicam a forma de soldagem de cada elemento.

Quando se opta por realizar emendas soldadas, é imprescindível o uso de barras com características de soldabilidade previstas pelas normas dos produtos, onde a composição química do aço é controlada. A NBR 14.931 determina quais são os tipos de barras de aço que podem ser soldadas.

Além disso, para executar a soldagem, a operação deve ser qualificada e executada com equipamentos, materiais e métodos apropriados. “É preciso traçar um roteiro, procurar manter a mesma mão de obra e os mesmos padrões de soldagem, realizar ensaios de comprovação, verificar se aquela emenda soldada atende à norma e, sobretudo, qualificar o processo e os profissionais”, aconselha Antonio Paulo Pereira Filho, especialista de produtos da ArcelorMittal Aços Longos.

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 Luvas
Além das emendas soldadas também há a opção de aplicar luvas nas barras de aço. As principais vantagens dessa solução são a redução do congestionamento da armadura e das interferências na seção, assim como a solda topo, além de menor desperdício de aço. Nesses casos, também não é necessário qualquer equipamento de solda ou condição de soldabilidade do material.

Há, basicamente, dois tipos de luvas no mercado, as prensadas e as rosqueadas. O processo de emenda com luva prensada consiste na compressão de uma luva sobre a extremidade de duas barras colocadas topo a topo por meio de uma prensa hidráulica portátil.

Já a emenda rosqueada é formada por duas luvas com rosca interna em uma das extremidades e mais um pino de ligação com rosca externa, que deve ser posicionado entre um vergalhão e outro. As extremidades não rosqueadas das luvas são prensadas nas barras com a utilização da prensa hidráulica. A vantagem da solução é que a prensagem das extremidades não rosqueadas pode ser feita previamente ao posicionamento das barras in loco, viabilizando a emenda onde o acesso às barras é difícil.

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Há também no mercado luvas rosqueadas onde as duas extremidades das emendas possuem roscas internas, assim como as extremidades das barras – que precisam ser usinadas previamente.

“No caso do projetista decidir pelo processo de emenda por luvas, a escolha do método (rosqueadas ou prensadas) vai depender das condições de aplicação de armadura definida em projeto e análise de custo–benefício”, explica Carlos Ortega, instrutor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai).

Solda de posicionamento
O processo de emenda de posicionamento substitui a união convencional da armadura com solda. Nesses casos, as barras ou fios são amarrados com arame recozido no próprio canteiro. É a solução mais adotada nos canteiros de obra quando se trata de armação de lajes utilizando telas e espaçadores treliçados eletrossoldados.

Atualmente, o mercado dispõe de soluções que transferem esses trabalhos para as usinas ou para as unidades de corte e dobra, como é o caso das armaduras treliçadas e telas eletrossoldadas para a execução de lajes, pisos, paredes de concreto, além das armaduras prontas com solda MIG/MAG, onde o fornecimento de estacas, blocos de fundação, lamelas, paredes-diafragma e pilares já são entregues na obra pré-armados com utilização de solda. “Nesses casos, as soldas são só de posicionamento, ou seja, têm o objetivo de tirar do canteiro o procedimento manual de amarrar barra por barra com arames”, explica Pereira.


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Atenciosamente,
Hileana Fernandes


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