ATO
UNIFICADO
SÃO PAULO PELA PALESTINA
Neste sábado, 19 de julho
A partr das 13h - Concentração em frente à Globo, na Rua Chucri Zaidan, 46
14h - Ato em frente ao Consulado de Israel
PRESS
RELASE
Próximo ato pelo fim dos ataques a Gaza em São Paulo: sábado (19).
Concentração será em frente à Rede Globo, próxima à Ponte Estaiada. De lá,
manifestantes seguirão ao local do ato, em frente ao Consulado de Israel( para chegar lá tome o metro linha amarela desça na
estação Pinheiros e tome o trem sentido grajaú, desça na estação Morumbi,
sai em frente o shopping Morumbi e siga a esquerda sentido centro, Rua chucri
zaidan 46, 10 minutos a pé)
Organizações e movimentos unificados em defesa do povo
palestino promoverão, no dia 19 de julho, sábado, às 14h, em frente ao consulado
do Estado de Israel, um ato de protesto contra o massacre de Gaza e em
solidariedade à população que resiste aos bombardeios e ataques crueis das
forças de ocupação.
Desde que teve início a nova onda de ataques por
Israel a Gaza, em 7 de julho, mais de 200 palestinos foram mortos e cerca de
1.500 ficaram feridos, a maioria mulheres e crianças. É a maior ofensiva de
Israel em Gaza desde final de 2008 e início de 2009. Não se trata de um evento
isolado, nem de uma guerra. É mais um capítulo da limpeza étnica do povo
palestino, iniciada há 66 anos, quando da criação do Estado de Israel em terras
palestinas.
A estreita
faixa de Gaza é a área mais densamente povoada do mundo. São 1,5 milhão de
habitantes em apenas 360km2. Enfrenta um bloqueio assassino por parte de Israel
que a torna o maior campo de concentração a céu aberto. Sob o falso pretexto de
defesa, Israel promove uma punição coletiva que é um verdadeiro genocídio. Os
fatos desmontam esse argumento: trata-se de território palestino, ocupado por
Israel em 1967, e o direito de resistência nessas condições é legítimo.
Na Cisjordânia, também ocupada, os palestinos também enfrentam neste
momento punição coletiva, sob outra forma: demolição de casas, prisões políticas
em massa e perseguição de colonos extremistas que ali vivem ilegalmente. Caso
emblemático é do jovem palestino que foi queimado vivo após tortura. As mortes
de três jovens colonos israelenses, usadas como justificativa para mais essa
ofensiva, não têm qualquer comprovação de autoria, em circunstâncias ainda não
esclarecidas. Esses colonos foram colocados lá por Israel para dar continuidade
ao projeto de colonização e apartheid israelenses. A cultura do ódio tem sido
usada por Israel, para manter a ocupação. Portanto, o único responsável por sua
morte é Israel.
As
organizações e movimentos em defesa do povo palestino consideram fundamental
incrementar a solidariedade internacional neste momento e mantê-la mesmo após o
fim dos bombardeios. No Brasil, a estratégia é intensificar a campanha global de
BDS (boicotes, desinvestimento e sanções) a Israel. O País tem ampliado os
acordos militares com Israel, tecnologia usada nos verdadeiros laboratórios
humanos que se converteram os palestinos em Gaza e adquirida para a repressão
sobretudo da população jovem, pobre e negra no Brasil.
Como resposta à
ocupação e aos crimes que estão sendo testemunhados mundialmente através das
mídias e redes sociais, as organizações e movimentos em defesa do povo palestino
em São Paulo alertam que é preciso isolar econômica e politicamente
Israel.
Por uma Palestina livre, com retorno dos milhares de refugiados às terras e casas de onde foram expulsos, as organizações e movimentos exigem:
. Fim imediato dos araques a
Gaza!
. Derrubada do muro do Apartheid!
. Que o governo brasileiro rompa imediatamente as relações militares, comerciais e diplomáticas com Israel!
. Palestina Livre!!!
ATO UNIFICADO
SÃO PAULO PELA PALESTINA
Neste sábado, 19 de julho
A partr das 13h - Concentração em frente à Globo, na Rua Chucri Zaidan, 46
14h - Ato em frente ao Consulado de Israel