O
Naltrexone é um medicamento utilizado para tratamento do
alcoolismo.
Abaixo, alguns links informativos sobre Naltrexone
X alcoolismo:
Vacina é promessa no tratamento do alcoolismo http://www.antidrogas.com.br/mostra_manchete.php?
Mais de 15 estudos atestaram o efeito do Naltrexone... as pessoas sentem menos os efeitos agradáveis da bebida e perdem a vontade de continuar bebendo. http://drauziovarella.ig.com.br/ponto/laranjeira_talcoolismo6.asp
Tratamento da dependência de álcool com Naltrexona: a droga que mata a sede de álcool
http://www.adroga.casadia.org/alcoolismo/naltrexona/droga-mata-sede-alcool.htm
Naltrexone
X Câncer
Abaixo,
a justificativa para o uso do Naltrexone no tratamento do câncer:
O
naltrexone administrado em baixa dose ao deitar, bloqueia os
receptores opiáceos endógenos por curto período de tempo. Durante
o bloqueio dos receptores o organismo produz grandes quantidades de
endorfinas e meta-encefalinas como resposta tipo “feedback”
positiva, as quais saturam esses receptores quando o naltrexone deixa
de ocupá-los . As endorfinas e as meta-encefalinas formadas neste
processo vão induzir uma resposta imune aguda provocando intensa
linfocitose com proliferação de linfocitos Th1 e supressão dos
linfocitos Th2.
O naltrexone ingerido ao deitar provoca na
hipófise o aumento agudo da produção de beta-endorfina e na
supra-renal o aumento agudo da produção de meta-encefalina .
Cerca
de 90% dessas substâncias são sintetizadas entre 2 e 4 horas da
manhã e permanecem elevadas durante o dia inteiro. O naltrexone
aumenta de 2 a 3 vezes a produção de meta-encefalina, uma endorfina
que ativa os receptores delta-opióides os quais produzem o fator de
anti-crescimento tumoral relacionado a endorfina. As meta-encefalinas
provocam diminuição do crescimento tumoral, diminuição da síntese
de DNA e diminuição da mitose via inibição do ciclo celular. As
células malignas expostas à meta-encefalina apresentam aumento de
células na fase G0/G1 e diminuição das células na fase S e G2/M o
que provoca drástica diminuição da proliferação maligna.
O
naltrexone induz aumento do número e densidade de receptores
opiáceos na membrana celular do tumor, fazendo com que tais células
sejam mais responsivas aos efeitos inibidores do crescimento tumoral
das endorfinas ali presentes provocando a apoptose das células
malignas (morte celular). A presença de endorfinas no momento que as
células malignas estão se dividindo provoca a morte da célula
maligna.
Os níveis aumentados de endorfinas aumentam o número
e a atividade das células “Natural Killer” principais células
envolvidas no combate imunológico das células cancerosas. Ao lado
do aumento das células NK, as endorfinas interferem em outra via de
controle do câncer aumentando o número e função dos linfócitos,
particularmente o CD8 citotóxico.
Altas doses de naltrexone
bloqueiam completamente os receptores das endorfinas e encefalinas,
enquanto que baixas doses provocam o aumento da produção destes
elementos, que permanecem elevadas durante o dia todo. Como a vida
útil do naltrexone em baixa dose é apenas de 3 a 4 horas eles
desocupam rapidamente os receptores opiáceos, os quais são ocupados
pelas endorfinas as quais provocam sensação de bem estar geral e de
energia com desaparecimento do cansaço ao lado dos efeitos no
sistema imune e os efeitos anti câncer.
Foi o médico da
medicina complementar que acompanha o Vitor que receitou o
Naltrexone. Ele disse que o uso do Naltrexone é importantíssimo no
caso do Vitor.
Disse também que a ação do Naltrexone é
como uma vacina, e que contribui para deixar o tumor “isolado” do
organismo e com isto fazê-lo perder sua força e “murchar”.
Foram estas as palavras do médico.
Desde Março de 2008 o
Vitor toma 1 comprimido de 4,5 mg todas as noites, na hora em que se
deita para dormir. É claro que o naltrexone é somente mais um item
num conjunto de medidas que devem ser tomadas para se vencer o
câncer, ou pelo menos ganhar tempo até que sejam desenvolvidos
novos tratamentos que sejam efetivos no caso do meu filho, que tem um
tumor que não responde nem mesmo aos mais modernos medicamentos
disponíveis no mercado.
Estive pesquisando sobre ele e
encontrei referências do naltrexone como coadjuvante ao tratamento
de câncer em várias partes dNaltrexone X Câncer
O
Naltrexone é um medicamento utilizado para tratamento do
alcoolismo.
Eis os Links:
http://www.lowdosenaltrexone.org/NCI_Conference_Apr_2007.pdf
http://www.lowdosenaltrexone.org/ldn_and_cancer.htm
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