Naltrexona x Cancer

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Carlos Paiva

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Jun 8, 2016, 8:46:16 AM6/8/16
to Amigos com Psoríase
A Naltrexona, que vem sendo usada com sucesso no controle da Psoríase e inúmeras outras doenças auto-imunes, mostra seu valor no combate ao câncer.
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O Naltrexone é um medicamento utilizado para tratamento do alcoolismo.

Abaixo, alguns links informativos sobre Naltrexone X alcoolismo:

Vacina é promessa no tratamento do alcoolismo http://www.antidrogas.com.br/mostra_manchete.php?

lk=http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/03/25/vacina_promessa_no_tratamento_do_alcoolismo-426529917.asp

Mais de 15 estudos atestaram o efeito do Naltrexone... as pessoas sentem menos os efeitos agradáveis da bebida e perdem a vontade de continuar bebendo. http://drauziovarella.ig.com.br/ponto/laranjeira_talcoolismo6.asp

Tratamento da dependência de álcool com Naltrexona: a droga que mata a sede de álcool

http://www.adroga.casadia.org/alcoolismo/naltrexona/droga-mata-sede-alcool.htm


Naltrexone X Câncer


Abaixo, a justificativa para o uso do Naltrexone no tratamento do câncer:

O naltrexone administrado em baixa dose ao deitar, bloqueia os receptores opiáceos endógenos por curto período de tempo. Durante o bloqueio dos receptores o organismo produz grandes quantidades de endorfinas e meta-encefalinas como resposta tipo “feedback” positiva, as quais saturam esses receptores quando o naltrexone deixa de ocupá-los . As endorfinas e as meta-encefalinas formadas neste processo vão induzir uma resposta imune aguda provocando intensa linfocitose com proliferação de linfocitos Th1 e supressão dos linfocitos Th2.

O naltrexone ingerido ao deitar provoca na hipófise o aumento agudo da produção de beta-endorfina e na supra-renal o aumento agudo da produção de meta-encefalina .

Cerca de 90% dessas substâncias são sintetizadas entre 2 e 4 horas da manhã e permanecem elevadas durante o dia inteiro. O naltrexone aumenta de 2 a 3 vezes a produção de meta-encefalina, uma endorfina que ativa os receptores delta-opióides os quais produzem o fator de anti-crescimento tumoral relacionado a endorfina. As meta-encefalinas provocam diminuição do crescimento tumoral, diminuição da síntese de DNA e diminuição da mitose via inibição do ciclo celular. As células malignas expostas à meta-encefalina apresentam aumento de células na fase G0/G1 e diminuição das células na fase S e G2/M o que provoca drástica diminuição da proliferação maligna.

O naltrexone induz aumento do número e densidade de receptores opiáceos na membrana celular do tumor, fazendo com que tais células sejam mais responsivas aos efeitos inibidores do crescimento tumoral das endorfinas ali presentes provocando a apoptose das células malignas (morte celular). A presença de endorfinas no momento que as células malignas estão se dividindo provoca a morte da célula maligna.

Os níveis aumentados de endorfinas aumentam o número e a atividade das células “Natural Killer” principais células envolvidas no combate imunológico das células cancerosas. Ao lado do aumento das células NK, as endorfinas interferem em outra via de controle do câncer aumentando o número e função dos linfócitos, particularmente o CD8 citotóxico.

Altas doses de naltrexone bloqueiam completamente os receptores das endorfinas e encefalinas, enquanto que baixas doses provocam o aumento da produção destes elementos, que permanecem elevadas durante o dia todo. Como a vida útil do naltrexone em baixa dose é apenas de 3 a 4 horas eles desocupam rapidamente os receptores opiáceos, os quais são ocupados pelas endorfinas as quais provocam sensação de bem estar geral e de energia com desaparecimento do cansaço ao lado dos efeitos no sistema imune e os efeitos anti câncer.

Foi o médico da medicina complementar que acompanha o Vitor que receitou o Naltrexone. Ele disse que o uso do Naltrexone é importantíssimo no caso do Vitor.

Disse também que a ação do Naltrexone é como uma vacina, e que contribui para deixar o tumor “isolado” do organismo e com isto fazê-lo perder sua força e “murchar”. Foram estas as palavras do médico.

Desde Março de 2008 o Vitor toma 1 comprimido de 4,5 mg todas as noites, na hora em que se deita para dormir. É claro que o naltrexone é somente mais um item num conjunto de medidas que devem ser tomadas para se vencer o câncer, ou pelo menos ganhar tempo até que sejam desenvolvidos novos tratamentos que sejam efetivos no caso do meu filho, que tem um tumor que não responde nem mesmo aos mais modernos medicamentos disponíveis no mercado.

Estive pesquisando sobre ele e encontrei referências do naltrexone como coadjuvante ao tratamento de câncer em várias partes dNaltrexone X Câncer

O Naltrexone é um medicamento utilizado para tratamento do alcoolismo.

Eis os Links:

http://www.lowdosenaltrexone.org/NCI_Conference_Apr_2007.pdf

http://www.lowdosenaltrexone.org/ldn_and_cancer.htm

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