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ACADEMIA: PRECONCEITO IDEOLÓGICO E DECISÃO QUE AFETA O DEBATE CIENTÍFICO

Foto: Grijalbo Coutinho
Repercute
no seio da sociedade o Parecer da CAPS rejeitando utilização da análise
marxista ...em Projeto que discute a "Crise do Capital e Fundo Público:
Implicações para o Trabalho, os Direitos e as Políticas Sociais",
apresentado ao Edital Procad 071/2013. Trata-se de verdadeiro
patrulhamento ideológico inaceitável.
O jurista, Professor e Magistrado do Trabalho, Grijalbo Fernandes
Coutinho, ao tomar conhecimento do Parecer da CAPES, pelo professor Jorge
Luiz Souto Maior(USP) a uma lista de pessoas ligadas ao mundo do
trabalho("O Trabalho no Mundo"), a respeito do "Projeto "Crise do
Capital e Fundo Público: Implicações para o Trabalho, os Direitos e as
Políticas Sociais", apresentado ao Edital Procad 071/2013, manifesta-se,
com tristeza e indignação ao Projeto que envolve a UnB, UERJ e UFRN, 19
docentes, 09 doutorandos/as, 15 mestrandos/as e 27 graduados/as",
dizendo:
"É com muita tristeza e indignação que socializamos com todos/as
vocês síntese do parecer da CAPES relativo ao Projeto "Crise do Capital e
Fundo Público: Implicações para o Trabalho, os Direitos e as Políticas
Sociais", apresentado ao Edital Procad 071/2013. O Projeto envolve a
UnB, UERJ e UFRN, 19 docentes, 09 doutorandos/as, 15 mestrandos/as e 27
graduados/as. Nossa indignação não se refere à não recomendação em si,
mas à justificativa utilizada pelo parecerista: "Projeto afirma
basear-se no método marxista histórico-dialética. Julgo q a utilização
deste método não garante os requisitos necessários para que se alcance
os objetivos do método científico" (…) "considerando a metodologia a ser
empregada - cujos requisitos científicos não tem unanimidade - a
proposta pode ser considerada pouco relevante" (…) "a formação proposta
estaria no âmbito do método marxista histórico-dialético, cuja
contribuição à ciência brasileira parece duvidosa".
Ao que me parece, a restrição é de ordem ideológica. Na área das
ciências sociais ou da própria ciência de um modo geral, qual é o método
asséptico de estudo de determinado fenômeno que não suscita alguma
controvérsia sobre a sua cientificidade? Abstraindo a razão de fundo
antes apontada, a sensação é de estarmos no século XIX, como obtusos
iluministas ainda amparados no racionalismo metafísico burguês, cuja
ideia controversa de verdade absoluta resplandeceria necessariamente da
lógica capitalista liberal e do progresso científico irreversível.
Fonte: http://www.alal.com.br/materia.asp?cod_noticia=6131
Leia mais.

Noticia
Parecerista da Capes justifica a recusa ao projeto por trabalhar com materialismo histórico.
É com muita tristeza e indignação que socializamos com todos/as vocês síntese do parecer da CAPES relativo ao Projeto "Crise do Capital e Fundo Público: Implicações para o Trabalho, os Direitos e as Políticas Sociais", apresentado ao Edital Procad 071/2013. O Projeto envolve a UnB, UERJ e UFRN, 19 docentes, 09 doutorandos/as, 15 mestrandos/as e 27 graduados/as.
Nossa indignação não se refere à não recomendação em si, mas à justificativa utilizada pelo parecerista: "Projeto afirma basear-se no método marxista histórico-dialética. Julgo que a utilização deste método não garante os requisitos necessários para que se alcance os objetivos do método científico" (…) "considerando a metodologia a ser empregada - cujos requisitos científicos não tem unanimidade - a proposta pode ser considerada pouco relevante" (…) "a formação proposta estaria no âmbito do método marxista histórico-dialético, cuja contribuição à ciência brasileira parece duvidosa".
No
dia 30 de maio, conforme o Edital, impetramos recurso na plataforma
Sicapes. Contudo, o espaço disponível de apenas 5000 caracteres com
espaço não nos permitiu a exposição de motivos que demonstra, em
detalhes, o caráter anticientífico, sectário e desrespeitoso para com as
Ciências Humanas e Sociais, o projeto e seus autores. Por isso,
enviamos um documento de recurso mais detalhado ao presidente da CAPES.
Quem desejar conhecer o parecer na íntegra e nosso recurso, por favor
nos solicite por email (ivabos...@gmail.com ou elan....@uol.com.br).
A equipe de docentes do Projeto decidiu denunciar este inaceitável patrulhamento ideológico e tratamento desrespeitoso a todos que adotam o método crítico dialético, dentro e fora da nossa área. Não se trata apenas de recusar um projeto, mas de desqualificar qualquer pesquisa fundada nessa perspectiva, tratada como não científica e desprovida de mérito técnico científico.Neste momento, nos importa fundamentalmente denunciar esse impropério e defender veementemente a pluralidade, liberdade ideopolítica e o respeito ao método dialético marxista, e a todo seu legado científico, que tanto vem contribuindo para pensar criticamente a sociedade brasileira, a crise contemporânea e seus dilemas. Vale registrar, também, que nenhum projeto da área de Serviço Social foi aprovado neste Edital, e que dos 62 aprovados, mais de 90% são das áreas de exatas e biomédicas.
Abraços da Equipe de Docentes do Projeto:
Universidade de Brasília - Proponente
Ivanete Salete Boschetti - Coordenadora
Evilásio da Silva Salvador
Rosa Helena Stein
Sandra Oliveira Teixeira
Maria Lúcia Lopes da Silva
Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Participante
Elaine Rossetti Behring – Coordenadora
Alba Tereza Barroso de Castro
Marilda Vilella Iamamoto
Maria Inês Souza Bravo
Maurílio de Castro Matos
Mariela Becher
Tainá de Souza Conceição
Juliana Cislaghi Fiúza
Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Participante
Rita de Lourdes de Lima – Coordenadora
Silvana Mara de Morais dos Santos
Andreia Lima da Silva
Maria Célia Correia Nicolau
Severina Garcia de Araujo
Ilka de Lima Souza
Miriam de Oliveira Inacio
A ALAL – Associação Latino-Amaricana de Advogados Laboralistas (www.alal.com.br) repudia o inaceitável patrulhamento ideológico contido no parecer da CAPS que rejeitou a utilização da análise marxista em Projeto que discute a "Crise do Capital e Fundo Público” e se soma às demais manifestações de repúdio que vem sendo tornadas públicas na imprensa e nas redes sociais.
Luiz Salvador, Vice-Presidente Executivo da ALAL.______________________________________________________________________________________________________________________________
ACADEMIA: PRECONCEITO IDEOLÓGICO QUE AFETA O DEBATE CIENTÍFICO
(*) Grijalbo Fernandes Coutinho
Recebi com assombro a notícia
enviada hoje pelo professor Jorge Luiz Souto Maior(USP) a uma lista de
pessoas ligadas ao mundo do trabalho("O Trabalho no Mundo"), a respeito
do "Projeto "Crise do Capital e Fundo Público: Implicações para o
Trabalho, os Direitos e as Políticas Sociais", apresentado ao Edital
Procad 071/2013. O Projeto envolve a UnB, UERJ e UFRN, 19 docentes, 09
doutorandos/as, 15 mestrandos/as e 27 graduados/as", conforme notícia transcrita abaixo:
"É
com muita tristeza e indignação que socializamos com todos/as vocês
síntese do parecer da CAPES relativo ao Projeto "Crise do Capital e
Fundo Público: Implicações para o Trabalho, os Direitos e as Políticas
Sociais", apresentado ao Edital Procad 071/2013. O Projeto envolve a
UnB, UERJ e UFRN, 19 docentes, 09 doutorandos/as, 15 mestrandos/as e 27
graduados/as. Nossa indignação não se refere à não recomendação em si,
mas à justificativa utilizada pelo parecerista: "Projeto afirma
basear-se no método marxista histórico-dialética. Julgo q a utilização
deste método não garante os requisitos necessários para que se alcance
os objetivos do método científico" (…) "considerando a metodologia a ser
empregada - cujos requisitos científicos não tem unanimidade - a
proposta pode ser considerada pouco relevante" (…) "a formação proposta
estaria no âmbito do método marxista histórico-dialético, cuja
contribuição à ciência brasileira parece duvidosa".
Ao
que me parece, a restrição é de ordem ideológica. Na área das ciências
sociais ou da própria ciência de um modo geral, qual é o método
asséptico de estudo de determinado fenômeno que não suscita alguma
controvérsia sobre a sua cientificidade? Abstraindo a razão de fundo
antes apontada, a sensação é de estarmos no século XIX, como obtusos
iluministas ainda amparados no racionalismo metafísico burguês, cuja
ideia controversa de verdade absoluta resplandeceria
necessariamente da lógica capitalista liberal e do progresso
científico irreversível.
Embora dotado de extraordinário
talento intelectual, cujo doutoramento se deu aos 23 anos de idade em
filosofia,na época de sua juventude, as universidades europeias, no
século XIX, impediram o ingresso do depois maduro Marx como professor
por conta de seus ideais comunistas. Agora, na segunda década do século
XXI, a Academia brasileira poda a realização de pesquisa científica
com foco nos estudos de Marx, decisão essa baseada exclusivamente no
critério subjetivo da ausência de cientificidade de teoria altamente
representativa do personagem histórico mais temido pelo mundo
capitalista.
Mesmo trafegando em vias diferentes,
Marx e Nietzsche desmontaram, do ponto de vista filosófico, a farsa
metafísica a serviço do regime da exploração do lucro e da acumulação de
riquezas materiais.
Marx com o seu fenomenal
materialismo histórico dialético. O gênio da Renânia precisou
compreender e superar gigantes do pensamento filosófico e econômico,
entre outros, Hegel, Feurbach, Ricardo e Smith. Marx inaugurou o
marxismo, ciência ou não(na minha qualidade de curioso do tema,
registro, ciência) até hoje enaltecida e questionada no mundo
acadêmico, eficaz instrumento de luta permanente da classe operária
mundial. Ele combateu o caráter ideológico do racionalismo
metafísico iluminista, assim como o fez pela negação do conteúdo
idealista da dialética do último racionalista clássico, o seu
inspirador na universidade, Hegel, ao dizer, por exemplo, que a
realidade (condições materiais advindas das relações de produção)
determina a formação das ideias e não o contrário. O teórico estudou
profundamente, mesmo diante de tantas adversidades financeiras e
políticas, as relações econômicas históricas, os seus movimentos, o
trabalho, a mercadoria, o capital sob balizas diversas, inclusive
matemáticas e sociológicas, para fundar uma nova teoria, a mais debatida
no mundo acadêmico anos depois de sua morte, em 1883. Desde então,
todos os pensadores tiveram que por ela(teoria) passar, chancelando-a,
revisando-a ou simplesmente negando-a de modo fundamentado.
Nietzsche,
como brilhante filólogo, implode de vez a base do racionalismo
metafísico vigente durante muito tempo para declarar que não há
neutralidade nas palavras, nem nas teorias sustentadas em princípios
aparentemente isentos. Para o filósofo mais avesso à filosofia
tradicional, tudo demanda interpretação, inclusive a mais genuína
palavra criada ou proferida depois por inúmeras pessoas. Não existem
verdades definitivas, considerando que até mesmo na criação e formação
das palavras há, antecipadamente, interpretações a elas conferidas para
um determinado fim, daí porque a tarefa central da humanidade está longe
de ser a da busca da verdade, do pleno conhecimento e de tudo que o
racionalismo metafísico anunciou como sendo o mundo ideal para uma paz
duradoura. Também o imobilismo deixa de integrar o receituário de
Nietzsche, não só porque confere ele primazia à interpretação das
interpretações das palavras, como também prega a rebelião contra a ordem
dominante sustentada na figura de Deus montada pelo cristianismo, por
ele anunciado como morto que precisa ser sepultado. Os filósofos não
marxistas mais contundentes, a partir do século XX , explicita ou
implicitamente, bebem na fonte nietzschiana, a exemplo dos denominados
"pós-modernistas". Alguns deles, também na área do direito, não
desprezam Marx pura e simplesmente. Dele extraem vários conceitos para
os seus estudos e as suas conclusões.
A atitude burocrática em questão é quase uma coisa de iluminados neoiluministas, ao fecharem a porta para projeto por demais relevante, ontem, hoje e amanhã. É demasiadamente equivocado confundir Marx e o marxismo com as atrocidades do stalinismo durante o século XX. Guardadas as devidas proporções, é como debitar na conta do pregador Jesus de Nazaré a responsabilidade pela fase mais perversa do cristianismo, durante a idade média inquisitorial, quando a igreja católica expropriava em proveito próprio, queimava, esfolava e matava pretensamente em nome dos ideais do seu guia espiritual e inspirador de todos os seus atos.
Estou realmente impressionado. O
método marxista não serve para a verificação de determinado fenômeno?
Os novos inventores da roda sociológica deveriam ao menos indicar
outros caminhos revolucionários para se chegar ao intento perseguido ou
ao reino da "ciência pura". Cuida-se, no caso, de preconceito
ideológico capaz de impedir uma análise crítica da teoria mais
discutida nas universidades desde o início do século XX. Quando alguém
tiver o cuidado de examinar as pesquisas na área das ciências sociais,
por qualquer método estatístico, perceberá que talvez nenhum outro
autor da modernidade tenha tanta influência sobre os trabalhos
acadêmicos realizados, como é o caso de Karl Marx. Parte considerável
das bibliografias utilizadas passa por Marx em algum aspecto, reitero,
para confirmá-lo, revisá-lo ou refutá-lo. Os marcos teóricos e as
outras fontes bibliográficas estudaram o marxismo para a formulação de
suas teorias.
Até as novas escolas liberais mais convictas
não tratam Marx como nobre desconhecido ou sujeito irrelevante para a
ciência. Aliás, em determinadas passagens adotam o seu método de
trabalho, não o do materialismo histórico dialético, evidentemente. O
descobrimento da mais-valia, com todos os seus desdobramentos para a
economia política, não teria sido tão fecundo sem o estudo da teoria do
valor-trabalho do liberal clássico Ricardo. Nesse giro do conhecimento
dialético, é praticamente descartada a possibilidade de explicar o
capitalismo na atualidade, mesmo que se tenha como objetivo único
defendê-lo intransigentemente, sem olhar para alguns aspectos da
obra do pesquisador que mais estudou o regime econômico da
mercadoria e da mercantilização de tudo. Em outras palavras, os
comunistas e capitalistas não partem do nada, nem ignoram as eventuais
premissas verdadeiras contidas nas análises de seus mais ferrenhos
adversários de classe.
Aluno em sala de aula, na graduação e na pós-graduação, não me recordo de nenhum autor que tenha tanta influência nas discussões travadas em torno das ciências sociais.
Ninguém precisa concordar com Marx, nem com Einstein, embora seja muito mais penoso compreender ou explicar a economia capitalista, a filosofia e a física contemporâneas sem o contato com o pensamento desses dois renomados cientistas. É necessário reconhecer o óbvio: o pensador comunista é o gigante das ciências sociais, mesmo diante do enorme retrocesso ideológico visto nas últimas décadas.
Tenho a impressão que uma decisão
profundamente equivocada como essa provocaria espanto em boa parte do
mundo acadêmico fora do Brasil. Em outras palavras, poucos ousariam
explicitar rasgado preconceito ideológico, tacanho, pobre em sua
intenção, miserável em sua qualidade científica.
É notório que a Academia, via de
regra,muitas vezes em nome da suposta neutralidade, não nutre grande
simpatia pelos militantes políticos marxistas engajados em partidos
operários, negando, assim, a meu juízo, parte fundamental da teoria
marxista, que é a prática revolucionária incessante. Já ouvi em sala de
aula a seguinte frase de professor(a) do mais alto gabarito
intelectual: "Marx é genial. O problema são os marxistas"(
provavelmente,Lênin, Trotski e outros menos famosos). A Academia
sempre reverenciou os estudos de Marx, sem tomar em conta a sua própria
atividade política intensa no século XIX voltada para a organização
mundial da classe trabalhadora e para a revolução social. Por isso
mesmo, a estetização da obra é o objeto vindicado, independentemente
dos efeitos práticos almejados com os escritos revolucionários. Agora,
no entanto, cai a máscara de vez. A máscara vai voltar, simplesmente
porque ainda não inventaram nada mais profundo e instigante do que a
teoria do velho alemão. Mesmo os que o detestam, têm que se contrapor de
modo articulado às suas concepções, sob pena de os estudos serem tido
por incompletos. Se Marx morreu, mostrem o seu cadáver. Realizem a
autópsia de O Capital, de O Manifesto do Partido Comunista
e de várias outras obras do indomável touro alemão. A existência de
tal inquietude - a relevância ou não da teoria marxiana para a ciência
na atualidade -, por si só, já é suficiente para autorizar a
pesquisar em torno do tema.
Para encerrar esta mensagem enviada à lista O Trabalho no Mundo:
quem sabe os estudiosos os quais rejeitam peremptoriamente a
análise da teoria marxiana não tenham uma nova teoria social
guardada a sete chaves, a ser divulgada brevemente com a finalidade de
revelar a falta de cientificidade do materialismo histórico dialético?
Por enquanto, sobressai-se apenas o preconceito ideológico, aliado ao
caráter nada científico da decisão, com uma cara indisfarçavel de
discurso focado exclusivamente na propaganda midiática vendida como
isenta matéria jornalística. É a academia sendo contaminada pela
ideologia dominante, fazendo de sua fundamentação o conteúdo dos
editoriais, das matérias rasas e tendenciosas dos meios de
comunicação.
(*) Grijalbo Fernandes Coutinho,
mestrando em Direito do Trabalho pela UFMG, aluno que pouco sabe de
Marx, até pela complexidade de sua obra, mas sem ele talvez não
conseguisse sequer compreender o fundamento econômico-histórico dos
diversos modelos de sociedade, muito menos entenderia a ideologia ou,
sob o prisma ideológico, o fetiche do mercado, além da verdadeira
razão da existência dos sujeitos que vivem do próprio trabalho e
daqueles vivem afortunadamente do trabalho alheio
Observação: mensagem encaminhada originariamente à lista/grupo de discussão O Trabalho no Mundo e depois a vários destinatários individuais
Achei excelente a iniciativa. Contem conosco para assinar
De: Maria Maeno [mailto:maria...@fundacentro.gov.br]
Enviada em: quarta-feira, 4 de junho de 2014 10:59
Para: Iva Boschetti; Grijalbo Fernandes Coutinho
Cc: greze...@gmail.com; Reginaldo Melhado; hugocme...@hotmail.com; Alkmim; Theodomiro Romeiro dos Santos; <th...@globo.com>; Cristiano Paixão; Thiago Aguiar Simim; Giovanni Alves; rant...@unicamp.br; Francisco Castilho; jose dari krein; Aderson Bussinger; ivana...@terra.com.br; Regina Morel; Angela Maria de Castro Gomes; <elina.p...@terra.com.br>; Sayonara; gilberto martins; Eduardo G. Noronha; jorge.soutomaior; pand...@uai.com.br; José Nilton Pandelot; Magda Barros Biavaschi; Daniela Muradas Reis; Gabriela Neves Delgado; sayonaragrillosilva; Aldacy Coutinho; aldacy...@gmail.com; adv.xixo; Carlos Eduardo Azevedo Lima; beatriz lima pereira; <eliete...@uol.com.br>; germano.siqueira; Grijalbo Coutinho UOL; Eymard; Jean Filipe; <fro...@hotmail.com>; <lelio...@hotmail.com>; <ricard...@hotmail.com>; henrique...@yahoo.com.br; hubarret; <ligiade...@ig.com.br>; Bella F.; Juliano Santos; Jefferson Calaca PE; Luiz Salvador; Lorena Vasconcelos Porto; Lorena Porto; Lorena de Mello Rezende Colnago; Roberto Caldas; rodrigo carelli; Juiz Roberto Ricardo Guimarães Gouveia; Paulo Schmidt; Claudio Brandao; claudio ladeira; Juliano Zaiden Benvindo; Júlio Bebber; Rodolfo Pamplona Filho; Mauro Menezes; <ac...@globo.com>; Graça Druck; elina...@gmail.com; antonio. fabricio; Fabricio Nogueira; Mauricio José Godinho Delgado; <leador...@gmail.com>; <gm...@tst.gov.br>; Delaide Alves Miranda Arantes; delaide.arantes; roberto ALJT pompa; Sandro Lunard; Sebastião Caixeta; Sidnei Machado; luizgunther; Luiz Alberto de Vargas; André Luiz Machado; nelsond...@uol.com.br; nelson henrique rezende pereira; Marisa Barbato; Marthius Sávio Cavalcante Lobato; valdete severo; Bráulio Gabriel Gusmão; jose_apareci...@yahoo.com.br; Pedro Nicoli; Oscar Krost; Oscar Zas; Alessandro da Silva; arnald...@uol.com.br; Antônio Gomes de Vasconcelos Vasconcelos; Adriana Goulart de Sena Orsini; Adriana campos; Lívia Miraglia; <marcel...@uol.com.br>; Kenarik Boujikian Felippe; Karen Artur; Vitor Filgueiras; Marcos Fava; Andréa Nocchi; Sergio Rocha; Silvia Mourão; j.c...@terra.com.br; darkggf .; Alexandre Azevedo; margaridab; Elizabeth Dias; Renata Queiroz Dutra; Elaine Behring; otrabalh...@yahoogrupos.com.br; dit...@googlegroups.com; aula-pos-ufmg-prof-ad...@googlegroups.com; bbj-f...@yahoogrupos.com.br; doutorado; Andrea Brasil Teixeira Martins; Lília Finelli; Lilian; Ricardo Carvalho Fraga; Prof. Antônio Álvares; Luiz Fausto Marinho Medeiros; Fabio Petrucci; Frederico Coutinho; Felipe Fonseca; Catherine Fonseca Coutinho; Philippe Silva; renan...@gmail.com; Betânia Côrtes de Queiroz Caixeta; Tulio Viana
Assunto: RES: ACADEMIA:PRECONCEITO IDEOLÓGICO QUE AFETA O DEBATE CIENTÍFICO
Excelente iniciativa!
Maria Maeno
Médica – Pesquisadora
FUNDACENTRO- SME - CST
Fone: (11) 3066-6144
e-mail: maria...@fundacentro.gov.br
De: Iva Boschetti [mailto:ivabos...@gmail.com]
Enviada em: terça-feira, 3 de junho de 2014 20:32Cc: greze...@gmail.com; Reginaldo Melhado; hugocme...@hotmail.com; Alkmim; Theodomiro Romeiro dos Santos; <th...@globo.com>; Cristiano Paixão; Thiago Aguiar Simim; Giovanni Alves; rant...@unicamp.br; Francisco Castilho; jose dari krein; Aderson Bussinger; ivana...@terra.com.br; Regina Morel; Angela Maria de Castro Gomes; <elina.p...@terra.com.br>; Sayonara; gilberto martins; Eduardo G. Noronha; jorge.soutomaior; pand...@uai.com.br; José Nilton Pandelot; Magda Barros Biavaschi; Daniela Muradas Reis; Gabriela Neves Delgado; sayonaragrillosilva; Aldacy Coutinho; aldacy...@gmail.com; adv.xixo; Carlos Eduardo Azevedo Lima; beatriz lima pereira; <eliete...@uol.com.br>; germano.siqueira; Grijalbo Coutinho UOL; Eymard; Jean Filipe; <fro...@hotmail.com>; <lelio...@hotmail.com>; <ricard...@hotmail.com>; henrique...@yahoo.com.br; hubarret; <ligiade...@ig.com.br>; Bella F.; Juliano Santos; Jefferson Calaca PE; Luiz Salvador; Lorena Vasconcelos Porto; Lorena Porto; Lorena de Mello Rezende Colnago; Roberto Caldas; rodrigo carelli; Juiz Roberto Ricardo Guimarães Gouveia; Paulo Schmidt; Claudio Brandao; claudio ladeira; Juliano Zaiden Benvindo; Júlio Bebber; Rodolfo Pamplona Filho; Mauro Menezes; <ac...@globo.com>; Graça Druck; elina...@gmail.com; antonio. fabricio; Fabricio Nogueira; Mauricio José Godinho Delgado; <leador...@gmail.com>; <gm...@tst.gov.br>; Delaide Alves Miranda Arantes; delaide.arantes; roberto ALJT pompa; Sandro Lunard; Sebastião Caixeta; Sidnei Machado; luizgunther; Luiz Alberto de Vargas; André Luiz Machado; nelsond...@uol.com.br; nelson henrique rezende pereira; Marisa Barbato; Marthius Sávio Cavalcante Lobato; valdete severo; Bráulio Gabriel Gusmão; jose_apareci...@yahoo.com.br; Pedro Nicoli; Oscar Krost; Oscar Zas; Alessandro da Silva; arnald...@uol.com.br; Antônio Gomes de Vasconcelos Vasconcelos; Adriana Goulart de Sena Orsini; Adriana campos; Lívia Miraglia; <marcel...@uol.com.br>; Kenarik Boujikian Felippe; Karen Artur; Vitor Filgueiras; Marcos Fava; Andréa Nocchi; Sergio Rocha; Silvia Mourão; j.c...@terra.com.br; darkggf ..; Alexandre Azevedo; Maria Maeno; margaridab; Elizabeth Dias; Renata Queiroz Dutra; Elaine Behring; otrabalh...@yahoogrupos.com.br; dit...@googlegroups.com; aula-pos-ufmg-prof-ad...@googlegroups.com; bbj-f...@yahoogrupos.com.br; doutorado; Andrea Brasil Teixeira Martins; Lília Finelli; Lilian; Ricardo Carvalho Fraga; Prof. Antônio Álvares; Luiz Fausto Marinho Medeiros; Fabio Petrucci; Frederico Coutinho; Felipe Fonseca; Catherine Fonseca Coutinho; Philippe Silva; renan...@gmail.com; Betânia Côrtes de Queiroz Caixeta; Tulio Viana
Para: Grijalbo Fernandes Coutinho
Assunto: Re: ACADEMIA:PRECONCEITO IDEOLÓGICO QUE AFETA O DEBATE CIENTÍFICO
Obrigada Grijalbom
Vou divulgar no face e no email, para facilitar o acesso
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Abs
Ivanete Boschetti
Cooordenadora do Grupo de Estudo e Pesquisas em Seguridade Social e Trabalho - GESST/SER/IH/UnB,
Em 3 de junho de 2014 10:13, Grijalbo Fernandes Coutinho <gri...@gmail.com> escreveu:
Prezadas Professoras Ivanete Boschetti, Elaine Behring, demais colegas e amigos,A mensagem de desabafo ou indignação foi postada, com a minha autorização, na página da ALAL- ASSOCIACION LATINOAMERRICANA DE ABOGADOS LABORALISTAS, pelo estimado amigo Luiz Salvador, Vice da entidade associativa. Portanto, há agora endereço eletrônico contendo o pequeno texto, além da notícia dada pelos professores e alunos da UnB, UERJ e UFRN, e também nota de repúdio da ALAL, tudo conforme transcrito abaixo.
Forte abraço,
Grijalbo