Kara Fernando,
Não podemos subestimar os resultados de uma “máquina” de: a) financiar traduções, b) comprar direitos autorais e c) divulgar gratuitamente em PDF.
Os trabalhos empreendidos até o momento são louváveis. Mas não custa nada colocar um uma rubrica no campo de doações da BEL com esta finalidade. Deixemos que os seus associados decidam a viabilidade da ideia. Urge postura mais agressiva, sim.
Traduções existem, é verdade, e desde a origem da língua. Mas na maioria fruto da obstinação de grandes homens e mulheres. O que estou a falar é de uma política específica para este campo. Com recursos, pode-se decidir, democraticamente, através de votação dos associados em site, quais obras deveriam ser traduzidas e disponibilizadas.
Eu gostaria de ver livros técnicos também na língua, e não apenas ensaios de livros técnicos. Falo de traduções de grandes obras técnicas, e mesmo daquelas que já estão em domínio público. Livros de Euler, Euclides, livros de histórias, Morrinson, mais opções.
É compreensível quando alguém aprende uma língua estrangeira(chave) para ter acesso a informações técnicas que não teria na literatura nacional. Pense neste público. Neste caso, dois são os obstáculos: aprendizado da língua e custo das obras. Ora, teríamos a facilidade no primeiro e a gratuidade no segundo. É estratégico.
Sei que não basta criar uma rubrica e pronto. Há necessidade também de relatório, para que os contribuintes saibam como está sendo utilizado o recurso(que, inclusive, podem ser captados mensalmente).
Kore,
Alex
Kara Fernando,Não. Não fiquei chateado contigo. Esse debate é importante. Entretanto, continuo com o pensamento de que "não custa nada colocar um uma rubrica no campo de doações da BEL com esta finalidade. Deixemos que os seus associados decidam a viabilidade da ideia".