Realizou-se ontem, 28/10, divulgação do Esperanto por meio de panfletos antes da palestra do médium espírita Divaldo Franco, aqui em São José do Rio Preto. A partir das 19h, samideanos “uniformizados” se postaram em frente ao local onde iria se realizar a palestra, e distribuíram mais de 2500 panfletos. No informativo, produzido pelo samideano e delegado da UEA Juscelino Gama e financiado pelo Sindiquinze, havia um pequeno texto no verso sobre a língua internacional, e na frente os dizeres “Aprenda ESPERANTO Uma proposta inteligente”, entre outros. Também afixou-se um ‘banner’ promovendo o Esperanto na entrada do evento. Divulgar o Esperanto dessa maneira foi interessante por proporcionar a oportunidade de observar a reação das pessoas diante de algo ainda tão ‘desconhecido’. Tive a chance de presenciar um jovem comentando com um outro a respeito do esperanto, dizendo seriamente que se tratava de uma língua secreta que agora está se popularizando. Precisamos nos atentar para esses fatos, porque as estratégias de divulgação do esperanto podem ser melhoradas, baseando-se nos prejulgamentos populares a respeito da língua. Mas o saldo foi o mais positivo possível. Muitas pessoas se surpreendendo e sorrindo – sem sarcasmo – ao ver a palavra ESPERANTO. Isso sempre é uma boa motivação para continuar!!!
Informou:
Leandro FreitasSão José do Rio Preto, SP. |
exato, Felipe. Como o público era espírita, sabíamos que não teríamos problema, mas mesmo a panfletagem em outros lugares pode ser uma boa, depende de como se aborda a pessoa. e concordo em relação à grafitagem...
disvastigi... disvastigi... disvastigi...
--- Em qui, 29/10/09, Felipe Castro <fef...@gmail.com> escreveu: |
Que legal, Leandro, muito relevante a iniciativa de vocês, apesar de eu mesmo ser bem avesso a esse negócio de panfletagem. Mas em se tratando do público espírita, acho que a aceitação é boa.
Jairo, pixação é meio pesado, não? Talvez grafite, se for aqueles bem bonitos, artísticos mesmo, aí em Sampa tem muito grafiteiro bom, mas teria que dar um dindim pro cara fazer o trabalho, nég
Felipe Castro.
jairo, o problema é que a pixação não é bem vista pela sociedade, e associar o Esperanto a esse tipo de atitude automaticamente seria danoso ao movimento. O grafite, ao contrário, é pelo menos mais aceito, por ser uma expressão artística.
abração
Leandro
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