Senhores,
Como disse, não poderei estar hoje presente, mas deixo aqui algumas considerações, listadas por ordem de prioridade segundo meu julgamento:
1) Definir um propósito para a AEITA/CE
Respondamos, de forma objetiva, o que queremos ser/fazer? Já fiz essa pergunta outras vezes...
- Queremos apenas tomar cerveja?
- Queremos trabalhar para prover algum benefício para os associados (descontos, plano de saúde, palestras, etc)?
- Queremos promover o nome do ITA (e consequentemente o profissional iteano) no Ceará (inserção na mídia, no meio empresaria, político, etc)?
Confesso que isso ainda não ficou claro para mim. Juro.
Fizemos uma carta início no início da gestão enumerando ações bem diversas.
Não cumprimos nenhuma delas (ou muito poucas).
2) Definir quem pode/quer realmente trabalhar na gestão AEITA/CE
Adotamos um modelo de vários donos que, no meu humilde entender, foi fracassado.
Alguns optaram por trabalhar em alguns momentos mais do que outros, o que funcionou durante um certo tempo. Depois, entramos num estágio de inação absoluta. Um ficava esperando a ação do outro e nada acontecia.
Um exemplo minúsculo disso é a página do Facebook. Somente eu a alimentava. Parei de alimentar. Ninguém mais alimentou.
Outro é o happy hour da quinta inicial do mês, que não acontece mais.
Temos um hiato de representatividade. O Artur quer passar a bola, o que abre pretexto para que outros também o façam (eu sinceramente estou refletindo sobre isso).
Precisamos com sinceridade assumir ou não uma disposição de alocar tempo para a AEITA/CE. Acho que não há problema alguém dizer que não está disposto a "perder" tempo com isso. É uma decisão de cada um, com base numa hierarquia pessoal de atividades. O que não podemos é assumir uma função de representatividade e não atuarmos (ou fugirmos da atuação).
Escutei de muitos que "Somos muito ocupados. Não temos tempo.". Isso é óbvio. A questão é que essa resposta padrão não resolve o problema.
3) Definir funções de cada um na gestão da AEITA/CE
Definamos funções macro, de execução a médio/longo prazo (um exemplo: prospecção de palestrantes) e definamos funções micro, do dia a dia (um exemplo: atualização do face).
Mês a mês checamos a execução e, se for o caso, revezamos as funções.
O importante é cada um saber o que o outro está fazendo.
A resposta padrão "Somos muito ocupados. Não temos tempo." é agravada pelo fato de não dividirmos as tarefas.
Essas 3 questões, no meu entender, são vitais.
Outras menos importantes são:
a) Artur, como está o cadastro da regional na Prefeitura? Precisamos informar a matriz. E a conta bancária?
b) Quando vamos (se é que vamos) cobrar as anuidades 2015?
c) Haverá evento de início de ano? Como vai ser a organização? Já surgiram na lista de emails os primeiros questionamentos. Quem responde? E responde o quê?
Enfim, se vocês puderem levantar essa discussão na reunião de hoje, agradeço.
E, por favor, compartilhemos nossas impressões nesta lista, evitando a comunicação só para um ou outro mais próximo.
Abraços e feliz 2015 a todos!
José Maria