FW: ENC: DIVULGAÇÃO VAGA - ADM PESSOAL

5 views
Skip to first unread message

Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Mar 30, 2016, 2:24:09 PM3/30/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com


From: Suzana Aparecida Luciano <suzana.a...@feac.org.br>
Date: Wed, 30 Mar 2016 18:19:46 +0000
To: "direitot...@googlegroups.com" <direitot...@googlegroups.com>
Subject: ENC: DIVULGAÇÃO VAGA - ADM PESSOAL

Olá pessoal tudo bem com vocês?

 

Recebi essa vaga e estou compartilhando. Caso se interessem podem enviar para mim que encaminho o currículo.

 

Att,

 

 

 

Boa noite Pessoal

 

Estou com uma vaga de analista de Administração de pessoal

Empresa de Call center no santa genebra

De preferência que conheça o software RM

Se souberem de alguém me manda o cv?

 

Grata

 

--
Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "Direito do Trabalho" dos Grupos do Google.
Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para direitotrabges...@googlegroups.com.
Para postar nesse grupo, envie um e-mail para direitot...@googlegroups.com.
Para ver essa discussão na Web, acesse https://groups.google.com/d/msgid/direitotrabgestao/BLUPR80MB1171DEE2F33469155B6CC3D3C5980%40BLUPR80MB1171.lamprd80.prod.outlook.com.
Para mais opções, acesse https://groups.google.com/d/optout.

Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 8, 2016, 10:09:07 AM4/8/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

GM prorroga lay-off de 1.200 funcionários por um mês

Com nova prorrogação, montadora ganha tempo para negociar com Sindicato dos Metalúrgicos alternativa para evitar que grupo seja demitido

 - Atualizado em 


Montadora continuará negociando com o Sindicato dos Metalúrgicos local alternativa para evitar que o grupo seja demitido(Mike Blake/Reuters/VEJA)

A General Motors decidiu estender por 30 dias a suspensão de contratos de 1.200 funcionários da fábrica de São Caetano do Sul (SP) que venceria nesta quinta-feira. A unidade emprega 9,8 mil trabalhadores, incluindo pessoal administrativo.

Com a nova prorrogação, a montadora continuará negociando com o Sindicato dos Metalúrgicos local alternativa para evitar que o grupo seja demitido. "Podem ocorrer apenas demissões isoladas nesse período", disse Aparecido Inácio da Silva, presidente da entidade.

Em nota, a GM informou que "continua empenhada em negociar uma solução com o sindicato que leve em conta a situação desafiadora por que passa a indústria automotiva". Ressaltou que a solução "passa pelo entendimento de que o mercado esperado para este ano é quase 50% menor do que aquele verificado ao final de 2013, o que exige uma readequação da produção e da estrutura da empresa no país".

Nas últimas semanas, as duas partes negociaram a manutenção do grupo por pelo menos mais cinco meses, mas não houve acordo. A GM queria em troca congelar os salários nominais neste ano - e pagar o reajuste da inflação em forma de abono -, reduzir o pagamento adicional para trabalhos noturnos e acabar com a estabilidade de emprego para quem adquirir doença profissional. O último item não foi aceito pelo sindicato.

Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 11, 2016, 11:08:02 AM4/11/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

Japão começa a testar serviço de entregas com drones








Na manhã desta segunda-feira, drones transportaram mercadorias como garrafas de vinho e caixas de leite entre vários pontos de Chiba, no leste de Tóquio

 - Atualizado em 


Aparelho aterrissou sem problema em parques, shoppings e até no telhado de um edifício residencial sem que os bens que transportava fossem danificados(edu.people.com.cn/Reprodução)

O governo do Japão e várias companhias do país começaram a testar nesta segunda-feira um potencial serviço de entrega com drones na cidade de Chiba (leste de Tóquio), o que representa o primeiro teste deste tipo em uma área urbana no país.

Os drones transportaram mercadorias como garrafas de vinho e caixas de leite entre vários pontos de Chiba, uma área onde não se aplica a legislação vigente que restringe o uso das aeronaves deste tipo, informou a agência "Kyodo".

O aparelho aterrissou sem problema em parques, shoppings e até no telhado de um edifício residencial sem que os bens que transportava fossem danificados.

Em uma próxima fase de testes os drones transportarão pacotes desde a baía de Tóquio até Chiba, a cerca de dez quilômetros da capital japonesa, e o objetivo será conseguir uma tecnologia que permita voos estáveis, apesar do vento e da chuva, além do desenvolvimento de uma legislação de tráfego específica para drones.

O gigante japonês do comércio eletrônico Rakuten, a empresa de tecnologia NEC e a rede de supermercados Aeon, entre outras companhias, esperam que o serviço esteja funcionando em 2020, ano no qual Tóquio sediará os Jogos Olímpicos.

O executivo japonês quer também implementar um sistema de entrega de remédios através de drones para regiões isoladas e com poucas instalações médicas em 2018, por isso que terá que aprovar uma nova legislação para regular as rotas e as mercadorias permitidas para o transporte em aviões não tripulados.

O Japão só começou a contar com legislação específica sobre drones em setembro do ano passado, quando foram adotadas medidas depois que um homem pousou um destes aparelhos com material radioativo no telhado da residência do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

cabeçalho novo2

Telefone: +55 11 3105 1422

Rua Riachuelo, nº 217, conjunto 41, Centro

CEP 01007-000   São Paulo/SP


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 11, 2016, 4:08:22 PM4/11/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

Publicado em 11 de Abril de 2016 às 10h55

TRT3 - Motorista de ônibus que sofreu descontos salariais por multas de trânsito será ressarcido

Sob a alegação de que a ex-empregadora, uma empresa de coletivos urbanos, efetuou descontos indevidos nos salários em razão de multas de trânsito, um motorista ingressou com ação trabalhista pedindo o reembolso dos valores descontados. Ao apreciar o caso, o juiz Fernando Rotondo Rocha, em sua atuação na 32ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, deu razão ao trabalhador e acolheu o pedido.

Na sentença, o magistrado ressaltou que o desconto no salário do empregado é proibido por lei (art. 462 da CLT), podendo ocorrer apenas nas exceções previstas na própria norma legal: se houver danos causados pelo trabalhador, desde que essa possibilidade tenha sido prevista no contrato ou se existir prova de que o empregado agiu com dolo (intenção de lesar). Sendo assim, diante da proibição legal do desconto salarial, cabe à empresa comprovar a sua origem, caso contrário, estará configurado o abuso do poder disciplinar patronal.

No caso, conforme verificado pelo julgador, o reclamante sofreu, de fato, descontos salariais indevidos. Ao examinar os recibos salariais, o magistrado notou que eles registravam, além dos descontos habituais (adiantamento salarial, INSS, convênio médico, contribuição sindical), descontos com a denominação de vale extra, o que também ocorreu no TRCT. Além disso, foram apresentados documentos revelando a existência de inúmeras multas de trânsito atribuídas ao reclamante. Diante disso, o julgador observou que os valores referentes às multas foram cobrados pela empresa, de forma parcelada, através de descontos mensais nos salários do motorista, assim como nas verbas rescisórias, o que não poderia ter ocorrido.

Isso porque, além da vedação legal de descontos salariais, existia ainda norma coletiva estabelecendo que as multas administrativas e infrações de trânsito só poderiam ser descontadas dos empregados após o julgamento final do recurso interposto pela empregadora junto ao órgão competente. E a ré não comprovou, de forma alguma, que apresentou recurso das multas atribuídas ao empregado, descumprindo, portanto, o acordado na norma coletiva, concluiu o magistrado, deferindo ao reclamante o reembolso pretendido. Houve recurso, mas a sentença foi mantida no TRT-MG.

( 0001671-22.2014.5.03.0111 ED )

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 12, 2016, 10:49:57 AM4/12/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

Por hora, 282 pessoas ficam desempregadas no país.

O Brasil dos desempregados já tem quase a mesma população de Portugal: beira os 10 milhões de habitantes. Por hora, 282 brasileiros passam a fazer parte desse contingente, segundo cálculos do economista e blogueiro do Estado Alexandre Cabral. É gente como Adeíldo dos Santos, pai de três filhos, que está sem emprego há seis meses; como o haitiano Vito Pharius, que chegou a São Paulo há um ano, sem a família, e até hoje não conseguiu assinar a carteira de trabalho. É gente como André Vernilo, de 21 anos, que acabou de pegar o diploma de relações públicas, mas não consegue achar uma vaga na área; ou como Wagner Soares, ex-funcionário de uma fábrica de autopeças, hoje vendedor ambulante no viaduto Santa Ifigênia, em São Paulo.

A estimativa é de que, até o fim do ano, serão 12 milhões de histórias como essas no País. Vai ser cada vez mais difícil não conhecer alguém que esteja desempregado. E, para quem já está sem emprego, a dificuldade será encontrar portas onde bater. “Isso é muito grave, porque com exceção da agricultura, não há mais nenhum setor livre do fantasma do desemprego”, diz o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados. “E não se trata de uma crise conjuntural, com uma queda temporária. O problema é estrutural.”

A nova onda de retração no mercado de trabalho ficou evidente a partir do segundo semestre do ano passado, quando os setores de comércio e serviços – grandes empregadores de mão de obra – começaram a demitir com mais força. A piora se somou aos desligamentos na construção civil e na indústria, em crise há mais tempo.

Em 2015, o comércio fechou 208 mil postos de trabalho, depois de mais de dez anos de criação de vagas. “Para este ano, estamos esperando o corte de 220 mil postos, já que o ajuste começou mais tarde no setor e muitos seguraram as demissões por causa dos custos”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio. No comércio, diz Bentes, contratação é sinônimo de crescimento nas vendas – o que não está acontecendo. Em 2015, as vendas recuaram 8,6% e, neste ano, devem cair 8,3%.

O que ajuda a explicar a forte piora nos setores de comércio e serviços é a queda da renda do Brasil. Em 2015, o recuo real – quando descontada a inflação – foi de 3,7%. A última queda havia sido observada em 2004, de 1,4%. Neste ano, deve chegar a 2,5%. “Se existiam sinais de que poderia haver uma melhora das condições do mercado de trabalho, os últimos dados mostram que todas as fontes fecharam”, diz Claudio Dedecca, professor da Unicamp.

Morador de Diadema, Adeíldo Alfredo dos Santos, de 39 anos, descobriu isso na prática. Há seis meses sem trabalho, ele não tem mais para onde correr. O seguro-desemprego já acabou. O carro, que valia cerca de R$ 12 mil, foi vendido. E o dinheiro não para de sair da conta – restam apenas R$ 10 mil na poupança, que prometem voar com o aluguel, de R$ 850 mensais, e as outras despesas do dia a dia da família.

“Quando fui demitido, ficamos sem nenhuma renda, pois a minha esposa fica em casa com nossos três filhos pequenos”, conta ele, que trabalhava na indústria da borracha. “Não tenho saída a não ser arranjar outro emprego. Mas está péssimo – as vagas estão afunilando cada vez mais”, diz. “Aceito qualquer coisa em qualquer lugar.” No último emprego, Adeíldo ganhava R$ 2 mil por mês. Há alguns anos, chegou a ganhar R$ 3 mil. “A minha condição de vida era melhor uns tempos atrás. Foi em 2013 que as coisas começaram a piorar”, conta.

Não foi só para ele que as coisas mudaram rápido demais. “Em menos de dois anos, o Brasil deixou a condição de pleno emprego”, afirma Alessandra Ribeiro, economista e sócia da Tendências Consultoria Integrada. A velocidade com que o mercado de trabalho se deteriorou tem impressionado economistas. “Até o início de 2014, os empresários esperavam uma recuperação e eles seguraram o quanto puderam para não demitir”, diz Mendonça de Barros. “Quando eles perderam a esperança, foi uma correria para ajustar a estrutura.”

Até Porto Alegre, que em 2011 foi batizada de “a capital do pleno emprego”, já sofre com aumento das demissões. Dados da Fundação de Economia e Estatística, da Secretaria de Planejamento do Rio Grande do Sul, mostram que a taxa atingiu os dois dígitos na região metropolitana em fevereiro: 10,1%. Há um ano, estava em 5,8%. Esse cenário atinge gaúchos como Guilherme Pinto, de 37 anos. Técnico em publicidade e propaganda, seu maior período sem emprego foi em 2015, quando ficou nove meses parado. “Tive de usar o FGTS e o seguro-desemprego.”

No fim do ano passado, ele até achou uma vaga, mas a empresa fechou as portas em janeiro. “Fiquei dois meses empregado ganhando menos de R$ 1 mil.” Guilherme mora com a mãe, funcionária pública aposentada por invalidez, que sustenta os dois com menos de R$ 1,3 mil mensais. “Minha rotina agora é fazer cadastro em sites de emprego, enviar currículos e pedir indicações de amigos”, conta.

Fonte: O Estado de São Paulo, por Luiz Guilherme Gerbelli e Anna Carolina Papp, 09.04.2016

Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 13, 2016, 1:25:56 PM4/13/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

Pleno aprova tese jurídica sobre desconto ilícito de trabalhador não sindicalizado.

O Pleno do TRT da 18ª aprovou tese jurídica prevalecente sobre a definição do responsável pela restituição dos valores descontados indevidamente, pela empresa, do salário dos empregados não sindicalizados, sem a autorização destes, a título de contribuição confederativa ou assistencial. Conforme a tese aprovada, o empregador que efetuar desconto ilícito a título de contribuição confederativa e/ou assistencial também é responsável pela restituição do valor indevidamente descontado do empregado não sindicalizado.

O Incidente de Uniformização de Jurisprudência (IUJ) foi proposto pelo presidente do Tribunal, desembargador Aldon Taglialegna, após estudo elaborado pela Seção de Jurisprudência que constatou a existência de decisões atuais e conflitantes no âmbito das Turmas sobre contribuições sindicais indevidas. A maioria dos membros do Pleno seguiu o entendimento do relator, no sentido de que, ainda que a norma coletiva autorize o desconto de tais contribuições, de forma indiscriminada entre os empregados, cabe à empresa verificar se o empregado está sindicalizado e se há autorização deste, para que a retenção salarial seja lícita. Dessa forma, com base em entendimento consolidado do TST, os descontos em favor do sindicato somente se legitimam quando previamente autorizados, sendo o empregador responsabilizado por descontos indevidos. Como na sessão não foi atingida a maioria dos votos necessários para a edição de súmula, aprovou-se a tese jurídica prevalecente.

Tese jurídica prevalecente

A decisão do julgamento de IUJ pode ser transformada em Súmula, se aprovada por maioria absoluta dos membros do Pleno (2/3), ou em tese jurídica prevalecente, quando aprovada por maioria simples (acima de 50%). O objetivo é a uniformização da jurisprudência quanto à interpretação de determinada norma jurídica, o que propicia maior estabilidade e celeridade às decisões judiciais.

Veja a tese nº5 na íntegra:

TESE JURÍDICA PREVALECENTE Nº 5. “CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA E/OU ASSISTENCIAL. EMPREGADO NÃO SINDICALIZADO. DESCONTO ILÍCITO. RESTITUIÇÃO. RESPONSABILIDADE. O empregador que efetuar desconto ilícito a título de contribuição confederativa e/ou assistencial também é responsável pela restituição do valor indevidamente descontado do empregado não sindicalizado.”

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 18ª Região Goiás, por Lídia Neves, 13.04.2016


cabeçalho novo2


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 18, 2016, 9:18:45 AM4/18/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

RHs se reinventam para enfrentar as ameaças disruptivas.

A palavra de ordem hoje na maior parte das companhias é buscar soluções rápidas e criativas para enfrentar a concorrência iminente de negócios disruptivos, aqueles que podem acabar com um serviço ou produto da noite para o dia. Preparar a empresa para viver nesse novo contexto requer uma força de trabalho alinhada, treinada e motivada estrategicamente. A grande questão é como os departamentos de recursos humanos vão se reinventar para promover esses processos internamente no ritmo que o mercado impõe.

A resposta pode vir com a adoção de novas soluções digitais que se propõe a livrar o RH das tarefas mais burocráticas, o que em tese faria sobrar mais tempo para ações estratégicas. Implementações dessa natureza, entretanto, são igualmente disruptivas e implicam em uma mudança cultural no modus operandi das organizações. Elas afetam a maneira de trabalhar de funcionários e gestores. Por essa razão, talvez representem o maior desafio para a área de RH no século 21.

Esse foi um dos temas mais discutidos da terceira edição do Oracle HCM World, conferência que reuniu, na semana passada, quase dois mil executivos de recursos humanos de 40 países em Chicago, nos EUA. Foram mais de 40 painéis e apresentações com especialistas, consultores, acadêmicos e gestores.

“O RH precisa aumentar o seu poder de influência nas empresas porque hoje elas estão pressionadas a obter resultados no curto prazo, mas muitos objetivos estratégicos da área são de longo prazo”, diz Peter Capelli, professor e diretor do Centro de Recursos Humanos de Wharton, uma das mais importantes escolas de negócios do mundo.

A desaceleração da economia mundial nos últimos cinco anos fez com que as empresas passassem a cortar despesas e a adotar estratégias de sobrevivência, explica Mark Hurd, CEO da Oracle, que emprega 130 mil funcionários, em 145 países. Os investimentos foram direcionados para áreas de compliance, segurança e tecnologia, entre outras. Segundo ele, sobrou pouco para o RH.

“Hoje as companhias sabem que para serem competitivas precisam de times altamente engajados, produtivos e voltados para a inovação. Elas querem um RH que responda a essas demandas”, afirma Hurd. Em sua opinião, o departamento não pode mais ser apenas um gerenciador de informações de listas de benefícios ou folhas de pagamento. “Ele precisa se concentrar na atração de talentos, no treinamento e na retenção dos melhores profissionais, e usar o que sabe sobre a força de trabalho a favor dos negócios.”

Para ganhar a mesma atenção dos diretores financeiros por parte dos CEOs, os executivos de RH precisam de números e dados que justifiquem seus investimentos. “Existem muito mais informações disponíveis hoje, então será fundamental para o gestor da área no futuro fazer uma especialização em análise de dados”, diz Gretchen Alarcon, vice-presidente de Human Capital Management da Oracle. “Quem não fizer não vai ter trabalho”. Ela defende a inteligência de negócios ou o “business intelligence” aplicada à gestão de pessoas. “É crescente o número de profissionais de outras áreas que mudaram para RH. Acho que está em curso uma importante mudança no perfil do profissional. Hoje já é possível ver um CHRO (Chief Human Resources Officer) se tornando CEO.”

Plataformas digitais customizadas para o RH, como o HCM Cloud, hoje armazenam informações na nuvem e propiciam em um só ambiente uma grande quantidade de dados e estatísticas sobre o funcionário e sua participação em projetos, avaliações de desempenho e grupos de discussão. Mas, o uso de sistemas como esse ou outros semelhantes requer uma mudança cultural na organização, dizem os especialistas. Isso porque serão usados por várias gerações de profissionais, com níveis diferentes de familiaridade com aplicações digitais.

“Os jovens aderem mais rapidamente”, diz Solange Oliveira, gerente de gestão corporativa da BT Call Center, empresa do grupo Oi. Há três meses, a empresa transferiu todo o recrutamento para uma plataforma digital. Aos poucos, deve migrar para a nuvem a maior parte de seus processos de RH. Como 70% dos 17 mil funcionários são da geração milênio (nascidos a partir de 1980), ela acredita que as mudanças serão bem recebidas.

“Acabando com o recebimento de currículos em papel conseguimos economizar 35% no processo de seleção”, afirma Solange. Ela acredita que a transformação digital é inevitável, mas que automatização dos procedimentos não deve eliminar postos de trabalho no RH. “Algumas pessoas poderão mudar de função para atuar em assuntos mais estratégicos.”

“Não quero meus funcionários se debatendo com a tecnologia, quero apenas que eles vivenciem a disrupção digital”, diz Jackie Tischer, vice-presidente sênior de operações de RH da rede americana de hospitais Baylor Scott & White Health, que emprega 40 mil pessoas e fatura mais de US$ 7,5 bilhões por ano. A rede centenária centralizou suas operações de RH e transferiu quase tudo para a nuvem. “A implementação não foi fácil, mas depois de um tempo meus gerentes entenderam que era possível dividir essa experiência com os funcionários e tudo começou a funcionar.”

Para Erica Volini, líder de transformações de RH da consultoria Deloitte, a organização precisa saber que as disrupções decorrentes da adoção de soluções tecnológicas provocam um grande impacto no ambiente de trabalho. “Uma das consequências é que as pessoas passam a trabalhar mais em times, o que é bom já que os processos colaborativos estão relacionados à inovação”, diz. O gerenciamento de talentos fica mais exposto, assim como os feedbacks, as oportunidades de crescimento e os propósitos da organização.

“Aumentando o acesso a informações estamos dando mais poder aos funcionários, ” diz William Tompkins, responsável pela área de RH e recompensas na rede de varejo Macy’s, que tem 870 lojas, quase 170 mil empregados e um faturamento anual próximo a US$ 28 bilhões. Ele conta que todo o processo de transformação digital foi dividido em várias fases. “A comunicação é fundamental, pois é preciso cuidado com essa transição”, diz. O executivo diz que em 2015 foram disseminados os conceitos e a visão do projeto. Este ano começam as mudanças e em 2017 ele espera estar com o RH “instrumentalizado para o futuro”.

O empregado de origem latino-americana, acostumado com o contato com o RH face a face, talvez leve um tempo maior para se adaptar a essa automação de processos, diz Roberto Spuri, diretor de desenvolvimento de negócios da Oracle Brasil. “Mas essa é uma questão que pode ser resolvida com treinamento”, explica. O quanto a empresa vai abrir de dados para os empregados é uma decisão estratégica e está relacionada com a sua cultura. “O engajamento e a conexão dos funcionários com os valores da companhia não vêm com a tecnologia.”

Fonte: Valor Econômico, por Stela Campos, 14.04.2016


cabeçalho novo2


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 19, 2016, 9:31:32 AM4/19/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

4 perigos em terceirizar todo o seu Departamento Pessoal para a Contabilidade.

“A Contabilidade cuida de todas as tarefas de Departamento Pessoal para a minha empresa, então nem preciso me preocupar com nada daquilo”. A frase acima resume uma mentalidade frequente nas áreas de Recursos Humanos de pequenas e médias (e até grandes) organizações no Brasil. Mentalidade essa que gera alguns prejuízos sérios, ou que pelo menos faz com que as organizações ganhem menos do que poderiam.

A questão é que terceirizar todo o seu DP para a Contabilidade é uma medida perigosa. Mas os motivos não são tão óbvios aos olhos dos profissionais de Recursos Humanos como deveriam. E é por isso que nós, do Convenia, decidimos lançar luz sobre o assunto aqui no blog.

Quando estamos imersos em um sistema há bastante tempo, é complicado vislumbrar mudanças que poderiam transformar – e, acima de tudo, aprimorar – o modo com o qual os processos são executados. Exatamente o que acontece na dinâmica entre RH e Contabilidade.

Confira os quatro maiores perigos em terceirizar todo o seu DP para a Contabilidade:

Perigo 1: Demora na obtenção de informações

Quando você não tem as informações sobre os funcionários guardadas internamente na empresa, é impossível resgatá-las em tempo real quando precisar checar algum dado.

Nesse caso, é necessário entrar em contato com a Contabilidade e solicitar que eles enviem as informações sempre que quiser checá-las. Ou seja, há um desperdício de tempo, e, em última instância, um desperdício de dinheiro.

Imagine que se você tiver um arquivo interno com o diretório de colaboradores da empresa, trocas de e-mails e telefonemas são evitados. Tudo fica a apenas alguns cliques de distância da analista de Recursos Humanos, que tem uma compreensão maior da situação pela qual passa o departamento dela. Taxa de turnover, custo por contração, retorno por contratação, dentre outras métricas de RH, são território comum aos profissionais da área que podem verificar os dados em tempo real.

Perigo 2: Dificuldade para gerar relatórios

Se todas as informações referentes a Departamento Pessoal ficam armazenadas (e, em muitos casos, atravancadas) na Contabilidade, gerar relatórios torna-se uma tarefa demorada, dificultando uma atuação estratégica por parte da área de Recursos Humanos.

O RH mais eficaz para a empresa é aquele que tem a capacidade de analisar numericamente como a área impacta na organização inteira, de modo que os gestores tomem as melhores decisões para alavancar as receitas da organização (entenda melhor aqui). Sem dados sobre admissões, desligamentos, benefícios corporativos e folha de pagamento, como que o responsável por RH consegue contribuir com relatórios nas reuniões com os gestores?

Além disso, o intercâmbio poderoso entre a área de Recursos Humanos e o departamento financeiro encontra uma barreira grossa quando o RH não consegue obter relatórios em tempo real. Porque, no final das contas, os argumentos financeiros tem peso considerável na tomada de decisão.

Perigo 3: Não ser avisado quando datas importantes estiverem se aproximando

Algumas datas são cruciais para o RH: reajuste de salário estipulada pela Convenção Coletiva de Trabalho, vencimento de férias do colaborador, crédito de benefícios , dentre outras. O grande perigo mora em cometer um erro associado a calendário que impeça o colaborador de gozar de algum direito que ele tem.

Não saber quando essas datas estão se aproximando pode onerar financeiramente a empresa, afinal ela se torna vítima de multas e processos judiciais resultantes de não honrar os compromissos no período correto.

A Contabilidade lida com uma carteira de vários clientes, então é inviável prestar uma consultoria contábil exclusiva e eficaz para uma só empresa. Não dá para exigir que o escritório alerte a empresa sempre que uma data importante está para chegar.

Perigo 4: Problemas caso a empresa decida mudar de Contabilidade

Imagine a seguinte situação: a empresa que terceiriza todas as suas atividades de Departamento Pessoal para um escritório contábil decide trocar de Contabilidade.

Como fica o histórico de movimentações? Como fica o histórico de folha de pagamento? Como fica o histórico de férias? Acho que você já entendeu a profundidade da questão.

Esse perigo acaba resvalando no segundo: o perigo de não conseguir gerar relatórios de forma contundente.

O que fazer em vez de terceirizar tudo para a Contabilidade

Não incentivamos o rompimento total com o escritório contábil. Só desaconselhamos a terceirização de todo o Departamento Pessoal a ele.

A Contabilidade é, sim, um parceiro competente do RH no que se refere à execução de algumas tarefas burocráticas de Departamento Pessoal – como fechamento de folha de pagamento. Mas ainda é importante que o RH tenha controle sobre alguns processos de Departamento Pessoal, como gestão de benefícios, gestão de férias, admissões/desligamentos e gestão de ponto eletrônico.

Fonte: Convenia.com, por Luca Venturini, 15.04.2016


cabeçalho novo2


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 26, 2016, 10:59:06 AM4/26/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

NR-16: MTPS lança consulta pública para norma de periculosidade em atividades de motocicleta.

A partir desta segunda-feira (18) a sociedade civil, trabalhadores e empregadores, poderão contribuir, por meio de uma consulta pública, com o texto que integrará a Norma Regulamentadora (NR) nº 16, que especifica quais as situações de trabalho com utilização de motocicletas que geram direito ao adicional de periculosidade. As sugestões podem ser enviadas por e-mail (normatiz...@mte.gov.br) ou via correio para sede do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) até o dia 17 de junho, para o endereço Esplanada dos Ministérios – Bloco “F” – Anexo “B” – 1º Andar – Sala 107 – CEP 70059-900 – Brasília/DF

De acordo com o texto original, proposto pelo governo federal no Anexo 5 da NR-16, são consideradas perigosas as atividades laborais que utilizem motocicletas ou motonetas em vias públicas, desconsiderando desta forma, o uso deste veículo no deslocamento do trabalhador da residência para seu local de trabalho e seu uso em locais privados.

O adicional de periculosidade corresponde a 30% do salário do empregado, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa. Esse direito passou a ser garantido aos motociclistas desde a publicação da Lei 12.997/2014.

Após encerramento do prazo para o envio de contribuições, as propostas serão avaliadas por um grupo tripartite composto por representantes do governo federal, trabalhadores e empregadores. As sugestões que forem consenso irão compor o novo texto do Anexo 5 da NR-16.

Fonte: Ministério do Trabalho e Previdência Social, 18.04.2016


cabeçalho novo2


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 26, 2016, 11:34:02 AM4/26/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

Nove competências essenciais para o profissional de RH.

Ser capaz de se posicionar estrategicamente, atravessar paradoxos e transmitir credibilidade para o resto da organização, sem perder de vista a importância da cultura organizacional, das regras e de incorporar novas tecnologias ao trabalho. Um novo estudo conduzido pelo especialista Dave Urich definiu as nove competências mais importantes para um profissional de recursos humanos – e os brasileiros ficaram abaixo da média global em quase todas elas.

Realizada a cada cinco anos pelo grupo RBL, a pesquisa define um “modelo de competências” da área de gestão de pessoas, e reúne nove habilidades consideradas essenciais para os profissionais da área no mundo atual. Os autores do estudo entrevistaram mais de 30 mil pessoas de todas as regiões, o que inclui o Brasil, onde a pesquisa teve 895 participantes.

O levantamento é realizado com profissionais da área de RH, que precisam se autoanalisar e avaliar seus pares e subordinados, bem como gestores de outros setores da empresa. O Brasil ficou acima da média em apenas uma competência-chave: a capacidade de navegar paradoxos, que representa saber transitar entre demandas que são aparentemente contraditórias, como necessidades de curto e longo prazo ou dar atenção tanto a funcionários quanto para clientes.

Ela foi considerada a mais efetiva, inclusive, pelos profissionais de outras áreas além do RH. “O Brasil é uma economia sujeita a oscilações, por isso o brasileiro desenvolve competências exigidas por um mercado em que é preciso agir rápido”, diz Cesar Bullara, professor da ISE Business School, que conduziu o estudo no Brasil.

A maior distância entre a média global e a brasileira é na competência que se refere à credibilidade, e mensura se o RH tem influência dentro da organização, sabendo se relacionar e ganhando reconhecimento pelos resultados alcançados. É uma competência que está ligada à capacidade de se posicionar estrategicamente, outra habilidade em que o Brasil ficou abaixo da média global, ainda que por uma diferença menor. “Se eu tenho visão estratégica, isso me ajuda a ter credibilidade interna porque a imagem que se associa ao RH é de alguém que entende minimamente o negócio, sabe como a empresa ganha dinheiro e tem condição de opinar a respeito disso”, diz Bullara.

Ambas também se apoiam na capacidade de navegar por paradoxos. “Para ser visto como efetivo, é preciso conhecer o mercado onde se está, entender as mudanças que estão acontecendo e ser ágil na hora de conciliar dilemas de curto e longo prazo”, diz. O profissional brasileiro se considera detentor dessa visão, portanto, mas falta comunicá-la com mais efetividade para o resto da empresa e integrá-la a seu planejamento interno. “Não é apenas antecipar riscos, mas contribuir para criar a estratégia da organização, entendendo a expectativa de clientes e sabendo como competir com outras empresas no mercado”, diz.

As áreas em que os profissionais de fora do RH percebem um desempenho mais fraco do departamento são desenvolvimento de programas de liderança, plano de sucessão, gestão de performance e a identificação de problemas cruciais para a estratégia da companhia. Em quase todas as competências, no entanto, os profissionais brasileiros de RH se autoavaliaram de forma mais crítica do que seus colegas de outras áreas. “Eles têm consciência de onde poderiam melhorar”, diz Bullara, da ISE Business School.

Fonte: Valor Econômico, por Letícia Arcoverde, 25.04.2016


cabeçalho novo2


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 26, 2016, 11:39:43 AM4/26/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

Mantida justa causa de metalúrgico que postou fotos de indústria no Facebook

(Ter, 26 Abr 2016 07:07:00)

A postagem de fotos da empresa em perfil no Facebook levou à dispensa por justa causa de um operador de máquina de corte da empresa gaúcha KLL Equipamentos para Transporte Ltda. A Quinta Turma do Trabalho do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso do trabalhador, que pretendia reverter a demissão por justa causa em dispensa imotivada para, assim, receber verbas rescisórias.

Sigilo industrial

A KLL, localizada no Distrito Industrial de Alvorada (RS), se identifica como produtora de suspensões de alta tecnologia e componentes para veículos de cargas e passageiros. Segundo a empresa, o metalúrgico divulgou em seu perfil Facebook fotografias que mostravam seus processos produtivos e suas dependências, com detalhes dos equipamentos. O procedimento, segundo a KLL, teria colocado em risco seu sigilo industrial e sua segurança patrimonial.

A empresa afirmou que, segundo seu código interno de conduta, esse tipo de prática é expressamente vedado, e que o regulamento era do pleno e prévio conhecimento do empregado. Em seu depoimento, o operário negou que tivesse conhecimento da norma interna, e disse que as imagens se destinavam a um trabalho de seu curso de graduação em Processos Gerenciais, parcialmente custeado pela empresa. Segundo ele, seu gerente o auxiliou em diversos trabalhos acadêmicos e tinha conhecimento das fotos, o que foi negado pelo gerente em audiência. O trabalhador admitiu que não havia recebido autorização expressa para tirar as fotos, mas alegou que postou as fotos em abril ou maio de 2013, e que a demissão só ocorreu em setembro . 

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) afastou o aspecto inofensivo das fotos, pois "a divulgação do sistema produtivo da empresa é o que basta para caracterizar o dano". Segundo o TRT, as fotografias, "aos olhos de pessoas versadas no tema, em especial dos concorrentes, têm potencial de revelar questões cruciais do sistema produtivo que o Código de Conduta fez questão de proteger e que era do conhecimento do empregado".

Em relação à falta de reação imediata da empresa na aplicação da punição, o Regional registrou que, segundo testemunhas, a empresa tomou ciência do fato em 18 ou 19 de setembro, e a despedida aconteceu cinco dias depois. "A empresa efetuou a punição tão logo teve ciência dos fatos, não havendo falar em perdão tácito pela demora na aplicação da penalidade", afirma o acórdão.

No recurso ao TST, o metalúrgico sustentou que a empresa não demonstrou a prática de falta grave, e insistiu na falta de imediatidade. Para o relator, ministro Guilherme Caputo Bastos, o TRT solucionou o caso com fundamento nas provas efetivamente produzidas no processo. Quanto à não aplicação imediata da punição, afirmou que o único julgado transcrito pelo trabalhador não cumpria os critérios do artigo 896, alínea "a", da CLT.

Apelido e indenização

A empresa também recorreu ao TST para reformar decisão que a condenou a pagar indenização por danos morais de R$ 5 mil ao metalúrgico. Ele comprovou que era tratado pelo gerente e colegas de maneira jocosa, ao ser chamado de "Gianecchini, o feio".

Quanto a essa questão, a Quinta Turma do TST não conheceu do recurso. O ministro Caputo Bastos afastou a alegação da empresa de que não praticou ato ilícito, pois, segundo o TRT, ela tinha ciência do comportamento do gerente, e o artigo 932, inciso III, do Código Civil estabelece que cabe ao empregador a responsabilidade pelos atos de seus empregados no exercício do trabalho.

(Lourdes Tavares/CF)

Processo: RR-1353-44.2013.5.04.0241



cabeçalho novo2


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 28, 2016, 9:16:09 AM4/28/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

Confirmada justa causa aplicada a trabalhador que recusou transferência de local de trabalho ante inexistência de serviço na região.

As condições de trabalho só podem ser alteradas por mútuo consentimento das partes e desde que não resultem em prejuízo para o empregado. Em relação ao local de trabalho, o nosso direito consagrou a inamovibilidade do empregado, ou seja, ele só pode ser transferido se concordar, sendo considerada transferência a mudança que acarrete, necessariamente, alteração de seu domicílio (artigos 468 e 469 da CLT). Essa é a regra geral, que comporta exceções, como a ocorrida no caso analisado pela juíza Raíssa Rodrigues Gomide, em sua atuação na Vara do Trabalho de Ponte Nova.

No caso, um empregado que trabalhava para uma empresa de obras e serviços em Congonhas e cidades vizinhas teve sua transferência determinada para a cidade de Conceição do Mato Dentro, sem a sua concordância. Considerando a conduta da empregadora arbitrária e contrária aos seus interesses, ele se recusou a ser transferido. A empresa, por sua vez, entendendo que a conduta do trabalhador configurava falta grave, tendo em vista a inexistência de serviço na região, o dispensou por justa causa. Inconformado, o trabalhador pediu na Justiça a declaração de nulidade de sua dispensa e o pagamento das verbas rescisórias daí decorrentes.

Mas a julgadora entendeu que a razão estava com a empresa. Como explicou, a legislação prevê a licitude da transferência quando ocorrer a extinção do estabelecimento em que trabalhar o empregado. E, por analogia, entendeu aplicável ao caso o dispositivo legal que trata dessa matéria (artigo 469, §2º, da CLT), já que as consequências da inexistência de trabalho se equiparam às da extinção do estabelecimento. A juíza levou em conta que a prova testemunhal confirmou a alegação patronal de que obra na qual empregado trabalhava terminou e, justamente por isso, a empresa o transferiu. Assim, ela entendeu que a recusa do empregado em aceitar a mudança do local de trabalho autoriza a extinção do contrato de trabalho, passível até mesmo de configurar abandono de emprego.

Nessa linha de pensamento, e frisando que o trabalhador anteriormente havia sofrido penas de advertência e suspensão, a magistrada considerou que a atitude do trabalhador configurou falta grave, apta a ensejar sua dispensa por justa causa. Houve recurso da decisão, ainda pendente de julgamento.

( 0000801-54.2015.5.03.0074 RO )

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 3ª Região Minas Gerais, 27.04.2016


cabeçalho novo2


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
Apr 28, 2016, 1:50:19 PM4/28/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

46 concursos públicos oferecem salários de até R$ 27,5 mil




São Paulo - Para quem quer seguir carreira pública, veja os concursos públicos com inscrições abertas. As oportunidades profissionais estão espalhadas por todas as regiões do país.

SUL E SUDESTE

SP- Prefeitura de Santos
São 26 vagas para todos os níveis. Um contador e médicos em diversas especialidades serão selecionados.

Salário: até 6.530,03 reais
Inscrições: até 28 de abril pelo site do Ibam

SP - Prefeitura de Peruíbe
O concurso oferece até 161 vagas para todos os níveis. Os cargos disponíveis para quem tem graduação são os de procurador municipal, terapeuta ocupacional, professor, médico clínico geral, médico ginecologista/obstetra, médico pediatra e médico psiquiatra.

Salário: até 9.108,81 reais
Inscrições:
 até 29 de abril pelo site da Moura Melo

SP - Prefeitura de São José dos Campos
Há 35 vagas para médicos clínicos gerais, cardiologistas, dermatologistas, ortopedistas, psiquiatras, entre outros.

Salário: até 6.209,71 reais
Inscrições:
 até 2 de maio pelo site da Global Concursos

SP - Câmara Municipal de Santana de Parnaíba
Há 12 oportunidades, além de cadastro reserva. As vagas para ensino superior são de analista de recursos humanos, analista técnico administrativo, analista técnico legislativo e controlador interno. 

Salário: até 7.604,44 reais
Inscrições: 
até 5 de maio pelo site do Instituto Mais

SP - Prefeitura de Praia Grande
Há18 vagas para médicos generalistas e especialistas em áreas como cardiologia, mastologia, geriatria, urologia, oncologia, nefrologia, medicina do trabalho entre outras.

Salário: até 13 mil reais
Inscrições:
 até 5 de maio pelo site do Ibam

SP - Câmara Municipal de Pompeia
Há vagas para nível médio e superior. As oportunidades para quem tem graduação são para contador e diretor de secretaria.

Salário: até 6.321,04 reais
Inscrições:
 até 5 de maio pelo site do Instituto Indec

SP - Ministério Público de São Paulo
São 40 oportunidades de nível superior para analista técnico científico. Há espaço para arquiteto e urbanista, biólogo, engenheiro agrônomo, engenheiro florestal, engenheiro industrial, engenheiro de segurança do trabalho, engenheiro químico, engenheiro de tráfego, engenheiro avaliador, engenheiro de computação, engenheiro civil, geógrafo, pedagogo, médico veterinário e geólogo.nível superior.  

Salário: não divulgado
Inscrições: até 19 de maio pelo site da Fundação Vunesp

RJ - Marinha
Há três editais totalizando 127 oportunidades para nível superior. As vagas são nas áreas de arquitetura e urbanismo, engenharia cartográfica, engenharia civil, engenharia de materiais, engenharia de produção, engenharia de sistemas de computação, engenharia de telecomunicações, engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia mecânica, engenharia mecatrônica, engenharia naval, engenharia nuclear e engenharia química, economia, administração, ciências contábeis, direito, comunicação social, geologia, informática, entre outros. Também há vagas para capelães navais.

Salário: até 9 mil reais
Inscrições: 
o prazo varia conforme o edital, podendo ser até 13, 17, 18 ou 19 de maio. As inscrições são pelo site da Marinha.

MG - Prefeitura de Marilac
Há 148 vagas para todos os níveis, inclusive para enfermeiro, dentista, médico, engenheiro civil e professor.

Salário: até 6.227,57 reais
Inscrições:
 até 30 de abril pelo site da MSM

MG Consórcio Intermunicipal de Saúde dos Vales, em Minas Gerais (Cisvales)
São 194 vagas para níveis médio/ técnico e superior. Há oportunidade para médico, condutor socorrista, auxiliar administrativo, entre outras.

Salário: até 7.800 reais
Inscrições: até 2 de maio pelo site Iniciativa Global 

MG  - Prefeitura de Santa Maria de Itabira 
O concurso oferece 60 vagas, inclusive para médico, dentista, nutricionista, farmacêutico, contador, assistente social e professor.

Salário: até 8.250 reais
Inscrições:
 até 4 de maio pelo site do Seap

MG - Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes)
São 100 vagas de nível superior para médicos universitários.

Salário: até 5.278,06 reais
Inscrições: até 4 de maio pelo site da Comissão Técnica de Concursos da Unimontes

MG - Prefeitura de Araguari
O concurso oferece 157 vagas para todos os níveis, inclusive para administrador, assistente social, cirurgião-dentista, enfermeiro, médico, nutricionista, entre outros. 

Salário: até 8.270,32 reais
Inscrições:
 até 5 de maio pelo site do Nosso Rumo

MG - Prefeitura de Conquista
Há 101 oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade, inclusive para professor, psicólogo, médico, fisioterapeuta, contador, entre outros.

Salário: até 9.362,86 reais
Inscrições:
 até 5 de maio pelo site do Idecan

MG - Prefeitura de Leme do Prado
São 14 vagas para todos os níveis. Há vagas para contador, educador físico, enfermeiro, médico, entre outras.

Salário: até 10 mil reais
Inscrições: até 10 de maio pelo site da JMS.

MG - Prefeitura de Cipotânea
São 96 oportunidades. Há vagas para médico, médico veterinário, psicólogo, dentista, farmacêutico, nutricionista, assistente social, entre outras.

Salário: até 8.500 reais
Inscrições: até 11 de maio pelo site Reis e Reis Auditores

MG - Prefeitura de Santana de Pirapama
São 106 vagas para todos os níveis, inclusive para assistente social, dentista, médico, professor de ensino básico, entre outros.

Salário: até 10 mil reais
Inscrições:
 até 18 de maio pelo site da Seap

PR Prefeitura de Nova Santa Rosa 
São 25 vagas para todos os níveis de escolaridade. Há oportunidades para assistente social, contador, dentista, engenheiro civil, farmacêutico, médico, entre outras.

Salário: até 5.385,12 reais
Inscrições: até 27 de abril pelo site Exatus 

PR - Prefeitura de Francisco Beltrão
São 23 oportunidades para nível técnico e superior.  Há espaço para professores, médicos generalistas, terapeutas ocupacionais e técnicos em contabilidade.

Salário: até 11.716,05 reais
Inscrições: 
até 28 de abril pelo site da Funtef-PR

PR - Prefeitura de Reserva
São 49 vagas para todos os níveis de escolaridade. Há vagas para assistente social, educador social, assessor administrativo, enfermeiro, procurador jurídico, entre outras.

Salário: até 12.870,89 reais
Inscrições: até 28 de abril pelo site KLC Concursos 

PR - Consórcio Intermunicipal de Urgência e Emergência do Noroeste do Paraná
Há 40 vagas para todos os níveis de escolaridade. Entre os cargos disponíveis, estão os de médico intervencionista, enfermeiro intervencionista e técnico em enfermagem socorrista.

Salário: até 7.689,44 reais
Inscrições:
 até 6 de maio pelo site da Ruffo Concursos

SC - Prefeitura de Itapema
Há um total de 131 oportunidades, inclusive para arquiteto, assistente social, contador, enfermeiro, engenheiro (agrônomo, civil, florestal e sanitarista), farmacêutico, médico, nutricionista e professor.

Salário: até 11.801,09 reais
Inscrições:
 até 25 de abril pelo site do IOBV

SC- Prefeitura de Bombinhas 
São 16 vagas e formação de cadastro de reserva. Há vagas para professores e também para médico ginecologista, entre outras.

Salário: até 6.775,88 reais
Inscrições: até 11 de maio pelo site da Fepese 

SC Prefeitura de São Bento do Sul 
São 17 vagas para os níveis médio e superior.

Salário: até 11.491,10 reais
Inscrições: até 15 de maio pela página Acesse Concursos

SC- Prefeitura de Morro da Fumaça 
São 62 oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Há vagas para advogado, contador, fiscal tributário, médico, enfermeiro, nutricionista, psicólogo, odontólogo, assistente social, tesoureiro, professor, entre outras.

Salário: até 9.077,38 reais
Inscrições: até 16 de maio pelo site do Faepesul 

RS - Serviço de Água e Esgoto de Novo Hamburgo
O concurso se destina à formação de cadastro reserva. Há espaço para advogados, engenheiros mecânicos, biólogos, entre outros profissionais. 

Salário: até 5.062,05 reais
Inscrições: 
até 27 de abril pelo site da Fundação La Salle

RS - Câmara Municipal de Sarandi
Há 4 vagas para todos os níveis. A oportunidade para quem tem superior completo é para procurador jurídico. 

Salário: até 5.244,86 reais
Inscrições: 
até 1º de maio pelo site do Ioplan

RS Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, no Rio Grande do Sul
São 3 vagas de juiz do trabalho substituto voltadas para quem tem 3 anos de atividade jurídica, exercida após a obtenção do grau de bacharel em direito.

Salário: 27.500,17 reais
Inscrições: até 24 de maio pelo site do Tribunal Regional do Trabalho.

CENTRO OESTE

MS - Prefeitura de Iguatemi
Há 67 vagas para todos os níveis. Há oportunidades para auditor-fiscal tributário, assistente social, biólogo, enfermeiro, médico, engenheiro civil, entre outros. 

Salário: até 13.513,73 reais
Inscrições: 
até 29 de abril pelo site do Ideagem

MT - Defensoria Pública de Mato Grosso
Há 20 vagas para defensor público substituto. É preciso ser formado em Direito, ser inscrito na OAB e ter pelo menos três anos de atividade jurídica comprovada. 

Salário: até 19,9 mil reais
Inscrições:
 até 1º de maio pelo site da UFMT

MT - Prefeitura de Juara
São 50 vagas para todos os níveis, inclusive para advogado, enfermeiro, administrador, médico e fonoaudiólogo, entre outros profissionais de diversas áreas e formações.

Salário: até 10.907,14 reais
Inscrições: 
até 2 de maio pelo site da KLC

MT Prefeitura de Rondonópolis 
São 326 vagas, o concurso foi reaberto. De nível superior há vagas para administrador, analista de sistema, analista de suporte, analista de tecnologia de informação, arquiteto urbanista, assistente social, bibliotecário, biólogo, contador, controlador interno, economista, enfermeiro, engenheiro agrônomo, engenheiro civil, engenheiro eletricista, engenheiro florestal, engenheiro sanitarista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, geógrafo, historiador, jornalista, médico veterinário, nutricionista, pedagogo, psicólogo, psicopedagogo, secretário-executivo, terapeuta ocupacional, zootecnista, médico, cirurgião dentista e odontólogo.

Salário: até 6,5 mil reais
Inscrições: até 8 de maio pelo site da UFMT

NORTE E NORDESTE

AL - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (Ifal)
Há 26 vagas para professor de ensino básico, técnico e tecnológico nas unidades do Instituto em Maceió, Viçosa, Penedo, Piranhas, Arapiraca, Palmeira dos Índios e Santana do Ipanema. São procurados formados em administração; ciências contábeis; filosofia; história; letras; engenharia ambiental ou engenharia sanitária ou biologia, ou tecnólogo em gestão ambiental ou em saneamento ambiental, ou pós-graduação stricto sensu em meio ambiente ou áreas afins; ciência da computação ou sistemas de informação ou análise de sistemas ou tecnologia da informação ou engenharia de computação, ou pós-graduação stricto sensu na área de informática ou áreas afins.

Salário: até 8.639 reais
Inscrições: até 9 de maio pelo site do Ifal

CE - Prefeitura de Fortaleza
São 50 vagas de analista de planejamento e gestão para formados em direito, ciências contábeis, estatística, administração, economia, engenharia civil, ciências da computação e correlatos, arquitetura e urbanismo, engenharia ambiental e engenharia agronômica.

Salário: 6.840,48 reais
Inscrições: até 9 de maio pelo site da Prefeitura de Fortaleza.
 

PE Polícia Civil e Científica de Pernambuco
São 966 vagas; Para a Polícia Civil são 650, sendo 500 para agente de polícia, 50 vagas para escrivão e 100 para delegados. Para a Polícia Científica são 316 oportunidades: 40 são para médico legista, 56 para perito criminal, 51 para perito papiloscopista, 73 cargos serão para auxiliar de legista e mais 96 para auxiliar de perito.

Salário: até 9.069.81 reais
Inscrições: até 26 de abril pelo site do Cespe

PE - Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes 
Trata-se de seleção simplificada para a área de saúde. Há 12 vagas para médico saúde da Família, com carga horária de 40h. Há ainda três vagas para médico psiquiatra, com carga horária de 20h, quatro vagas para médico clínico, com carga horária de 20h. e oito vagas para Cuidador de Residência Terapêutica, com carga horária em regime de plantão 12x36 diurno e/ou noturno.

Salário: até 10.904 reais
Inscrições: até 29 de abril pelo site da Prefeitura de Jaboatão dos Guarapes 

PE - Companhia Pernambucana de Gás (Copergás)
Há 13 oportunidades, ao todo, para cargos de nível médio e superior. Há oportunidades para engenheiro civil, engenheiro mecânico, analista administrador, analista contador, analista economista e analista tecnologia da informação. 

Salário: até 7.409,64 reais
Inscrições: até 6 de maio pelo site da Fundação Carlos Chagas

PB Prefeitura de Soledade 
São 125 vagas para todos os níveis. Há vagas para fisioterapeuta, nutricionista, enfermeiro, médico, assistente social, pedagogo, psicólogo, entre outras.

Salário: até 7,2 mil reais
Inscrições: até 13 de maio pelo site da Universidade Estadual da Paraíba

PB - Prefeitura de Caaporã
O concurso disponibiliza 125 vagas para todos os níveis. Podem participar do processo seletivo procuradores, enfermeiros, médicos (generalistas e com várias especialidades), fonoaudiólogos, cirurgiões-dentistas, assistentes sociais, entre outros.

Salário: até 10 mil reais
Inscrições: 
até 22 de maio pelo site da Conpass

PB - Prefeitura de Coremas
São 184 vagas para todos os níveis, inclusive para advogado, assistente social, dentista, bioquímico, biomédico, enfermeiro, médico, entre outros profissionais.

Salário: até 6 mil reais
Inscrições: 
até 31 de maio pelo site da Contemax

TO - Prefeitura de Fortaleza do Tabocão 
São 76 vagas para todos os níveis.Há oportunidades para assistente social, médico, enfermeiro, professor, entre outras.

Salário: até 6.236,80 reais
Inscrições: até 1 de maio pelo site do Icap

TO - Prefeitura de Fátima
São 75 vagas para profissionais como enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, médicos clínicos gerais, odontólogos, entre outros.

Salário: até 7 mil reais
Inscrições:
 até 9 de maio pelo site do Idesc

TO Prefeitura de Guaraí
As inscrições foram reabertas e são 48 vagas para todos os níveis de escolaridade. Há vagas para assistente social, biomédico, enfermeiro, médico, nutricionista, odontólogo, professores, entre outras.

Salário: até 10 mil reais
Inscrições: até 16 de maio pelo site da Comissão Permanente de Seleção (Copese) da Fundação Universidade Federal do Tocantins (UFT). 

AM - Prefeitura de Parintins
São 2.055 vagas nos níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para professores, terapeuta ocupacional, repórter, pedagogo, odontólogo, nutricionista, médicos em diversas especialidades, geólogo, fisioterapeuta, farmacêutico, entre outras.

Salário: até 9.200 reais
Inscrições:até 5 de maio pelo site do Instituto de Pesquisas de Rondônia 

AM - Prefeitura de Humaitá
Há 122 vagas para todos os níveis, inclusive para médico, enfermeiro e professor.

Salário: até 6 mil reais
Inscrições: 
até 9 de maio pelo site do Cetam

RO - Eletrobras Distribuição Rondônia
Há vagas para engenheiro eletricista, engenheiro civil, engenheiro de segurança do trabalho, advogado, bacharel em comunicação social, contador, arquivista, assistente social, entre outras. São 105 oportunidades, segundo o edital.

Salário: até 7.625,09 reais
Inscrições: até 27 de abril pelo site da Eletrobras Distribuição Rondonia


cabeçalho novo2


Helio Augusto Pedroso Cavalcanti

unread,
May 4, 2016, 8:40:47 AM5/4/16
to dedgt....@gmail.com, inpg20...@gmail.com, inpgpir...@googlegroups.com, direitoempresarialdir...@googlegroups.com, direitot...@googlegroups.com, mba-direit...@googlegroups.com, gualbertl...@gmail.com, direitodotr...@yahoo.com.br, direitodot...@gmail.com, trabalhista-...@googlegroups.com, direitodotrabal...@googlegroups.com, inpgbnudirei...@googlegroups.com, postoled...@gmail.com, tlcava...@terra.com.br, mikael.c...@aasadvogados.com.br, luiz malheiros, nathyaca...@hotmail.com, turma062015...@gmail.com, direitodotra...@googlegroups.com, direito_tr...@hotmail.com, dtgesta...@googlegroups.com

Os 7 Pecados Capitais dos Benefícios Corporativos que o RH comete.

Muito se fala/pensa acerca de benefícios porque eles são os pilares da motivação e satisfação no trabalho por parte dos colaboradores. De modo que gerir de maneira eficiente os benefícios corporativos não pode ficar em segundo plano: pelo contrário, deve ser prioridades na área de Recursos Humanos.

Entretanto, existem erros comuns no que compete a benefícios corporativos que são repetidos por empresas de pequeno, médio e grande porte. Apelidamos tais erros de “Os 7 Pecados Capitais dos Benefícios Corporativos” e decidimos lançar luz sobre suas consequências e como evitá-los:

Pecado 1: Não levar em consideração o perfil dos colaboradores para contratar os benefícios

Cada empresa possui uma cultura organizacional diferente e, como consequência, um perfil diferente de colaboradores. Escritórios de advocacia tendem a cultivar um ambiente sóbrio e austero, enquanto produtoras de filmes são normalmente descontraídas e informais.

Portanto, é de se esperar que os profissionais de cada empresa se motivem por benefícios distintos, alinhados com seus respectivos perfis.

Além de fortalecer o engajamento com o quadro corrente de colaboradores, selecionar benefícios congruentes com a cultura organizacional também serve no sentido de atrair o tipo certo de profissional para a sua empresa quando uma vaga for aberta. Já falamos aqui sobre a importância crucial de contratar os candidatos compatíveis com a cultura da sua empresa.

Pecado 2: Não atualizar informações sobre colaboradores

O diretório de colaboradores das empresas que não utilizam um software de gestão e controle de Departamento Pessoal costuma ficar em uma planilha de Excel.

Não raro alguma informação sobre um colaborador muda e o novo dado não é computado na planilha. Se a mudança for o endereço do profissional, a empresa que não alterar o dado na planilha não sofrerá consequências grave. Porém, se o colaborador tiver um filho e o fato passar despercebido na planilha — e, por consequência, esse filho não for incluído como beneficiário no plano de saúde –, a empresa terá danos.

Pecado 3: Não fazer solicitação de benefícios logo que um colaborador é admitido

Um processo de admissão, também conhecido como onboarding, bem conduzido faz diferença no engajamento e visão que o novo colaborador carrega da empresa. Há uma série de práticas do onboarding que são de atribuição do RH estratégico, como apresentação do novo funcionários à história e valores da organização (bem como aos seus colegas de trabalho) e feedback nos primeiros meses.

Mas existem algumas, não encaradas com a mesma atenção, que são dever do Departamento Pessoal, dentre as quais se encontra a possibilidade de usufruir dos benefícios corporativos logo ao entrar na empresa.

É mais trivial do que deveria testemunhar um novo colaborador que demora de três semanas a um mês para receber Vale Transporte ou Vale Refeição, e que, portanto, precisa gastar de seu próprio dinheiro para almoçar e se locomover ao trabalho no início.

Pecado 4: Não cortar benefícios logo que um colaborador é desligado

Não apenas quando um colaborador é integrado à organização que o RH estratégico deve se preocupar em conduzir o processo de forma harmônica. Mesmo quando alguém é desligado, por qualquer motivo que seja, a empresa deve se preocupar em transmitir uma imagem profissional e séria.

Contudo, em relação ao que cabe ao Departamento Pessoal no processo de desligamento, o pecado não está ligado à reputação organizacional, mas ao aspecto financeiro: não cortar os benefícios corporativos do colaborador imediatamente quando ele é desligado.

Imagine que o colaborador X é desligado da empresa e cumpre aviso prévio de um mês. Ao final desse período, o analista de Recursos Humanos esquece de retirar o nome do colaborador X da planilha de Excel usada para fazer a gestão de benefícios da empresa, de modo que X continue recebendo créditos em seu Vale Refeição e Vale Transporte.

Agora imagine isso acontecendo com vários colaboradores, cujos nomes não são retirados da planilha por esquecimento ou erro manual. Quanto dinheiro a empresa está desperdiçando com esse tipo de equívoco?

É por isso que o quarto pecado em Benefícios Corporativos acarreta um ônus financeiro tão grande, mas sorrateiro, nas empresas “pecadoras”.

Pecado 5: Confiar que a operadora de benefícios está sempre certa

Esse se parece com a falha (cometida por muitos RHs) de terceirizar todo o seu Departamento Pessoal para um escritório contábil. Confiar que a operadora de seguros/benefícios está sempre certa é um perigo para a empresa, pois se acontecer algum erro de creditação por parte dela, é da empresa que o colaborador vai cobrar.

Dentre os exemplos mais usuais desse pecado, podemos destacar a creditação de saldo errado no Vale Transporte dos colaboradores. Se o valor creditado for menor do que o devido, o colaborador não poderá exercer o gozo pleno de seus direitos e, como consequência, ficará insatisfeito; se o valor creditado for maior do que o devido, a empresa estará gastando inadvertidamente um dinheiro não previsto.

Existem casos nos quais esse pequeno gasto “extra” com um benefício se torna um perigoso ralo sugador de dinheiro no longo prazo.

Pecado 6: Não confirmar a cobertura do Seguro de Vida

Muitas vezes, o RH envia a proposta de emprego para o novo funcionário e não informa a cobertura para seu nível de cargo. O valor da cobertura costuma ser estipulado em função do salário do colaborador: diz-se que o colaborador X tem uma cobertura de Seguro de Vida igual a 24 vezes o valor de seu salário.

É importante verificar se o múltiplo salarial não ultrapassa o limite determinado na apólice e também se há necessidade de Declaração de Saúde, pois nesse caso o seguro poderá ser negado diante de algumas doenças ou condições de saúde portadas pelo colaborador, como hipertensão, diabetes ou sobrepeso.

Pecado 7: Não informar ao colaborador o seu nível de plano

Quanto mais informado for o colaborador a respeito dos benefícios que recebe, mais seguro e satisfeito ele vai se sentir. A condição acima é ainda mais forte se estivermos falando sobre o Seguro Saúde – já que se trata de um assunto delicado.

É essencial apresentar ao funcionário um resumo de rede credenciada do plano de saúde e também qual é o seu nível de acomodação (enfermaria ou quarto privativo, por exemplo) para que em caso de emergência ele se dirija ao prestador correto o mais rápido possível.

Fonte: Blog Convenia, por Luca Venturini, 03.05.2016


cabeçalho novo2


Reply all
Reply to author
Forward
0 new messages