Até quando, senhoras e senhores?

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Bebeto Pires

unread,
Apr 21, 2017, 11:42:39 PM4/21/17
to adalbert...@gmail.com
Maranhão??
Meu Deus mais que Adorado... tenha compaixão da nossa gente do querido
Mará... livre nosso povo dessas "pragas políticas" que começam com a
"família Sarney"?
Que o Deus todo Poderoso proteja nosso povo desses "ladravazes demoníacos".
A frase é: _Até quando teremos que aguentar isso?_
O Mará, dependendo do ponto onde você esteja, começa onde termina o
Pará e vai até o mar... dividindo fronteira com o Lindo Piauí... terras
e mais terras totalmente improdutivas pela força dos "coroneis", bla,
bla, bla... um povo dócil e bom, mas com governantes de uma "safadeza
sem par".
Poderia ser um dos Estados mais ricos da federação... no entanto, figura
como um dos mais pobres... até quando isso?
Enquanto isso a "maldita família Sarna", posa de grandes, roubam e mais
roubam o Estado, sem que ninguém faça algo para combater tais Hediondos
Ladravazes".
Até quando, volto a perguntar?
Abraços escandalizados, B. P.
Ps: Em anexo o meu protesto.
-----Mensagem original-----
De:
Para: <visibilidade...@googlegroups.com>
Data: Sexta, 21 de Abril de 2017 19:49
Assunto: VCB Tópico 7: Pessoas com deficiência estão sem atendimento médico em Imperatriz

Pessoas com deficiência estão sem atendimento médico em Imperatriz


Espera pelos serviços do Centro de Assistência da Pessoa com Deficiência
e outros órgãos ligados à Sedes já dura quase cinco meses.




Por G1 MA

18/04/2017 09h25 Atualizado 18/04/2017 09h25


[]



Pessoas portadoras de algum tipo de deficiência estão sem acompanhamento
de serviços médicos no município de Imperatriz, a 626 km de São Luís por
falta de profissionais. A espera pelos serviços do Centro de Assistência
da Pessoa com Deficiência e outros órgãos ligados à Secretaria de
Desenvolvimento Social (Sedes) já dura quase cinco meses.


Como é o caso de Maria Pereira que teve paralisia infantil e para
realizar as suas atividades faz uso das suas muletas. Ela revela que tem
tido problemas para conseguir realizar atendimento em muitos órgãos
públicos.


Maria acrescenta que precisa fazer uma cirurgia de alta complexidade na
capital, contudo ainda não conseguiu a transferência pelo Sistema ®ico
de Saúde (SUS). â€SO médico teve o papel de alta que eles dão para a
gente e está dizendo que é para eu ir de avião. Eu fui lá e eles não
estão querendo dar passagem de avião. A moça falou lá que só em
situação de risco, mas desta vez eu vou operar e vou ter que vim
operada. Como é que eu vou andar de ônibus?†, desabafou.


O acompanhamento de casos mais simples como serviços terapêuticos deve
ser feito no Centro de Referência para a Pessoa com Deficiência Visual,
Física, Auditiva e Intelectual Leve. Só é difícil encontrar o local
porque não tem qualquer identificação na fachada e o pior é que até tem
salas com material, veículo disponível, mas está ocioso porque faltam
profissionais.


Apenas serviços administrativos como a emissão da carteirinha de passe
livre estão sendo realizadas. As atividades terapêuticas ainda dependem
da realização do seletivo para a contratação da equipe
multiprofissional.



[Maria Pereira está com problemas para conseguir realizar atendimento em
muitos órgãos públicos (Foto: Reprodução/TV Mirante)] [Maria Pereira
está com problemas para conseguir realizar atendimento em muitos órgãos
públicos (Foto: Reprodução/TV Mirante)]


Maria Pereira está com problemas para conseguir realizar atendimento em
muitos órgãos públicos (Foto: Reprodução/TV Mirante)




O programa tem 196 deficientes cadastrados e até os 80 que participavam
com mais frequência das atividades não são mais vistos no espaço. No
início deste mês, o cancelamento do seletivo da Secretaria de
Desenvolvimento Social (Sedes), por falhas na realização, agravou a
situação do Centro e de vários outros órgãos ligados a Sedes.


Faltam profissionais para ministrar cursos de capacitação nos Cras, que
são os Centros de Referência e Assistência Social, digitadores para o
programa â€SBolsa Família†, educadores sociais, merendeiras e
zeladores para os programas de convivência, o antigo Peti, além de
monitores no banco de alimentos.


De acordo com a Secretaria de Administração, o novo seletivo deve
começar semana que vem e vai ser concluído em maio. Mas até lá são
praticamente cinco meses sem assistência em muitos serviços.


O secretário da Secretaria de Administração, José Antônio Silva, disse
que o processo de inscrição não será reaberto. â€SNão haverá novas
inscrições. Nós utilizaremos as inscrições realizadas e todas aquelas
pessoas que se inscreveram elas serão reavaliadas, tanto nos títulos
como nas entrevistas, se passarem na segunda fase. Então logo na
primeira quinzena de maio queremos levar ao conhecimento público
daqueles que foram aprovados no seletivo para os cargos da Secretaria de
Desenvolvimento Social†.


Regina Célia é membro da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e também presta assessoria jurídica ao Conselho Municipal dos
Deficientes. Ela diz que já 008000 procuraram o ouvidor do Município
para cobrar a garantia de direitos, mas tudo está caminhando a passos
lentos e sem nenhuma solução até o momento. â€SNós não estamos
esperando. Nós já passamos na Ouvidoria, conversamos com o ouvidor do
Município e ele disse que entende isso, mas que ele precisa de
documentos para fazer isso. Ora, se o próprio Município não tem acesso a
esses documentos nós estamos produzindo, como já produzimos com questão
a passagem, a passe livre e tudo mais. Já estamos marcando audiência com
todo mundo, fazendo reunião. Estamos produzindo atas, que é para
justamente dar o respaldo que a gente precisa para entrar na ação para
conversar com o Ministério Público para fazer todas essas coisas†,
finalizou.
* Imperatriz
* SUS

Liliane Vieira Moraes
Socióloga (DRT/PA 611), Mestre em Ciências Sociais
Analista em Ciência e Tecnologia do CNPq
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Como posso reconhecer a brilhante e alegre beleza do sol, se jamais vi a negra
e profunda escuridão triste de uma noite sem luar? Humberto Pires do Carmo (O Bardo Simplório)

Nós, pessoas com deficiência visual, somos "julgadas como problema" pela sociedade
hipócrita que aí está...
Será que somos um problema mesmo, ou a sociedade é que é
incompetente/deficiente para nos dar as ferramentas certas de estudo e trabalho (Leia-se efetivação de direitos)?
Procure essa resposta na Visibilidade Cegos Brasil, você achará!
A Culpa não é nossa.mp3
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