VCB: Sobre o tópico deficiências+soluções à mesa. Bom termos mais informações sempre.

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Bebeto Pires

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Jun 6, 2017, 5:14:47 PM6/6/17
to arteiros...@googlegroups.com
06/06/2017 por dbdfmusp

Colher para pessoas com dificuldades motoras será feita no Brasil



Um projeto de pesquisa realizado em conjunto entre a Escola de
Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e a Universidade Federal do
Triângulo Mineiro (UFTM) gerou um protótipo funcional de uma colher
adaptada para pessoas com dificuldades motoras decorrentes de limitações
ocasionadas por doenças como, por exemplo, o Parkinson.



Com o protótipo já em fase de testes, ainda deverá ser feito um trabalho
de avaliação conjunto entre as duas instituições para os ajustes finais
do produto. A perspectiva de lançamento comercial é para o final de 2017
e o preço deve ser acessível aos usuários do Sistema ®ico de Saúde
(SUS).

O utensílio obtido pode ser utilizado sem restrições por pessoas que
tenham graus iniciais da doença de Parkinson ou acometidas de outras
doenças e acidentes que geram dificuldades neuromotoras, as quais
dificultam a â€Üpega’ no cabo de uma colher comum. â€SO dispositivo
projetado possui, no cabo para acomodação da mão, quatro compartimentos
nos quais é possível inserir água para alterar o peso, melhorar a
estabilidade da preensão  [capacidade de agarrar] e, assim, dar mais
autonomia ao usuário durante o processo de alimentação†, explica a
professora do Departamento de Engenharia Mecânica (SEM) da EESC, Zilda
de Castro Silveira.

Sob orientação da professora Zilda, o aluno de mestrado do SEM, Artur
Valadares de Freitas Santos, trabalhou em seu mestrado na busca de
soluções totalmente mecânicas que permitissem um custo de fabricação
mais baixo para a colher adaptada.

Santos abordou o processo de melhoria do utensílio para pessoas com
algum grau de tremor nas mãos por meio da integração das metodologias de
projeto Quality Function Deployment (QFD) e da Teoria da Resolução
Inventiva de Problemas (TRIZ). A manufatura aditiva foi utilizada
durante a fase conceitual para gerar modelos conceituais e o protótipo
funcional a partir de uma impressora 3D do tipo low-end, baseada na
técnica de Filament Deposition Modeling (FDM).

A solução conceitual foi patenteada no início deste ano, e o protótipo
funcional está em fase de testes preliminares, por meio do delineamento
de experimentos denominados Single-User, em um projeto de iniciação
científica da UFTM, com apoio do Programa Institucional de Bolsas de
Iniciação Científica (Pibic) do Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq), sob a orientação da professora
Alessandra. Esse projeto, em seu estágio atual, conta com o suporte
financeiro do projeto de pesquisa focado em Tecnologia Assistiva da
chamada CNPq-MCTI-SECIS, nº 20/2016, sob coordenação da professora
Zilda.

Com informações das assessorias da EESC e da UFTM

Mais informações: (16) 3373-8604 ou e-mail silv...@sc.usp.br, com a
professora Zilda de Castro Silveira

Fonte: Jornal da USP

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deficiência, em especial das pessoas com deficiência visual.
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Como posso reconhecer a brilhante e alegre beleza do sol, se jamais vi a negra
e profunda escuridão triste de uma noite sem luar? Humberto Pires do Carmo (O Bardo Simplório)

Nós, pessoas com deficiência visual, somos "julgadas como problema" pela sociedade
hipócrita que aí está...
Será que somos um problema mesmo, ou a sociedade é que é
incompetente/deficiente para nos dar as ferramentas certas de estudo e trabalho (Leia-se efetivação de direitos)?
Procure essa resposta na Visibilidade Cegos Brasil, você achará!
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