Vagas para professor em Saneamento Ambiental - UFABC

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Anderson Marinho

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Aug 16, 2011, 9:02:26 PM8/16/11
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From: <tar...@sc.usp.br>
Sent: Monday, August 15, 2011 7:38 PM
To: "undisclosed-recipients:"
Subject: Vagas para professor em Saneamento Ambiental - UFABC

> Prezados,
>
> Solicito ampla divulgação do concurso público para provimento de cargo  de Professor Adjunto I na Universidade Federal do ABC, na área de  Saneamento Ambiental, conforme edital abaixo, que pode ser acessado  através do link:
>
> http://www.ufabc.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5118
>
> (existem vagas abertas em outras áreas também)
>
>
> Att,
> Profa. Dra. Tatiane Araujo de Jesus
> Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS)
> Universidade Federal do ABC (UFABC)
>
> *******************************************************************************
> Edital nº 35/2011 - Professor adjunto - Área: Saneamento Ambiental / Subáreas: Mecânica dos fluidos; Resíduos Sólidos - Área: Geotecnia / Subárea: Mecânica dos Solos/ Geologia de Engenharia/Geotecnia Aplicada  ao Planejamento Urbano Ambiental
> Serviço Público Federal
> FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC
> Reitoria
>
> FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC
> EDITAL Nº. 35, DE 22 DE JUNHO DE 2011
>
> ABERTURA DE CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS EFETIVOS
> DE PROFESSOR ADJUNTO - NÍVEL I, DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR
>
> O Reitor da Fundação Universidade Federal do ABC, no uso de suas atribuições legais torna público, nos termos da Base Legal indicada, o Edital de abertura de inscrição, destinado a selecionar candidatos por meio de concurso público para o cargo de Professor do Magistério  Superior nas condições e características a seguir:
>
> Classe: Adjunto / Regime de Trabalho: Tempo Integral (40h semanais) e Dedicação Exclusiva / Remuneração: R$ 7.333,67 / Taxa de Inscrição: 183,00 / Período de Inscrição: 27/06/11 a 26/08/11 / Base Legal: Leis  nº 7.596/1987, nº 8.112/1990, nº 9.394/1996 e n° 11.784/2008, os  Decretos nº 94.664/1987, nº 3.298/1999 e n° 6.944/2009, a Portaria nº  450/2002 do MPOG, a Portaria n° 124/2010 do MPOG e a Portaria nº  345/2010 do MEC.
>
> Área: Saneamento Ambiental / Subárea: Mecânica dos fluidos,  hidráulica, coleta de esgoto e drenagem de águas pluviais / Vaga: 01  (uma).
>
>
> CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
>
> Princípios básicos: tensão, hidrostática. Fundamentos do escoamento de  um fluido ideal. Escoamento laminar. Numero de Reynolds. Volume de  controle. Conceito de escoamento interno e externo. Leis fundamentais:  conservação de massa, quantidade de movimento linear, movimento em  trajetória curva plana. Equação de Bernoulli. Escoamento irrotacional  e aplicações. Análise dimensional e similaridade. Fluidos viscosos.  Escoamento turbulento. Perda de carga e coeficiente de atrito.  Conceitos básicos de medida de vazão. Lei universal de distribuição de  velocidade. Leis de resistência no escoamento turbulento. Escoamento  em condutos forçados: fórmulas práticas. Perdas de carga distribuída e  localizada. Bombeamento e cavitação. Golpe de Aríete. Escoamento em  canais: regime permanente. Energia específica. Regime crítico e  fenômenos localizados. Ressalto hidráulico. Orifícios, vertedores,  tubos curtos, medidas hidráulicas. Curva de remanso e controles.  Escoamento em meio poroso não saturado: Lei de Darcy. Unidades e  Processos envolvidos no Tratamento de Esgotos. Sistemas de tratamento  biológico de efluentes (aeróbio, anaeróbio, com crescimento em  suspensão e aderido às superfícies). Sistema de tratamento físico-químico de efluentes. Reuso de águas. Tratamento, reuso e disposição final de lodos de estações de tratamento de esgotos.  Sistemas de esgotos sanitários, estudos e planejamento de demandas,  elementos do sistema (tubos, estações elevatórias e ETE's), concepção  da rede, dimensionamento, uso de softwares e aplicativos. Sistemas de  drenagem, estudos de demandas e planejamento. Elementos e projetos de  redes (sarjetas, bocas de lobo, bueiros, tubos, galerias, canais  abertos, escadas hidráulicas, piscinões). Elementos de dissipação de  energia cinética.
>
>
> BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:
>
> AZEVEDO NETO, J.M; ARAUJO, R.; FERNANDEZ, M.F. Manual de hidráulica.  8ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. 669 p.
> BATCHELOR, G.K. An introduction to fluid dynamics. New York: Cambridge University Press, 2000. 615 p.
> CANHOLI, A.P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo:  Oficina de Textos, 2005. 302 p.
> FEIREISL, E. Dynamics of viscous compressible fluids. Oxford: Oxford University, 2004., 212 p.
> FOX, R.W.; MCDONALD, A.T.; PRITCHARD, P.J. Introdução à mecânica dos fluidos. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 798 p.
> JORDAO, E. P.; PESSOA, C. A. Tratamento de Esgoto Doméstico. 4ª. ed.  Rio de Janeiro: ABES, 2005.
> KELLNER, E. & PIRES, E.C. Lagoas de Estabilização: Projeto e Operação. ABES, 1ª ed., 1998.
> KUNDU, P.K.; COHEN, I.M. Fluid mechanics. 4th ed. Amsterdam: Academic Press, 2008. 872 p.
> LEMARIÉ-RIEUSSET, P.G. Recent developments in the Navier-Stokes  problem. Boca Raton, Fl: Chapman & Hall; CRC, 2002. xii, 395 p.
> LINSINGEN, I.V. Fundamentos de sistemas hidráulicos. Florianópolis:  UFSC, 2001. 397 p.
> LUMLEY, J.L. Stochastic tools in turbulence. New York: Academic Press, 1970. 194 p.
> MANCUSO, P.C.S.; SANTOS, H.F. (ed.). Reuso de água. Barueri: Manole, 2003. 576 p.
> METCALF & EDDY. Wastewater Engineering: Treatment and Reuse. 4 ed. New York: McGraw Hill, 2003.
> NUVOLARI, A. (coord.). Esgoto sanitário: coleta, transporte,  tratamento e reuso. São Paulo: Editora FATEC, 2003.
> PINTO, N.L.S. et al. Hidrologia básica. 11ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2008.
> PORTO, R.M. Hidráulica Básica. São Carlos: Escola de Engenharia de São Carlos - EESC/USP, Projeto REENGE, 1999. 519p.
> POTTER, M.C. E WIGGERT, D.C. Mecânica dos Fluidos, Thomson.
> SÃO PAULO. Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB).  Drenagem Urbana: Manual de Projeto. 3ª ed. São Paulo: Editora  ASCETESB, 1986.
> SPELLMAN, F.R. Handbook of Water and Wastewater Treatment Plant Operations. CRC Press. 2nd ed. 2009.
> TOMAZ, P. Previsão de consumo de água: interfarce das instalações prediais de água e esgoto com os serviços públicos. São Paulo: Hermano  & Bugelli, 2000. 250 p.
> TSUTIYA, M.T.; SOBRINHO, P.A. Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário.  1ª ed. São Paulo: Editora POLI/USP, 1999.
> VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Belo Horizonte: ABS/UFMG, 3a ed., 2005. 452p.
>
> Área: Saneamento Ambiental / Subárea: Resíduos Sólidos / Vaga: 01 (uma).
>
>
> CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
>
> Resíduos sólidos: conceitos e definições. Formas e tipos de resíduos. Resíduos perigosos. Geração de resíduos sólidos. Processos de contaminação nos meios geológicos. Dimensionamento, construção e avaliação da estabilidade de aterros para disposição final de  resíduos: sistemas de impermeabilização, de cobertura e de fechamento  de aterros, geossintéticos. Determinação das composições física,  química e biológica dos resíduos de uma comunidade. Análise dos  constituintes visando sua prevenção, redução, reutilização e  reciclagem. Amostragem, caracterização e classificação de resíduos  sólidos domiciliares e industriais potencialmente perigosos, resíduos  de construção e de demolição. Prevenção da poluição. Redução e  reutilização. Hierarquia dos resíduos sólidos. Coleta seletiva e  reciclagem. Sistemas de triagem: Estudo de viabilidade para escolha de  alternativa. Serviços urbanos: varrição, acondicionamento, coleta e  transporte. Resíduos sólidos domiciliares: aterro sanitário,  incineração, usina de reciclagem e compostagem. Resíduos de serviços  de saúde. Legislação e aspectos legais de programas públicos  municipais: coleta, transporte, disposição final e tratamento. Consumo  e balanço de massa e significado da abundância e escassez.
>
>
> BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:
>
> ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) - NORMAS ABNT RESÍDUOS SÓLIDOS: COLETÂNEA DE NORMAS: NBR 10004, NBR 10005, NBR 10006, NBR  10007. Rio de Janeiro
> ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) - NORMAS TÉCNICAS APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ATERROS CONTROLADOS DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS: NBR 8849: PROCEDIMENTO. Rio de Janeiro.
> ROCCA, ALFREDO CARLOS C. (OUTROS) Resíduos sólidos industriais. CETESB Edição.: 2 Paginação.: 234 Local de Publicação.: SAO PAULO Ano de Publicação.: 1993.
> CASSINI, SERVIO TULIO (Coordenador), Digestão de resíduos sólidos orgânicos e aproveitamento do biogás. Editora.: ABES Paginação.: 196 Local de Publicação.: RIO DE JANEIRO, RJ Ano de Publicação.: 2003.
> BIDONE, F. R. A. (coord.) Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais: eliminação e valorização. Porto Alegre: Suprema Editora e Gráfica Ltda. , 218p. 2001.
> BIDONE, Francisco Ricardo Andrade e POVINELLI Jurandyr. Conceitos  Básicos de resíduos sólidos. São Carlos: EESC-USP, 1999.
> Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Resíduos sólidos industriais. São Paulo: CETESB. 1985.
> LIMA, LUIZ MARIO QUEIROZ. LIXO: Tratamento e Biorremediação. Editora.: HUMUS Edição.: 3 Paginação.: 265. Local de Publicação.: SÃO PAULO Ano  de Publicação.: 1995.
> TCHOBANOGLOUS, G. et. al. Integrated Solid Waste Management. 978p.  EUA, McGraw-Hill, 1993.
>
> Área: Geotecnia / Subáreas: Mecânica dos Solos/ Geologia de Engenharia/Geotecnia Aplicada ao Planejamento Urbano Ambiental / Vaga:  01 (uma).
>
>
> CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
>
> Introdução a Geologia. Geologia do Brasil: Evolução Tectônica da Plataforma Brasileira. Origem, formação e evolução dos Solos.  Amostragem, caracterização e classificação dos solos (Ensaios  laboratoriais). Investigações geológico-geotécnicas em maciços  rochosos e terrosos. Programação de ensaios laboratoriais e ensaios in  situ. Hidráulica dos Solos: Permeabilidade; Capilaridade; Percolação  de água nos solos e tensões no solo submetido à percolação; Gradiente  crítico (rupturas hidráulicas e soluções geotécnicas). Ensaios de  Permeabilidade (laboratório e in situ). Fluxo em meio não saturado.  Barragens de Terra e enrocamento. Adensamento e compressibilidade dos  solos. Aterros sobre solos moles. Recalques de fundações de  estruturas. Compactação dos solos. Resistência ao cisalhamento das  areias e argilas; Solos argilosos; Solos não saturados. Estabilidade  geral da escavação. Drenagem e rebaixamento do nível de água.  Processos de dinâmica superficial de encostas naturais e/ou taludes e  projetos de estabilização. Identificação, prevenção e monitoramento de  riscos Geológico-Geotécnicos.
>
>
> BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:
>
> 1. ABGE - Associação Brasileira de Geologia de Engenharia - Geologia  de Engenharia editores: Antonio Manoel dos Santos Oliveira, Sergio  Nertan Alves de Brito. Vários Autores, 1998. 582 p.
> 2. ALMEIDA, M. S. S.(1996) Aterros Sobre Solos Moles. Rio de Janeiro: UFRJ.
> 3. BERTONI, J. e LOMBARDI NETO, F. (1990) Conservação do Solo. Ícone Editora, Barra Funda, SP. 355 p.
> 4. CRAIG, R. F. (2007). Mecânica dos Solos. 7a ed. Editora LTC.
> 5. CRUZ, P. T. (1996) 100 Barragens Brasileiras. São Paulo: Oficina de Textos.
> 6. DAS, B. M. (2007). Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Editora Thomson.
> 7. FARAH, F. (2003) Habitação e Encostas. Coleção Habitare/ FINEP São Paulo. 312p
> 8. FREDLUND, D. G. & RAHARDJO, H.(1993) Soil Mechanics for Unsaturated Soils. New York: John Wiley & Sons.
> 9. GUERRA et al. (1999) Erosão e Conservação do Solo. Bertrand Brasil. 339p.
> 10. HACHICH, W. C.; FALCONI, F. F.; SAES, J. L.; FROTA, R. G. Q.; CARVALHO, C. S. e NIYAMA, S. (1996) Fundações- Teoria e Prática. São Paulo: Pini.
> 11. HEAD, K. H. (1986). Manual of Soil Laboratory Testing. New York:  John Wiley & Sons. 3 vols.
> 12. HOLTZ, R. D. e KOVACS, W. D. (1981). An Introduction to  Geotechnical Engineering. Ed. Prentice Hall.
> 13. LAMBE, T. W. (1951) Soil Testing for Engineers. New York: John  Wiley & Sons.
> 14. LAMBE, T. W. and WHITMAN, R. V. (1979). Soil Mechanics - SI  Version. Ed. John Willey & Sons.
> 15. LANCELLOTTA, R. (1995) Geotechnical Engineering. Rotterdam: A.A. Balkema.
> 16. MITCHEL, J. K. (1976) Fundamentals of Soil Behavior. New York:  John Wiley & Sons.
> 17. ORTIGÃO, J. A. R. (1995). Introdução à Mecânica dos Solos dos  Estados Críticos. Ed. LTC.
> 18. PINTO, C. S. (2000). Curso Básico de Mecânica dos Solos. Ed.  Oficina de Textos.
> 19. TAYLOR, D. (1948) Fundamentals of Soil Mechanics. New York: John Wiley & Sons, 1948.
> 20. TERZAGHI, K. (1943) Theorectial Soil Mechanics. New York: John  Wiley & Sons.
> 21. TERZAGHI, K. e PECK, R. (1948) Soil Mechanics in Engineering Practice. New York: John Wiley & Sons.
> 22. TERZAGHI, K.; PECK, R. B. e MESRI, G. (1996) Soil Mechanics in Engineering Practice. New York: John Wiley & Sons.
> 23. TOMINAGA et al.(2009) Desastres Naturais- Conhecer para Prevenir. Instituto Geológico - Secretaria do Meio Ambiente - Governo do Estado  de São Paulo São Paulo. 196p.
> 24. VARGAS , M. (1981) Introdução à Mecânica dos Solos. New York: John Wiley & Sons.
> 25. WOOD, D. M.(1990) Soil Behaviour and Critical State Soil  Mechanics. Cambridge: Cambridge University Press.
>
> CONDIÇÕES GERAIS:
>
> 1. A solicitação de inscrição deverá atender ao Edital de Condições Gerais.
>
> 2. O prazo de validade do concurso será de 01 (um) ano a partir da  data de publicação do Edital de Homologação do Resultado Final do  Concurso, podendo ser prorrogado por igual período.
>
> 3. As provas deverão ocorrer em até 6 (seis) meses, a contar desta publicação.
>
> 4. É parte integrante do presente, o Edital de Condições Gerais e retificações, que o candidato, ao se inscrever para o concurso,  declara ter conhecimento.
>
>
>
>
> HELIO WALDMAN
> REITOR



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Tecgoº Anderson Marinho da Silva
Hidrologia, Drenagem e Saneamento Ambiental.
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