Eclesiastes nos ensina que possuir bens não garante alegria. “Quanto ao homem a quem Deus concede riquezas e bens, e lhe dá poder para comer deles... isto é dom de Deus.” (Ec 5:19-20). O desfrute é presente divino, não fruto apenas da acumulação.
Por outro lado, “há um mal debaixo do sol: o homem a quem Deus dá riquezas, bens e honra, mas não lhe dá poder para disso comer; outro desfruta em seu lugar.” (Ec 6:1-2). Sem Deus, a riqueza se torna vaidade e aflição.
Muitos ricos desfrutam de viagens, mansões, carros de luxo, festas e prazeres, mas no fundo não têm alegria. O dinheiro pode comprar conforto, mas não paz ou propósito. E quando é adquirido ilicitamente, jamais traz descanso: a consciência culpada rouba o sono e o coração nunca encontra paz.
A verdadeira riqueza é viver contente em toda situação, como Paulo declara em Filipenses 4:11. O segredo não é ter muito, mas ter Deus no coração. Ele é quem dá o dom de desfrutar, transformando até o pouco em motivo de gratidão.
O apelo é simples: não busque apenas riquezas, mas o próprio Deus. Só Ele enche o coração de alegria e torna a vida leve, mesmo nos dias difíceis.