Curiosidade

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Eduardo Loureiro

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Dec 13, 2007, 4:00:43 PM12/13/07
to desin...@googlegroups.com
Eu não sei se vocês já repararam, mas a maioria, se não todos os profissionais que trabalham na equipe de criação da Globo.com, se denominam Designers de Interação em seus portfolios.

Afinal, existe realmente um núcleo, ou o que seja, de Design de Interação na Globo? Essas pessoas que trabalham lá realmente fazem "Design de Interação"? Ou por algum motivo bizarro, todos os designers que trabalham lá apenas a interface visual, ou não, resolveram se denominar assim?

A curiosidade vai muito além de saber se existe, digamos, uma "moda de rótulo" por lá. Eu acharia ótimo se tantas pessoas assim estivessem trabalhando com Design de Interação no Rio, é um sinal que o campo de atuação está se abrindo e sendo reconhecido. Será que isso realmente está acontecendo?

Existe alguém da Globo aqui na lista que possa responder isso, ou alguém que saiba essa informação?


Abraços,

--
Eduardo Loureiro
www.eduardoloureiro.com

Frederick van Amstel

unread,
Dec 13, 2007, 4:51:36 PM12/13/07
to desin...@googlegroups.com
A equipe da Globo.com sempre foi muito adiantada nesse assunto. Não
acharia nada estranho se estivessem acompanhando esta lista, a IxDA,
blogs sobre o assunto e livros.

Agora senti nas entrelinhas que você estaria sugerindo se o trabalho
deles estaria restrito ao design de interface e não design de
interação. Nos portifólios que eu vi isso também me pareceu,
entretanto, pela definição inclusivista da área, todo designer de
interface seria também designer de interação e, em termos de mercado,
é sempre bom utilizar os termos que agregam mais valor, hehehe.

Que eu saiba, até agora, o único lugar que está investindo,
especificamente, em Design de Interação sabendo do que se trata é a
Agência Click, e como vimos, a Locaweb.


--
.
.{ Frederick van Amstel }. Curitiba ´´ PR
¶ ...''''''''''|| www.usabilidoido.com.br
.
ICQ 60424910 / MSN e Gtalk usabil...@gmail.com
\\...................

Eduardo Loureiro

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Dec 13, 2007, 7:18:34 PM12/13/07
to desin...@googlegroups.com
Leu certo hehe

Mas longe de querer desmerecer a Globo, ou quem trabalha lá. Eu reconheço e mais que isso, eu admiro muito a Globo pela visão que eles tem da área. As pessoas que trabalham lá e as que já trabalham lá, deixam isso claro. O investimento em testes de usabilidade, com laboratório próprio e tudo mais também deixam. Mas é bom lembrar, Design de Interação é mais que usabilidade. Usabilidade é ferramenta pro Designer de Interação, afinal ele precisa validar e explorar o que faz e quem usa o que ele fez. A iteratividade é essencial.

O que me intriga são os portfolios desses Designers de Interação, mostrando basicamente layouts de sites. Definitivamente Design de Interação se refere a muito mais do que a interface visual final. Na verdade o "Design" desse termo está muito mais para o conceito de design enquanto projeto, do que de "desenho", ao meu ver. É o que estávamos conversando outro dia, o ponto de atuação pega num nível acima ao do design de interface. É aquela lance da construção da estratégia. Antes de tudo, para quem esse site será feito, o que essas pessoas irão fazer nele e como elas fazem hoje? Quais os objetivos da empresa com seu site? Essas e outras centenas de perguntas orientadas ao escopo do projeto, que devem ser exploradas, estudadas, analisadas e finalmente respondidas pelo Designer de Interação.

Concordo que a definição de DI acaba sendo "inclusivista", mas ai eu pergunto, isso não acaba tirando a identidade do Design de Interação? Tipo DI é tudo e tudo é DI. Não vejo esses cliches com bons olhos, no sentido de não ter conseqüências positivas para o campo de atuação, que acaba ficando genérico de mais. E outra, será que lá fora é assim também ou esse fenômeno é exclusivamente brasileiro?


Abraço,

--
Eduardo Loureiro
www.eduardoloureiro.com

Frederick van Amstel

unread,
Dec 13, 2007, 7:57:34 PM12/13/07
to desin...@googlegroups.com
> O que me intriga são os portfolios desses Designers de Interação, mostrando
> basicamente layouts de sites. Definitivamente Design de Interação se refere
> a muito mais do que a interface visual final.

Como você pode dizer isso só olhando? Talvez a interface visual foi
resultado de um longo processo que levou em consideração os pontos que
você coloca.

> Na verdade o "Design" desse
> termo está muito mais para o conceito de design enquanto projeto, do que de
> "desenho", ao meu ver.

Sem querer defender o design de interface, mas existem muitas questões
que não se restringem ao desenho na estrutura gráfica da página, como
por exemplo: ergonomia cognitiva, semiótica, design da informação,
hierarquia visual e etc.

> construção da estratégia. Antes de tudo, para quem esse site será feito, o
> que essas pessoas irão fazer nele e como elas fazem hoje? Quais os objetivos
> da empresa com seu site? Essas e outras centenas de perguntas orientadas ao
> escopo do projeto, que devem ser exploradas, estudadas, analisadas e
> finalmente respondidas pelo Designer de Interação.

Os arquitetos da informação também clamam por esse papel, mas o
problema deles é que são muito focados em ferramentas específicas
(portais, websites, visio, card-sorting, etc). Design de Interação é
uma área muito mais abrangente, mas isso não significa que o designer
de interação seja. A maioria dos designers de interação que conheço
(tanto Brasil quanto fora) são também focados em certas ferramentas
porque é isso que o mercado espera dele enquanto um profissional
tático.

Para chegarmos no nível da estratégia temos que correr muito ainda.
Enquanto a gente ficar reclamando que os administradores não nos ouvem
e que eles deveriam ser substituídos por designers, a gente está
perdendo tempo. Temos que aprender a ter a visão abrangente que os
bons administradores tem.

> Concordo que a definição de DI acaba sendo "inclusivista", mas ai eu
> pergunto, isso não acaba tirando a identidade do Design de Interação? Tipo
> DI é tudo e tudo é DI. Não vejo esses cliches com bons olhos, no sentido de
> não ter conseqüências positivas para o campo de atuação, que acaba ficando
> genérico de mais. E outra, será que lá fora é assim também ou esse fenômeno
> é exclusivamente brasileiro?

Na IxDa pelo menos os caras são bem xiitas. Eles tentam diferenciar
bem, até pra legitimar a divisão de trabalho mais fragmentada que eles
tem. Mas não sei se isso é bom.

Vamos deixar rolar e ver o que o povo decide. Não vai colar Design de
Interação se não cair no gosto popular, ou seja, se não fizer sentido.
Quem dá o sentido é o povo, não nós, embora façamos parte do povo.

Eduardo Loureiro

unread,
Dec 13, 2007, 8:30:59 PM12/13/07
to desin...@googlegroups.com
Como você pode dizer isso só olhando? Talvez a interface visual foi
resultado de um longo processo que levou em consideração os pontos que
você coloca.

É verdade, inclusive imposições dos próprios clientes podem acontecer. Digo porque acontece muito comigo, eu realmente não posso mostrar alguns pontos de estratégia que produzo pra certos clientes. Eles tem políticas fortes de sigilo.



Sem querer defender o design de interface, mas existem muitas questões
que não se restringem ao desenho na estrutura gráfica da página, como
por exemplo: ergonomia cognitiva, semiótica, design da informação,
hierarquia visual e etc.

Concordo plenamente. Mas minha intenção não é minimizar o Design de Interface, todas as áreas tem importância em um projeto, sem uma não existe a outra (se bem que a maioria tem só Design de Interface e olhe lá, rs...). Talvez eu sinta falta de uma delimitação ou conceituação maior a cerca das coisas.



Vamos deixar rolar e ver o que o povo decide. Não vai colar Design de
Interação se não cair no gosto popular, ou seja, se não fizer sentido.
Quem dá o sentido é o povo, não nós, embora façamos parte do povo.

Eu concordo que isso acabe acontecendo, mas não faz mais sentido conceituações horizontais sobre termos, digamos, mais populares?  Essas conceituações sobre campos de atuação profissional e teórico específicos não caberiam uma conceituação vertical?

abraço,



--
Eduardo Loureiro
www.eduardoloureiro.com



Edi Silva

unread,
Dec 13, 2007, 8:58:39 PM12/13/07
to desin...@googlegroups.com
Vejam o site do Felipe Memória (Globo.com) e depois debatam mais.

http://www.fmemoria.com.br/

Abraços
Edi

Frederick van Amstel

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Dec 13, 2007, 9:21:58 PM12/13/07
to desin...@googlegroups.com
> Eu concordo que isso acabe acontecendo, mas não faz mais sentido
> conceituações horizontais sobre termos, digamos, mais populares? Essas
> conceituações sobre campos de atuação profissional e teórico específicos não
> caberiam uma conceituação vertical?

Movimentos verticais e horizontais não são independentes. Uma
definição vertical normalmente leva em conta os movimentos
horizontais, justamente para poder induzí-los. De fato, os movimentos
horizontais se deixam influenciar pelos verticiais, mas não
completamente.

Podemos sim conceituar Design de Interação e isso pode ajudar a
reduzir seu escopo, mas não adiantará muito se o pessoal quiser
alargar de vez... É exatamente o que aconteu com o termo Design:

http://usabilidoido.com.br/design_e_a_sintese_das_multiplas_definicoes.html

Frederick van Amstel

unread,
Dec 14, 2007, 6:25:32 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
O Memória agora está nos States. Mas interessante que ele tenha mudado
seu rótulo profissional de Designer de Interface (o que ele usa no
livro) para Interaction Designer. Acho que o Eduardo tem razão: está
na moda. Mas isso é ótimo! Quanto maior exposição o termo tiver, maior
será o interesse pela área.

Eu venho falando de Design de Interação há quase 3 anos, mas só agora
o pessoal tá começando a entender que não era apenas um rótulo novo. O
primeiro post em que mencionei o termo relacionava minhas aulas de
Antropologia com o assunto:
http://www.usabilidoido.com.br/rituais_e_design_de_interacao.html

Sonho com o dia em que chegarmos a compreender que os parâmetros da
Psicologia Cognitiva que ainda são usados amplamente são muito menos
interessantes que os da Comunicação, Antropologia, Sociologia e
Psicologia Social.

Paulo Victor

unread,
Dec 14, 2007, 6:40:56 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
Sonho com o dia em que chegarmos a compreender que os parâmetros da
Psicologia Cognitiva que ainda são usados amplamente são muito menos
interessantes que os da Comunicação, Antropologia, Sociologia e
Psicologia Social.

Oi, Fred. Cê poderia falar um pouco melhor sobre isso? Acho que não ficou muito claro pra mim.

--
Paulo Victor

Frederick van Amstel

unread,
Dec 14, 2007, 7:01:57 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
A Psicologia Cognitiva é o fundamento da Engenharia de Usabilidade.
Trata principalmente dos fenômenos mentais através da especulação de
modelos hipotéticos. Alguns conceitos muito usados entre nós advindos
dessa área são o "modelo mental", memória de curta e longa duração,
"choque cognitivo" e etc.

Na prática, se nos restringimos a esses conceitos para explicar o que
fazemos, nós focamos apenas na relação usuário-interface, procurando
fazer com que haja uma boa comunicação (usabilidade) entre computador
e ser-humano. Para se comunicar melhor, o computador deve ser o mais
inteligente possível; ele deve "pensar" pelo usuário, deixar o mínimo
possível de decisões e interpretações para o usuário ("Não me faça
pensar").

Entretanto, o que vemos no Design de Interação é que isso não
funciona. Computadores não são capazes de pensar, muito menos se
comunicar com pessoas. As pessoas não usam o computador esperando se
comunicar com ele; elas usam para se comunicar com outras pessoas. A
Psicologia Cognitiva não explica como as pessoas se relacionam com
outras pessoas e aí entram as tais disciplinas sociológicas que falei.

Gustavo Krause

unread,
Dec 14, 2007, 7:31:55 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
Computadores não são capazes de pensar, muito menos se
comunicar com pessoas.

 
eu entendi o que vc falou,

mas e quando for lançado o Powerset

e saindo um pouco da web.

Vocês viram esse domingo a matéria no Fantástico Tudo é matéria

como será a IHC?

--

voltando pra web

Um arquiteto de informação tem uma metodologia,
Um design de interface também,
Um proramador também,

qual é a metodologia de Design de Interação?

ou isso é um pensamendo pobre?

--
Gustavo Krause
www.webkrause.com

Frederick van Amstel

unread,
Dec 14, 2007, 7:57:37 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
Computadores não são capazes de pensar porque para pensar, é primeiro
preciso ter vontade própria e isso não é programável.

> qual é a metodologia de Design de Interação?

Estamos tentando descobrir... A área é muito nova para dizer que
existe uma metodologia formalizada adotada por todos. Nas outras áreas
que você citou também é assim.

No livro Design de Interação da Preece tem uma boa discussão sobre o assunto.

Paulo Victor

unread,
Dec 14, 2007, 8:09:07 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
Ok. Obrigado.

2007/12/14, Frederick van Amstel <usabil...@gmail.com>:
--
Paulo Victor

Gustavo Krause

unread,
Dec 14, 2007, 8:32:59 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
A área é muito nova para dizer que existe uma metodologia formalizada adotada por todos.

Mas então como  nós podemos chegar no:

"Isso é Design de Interação!"

ou

"Isso é coisa do Design de Interação"

mas com certeza do que estamos falando!

isso será possível do jeito que está caminhado ou Design de interação precisará ser mais objetivo?

E pensando nas pessoas que trabalham como DI, eles tem que ter alguma metodologia.

ou estão fazendo outra coisa mas falam:  "Nós somos Design de Interação"

só que no fundo podem ser apenas Design de Interface.

Eu acredito que essa metodologia começa a ficar clara quando começa a se pensar

em
estética, cultura, biologia, usabilidade, etc...

assim como vc(Fred) tinha falado de interação na outra discução.

--
Gustavo Krause
www.webkrause.com

Frederick van Amstel

unread,
Dec 14, 2007, 8:40:03 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
> Mas então como nós podemos chegar no:
>
> "Isso é Design de Interação!"
>
> ou
>
> "Isso é coisa do Design de Interação"

Olha, cada um tem um conceito. Eu digo que algo é design de interação
quando tem um forte cunho social no artefato interativo, mas sei que
outras pessoas não vêem assim.

Concordo contigo que precisamos de metodologias. O problema é que a
gente está tão preocupado em resolver nossos próprios problemas que
nos esquecemos dos outros. Todo profissional tem uma metodologia, mas
muitas vezes ele ainda não refletiu sobre ela o suficiente para poder
explicá-la.

Gustavo Krause

unread,
Dec 14, 2007, 9:01:21 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
Eu digo que algo é design de interação
quando tem um forte cunho social no artefato interativo, mas sei que
outras pessoas não vêem assim.

forte cunho social no artefato, o artefado que tem um design por trás.

design que resulta em um artefato interativo = Design de Interação

caramba isso é tão amplo que até me confunde a cabeça!

uma bola de futebol

tem um Design de Interação sem noção!!!


Concordo contigo que precisamos de metodologias. O problema é que a
gente está tão preocupado em resolver nossos próprios problemas que
nos esquecemos dos outros.

O problema é que o povo dificilmente descobre que para ser feliz depende dos outros.

Ai entra o Flow: The Psychology of Optimal Experience do Dr. "C" (Csikszentmihalyi)

Todo profissional tem uma metodologia, mas
muitas vezes ele ainda não refletiu sobre ela o suficiente para poder
explicá-la.

É por isso que está cheio  de profissionais  ruins no mercado.


--
Gustavo Krause
www.webkrause.com

Frederick van Amstel

unread,
Dec 14, 2007, 9:43:54 AM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
> design que resulta em um artefato interativo = Design de Interação
> caramba isso é tão amplo que até me confunde a cabeça!
> uma bola de futebol
> tem um Design de Interação sem noção!!!

A bola em si não cristaliza as regras do jogo, mas de fato media
interações muito complexas. O design de interação não está só no
artefato, mas também no que as pessoas fazem com o artefato.

A tendência hoje é que os artefatos cristalizem cada vez mais as
regras de interação entre pessoas, porque as pessoas estão muito
interessads nas capacidades de superação das barreiras de espaço-tempo
que os artefatos permitem.

Se não há mais espaço nas grandes cidades para campos de futebol,
então nós temos o Fifa Soccer. Se nunca conseguimos reunir os amigos,
nós temos o Orkut. Se eu não posso discutir este assunto pessoalmente,
nós usamos o email...

A questão que se coloca para o design de interação é: como essa
mediação afeta o comportamento das pessoas?

Renato Tardin

unread,
Dec 14, 2007, 5:42:31 PM12/14/07
to DesInterac
Eu já acho que não deveria haver essas subdivisões.
Quem estudou design é designer ponto final.

Na faculdade o profissional aprende a metodologia.
Com esse conhecimento pode atuar em qualquer área que queira.
Os designers mais famosos no mundo e na história eram / são conhecidos
como designers ponto final.

Nas áreas mais clássicas do design (gráfico e de produto), os
profissionais não se entitulam designers gráficos ou design de
produto. Simplesmente designers.

Os profissionais que tem mais competência para atuar no design de
interação são comunicólogos, antropólogos, sociólogos, psicólogos e
designers ponto final.

Frederick van Amstel

unread,
Dec 14, 2007, 7:00:59 PM12/14/07
to desin...@googlegroups.com
Acho justo existirem especializações dentro do Design, mas também acho
que especializados em Design de Interação devem compartilhar a base
comum do Design, mas isso geralmente não acontece.

Há que observar que Design de Interação também é uma estratégia de
diferenciação das abordagens caducas de Design, como o Hugo Cristo bem
observou:

"Em outras discussões eu sugeri que esse termo seria redundante, pois
não há design sem interação, mas essa elaboração identitária é uma
estratégia para fugir de outras vertentes que ainda tentam confinar o
design a um conjunto de escolhas arbitrárias, resultantes de um
repertório subjetivo e individualizado."
http://www.hugocristo.com.br/blog.php?blog=29&e=16&lang=pt

Design de Interação não é só um rótulo ou uma especialização, mas
jeito diferente de fazer Design.

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