Re: Eu juro que queria defender a politica cultural deste governo, mas...

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Márcio Boaro

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Jun 15, 2011, 8:13:53 AM6/15/11
to movimento...@googlegroups.com, foru...@yahoogrupos.com.br, debate...@googlegroups.com
O modelo de Economia da Cultura é a Broodway, cansei de ouvir falar que estes musicais clonados (copias exatas) que são "montados" no Brasil são tão bons como os originais. "Que o Cats apresentado (com sucesso de bilheteria e Ruanet) na avenida Brigadeiro Luis Antônio era tão bom quanto o da Broodway" não é ser pequeno demais? Não é ser lambe botas demais?
O Cirque di Solail é hoje uma empresa de muitos Bilhões de Dolares e tem interesse em se apresentar no Brasil, agora sem Ruanet por que já fizeram o Test drive com dinheiro do contribuinte, eles vem para cá porque temos uma pequena burguesia subalterna que paga por estes quitutes para se sentirem cosmopolitas.
 
Esta visão colonizada, pequena, ridícula é a aclamada "Economia da Cultura" do nosso amado Governo, é de chorar. Os argumentos contra este cancro são muitos, ainda mais para este governo que fala em Economia da Cultura como a saída via mercado para produção cultural. Como a Internet praticamente acabou com o  mercado fonográfico os olhos dos "pensadores" da Economia da Cultura se voltam para salas de espetáculo e precisam destes mecanismos que dão dinheiro para alguns, mas acabam com a construção de uma Politica Cultura em sintonia com a população brasileira.
 
 
Em 15 de junho de 2011 08:53, Dorberto Carvalho <dorberto...@yahoo.com.br> escreveu:
Também acho. É por aí que a coisa pega, e é por aí que puxamos o debate com a Ministra na reunião na Assembleia Legislativa e a ministra não entendeu, ou fez que não entendeu. O Programa de Economia da Cultura é o que acredita da sustentabilidade da atividade artistica, essa gente pensa que o teatro vai viver de bilheteria, de "vale cultura". Quase todas declarações do ministério apontam a cultura como um negócio. Eles devem achar que o TBC quebrou simplesmente porque os caras não sabiam administrar o "negócio". Ou são muito ingênuos ou são mal intencionados.
 
Bjs.    


De: Iná Camargo <ina...@gmail.com>
Para: movimento...@googlegroups.com
Enviadas: Terça-feira, 14 de Junho de 2011 21:48:53
Assunto: Re: Eu juro que queria defender a politica cultural deste governo, mas...

MAS NÃO ADIANTA BATER NO GOVERNO. TEM QUE BATER NO PROGRAMA DA ECONOMIA DA CULTURA, SENÃO NÃO SE AVANÇA!
Saudações da
Vovó

Em 14 de junho de 2011 11:55, Márcio Boaro <marcio...@gmail.com> escreveu:
Faz tempo que eu não ficava com esta sensação de sangue nos olhos, mas é difícil ver passivo diversas categorias de trabalhadores da Cultura, que inclusive fizeram campanha para este governo, serem traídas. Esta politica de cortes de verbas para cultura, contingênciamento e foco (quase único) na renúncia fiscal estão transformando o MinC na Catedral do Deus Mercado.
 
Quero deixar claro que o problema não esta no MinC, esta na visão de Cultura do Governo!
 
Como diria o Dorberto esta na hora do paú!

 
Em 14 de junho de 2011 11:39, Dorberto Carvalho <dorberto...@yahoo.com.br> escreveu:

É por isso que eu te digo: Vamos dar pau nesses caras! que já se entregaram (ou se venderam) faz tempo.


De: Márcio Boaro <marcio...@gmail.com>
Para: movimento27demarco <movimento...@googlegroups.com>; debate...@googlegroups.com; foru...@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Terça-feira, 14 de Junho de 2011 10:42:42
Assunto: Eu juro que queria defender a politica cultural deste governo, mas...

Vejam abaixo o Twitter do secretário do MinC sr. Henilton Menezes, ele fala sobre debater no Congresso Nacional sobre os 100% de renúncia fiscal no Procultura como se estivéssemos em uma sociedade de iguais, onde não existem interesses do capital em não termos um modelo cultural ligado a editais públicos. No congresso teremos Itaú, Bradesco, Rede Globo (e seus semelhantes) pelo criminoso modelo de 100% e do lado da renúncia as pessoas que acreditam em um modelo de sociedade que mais igualitária. Uma disputa justa né?
 
Bela postura do Governo, lavar as mãos e deixar "que cada setor tente defender sua parte"... Saudades de um partido que conheci e me filiei nos anos 80
 
 
 
heniltonmenezesHenilton Menezes
@mboaro a discussão dos 100% do Procultura se dará no Congresso, onde agora o projeto tramita. Cada setor vai tentar defender sua parte.
 
 
Se alguém quiser entender porque eu acho criminoso este modelo de renúncia fiscal eu tento explicar neste link http://marcioboaro.blogspot.com/
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   Márcio Boaro
 

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   Márcio Boaro
 

Márcio Boaro

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Jun 14, 2011, 9:42:42 AM6/14/11
to movimento27demarco, debate...@googlegroups.com, foru...@yahoogrupos.com.br

Samuel Santos

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Jun 15, 2011, 8:31:13 AM6/15/11
to debate...@googlegroups.com
A ministra Ana Holanda ontem foi preocupante em Jô soares. Estamos entregues a uma pessoa que não tem dimensão o que seja a pasta que ocupa. Não basta ser filho ou irmã de artista, literato ou e etc. compromisso e competência é o que importa. Nem aquela historia de que é uma mulher ocupando um ministério.. e dai! Dilma já fez suas burradas e vetar nas escolas publicas a cartilha que a imprensa erradamente diz kit gay, e não é isso. é outra coisa que não tem nada a ver com esse nome. Agora ela não quer abrir documentos importantes para a sociedade, que vai da guerra do Paraguai a ditadura, ditadura na qual ela, a Dilma foi presa, e então? Ou quem estava envolvido nos movimentos devem esta injuriados com tamanha atitude, ou satisfeitos pois talvez não revele coisas que não devemos saber. por que nem sempre que lutou contra a ditadura são os heróis de hoje, pois viraram políticos desumanos e soberbos. Vivem se vangloriando de um passado que muitos que lá estiveram porque era a moda de antes. ser rebelde, ser transgressor. Não sabiam no que estavam lutando. Mas agora tem os outros e os outros por incrível que pareça, não estão na política, não são senadores etc. esses sim estão anônimos, pois assim o fizeram e quiseram. Participar dessa política  e quando falo politica (não falo de partidos falo do “completo”, do” inteiro “  do todo, de PT, PTB, PSDB PMDB E A P.. QUE PA...)    é como participar da ditadura de antes, mas não contra.. Agora a favor! Pronto falei

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Affonso Lobo

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Jun 16, 2011, 12:36:15 AM6/16/11
to movimento...@googlegroups.com, foru...@yahoogrupos.com.br, debate...@googlegroups.com
Concordo totalmente com este pensamento...é fato que eles entendem cultura como mercado...e tudo que vem junto, espetáculo, mercadoria, sustentabilidade econômica...ao invés de política cultural, interesses privados...a questão é a economia...é toda este esvaziamento da política de governo por uma política de mercado...o privado dominando o interesse público...é fato...agora o que podemos fazer...invadir a FUNARTE é pouco...eu estive na outra invasão...o que ganhamos, o que acrescentamos com esta ação?...foi importante para dizer que estamos de olho e é preciso realmente repensar as direções que a cultura tem tomado...sim...mas de novo a FUNARTE?...será que assim vamos efetivamente juntar a população a nossa luta?? será que o teatro, a dança, o circo...a arte é realemente importante? pra que ela serve? é de uma utilidade que estamos falando? claro que estou sendo irônico...sabemos que a arte produz conhecimento...sabemos do seu papel como fomentador de novos olhares, novas subjetividades, novas possibilidades de convivência...sabemos da arte como resistência...como biopolítica...mas a população, em geral, e aí? como aproximar esta discussão a eles? quem se importa com a FUNARTE? apenas nós?? mas e o mercado, quem se importa? quero com isto aquecer o debate...será que seremos contundentes com esta ação?? quem congelou a grana e está ditando as regras pra Cultura é o Ministério das Finanças? é a economia que tá ditando as regras? onde temos que atacar então?
 
vou ao encontro desta 5a...proponho repensarmos a ocupação da FUNARTE...me parece que o poder já incorporou isto...é previsível...devemos ser mais contundentes!!!
 
saudações  
 
Affonso Lobo
Cia Corpos Insanos
Ator e Diretor
Contatos: 11 9748-1629 (VIVO)
               11 6066-3270 (TIM)
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--- Em qua, 15/6/11, Márcio Boaro <marcio...@gmail.com> escreveu:

Junior Perim

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Jun 17, 2011, 10:29:18 AM6/17/11
to debate...@googlegroups.com
Gente desculpem mas como negar que o mercado é uma das frentes que a politica publica de cultura tem que dar conta? Cultura e Arte, como nos propoe o proprio PNC (Plano Nacional de Cultura) amplamente defendido aqui, para encontrar o seu lugar na estratégica agenda da construção de um novo modelo de desenvolvimento, devem articular e trabalhar a transverdalidade das suas dimensoes simbolica, de cidadania e economica.

É vazia e incosequente esta forma de lidar com o debate achando que o binômio mercado-economia é coisa capitalista. Se nós nao disputarmos o nosso lugar na construção de um modelo de desenvolvimento economico, social e humano do Brasil, qual será o papel da nossa produção e fazer artistico e cultural?

Como nao entrar na dipusta de conceito de mercado cultural que gere inclusao produtiva, engajamento economico, geração de renda, sustentabilidade economica dos nossos fazeres? Se nao qualificarmos o nosso discursso neste campo e disputarmos o nosso conceito de mercado e eonomia pela cultura tendo como foco o desenvolvimento economico, social e humano, nao tenham duvida que os segmentos que nos estranham e/ou sao alvos desta manifestacoes sem impacto na web.

Arte se desenvolveu e vem se desenvolvendo em muitos paises pq demonstram sua capacidade de impactar em diferentes cadeias produtivas, gerando riqueza!!! A questao  é gerar riqueza e distribui-la, se nos pela arte nao fizermos isso, nao serao os outros segmento economicos consolidados no mercado que irao faze-lo.

Junior Perim

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Buda Lira

unread,
Jun 17, 2011, 3:34:39 PM6/17/11
to debate...@googlegroups.com
Disputar, sim, esse conceito de enconomia, Junior. Tá certo!

Não é possível se estabelecer uma outra forma de mercado que seja mais justa? Isso significa que os setores que precisam do Estado, não devem ter o amparo necessario?

Buda Lira.




Subject: Re: {Debate Cênico} Re: Eu juro que queria defender a politica cultural deste governo, mas...
From: junior...@gmail.com
Date: Fri, 17 Jun 2011 11:29:18 -0300
To: debate...@googlegroups.com

Junior Perim

unread,
Jun 17, 2011, 11:27:57 PM6/17/11
to debate...@googlegroups.com, <debatecenico@googlegroups.com>
Buda, minha mensagem (abaixo) defende a ideia de disputar um conceito de mercado e, vc que me conhece, sabe, nao seria outro senao o JUSTO. Agora, isso requer a gente entrar no debate e nao nega-lo como tenho visto aqui. Minha anterior mensegem é a segudanda, sobre a qual ninguem se manifestou, so vc o fez. O que seria isso?! Na minha opiniao é um sectarismo doido da negacao. Isso é louco!!! Pq apresentam este anti-debate do mercado como a salvacao, com conteudos que só fragilizam os nossos fazeres. Enfim...so estou dando um toque, mas a partir das minhas verdaddes, e cada um tem as suas...
abs

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Márcio Boaro

unread,
Jun 18, 2011, 11:48:06 AM6/18/11
to debate...@googlegroups.com
Junior,

Não fujo de debates, mas me desculpe ao ler suas mensagens penso que
não temos como discutir, seu discurso parte de pressupostos totalmente
inversos aos que acredito. Participo há muitos anos do movimento
teatral e não conheço ninguém que acredite no Mercado da forma que
você acredita. Uma questão que para nós é ponto pacífico é que fazemos
um tipo de teatro que não deve ser enquadrado como uma mera
Mercadoria.
Eu particularmente sonho como uma sociedade igualitária onde as
relações sociais não sejam pautadas pelo Mercado e vivo para isto.

Um abraço


Em 18/06/11, Junior Perim<junior...@gmail.com> escreveu:


> Buda, minha mensagem (abaixo) defende a ideia de disputar um conceito de
> mercado e, vc que me conhece, sabe, nao seria outro senao o JUSTO. Agora,
> isso requer a gente entrar no debate e nao nega-lo como tenho visto aqui.
> Minha anterior mensegem é a segudanda, sobre a qual ninguem se manifestou,
> so vc o fez. O que seria isso?! Na minha opiniao é um sectarismo doido da
> negacao. Isso é louco!!! Pq apresentam este anti-debate do mercado como a
> salvacao, com conteudos que só fragilizam os nossos fazeres. Enfim...so
> estou dando um toque, mas a partir das minhas verdaddes, e cada um tem as
> suas...
> abs
>
> Enviado via iPhone
>
> Em 17/06/2011, às 16:34, Buda Lira <buda...@hotmail.com> escreveu:
>
>> Disputar, sim, esse conceito de enconomia, Junior. Tá certo!
>>
>> Não é possível se estabelecer uma outra forma de mercado que seja mais
>> justa? Isso significa que os setores que precisam do Estado, não devem ter
>> o amparo necessario?
>>
>> Buda Lira.
>>
>>
>>

>> De: Iná Camargo <ina...@gmail.com>
>> Para: movimento...@googlegroups.com
>> Enviadas: Terça-feira, 14 de Junho de 2011 21:48:53
>> Assunto: Re: Eu juro que queria defender a politica cultural deste
>> governo, mas...
>>
>> MAS NÃO ADIANTA BATER NO GOVERNO. TEM QUE BATER NO PROGRAMA DA ECONOMIA DA
>> CULTURA, SENÃO NÃO SE AVANÇA!
>> Saudações da
>> Vovó
>>
>> Em 14 de junho de 2011 11:55, Márcio Boaro <marcio...@gmail.com>
>> escreveu:
>> Faz tempo que eu não ficava com esta sensação de sangue nos olhos, mas é
>> difícil ver passivo diversas categorias de trabalhadores da Cultura, que
>> inclusive fizeram campanha para este governo, serem traídas. Esta politica
>> de cortes de verbas para cultura, contingênciamento e foco (quase único)
>> na renúncia fiscal estão transformando o MinC na Catedral do Deus Mercado.
>>
>> Quero deixar claro que o problema não esta no MinC, esta na visão de
>> Cultura do Governo!
>>
>> Como diria o Dorberto esta na hora do paú!
>>
>>
>> Em 14 de junho de 2011 11:39, Dorberto Carvalho
>> <dorberto...@yahoo.com.br> escreveu:
>>
>> É por isso que eu te digo: Vamos dar pau nesses caras! que já se
>> entregaram (ou se venderam) faz tempo.
>>


--
Márcio Boaro
http://twitter.com/mboaro

Junior Perim

unread,
Jun 18, 2011, 3:50:37 PM6/18/11
to debate...@googlegroups.com, debate...@googlegroups.com
Marcio, antes de lhe responder, vou te dar a chance de encontrar nas minhas mansagens um linha que consubstancie a sua afirmação da minha crença no mercado. Depois volto aqui para mais uma vez mostrar o seu equivoco, agora sobre como intetpretou meu texto. Mas vamos fazer um debate sem chavões esquerdopatas, igualdade, fraternidade e radicalidade democrátia requer formulacoes. Certo?! Volto em breve.

abc, Junior

Enviado via iPhone

Edmir Amanajás Celestino

unread,
Jun 19, 2011, 12:31:26 PM6/19/11
to debate...@googlegroups.com
Meus caros artistas...

� dif�cil dizer para todos o quanto me � estranho dialogar nesse debate,
sempre me deparo com os d�gitos de realizadores com anos luz de arte �s
suas costas em compara��o a mim, um rec�m chegado no mundo das artes,
mas independente do que for, n�o deixo de ser um questionador.
Pergunto-lhes, que arte pobre � essa que acredita na sustentabilidade
atrav�s do Estado e que n�o luta por pol�ticas p�blicas adequadas a sua
manuten��o? Que quando luta e vence, vence no vi�s do melhor curr�culo,
que exclui inumeros outros realizadores que foram ludibriados com a
pol�tica do para todos mas que s� beneficia alguns! Que arte � essa que
se acomoda na soberba de seu estatus de cultura pra n�o se sustentar
como produto numa cadeia produtiva que depende de capital? Existem
formas e formas de se fazer arte e eu acredito que arte precisa sim se
consolidar como mercado, e existem formas e formas de fazer mercado.

Aqui em Bel�m do Par� fa�o parte de uma equipe que esta trabalhando
nesta concep��o, estamos implantando as bases da "economia solid�ria"
dentro do conceito de mercado para ajudar os grupos locais a se adequar
as demandas locais dentro do que ser� a "Incubadora de Empreendimentos
Culturais da UFPA" estamos fazendo isto com a inten��o de sustentar sim
um mercado, que nunca se desenvolveu devido esta vis�o de que somente o
Estado tem que sustentar a arte. A realidade daqui por�m n�o � como a de
outras localidades, onde artistas Globais fazem um tal de teatr�o com
milh�es de reais ou como faz o coitado do Z� Celso, que brinca com a
�tica do peso curricular, do saber acumulado com seus anos de arte pra
ganhar milh�es pra fazer o que bem entende dentro de tudo o que ele
representa como arte. Aqui tirando quem tem anos de estrada n�s s� temos
pessoas que foram ensinadas a pensar que sua arte � reprimida, pessoas
que aprenderam que ser artista � ser pobre, pessoas que ter�o que ser
pobres at� que seus antecessores, que lutaram pela realiza��o no campo
das artes deixem esta pra melhor, liberando seu espa�o na degusta��o no
diminuto peda�o de bolo que todos tanto lutam para ter o seu quinh�o e
que pra c� pro Norte � ainda mais esca�o, pois esta pol�tica
burocratizada de editais s� benefic�a a maior demanda e n�o a
importancia cultural dos fazeres.

Me desculpem mas sou novo, acredito no meu trabalho, e sei que sem um
mercado realmente sustent�vel vou morrer de fome ou fazer concurso
p�blico pra trabalhar com qualquer outra coisa que n�o envolva a arte.
Se lutar por pol�ticas p�blicas inclui lutar pra viver de arte, esta
arte que n�o � mensurada pelo capital n�o paga as demandas de uma vida
no m�nimo est�vel. A arte � sim capitalista como todo o resto, ate os
anticapitalistas o s�o! Nosso governo � uma prova disso! e mesmo os
radicais mais radicais n�o deixam de viver suas vidas dentro desse
conceito de capital s� por n�o concordarem com ele. N�o acredito mais em
revolu��es, acredito que as coisas podem mudar aos poucos e de pouco em
pouco melhorarem, at� l�, existem milh�es de pessoas esperando e mais
milh�es pegando seu lugar no final da fila.

Temos sim que fomentar mercado para as artes, pensar que arte n�o tem
valor mensur�vel � bonito, romantico e pouco pr�tico para a realidade
que vivemos. Eu n�o vivi em 68 ou antes disso, n�o conheci Eug�nio Barba
nem Algusto Boal nem a realidade que eles viveram abrindo espa�o pro
agora, mas conhe�o a minha realidade, de quem n�o tapa a lateral dos
olhos para ver s� um caminho, sei que arte � um conceito que ultrapassa
essa condi��o deplor�vel de valores deturpados dentro da �tica do
capital, mas sei tamb�m que � necess�rio sobreviver. Reverter a �tica do
capital � uma forma de modifica-lo, trabalhar com arranjos produtivos
locais, mapear nossa cadeia produtiva, nos entender como mercado e fazer
de outra forma, � sim lutar contra este modelo escroto de economia. Eu
(e olha que eu ainda consigo ser questionador) e muita gente por ai n�o
est� mais afim de se bater pra mudar nada, essa hist�ria de revolu��o
hoje em dia se faz em casa, ate porque quando se sai as ruas ou se �
perseguido, ou morre ou n�o resolve nada, quando se achava que iria
resolver, a �tica da mudan�a caiu no descr�dito. Hoje em dia eu assino
peti��o p�blica on line e discuto no debate c�nico... N�o � mais do
mesmo jeito que antes.

Aqui em Bel�m o Tecnobrega assim como o Funk no Rio, deu seu jeito de
existir quanto "express�o cultural" ca�tica devido ao descaso das
pol�ticas p�blicas, mas no teatro, gra�as a deus fomos mais (ou talvez
menos) inteligentes e mais autru�stas pra n�o criar uma industria como a
industria musical do "estado paralelo", mas isso nos deixa em que
degrau? se fizessemos os nossos caminhos se trilharem no rumo do caos
sem ideologia, teriamos criado uma express�o teatral t�o forte como o
Tecnobrega ou o Funk s�o em rela��o a m�sica? terimos algo que nos
sustentasse e que por ser considerado perif�rico n�o seria tido como
arte pelos tais "intelectuais"?

Trabalhar com econ�mia solid�ria pelo menos � fazer de forma organizada
o mesmo que aconteceu espontaneamente em rela��o ao Tecnobrega e o Funk,
criar uma cadeia produtiva pautada numa economia com bases na rela��o
entre pessoas e n�o no lucro, onde este � um detalhe importante mas n�o
o mais importante da produ��o, procurar saber quantos somos, o que
precisamos, nossas demandas de mercado, saber ajudar-se trabalhando em
parceria, fomentando um mercado que se retroalimenta, mas com bases
sociais e n�o na simples acumula��o de lucros e desta forma batalhar pra
que n�o s� o governo banque o necess�rio, e desta forma levar a arte ate
qualquer um, pois criaremos uma necessidade de mercado para tal.

Desde que eu me envolvi com arte ate hoje sempre ou�o falar de uma tal
forma��o de plateia, forma��o de plateia pra todo lado, mas independente
da forma como se forma essa plateia, sempre que convido minha lista de
amigos do facebook pro teatro parece que consigo deixar mais gente
interessada em teatro do que se fosse trabalhar s� na tal forma��o de
plateia convencional. Temos que nos adequar a outras realidades, entre
elas a realidade de mercado mas em abandonar nosso vi�z de arte pra
fazer o tal do teatr�o.

Mas dizer o que se acha hoje em dia tem que ter somente 140 carcteres,
quem tem saco pra ler tudo o que esta ai em cima e refletir?

� mais ou menos por ai o que eu acho, e voc�s?

Ed Amanaj�s


Em 18/6/2011 16:50, Junior Perim escreveu:
> Marcio, antes de lhe responder, vou te dar a chance de encontrar nas minhas mansagens um linha que consubstancie a sua afirma��o da minha cren�a no mercado. Depois volto aqui para mais uma vez mostrar o seu equivoco, agora sobre como intetpretou meu texto. Mas vamos fazer um debate sem chav�es esquerdopatas, igualdade, fraternidade e radicalidade democr�tia requer formulacoes. Certo?! Volto em breve.


>
> abc, Junior
>
> Enviado via iPhone
>

> Em 18/06/2011, �s 12:48, M�rcio Boaro<marcio...@gmail.com> escreveu:
>
>> Junior,
>>
>> N�o fujo de debates, mas me desculpe ao ler suas mensagens penso que
>> n�o temos como discutir, seu discurso parte de pressupostos totalmente
>> inversos aos que acredito. Participo h� muitos anos do movimento
>> teatral e n�o conhe�o ningu�m que acredite no Mercado da forma que
>> voc� acredita. Uma quest�o que para n�s � ponto pac�fico � que fazemos
>> um tipo de teatro que n�o deve ser enquadrado como uma mera
>> Mercadoria.
>> Eu particularmente sonho como uma sociedade igualit�ria onde as
>> rela��es sociais n�o sejam pautadas pelo Mercado e vivo para isto.
>>
>> Um abra�o


>>
>>
>> Em 18/06/11, Junior Perim<junior...@gmail.com> escreveu:
>>> Buda, minha mensagem (abaixo) defende a ideia de disputar um conceito de
>>> mercado e, vc que me conhece, sabe, nao seria outro senao o JUSTO. Agora,
>>> isso requer a gente entrar no debate e nao nega-lo como tenho visto aqui.

>>> Minha anterior mensegem � a segudanda, sobre a qual ninguem se manifestou,
>>> so vc o fez. O que seria isso?! Na minha opiniao � um sectarismo doido da
>>> negacao. Isso � louco!!! Pq apresentam este anti-debate do mercado como a
>>> salvacao, com conteudos que s� fragilizam os nossos fazeres. Enfim...so


>>> estou dando um toque, mas a partir das minhas verdaddes, e cada um tem as
>>> suas...
>>> abs
>>>
>>> Enviado via iPhone
>>>

>>> Em 17/06/2011, �s 16:34, Buda Lira<buda...@hotmail.com> escreveu:
>>>
>>>> Disputar, sim, esse conceito de enconomia, Junior. T� certo!
>>>>
>>>> N�o � poss�vel se estabelecer uma outra forma de mercado que seja mais
>>>> justa? Isso significa que os setores que precisam do Estado, n�o devem ter


>>>> o amparo necessario?
>>>>
>>>> Buda Lira.
>>>>
>>>>
>>>>

>>>> Subject: Re: {Debate C�nico} Re: Eu juro que queria defender a politica


>>>> cultural deste governo, mas...
>>>> From: junior...@gmail.com
>>>> Date: Fri, 17 Jun 2011 11:29:18 -0300
>>>> To: debate...@googlegroups.com
>>>>

>>>> Gente desculpem mas como negar que o mercado � uma das frentes que a


>>>> politica publica de cultura tem que dar conta? Cultura e Arte, como nos
>>>> propoe o proprio PNC (Plano Nacional de Cultura) amplamente defendido

>>>> aqui, para encontrar o seu lugar na estrat�gica agenda da constru��o de um


>>>> novo modelo de desenvolvimento, devem articular e trabalhar a
>>>> transverdalidade das suas dimensoes simbolica, de cidadania e economica.
>>>>

>>>> � vazia e incosequente esta forma de lidar com o debate achando que o
>>>> bin�mio mercado-economia � coisa capitalista. Se n�s nao disputarmos o
>>>> nosso lugar na constru��o de um modelo de desenvolvimento economico,
>>>> social e humano do Brasil, qual ser� o papel da nossa produ��o e fazer


>>>> artistico e cultural?
>>>>
>>>> Como nao entrar na dipusta de conceito de mercado cultural que gere

>>>> inclusao produtiva, engajamento economico, gera��o de renda,


>>>> sustentabilidade economica dos nossos fazeres? Se nao qualificarmos o
>>>> nosso discursso neste campo e disputarmos o nosso conceito de mercado e
>>>> eonomia pela cultura tendo como foco o desenvolvimento economico, social e
>>>> humano, nao tenham duvida que os segmentos que nos estranham e/ou sao
>>>> alvos desta manifestacoes sem impacto na web.
>>>>
>>>> Arte se desenvolveu e vem se desenvolvendo em muitos paises pq demonstram
>>>> sua capacidade de impactar em diferentes cadeias produtivas, gerando

>>>> riqueza!!! A questao � gerar riqueza e distribui-la, se nos pela arte nao


>>>> fizermos isso, nao serao os outros segmento economicos consolidados no
>>>> mercado que irao faze-lo.
>>>>
>>>> Junior Perim
>>>>
>>>> Enviado via iPhone
>>>>

>>>> Em 16/06/2011, �s 01:36, Affonso Lobo<affon...@yahoo.com.br> escreveu:
>>>>
>>>> Concordo totalmente com este pensamento...� fato que eles entendem cultura
>>>> como mercado...e tudo que vem junto, espet�culo, mercadoria,
>>>> sustentabilidade econ�mica...ao inv�s de pol�tica cultural, interesses
>>>> privados...a quest�o � a economia...� toda este esvaziamento da pol�tica
>>>> de governo por uma pol�tica de mercado...o privado dominando o interesse
>>>> p�blico...� fato...agora o que podemos fazer...invadir a FUNARTE �
>>>> pouco...eu estive na outra invas�o...o que ganhamos, o que acrescentamos
>>>> com esta a��o?...foi importante para dizer que estamos de olho e � preciso
>>>> realmente repensar as dire��es que a cultura tem tomado...sim...mas de
>>>> novo a FUNARTE?...ser� que assim vamos efetivamente juntar a popula��o a
>>>> nossa luta?? ser� que o teatro, a dan�a, o circo...a arte � realemente
>>>> importante? pra que ela serve? � de uma utilidade que estamos falando?
>>>> claro que estou sendo ir�nico...sabemos que a arte produz


>>>> conhecimento...sabemos do seu papel como fomentador de novos olhares,

>>>> novas subjetividades, novas possibilidades de conviv�ncia...sabemos da
>>>> arte como resist�ncia...como biopol�tica...mas a popula��o, em geral, e
>>>> a�? como aproximar esta discuss�o a eles? quem se importa com a FUNARTE?
>>>> apenas n�s?? mas e o mercado, quem se importa? quero com isto aquecer o
>>>> debate...ser� que seremos contundentes com esta a��o?? quem congelou a
>>>> grana e est� ditando as regras pra Cultura � o Minist�rio das Finan�as? �
>>>> a economia que t� ditando as regras? onde temos que atacar ent�o?
>>>>
>>>> vou ao encontro desta 5a...proponho repensarmos a ocupa��o da FUNARTE...me
>>>> parece que o poder j� incorporou isto...� previs�vel...devemos ser mais
>>>> contundentes!!!
>>>>
>>>> sauda��es


>>>>
>>>> Affonso Lobo
>>>> Cia Corpos Insanos
>>>> Ator e Diretor
>>>> Contatos: 11 9748-1629 (VIVO)
>>>> 11 6066-3270 (TIM)
>>>> MSN: affon...@hotmail.com
>>>> Facebook:
>>>> http://www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=1254092105
>>>> Twitter: AFFONSOLOBO
>>>>
>>>>
>>>>
>>>>

>>>> --- Em qua, 15/6/11, M�rcio Boaro<marcio...@gmail.com> escreveu:


>>>>
>>>> De: M�rcio Boaro<marcio...@gmail.com>
>>>> Assunto: Re: Eu juro que queria defender a politica cultural deste
>>>> governo, mas...
>>>> Para: movimento...@googlegroups.com, foru...@yahoogrupos.com.br,
>>>> debate...@googlegroups.com
>>>> Data: Quarta-feira, 15 de Junho de 2011, 9:13
>>>>

>>>> O modelo de Economia da Cultura � a Broodway, cansei de ouvir falar que
>>>> estes musicais clonados (copias exatas) que s�o "montados" no Brasil s�o
>>>> t�o bons como os originais. "Que o Cats apresentado (com sucesso de
>>>> bilheteria e Ruanet) na avenida Brigadeiro Luis Ant�nio era t�o bom quanto
>>>> o da Broodway" n�o � ser pequeno demais? N�o � ser lambe botas demais?
>>>> O Cirque di Solail � hoje uma empresa de muitos Bilh�es de Dolares e tem
>>>> interesse em se apresentar no Brasil, agora sem Ruanet por que j� fizeram
>>>> o Test drive com dinheiro do contribuinte, eles vem para c� porque temos


>>>> uma pequena burguesia subalterna que paga por estes quitutes para se
>>>> sentirem cosmopolitas.
>>>>

>>>> Esta vis�o colonizada, pequena, rid�cula � a aclamada "Economia da
>>>> Cultura" do nosso amado Governo, � de chorar. Os argumentos contra este
>>>> cancro s�o muitos, ainda mais para este governo que fala em Economia da
>>>> Cultura como a sa�da via mercado para produ��o cultural. Como a Internet
>>>> praticamente acabou com o mercado fonogr�fico os olhos dos "pensadores"
>>>> da Economia da Cultura se voltam para salas de espet�culo e precisam
>>>> destes mecanismos que d�o dinheiro para alguns, mas acabam com a
>>>> constru��o de uma Politica Cultura em sintonia com a popula��o brasileira.


>>>>
>>>>
>>>> Em 15 de junho de 2011 08:53, Dorberto Carvalho
>>>> <dorberto...@yahoo.com.br> escreveu:

>>>> Tamb�m acho. � por a� que a coisa pega, e � por a� que puxamos o debate
>>>> com a Ministra na reuni�o na Assembleia Legislativa e a ministra n�o
>>>> entendeu, ou fez que n�o entendeu. O Programa de Economia da Cultura � o


>>>> que acredita da sustentabilidade da atividade artistica, essa gente pensa
>>>> que o teatro vai viver de bilheteria, de "vale cultura". Quase todas

>>>> declara��es do minist�rio apontam a cultura como um neg�cio. Eles devem
>>>> achar que o TBC quebrou simplesmente porque os caras n�o sabiam
>>>> administrar o "neg�cio". Ou s�o muito ing�nuos ou s�o mal intencionados.
>>>>
>>>> Bjs.


>>>>
>>>> De: In� Camargo<ina...@gmail.com>
>>>> Para: movimento...@googlegroups.com
>>>> Enviadas: Ter�a-feira, 14 de Junho de 2011 21:48:53
>>>> Assunto: Re: Eu juro que queria defender a politica cultural deste
>>>> governo, mas...
>>>>

>>>> MAS N�O ADIANTA BATER NO GOVERNO. TEM QUE BATER NO PROGRAMA DA ECONOMIA DA
>>>> CULTURA, SEN�O N�O SE AVAN�A!
>>>> Sauda��es da
>>>> Vov�
>>>>
>>>> Em 14 de junho de 2011 11:55, M�rcio Boaro<marcio...@gmail.com>
>>>> escreveu:
>>>> Faz tempo que eu n�o ficava com esta sensa��o de sangue nos olhos, mas �
>>>> dif�cil ver passivo diversas categorias de trabalhadores da Cultura, que
>>>> inclusive fizeram campanha para este governo, serem tra�das. Esta politica
>>>> de cortes de verbas para cultura, conting�nciamento e foco (quase �nico)
>>>> na ren�ncia fiscal est�o transformando o MinC na Catedral do Deus Mercado.
>>>>
>>>> Quero deixar claro que o problema n�o esta no MinC, esta na vis�o de
>>>> Cultura do Governo!
>>>>
>>>> Como diria o Dorberto esta na hora do pa�!


>>>>
>>>>
>>>> Em 14 de junho de 2011 11:39, Dorberto Carvalho
>>>> <dorberto...@yahoo.com.br> escreveu:
>>>>

>>>> � por isso que eu te digo: Vamos dar pau nesses caras! que j� se


>>>> entregaram (ou se venderam) faz tempo.
>>>>
>>>> De: M�rcio Boaro<marcio...@gmail.com>
>>>> Para: movimento27demarco<movimento...@googlegroups.com>;
>>>> debate...@googlegroups.com; foru...@yahoogrupos.com.br
>>>> Enviadas: Ter�a-feira, 14 de Junho de 2011 10:42:42
>>>> Assunto: Eu juro que queria defender a politica cultural deste governo,
>>>> mas...
>>>>

>>>> Vejam abaixo o Twitter do secret�rio do MinC sr. Henilton Menezes, ele
>>>> fala sobre debater no Congresso Nacional sobre os 100% de ren�ncia fiscal
>>>> no Procultura como se estiv�ssemos em uma sociedade de iguais, onde n�o
>>>> existem interesses do capital em n�o termos um modelo cultural ligado a
>>>> editais p�blicos. No congresso teremos Ita�, Bradesco, Rede Globo (e seus
>>>> semelhantes) pelo criminoso modelo de 100% e do lado da ren�ncia as
>>>> pessoas que acreditam em um modelo de sociedade que mais igualit�ria. Uma
>>>> disputa justa n�?
>>>>
>>>> Bela postura do Governo, lavar as m�os e deixar "que cada setor tente


>>>> defender sua parte"... Saudades de um partido que conheci e me filiei nos
>>>> anos 80
>>>>
>>>>
>>>>
>>>> heniltonmenezesHenilton Menezes

>>>> @mboaro a discuss�o dos 100% do Procultura se dar� no Congresso, onde


>>>> agora o projeto tramita. Cada setor vai tentar defender sua parte.
>>>>
>>>>

>>>> Se algu�m quiser entender porque eu acho criminoso este modelo de ren�ncia


>>>> fiscal eu tento explicar neste link http://marcioboaro.blogspot.com/
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