Amigos fazedores de teatro do Brasil. Boa tarde.
Sou Joca Monteiro Ator e Jovem Dramaturgo. Quero compartilhar com os teatreiros desse Brasil, minha enorme tristeza pela falta de políticas públicas para incentivo do crescimento do teatro a partir de sua base, o pensamento. São poucas a iniciativas de valorização e apoio a dramaturgia; as ações que acontecem pelo Brasil são ativistas, não têm continuidade e os jovens dramaturgos que não estão incluídos em formação acadêmica não podem contar com incentivos e fomento em seu processo criativo.
Existem concursos de dramaturgia pelo Brasil que avaliam no critério da exclusão, burocratizando, delimitando participações e excluído as novas possibilidades da dramaturgia brasileira.
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Obrigado pela dica Jean, estou conectado agora com a Cia sonhar.
Falando do debate, lembro que essa desordem com os recursos para a cultura é maior pelos gestores estaduais. No Amapá (minha terra), ativismo é o que não falta. A secretaria de cultura está totalmente equivocada ao assumir o papel do produtor cultural realizado diversos eventos e esquecendo de políticas de incentivo. Aqui é terra sem lei. Não há editais. É preciso ter uma boa articulação para conseguir recursos.
Nossos projetos são avaliados e
aprovados por outras entidades no Brasil e quando chega à mão dos nossos
gestores são engavetados e esquecidos. Inventam mil desculpas. Mas a gente vê o
que realmente acontece. Alguns seguimentos são comtemplados outros não. Alguns produtores
sim outros não. Alguns artistas e outros, enfim.
Minha intenção com o artigo que
escrevi é exatamente isso Jean, buscar embasamento,
buscar nas falas dos companheiros pelo Brasil fundamentação para lutar pela
dramaturgia em meu Estado, apresentar propostas que funcionam, produtos já
experimentados em outros Estados, e dar o primeiro passo rumo a valorização
desta arte nada, digo nada mesmo valorizada, estimulada menos ainda incentivada
financeiramente no Amapá.
Aqui meu pedido a todos, vamos nos ajudar, ajudem esse amigo Tucujú do estremo norte, onde termina ou começa o Brasil. Amapá
Joca Monteiro
Abraços e beijocas!
Ps. Segue um texto infantil de minha autoria.
Oi Sula,
Acredito que podemos começar um novo fazer. Para isso precisamos da ajuda de outros fazedores. Estamos no caminho e esse caminho precisa virar rota. Já vi grandes redes ganharem força com a iniciativa de poucos. (CUFA, RBTN, PONTO DE LEITURA, ETC.) Uma coisa é o agente cultural tentar dialogar sozinho, em seu Estado, outra coisa é ele ter a força de centenas de outros que lhe formam um pilaste seguro.
Basta falarmos a mesma língua e fundamentarmos nossas angustias.
Autorizo sim a divulgação do texto e estou disponibilizando outros.
E vamos que vamos.
Joca Monteiro