Morte do Prêmio Teatro Brasileiro e a triunfal volta dos 100% de renúncia...

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Márcio Boaro

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Jun 5, 2011, 1:46:59 PM6/5/11
to foru...@yahoogrupos.com.br, movimento27demarco, debate...@googlegroups.com

Um Grupo de Trabalho do MinC fez um estudo para reforma do projeto do Procultura, entre outros "avanços" este "estudo" elimina do texto o Prêmio Teatro Brasileiro e volta com força a renúncia de 100%. Esta aberração será votada na quarta-feira, portanto precisamos nos manifestar com urgência.

As alterações propostas são um tributo ao liberalismo, os 100% de renúncia é um absurdo que só existe no Brasil. Este vergonhoso mecanismo terceiriza, aos interesses dos departamentos de Marketing das empresas, os destinos da Cultura do Brasil. Nem Margaret Thatcher ou Ronald Reagan teriam coragem de insistir com este equivoco, mas este Grupo de Trabalho do MinC insiste.

 

Leiam os documentos deste Grupo de Trabalho em anexo.

 

 

P.S. Escrevi um texto onde tento deixar claro o que eu acho dos 100% de renúncia  (http://marcioboaro.blogspot.com/)
---------- Mensagem encaminhada ----------

De:
Data: 3 de junho de 2011 20:26
Assunto: [setorial-teatro] Fwd: CNPC ENCAMINHA - Relatório Grupo de Trabalho Procultura
Corpo da mensagem

Prezados(as) Conselheiros(as),

 

Segue, em anexo, relatório a ser apresentado na 14ª Reunião Ordinária do Plenário do CNPC, nos dias 7 e 8 de junho, e a tabela que contém as propostas dos membros do Grupo de Trabalho Procultura.

 

Atenciosamente,

 

Roberto Peixe

Secretário-Geral do CNPC

Ministério da Cultura

(61) 2024-2361

www.cultura.gov.br/cnpc  

 

 

 

 

 

 








--
   Márcio Boaro
 

RELATÓRIO GT PROCULTURA.doc
PROCULTURA PROPOSTAS GT CNPC_03JUN2011.doc

Bel Toledo

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Jun 5, 2011, 4:39:12 PM6/5/11
to debate...@googlegroups.com
caros  circenses  
 
na proxima quarta  feira as 11 horas o  Grassi vai atender a classe circense na Funarte SP
 entrem na' COMUNIDADE ALIANÇA PRó CIRCO  NO FACEBOOK para debatermos e levarmos uma pauta comum
abs
bel toledo
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Presidência - Cooperativa

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Jun 5, 2011, 3:58:27 PM6/5/11
to foru...@yahoogrupos.com.br, movimento27demarco, debate...@googlegroups.com
Pessoal, no meio destas informa��es, eu e o Marcio (dos Anjos Pereira da Silva) de RS, que est� no Colegiado de Teatro (esteve no congresso de teatro e � da rede brasileira de teatro de rua) e q vai ao CNPC na ter�a e quarta em Bras�lia,
nos falamos por telefone e ele disse que foi um erro, por parte do grupo de trabalho - gt - a retirada do Pr�mio Teatro Brasileiro do Procultura. mas a volta dos 100% parece que n�o....
acho que o Marcio -RS vai se manifestar aqui assim que voltar de suas apresenta��es de rua deste domingo no RS....recomendo que esperemos um pouco....Obg, ney.

Sun, 5 Jun 2011 14:46:59 -0300
, M�rcio Boaro <marcio...@gmail.com>
escreveu:

>
>
> Um Grupo de Trabalho do MinC fez um estudo para reforma do projeto do

> Procultura, entre outros "avan�os" este "estudo" elimina do texto o Pr�mio
> Teatro Brasileiro e volta com for�a a ren�ncia de 100%. Esta aberra��o ser�
> votada na quarta-feira, portanto precisamos nos manifestar com urg�ncia.
>
> As altera��es propostas s�o um tributo ao liberalismo, os 100% de ren�ncia �
> um absurdo que s� existe no Brasil. Este vergonhoso mecanismo terceiriza,


> aos interesses dos departamentos de Marketing das empresas, os destinos da
> Cultura do Brasil. Nem Margaret Thatcher ou Ronald Reagan teriam coragem de
> insistir com este equivoco, mas este Grupo de Trabalho do MinC insiste.
>
>
>
> Leiam os documentos deste Grupo de Trabalho em anexo.
>
>
>
>
> P.S. Escrevi um texto onde tento deixar claro o que eu acho dos 100% de

> ren�ncia (http://marcioboaro.blogspot.com/)


> ---------- Mensagem encaminhada ----------
>
> De:
> Data: 3 de junho de 2011 20:26
> Assunto: [setorial-teatro] Fwd: CNPC ENCAMINHA - Relat�rio Grupo de Trabalho
> Procultura
>
> Para: setorialde...@googlegroups.com
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>
> Prezados(as) Conselheiros(as),
>
>
>

> Segue, em anexo, relat�rio a ser apresentado na 14� Reuni�o Ordin�ria do
> Plen�rio do CNPC, nos dias 7 e 8 de junho, e a tabela que cont�m as


> propostas dos membros do Grupo de Trabalho Procultura.
>
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> Atenciosamente,
>

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Alice Viveiros de Castro

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Jun 5, 2011, 11:41:01 PM6/5/11
to debate...@googlegroups.com
Entrei em contato com o GT do Procultura e me esclareceram que houve
um equívoco. O Premio do Teatro e da Dança não foram retirados. O
Grupo entendeu que não deviam intervir em conquistas específicas de
cada categoria.
Essa correção será apresentada a todos o mais rápido possível.
Na terça-feira discutiremos na Plenária do CNPC as mudanças no Pró-Cultura.
Aviso a todos que o Circo vai solicitar a criação do Prêmio para o Circo.
abraços
Alice Viveiros de Castro

Em 05/06/11, Márcio Boaro<marcio...@gmail.com> escreveu:


> Um Grupo de Trabalho do MinC fez um estudo para reforma do projeto do
> Procultura, entre outros "avanços" este "estudo" elimina do texto o Prêmio
> Teatro Brasileiro e volta com força a renúncia de 100%. Esta aberração será
> votada na quarta-feira, portanto precisamos nos manifestar com urgência.
>
> As alterações propostas são um tributo ao liberalismo, os 100% de renúncia é
> um absurdo que só existe no Brasil. Este vergonhoso mecanismo terceiriza,
> aos interesses dos departamentos de Marketing das empresas, os destinos da
> Cultura do Brasil. Nem Margaret Thatcher ou Ronald Reagan teriam coragem de
> insistir com este equivoco, mas este Grupo de Trabalho do MinC insiste.
>
>
>
> Leiam os documentos deste Grupo de Trabalho em anexo.
>
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> P.S. Escrevi um texto onde tento deixar claro o que eu acho dos 100% de
> renúncia (http://marcioboaro.blogspot.com/)
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> propostas dos membros do Grupo de Trabalho Procultura.
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"Se não puder dançar essa não é a minha revolução" - Emma Goldman
Alice Viveiros de Castro
Estrada do Contorno, 7 Faz da Grama
Rio Claro - RJ - 27460-000

Márcio Boaro

unread,
Jun 7, 2011, 8:59:37 AM6/7/11
to debate...@googlegroups.com, movimento27demarco, foru...@yahoogrupos.com.br
Também tive esta informação, todos devem lutar pelas suas reivindicações, nossa proposta de criação do Prêmio Teatro Brasileiro tem 10 anos e foi organizada desde o movimento Arte Contra a Barbárie. Somos parceiros nas lutas do Circo e da Dança. 

Os equívocos deste GT são maiores do que não citar o prêmio, o maior equívoco é a volta do famigerado desconto de 100% nos impostos das empresas que queiram fazer cortesia com chapéu do governo. O parecer do GT diz que esta vergonha deve ser perpetuada, não temos como ficar animados com o Procultura quando ele carrega esta triste mácula. Um cancro que existe para satisfazer os interesses de empresas que usam os projetos culturais como um "chaveiro bonitinho" que leva o logotipo da empresa. É claro que as empresas sempre vão procurar bibelôs ("projetos culturais") que possam agradar seus consumidores, não esquecendo que estes bibelôs são pagos 100% pelo dinheiro do contribuinte. Cultura nacional o que é isto? Este GT pensou nisto? 

É triste... Não temos motivos para nos animar ao ler este "trabalho". 

Grato 

Márcio

   Márcio Boaro
 

Alice Viveiros de Castro

unread,
Jun 9, 2011, 6:16:11 PM6/9/11
to debate...@googlegroups.com
Acho que foi um grande equívoco publicar e discutir um projeto que ainda estava em discussão no GT....
como o tempo é curto vários pontos foram marcados exatamente para discutir!
O Grupo de trabalho trabalhou muuuuuuuuuuuuuuuuito...
e optou por deixar os principais pontos polêmicos para uma discussão na plenária do CNPC.
A Plenária se colocou contra os 100%. Como era de se imaginar.
Vencemos dentro do CNPC mas não devemos nos iludir quanto à pressão que outros setores da sociedade farão contra este ponto e tantos outros.
O deputado relator na Comissão de Finaças disse claramente das reuniões com produtores onde os 100% são defendidos, referiu-se especialmente ao cinema.
Seria muito bom se mais pessoas pudessem acompanhar de perto o trabalho do CNPC, compreender como é a dinâmica entre setores tão diferentes.
Nesse momento tem muita gente que preferia não ter que ouvir e respeitar um conselho em que a sociedade civil se posiciona tanto...
Posso compreender que ao ler um documento interno, sem ouvir as explicações das estratégias da Comissão alguns companheiros fiquen desanimados... pois saibam que temos um grupo super batalhador na CNPC e que o que vale são os documentos finais, votados em plenário.....
Quando deixamos a reunião na quarta-feira às 18h30 só tínhamos votado os ítens marcados em azul... pelo jeito teremos reuniões extraordinárias para finalizar o Procultura e para discutir a Lei de Direito Autoral
abraços
Alice Viveiros de Castro - Circo CNPC

Rossini - Mágico

unread,
Jun 9, 2011, 3:00:40 PM6/9/11
to debate...@googlegroups.com, circomu...@lista.asfaci.org.br
Márcio...
 
Boa sorte a todos na melhor solução para os prêmios do Circo, Dança e Teatro. Que encontrem a melhor solução e que seja mais uma política que venha a complementar o finalnciamento a cultura, sem competir ou justificar retrocessos em mecanismos já conquistados.
 
Estou escrevendo somente pois queria me ater a um ponto :
 
Dinheiro de dedução fiscal por financiamento a produção cultural  não pertence ao Estado.  Isso é dinheiro da sociedade. e mais especificamente da receita auferida pelas empresas que financiam a cultura. Receita essa obtida com a sua própria atividade.
 
Aqui te fala um cara que nunca apresentou projeto pela Rouanet, pois ela tem diversas coisas que discordo. Tanto da parte das empresas quanto da parte do Estado o qual cria mecanismos tão ou mais excludentes que as próprias empresas, transformando a Rouanet em algo para o produtor e não necessariamente para o artista.
 
No entanto o simples fato de estarmos vendo o Ministério praticamente parado porque uma equipe econômica resolve apertar o orçamento acende um sinal vermelho que eu já tinha previsto e alertado aqui: A lei Rouanet é política de Estado justamente porque os governos não podem meter a mão no dinheiro para cobrir rombos. Ou o fariam sem pestanejar. Todos os governos. Dos companheiros aos colloridos.
 
Porque eles atualmente não podem fazer isso? Simples: Por que dinheiro de Renúncia Fiscal não é dinheiro do Estado. Não é e nem nunca foi e por lei não poderia pelo seguinte motivo:
 
Dedução de imposto de renda via incentivo a cultura é o que em Direito se chama limitação ao poder de tributar.  Os valores incidentes não fazem parte do patrimônio do Estado e podemos ir além: Não fazem parte sequer do rol de DIREITOS do Estado, já que a lei assim determina: Esses valores não podem ser tributados. 
 
A gente se bate tanto nesse diálogo sadio por uma abordagem política, filosófica do que seja o sistema de cultura, que acaba acreditando que o financiamento à cultura via Rouanet é dinheiro do Estado.  Alegrai-vos... Pois não é.  E caso fosse seria tratado com a mesma falta de generosidade que o Estado OPTA por destinar miseravelmente a pasta da Cultura.
 
Não sejamos inocentes: O impedimento a abatimento integral dos valores é um truque (agora falo como mágico).  Visa cortar indiretamente valores que não se podem  cortar diretamente.. . E eu "desestímulo ao estímulo"... E isso é um assunto a parte.
 
Vamos a um exercício prático que todo mundo aqui está acompanhando do que é transferir o eixo da sociedade para o Estado:
 
Cade a seleção dos projetos inscritos nos editais do ano passado? Será essa política frágil que nos deixa a mercê de governantes e políticas emergenciais  é a que o Brasil precisa como substituição a Rouanet.  Se querem financiar a cultura de mil formas diferentes eu aplaudo. Se querem fazer política de governo sem colocar dinheiro do governo eu simplesmente percebo. E digo para os colegas: Eh cilada Bino!
 
Há muito que avançar nos mecanismos de renúncia fiscal. Eu mesmo já propus aqui, para a discussão neste fórum um sistema de tríplice compensação que eu tenho CERTEZA que daria certo enquanto política de Estado.  Mas apesar de tudo felizmente temos a Rouanet. E felizmente o dinheiro que a financia não tem natureza jurídica, nem técnica e nem factual de dinheiro do Estado, pois não é.
 
 Sem ela eu estaria exatamente como estou, pois sou artista e ela é feita pensando no produtor e não na gente. Mas grande parte da produção cultural brasileira estaria parada e sufocada. Do jeitinho que está o MinC que é garroteado pelos apertos fiscais da equipe econômica.
 
Veja que essa não é uma crítica ao MinC ou a um governo específico. A miserabilidade imposta a cultura or sucessivos governos é um processo histórico e consolidado. O MinC cotinua um Ministério tratado com orçamento menor do que o de algumas Secretarias Estaduais. A retórica que a cultura é uma das prioridades do governo continua sendo uma balela comprovada e assinada em termos orçamentários.  Então se eu fosse Ministro da Cultura, na verdade eu estaria agradecendo por um mágico falar o que eu como governo estou submetido e não posso falar.
 
Felizmente a lei limita ao Estado Brasileiro o poder de tributar o financiamento à cultura. Senão estaria tudo tão parado quanto o que depende do dinheiro verdadeiramente estatal.
 
Bom... Isso não é somente  um ponto de vista. Eh também um alerta, pois governos são coisas que se alternam. Então a gente tem que aperfeiçoar e melhorar os mecanismos que dependem menos do governo que da sociedade (produtores, financiadores, artistas e público) pois se o Estado que pode destinar um bom orçamento para a cultura não o faz por opção, não temos nenhum motivo para acreditar que os mecanismos que permitam aos governos se apropriarem desses valores (como se públicos fossem) para financiar suas políticas não irão representar um grande risco, consistente em uma dependência a uma vontade política que sabemos não existir no nível central de nenhum governo em relação a cultura.
 
Se temos alguma duvida quanto a isso basta olharmos o quanto demora para aprovar uma PEC de interesse do governo e quanto tempo demora uma de interesse da Cultura. 
 
Abraços a todos. Talvez de volta a ativa após um longo e tenebroso inverno,
 
 
Rossini
 
 
 
 
-------Mensagem original-------
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Giancarlo Oigalê

unread,
Jun 7, 2011, 8:59:56 AM6/7/11
to foru...@yahoogrupos.com.br, movimento27demarco, debate...@googlegroups.com
E ainda ficamos vacilantes em pressionar o Governo...

Vejo a ocupa��o nacional da FUNARTE como fundamental neste momento.

Abra�os,
Gian

-----Mensagem Original-----
From: Presid�ncia - Cooperativa
Sent: Sunday, June 05, 2011 4:58 PM
To: foru...@yahoogrupos.com.br ; movimento27demarco ;
debate...@googlegroups.com
Subject: {Debate C�nico} Re: [forum_CBT] Morte do Pr�mio Teatro Brasileiro e
a triunfal volta dos 100% de ren�ncia...

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Márcio Boaro

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Jun 10, 2011, 9:01:01 AM6/10/11
to debate...@googlegroups.com
Rossini,

Acho que teríamos de conversar pessoalmente, seria uma longa conversa, li seus argumentos com atenção e respeito suas colocações, mas apesar de respeitar sua opinião, não tenho como concordar. 

São duas visões de mundo antagônicas, pelas suas colocações pareceu-me que você tem uma visão Liberal de mundo, eu procuro diariamente a construção de uma visão marxista de mundo ou seja igualitária.

É difícil começar um debate quando você de saída diz que o dinheiro dos impostos é melhor direcionado por uma pessoa jurídica ou seja por "pessoa" que por definição é imortal e imoral e tem como motivação da existência a geração de lucro. 

Eu votei neste governo porque acredito na que ele tem como compromisso a construção de uma sociedade mais igualitária, não uma sociedade Liberal pautada pelo mercado. 

Não vou mais uma vez falar sobre as razões que me fazem pensar assim, existem centenas de artigos sobre o assunto, mas para mim é clarissimo que o esta forma de renúncia fiscal é um crime contra a sociedade! Os únicos beneficiários são as empresas que conseguem publicidade gratuita.

Grato

Márcio
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Luciano Carvalho

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Jun 10, 2011, 12:41:52 PM6/10/11
to Márcio Boaro, debate...@googlegroups.com
Ideologia intra venosa, Rossini tem a coragem de afirmar que é excluído dos processos de seleção do capital privado (via Rouanet) e ainda assim afirma sua eficácia. Viva a livre iniciativa ahahaha!
Tem a coragem de dizer que não é dinheiro público pois é gerado por empresas. Mágica? As marcas empresariais geram riquezas sozinhas ou são os milhares de trabalhadores direta e indiretamente ligados a elas que são os verdadeiros produtores de valor? Bem sabemos que o estado é a face reguladora do capital, é quem promove a contenção dos de fora, porém, neste ambito falacioso ainda existe espaço pra briga e imposto devido é dinheiro nosso. Os mecanismos da Rouanet são roubos à sociedade e os cortes no orçamento da cultura manobras do estado dos donos. Temos sim que lutar pelo orçamento que nos foi roubado pelos gerentes do estado e acabar a lei que alimenta os gerentes de marketing das empresas e seu alto entendimento sobre cultura.
É isso Márcio, os pressupostos que governam os pensamentos aqui expostos são antagônicos e Rossini é mais um bobo da corte.
Luciano carvalho.


Márcio

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