Revisitando Be-a-bá da eletrônica

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Marcelo Gaspar

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Mar 5, 2026, 2:35:33 PM (5 days ago) Mar 5
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Boa tarde, pessoal. 

Em 1988, com 12 anos, fuçando um armário da sala encontrei umas revistas Be-a-bá da Eletrônica que meu pai havia comprado na época da edição. Infelizmente, ele comprou apenas os fascículos 1 a 9. Comecei a ler aquelas revistas e me interessar por eletrônica. Na época, era muito difícil encontrar vários componentes, como os temíveis microfone de cristal e trafo de áudio Yoshitani 5/16. Mas eu conseguia montar a maioria dos circuitos de alguma forma, mesmo com poucas ferramentas e um simples multímetro Icel IK-80A como único equipamento. Meu pai me ajudou a entender bastante coisa de eletrônica no início e depois continuei por conta própria. Em 2023 resolvi revisitar aquelas revistas e montei novamente um circuito de cada uma das primeira nove revistas Be-a-bá da Eletrônica. Essas montagens dei a meu pai como forma de agradecimento. Seguem fotos.

Revista 1 - Bicho Zoiudo (foto que tem um cachorro preto)
Revista 2 - Sirenhinha (resolvi colocar um acionar remoto com fio)
Revista 3 - Meia-força
Revista 4 - Intercomm (não funcionou do jeito que tava. Simplesmente, tirei o BD139 e liguei o AF na saída do BC307 e funcionou ok)
Revista 5 - Põe Devagarinho
Revista 6 - Chuvalarm (tive que construir o sensor, o original que vinha de brinde já era)
Revista 7 - Eletrovela (repare acima da letra T há um microfone de eletreto. Adaptei um sensor de som para apagar a "vela" com sopro)
Revista 8 - Microtrans (uma aventura achar um trimmer entre 250 e 450pf. Tive que usar um cap variável retirado de sucata. Copiei o circuito de entrada do Intercomm para substituir o mic de cristal)
Revista 9 - Cara ou Coroa (não funcionou do jeito que tava. Tive que colocar mais uma etapa de amplificação entre o TUJ e o flip-flop)
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Abraço,

Marcelo.
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Marcelo Gaspar

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Mar 5, 2026, 2:35:50 PM (5 days ago) Mar 5
to Divirta-se com a Eletrônica
Boa tarde, pessoal. 

Em 1988, com 12 anos, fuçando um armário da sala encontrei umas revistas Be-a-bá da Eletrônica que meu pai havia comprado na época da edição. Infelizmente, ele comprou apenas os fascículos 1 a 9. Comecei a ler aquelas revistas e me interessar por eletrônica. Na época, era muito difícil encontrar vários componentes, como os temíveis microfone de cristal e trafo de áudio Yoshitani 5/16. Mas eu conseguia montar a maioria dos circuitos de alguma forma, mesmo com poucas ferramentas e um simples multímetro Icel IK-80A como único equipamento. Meu pai me ajudou a entender bastante coisa de eletrônica no início e depois continuei por conta própria. Em 2023 resolvi revisitar aquelas revistas e montei novamente um circuito de cada uma das primeiras nove revistas Be-a-bá da Eletrônica. Essas montagens dei a meu pai como forma de agradecimento. Abaixo, seguem breve descrição de cada montagem e fotos.

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Renato B. Santiago

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Mar 5, 2026, 7:03:52 PM (5 days ago) Mar 5
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Sensacional! Ficaram excelentes!

Qual critério usou para escolher cada montagem?
—-
Renato B. Santiago

Em 5 de mar. de 2026, à(s) 16:35, Marcelo Gaspar <mda...@gmail.com> escreveu:


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Divirta-se com a Eletrônica !
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Walter Nunes

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Mar 6, 2026, 5:57:24 AM (5 days ago) Mar 6
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Muito bacana. De fato uma homenagem.
Cheguei também dar circuitos de presente pro meu "velho" ainda vivente.  

Mas na época não me liguei que a caixa tem importância: eu vivia "duro" e isopor  ou caixinha de remédio usei, aí pecava pela feiúra.

Olha, vou te adiantar uns comentários sobre fichamento que estou fazendo das revistinhas:
4 - no intercom, BC307 e AC128 tem fugas, precisa um resistor na base do BD139 ao negativo ou trimpot de 22k pra ajustar o consumo (multímetro em Ampères a monitorar corrente até quase zerar).

7 - eletro-vela, ela não apaga com toque. Precisa mudar conexão do trimpot (usei 22k) no 1o transistor(base no cursor) e escolher o BC548 com maior ganho e menor fuga para toque-desliga. 

8 - microtrans, não existe no mercado o trimmer mas o padder (que usavam nas FI valvuladas e conversora). Pode-se construir um com metal dobrado -- há "receitas" de radioamadores documentadas(usando plaquinha cobreada).

9 - cara-coroa me parece o gatilho deveria ser ao B1 e não gate. Tive sucesso nele embora não usei TUJ. Experimentalmente faria o flip-flop "invertido" usando PNP (aproveita rampa de descarga).

PS Muito bom ver o empenho do "colega".

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Marcelo Gaspar

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Mar 6, 2026, 6:41:08 AM (5 days ago) Mar 6
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Oi Renato. Obrigado!

Como meu pai havia me dado as primeiras 9 revistas Bé-a-bá da Eletrônica lá em 1988, escolhi uma montagem de cada seção Iniciação ao Hobby de cada uma dessas 9 primeiras revistas. Só a número 3 que fugiu à regra porque a montagem era uma fonte e achei mais interessante o Meia-Força (usei um diodo de 10 A) . O Meia-Força está na subseção Os Diodos na Prática da seção Os Diodos. Alguns fascículos tinham mais de uma montagem na seção Iniciação ao Hobby. Nesses casos, escolhi por gosto mesmo.

Abraço,

Marcelo

Marcelo Gaspar

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Mar 6, 2026, 10:06:30 AM (5 days ago) Mar 6
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Olá, Walter. Muito obrigado pelas dicas valiosas
Naquela época era tudo muito difícil. Ainda mais com aquela inflação galopante. Eu vivia de olho em caixas indo para o lixo que poderiam ser aproveitadas em montagens. Hoje em dia, os recursos tecnológicos estão mais disponíveis. Quem imaginaria naquela época ter uma ferramenta gratuita tipo KiCAD em casa?

No Cara-ou-Coroa tentei usar o B1 como saída, mas não funcionou não sei porque. Não investiguei muito para descobrir. Então usei a saída no Emissor mesmo (sinal tipo dente de serra). Mas o flip-flop suga toda a carga do capacitor ligado ao Emissor do TUJ. Então fiz mais uma etapa de amplificação com mais um transistor. Esse amplificador extra tem uma impedância alta de entrada e uma impedância mais baixa na saída. Isso permitiu "roubar" menos carga do capacitor do emissor do TUJ, permitindo assim que o TUJ pudesse oscilar em paz.

Muito obrigado!

Abraço,
Marcelo.

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Eduardo Luccas

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Mar 6, 2026, 11:59:22 AM (5 days ago) Mar 6
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...

Boa tarde Marcelo, tranquilo?
Rapaz que coisa legal hein!!! Muito bom, meus parabéns! Ficaram bem bacanas!
Deu saudade dessa época... a primeira revista que eu comprei foi a
Bê-a-Bá N.04, a do Minicom, e eu montei ele, com a ajuda do meu
saudoso papai, a gente montou, compramos um cabo de 20m de fio
paralelo, funcionou perfeitamente! Fiquei brincando com o meu irmão,
um em cada ponta da casa, com aquele fio enorme passando de um lado
pra outro! rss
Bons tempos...

Me permita alguns comentários sobre as montagens. Dessas todas eu só
não montei, na época, a Eletrovela e o Chuvalarm, além do Meia-Força
(mas a montagem da Iniciação ao Hobby da Bê-a-Bá N.03, a Mini-Fonte,
eu montei e tenho ela até hoje, funcionando!).

O Minicom, como comentei, funcionou de primeira. Será q o seu BD139
não estava defeituoso ou com problemas? Talvez ganho muito baixo? Pq
era pra funcionar. Esse amplificador com acoplamento direto foi usado
em outro projeto do Beda, na DCE N. 20, o Tri-Rádio. E eu achei ótima
a sua idéia de usar conectores BNC para os cabos! Na época eu liguei
direto, rss.

Eu achei genial sua sacada de usar conectores RCA ao invés do P2 no
projeto, não tinha pensando nisso. Na época eu montei com o P2 e
lembro que tive dificuldade em colocar os diodos dentro, provavelmente
coisa de iniciante. Mas ficou bacana!

O Microtrans fez sucesso pracaramba na época (eu lembro que pessoal da
loja de componentes eletrônicos que eu comprava naqueles tempos falou
que todo via vinha pessoal com a revistinha N.08 querendo comprar as
peças pra montar... rss), realmente achar o trimmer nesta faixa de
ajuste é difícil. Os que tem hoje em dia é mais pra faixa de FM, como
a frequência é maior, os valores são menores. Uma sugestão que dou é
pegar o trimmer marrom (que é 0-60 pF, o maior q tem fácil) e colocar
um capacitor de 220pF em paralelo (dependendo um de 330pF ou fazer
combinações), para atingir a capacitância necessária. Claro que a
faixa de ajuste ficaria mais restrita, mas deve funcionar.

O Cara-ou-Coroa foi uma decepção para mim na época. Eu montei e não
funcionou direito. Na época eu não sabia o que fuçar direito pra
resolver o problema.

Pergunta: o que é isso que você usou para acabamento nas caixas para
os alto-falantes/microfones? Parece uma peneira metálica! rss (não me
leve a mal, ficou bacana!). E o que é o bastão com um "push-bottom" na
ponta na foto da Sireninha? Você colocou o botão de acionamento dela
ai?


Mas é isso, grato por compartilhar as fotos e as experiências com os projetos!


[]'s
Eduardo Luccas
edu...@luccas.com.br
http://www.luccas.com.br

Walter Nunes

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Mar 6, 2026, 1:37:12 PM (4 days ago) Mar 6
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Às ordens, Marcelo!
Como comecei o fichamento por outra publicação, DCE-APE vêm a reboque. 

E todos os circuitos vou analisar, e dentro do alcance montar --  o que funcionar, em definitivo na caixinha. Porque acho a "moda dos kits" voltará.
Era tudo caríssimo! Lembro sim. 

Placa  CI-LAB eu furei à mão (com broca aço 1mm) e soldei fios pra Sindal. Usei em dezenas de experiências. O laboratório DCE 17 montei poucas partes(não veio brinde dele). 

Não costumava ter instrumentos ou caderno de anotação, e isso me atrapalhou. Aqui o verão sempre foi quente: aproveitava manhãs ou tardes chuvosas para hobby.
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Marcelo Gaspar

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Mar 6, 2026, 2:33:54 PM (4 days ago) Mar 6
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Olá Eduardo! Muito obrigado pelas palavras!

O Minicom era muito legal principalmente naquela época em que o que se tinha de mais tecnológico em casa era uma TV a cores. Meu pai tinha montado o circuito pela primeira vez 83 (eu tinha 7 anos). Lembro do meu pai na calçada de casa testando com um amigo dele.Funcionava mas o som era muito baixo. Você tem razão, a variação de ganho é muito alta nos transistores e soma-se a isso que não há resistor de emissor, o que deixaria o circuito mais imune a essa variação. Até cheguei a trocar o BD139 mas pode ser que o lote dos BDs que eu comprei esteja com o ganho reduzido. Talvez, o ganho varie por lote, não sei. Mas a sua ideia é boa. Agora que temos protoboard os experimentos ficam muito mais fáceis. Com respeito aos BNC's eles facilitam bastante e são bem robustos a puxões e ao conecta/desconecta.

A Mini-fonte era uma mão na roda. Meu pai montou ela também e me deu quando comecei a mexer com as montagens. Ele era marceneiro e muito caprichoso. Colocou a fonte em uma caixa de madeira e ainda usou pirógrafo para as indicações. Não tenho mais ela... 

No Põe Devagarinho eu usei RCA porque permitem um melhor encaixe com menos mau contato. Quando o montei na década de 80, usei P2 e dava muito mau contato. Mas se eu fosse fazer de novo, talvez quando eu tiver netos, usaria um plugue tipo esse de alimentação de notebook (plug J4). Acho que esse dá um contato melhor ainda. Soldar aqueles diodos foi um desafio para mim também naquela época. Hoje é bem mais fácil...

Naquela época, o Microtrans foi sensacional. Usei um microfone de carvão desses de telefone. O som ficou bem ruim, mas só de ouvir minha voz de alguma forma no rádio já foi a glória total. Usei a famosa saboneteira como caixa. Lembro que meu pai enrolou a bobina para mim. Ficou top, expira lado a lado, os terminais saindo de um anel de Durepoxi, profissa. Valeu a dica do trimpot, boa! Eu acabei usando um cap variável retirado de sucata. E coloquei um knob, tipo um disco, que sai para fora da caixa para se fazer a sintonia, tipo um radinho mesmo. Repare do lado esquerdo superior da foto do Microtrans. Você vai ver parte de um disco saindo para fora da caixa.

O Cara-ou-Coroa também não funcionou para mim do jeito original. Agora que tenho uma bancada um pouco mais aparelhada, deu para ver no osciloscópio que o cap ligado ao emissor do TUJ não segura a carga quando se aperta o botão. Com um transístor a mais consegui fazer um casamento de impedância entre o TUJ e o flip-flop. Aí funcionou legal, conforme descrito na matéria. Mas essa solução seria muito avançada para mim na época.

A ideia foi deixar as montagens com aspecto retrô. Não podia ficar muito moderno se não ia fugir da vibe. Então usei o desenho do Microtrans da capa da revista como modelo. Isso que uso no acabamento dos AFs é um ralo de pia de cozinha, esses que se usa para não deixar a sujeira descer pelo cano. Achei que deu um aspecto retrô. O bastão da Sireninha é tubo de PVC de 1/2" com caps nas pontas. Passei um spray de tinta preto fosco que tinha aqui em casa. Mas a Sireninha também tem seu próprio botão na caixa dela. O bastão é tipo um controle remoto com fio que é conectado via RCA. Fiz isso porque usei um AF de 4 ohms e a danada berrou alto pra caramba. Assim, quem aciona não precisa ficar surdo. Fiz uma pequena alteração no circuito: coloquei o push-button logo depois do R de 100K. Assim o som sobe enquanto se aperta o botão e desce devagar quando se solta.

É isso aí. Obrigado pelos comentários!

Abraço,

Marcelo.

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Grande Abraço,

Daride.
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