"A arte nos aproxima dos encantos que colorem e perfumam os jardins da compreensão. Precisamos perceber o quanto é importante a música elevada em nossos corações. Através dos ventos da melodia, somos direcionados para esferas cada vez mais altas que se somam pela harmonia, que nos inspira a harmonia de novos sentimentos, de novos pensamentos, de ações cada vez mais corretas, ao ritmo que mantém em ordem o tempo do caminhar durante séculos em busca do homem novo que existe em cada um de nós e que vive em sorrisos, esperando-nos por este encontro de paz em paz.
No livro O Consolador, Emmanuel relata que o artista verdadeiro é sempre o médium das belezas eternas e o seu trabalho, em todos os tempos, foi tanger as cordas mais vibráveis do sentimento humano, alçando-o da Terra para o infinito e abrindo, em todos os caminhos, a ânsia dos corações para Deus nas suas manifestações supremas de beleza, de sabedoria, de paz e de amor.
Em O Espiritismo na Arte, de Léon Denis, podemos perceber o elo existente entre a música e a mediunidade: "Os grandes músicos terrestres podem, como os outros artistas, receber a inspiração, seja do espaço, seja como resultante de trabalhos anteriores. Trata-se exatamente do mesmo fenômeno que se produz com os outros artistas".
A música é uma impressão especial que invade todo o nosso ser fluídico, mergulha-o no êxtase e na beatitude, fazendo com que ele experimente sensações de júbilo, de quietude, de alegria etc. Já no capítulo "A Música Terrestre", Léon Denis diz: "O canto e a música, em sua íntima união, podem produzir a mais alta impressão. Quando ela é sustentada por nobres palavras, a harmonia musical pode elevar as almas às regiões celestes. É o que se realiza com a música religiosa, com o canto sacro".
Com tais afirmações tem-se a possibilidade de compreender a importância dos grupos, corais e músicos solistas espíritas que contribuem através do canto, da canção elevada, buscando entre as criaturas a divulgação das verdades do Evangelho segundo o Espiritismo. São músicas que nos fazem refletir e, por que não dizer, canções que elucidam os espíritos sobre os vários temas já abordados tantas vezes pela oratória e pela literatura.
A música nos aparece como mais uma opção de luz para a compreensão das questões evolutivas do ser, através da harmonização interna e externa que se movimenta, dando condições para abrirmos campo tanto para receber como para o momento divino da doação. Podemos assim perceber a importância da música não só na doutrina espírita, como também, a importância em outros segmentos e desses valiosos trabalhadores que atuam com muito amor dentro das doutrinas espiritualistas.
A música já foi comprovada cientificamente como fonte de cura mental, corporal e espiritual, estendendo-se para vários pontos do mundo, onde é conhecida como "musicoterapia". Técnicas como Nível Aumentativo, Nível Intensivo, Nível Auxiliar, entre outras, são de suma importância para o reequilíbrio da criatura (se a mesma fizer sua parte para tal equilíbrio).
Hoje já existem muitas obras importantes onde podemos buscar o estudo detalhado, que abordam este assunto de maneira clara e objetiva, obtendo assim, mais informações sobre os demais processos e estudos destas técnicas. Um exemplo é o livro Definindo Musicoterapia, de Kenneth E. Bruscia.
Música é sentimento!
A música se apresenta como um sublime sentimento que muitos ainda não buscaram ter ouvidos para ouvir, olhos para ver e mãos para tocar, como quem toca as estrelas no céu. Devemos compreender que as canções da vida, na voz da natureza, ecoam em nós a cada instante, através da sinfonia dos ventos, do canto dos pássaros, do findar e recomeçar das ondas, do canto da chuva composto e regido pelo único maestro do Universo.
Cantemos e encantemos nossos mundos, unindo-os num só mundo, num só coração, onde ecoa o canto da paz por toda parte."
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Este período terei 34 horas semanais de aula e pretendo realizar estágio na
universidade, o tempo ficará um pouco corrido para estudos, provas e
trabalho...
Gostaria de despedir de todos e agradecer imensamente a oportunidade de
trabalho e aprendizado que todos me propiciaram, acredito que todos não são
somente amigos, mas sim uma família universal.
Caso a sugestão de música seja aceita, peço que me avisem, pois comprometo a
doar pastas de canções espíritas para o departamento.
Muito Obrigado a todos e gostaria de repassar um texto,
o texto se chama Ser Espírita, ainda não sou, mas com as reencarnações futuras um
dia serei com as graças de Deus.
Ser Espírita
Ser espírita não é ser nenhum religioso; é ser
cristão.
Não é ostentar uma crença; é vivenciar a fé
sincera.
Não é ter uma religião especial; é deter uma grave
responsabilidade.
Não é superar o próximo; é superar a si mesmo.
Não é construir templos de pedra; é transformar o
coração em templo eterno.
Ser espírita não é apenas aceitar a reencarnação;
é compreendê-la como manifestação da Justiça Divina e caminho natural para a
perfeição.
Não é só comunicar-se com os Espíritos, porque
todos indistintamente se comunicam, mesmo sem o saber; é comunicar-se com os
bons Espíritos para se melhorar e ajudar os outros a se melhorarem também.
Ser espírita não é apenas consumir as obras
espíritas para obter conhecimento e cultura; é transformar os livros, suas
mensagens, em lições vivas para a própria mudança.
Ser sem vivenciar é o mesmo que dizer sem fazer.
Ser espírita não é internar-se no Centro Espírita,
fugindo do mundo para não ser tentado; é conviver com todas as situações lá
fora, sem alterar-se como espírita, como cristão.
O espírita consciente é espírita no templo, em
casa, na rua, no trânsito, na fila, ao telefone, sozinho ou no meio da
multidão, na alegria e na dor, na saúde e na doença.
Ser espírita não é ser diferente; é ser exatamente
igual a todos, porque todos são iguais perante Deus.
Não é mostrar-se que é bom; é provar a si próprio
que se esforça para ser bom, porque ser bom deve ser um estado normal do homem
consciente.
Anormal é não ser bom.
Ser espírita não é curar ninguém; é contribuir
para que alguém trabalhe a sua própria cura.
Não é tornar o doente um dependente dos supostos
poderes dos outros; é ensinar-lhe a confiar nos poderes de Deus e nos seus
próprios poderes que estão na sua vontade sincera e perseverante.
Ser espírita não é consolar-se em receber; é
confortar-se em dar, porque pelas leis naturais da vida, "é mais bem
aventurado dar do que receber".
Não é esperar que Deus desça até onde nós estamos;
é subir ao encontro de Deus, elevando-se moralmente e esforçando-se para
melhorar sempre.
Isto é ser espírita.
Com as bênçãos de Jesus, nosso Mestre.
Muito Obrigado por tudo, e fiquem todos com a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!
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