Mananciais no Deserto

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Manoel Peres Sobrinho

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Mar 19, 2016, 12:09:55 PM3/19/16
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 19 de Março

Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos... alegrai-vos ...sois participantes dos sofrimentos de Cristo. (1 Pedro 4.12,13.)

Muitas horas de espera foram necessárias para o enriquecimento da harpa de Davi; e muitas horas de espera no deserto produzirão em nós um salmo de "ação de graças e voz de cântico", para levarmos alento aos corações desanimados, aqui em baixo, para júbilo na casa do Pai, lá em cima.
Que preparação teve o filho de Jessé para produzir aqueles cânticos nunca igualados na terra? A afronta dos ímpios, que fez brotar nele o clamor pelo socorro de Deus. Então a tênue esperança na bondade de Deus desabrochou num cântico de regozijo por Seus poderosos livramentos e múltiplas misericórdias. Cada tristeza era uma nova corda para sua harpa; cada livramento outro tema de louvor.
Quão grande seria a nossa perda, se uma só daquelas angústias lhe tivesse sido poupada; se uma só dentre aquelas bênçãos não fosse
agradecida ou notada; se um só daqueles perigos fosse evitado; quão grande, sim, seria a perda naquele vibrante Saltério em que o povo de Deus encontra a expressão de sua tristeza e louvor!
Esperar em Deus e experimentar a Sua vontade é conhecê-lO e participar dos Seus sofrimentos e ser feito conforme a imagem de Seu Filho. Assim, se é necessário agora que o vaso de barro seja aumentado para maior compreensão espiritual, não devemos nos assustar com a grande dose de sofrimento que nos espera.
A capacidade de compreensão e solidariedade dada por Deus será bem maior, pois a ação do Espírito Santo não nos torna insensíveis, antes, pelo contrário, ele torna os nossos sentimentos mais ternos e verdadeiros. — Anna Shipton

 Do Devocionário "Mananciais no Deserto".
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Manoel Peres Sobrinho

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Mar 22, 2016, 10:02:25 AM3/22/16
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 22 de Março

Decorridos quarenta anos, apareceu-lhe no deserto do monte Sinai um anjo, por entre as chamas de uma sarça que ardia... Disse-lhe o Senhor...
Vi, com efeito, o sofrimento do meu povo no Egito, ouvi o seu gemido, e desci para libertá-lo. Vem agora e eu te enviarei ao Egito. (At 7.30, 33, 34.)

Essa foi uma longa espera, em preparação para uma grande missão. Quando Deus parece "tardar", Ele não está inativo. Está preparando seus instrumentos, está deixando amadurecer nossos poderes; e no momento aprazado, nos levantaremos à altura da nossa tarefa. Mesmo Jesus de Nazaré permaneceu trinta anos no silêncio, crescendo em sabedoria, antes de começar Sua obra. — Dr. Jowett
Deus nunca está com pressa. Ele gasta muito tempo preparando aqueles que pretende usar para um serviço mais importante na Sua obra. Ele nunca considera o tempo da preparação demasiadamente longo nem desnecessário.
O ingrediente mais difícil de se suportar é, muitas vezes, o tempo. Um golpe agudo e rápido é suportado mais facilmente, mas quando um sofrimento se arrasta por anos longos e monótonos, e a cada dia continua presente, com a mesma rotina enfadonha de irremediável agonia, o coração perde a força, e sem a graça de Deus, certamente cairá num amargo desespero.
Longa foi a prova de José, e, muitas vezes, Deus tem de gravar Suas lições no nosso coração por meio do fogo de uma dor prolongada. "Assentar-se-á como um ourives e refinador de prata", mas Ele sabe por quanto tempo, e como um verdadeiro ourives Ele diminui o fogo no momento em que vê a Sua imagem no metal brilhante. Podemos não ver agora o resultado do plano grandioso que Deus está ocultando na sombra de Sua mão; e este pode ser-nos ainda oculto por muito tempo; mas a fé pode estar certa de que Ele está assentado no trono, esperando calmamente pela hora em que, em arrebatamento e adoração, diremos:
"Todas as coisas contribuíram juntamente para o bem.", Sejamos, à semelhança de José, mais cuidadosos para aprender as lições na escola da dor, do que ansiosos pela hora do livramento. Há um "se necessário" para cada lição, e quando estivermos prontos, por certo virá o livramento, e descobriremos que não poderíamos ter permanecido firmes no nosso posto de serviço, sem as lições que aprendemos na fornalha da provação.
Deus está-nos educando para o futuro, para um serviço mais elevado e para bênçãos mais sublimes; e se temos qualidades que nos habilitam para uma posição de autoridade, nada nos poderá impedir de ocupá-la, quando chegar o tempo de Deus. Não roubemos da mão de Deus o amanhã. Devemos dar-lhe tempo para falar conosco e revelar-nos a Sua vontade. Ele nunca está atrasado; aprendamos a esperar.
Não corramos afoitamente adiante do Senhor; aprendamos a esperar pelo Seu tempo: tanto o ponteiro dos minutos como o ponteiro das horas precisa estar apontando o momento da ação
(Este texto foi extraido da obra 'mananciais no deserto')
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Manoel Peres Sobrinho

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Mar 25, 2016, 12:21:11 PM3/25/16
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 25 de Março

Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam. (Hb 11.6.)

Fé para os dias de desespero.
A Bíblia está cheia de dias assim. Seus registros são formados deles, seus cânticos são inspirados neles, sua profecia está ocupada com eles e sua revelação veio através deles.
Os dias de desespero são as pedras que pavimentam o caminho
de luz. Parecem ter sido a oportunidade de Deus e a escola de sabedoria para o homem.
No Velho Testamento, no Salmo 107, há a história de uma festa de amor; e em cada história de livramento, o ponto de desespero trouxe a oportunidade de Deus. O fim das forças humanas foi o começo do poder de Deus. Devemos nos lembrar da promessa de uma descendência numerosa como as estrelas do céu e como a areia do mar, feita a um casal já idoso. Leiamos novamente a história do mar Vermelho e daquela libertação, e do Jordão com a arca passando em seco.
Estudemos mais uma vez as orações de Asa, Josafá e Ezequias, quando estavam em grande angústia e não sabiam o que fazer. Tornemos a ler a história de Neemias, Daniel, Oséias e Habacuque. Cheguemos com reverência ao Getsêmani e nos curvemos junto ao túmulo no Jardim de José de Arimatéia durante aqueles dias terríveis. Busquemos o testemunho da Igreja primitiva e peçamos aos apóstolos que nos contem a história daqueles dias desesperadores.
A fé não é responsável pelos nossos dias de desespero. Mas a obra da fé é dar-nos alento e mostrar a solução.
Não há um exemplo melhor dessa verdade do que o dos três jovens hebreus na fornalha. A situação era desesperadora, mas eles responderam corajosamente: "Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que fizeste." Eu gosto deste "se não"!
Tenho espaço apenas para mencionar o Getsêmani. Conside-remos profundamente o seu "Todavia", "Se possível... Todavia"! Profunda escuridão tinha descido sobre a alma do Senhor. Confiar-se na mão do Pai significava angústia até ao sangue e trevas até à descida ao Hades —
Todavia! Todavia! — Rev. Samuel Chadwick
Havia Alguém com eles na fornalha,
Uma presença augusta era o Senhor! O mesmo
Alguém promete estar comigo
Sempre presente, e sei que nunca falha.
Na chama ardente, no maior calor,
Há Alguém comigo, perto o Salvador! 

Texto retirado da obra 'Mananciais no Deserto'
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Manoel Peres Sobrinho

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Mar 28, 2016, 10:34:53 AM3/28/16
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28 de Março

Porque há de acontecer que, assim que as plantas dos pés dos sacerdotes que levam a arca do Senhor, o Senhor de toda a terra, pousem nas águas do Jordão, serão elas cortadas, a saber, as que vêm de cima, e se amontoarão. (Js 3.13.)

Valorosos levitas! Quem pode deixar de admirá-los por
carregarem a arca em direção ao rio, molhando já os pés nas suas águas? Pois as águas não foram divididas enquanto eles não tocaram nelas os pés (verso 15). Deus não o tinha prometido de outra forma. Deus honra a fé. A fé que vê a promessa e olha só para ela. Podemos imaginar como o povo não estaria olhando estes santos homens avançarem com a arca, e até como alguns dos espectadores não estariam dizendo: 'Eu é que não me arriscaria a tanto! Imaginem, aquela arca vai ser levada pela correnteza!' Mas não! "Os sacerdotes... pararam firmes no meio do Jordão, e todo o Israel passou a pé enxuto."
A arca tinha varais para ser levada nos ombros. Ela não se movia por si mesma, precisava ser transportada. Quando Deus é o arquiteto, os homens são os pedreiros e operários. A fé é um ajudante de Deus. Ela pode fechar a boca de leões e apagar a força do fogo. Ela honra a Deus, e Deus a honra. Como precisamos desta fé que prossegue em frente, deixando o cumprimento das promessas com Deus, para quando Ele achar que é o momento próprio! Companheiros levitas, coloquemos os ombros embaixo da preciosa carga, e não pensemos que estamos carregando a urna mortuária de Deus. É a arca do Deus vivo! Cantemos, enquanto marchamos em direção às águas! — Thomas Champness
Uma das principais características da presença do Espírito Santo na Igreja Apostólica era o espírito de ousadia. Uma das qualidades mais excelentes da fé que se lança à frente de grandes empresas para Deus e espera dele grandes bênçãos é a santa ousadia. No nosso relacionamento com Deus, quando se trata de recebermos dEle aquilo que é humanamente impossível, é mais fácil receber muito do que pouco; é mais fácil ficar num lugar de ousada confiança do que num de cautelosa timidez.
Para viver uma vida de fé, lancemo-nos ao mar alto, como os
sábios marinheiros, e descubramos que, para o Senhor, todas as coisas são possíveis, e que tudo é possível ao que crê.
Façamos hoje grandes coisas para Deus; para isso, tomemos a fé e a força que procedem dEle, e creiamos que assim poderemos realizá-las. — Days of Heaven upon Earth 
 
Texto extraído da obra "Mananciais no Deserto"
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Manoel Peres Sobrinho

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Mar 29, 2016, 10:27:34 AM3/29/16
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29 de Março

Considerai como crescem os lírios do campo. (Mt 6.28.)

"Preciso de óleo", disse um monge; então plantou uma mudinha de oliveira. "Senhor", orou ele, "ela precisa de chuva, para que suas raízes tenras possam beber e crescer. Manda chuvas brandas." E o Senhor mandou-lhe chuvas brandas. "Senhor", orou o monge, "minha planta precisa de sol. Peço-Te, manda sol." E o sol brilhou, dourando as nuvenzinhas chuvosas. "Agora neve, meu Senhor, para robustecer seus tecidos", pediu o monge. E lá ficou a plantinha coberta de neve brilhante. Mas à noite morreu.
Então o monge foi ao quarto de outro irmão e contou-lhe a estranha experiência. "Eu também plantei uma arvorezinha", disse o outro, "e veja como está viçosa! Mas eu confio a minha planta ao Deus que a criou. Ele que a fez sabe do que ela precisa, melhor do que um homem como eu. Não impus condições. Não estabeleci meios ou maneiras. Orei: 'Senhor, manda-lhe o que ela necessita. Sol ou chuva, vento ou neve. Tu a fizeste, e Tu sabes."
Faça como os lírios,
Deixe com o Senhor!
Eles crescem... crescem...
Quer no sol... na chuva...
Crescem e são cuidados!
Deixe com o Senhor!
Muito mais que aos lírios
Deus lhe tem amor!
Ele É quem trabalha
Pra quem nEle espera.
Sem temor, descanse...
Deixe com o Senhor! 
 
Con la gracia de Dios  -
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Manoel Peres Sobrinho

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Mar 30, 2016, 9:34:56 PM3/30/16
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30 de Março
Eia todos vós que acendeis fogo e vos cingis com faíscas: andai entre as labaredas do vosso fogo e entre as faíscas que acendestes: isto vos vem da minha mão, e em tormentos jazereis. (Is 50.11.)
Que aviso importante para aqueles que estão atravessando momentos de trevas e procuram sair para a luz por si mesmos. São comparados no verso com alguém que acende um fogo e anda no meio de suas próprias faíscas. O que significa isto?
Significa que quando estamos em trevas, a tentação é descobrir uma saída sem confiar no Senhor e sem buscar apoio nEle. Em vez de deixarmos que Ele nos guie para fora das trevas, procuramos sair por nós mesmos. Procuramos a luz do mundo e buscamos o conselho de amigos. Procuramos as conclusões da nossa própria razão, e talvez até sejamos tentados a aceitar um caminho de livramento que não seria absolutamente o do Senhor.
Todos estes caminhos são fogos acesos por nós; luzinhas
frouxas, que certamente nos levarão a encalhar em algum banco de areia. E Deus nos deixará andar na luz dessas fagulhas, mas o fim serão dores.
Irmãos, não procuremos sair de uma situação difícil, a não ser no tempo de Deus e da maneira de Deus. O tempo de aflição tem o propósito de ensinar-nos lições de que precisamos grandemente.
Os livramentos prematuros podem frustrar a obra da graça em nossa vida. Simplesmente entreguemos a Ele toda a situação. Estejamos com o coração disposto a suportar qualquer prova, desde que tenhamos conosco a presença dEle. Lembremo-nos de que é melhor andar no escuro com Deus do que no claro sozinho. — The Still Small Voice
Deixemos de interferir nos desígnios e na vontade de Deus. Se pusermos a mão em algum de seus planos, estragaremos a obra. Podemos mover os ponteiros do relógio segundo a nossa conveniência, mas isso não mudará o tempo; podemos querer apressar o desenrolar da vontade de Deus, mas estaremos atrapalhando, e, não, ajudando a obra. Podemos abrir um botão de rosa, mas isso trará danos à flor. Deixemos tudo com Ele. Tiremos nossas mãos. Faça-se a Tua vontade, Senhor, não a minha. — Stephen Merritt 
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Manoel Peres Sobrinho

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Mar 31, 2016, 1:08:03 PM3/31/16
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31 de Março

O vento era contrário. (Mateus 14.24.)

Os ventos da primavera muitas vezes trazem tempestade. E não tipificam eles a tempestuosa estação de minha vida? Mas, na verdade, eu devia estar alegre por travar conhecimento com essas estações. É melhor que as chuvas caiam e venham as águas, do que eu permaneça em terras amenas onde nunca parece escurecer, nem sopram ventos fortes.
A tempestade da tentação afigura-se cruel, mas, não é verdade que ela dá mais intensidade e ardor à oração? Não me impele a me firmar nas promessas com mais força? Não torna o meu caráter mais refinado?
A tempestade do luto é dolorosa; mas, não é uma forma de o Pai me atrair a Si mesmo, para que, no mistério da Sua presença, a Sua voz mansa e delicada possa falar ao meu coração? Há um aspecto da glória do Mestre que só pode ser visto quando o vento é contrário e o barco é agitado pelas ondas.
"Jesus Cristo não é um abrigo contra o temporal, Ele é um refúgio perfeito no temporal. Ele nunca nos prometeu uma viagem fácil, somente uma chegada certa." 
 
Con la gracia de Dios  -
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 1, 2016, 12:08:37 PM4/1/16
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ABRIL

1º de Abril

Eu sei em quem tenho crido. (2 Tm 1.12.)

"Na tempestade", disse um velho marujo, "só há uma coisa que se pode fazer — uma só: pôr o navio em determinada posição, e conservá-lo nela."
Crente, é isso que temos que fazer. Às vezes, como Paulo, não vemos nem o sol nem as estrelas, e a tempestade que cai não é pequena. Só há uma coisa a fazer — uma só.
A razão não nos pode ajudar; as experiências passadas não nos trazem luz. Até a oração parece não trazer consolo. Só resta um caminho.
Temos que pôr a alma em determinada posição, e ali ficar.
Temos que estar escorados no Senhor; e venha o que vier — onda ou vento, trovões ou raios, vagalhões ou rochedos perigosos — não
importa o quê, nosso lugar é estar atado ao leme, na certeza de que Deus é fiel; de que Ele assumiu um compromisso para conosco em Sua aliança; de que Ele nos tem amor eterno em Cristo Jesus. — Richard Fuller
Melhor lugar não há
De pouso e segurança
Que os braços do Senhor.
Eu fico ali;
Espero ali;
Ali me escondo e abrigo;
Eu moro ali.
Pois nEle achei:
Meu Deus,
Meus Pai,
Meu Salvador,
Meu Mestre,
Meu Amigo. - C. M.+
 

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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 3, 2016, 7:19:28 AM4/3/16
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3 de Abril

Provei-te na fornalha da aflição. (Isaías 48.10.)

Atentemos para a palavrinha na. Devemos honrar o Senhor na aflição — naquilo que de fato é uma aflição. Embora tenha havido casos em que Deus não permitiu que Seus servos sentissem as chamas, contudo, regra geral, o fogo traz dor.
Mas aí mesmo é que devemos glorificá-lo, pela nossa perfeita fé na Sua bondade e amor, que permitiram a vinda de todas essas coisas sobre nós.
E mais do que isto, devemos crer que dessa situação virá alguma coisa mais para o Seu louvor, do que viria sem essa dura prova.
Algumas provas só podemos atravessar com uma grande fé; uma fé pequena não agüentaria. Precisamos conhecer a vitória na aflição. — Margaret Bottome
A fidelidade do crente é comprovada no tempo da aflição. Os moços que foram lançados na fornalha ardente saíram como entraram — exceto quanto aos cordões que os amarravam.
Quantas vezes, na fornalha da aflição, Deus nos arranca os cordões! O corpo daqueles moços ficou ileso — sua pele nem se chamuscou. Nem tampouco seus cabelos ou suas roupas, e nem cheiro de fogo passou sobre eles. E assim é que os crentes devem sair da fornalha da aflição: libertos dos cordões que os amarram e não tocados pelas chamas.
Triunfando deles na cruz. (Cl 2.15.)
Esse é o verdadeiro triunfo — triunfar sobre a doença, na doença; triunfar sobre a morte, morrendo; triunfar sobre as circunstâncias adversas, estando nelas. Sim, creia-me, irmão, há um poder capaz de fazer-nos vitoriosos na luta. Há uma alta posição a ser conquistada, de onde poderemos contemplar as regiões de onde viemos e cantar o nosso cântico de triunfo, e isso, ainda nesta vida. Sendo pobres, podemos levar muitos a nos considerarem ricos, e em nossa pobreza podemos enriquecer a muitos. O nosso triunfo é na circunstância. O triunfo de Cristo foi na Sua humilhação. Possivelmente o nosso triunfo também será manifestado naquilo que aos outros parece humilhação. — Margaret Bottome
Há algo de cativante na figura de um crente cheio de tribulações, e tendo contudo o coração firme e cristalino. Não é verdade que há algo de valor contagiante na visão de alguém grandemente tentado, mas mais do que vencedor? Não é um tônico para o coração, vermos um peregrino, quebrado no corpo, mas conservando o esplendor de uma paciência não quebrada? Que testemunho do poder da graça! —J. H. Jowett 
 
Con la gracia de Dios  - M. Peres S. 
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 4, 2016, 5:35:57 AM4/4/16
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4 de Abril

Orou Eliseu e disse: Senhor, peço-te que lhe abras os olhos para
que veja. (2 Rs 6.17.)

Esta é a oração que precisamos fazer por nós mesmos e uns pelos outros: "Senhor, abre os nossos olhos para que vejamos"; pois, à nossa volta, como foi com o profeta, estão carros de Deus e seus cavaleiros, esperando para levar-nos a vitórias gloriosas. E quando os nossos olhos são assim abertos, podemos ver em todos os aconteci-mentos da vida — grandes ou pequenos, alegres ou tristes — um "carro" para a nossa alma.
Tudo o que nos vem pode tornar-se um carro, se o tratarmos como tal; e por outro lado, a mais leve dificuldade pode ser um peso esmagador e deixar-nos em miséria e desespero, se assim a conside-rarmos.
Cabe a nós mesmos escolher o que cada circunstância será. Tudo depende não dos acontecimentos em si, mas de como os tomamos. Se nos deixamos abater em face deles e permitimos que nos esmaguem, tornam-se para nós como o carro de Jaganata, que transportava o ídolo do deus e debaixo do qual os fiéis se lançavam; mas se subimos neles como num carro de vitória e os fazemos carregar-nos para diante e para o alto em triunfo, tornam-se para nós os carros de Deus. — Hannah Whitall Smith
O Senhor não pode fazer muito com o crente abatido; por isso o inimigo procura sempre levar o povo do Senhor ao desespero e ao sentimento de que nada podemos fazer pela nossa situação ou pela situação da igreja. Alguém já disse que um exército desanimado vai para a batalha com a certeza da derrota. Contou-nos uma missionária, que foi levada de volta para a pátria, inválida, porque, como o seu espírito desmaiou, em conseqüência o seu corpo desmaiou também. Precisamos entender melhor estes ataques do inimigo sobre o nosso espírito e
aprender como resistir a eles. Se o inimigo não consegue deslocar-nos da nossa posição, então procura consumir-nos (Dn 7.25) por um cerco prolongado, para que, por fim, pelo total abatimento, emudeça o nosso grito de vitória. 
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 7, 2016, 6:13:45 AM4/7/16
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5 de Abril
Fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos. (2 Rs 4.4.)
Deviam ficar a sós com Deus, pois não estavam lidando com as leis da natureza, nem com governos humanos, nem com a igreja ou os sacerdotes; nem ainda com o grande profeta de Deus. Deviam estar ali a sós, isolados de qualquer outra pessoa, de qualquer apoio em circunstâncias, de qualquer apoio em raciocínios humanos, e lançados no espaço, por assim dizer, dependendo de Deus somente, em contato com a fonte dos milagres.
Aí está um outro aspecto do plano de operações de Deus, um quarto secreto de intercessão e fé onde todo crente que deseja produzir frutos precisa entrar.
Há ocasiões em que Deus nos cerca com um muro misterioso e nos tira todos os pontos de apoio, todas as maneiras de agir a que estamos acostumados. Ele nos fecha e nos deixa entregues à Sua maneira de agir, maneira inteiramente nova e inesperada para nós, muito diferente dos nossos antigos padrões. É uma situação em que não sabemos exatamente o que vai acontecer; em que Deus está cortando o pano de nossas vidas dentro de um novo molde; e ele nos faz olhar somente para Ele mesmo.
A maioria das pessoas religiosas vive numa espécie de rotina invariável e cansativa, em que podem calcular quase tudo o que vai
acontecer. Mas aqueles que Deus está tirando do contexto comum e colocando num contexto especial, bem perto dEle, Ele os fecha num lugar onde tudo o que sabem é que Deus os tem em Sua mão e os está provando. E então esperam nEle somente.
Como aquela viúva, precisamos estar desligados do que é exterior e ligados interiormente ao Senhor apenas, a fim de ver as Suas maravilhas. — Soul Food
É muitas vezes nas provas mais duras que Deus nos permite fazer as mais preciosas descobertas de Si mesmo. — Gems
6 de Abril
Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza, e vigiarei para ver o que Deus me dirá. (Hc 2.1.)
Nós só conhecemos o que é esperar em Deus e o que é receber auxílio de Deus, quando há uma expectação vigilante da nossa parte. Se alguma vez deixamos de receber dEle força e proteção, é porque não estamos realmente contando com elas. Muitos socorros que nos são oferecidos do céu passam por nós sem que os gozemos! Por quê? Porque não estamos em nossa torre de vigia para avistar, de longe, que eles vêm chegando, e escancarar as janelas do coração para recebê-los. Quem não está vigilante, à espera do auxílio, pouco receberá. Estejamos atentos à espera da intervenção de Deus nos acontecimentos da nossa vida.
Há um provérbio simples que diz: "Quem espera pela Providência terá sempre providências a esperar." E podemos mudá-lo da seguinte maneira: "Quem não espera providências, nunca terá providências a esperar." Se não pusermos nossas vasilhas na chuva, não apanharemos
água.
Precisamos ser mais objetivos e usar mais o bom senso, quando clamamos pelas promessas de Deus. Se víssemos um homem entrar e sair de um banco várias vezes no dia, apenas pondo um cheque sobre o balcão, para tirá-lo em seguida, creio que logo veríamos barrada a entrada dele ali.
Quem vai a um banco e apresenta um cheque, espera ali até receber a importância correspondente, e só então se retira; não sai sem haver completado a transação. Não apresenta o cheque e simplesmente discute sobre o valor da assinatura e a excelência do documento; não, a pessoa quer a importância que lhe cabe, e não se contenta sem ela. Não fica ali só passando o tempo. Pois há muitas pessoas que estão como que brincando com a oração. Não esperam de Deus uma resposta. Assim, só estão passando tempo. Quando oramos, o Pai celestial quer que façamos com Ele uma transação real. — C. H. Spurgeon
"Não será frustrada a tua esperança." 
 

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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 8, 2016, 10:49:59 AM4/8/16
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8 de Abril

No sossego e na confiança estará a vossa força. (Isaías 30.15.)

Para conhecermos realmente a Deus é absolutamente necessário haver silêncio em nosso interior. Lembro-me de quando, pela primeira vez, percebi isto. Havia surgido uma situação de grande emergência em minha vida. Cada parte do meu ser parecia tremer de ansiedade, e a necessidade de uma ação imediata e decisiva parecia impelir-me com força; no entanto, as circunstâncias eram tais que eu não podia fazer nada, e a pessoa que podia, não fazia um movimento sequer.
Por um pequeno espaço de tempo, foi como se eu fosse ficar em
pedaços, por causa do tumulto interior em que me achava; de repente uma voz mansa e delicada segredou no profundo do meu ser: "Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus". A palavra veio com poder, e eu atendi. Sujeitei meu corpo a uma grande quietude, obriguei meu conturbado espírito a acalmar-se, olhei para cima e esperei; então "conheci" que era Deus, Deus mesmo, que vinha, naquela emergência e dificuldade, para resolver meu problema; descansei nEle.
Foi uma experiência que eu não quereria ter perdido por preço algum; e devo acrescentar também que desta quietude pareceu surgir um novo poder para enfrentar a dificuldade, que em pouco tempo a trouxe a bom termo. Aprendi então, efetivamente, que em estar quieta estava a minha força. Hannah Whitall Smith
Existe uma certa passividade que não é indolência, é uma quietude viva, nascida da confiança. Tensão quieta não é confiança. É simplesmente ansiedade reprimida. 
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 9, 2016, 10:37:07 AM4/9/16
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9 de Abril
Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte. (2 Co 12.9.)
Aqui está o segredo para experimentarmos a suficiência de Deus: chegar ao fim de nós mesmos e dos nossos recursos. Quando chegamos a esse ponto, paramos de pedir a compaixão dos outros pela nossa situação ou pelo tratamento que recebemos; pois reconhecemos nas circunstâncias as próprias condições de bênção, e nos voltamos delas para Deus. Vemos nelas uma oportunidade para lançar mão das suas promessas. — A. B. Simpson
George Matheson, o bem conhecido pregador cego da Escócia, disse certa vez: "Meu Deus, eu nunca Te agradeci por meu espinho, Muitas vezes Te agradeci por minhas rosas, mas nem uma vez por meu espinho. Sempre sonhei com um mundo onde obterei uma compensação pela minha cruz; mas nunca pensei em minha cruz como sendo, ela mesma, uma glória presente.
"Ensina-me a glória da minha cruz; ensina-me o valor do meu espinho. Mostra-me que é pela vereda da dor que tenho subido a Ti. Mostra-me que as lágrimas formam na minha vida um arco-íris."

9a de Abril
Todas estas coisas vieram sobre mim. (Gn 42.36.) Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus. (Rm 8.28.)
Muitas pessoas estão querendo poder. Mas como se obtém poder? Outro dia passamos por uma casa de máquinas, onde certos aparelhos são movidos por eletricidade. Ouvimos o ruído de inúmeras rodas, e perguntamos ao nosso amigo:
"Como é produzida a energia?"
"Bem", disse ele, "pelo giro daquelas rodas e a fricção que produzem. A fricção cria a corrente elétrica."
E assim é: quando Deus quer trazer mais poder à nossa vida, Ele nos traz mais pressão. Ele está fazendo gerar a força espiritual, através de uma forte fricção. Alguns não gostam da operação e procuram escapar da pressão em que se encontram, em vez de obter o poder e usá-lo para se erguerem acima das pressões.
Para o verdadeiro equilíbrio de forças, é necessária a oposição.
As forças centrípeta e centrífuga, agindo em oposição uma à outra, mantêm nosso planeta em órbita. Uma impelindo, a outra repelindo, de tal forma agem e reagem, que em vez de sair voando a esmo pelo espaço, a terra segue sua órbita equilibrada em volta do sol.
Assim Deus guia as nossas vidas. Não basta termos uma força propulsora, precisamos igualmente de uma força de repulsão, e assim Ele nos contém — por meio das provações da vida, das pressões da tentação e da dificuldade, e de tudo que parece estar contra nós. Estas dificuldades, na realidade, estão favorecendo o avanço da nossa caminhada e firmando o nosso andar.
Agradeçamos a Deus por ambas. Tomemos os pesos, bem como as asas. E assim, impelidos por Deus, avancemos com fé e paciência em nossa soberana e celeste vocação. — A. B. Simpson 
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 10, 2016, 1:38:18 PM4/10/16
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10 de Abril

Faze-me saber por que contendes comigo. (Jó 10.2.)

Você que está sendo provado, quem sabe se o Senhor está fazendo isto para desenvolver as virtudes que há em você. Algumas delas que nunca teriam sido descobertas se não fossem as provações. A fé aparece muito mais sublime no inverno do que no verão, você sabia? O amor também, muitas vezes, é como o vagalume, mostrando pouca luz, exceto no escuro. A própria esperança como as estrelas — não é vista enquanto o sol da prosperidade está brilhando, aparece só na noite da adversidade. Muitas vezes as aflições são o pano escuro sobre o qual Deus coloca as virtudes de Seus filhos, para fazer sobressair o seu brilho.
Há pouco tempo, de joelhos, você orou: "Senhor, eu receio não ter fé; faze-me ver que eu tenho fé."
Não era esta, embora de modo inconsciente, uma oração pedindo provações? Pois como podemos saber se temos fé enquanto a fé não é exercitada? Note bem isto: Deus muitas vezes nos envia provas, a fim de que sejam reveladas as virtudes existentes em nós, e para que nos certifiquemos de que elas são reais. Aliás, não se trata apenas disso, mas de um verdadeiro crescimento na graça, que é produzido pelas provações que vêm de Deus.
Deus treina os Seus soldados, não em tendas de comodismo e luxo, mas forçando-os a sair e usando-os em marchas forçadas e serviço árduo. Ele os faz escalar montes, lutar contra correntezas, atravessar rios a nado e fazer longas caminhadas levando às costas pesadas mochilas.
Bem, crente, será que isto explica as tribulações por que você está passando? Não será esta a razão pela qual Ele está contendendo com você? — C. H. Spurgeon
Não estar sendo molestado por Satanás não É evidência de bênção. 
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 11, 2016, 11:04:27 AM4/11/16
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11 de Abril

O que vos digo às escuras, dizei-o às claras. (Mt 10.27.)

O Senhor está sempre trazendo-nos a um canto escuro a fim de nos fazer revelações. O escuro do lar ensombreado, onde o luto cerrou as cortinas; o escuro da vida solitária e desolada, onde alguma enfermidade encobre de nós a luz e nos arrefece o ânimo de viver; o escuro de algum desapontamento ou tristeza esmagadora.

Então Ele nos conta os Seus segredos, grandes e estupendos, eternos e infinitos; os olhos que estavam ofuscados pelo brilho da terra,
Ele leva a contemplar as constelações celestes; e leva o ouvido a perceber os meios-tons suaves da Sua voz, muitas vezes sufocada pelo tumulto dos estridentes gritos da terra.

Mas tais revelações sempre implicam em responsabilidade — "dizei-o às claras... pregai-o..."
Não é para ficarmos sempre no escuro ou permanecermos no quarto fechado; há um momento em que somos conclamados a tomar o nosso lugar na marcha e no tumulto da vida; e, chegada a nossa hora, devemos dizer e proclamar o que aprendemos.

Isto dá um novo significado ao sofrimento, pois, muitas vezes, o elemento mais triste do sofrimento é a sua aparente inutilidade. "Como sou inútil!" "O que estou fazendo para o bem da humanidade?" "Por que desperdiçar desta forma o precioso nardo da minha alma?"

Assim se lamenta aquele que sofre. Mas Deus tem um propósito naquilo tudo. Ele chamou à parte aquele Seu filho, para ter comunhão com Ele numa esfera mais alta, a fim de que possa ouvir o seu Deus face a face e levar a mensagem para os seus semelhantes que estão ao pé do monte.

Foram desperdiçados os quarenta dias que Moisés passou no Monte, ou foi desperdício o tempo que Elias passou em Horebe, ou o foram os anos que Paulo passou na Arábia?

Na vida de fé não há atalho, e a fé é a condição vital para uma vida santa e vitoriosa. Nós precisamos de períodos de comunhão e meditação a sós com Deus. É indispensável que subamos ao monte da comunhão, que cheguemos ao vale de repouso tranqüilo à sombra de uma grande rocha, e que tenhamos noites sob as estrelas — em que a escuridade esconde o mundo material, silencia o burburinho da vida humana e abre a visão para o que é infinito e eterno — sim, é tão
indispensável quanto o é o alimento para os nossos corpos.

Só assim pode a consciência da presença de Deus tornar-se um fato real para nós, capacitando-nos a dizer repetidamente com o salmista: "Tu estás perto, Senhor". — F. B. Meyer

"Alguns corações, como certas flores, abrem-se com maior beleza nas sombras da vida". 
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 12, 2016, 8:08:13 AM4/12/16
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 12 de Abril

Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e foi guiado pelo mesmo Espírito, ao deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo diabo. (Lc 4.1,2.)

Jesus estava cheio do Espírito Santo, e, contudo, foi tentado. Muitas vezes a tentação assalta a um homem, e mais forte ainda, quando ele está mais perto de Deus. Como alguém já disse, "O inimigo alveja alto". Ele levou um apóstolo a dizer que nem conhecia a Cristo.
Poucos homens experimentaram tantos conflitos com o diabo, como Martinho Lutero. Por quê? Porque Martinho Lutero ia sacudir o próprio reino do inferno. Ah, e que conflitos experimentou João Bunyan!
Se um homem está cheio do Espírito de Deus, ele terá grandes conflitos com o tentador. Deus permite a tentação porque ela nos faz o que as tempestades fazem aos carvalhos — ela nos enraíza; e o que o fogo faz nas pinturas em porcelana — ele as fixa.
Nunca reconhecemos melhor o quanto estamos presos a Cristo e como Cristo nos tem presos a Ele, como quando o inimigo está usando toda a força para nos atrair e afastar dEle; nessa hora sentimos o puxar da mão de Cristo. — Selecionado
Não devemos encarar as aflições fora do comum como sendo a punição de algum pecado fora do comum; às vezes elas vêm para pôr à prova graças fora do comum. Deus tem muitos instrumentos cortantes e lixas ásperas para o polimento de Suas jóias; e aqueles que Ele particularmente ama e deseja tornar bem resplendentes, neles muitas vezes aplica esses instrumentos. —Arcebispo Leighton
Eu dou meu testemunho de que devo mais ao fogo, ao martelo e à lixa do que a qualquer outro instrumento da oficina do Senhor. Às vezes me pergunto se eu teria jamais aprendido qualquer coisa a não ser por meio da vara. Quando minha aula é no escuro é que eu vejo mais. — C. H. Spurgeon
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 21, 2016, 7:57:35 AM4/21/16
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21 de Abril

Estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera. (Romanos 4.21.)

Lemos que Abraão, embora vendo seu corpo já amortecido, não desanimou, porque não estava olhando para si, mas para o Todo-Po-deroso.
Ele não vacilou ante a promessa, mas ficou firme, e não se deixou esmagar pela grandeza da bênção a ele prometida; e quanto mais as dificuldades surgiam, em vez de fraquejar, ele se fortalecia, robustecendo-se ainda mais; glorificando a Deus por Sua suficiência, e estando "plenamente convicto'' de que Ele era não apenas capaz, mas ... abundantemente capaz, generosamente capaz, capaz com recursos ilimitados, infinitamente capaz de "cumprir o que prometera".
Ele é um Deus de recursos infinitos. Nós é que somos limitados. O nosso pedir, o nosso pensar e o nosso orar são muito pequenos; nossas expectações são muito limitadas. Ele quer elevar-nos a uma noção mais alta e atrair-nos a uma expectação maior e uma apropriação maior dos Seus recursos. Ah, e trataremos a Deus com descaso? Não há limite para o que podemos pedir e esperar do nosso glorioso El-Shaddai; só há uma medida dada para a Sua bênção, e é "segundo o poder que em nós opera". —A. B. Simpson
"Suba à casa do tesouro das bênçãos, pela escada feita de promessas divinas. Com uma promessa, como se fosse uma chave, abra
a porta das riquezas da graça e favor de Deus." 
 
Texto retirado da obra "Mananciais no Deserto"
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 22, 2016, 8:37:18 AM4/22/16
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22 de Abril
Ele sabe o meu caminho. (Jó 23.10.)
Crente! Que gloriosa segurança! Esse seu caminho — talvez torcido, misterioso, emaranhado — esse caminho de provação e lágrimas — Ele o conhece. A fornalha aquecida sete vezes — Ele a acendeu. Há um Guia todo-poderoso conhecendo e dirigindo os nossos passos, seja às águas amargas de Mara, seja ao gozo e refrigério de Elim.
Aquele caminho, escuro para os egípcios, tem seu pilar de nuvem e fogo para Israel. A fornalha é quente, mas não somente podemos confiar na mão que a acendeu, como também estar seguros de que o fogo está aceso não para consumir, mas para refinar; certos de que, terminado o processo de refinamento (não mais cedo, nem mais tarde), Ele tira para fora o Seu povo, como ouro.
Quando os Seus pensam que Ele não está tão perto, muitas vezes Ele está ainda mais perto.
Será que nós conhecemos a visita, em nosso quarto, já com os primeiros raios da manhã, dAquele que é mais fulgente que o esplendor do sol? E conhecemos um olhar cheio de compaixão, que nos acompanha por todo o dia e sabe o nosso caminho?
O mundo, com seu vocabulário frio, na hora da adversidade fala da "Providência" — "a vontade da Providência" — "os golpes da Providência". Providência! O que é isso?
Por que destronar da Sua soberania na terra um Deus que vive e governa? Por que substituir um Jeová pessoal, operante, controlador, por uma abstração inanimada e fúnebre?
Se encarássemos as grandes provações como Jó o fazia, isso tornaria o sofrimento suportável: nas horas de dor mais profunda, quando toda a esperança terrena se desvanecia a seus pés, ele viu a mão divina, e não outra. Ele viu aquela mão, atrás das espadas dos sabeus; ele a viu, atrás do fogo; ele a viu, atrás do temporal; ele a viu, no terrível silêncio de sua casa saqueada.
"O Senhor o deu, e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!"
Assim, vendo a Deus em tudo, sua fé alcançou o clímax quando este príncipe do deserto, uma vez poderoso, sentou-se sobre a cinza e disse: "Ainda que ele me mate, nele esperarei." 
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 24, 2016, 8:53:28 PM4/24/16
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24 de Abril

A fé é ... a convicção de fatos que se não vêem. (Hb 11.1.)

A fé verdadeira coloca a sua carta na caixa do correio e a deixa ir. A desconfiança a segura por uma ponta, e fica imaginando por que a resposta não vem. Eu tenho algumas cartas na minha escrivaninha, escritas já há semanas, mas, como não havia muita certeza quanto ao endereço ou ao conteúdo, não foram postas no correio. Ainda não cumpriram nada, quer a meu favor, quer dos outros. E nunca terão nenhuma finalidade, enquanto não saírem das minhas mãos e não forem entregues ao correio.
Assim acontece quando temos fé verdadeira. Entregamos o problema a Deus; e Ele então opera. É tão boa aquela passagem no Salmo 37: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará." Mas Ele nunca poderá fazer nada, se não Lhe fizermos a entrega. Fé é tomar para si as dádivas oferecidas por Deus.
Nós podemos crer, entregar e descansar; mas não compreenderemos todo o alcance da bênção que é nossa, enquanto não começarmos a receber, e assumirmos a atitude de permanecer ali e tomar posse. — Days of Heaven upon Earth
Um servo de Deus, Dr. Payson, quando jovem, escreveu a uma mãe idosa, oprimida por grande ansiedade a respeito da condição de um filho seu: "A senhora se angustia demais por ele. Depois de ter orado por ele, como tem feito, e de o ter entregado a Deus, não deveria então parar de sentir ansiedade? O mandamento: 'Não estejais inquietos por coisa alguma' é ilimitado; e assim também a palavra: 'Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade'. Se lançamos as nossas cargas sobre outra pessoa, será que elas continuam pesando sobre nós? Se voltamos com elas do trono da graça, é evidente que não foram deixadas lá.
Com referência a mim mesmo, tenho feito disto um teste para minhas orações: se depois de entregar qualquer problema a Deus eu posso, como Ana, voltar com um semblante que já não está triste, um coração que não está mais sob peso e ansiedade, tomo isto como prova de que orei com fé; mas se trago comigo o meu fardo, concluo que a fé não foi posta em prática." 
 
Con la gracia de Dios  -
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Manoel Peres Sobrinho

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Apr 25, 2016, 9:11:22 AM4/25/16
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25 de Abril
Achavam-se ali, sentadas em frente da sepultura, Maria Madalena e a outra Maria. (Mt 27.61.)
Que coisa sem sentido é a mágoa. Ela nos impede de aprender e conhecer, e até mesmo de querer aprender. Quando aquelas mulheres sentaram-se tristes junto ao sepulcro do Filho de Deus, acaso viram os dois mil anos de triunfo que chegaram até nós? Não. Elas nada viram senão isto: "Nosso Cristo se foi!"
O nosso Cristo veio daquela perda que elas sofreram! Milhares de corações que choram têm tido ressurreição, no meio de sua tristeza; mas os observadores chorosos olham para o prenuncio de vida que ali
desponta, e nada vêem. O que as mulheres contemplavam como o fim da vida era exatamente a preparação para a coroação: pois Cristo estava no silêncio, para que pudesse viver outra vez com toda a exuberância de poder.
Elas não viam isto. Lamentaram, e choraram, e foram-se; depois voltaram ao sepulcro, movidas pelo coração. Ainda não passava de um sepulcro — sem futuro, sem mensagem, sem significado.
Conosco também é assim. O homem senta-se em frente ao sepulcro no seu jardim, e diz: "Esta tristeza é irremediável. Não vejo nela benefício algum. Não tirarei dela consolação." Contudo, muitas vezes é nas piores adversidades que está o poder de Cristo, esperando o momento de entrar em cena para nos livrar.
Onde parece estar a nossa morte, está o nosso Salvador. Onde termina a esperança, aí está o mais promissor começo dos frutos. Onde a treva é mais densa, aí está para raiar a fulgurante luz que não conhece ocaso. Quando a experiência toda está consumada, nós descobrimos que o jardim não é desfigurado pela presença do sepulcro. Nossas alegrias se tornam melhores se há tristeza no meio delas. E as nossas tristezas são iluminadas pelas alegrias que Deus plantou à sua volta. As flores podem não ser as de que mais gostamos, mas são flores do coração — amor, esperança, fé, alegria, paz — estas são as flores plantadas ao redor de cada sepultura cavada no coração do crente. 
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