Ollantay Obra Completa Pdf Download

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Gaynelle Beltramo

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Aug 20, 2024, 8:40:52 PM8/20/24
to cripespetrea

El trabajo
presentado a continuacin es una investigacin sobre los elementos presentes
en la obra Ollantay, uno de los textos en lengua quechua
ms importante y controvertida de la literatura
peruana.

Como primer paso daremos a conocer un pequeo
contexto acerca del origen de esta obra, intentando esclarecer su
descendencia cultural. Luego nos desplayaremos abarcando lo
anteriormente mencionado (gnero,
especie, etc), es decir realizaremos el anlisis de Ollantay, argumentando cada una
de las afirmaciones.

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Segn los historiadores, eran los Amautas y
Harahuicus los que tenan la obligacin de saber
de memoria y de
recitar todas las composiciones poticas y
crnicas relativas a los hechos memorables, y muchos
entre ellos, que tomaban el nombre de Quipucamayos, encargados
de los quipus, estaban exclusivamente consagrados a
conservarlas por medio de este gnero de escritura
peculiar de los Incas. Ahora
bien, no hay ms que una alternativa posible respecto a
la conservacin del drama desde la poca en que
se compuso hasta la de su transcripcin: o fue
conservado el Ollantay en un quipu que se pudo salvar de la
destruccin de los objetos de esta especie y que
guardado por alguno de aquellos quipucamayos, fue trasmitido de
viva voz a algn religioso aficionado a esa clase de
investigacin, el cual lo escriba a medida que
el otro le dictaba; o uno de los Harahuicus que lo
saban de memoria, muchos de los cuales es probable
existieran an durante los treinta o cuarenta
aos primeros de la conquista, lo trasmiti
oralmente al aficionado quechuista, que, disponiendo de nuestra
escritura, lo copiara con avidez.

Lo cierto es que el Ollantay qued escrito,
aunque olvidado, en poder de
algn aficionado, o tal vez en el convento de Santo
Domingo del Cuzco, erigido sobre las ruinas del famoso templo
del Sol; pues el cdice ms antiguo del Ollantay
de que se tiene noticia, exista hasta mediados del
siglo en dicho convento, y se hallaba tan viejo y casi
ilegible, segn un artista de Munich que le
copi, llamado Ruguendas, que nada tendra de
extraordinario el suponer que el dicho cdice hubiera
contenido la primitiva transcripcin.

El primer manuscrito que se encontr sobre el
drama Ollantay es del padre Antonio Valds, considerado
por muchos como autor de la obra, pues este hombre
naci en Urubamba, su infancia
transcurri pues en el Valle Sagrado del Vilcanota,
donde circulara la leyenda ollantina de rebelin
de los Antis, luego vivi durante quince aos en
Maras, ubicado en Carabaya, fue maestro y catedrtico en
Filosofa, Licenciado, doctor en Teologa y
rechaz ser Rector de la Universidad
del lugar.

Valds fue toda su vida cura de indios en
Accha, Coasa, Crucero, Tinta, Sicuani; por lo que domin
a cabalidad la lengua quechua. Tal vez esto ltimo fue
imprescindible para concebir la polmica obra
dramtica, basada en un relato que conoca, con
personajes sacados de la historia del pueblo Inca y
utilizando el lenguaje
tradicional de esta casta, para darle un mayor realismo al
texto.

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No prximo dia 11 de setembro a Associao Amigos do Hospital Universitrio (AAHU) completa 10 anos de fundao. Para preparar o clima da comemorao a associao planeja at a data do aniversrio eventos entre os associados, a comunidade universitria e os pacientes do HU.

O Centro de Cultura e Eventos da UFSC recebe nos dias 21 e 22 de setembro o III Seminrio de Pesquisa em Educao a Distncia (Sepead). O objetivo fazer um balano dos quatro anos da implantao da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e seus efeitos sobre a educao a distncia no ensino superior. As inscries podem ser feitas atravs do site at o dia 16 de setembro. O valor uma doao de R$25,00 para uma das instituies de caridade sugeridas pelo evento.

A terceira edio do seminrio foi dividida em quatro temas gerais: A Institucionalizao da Educao a Distncia; Sua influncia sobre o desenvolvimento e a regulamentao da Educao a Distncia; Seus reflexos nos plos onde os cursos so oferecidos e Os efeitos sobre a modalidade presencial. Os assuntos sero discutidos em oito mesas, sendo duas no perodo da manh e duas tarde. Cada mesa ter a presena de dois convidados e um debatedor da UFSC. A programao ainda contar com palestras, debates e mesas de discusso.

A UFSC aderiu UAB em 2005. Atualmente conta com seis mil alunos nos cursos de graduao a distncia. O processo de seleo acontece na forma de vestibular e so oferecidos nove cursos: Economia, Administrao, Cincias Contbeis, Libras, Filosofia, Biologia, Matemtica, Fsica e Letras Portugus, Ingls e Espanhol. Trs novos cursos na rea de Administrao sero ofertados a partir de 2012.

Santa Catarina j teve 26 fortificaes de defesa no sculo XVIII e o Rio Grande do Sul chegou a erguer 42, das quais sobram oito na Grande Florianpolis e uma em So Francisco do Sul e as runas de apenas duas no estado vizinho. Em alguns momentos mais tensos na histria das invases e das disputas territoriais entre Portugal e Espanha, praticamente toda a populao da antiga Desterro e do Rio Grande de So Pedro viveu protegida pelas Fortalezas.

Examinando-se mapas demarcados dessa poca, observa-se que se enfileiravam uma ao lado da outra, formando extensos cordes nas ilhotas e ao longo do litoral. O incio dessas construes de defesa coincide com a prpria data de fundao dos dois estados, tamanha foi sua importncia no desenvolvimento dos povoados. As possibilidades de se conhecer a vida dentro dessas cidades fortificadas e o seu funcionamento esteve por trs sculos encerrada dentro de um manuscrito original de 1786 que s agora vem luz da histria com a publicao de uma grande obra que une os esforos da iniciativa individual, pblica e privada.

A publicao tardia desse documento indito pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina e Prefeitura de Florianpolis, com apoio cultural da Unimed, devolve aos pesquisadores e curiosos em geral a chance de conhecer melhor esse captulo decisivo e ainda obscuro da histria do Brasil. O mrito maior cabe determinao de dois pesquisadores que inscreveram o projeto de publicao explicada, complementada e ilustrada do chamado Cdice de Santa Catarina na Lei Municipal de Incentivo Cultura da Fundao Franklin Cascaes: Roberto Tonera, arquiteto da UFSC, responsvel pelas obras de restaurao e conservao das fortalezas da Ilha de Santa Catarina mantidas pela universidade, e Mrio Mendona de Oliveira, professor de arquitetura da Universidade Federal da Bahia, condecorado pelo Exrcito por sua obra de reconstituio da memria militar do Brasil e restauro das fortificaes.

Mas h um primeiro autor que deu incio a tudo, quando a forma de registro recorrente da histria no Brasil ainda era a dos calgrafos medievais: o engenheiro militar Jos Correia Rangel. De nacionalidade indefinida, Rangel escreveu de prprio punho o Cdice de Santa Catarina do qual seus seguidores partem para compor as 223 pginas do dossi moderno. Em letra cursiva esmeradamente talhada a pena e no portugus do sculo XVIII, Rangel comps o documento duas partes: a primeira contm o levantamento das fortificaes, que na poca chegaram a ter uma populao de quase mil habitantes, e dos uniformes das tropas da Ilha de Santa Catarina (atual Florianpolis) e do Rio Grande de So Pedro (primeira cidade do estado vizinho). Apresenta ainda relaes com quantidades precisas das guarnies militares existentes e dos armamentos e demais petrechos de artilharia, todos quantificados e discriminados com mincia e preciso. A parte final do documento redescoberto traz um detalhado inventrio de todos os mantimentos existentes nos armazns das vilas gachas de Rio Grande, Porto Alegre e Rio Pardo. Extensas listagens de armas, munies, ferramentas, utenslios, mveis, tecidos, vestimentas, medicamentos; objetos de uso pessoal, religioso e militar; acessrios de montaria e veculos de transporte, instrumentos musicais (mostrando que a vida nas fortalezas no era to dura) entre outros artefatos e equipamentos diversos oferecem matria prima para historiadores da vida privada e pblica.

Como viviam, como sobreviviam, como se organizavam, como se vestiam, o que comiam, o que consumiam, como casavam e constituam famlia, como se divertiam, o que faziam os moradores das cidades fortificadas? Sem saber, o futuro capito deixou um dos documentos mais antigos e importantes da histria das fortificaes dos dois estados, uma fonte para historiadores pesquisarem o cotidiano da vida militar, o estudo das fortificaes portuguesas no Brasil e para a compreenso das origens histricas dos dois estados. Antes de ser incorporado ao acervo do Arquivo Histrico Militar de Lisboa, o relatrio tcnico pertenceu no sculo XIX ao general de Diviso do Exrcito Portugus, Jaime Agnelo dos Santos Couvrer, grande colecionador de manuscritos e foi adquirido em 1919 pela Livraria dos Paulistas, de Lisboa.

Ao tomar conhecimento da existncia do documento, em 2006, Tonera, que tambm coordenador do Projeto Fortalezas Multimdia da UFSC, enviou projeto ao diretor da instituio portuguesa, Aniceto Afonso, solicitando permisso para que a universidade o publicasse na ntegra com as devidas complementaes, transcries e contextualizaes sem os quais seria incompreensvel para o grande pblico. O produto que chegar s mos do leitor que comparecer ao lanamento resultado, portanto, de um sonho acalentado durante cinco anos por essa rede de investigadores que comeou a escrever, j no sculo XVIII, o grande Cdice das Fortalezas.

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