Para usar meu CP500 andei trilhando uns caminhos alternativos.
Basicamente uso o emulador como base. O drive do CP500 pode ser
instalado em um micro moderno rodando o emulador, que o acessa
tranquilamente. Com isso você faz o que quiser: copia imagens .dsk no
disco real; faz backup do disco real para o PC (.dsk); pode trocar o
drive por um 3 1/2, ou por um emulador de drive.
Os incovenientes já foram ditos: o sistema emula o TRS80 original,
ficando difícil lidar com coisas mais tupiniquins, como o SO08. De
resto, criei até um CD de música com jogos em .wav (fita K7) para
CP300. O emulador é uma excelente ferramenta.
Eis uns links interessantes:
http://www.cobit.xpg.com.br/emulandotrs80.htm
http://www.cobit.xpg.com.br/materias/trsdos1.htm
Jader
- Ainda se encontram discos de 5 1/4 para comprar?
- Se eu por um disco formatado em PC, tem como formata-lo no CP-500?
Preciso apenas do norte.
Para mim seria confortante usar uma máquina do tempo em que não se
ouvia falar em Tbytes, MBps e GHz.
Gosto de usar o emulador porque dá para fazer várias brincadeiras,
antes de passar tudo para o CP500.
Eu usei o mesmo emulador dos links que passei. O computador estava com
Windows 98SE. É um K6II450MHz, usado para essas coisas. Não sei se
roda no XP. Acho que sim.
Estou lendo minhas anotações. Vale dar uma conferida porque pode ter
alguma informação invertida. De qualquer forma, com algumas tentativas
e erros consegue-se chegar à configuração apropriada.
O drive de 5 1/4 no CP500 está ligado à controladora por um cabo sem
inversão. O drive 0 está com o jumper em 0 (ou A). O drive 1 está com
jumper em 1 (ou B).
Um drive no PC tem de estar com jumper em B (ou 1). O cabo tem
inversão. O drive será enxergado pelo PC como A se estiver no conector
mais externo. Será B, caso esteja no conector interno (até onde eu
lembro).
O cabo do PC tem inversão. Tecnicamente, basta achar o cabo apropriado
para drives de disquetes de 5 1/4. Instalei o próprio drive do CP500
no PC. Na BIOS, configurei como 5 1/4 de 360KB. Pelo que lembro,
configurei o jumper do drive como B (ou 1). Conectei no conector mais
externo, para ser reconhecido como drive A pelo PC.
No emulador, tecla F9 para acessar a tela de drives. Pode carregar um
.DSK em qualquer dos drives. Se quiser mapear um drive real em
qualquer drive virtual, em lugar do .dsk, carregue:
FDD0_360, para mapear o drive físico de 5 1/4 instalado como A no PC
FDD1_360, para mapear o drive físico de 5 1/4 instalado como B no PC
Analogamente, pode-se usar um drive de 3 1/2. No PC, use cabo com
inversão. No CP500, use cabo sem inversão. O disquete deve ter o furo
de volume tampado com uma fita opaca. O disquete tem de ser lido como
720KB. Mas não fique animado porque só vai usar 360KB, ou 180KB,
dependendo da versão do DOS. No PC, não precisa de configuração
especial na BIOS. Pode deixar em 1.44MB.
No emulador, em F9, pode usar os seguintes .DSK especiais para mapear
o drive físico em qualquer virtual.
FHD0_360, para mapear o drive físico de 3 1/2 instalado como A no PC
FHD1_360, para mapear o drive físico de 3 1/2 instalado como B no PC
Bom, uma vez mapeado o drive físico, coloque o disquete com DOS nele.
Você pode dar um dar um reset (F10). O DOS carrega no emulador. Se não
tiver um disquete real com DOS, mapeie o drive físico em 1 (coloque um
disquete virgem) e carregue uma imagem de DOS (.dsk) em 0. Não lembro
se tem de formatar (veja os links que passei). Aí, execute o comando
BACKUP. As senhas costumam ser "SENHA" ou <espaços>. Pode usar os .dsk
contidos nos links que passei.
Pode usar o comando COPY para copiar programas.
Em Util01.dsk tem um duplicador de disco chamado CLONE III.
Abraço a todos,
Jader
Em 3 de março de 2011 16:08, Gustavo E. A. P. A. Batista
<gbat...@cs.ucr.edu> escreveu:
Wanderson,
O seu sistema 700 é "all in one", e neste micro o teclado é mecânico e usa o reeed-switch como contato.
Inclusive o meu CP-500 antigo usa este tipo de teclado. Após o CP-500 M80 cinza, a prológica modificou o teclado
para o tipo capacitivo("rodelas de alumínio colodas nas espumas das teclas").
O sistema 700 (super), foi equipado com teclado capacitivo e não usava mais o reed-switch. Lembro-me disto
quando fui visitar o CPD de uma grande faculdade e vi o valente micro em funcionamento.
Parabéns pelo seu CP-700 "all in one", é coisa muito rara de se ver e inclusive saber que algém ainda tem um.
Abraços.
Mota
Wanderson,
Êta micrão bonito sô. Este representa a família CP mesmo !
Eu não gostava do modelo 700 Super apesar de ser raro também. Ele era modular, ou seja, monitor, teclado e cpu separados.
[]s
Mota
Wanderson, depende de qual Unitron. Os mais antigos tinha teclado com
Reed, que eu pessoalmente acho muito melhor.
--
Eduardo Luccas
www.luccas.com.br
Wanderson, depende de qual Unitron. Os mais antigos tinha teclado com Reed, que eu pessoalmente acho muito melhor.
--
Eduardo Luccas
www.luccas.com.br
http://www.cobit.xpg.com.br/micros/i7000.htm
Aliás, gosto de máquinas CP/M.
Ainda vou ter uma, nem que seja um projeto moderno.
Jader
Cheguei a consertar vários desses enquanto estava na Philco-Itautec. Os modelos I-7000 Px-XT eram utilizados pelas secretárias que rodavam uma versão do Redator-PC (o Wordstar da Itautec). Com a chegada dos Solution-16 da Prológica, que virou a nova menina dos olhos das secretárias, os I-7000 foram para as agências bancárias, com os caixas, fazendo frente aos equipamentos da SID que o Bradesco estava implantando. Eu tb gosto desse design!
[]´s
ROGÉRIO CHOLA