Motú o sua Tromba Enorme

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Jun 20, 2017, 12:30:23 PM6/20/17
to contos eroticos brasil

Motú o sua Tromba Enorme


Quero compartilhar com vocês um acontecimento que na minha opinião vale a pena compartilhar, eu trabalho em um empresa de representação comercial e algumas semanas atrás tive que visitar um cliente um pouco distante da capital, eu moro em São Paulo e esse clientes era de São José dos Campos, a ida foi tranquilo mais na volta já final de tarde e escurecendo tive problemas com um dos pneus do meu carro e tive que parar em um posto para reparo, Procurei no posto um borracheiro e não encontrei ai conversei com um senhor que estava por lá e ele me disse que aqui só temos o Motú como borracheiro e a oficina dele fica atrás do posto. Fui até lá, e chegando lá era um oficina bem pequena com um pneus velhos para todo lado e poucas ferramentas, e para minha surpresa e tal Motú não estava na oficina e fiquei lá procurando o borracheiro, comecei a chamar pelo nome o cara e em uma casinha bem simples que era afastada na oficina vem um rapaz bem novo, quando olhei falei nossa esse ai e o borracheiro parece um moleque de 15anos, ele veio ate mim e me disse o Motú estava no banho e já viria me atender, a cara do menino não era muito contende e não foi muito educado comigo e notei que o menino era meio afeminado também e não entendi o porque do seu descontentamento.

Eu agradeci e fiquei ali esperando o borracheiro o moleque se afastou em direção a outras casas que tinha ali nas proximidades, fiquei mais um dez minutos ali esperando, ai aparece o tal Motú, minha nossa, era um Senhor de uns 50 anos, negro, com 1.90, já careca na parte de cima da cabeça e com cabelos brancos sobre a orelha, o que mais chamou a atenção era o corpo do velho, era forte, um peito enorme e poucos pelos brancos, sem barriga nenhuma, os braços grossos e fortes, e as pernas que eram enormes e fortes tambem. O cara devia fazer alguma coisa para ser assim, não era uma pessoa sedentária, devia puxar peso. Quando ele se aproximou mais te mim, o cara estava todo molhada só com o shorts seco, me pediu desculpas pela demora e me disse que estava tomando um banho frio para refrescar o corpo. Meu o corpo do velho todo molhado era escultural, parecia um fisiculturista e tão forte.

Eu expliquei para ele o que aconteceu e que precisava de um reparo, ele vestiu uma camisa e foi comigo ate o carro para trocamos o pneu pelo estepe e trazer o carro ate a oficina para terminar ali o reparo, fomos ate lá e o fortão trocou o estepe em 5 minutos, com toda aquela força o trabalho parecia brincadeira de criança, ele terminou e me pediu para levar o carro ate a oficina e veio a pé, não quis entrar no carro devido estar molhado e também suado. Fui na frente e aguardando ele chegar, fui olhar na carteira para ver o dinheiro que tinha, e como sempre esqueço disso tinha somente duas notas de 100,00 reais, pronto agora me fudi vou pagar como o conserto.

O Motú chegando já fui logo falando com ele que precisava trocar o dinheiro, pois não tinha trocado para pagar ele, ele riu e disse, não esquenta a cabeça, vamos terminar o serviço e depois você vê isso. E me perguntou se podia ficar sem camisa pois estava muito calor, eu disse a oficina e sua fica a vontade, ai ele em pé tirou a camisa, eu ali parado não me contive e perguntei, o Senhor e bem forte o que você faz para ser assim, ele riu e disse, muito trabalho, boa alimentação e muito sexo. Eu assustado com a resposta dele, fiquei mudo. E ele continuou, eu adoro sexo, faço todos os dias e nunca me canso de foder, alias antes de você chegar eu estava fodendo aquele moleque que veio avisar que eu estava no banho, eu estava fodendo ele a mais de 1 hora, aquele viadinho aguenta bem uma rola. Eu assustado não sabia o que dizer e continuei mudo, ele me pediu licença e foi ao banheiro, depois de uns 2 minutos ele voltou mais agora seu shorts largo mostrava um volume maior. “Depois descubri que ele foi ate o banheiro para retirar a cueca para libertar o monstro que estava adormecido”. Ele continuou arrumando o pneu na minha frente e em um movimento e outro eu conseguia ver uma tromba balançando dentro do shorts, ele alias parecia fazer de proposito a cada movimento dele a tromba balança forte dentro do shorts largo. Eu disfarçava o máximo para não ser notado olhando para aquilo tudo, mais não conseguia, notei que ele me pegou olhando pelo menos umas três vezes e não disse nada. Nesse olha e  não olha ele me diz, tá pronto vamos montar no carro, eu já esperto me posicionei em um local onde podia ver melhor a tromba do negão, eu trouxe o pneu colocou no chão, e antes de abaixar puxou levemente  o shorts para cima e surgiu uma pedaço de rola e o sacão pendurado, quando ele se abaixou ai saltou tudo para fora do shorts pelo espaço da perna, a rola estava mole mais já media uns 18cm e o sacão era grande e com duas bolas enormes pareciam dois ovos coberto com pele, o pauzão mesmo mole e comprido começava fino e depois ia engrossando antes da base já tinha o dobro do diâmetro da cabeça, e as veias já eram ressaltadas mesmo com ele mole a tromba já assustava, eu fiquei hipnotizado com aquilo e ele já sacana me pediu desculpa e me disse que ele mesmo mole já não cabia dentro do shorts.

Eu não sabia o que dizer e também não conseguia tirar o olho daquilo, ele meio que se esnobando puxou o shorts para o lado e agora sim a tromba estava toda a amostra, não tinha um só cabelo, todo lisa e encorpada, a base agora mostrava que era mais grossa, parecia um tronco de arvore saindo do chão., e já se mostrava uma picona pesada, pois estava toda apontada para baixo, relaxada mesmo com aquela situação. Ele um velho tarado, pegou o meninão e puxou a pele deixando a cabeça do pau sair e cobriu novamente, e me disse já vi que gostou da ferramenta do borracheiro, porque você não tira o olho dela. Eu não sabia o que fazer me levantei e me afastei um pouco para tirar aquilo da cabeça. Ele continuou o trabalho e me chamou dizendo tá pronto amigo. E ele entrou na oficina, eu não sabia o que fazer, e entrei também e chegando lá ele estava em pé, a cobra estava agora coberta pelo shorts mais o volume o denunciava, cheguei ate ele e perguntei quanto foi o serviço ele riu e disse você não tem dinheiro para me pagar, não me disse que não tem trocado. Eu assustado com tudo aquilo não sei o que respondi, só senti a mão dele no meu ombro e ele me pedindo senta aqui, me sentei e uns pneus e ele na minha frente um mostro negro. Chupa meu pau ate ele esporrar na sua boca ai fica pago o serviço, eu disse não, que não era viado e que gostava de mulher, Ele riu e disse bem alto você vai mamar no meu caralho por bem ou por mau, mais você vai mamar nele. Eu assustado tentei me levantar para sair dali e ele me segurou pelos ombros e disse, você não vai fugir não minha mocinha enquanto você não engolir meu caralho, fui empurrado para baixo e ao olhar para o volume no shorts, agora estava maior e o pauzão começava a mostra toda sua fúria, ele segurou minha cabeça e me olhou no olho e disse, quer chupar igual a uma putinha ou prefere ser estrupado por um cavalo.

Eu não sabia o que dizer, olhei novamente para o volume e agora era enorme e já esticava o shorts devido seu tamanho, eu assustando e com um das mãos dele no meu ombro, pedi para ele me largar que não queria aquilo, ele já com o pauzão duro, me disse eu sei o que você quer, com uma das mãos ele abaixou o shorts e a cueca e o meninão saltou para fora. O pauzão agora estava duro como pedra, apontado para cima e o negocio era enorme, tinha uns 24cm, todo preto, com a pele esticada e as veias levantadas, a cabeçona era grande mais o pauzão era como um foguete começava fino e depois ia engrossando na base, o caralho na base era grosso, muito grosso, diâmetro de uma lata pequena de cerveja, e as bolas agora dentro do saco pareciam maiores, parece que tinham inchado de tesão.

Eu não sabia o que fazer, ele não me deixava escapar, ai sugerir, eu punheto ele para você, ate você esporrar, ai você me deixa ir embora. Ele me olhou e disse, tá bom minha mocinha, punheta o caralhão ate eu mandar você parar, e me soltou, e com as duas mãos eu comecei a punhetar aquele monstro, ao segurar o menino notei como era duro, parecia que era feito de madeira, era muito duro e muito quente, um pau daquela rigidez era capaz de arrombar ate um furo na parede, com a mão fui ate a base da cobra e minha mão não conseguia fechar devido ao diâmetro daquele pauzão. Fiquei ali punhetando o caralho por uns 10 minutos e o negão só gemia, eu meio com medo de alguém ver aquela cena, disse meu aqui alguém pode chegar, vamos parar com isso antes que alguém veja. Ele me olhou abaixou e colocou o shorts e disse vamos para minha casa, o shorts agora não cobria mais o meninão e ficou a metade para fora preso no elástico. Eu disse não que não ia na casa dele, ele me segurou pelo braço e disse e melhor você me obedecer, senão vou te estrupar em cima do seu carro, e fazer você berrar igual a um adolescente dando o rabo pela primeira vez e fazer todo mundo ver o Motú arrombando suas pregas uma a uma.

Sem escolho fui ate a casa do negão e sabendo que lá ia ter que continuar punhetando a tromba dele, e não deu outra cheguei lé ele já me mandou sentar em um sofá e já sem o shorts e com o pau duro disse vai menininha punheta mais o pauzão, e comecei novamente mais agora mais forte e rápido para terminar logo aquilo, só que o negão não mostrava que ia gozar rápido, nessa punheta que não terminava o negão pegou um pote de creme e me disse passa creme nele, vai mocinha deixa ele bem melado de creme que ai a punheta fica mais fácil, e peguei o pote, abri e comecei a derramar em cima do caralhão do velho tarado, o creme era tipo um óleo com aroma de chocolate, e comecei a punhetar novamente o monstro, só que agora minhas mãos não conseguiam segurar mais o pau, só alisava a rola com as duas mãos, puxando da base ate a ponta, sentindo as veias pulsando igual a um coração, o caralhão estava enorme e brilhava muito com aquele creme de chocolate e o seu aroma era gostoso, parecia um pauzão enorme feito de chocolate.

O velho negão caralhudo já com o tesão a flor da pele, me pediu para parar, e com uma das mãos segurou o pauzão e disse eu quero esporrar mais preciso ser mamado, você vai ter que mamar no meu caralho mocinha, eu quero gozar mais preciso de uma boquinha quente para isso. Eu disse não, que não gostava e que não ia fazer de forma nenhuma, ele segurou forte no meu cabelo com a outra mão e disse, vai viadinho, eu sei que você quer mamar esse caralhão, chupa logo essa porra antes que eu perda e paciência, vai abri essa boca, e com o caralhão na mão começou a dar pancadas na minha cara, o pau era pesado e as pancadas chegavam a doer, e ele continuou, você vai chupar minha rola seu viado, não quero nem saber, seu segurando nas pernas dele para me afastar mais não adiantava o negão era muito forte e eu não vencia ele, ai ele soltou o pau e com a outra mão segurou minha cabeça e disse, abre a boca filha da puta, eu vou arrancar seus cabelos se você não abrir, a picona estava a 2cm da minha boca, apontada para dentro, só esperando a boca ser aberta, e pau pulsava brilhante na minha frente, eu com as cabelos sendo puxados cada vez mais não aguentei e abrir a boca e o velho enfiou a torra para dentro, e o caralhudo não teve dó já enfiou ate a garganta, ate a onde a garganta permitiu. Minha boca estava aberta ao máximo devido a grossura da tromba eu não conseguia nem respirar pela boca, ai o velho me diz, ainda não entrou nem a metade, ele tirou o caralhão e disse abre mais, vou meter mais ainda, e novamente socou o ferro e dessa vez a ferramenta foi mais fundo ainda, sentia cabeçona abrindo minha garganta e os lábios estavam ardendo por serem tão esticados assim. E o velho tirava o caralhão inteiro da boca e socava novamente ate o fundo me fazendo engasgar, e depois tirava de novo e socava denovo e nesse entra e sai de rola ele me disse, eu vou arrombar sua garganta seu viadinho, eu vou alargar ela com meu caralhão filho de uma puta. E não parava de socar aquele ferro quente na minha garganta, eu já estava conseguindo engolir a metade daquele monstro, mais o velho não parava, queria mais, e muito mais. O velho tirou o caralhão da minha boca e segurou com uma das mãos dele e com a outra segurou na minha nuca e disse, agora vai chupar minha bolas, e levantou o pau encostando ele na barriga dele e o sacão ficou todo disponível para ser chupado, e me puxou e cai de boca nas bolas do velho, as bolas estavam toda melada de creme e de saliva minha mesmo por sinal, e chupei muito as bolas, tentava colocar na boca mais não cabia, e chupei muito o sacão, ele soltou o pauzão e disse, agora chupa ele todo, passa a língua nele, e comecei pela base e fui chupando, passando a língua, lambendo cada veia daquele pau de cavalo, quando me vi estava chupando já sozinho, não estava mais sendo forçado, estava mamando naquela cobra por vontade própria, e chupei muito, abocanhei a cabeçona e sulgava forte a pau, e o mesmo tempo punhetava ele, deixando o velho gemer gostoso com a mamada de pau.

O velho agora não me forçava mais, só passava a mão na minha cabeça dizendo, vai mocinha, chupar forte esse caralhão, chupa igual a uma menininha, vai putinha tira o leite desse pau, chupa forte que o leite já vai sair. Eu mamei por mais uns 20 minutos aquela cobra enorme, ai o velho me disse, agora tá na hora do seu premio putinha, vou te ensinar um coisa bem gostosa, em uma gaveta próximo ele tirou uma algema e disse, coloca as mãos para atrás, eu já fora de controle obedeci e ele me algemou, e disse isso putinha obediente eu amo menininha que sabe obedecer um macho, já que você agora esta algemada eu vou continuar arrombando sua garganta ate eu esporrar, abre bem os dentes para minha rola não ser machucada, e começou a socar o picão na minha boca, só que agora o velho estava fora do controle, ele bombava na minha boca como se estive comendo uma buceta e intercalando nas bombadas ele socava fundo na garganta, forçando a picona mesmo quando ela não entrava mais, eu já não aguentando mais aquilo tudo dentro da boca e garganta, sinto que o caralhão estava preste a gozar, o negão seguro firme minha cabeça com o caralhão atolado na minha garganta e ele diz, se vai engolir muita porra agora mocinha, se prepara, e sinto o caralhão inchar mais e começar a jorrar gala na minha garganta, sinto o leite quente escorrendo pela minha garganta abaixo, ouço o pauzudo uivando de tesão enquanto a pica esporra forte dentro de mim, senti umas 2 esguichadas forte dentro da garganta, e o negão com o pau ainda saindo porra começa a bombar novamente na minha boca, e sinto as bombadas fortes da pica com o gosto forte de porra na boca, minha boca toda melada com o caralhão entrando e saindo o esperma começa a derramar pelos lados e o negão parece não cansar e continua bombando o caralho duro dentro da boca recém esporrada, aquilo tudo estava deixando o pauzudo com mais tesão ainda e depois de bombar muito na boca esporrada, ele se afasta, e posso ver o pauzão pulsando de tesão, querendo mais, muito mais.

Aquele esporrada não tinha satisfeito aquele velho caralhudo, ele ainda me olhava com sede de sexo, podia ver em seus olhos que ele ainda tinha força para fuder muito mais, eu não dizia nada, pois ainda estava cansando de tanto levar estocadas de rola na boca, o velho vem ate mim novamente e diz, eu quero seu cuzinho minha mocinha, eu vou te arrombar com meu caralhão, você vai ser minha putinha hoje, eu quero foder você. Eu assustando digo, não, por favor, não, não faça isso comigo, eu não vou aguentar essa rola sua. O negão me da um tapa na cara e diz, cala a boca bichinha, você esta algemado vou te comer a força e prefiro que você grite, porque isso me deixa com mais tesão ainda. Ele me empurrou na cama, arrancou meus sapatos e num puxão só arrancou minha calça junto com a cueca, e fiquei ali só de camisa e meias, eu tentava fugir pela cama, mais não dava ele puxava minha perna me trazendo novamente para o mesmo lugar, em um gesto rápido ele me colocou de quatro, mais como eu estava com as mãos algemadas para trás fiquei com o rabo levantado e com o peito apoiado na cama,  e ele começou a passar os dedos no meu cuzinho, eu tremia te medo, sabia que isso não ia ser fácil. O negão estava louco e abriu bem meu rabo e ficou passando o dedo em volta do buraquinho, e dizia, eita cuzinho gostoso, vou arrombar ele, ele está muito fechadinho, ainda tá com as preguinhas todas, minha rola vai adorar entrar aqui. Eu pedia, por favor não, não faz isso, ele me vendo ali com o rabo aberto da uma cuspida e mete o dedo indicador ate o fundo, eu só fechei o olho e engoli seco, caralho aquele dedo entrou rasgando, doe muito, e o filha da puta ainda começa a socar e tirar o dedo do meu cuzinho, e diz, nossa tá muito apertado, relaxa minha menininha, hoje você vai ser meu viadinho, e o negão tirou o dedo e caiu de língua no rabinho, senti a linga dele querendo entrar para dentro, mais não era dura o suficiente para abrir o caminho, ele me chupou por um dois minutos ai meteu o dedo denovo, ate o fundo me fazendo ir no céu novamente. Ele se afastou e eu cai de lado na cama, e ele sem demora levantou uma das minhas pernas e viu meu cacete duro, e disse, falei que você era viadinho, tá de rola dura, tá querendo mais né mocinha, me largou e pegou o creme e melou o pau todo e disse, vou fazer você gozar pelo cuzinho hoje minha menininha, esse seu cuzinho apertado vai ser arrombado por um caralhão de cavalo.

Ele me puxou denovo me colocando de quatro novamente, na mesma posição anterior com o bundão levantado o máximo para ele, ele denovo deu um cuspida na entradinha e meteu o dedo novamente, fui no céu novamente, o dedo já era grosso e me fazia sentir um dor enorme e o desgraçado meteu o dedo todinho de uma vez só, eu ali submisso ao velho, olhei para o lado e o pauzudo estava ajoelhado na cama e o pauzão apontado para cima, brilhando e agora parecia maior, as veias estão mais inchadas. Ele me viu olhando e disse tá querendo a rola né viadinho, já vou te dar ela todinha, se levantou e veio para trás de mim e senti o caralhão apoiando sobre o meu rego, eu tremia e não sabia como fugir dali, o velho pauzudo disse, vamos começar, afastou o pauzão e deu outra cuspida no buraquinho, e apontou o torpedo na entrada, segurou na minha bunda e começou a empurrar, a cabeçona começou a força a entrada e eu me contraia para não entrar, o velho tarado me vendo contrair forte, diz, isso menininha contrai mais que a picona gosta, aperta mais esse cuzinho que o pau adoro, e continuou empurrando a cabeça na entrada, eu sentindo a pressão daquela cabeçona no cuzinho, alivei a contração e o cuzinho engoliu a cabeçona toda de uma vez. O velho gemeu alto, e disse, ai putinha, que cuzinho guloso, não disse que ele queria rola, olha só como ele engoliu fácil a cabeçona. Meu rabo já ardia com somente a cabeça enfiada e eu tremia muito por não poder escapar dali. O Velho me segurou forte denovo e disse vamos começar a alargar esse cuzinho de moçinha. E tirou a cabeçona do cuzinho e meteu denovo, todo aquele creme tonava fácil o entra e sai, e o velho não tinha pressa, e ficou ali só enfiando e tirando a cabeçona da rola, eu ali totalmente submisso ao velho, estava saindo do controle e minha rola me denunciava, pois estava muito dura, demostrando que eu estava sentindo prazer com toda aquela situação, e o velho pauzudo continuava bombando a cabeçona. O velho me pede, vai putinha empina esse rabinho para em meter mais, sei que você tá querendo mais. E levemente eu empinei, e o pauzudo enterrou metade do caralhão no meu rabinho, eu arregalei olhos e senti a lança dura e quente me rasgando ao meio, senti minhas pregas sendo estouradas, meu rabinho agora estava todo preenchido pela tromba do Motú, sentia meu rabo alargado com a grossura daquele pau, podia sentir o pau pulsando de duro dentro de mim, depois de deixar o caralhão parado lá dentro para meu cuzinho se acostumar com o invasor, o velho segura na minha cintura e diz para mim, agora vamos alargar mais um pouco esse buraquinho de menininha, e se afastou recuando a picona, quando a cabeçona chegou perto de sair ele disse, toma denovo e meteu novamente. Nessa segunda estocada eu não me contive e uivei, gemi como uma menininha sendo arrombada, e velho me vendo assim, gemendo segurou firme minhas nadegas abriu bem e começou e bombar o pauzão roliço, eu comecei e gemer alto, pois era uma mistura de dor e prazer ao mesmo tempo, o velho tarado, continuava bombando e dizendo, isso putinha, geme, grita, pedi rola, eu vou te arrombar seu viadinho, ainda tem muita rola para fora e esse cuzinho vai engolir tudo, ate as bolas. Eu estava sendo literalmente arrombado, aquele caralho estava muito duro e a cada estocada que eu levava do velho, sentia que a picona ia mais fundo, quando o tarado recuava eu sentia um vazio dentro de mim, sentia a ausência daquele pau, mais logo depois sentia a rola entrando novamente, me preenchendo totalmente. Aquele vai e vem estava me fazendo delirar, eu não conseguia acreditar mais estava realmente virando uma putinha para aquele velho pauzudo.

O velho me vendo gemer e delirar de prazer com aquela torra enfiada no rabo, arranca o pau todo de dentro e sobe em cima da cama com os dois pés, e me diz, eu vou te rasgar ao meio agora menininha, e com a mão segurando a tronco, aponta ele para baixo em direção ao meu rabinho e vai abaixando, com a outra mão ele segura meu cabelo e puxa minha cabeça para trás, me fazendo envergar e deixar o rabo todo empinado para receber todo aquele instrumento.  E sem demora aponta a cabeçona e começa e empurrar para dentro, meu rabinho já não reclamava mais e engoliu a rola ate mais que a metade, e eu berrei na vara do velho, gemi, chorei como uma menininha dando o cú. O velho não casava e continuava socando a rola, ate aonde ia, e recuava tudo e metia denovo. Eu delirando e o velho me arrombado, e ficou assim por uns 30 minutos no meu buraquinho, ai em uma das estocadas que o velho estava dando senti o caralhão pulsar forte e comecei a sentir o leite sendo esporrado dentro de mim, o velho uivou de prazer sentindo o pau esguichando porra dentro de mim, foi muita porra e o velho ainda deu umas 5 bobadas de rola dentro do cuzinho todo melado de porra. Ai o velho tirou o caralhão de dentro de mim e eu cai na cama de lado, e ao olhar para o velho com cara de puta muito bem comida, o pauzão agora estava todo melado de creme e de porra mais continuava muito duro e as veias ainda estavam inchadas.

Ele veio ate perto da minha cara e me mostrou o pau duro e indicou ate aonde o meu cuzinho tinha aguentado, eu arregalei os olhos, pois tinha entrada case tudo, faltou só uns 5cm de vara, mais esses 5cm era a parte mais grossa da rola e realmente para entrar aquela pica toda não ia sobrar nada. Eu vendo aquela picona dura na minha frente, lhe disse, você e um animal, esse pau não amolece nunca, ele riu e disse, ainda tem muito gás aqui seu viadinho, eu tomei um viagra, meu caralhão vai ficar duro assim por um bom tempo, ainda dá para arrombar muito cuzinho até passar o efeito.

Ele tirou as algemas de mim e disse, pode ir embora putinha, quando quiser rola grande e só pedir. Eu me levantei e senti meu rabo aberto, senti um vazio no meu cuzinho, e leite quente do velho ainda escorria pelas minhas pernas e eu estava sentindo falta do caralhão dentro de mim, sentia a ausência da picona do velho bombando dentro de mim, arranquei minha camisa e encostei meu peito na parede e empinei meu rabinho e falei, vem aqui seu velho pauzudo, vem me comer mais, eu quero esse caralhão dentro de mim, vem rasgar esse cuzinho que agora ele e seu, arromba ele todo, faz ele engolir esse caralho todo. O velho veio ate mim, apontou a cabeçona na entradinha do rabo todo aberto e melado e disse, você quer pau mocinha, então rebola nele, faz ele entrar em você, eu já sem controle, empurrei a bunda para trás e senti a cobra entrando, e dessa vez entrou lisinho, sem reclamar, soltei uma gemida denovo e comecei a rebolar no tronco do velho, a cada rebolada sentia a picona entra mais, o velho esta delirando, me xingava e continuava bombando forte, enquanto eu rebolava na pica dele.

O velho chega perto da minha orelha com o caralho enfiado em mim e diz, vamos acabar de arrombar esse cuzinho guloso putinha, tá na hora desse cuzinho de menininha sentir o caralhão todo dentro. Eu virei de lado a cabeça e disse, vai negão, me arromba, soca esse pau todo dentro de mim, eu quero tudo, ate as bolas. O negão segurou os meus braços para trás e começou a socar o caralhão para dentro e para fora, a cada estocada eu revirava os olhos, o pau ia entrando mais, me rasgando, me arrombando, ate que por final, e pica estava todo enterrada dentro de mim, e o velho enfiou ate o fim e disse na orelhinha, viadinho gostoso, engoliu o picona toda, esse cuzinho agora esta aberto, minha picona abriu ele para você.

Eu estava realizado meu rabo tinha engolindo toda aquela pica, mesmo com a grossura maior na base, meu rabinho tinha agasalhado tudo, eu já não me aguenta mais, esta em pé recebendo aquele picona todo sem piedade, pedi para meu macho me levar para cama, pois queria dar o cu para ele na cama, ele tirou o picão e disse, deita de frente vou de comer de franguinho, e eu obedeci e ele veio por cima de mim e novamente socou a vara toda, eu agora sentia as bolas batendo forte em mim, eu delirava, pois o negão estava fora de controle e socava com força, eu sentia o peso dele em cima de mim, e a pica me abrindo todo, me dilacerando por dentro, a cada estocada de vara eu revirava os olhos, e o velho não tinha piedade e socava fundo enterrando o vara inteira, sentia o peso das bolas dele batendo em mim quando o pau chegava no final.

O velho me comeu assim por um bom tempo, meu cu já estava bem largo e continuava delirando com as estocadas do velho, eu gemia e pedia mais, queria a picona toda dentro, não queria ficar sem ela, e o velho gemendo e socando o ferro. Ai ele me colocou de ladinho , deitou atrás de mim e socou forte forte denovo o caralhão, me levando ao delírio denovo. Aquele preto velho era um fodedor com diploma nisso, e me comia gostoso, socando fundo e gemendo. Ele veio ate minha orelha e disse, vou esporrar dentro denovo, vou encher você de leite minha menininha, e comecei a sentir o pauzão inchando denovo e o leite sendo lançado dentro de mim, quanta porra saia daquela vara, o velho gemeu e ate tremeu na hora da esporrada, senti meu cuzinho sendo inundado novamente pela porra do velho, e o desgraçado gozou muito, parecei a primeira esporrado do dia, meu cuzinho estava levando e denovo porra quente em ambudancia, que tesão, o velho com o caralhão ainda duro dentro de mim, me virou na cama me colocando de bruço e veio por cima sem tirar o rola de dentro e começou a bombar novamente no meu cuzinho todo cheio de porra. E na minha orelha ele dizia, seu cuzinho tá delicioso menininha, adoro comer um rabinho melado de porra, toma pica sua putinha e me comeu mais.

Depois de uns 10 minutos bombando o caralhão ele parou, sai de cima de mim e me pediu para ir embora, pois teria que comer outra bichinha ainda essa noite, a picona agora não estava mais tão dura mais continuava enorme. Me vesti e fui para casa com o rabo ardendo e todo aberto, mais no outro dia voltei novamente para satisfazer o Motú e sua grande tromba.



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