EU, MINHA ESPOSA E MINHA CUNHADA
"O relato a seguir ocorreu , envolvendo eu, minha esposa e minha cunhada, mas antes de descrever o que realmente aconteceu, vou voltar um pouco no tempo, mais precisamente, quando comecei meu namoro. Em março de 95, quando comecei a namorar com a minha esposa, ela logo de cara me levou para conhecer a família dela, todos já devem saber como é a estória, você cheio de tesão, e tem que enfrentar os velhos, cara a cara, depois apareceu o irmão mais novo dela e quando já estávamos conversando na sala, após um belíssimo jantar preparado pela minha futura sogra para agarrar o futuro genro pelo estômago, aparece, vinda da rua, a imagem que ficaria na minha cabeça para sempre, a minha futura cunhada, no auge dos seus 17 aninhos, corpo de mulher, toda sorridente, na hora, disfarcei, mas foi vontade a primeira vista, ela veio na minha direção e sorrindo me cumprimento e me deu três beijinhos e ainda elogiou a irmã dela pelo bom gosto dela e eu já me imaginando rasgando aquelas roupas e pulando sobre ela, mas fiquei só na vontade, voltei a me sentar ao lado de minha namorada e puxei o assunto que já estávamos conversando com os pais delas, a noite foi neste marasmo até o fim. No final de 95, já estávamos de casamento marcado, mas minha cunhada sempre foi alvo das minhas atenções, eu sempre que a via, comia inteirinha só com os olhos. Os dias se passaram e no final de 96, pôr um descuido da minha cunhada ela ficou gravida e teve que marcar o casamento, que ocorreu em maio de 97, mesmo ela gravida, casada e tudo o mais, ainda alimentava a esperança de um dia poder devora-la inteirinha. Meu casamento sempre foi muito tranqüilo, o mesmo não ocorrendo com o da minha cunhada, pois seu marido só havia casado com ela pôr causa do bebe e os dois viviam se pegando e quando isto ocorria, ela vinha passar alguns dias em casa. Neste fim de semana não foi diferente, sábado à noite, aparece minha cunhada e minha sobrinha para ficar mais um fim de semana com a gente. Como somos prevenidos, já tínhamos um quarto reservado para as duas, ela subiu para o quarto, colocou a neném no berço e foi tomar um banho, como eu e minha esposa já havíamos preparado uma festinha particular, resolvemos convida-la também, mas minha esposa já foi avisando que não ia rolar nada do que havíamos planejado pois teríamos que respeitar a irmã dela. Não falei nada, apenas concordei com a cabeça, então foi aí que a irmã dela desceu vestindo uma camiseta e um shortinho que deixavam a imaginação da gente alucinada. Sem muita cerimonia, peguei três taças de vinhos e ofereci uma para cada e fiquei com uma, levantamos um brinde a nós e começamos a beber. Minha esposa havia preparado diversos petiscos para beliscarmos durante toda a noite, e foi assim que tudo se desenrolava, tranqüilamente, petiscos, vinho, risadas, vinho, já havíamos devorado umas quatro garrafas de vinho quando minha esposa reclamou que estava com calor, como eu também já estava muito alto, virei para ela e falei para que tirasse a blusa assim o calor passaria, para minha surpresa, ela nem pensou duas vezes, foi logo tirando a blusa, como a nossa festinha não imaginávamos a irmã dela lá, minha esposa estava sem nada pôr baixo deixando livres aquele par de seios durinhos de biquinhos tão gostosos, fiz de rogado e dando muitas risadas virei para minha cunhada e já fui falando, se você estiver com calor pode tirar também, para minha maior surpresa, minha cunhada também foi no embalo e tirou a camiseta e também estava sem sutiam liberando uma visão maravilhosa, seus seios, um pouco maiores do que da minha esposa, mais tão maravilhosos quanto me deixaram latejando de desejo. Tentei disfarçar e levantei para buscar mais uma garrafa de vinho, quando voltei para a sala, não acreditei no que via, minha esposa e minha cunhada só de calcinha e rindo muito, ofereci mais vinhos as duas e tentei ser o mais natural possível, minha cunhada bebia e de propósito deixava um pouco do vinho escorrer pelo canto da boca e cair sobre seus lindos seios, minha esposa vendo que eu não agüentava mais, sentou bem ao meu lado e começou a alisar o meu cacete pôr sobre minha calça, enquanto ela fazia isto, chegou com a boca bem pertinho de meu ouvido e murmurou se eu estava gostando da cena, confirmei com a cabeça e ela começou a me beijar enquanto minha cunhada, sentada em seu lugar apenas observava e continuava a beber seu vinho. Minha esposa sentou no meu colo e começou a esfregar sua xana, ainda de calcinha pôr sobre minha calça, meu caralho já doía de tanto tesão e da falta de espaço dentro da calça. Tentei afastar a calcinha dela para colocar um dedo na sua xaninha, mas ela não deixou, ela escorregou do meu colo colocando-se sentada no chão com os seios apoiados em meus joelhos e iniciou o processo de liberação da minha calça, foi só ela abrir o zíper e puxar um pouco minha cueca que o perigo saltou para fora latejando de tão duro que estava, ela começou a acaricia-lo primeiramente com as pontas dos dedos e pôr fim com a língua, foi quando lembrei que minha cunhada estava vendo tudo, olhei para ela e ela continuava ali sentada segurando a taça de vinho com uma mão e com a outra alisava sua xaninha pôr sobre a calcinha. Fiz sinal para que ela nos acompanhasse o que fui prontamente atendido, ela sentou ao lado da irmã dela e começaram as duas a disputar quem ficava com a melhor parte do meu caralho, eram duas línguas habilidosas que disputavam cada milimitro daquele mastro como se fosse o último da terra. Quando eu já estava quase gozando, pedi que as duas parassem de me lamber e que deitassem no tapete da sala pois agora seria minha vez de lambe-las tintim pôr tintim, enquanto elas se deitavam, fui até a cozinha e peguei um pote de chantilim que estava no freezer, voltei e vendo aquela visão de duas gatas no cio que de tão juntinhas que estavam se tocavam mutuamente, ora nos biquinhos, ora na xaninha uma da outra, ora se beijavam, não tive duvida, me ajoelhei uma perna no meio de cada uma e comecei a lambuza-las com o chantilim, até que as duas ficassem totalmente lambuzadinhas, aí comecei a beija-las e sugar cada gotinha de creme pôr sobre seus corpos, fui descendo até encontrar os quatro biquinhos já bem durinhos, dei muita atenção para eles, ora mordiscando um, ora chupando o outro, enquanto que as duas com as cabeças uma virada para a outra se beijavam deliciosamente. Continuei a operação limpeza até chegar naquela floresta maravilhosa, onde comecei a sugar cada gotinha já misturada com o creme natural de cada uma, uma delicia, e a cada estocada de minha língua na xaninha da minha esposa ou da minha cunhada, eu podia sentir os corpos delas tremerem e um gritinho cada vez mais excitado surgia no ar. Continuei com a operação chantilim até o fim, faltando ainda algumas gotinhas que haviam escorrido em direção ao cuzinho das duas, não pestanei, primeiro fui com minha língua no cuzinho de minha esposa que imediatamente piscou para mim tentando engolir a última gotinha, enfiei minha língua inteirinha nele e minha esposa explodiu maravilhosamente, logo em seguida repeti o trabalho no cuzinho de minha cunhada e a reação dele foi idêntica ao de minha esposa, primeiro ele piscou para mim e depois tentou engolir a última gotinha do creme chantilim, fiz o mesmo com ele, estoquei minha língua bem no fundo e minha cunhada começou a gemer feito uma cadela no cio, e um liquido muito gostoso começou a jorrar da sua bucetinha, como já estava no local, enfiei minha língua na sua xoxota e comecei a sugar até a última gotinha enquanto masturbava minha esposa com meu dedo. Vendo que minha esposa também gozaria, enfiei minha língua na sua bucetinha no momento em que ela também começava a gozar deliciosamente. Depois pedi que as duas ficassem de quatro que iríamos brincar de passa anel, as duas ficaram e encostaram a cabeça no sofá, uma virada para a outra, enquanto isto me coloquei pôr trás das duas e iniciei um vai e vem alucinante nas duas bucetinhas deliciosas, ora enfiava na da minha esposa ora na da minha cunhada, enquanto as duas trocavam caricias alucinadas com a língua. Continuamos nesta festa até que senti que ia gozar, então minha esposa virou rápida e abocanhou meu caralho inteirinho em sua boca, mas como minha cunhada também virou, ela resolveu compartilha-lo com a irmazinha, neste momento, eu já não agüentando mais, gozei maravilhosamente, lambuzando o rosto das duas que iniciaram a limpeza dele até a última gota e depois uma começou a lamber o rosto da outra para não deixar nem uma gotinha se perder. Logo em seguida, falei que queria enrabar as duas, minha cunhada ficou um pouquinho assustada, pois nunca tinha feito isto, mas minha esposa a tranqüilizou, ela mesma se encarregou de posicionar minha cunhada e ajeitou meu pau na entradinha dela e segurando-a pelo quadril foi fazendo com que meu cacete entrasse inteirinho naquele cuzinho apertadinho, minha cunhada gritou, no começo de dor e depois já acostumada com o volume, de prazer, ai iniciei um vai e vem alucinante enquanto minha esposa, deitando pôr baixo de minha cunhada começou a lamber sua xaninha e minhas bolas. Depois foi a vez de minha esposa e assim continuamos até o dia de domingo desapontar na janela, aí resolvemos subir os três e tomar um banho juntos e fomos nos deitar, lá pelas 11 horas da manhã despertamos e ninguém comentou uma só palavra do que tinha acontecido na noite anterior. Só espero que o casamento de minha cunhada dure muitos anos e de preferencia que ela volte a querer passar finais de semana em casa pois agora que liberou geral sei que minha esposa também compartilha este mesmo desejo.