INOCENCIA OU SEDUÇÃO
?
Oi, meu nome é Gabriel , e adoro gordinhas. Quem já
leu meus relatos sabe disso.
Daniela, uma gordinha deliciosa, era amiga da minha
sobrinha. Como eu gosto : de seios grandes, coxas grossas, costas deliciosamente
largas, um rosto de boneca.
Como eu estava carente - não tenho muita sorte com
mulheres,estava sozinho naquele tempo - talvez tivesse imaginado que ela estava
me seduzindo.
Vou descrever para vocês o que aconteceu e talvez
vocês possam me ajudar a chegar a uma conclusão.
Um dia,eu estava em casa de minha irmã e ela
chegou em casa , prá sair com minha sobrinha. Minha sobrinha foi
tomar banho e ficamos batendo papo.
Durante a conversa não resisti e
meus olhos , estavam sempre dando uma olhadinha discreta nos enormes seios
dela.. Não que ela estivesse com um grande decote ou algo muito transparente, na
verdade ela estava com uma camisa de seda, meio folgada, mas seus
seios eram grandes e minha imaginação estava à mil .
Eu estava agachado e ela em pé, o meu rosto
estava na altura do peito dela , ela chegou bem pertinho, se aproximou ,
fingindo ser sem querer, prá pegar um cd numa estante atrás de mim. Chegou
a roçar os mamilos bem proximos da minhas bochechas, dos olhos Eu
estava visivelmente excitado, meu pau duro fazia volume nas calças de tecido
leve.
. E claro, para me provocar, eu imagino, ela colocou o cd que estava
lendo na mesinha do centro, e se abaixou bem na minha direção, me
deixando dar mais uma espiadinha.
Nesse dia se vestia de forma provocadora.
Estava de mini saia jeans e como era gordinha, ao sentar-se a saia levantava
revelando suas coxas grossas e fartas
.Viamos TV e ela pegou uma
revista e foi se sentar numa poltrona que ficava ha uns 3 metros, num canto da
sala. Estava bem na direção do meu olhar,e cruzava e descruzava as pernas
Disfarçadamente abria as coxas pra que eu pudesse ver a sua calcinha . Em dado
momento me virei pra comentar uma cena e meu olhar, como uma flecha, bateu em
suas pernas e vi a calcinha.
Fingi prestar atenção na TV mas, agora, me
virava sempre pra comentar alguma coisa e fiz questão que ela visse meu olhar
fixo nas suas coxas. Fingindo distração, ela abria as pernas e
fingia ler a revista .Eu não tirava mais os olhos do seu corpo e meu cacete
estava todo duro, fazendo um volume imenso nas minhas calças. Minha sobrinha
estava demorando . Minha irmã estava na cozinha .
Eu estava sozinho com Daniela e isso me
deixou ainda mais tesudo e eu ficava, toda hora, tentando disfarçar aa
ereção. Meu olhar penetrante não conseguia se afastar de suas coxas e ela,
lentamente, foi abrindo as coxas pra que eu visse o tufo volumoso de sua coninha
deliciosa coberta pela calcinha. .
Aquela gordinha estava tirando o meu juízo. Era de
propósito ou sem querer ? Ou eu estava imaginando coisas ?Estava com certeza que
ela também me queria.
Ou estava só brincando comigo ?
*
Minha sobrinha pediu prá eu buscar seu namorado no
aeroporto e leva-lo ao hotel. Daniela foi convidada para ir junto e aceitou.
O namorado da minha sobrinha era muito simpático, acompanhamos ele ao hotel
e ele nos ofereceu alguns drinques no bar do hotel.
De todos nós, quem mais
bebeu foi Daniela, tomou uns três copos de vinho.
Minha sobrinha decidiu
ficar com seu namorado no hotel e sem jeito, me pediu para levar Daniela
em casa.
Percebi que Daniela não gostou muito, cochicou um pouco com minha
sobrinha, parecia contrariada ..
Me deu o seu endereço, falando baixinho,
com os olhos baixos e cobriu as pernonas deliciosas com uma blusa.
De
repente , ela se deu conta que não estavamos indo para a casa dela. Meio
zangada. me perguntou para onde eu a levava. Eu lhe disse que ia passar no meu
apartamento prá pegar uma blusa e depois a levaria em casa.Chegamos no meu
apartamento e eu lhe ofereci um copo de vinho, enquanto ela esperava eu pegar a
blusa. Tive que insistir para ela aceitar .
Ficou na sala sentada, com as
pernas bem juntas, cobriu-as com a blusa, parecendo envergonhada e sem jeito.
Voltei com uma blusa, peguei uma bebida pra mim e outra prá ela. Ela não
queria aceitar, mas aceitou..
- Vamos embora, então ? ela perguntou.
-
Calma, não tenha pressa. , eu respondi , quero te fazer uma pergunta.
- Pode
fazer, - ela disse.
- Você estava me seduzindo ? lá, na casa da minha irmã
?
- Como assim ? Não sei
- Você deixou os botões da blusa abertos, prá eu
ver seus seios, vc abriu as pernas e me mostrou a calcinha. Você quer me deixar
louco ?
- Nao fiz nada disso, deve ter sido sem querer.
- Você sabe que é
gostosa, não devia fazer isso. Me deixou louco de tesão - eu disse, com a boca
grudada no ouvido dela. - Você viu como eu fiquei de pau duro ?
E comecei a
dizer o quanto ela era bonita e sensual. Ela me dizia que precisava ir embora,
pois seus pais ficariam preocupados.- Não vou deixar você sair daqui antes de me
dar um beijo, eu disse.
- Por favor, não, ela respondeu e começou a pedir
delicadamente que eu parasse com aquela conversa.
Sua proximidade, me deixou
de pau duro . Peguei no rosto dela ,e tentei beijá-la, ela continuou a
protestar. Disse que ia gritar se eu não parasse.
- Então grita, eu disse,
abri um botão da blusa dela e beijei levemente seu colo . Aos poucos , fui
abrindo a blusa dela, beijando cada pedaço que se desnudava .Ela sempre me
pedindo para parar,dizendo que eu estava me aproveitando porque ela estava meio
tonta.
Eu disse a ela que só queria ver os seus seios,disse que ela
nem precisaria tirar o soutien .Depois a levaria embora.
- Promete ? ela
perguntou .
- Prometo, eu disse.
Ela então deixou que eu tirasse a sua
blusa. Ficou apenas com a saia jeans e meu olhar se maravilhou com aqueles seios
volumosos mal cobertos pelo soutien, balançarem na minha frente .
Eu
estava pegando fogo de tesão.
Peguei outra bebida prá ela..Ela tentou
recusar, dizendo que já estava tonta.. Eu disse a ela que se ela
bebesse,eu a levaria embora. Ela pegou a taça. e bebeu devagar.
Eu puxei a
blusa que cobria suas pernas grossas e abri seu soutien,
- Não, ela disse.
- Eu só quero ver seus seios, suas coxas, só ver, eu disse, só ver...depois
te levo embora....prometo, prometo - Eu disse,com voz rouca e
descontrolada, e tirei o soutien..
Eka tinha grandes seios, de bicos
enormes e aureolas morenas..ficaram balançando, me olhando...
- Você é muito gostosa, eu disse, com a boca colada
no ouvido dela - você me deixa louco. Enfiei a lingua no ouvido dela, mordi sua
orelha , comecei a chupar e lamber seu pescoço... desci a língua pelo seu colo e
lambi seus mamilos depois seus seios e chupava como se quisesse sugar todo o seu
corpo por ali. Apertava um dos seios com uma mão e rodava seu mamilo
de leve, enquanto chupava um e depois trocava. Deixei o seu peito todo molhado
da minha baba. Ela protestava ainda e tentava afastar meu rosto .Mas eu estava
tarado por ela. e naõ atendi ao seu apelo. Continuei meu banho de língua
,recostando-a no sofá e fui descendo até ao seu umbigo onde me demorei mais um
pouco batendo com a minha língua no seu buraquinho e dando pequenas mordidas na
sua barriga , enquanto apalpava as pernas grossas. Levantei sua saia e com calma
fui rodeando com a lingua as partes internas das suas coxas, sem tirar sua
calcinha, Sempre lambendo e chupando. Ela começou a gemer
involuntárimente.
Subi os lábios até seu pescoço e fiquei a poucos
centímetros da sua cara. Ela não dizia nada, mas seus gemidos e sua boca diziam
bem o que queriam.
- Você é muito gostosa,mulheres gostosas como você não
deveriam tentar seduzir como vc fez comigo..
Não aguentei mais e sabia que
tinha de possui-la. Agora não tinha volta. Eu estava como louco. Fui lambendo
seu pescoço e beijei-a pela primeira vez bem fundo, bem forte.Minha língua
invadiu a sua boca me enrolando com a sua .
Continuei beijando-a e
abri minha calça, tirando meu pau prá fora. Então ela levanta os olhos para mim
e repara que estou com meu pau a descoberto. Ereto e pujante. Ela afoga um
gritinho . Mas não descola os olhos do meu pau. Como se receasse que fosse
uma cobra que estivesse a dar o bote.Uma cobra que a tivesse hipnotizado.
Tirei a sua saia, ela levantou um pouco o tronco para que eu pudesse puxar a
saia . Beijei-a de novo, longamente, e desci a lingua para as coxas enormes,
mordi suas coxas ,lambi ,chupei e sem resistência, tirei sua calcinha. Então eu
enfiei a cara no meio das suas pernas,.e enfiei minha língua naquela xaninha
volumosa. Que delícia! Eu lambia e chupava com muita vontade e ela foi-se
entregando completamente a minha boca.
Ela já estava completamente
minha. Se contorcia toda. Rebolando na minha boca.
Eu chupei ela com muita
vontade e sem pressa. Devorei seu grelinho até que ela gemeu longamente e gozou
tão fortemente, que teve que se apoiar na minha cabeça que ainda estava
encaixada no meio das suas pernas.
Eu estava como louco. Fui subindo e
beijei-a de novo . Com o gosto do seu próprio gozo. Ao mesmo tempo fui
posicionando minha rola na sua entradinha Ela balbuciou umas
palavras incoerentes ,que eu nem ouvi , eu estava tonto de tesão , que nem um
animal. Mal senti que estava na entradinha forcei um pouco a entrada e quando
senti aquela sensação de entrada da cabeçona eu mandei tudo para dentro. Com
calma ,mas com força . Ela gemia , se contorcendo debaixo de mim, Era um
misto de dor/prazer que me deixou louco. Ela se agarrou bem forte a mim e
suas pernas me rodearam a cintura se abrindo toda. Eu mal a senti toda aberta à
minha entrada, comecei a socar bem fundo. Devagar e forte no início. Ela gemia e
estremecia a cada investida.
- Delicia, eu disse.. admite que vc me
provocou, admite que queria isso desde o ínicio. não é ?
Ela não disse
nada,..so ficando de olhos fechados...
Eu continuava cada vez mais forte bombando nela,
aumentando sempre a velocidade. Ela rangia os dentes, mas aguentava . Eu adorava
ver aquele monumento de carnes, balançando, aquele mulherão, gemendo,
sendo arregaçada daquele modo, como se fosse uma mulher frágil .
-
Putinha eu dizia. Safada, Vadia !
- Isso, .. me chama de puta. Sou sua
putinha . Massacra minha xaninha. Me trata como uma puta. Quero tudo dentro de
mim. Soca com força, mais forte..
Eu continuava , cada vez mais forte.
Bombando aumentando a velocidade. A cada investida, ela deixava escapar um
gemido e suas pernas iam-se abrindo aos poucos ainda mais. * Come, me come, que
tesão... ela disse.; Me fode ! Me estupra ! ! Estupra a sua boceta que está
ardendo prá ser comida
*Eu não me fiz de rogado, peguei nos seus
cabelos por trás e mandei ela ficar de quatro na minha frente. Ela rebolou a sua
bundona na minha frente e olhava de ladinho para o que eu ia fazer.
Levantou o rabo o mais que pôde para eu poder chegar com facilidade na sua
entradinha. E eu não escusei. Coloquei a cabecinha e quando senti que estava lá,
eu peguei nos dois lados das ancas largas e mandei uns tapas violentos que
marcaram sua bunda , seguido de uma estocada violenta nela. Ela estremeceu
nas minhas mãos e mandou um urro de prazer. Desta vez não foi de dor, não. Fui
bombando nela, assim de quatro e ela rebolava-se toda na minha frente.
*Mas
eu tinha outras intenções. Então eu deixei meu pau ficar bem melado enquanto ia
colocando um dedo no seu buraquinho do cuzinho. Era bem pequenininho e apertado.
Isso me deixava ainda mais excitado. Ela dava pequenos gemidos, arrepiada com
aquilo. Então consegui colocar dois dedos. E ela foi rebolando mais , gemendo
mais alto .
Não esperei mais e numa das investidas deixei meu pau de fora e
apontei no buraquinho. Ela sentiu a pontona do meu cacete no traseiro e tentou
se baixar, mas eu já prevendo isso tinha-a seguro pela cintura e mantinha lá,
sempre forçando aos poucos. Ela disse não, aí não, ela disse . mas eu nem
ligava.*
*- Vou comer seu cuzinho, minha vadia ..
*Quando estava já um
pouco mais de metade, eu segurei bem firme as suas nádegas bem abertas e entrei
com tudo. Senti as suas carnes se moldarem de forma brusca à minha passagem e ia
sentindo aqueles impulsos e convulsões dos músculos das suas entranhas a se
habituarem ao meu tamanho.*
*Ela estava com a cara enfiada nas cobertas e
percebi que começava a se masturbar com rapidez . Eu esperei mais um pouco até
seu cuzinho se habituar ao meu cacete e aos poucos comecei a bombear. Não
demorou muito para estar num frenesim intenso sacudindo o corpanzil dela
na minha frente. Então eu agarrei ela pelos cabelos e bati na sua bunda,
enquanto ela se masturbava no grelinho. Sua bundona batia no meu
saco, ela vinha cada vez mais prá trás, pedindo mais e mais enquanto
colocava dois dedos dentro da sua grutinha e foi massageando bem gostoso. Depois
larguei seus cabelos e quando senti que estava quase explodindo em prazer
na sua bunda, fiquei deitado nas suas costas , mas agarrei seu pescoço,
apertando um pouco ao mesmo tempo que segurava o gozo. Ela ficou vermelha
com um pouco de falta de ar, sentindo meu membro pulsando dentro dela
enquanto ela crispava a mão dentro da sua boceta encharcada.*
Ela se
masturbava tão loucamente qeu não aguentou e gozou que nem doida, se contorcendo
e umedecendo as suas pernas.
-Eu vou gozar, eu urrei..
- Não, ela disse,
goza na minha boca.. goza...
Então ela pegou minha rola com as duas
mãos e lambeu, me provocando um frisson .olhando bem fundo nos meus olhos
.Depois foi tentando engolir o cacete ....mas ficou difícil, porque ela tinha a
boca pequenina e meu pau é relativamente grande. Não em tamanho, porque tem uns
18cm, mas em grossura que terá cerca de 6 centímetros de diâmetro. Então foi
lambendo a pontona e o resto do mastro brilhando de tão duro . Dava pequenas
mordidas e punhetava ao mesmo tempo. Depois chegava no saco e botava as bolas na
boca, chupando. Eu estava em ponto de ebulição com tudo aquilo.Não estava
conseguindo mais segurar o gozo.
*Então eu segurei ela bem na frente do meu
pau e enfiei a ponta na sua boca, indo e vindo devagar, fodendo sua boca .
Ela gemia, eu xingava ela . Não aguentei muito mais e descambei numa enorme
explosão de porra bem na boca dela. Ela ficou engasgada com tudo aquilo e
ameaçou golfar, mas conseguiu se controlar e foi toda melada na cara com a minha
porra. Ficou toda lambuzada. Não contente com isso eu ainda esfreguei o caralho
na cara dela, limpando os restos de sêmen que tinha ficado.*
*Meu cacete foi
ficando mole e ela segurou nele, carinhosamente . Ela se encolheu toda e me
pediu que a abraçasse. Então ficamos um bom tempo ali deitados nos beijando
.
Eu perguntei novamente a ela , se havia me provocado ou se foi sem querer
que ela me provocou
Ela sorriu e não respondeu.
O que vocês acham ? Ela
me provocou, me seduziu ou foi involuntário da parte dela a sedução
?
MEU PRIMEIRO NAMORADO
É difícil explicar o que se passa na cabeça de
uma menina, especialmente se você for de uma família pobre como a minha. Meu
nome é e eu tenho dezenove anos. Meu pai parecia um daqueles bicho-grilos, e
vivia de bicos e de vender bijuterias na rua. A minha mãe bebia muito e
freqüentemente me batia sem motivo algum. Morávamos na casa de uma prima da
minha mãe, se bem que casa era uma maneira de dizer. Era apenas dois cômodos e
um banheiro, perto do rio Tietê. Eu lembro que desde pequena eu via os meus pais
trepando, pois não tinha porta na casa, e a minha cama ficava bem em frente da
cama deles, e como as janelas não tinha cortina entrava a luz da rua. A minha
mãe chupava o pinto do meu pai, que eu lembro que era bem grande, até ele ficar
duro e depois pulava por cima dele durante um tempão. Quando ela bebia demais,
quase sempre, ela gritava coisas como tesão, e eu vou gozar, varias vezes.
Depois ele mandava ela chupar até ele gozar na boca dela. Quando eu tinha uns
dez anos, eu lembro que a minha boceta começou a ficar molhada vendo eles
treparem, e eu pus a mão para secar. Senti na hora um negocio quente e muito
gostoso e continuei a mexer lá enquanto via o meu pai foder a minha mãe. De vez
em quando vinha uma sensação forte, deliciosa, que me tirava o completamente o
fôlego. Só muito tempo depois eu soube que aquilo se chamava gozar. Isto
acontecia quase todos os dias, e eu fui me viciando no prazer. Um dia, eu contei
para a prima da minha mãe sobre as trepadas deles e ela me perguntou se eu ainda
era virgem. Falei que nem sabia direito o que era isso, apesar das minhas
colegas da escola, algumas bem mais novas que eu, viverem se gabando que já
tinham perdido o cabaço Ela riu bastante da minha cara, e disse que conhecia um
cara, bem mais velho do que eu, que estava solteiro e que era um tesão na cama.
Se eu quisesse, ela me apresentava ele. Como sempre fui hiper-timida, eu disse
que não. Mas cada vez que eu via os meus pais trepando a noite, me dava mais
vontade de saber como era trepar de verdade, pois a minha mãe parecia uma
vagabunda quando estava dando, gritando e gemendo. Devia ser muito gostoso. Um
dia eu chamei a minha prima e pedi para conhecer o cara e combinamos que ela ia
ligar para ele vir na Sexta-feira. Modéstia a parte, eu era bem desenvolvida
para anos. Eu já era alta, tinha os cabelos longos e meus seios eram bem
desenvolvidos para a idade. Minhas pernas eram grossas, o que eu achava um
horror, mas que a minha prima disse que os homens adoravam, e minha bunda era
bem arrebitada. Apenas as espinhas na cara denunciavam um pouco a minha idade.
Quando o dia chegou, coloquei uma roupa bem curtinha, mostrando a minha bunda e
as pernas. Se fosse por mim eu tinha vestido uma calça jeans, mas a minha prima
disse que eu tinha que mostrar tudo, se eu quisesse realmente dar a boceta. O
gozado é que a minha xaninha já estava toda molhada e formigando, como se dando
ferroadas, tanto era o tesão de dar. Quando o amigo da Luciana chegou eu fiquei
um pouco decepcionada, pois o cara era mais baixo que eu e meio gordinho. Mas
ele tinha um carrão muito bacana. Fomos tomar um chope num barzinho, eu, o cara
que se chamava Carlos, a prima da minha mãe e o marido dela. ../logo no primeiro
chope comecei a ficar tontinha, pois nunca tinha bebido nada. A conversa começou
a descambar para sexo, e eu aproveitei para contar o que eu via em casa. Apesar
de tudo, o cara também era tímido e não chegou perto de mim. Como o tesão estava
muito alto, o Carlos sugeriu irmos todos até a casa dele. Eu aceitei na hora. O
marido da minha prima foi dirigindo o carro do Carlos e eu fui no banco de trás
com ele. No meio da caminho, ele me abraçou como quem não quer nada e começou a
roçar a mão bem de leve no meu peito. Um frio desceu pela minha espinha até a
minha xoxota, que começou a latejar. Peguei o meu braço, e apertei a mão dele
para ficar mais forte a sensação. Se ele quisesse eu dava ali mesmo no carro,
tamanho era o tesão. Mas não rolou mais nada, acho que o Carlos ficou sem jeito
por causa da minha prima ou do marido dela. Quando finalmente chegamos, subimos
até o apartamento dele. A minha prima e o marido ficaram em um quarto e eu e ele
ficamos em outro, onde tinha uma cama de casal enorme. Tão ../logo chegamos
fomos direto deitar. Começamos um malho que não tinha fim. Ele enfiava a língua
na minha boca até eu ficar sem fôlego. Depois ele começou a bolinar os meus
peitos por cima do vestido e de vez em quando enfiava a mão entre as minhas
pernas. A minha calcinha já estava completamente ensopada. Aí ele tirou a roupa
toda e o começou a esfregar o pau duro na minha perna. Ele começou tirando a meu
vestido e o sutiã, e foi chupando os meus peitos. Eu não sabia o que fazer, pois
nunca tinha trepado antes. Aí ele pegou a minha mão e pois no cacete dele. Era
quente e estava incrivelmente duro. Dava para sentir que não devia ser tão
cumprido quanto o do meu pai, mas era bem grosso. Aí ele abriu as minhas pernas,
posicionou a cabeça do pau na minha xaninha e começou a forçar a entrada. A dor
era insuportável e eu pedi para ele tirar. Mas em vez disso ele aumentou a
pressão até que a cabeça entrou e o cabaço rompeu. O pinto foi entrando cada vez
mais me rasgando toda. A minha cabeça não parava de rodar e eu via um monte de
estrelas. Puta merda, que buceta apertada! O grito do Carlos me acordou, ele
estava em cima de mim bombando o caralho com toda a força. A minha xoxota estava
em brasa e eu não conseguia respirar direito. Uma sensação deliciosa começou a
aumentar até que eu gozei como nunca tinha gozado antes. Eu gritava e gemia
igualzinho a minha mãe! Não demorou muito para o Carlos anunciar que ia esporrar
em mim. Naquela época eu nem sabia direito o que era isto, mas ele tirou o
caralho de dentro de mim e começou a jorrar dele um líquido quente e grosso, que
melecou toda a minha barriga, o meu rosto e até o meu cabelo. Como você é
gostosa!. E ele continuava a apertar a minha bunda e passava a mão nas minhas
pernas. Alguns minutos depois, ele disse que queria fazer de novo. Eu estava
toda dolorida, mas o tesão falou mais alto e eu aceitei. Ele perguntou se eu
sabia chupar um caralho, e eu disse que não. Mesmo assim, ele forçou a minha
cabeça para baixo, até que coloquei o pau dele na boca, e passei a língua na
cabeçona. O gosto era acido, pois ele não tinha limpado o meu liquido do
caralho, mas a pele era hiper macia. ../logo ele começou a ficar duro de novo,
exatamente como a minha mão fazia com o meu pai. Comecei a imaginar que eu
estava chupando o pau dele, e comecei me masturbar pensando que o meu pai estava
me fodendo. Comecei a chupar com mais força enquanto esfregava a minha xaninha
com a mão, até que senti a porra quente saindo do caralho dele e enchendo a
minha boca. Aquilo me fez Ter um gozo violento, que parecia não terminar mais. O
Carlos me disse que até que para quem não sabia chupar, eu sabia fazer
direitinho. Ainda trepamos várias vezes aquele dia. Acabamos namorando por um
mês, até que brigamos e eu nunca mais o vi. Eu virei uma verdadeira puta, pois
não podia ver um homem, que já queria dar. Até para o meu pai eu já dei. Agora
mesmo estou escrevendo no computador do meu namorado, que morre de tesão com as
minhas histórias de putaria e até me convenceu a escrever isto. Na verdade estou
louca para acabar e chupar a pica dele, até ele encher a minha boca com a porra
quente e grossa. Depois ele vai comer o meu cú e a minha
boceta.