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Curso gratuito online de TI - Java Posted: 18 Feb 2013 05:30 AM PST 09 videoaulas gratuitas de Linguagem de Programação Java para iniciantes
Nas videoaulas a seguir, o professor Gilson Alves de Oliveira ensina o básico para quem deseja ter contato com a linguagem de programação Java.
Um dos destaques do conteúdo é o fato de ser voltado para inciantes. Portanto, não há pré requisito para quem deseja assistir as aulas.
É grátis! Aproveite!
Como programar em Java para Iniciantes Aula 0001
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Como programar em Java para Iniciantes Aula 0002
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Como programar em Java para Iniciantes Aula 0005
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Como programar em Java para Iniciantes Aula 0006
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Como programar em Java para Iniciantes Aula 0007
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Como programar em Java para Iniciantes Aula 0008
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Como programar em Java para Iniciantes Aula 0009
________________________________________________________________________ Veja outros cursos gratuitos disponíveis no Portal GSTI:
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+ de 70 apostilas de Redes de Computadores disponíveis para download Posted: 18 Feb 2013 06:41 AM PST Material gratuito de redes de computadores disponível para download
Hoje é dia de divulgar mais um material gratuito de excelente qualidade disponível em um espaço que já foi citado aqui: o site Projetoderedes. As mais de 70 apostilas a seguir são resultado de colaboração, e disponibilizadas para download gratuito na web. O tema dos materiais é Tecnologias de redes. O material pode ser útil para quem deseja um contato inicial com os temas ou mesmo para quem se prepara para concursos públicos. Veja alguns assuntos das apostilas:
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Era uma vez uma auditoria a um data center… Posted: 17 Feb 2013 06:13 PM PST
LAB
GSTI 2.0: Era uma vez uma auditoria a um data
center…
Bruno Horta Soares, CISA®, CGEIT®, CRISC™,
PMP®, COBIT 5 | bruno....@govaas.com
Na próxima semana irá realizar-se em Lisboa o evento DatacenterDynamics
Converged Lisboa 2013[1], para o qual tive o
prazer de ser convidado. Esta semana dei por mim a recordar com nostalgia as
primeiras auditorias em que participei e o momento alto que era sempre a visita
aos data center para avaliar os controlos de segurança física e proteção
ambiental. Alguns anos depois, o objeto auditado transformou-se
substancialmente, os riscos mudaram de figura e as estratégias de auditoria
ganharam novos requisitos e competências. Será que ainda há data centres para
auditar?
As minhas primeiras
auditorias foram no contexto de auditorias integradas, onde os “informáticos”
iam dar uma mãozinha aos colegas auditores financeiros na avaliação dos riscos
e controlos do sistema de informação. As auditorias
aos controlos gerais informáticos abordavam de forma transversal os
domínios do sistema de informação, sendo a visita ao data center sempre um dos
momentos mais aguardados. Por um lado era a área provavelmente mais simples de
analisar para um jovem auditor, mas também era aquela que deixava sempre
melhores recordações pelas situações que se encontravam: as famosas histórias das visitas das empregadas de limpeza que
desligavam as fichas dos servidores para ligarem os aspiradores; os baldes que
amparavam as gotas da chuva que caiam do teto; as resmas de papel e caixotes
que que aguardavam um cigarro para se incendiarem; as portas abertas; os
extintores há muito secos; ou mesmo a partilha das instalações para zona de
café e almoço. Foram tantas as histórias que o melhor mesmo era rir para não
chorar.
Ao longo dos anos
algumas histórias foram-se repetindo, mas eram cada vez menos, em algumas
situações devido às melhorias implementadas pelas Empresas, mas em grande parte,
a redução das vulnerabilidades estava mesmo associada ao simples facto de já
não existir data center para auditar. Quer fosse para modelos de hosting ou housing, mais ou menos virtualizados, muitas foram as organizações que externalizaram as suas aplicações, processos
ou infra-estruturas e com elas os controlos operacionais que lhes estavam
associados.
Começava assim um
novo desafio para as Empresas e para os auditores externos: como gerir e auditar uma parte do sistema
de informação que já lá não estava?
No que refere ao
risco e controlo o mais importante passou por entender que, apesar dos
controlos operacionais já não estarem sob responsabilidade direta da Empresa,
os riscos de negócio que esses controlos mitigavam permaneciam todos lá pelo
que seria necessário auditar de forma
diferente e não deixar de auditar. As
competências do auditor deixaram de estar tão relacionadas com as características
técnicas do data center e passaram a estar tendencialmente mais focadas na
gestão da relação entre a Empresa e o fornecedor dos serviços.
O “Outsourced IT Environments Audit/Assurance Program” é
uma guia lançado pelo ISACA e uma referência para qualquer auditor que necessite
de avaliar os riscos e os controlos relacionados com data center sob a
responsabilidade de entidades externas. A importância deste
tipo de revisões está relacionada com o cumprimento de objetivos do negócio,
nomeadamente:
Relativamente ao planeamento
e escopo deste tipo de revisões, deverá focar-se nas atividades externalizadas
e garantir a cobertura das principais componentes da relação entre as partes,
nomeadamente:
Uma das caraterísticas interessantes do “Outsourced IT
Environments Audit/Assurance Program” é a ligação do programa de auditoria com os
objetivos e práticas de controlo referidas na framework COBIT 4.1, bem como com os principais domínios do COSO.
Desta forma é possível garantir a realização de um trabalho robusto e alinhado
com as boas práticas de mercado e requisitos no contexto do risco e controlo
interno. Um trabalho desta natureza requer competências e experiência em
diversos domínios do sistema de informação, podendo ser resumidos através da
identificação dos principais objetivos de controlo COBIT 4.1 que são
referenciados:
Conclusão
De um momento para o outro o auditor deixa de ser capaz
de fazer uma auditoria com visitas ao data center, de olhar para a validade dos
extintores, de ver se a cablagem está devidamente acomodada ou se inspecionar
se há sinais de o data center ser utilizado para outros fins que não os
previstos. O programa de auditoria passa a estar centrado em contratos, anexos
e relatórios de monitorização. É de facto uma alteração significativa mas que
não tem necessariamente de acarretar muito mais do que alterações das competências
do auditor para execução do programa de auditoria e o atingimento dos mesmos
fins.
Com os novos paradigmas da cloud este tipo de revisões
ganhará ainda maior complexidade, sendo necessário recorrer sempre que possível
a guias e programas de auditoria robustos que apoiem o auditor a cumprir com os
objetivos da sua função.
Cumprimentos
desde Portugal… estamos juntos!
Referências:
Outsourced IT Environments Audit/Assurance Program - http://www.isaca.org/Knowledge-Center/Research/ResearchDeliverables/Pages/Outsourced-IT-Environments-Audit-Assurance-Program.aspx |
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