José Arnaldo Anjos de Oliveira
unread,May 28, 2011, 2:57:54 AM5/28/11Sign in to reply to author
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Caros Companheiros e companheiras, saudações ambientais!
Buscando informar a todos sobre o Índice de Conservação Ambiental conquistado por nossos municípios, que configura-se como um bom indicador da gestão ambiental pública, recomendo que façam suas análises.
Meu maior objetivo é demonstrar que devemos nos preocupar como estes recursos estão sendo aplicados para a melhoria dos índices de destinação de resíduos, remediação de lixões, unidades de conservação (municipal e das demais esferas), presença de mananciais de água e tratamento de esgoto, nos territórios municipais.
É notório que apenas alguns municípos destinam diretamente tais recursos para o Fundo de Meio Ambiente, não mais que três ou quatro (Miguel Pereira, Rio Claro, ...esqueci) mas, de forma crítica, é bom considerar como cada município vem investindo em cada um destes índices, através de suas obras em saneamento básico, construção de aterros sanitários, remediação de lixões...Alguns municípios estão avançando nestas ações, mas muito em função dos recursos do programa Lixão Zero e Saneamento, todos com recursos do Estado do Rio ou mesmo recursos Federais. Quando muito, participam com alguma contrapartida.
No caso do saneamento, os municípios que possuem estações de tratamento próprias, estão, na sua maioria em estado duvidoso de gestão...capengas, com licenças de operações por conquistar, sem pessoal qualificado na gestão, sem monitoramento para o cumprimento da instrução técnica 202, que rege as condições dos efluentes. Por exemplo.
Bom seria que existisse um numeração que nos facilitasse o acompanhamento destes recursos na peça orçamentária, aos moldes dos recursos oriundos do petróleo.
Mas, considerando que tudo é um processo, já ficarei satisfeito se os recursos provenientes das unidades de conservação forem investidos em políticas de proteção do bioma mata atlântica.
É certo que os índices de implantação de nossas unidades de conservação são todos muitos baixos, exceto o Parque de Nova Iguaçu, que já possui pontuação máxima. Mas que carece de uma melhor orquestração entre os dois municípios favorecidos pela a arrecadação proveniente do mesmo. A tal gestão compartilhada, tão propalada.
Este é um entendimento reto, considerando que, na Baixada Fluminense, 75 à 85% dos recursos do ICMS Ecológico são oriundos da conservação, e vemos nossas unidades de conservação (Proteção Integral e Uso Sustentável) em estado de penúria...que já conhecemos bem, sob todos os riscos.
Considerem a fala do atual secretário de meio ambiente, no dia da mata atlântica: os municípos dobraram suas áreas protegidas, mas ainda carecem de ações para a efetiva implantação dos objetivos destas unidades. Muitas sequer possuem conselho, plano de manejo, demarcação e regularização fundiária...apoio à pesquisa, projetos consistentes de educação ambiental e a tão sonhada FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL E ESTRUTURA PARA COMBATE À INCÊNDIO FLORESTAIS, então...todos já sabemos. Mas...o sonhar é um fato que nos alegra e motiva.
Assim, que no próximo dia 27 de maio, saudemos a mata atlântica com mais resultados paupáveis, saudemos a todas as florestas e a toda biodiveridade existente, e que possamos transformar todos os sonhos em realidade, por nossos irmãos assassinados no Pará, por nossas consciências, alegrias e felicidades diárias na luta por um mundo melhor. Ah! Por um Código Florestal descente!
José Arnaldo