Fwd: FW: Bolsas asiáticas fecham em alta após Obama anunciar acordo nos EUA

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Comércio Exterior

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Aug 10, 2011, 1:05:48 PM8/10/11
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De: Clauz, Juliana <Julian...@morganstanley.com>
Data: 1 de agosto de 2011 11:03
Assunto: FW: Bolsas asiáticas fecham em alta após Obama anunciar acordo nos EUA
Para: "Undisclosed recipients:"@ms.com


Pessoal, leiam com atenção, este pronunciamento do Obama foi feito de madrugada, muitos dos grandes jornais nem divulgaram ainda!

 

Para quem trabalha em multinacionais americanas esta é uma excelente notívia!!!

 

Bom dia a todos!!! Bjs!! Jú

 

 

01/08/2011 08h20 - Atualizado em 01/08/2011 08h33

Bolsas asiáticas fecham em alta após Obama anunciar acordo nos EUA

País pode evitar 'calote' que corre risco de ocorrer a partir de terça-feira (2).
Em Tóquio, Nikkei 225 registrou valorização de 1,34%, aos 9.965,01 pontos.

Do G1, em São Paulo, com informações do Valor Online

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Os mercados acionários da Ásia fecharam com ganhos nesta segunda-feira (1º), depois de o presidente americano Barack Obama anunciar um acordo para o aumento do teto da dívida pública dos Estados Unidos, na noite de domingo (31).

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"Eu quero anunciar que os líderes dos dois partidos [republicanos e democratas] nas duas casas chegaram a um acordo que vai reduzir o déficit e evitar um default [calote]", disse Obama a jornalistas ontem à noite. Os parlamentares devem votar nesta segunda-feira o acordo.

Com o consenso entre lideranças republicanas e democratas da Câmara e do Senado, o país pode evitar o "calote" que corre o risco de acontecer a partir desta terça-feira (2).

Em Tóquio, o Nikkei 225 registrou valorização de 1,34%, para 9.965,01 pontos. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,99%, para 22.663,37 pontos. Na bolsa de Seul, o Kospi apresentou elevação de 1,83%, para 2.172,31 pontos. Em Xangai, o Shanghai Composite aumentou 0,08%, somando 2.703,78 pontos.

Próximo passo
No Congresso americano, líderes do Senado - com maioria democrata - e a Câmara dos Representantes - liderada pelos republicanos - informaram que apresentarão para suas bases o rascunho do plano na segunda-feira (1º), antes da votação final para aprovar o acordo.

obama casa branca (Foto: Carolyn Kaster/AP)Obama anuncia acordo na noite de domingo (31) (Foto: Carolyn Kaster/AP)

O presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, detalhou que a proposta prevê um corte de US$ 917 bilhões nos gastos domésticos ao longo de 10 anos, além da formação de uma comissão para definir mais US$ 1,5 trilhão em redução de gastos até novembro. A proposta formulada por este painel será votada pelo Congresso.

"Este é o acordo que eu preferiria? Não. Acredito que poderíamos ter tomado agora as decisões duras necessárias sobre a reforma nos benefícios sociais e a reforma tributária, em vez de fazâ-lo através de um processo especial de comitê no Congresso", disse Obama

Corrida contra o tempo
O governo dos Estados Unidos corre contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador. Se até o dia 2 de agosto o Congresso não ampliar o limite de dívida pública permitido ao governo, os EUA poderiam ficar sem dinheiro para pagar suas dívidas: ou seja, haveria risco de "calote".

A elevação do teto da dívida permitiria ao país pegar novos empréstimos e cumprir com pagamentos obrigatórios. Em maio, a dívida pública do país chegou a US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,2 trilhões), que é o valor máximo estabelecido por lei. Nos EUA, a responsabilidade de fixar o teto da dívida federal é do Congresso.

'Solução equilibrada'
Em um pronunciamento rápido, Obama afirmou que o processo para fechar o acordo bipartidário foi "bagunçado e levou muito tempo", mas agradeceu aos líderes políticos republicanos e democratas por terem se comprometido.

O presidente também agradeceu ao povo americano por "vozes, e-mails, twitts" que pressionaram os políticos.

Obama destacou que, como resultado do acordo fechado, "os EUA terão o nível mais baixo de gastos domésticos anuais desde que Eisenhower foi presidente", mas ressalvou que ainda assim, é "um nível de cortes que permite fazer investimentos na criação de empregos, educação e pesquisa". "Também asseguramos que esses cortes não acontecessem de forma tão abrupta. A solução definitiva para o déficit precisa ser equilibrada", acrescentou o presidente.

O líder americano afirmou ainda que apesar da opinião de "alguns republicanos", será necessário "pedir aos americanos mais ricos e às maiores empresas para abrir mão de benefícios fiscais".

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/08/bolsas-asiaticas-fecham-em-alta-apos-obama-anunciar-acordo-nos-eua.html

 

 

Juliana Clauz   
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