Conservadora nos costumes, estatista na economia e amiga da Rússia: a Hungria de Orbán
Olá! Tudo certo? Aqui é Jones Rossi, editor de Ideias da Gazeta do Povo.
No afã de rotular personalidades, celebridades e políticos, não é raro que a imprensa acabe simplificando demais situações que são muito mais complexas do que parecem. A Hungria de Viktor Orbán é um exemplo disso. Já foi gasta muita tinta com reportagens definindo a Hungria como um regime de direita puro e simples, sem as devidas nuances para entender melhor o país, o que acaba produzindo mais desinformação. Por isso a editora Maria Clara Vieira fez uma reportagem mostrando onde a Hungria acerta e erra, e as contradições de um país que esteve sob o jugo comunista
não faz muito tempo.
Admirado por conservadores americanos como o apresentador da Fox News Tucker Carlson e o cientista político Patrick Deneen, o país, ao mesmo tempo que combate a influência do bilionário
George Soros, faz negócios com a Rússia e a China e adota um receituário que inclui a estatização de empresas, algo mais próximo de países governados por esquerdistas radicais. Nos costumes, porém, a Hungria segue o receituário conservador, proibindo o aborto, o ensino de conteúdos LGBT nas escolas e banindo estudos de gênero de universidades que recebem dinheiro público.
Conheça a fundo a Hungria lendo esta reportagem: |
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‘A Conspiração Antivacina’: as grandes virtudes e pequenos defeitos do documentário
O movimento antivacina moderno nasceu pelas mãos de celebridades americanas, a maioria de tendência progressista. Atores como Jim Carrey e Robert De Niro abraçaram as ideias do médico britânico Andrew Wakefield, autor de uma fraude que vinculou as vacinas ao autismo. O documentário 'A Conspiração Antivacina', no catálogo da HBO Max Brasil, acerta ao mostrar as origens desse movimento que foi divulgado graças aos endinheirados americanos e acabou por provocar surtos de caxumba e sarampo em países do primeiro mundo. Os defeitos?
Clique aqui e descubra quais são. |
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Podcast O Papo É #53: Pandemia recupera força enquanto travamos guerra política e cultural
Depois de vários lockdowns que destruíram a economia, depois de muito bate-boca sobre o uso de medicamentos, depois de sermos obrigados a usar incômodas máscaras e depois agressivas campanhas de vacinação, a Europa parece dar alguns passos para trás e volta a impor medidas restritivas à sua população. Como temos a tendência a importar tudo que vem dos tais países de Primeiro Mundo, qual a chance de termos um 2022 cheio de restrições no Brasil?
Entre a interminável pandemia e a disputa política, ainda temos que enfrentar a tal da guerra cultural. Cada vez mais seguros de que contam com o apoio das instituições e das elites, os progressistas, num dia como outro qualquer do século XXI, ousam criar um Papai Noel gay e incentivar crianças a beijarem os coleguinhas do mesmo sexo. Ouça aqui: |
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Podcast Ideias #212 – Por que você deveria ler Dostoiévski
Nascido na Rússia czarista, Fiódor Dostoiévski, o autor de “Crime e Castigo”, “Os Irmãos Karamázov” e “Memórias do Subsolo”, meditou sobre o progresso, sobre a ciência, sobre a fé e sobre fim. E há quem diga que muitos dos seus escritos são verdadeiras profecias dos séculos que estariam por vir. Será que isso é verdade? Para começar a conversa sobre Dostoievski, convidamos Bruno Gripp, professor de grego antigo da Universidade Federal Fluminense (UFF), e Rafael Ruiz, professor de história da América da Universidade Federal de São Paulo. |
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Podcast Quarentena Cult #79: “O Confisco”: quando o governo Collor tomou o dinheiro do povo brasileiro
Era uma vez um presidente muito jovem que assumiu o poder num país sul-americano. Ele tinha duas missões principais: acabar com os marajás (casta de privilegiados do funcionalismo público) e matar o dragão da inflação. Para essa segunda missão, ele chamou para seu conselho ministerial uma acadêmica de 36 anos chamada Zélia. A fim de acabar com a inflação que assolava o país, Zélia, a Jovem, teve uma ideia brilhante: diminuir a circulação de dinheiro no país.
Assim, certo dia ela foi à TV e anunciou: todos que tivessem mais de 50 mil cruzeiros (cerca de US$1250) no banco ficariam com o excedente retido. Ou melhor, confiscado. É esse conto de fadas com final nada feliz que o documentário “O Confisco”, disponível na HBO Max, aborda. E é sobre este documentário que trata o Quarentena Cult 79, com a participação especial de Leandro Narloch. |
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Atenciosamente,
Jones Rossi, editor de Ideias da Gazeta do Povo |
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