Cínicos e hedonistas, os
super-heróis de “The Boys” são o retrato da cultura contemporânea 🎬 |
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Oi, oi! Tudo certo?
Aqui é a Maria Clara Vieira, editora de Ideias na Gazeta do Povo. Trago uma novidade para você.
De hoje em diante, todo sábado, você receberá aqui, no seu e-mail, dicas culturais com a cara da nossa editoria: análises de filmes e séries feitos por gente que medita sobre comportamentos, valores e visões a partir dos mesmos princípios. 📺
Mais do que te ajudar a escolher o que assistir no fim de semana, queremos te deixar por dentro do assunto, propor reflexões e, bem, ideias, que você não encontra em qualquer lugar. O que é a cultura, afinal, senão uma grande conversa que atravessa gerações?
Vamos à primeira recomendação. Se você assistiu às três temporadas do novo sucesso da Amazon Prime, a série “The Boys”, é muito, muito difícil que não tenha ficado no mínimo... Chocado. E não é para menos. |
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O estado de cinismo, violência, falsidade e depravação ostentado pelos personagens da saga - baseada nos quadrinhos de Garth Ennis -, tudo isso arrematado pelo sorriso quase satânico do Capitão Pátria (ou Homelander, para quem prefere a versão com legendas), é o tipo de coisa que faz o espectador com algum senso de decência pensar “a que ponto chegamos?”.
Mas convido você a olhar por um outro ângulo: se a arte é um retrato da realidade, ela não pode nos propor boas reflexões através do “anti-exemplo”? Toda a degradação moral tão friamente representada pelos “supes” não serve, afinal, para nos alertar contra os males do nosso tempo?
Lá no Ideias você confere um texto exclusivo escrito pelo historiador Diego Klautau, professor do curso de especialização em Teologia e Ensino Religioso da PUC-SP, sobre a série “The Boys” e sua representação do demoníaco, a completa negação do Bem, do Belo e do Verdadeiro que assola a cultura contemporânea. |
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Inclusive, o próprio C. S. Lewis, autor d’As Crônicas de Nárnia, se debruçou intensamente sobre o fenômeno do Mal.
Seu grande amigo, J. R. R. Tolkien, chegou a expressar preocupação porque Lewis teria, digamos, se enfiado demais na mente do inimigo para escrever seu famoso “Cartas de um Diabo ao seu Aprendiz”.
Veja, abaixo, sete textos da Gazeta do Povo e um podcast para conhecer melhor a obra de C. S. Lewis: |
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Ideias #193: O mitos sagrados de J. R. R. Tolkien, o criador da Terra Média
Eu não poderia falar de Tolkien sem te recomendar ao menos uma boa conversa sobre o criador da Terra Média – e com gente entendida, sem esses malabarismos ideológicos (viu, Amazon?) que a indústria tenta fazer com o coitado. |
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Mais três dicas para o seu fim de semana: |
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Espero que tenha gostado das dicas! Um ótimo fim de semana!
Maria Clara Vieira, editora de Ideias |
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