Na grande imprensa brasileira sempre houve um predomínio esquerdista. De uns tempos para cá, por pressão do público, ocorreu maior abertura ao pluralismo de ideias, mas ainda com forte viés “progressista” nos maiores veículos de comunicação. O fenômeno se deve basicamente à concorrência das redes sociais: elas expuseram esse viés negado pelos jornalistas, e levaram ao leitor o contraditório, um pensamento mais conservador que antes era demonizado e ridicularizado.
Claro que a patota corporativista, acostumada ao seu quase monopólio da “opinião publicada”, não aceitaria essa perda de espaço docilmente. Por isso temos visto tanta campanha para o controle das redes sociais, mascarado de combate às Fake News. Ninguém precisa negar a existência de muito lixo nas caóticas redes sociais para condenar essa tentativa velada de censura.
Uma das formas que ela aparece é mais visível e direta, como por meio de projetos de lei. A deputada Tabata Amaral apresentou um, que na prática criaria uma reserva de mercado às agências de checagem de fatos, que também possuem viés esquerdista. Essas poucas agências oficiais se transformariam numa espécie de Ministério da Verdade, como na distopia de George Orwell.
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