Para conhecimento e reflexão-ação...
-------------
Fonte: Da Página da Emater-Pa no Facebook -
https://www.facebook.com/ascom.para/
Projeto de placa solar da Emater leva eletricidade ecológica a quilombolas de Gurupá
Desde o começo do ano, a vida de quilombolas de Gurupá, no Arquipélago do Marajó, alavancou de qualidade: por meio de um projeto pioneiro de captação solar do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), nove famílias moradoras de locais de difícil acesso passaram a ter energia elétrica ininterrupta, limpa e com intensidade suficiente, no lugar da fornecida por pequenos motores individuais, que demandavam alto custo e só suportavam de três a quatro horas diárias de funcionamento. A iniciativa tem o apoio do Banco do Brasil (BB) e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR).
Ali, cada projeto da linha Eco do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) é orçado em cerca de R$ 20 mil, com inclusão de seis placas solares e seis baterias, que são instaladas ao lado das residências e não representam perigo a crianças e animais.
“Em média, essas famílias gastam R$ 5 mil por ano só de combustível para os geradores, fora o custo com óleo lubrificante e com a manutenção das máquinas. Do Pronaf, são seis parcelas anuais, decrescentes. A inicial é de R$ 4 mil e 600, o que já representa uma economia em relação ao dispêndio de antes. E isso para ter energia boa o tempo todo, e não o que eles tinham antes: energia oscilante e só por 3 ou 4 horas”, explica o chefe do escritório local da Emater, o engenheiro florestal Ted Quemel.
Uma das principais revoluções domésticas está sendo a troca do freezer, que mesmo desligado a maior parte do tempo ainda conservava uma certa capacidade de resfriamento, por geladeiras, que agora podem ficar ligadas direto.
Com esse benefício, os agricultores aumentaram a produção das agroindústrias de polpa de fruta, que abastecem a merenda escolar do município, porque há como estocar, e começaram a preparar chopes com o suco, os quais rendem de 60 a 70 reais por dia.
Outras duas famílias rurais não-quilombolas, pecuaristas, também foram contempladas com o projeto no primeiro semestre. A estimativa da Emater é que pelo menos mais 50, entre quilombolas e não-quilombolas, recebam a tecnologia até o fim de 2016.
Texto:
Aline Miranda
Fotos: Ted Quemel
______________________________________________
Estuário Serviços
Consultorias Socioambientais
Fone: 55 (91) 91927741; (91) 82099353
E-mail: estuario...@gmail.com; pantoj...@gmail.com
Skype: ramosaugusto
Para o século XXI, não podemos nos dirigir a produtos madeireiros e não madeireiros.
É reduzir a Floresta ao estado de queda.
Falemos de Bens e Serviços da Floresta.
Sendo a natureza parceira e não mais escrava, iremos certamente evoluir...
|
Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
|