Data: 17 e 18 de junho de 2011(sexta e sábado)
Local: João Pessoa
Objetivos: qualificar a informações sobre as dimensões de gênero e raça nas políticas públicas de saúde, ampliar a participação das mulheres de terreiros nos espaços de decisão de políticas públicas, mobilização das lideranças femininas de terreiros para ampla participação nas Conferências de Políticas para as Mulheres e Conferências de Saúde.
Público: mulheres da tradição religiosa afro-brasileira, gestores e profissionais de saúde, gestores dos Orgãos de promoção de igualdade racial e das Políticas para as Mulheres.
Realização: Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde-GT Mulheres de Axé e Núcleo Paraíba da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde
Coordenação: Mãe Lúcia de Oxum(PB) e Ogan Marmo de Oxossi(RJ)
OBS: Cada participante será responsável por sua passagem e hospedagem
Informações: www.mulheresaxe.blogspot.com
Inscrições no http://www.formfacil.com/redeafrosaude/mulheresdeaxe
Desigualdade racial se agrava no Brasil, diz relatório da UFRJ
O Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2009-2010, lançado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aponta a persistência e o agravamento da desigualdade entre pretos e pardos, de um lado, e brancos.
O trabalho, produzido pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser) da UFRJ, mostra, por exemplo, que em 2008 quase metade das crianças afrodescendentes de 6 a 10 anos estava fora da série adequada, contra 40,4% das brancas. Na faixa de 11 a 14 anos, o porcentual de pretos e pardos atrasados subia para 62,3%.
Os resultados contrastam com avanços nos últimos 20 anos. A média de anos de estudo de afrodescendentes foi de 3,6 anos para 6,5 entre 1988 e 2008, e a taxa de crianças pretas e pardas na escola chegou a 97,7%. Mesmo assim, o avanço entre pretos e pardos foi menor. Na saúde, subiu a proporção de afrodescendentes mortas por causa da gravidez ou consequências. 'Não quer dizer que as coisas estejam às mil maravilhas para os brancos, mas os pretos e pardos são os mais atingidos', diz um dos coordenadores, o economista Marcelo Paixão.
Com 292 páginas, o trabalho é focado nas consequências da Constituição de 1988 e seus desdobramentos para os afrodescendentes. Para produzir o texto, os pesquisadores do Laeser recorreram a bases de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos Ministérios da Saúde e da Educação e do Sistema Único de Saúde (SUS), entre outros. Foram abordados temas como Previdência, acesso ao sistema de saúde, assistência social e ensino.
O estudo constata que o estabelecimento do SUS beneficiou mais pretos e pardos (66,9% da sua população atendida em 2008) do que brancos (47,7%), mas a taxa de não cobertura (proporção dos que não conseguem atendimento) dos afrodescendentes foi de 27%, para 14% dos brancos. 'A Constituição de 1988 não foi negativa para os afrodescendentes, mas, do ponto de vista de seu ideário, ainda é algo a ser realizado', diz Paixão, reconhecendo que há brancos prejudicados, em menor proporção.
Em 2008
40,9% das mulheres pretas e pardas nunca haviam feito mamografia, contra 22,9% das brancas 18,1% das mulheres pretas e pardas nunca haviam feito papanicolau (13,2% entre as brancas)
FONTE: http://estadao.br.msn.com/ciencia/desigualdade-racial-se-agrava-no-brasil-diz-relat%C3%B3rio-da-ufrj?wa=wsignin1.0
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"O fato de ser negro e a exclusão correspondente acabam por me conduzir a condição de vigília permanente"Milton SantosANDREA CHAVES
Produção TVE Canal 02Publicidade/PropagandaPromoter em EventosColetivo AFROCOMMilitante da Luta pela Igualdade RacialFiliada a CONEN-BA - Coordenação Nacional de Entidades Negras.Ativista feminista Integrante do Coletivo de Mulheres da CONENFiliada ao Partido dos Trabalhadores - PT/BATwitter: @negapretaaaa55 (71) 8747-7262
Em 17 de maio de 2011 10:52, Ana Carolina Andrade <carol00...@gmail.com> escreveu:Compas,
Reunião, amanhã, às 22h! Pelo chat da Enecos! Divulguem! http://www.facebook.com/event.php?eid=163279633735274
Informes:
- Coletivo Nacional de Mulheres
- Marcha da Maconha
Pautas:
- Andamento das tarefas do caderno de ações / prazos
- Semana de Combate às Opressões
- Mega eventos e criminalização da pobreza
Espero vocês!
Bjocas
Carolzinha
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Ana Carolina Andrade
Coordenação Nacional da Enecos - Gestão "Aos que Virão" - http://www.enecos.org/
Campo Nacional "Barricadas Abrem Caminhos" - http://barricadasabremcaminhos.wordpress.com/Gestão "Desassossego" Centro Acadêmico Benevides Paixão PUC-SP - http://cabenevidespaixao.wordpress.com/