O procedimento que formalizará essa experiência como recorde mundial será depois assegurado pela marca Honda, que patrocinou o veículo em que André Sousa fez a viagem, mas, segundo declarou esta sexta-feira à Lusa, a partir da Mauritânia, "o mais importante deste projecto era demonstrar que qualquer pessoa pode dar a volta ao mundo numa mota de baixa cilindrada e sem gastar muito dinheiro, se estiver disposta a organizar-se bem e a prescindir de certas coisas".
Provando que é possível dar a volta ao mundo duas vezes em uma mesma vida, a nova viagem de Anderson terá outro propósito: o objetivo é conhecer mais a fundo a cultura local e mergulhar naquilo que cada país tem a oferecer.
Com a pandemia, a meta de viajar para todos os países do mundo ficou ainda mais complicada. Para se ter uma ideia, os brasileiros podem viajar sem restrições apenas para três países: México, Costa Rica e Macedônia do Norte. O restante aplica medidas restritivas moderadas e mais severas, que incluem quarentena, testes negativos PCR ou até a própria proibição da entrada.
Após as celebrações dos 500 anos da circum-navegação, vamos nós celebrar também Magalhães, e da melhor maneira: percorrendo as etapas principais da sua vida e das suas viagens. Dando especial relevo aos pontos de interesse turístico ao longo da nossa rota; optando por uma logística de itinerário que minimiza o cansaço, evita (sempre que possível) os efeitos do jet-leg e respeita as noites bem dormidas, estamos certos que esta volta ao mundo que aqui propomos ficará como uma das viagens mais extraordinárias da nossa alma de viajantes.
As ilhas Fiji são um dos últimos paraísos incontaminados do planeta. As suas paisagens parecem ter sido criadas para os ecrãs de abertura dos computadores do resto do mundo. Aproveitamos esta escala para retemperar forças e descansar. Almoço e jantar incluídos. Alojamento no The Pearl Resort & Spa ou similar.
Manhã livre. Em hora a combinar, seguimos para o aeroporto. Continuamos a nossa travessia do Pacífico, que Magalhães demorou quatro meses a navegar, seguindo uma rota fruto da sua intuição mas que se revelou ser a mais correta para a travessia do enorme oceano. Teremos uma escala de excelência na cidade de Sidney, uma das mais bonitas cidades do mundo. Jantar. Alojamento no Hotel Radisson Blu Plaza ou similar.
Voamos para Bombaim, a capital financeira da Índia e uma das cidades mais densamente povoadas do mundo. Tour panorâmico pela cidade. Jantar. Alojamento no Hotel The Lalit ou similar.
No século 19, a ideia de cruzar o mundo em 80 dias era uma façanha quase impossível. No entanto, a primeira pessoa a quebrar esse recorde fictício criado por Verne foi a jornalista Nellie Bly, que realizou a façanha em 1889, completando a viagem em 72 dias.
Atualmente, ainda é possível comprar pacotes de viagens que refazem a rota de Phileas Fogg, como a Resposible Travel. A agência britânica lançou uma viagem de 80 dias pelo mundo usando trens e navios.
Uma opção interessante é a oferta de agências de viagens que planejam viagens de volta ao mundo. Costumam ser opções mais caras, mas eles oferecem pacotes que incluem transporte, hospedagem, atividades turísticas e refeições, proporcionando conforto e conveniência durante a jornada.
Seja seguindo os passos de Phileas Fogg, planejando sua própria rota personalizada ou optando por alternativas inovadoras que priorizam a sustentabilidade, a volta ao mundo é uma experiência que enriquecerá sua vida de maneiras inimagináveis.
Assim, ao final dessa viagem, você não apenas terá dado a volta ao mundo em 80 dias, mas também terá dado a volta ao seu próprio mundo interior, enriquecendo sua perspectiva e conhecimento sobre nosso incrível planeta e as pessoas que o habitam.
O digital influencer deu início ao sonho de conhecer os 196 países do mundo sem ter dinheiro suficiente para finalizar a viagem e depois de passar por muitas dificuldades financeiras em Pernambuco, estado onde morava.
A primeira pessoa que conseguiu quebrar o recorde fictício criado por Verne foi a jornalista Nellie Bly, que deu a volta ao mundo, partindo de Nova York, em 1889. Sua viagem levou 72 dias. Quer dar sua própria Volta ao Mundo? Veja nosso Tiktok com todas as dicas sobre uma passagem de volta ao mundo. E não esquece de seguir a gente lá, viu?
Baseados numa matéria do jornal Daily Telegraph, eles debatiam a possibilidade de dar a volta ao mundo em 80 dias. E é por isso que Fogg decide apostar com os companheiros, dizendo que consegue fazer a viagem. No mesmo dia, ele parte para a aventura com seu valete Passepartout.
O empresário Silvio Ramos, de São Paulo, passou sete anos viajando em um veleiro ao redor do mundo e precisou aprender a lidar com os desafios do confinamento. Nesta entrevista ele conta um pouco da sua história e dá dicas úteis para enfrentar a quarentena imposta pela pandemia da Covid-19.
Quando se vive a bordo, aprende-se a viver com menos, em menores espaços, a provisionar e usar somente o necessário. Nas grandes travessias oceânicas, podemos ficar até 20 dias, às vezes mais, sozinhos no meio do imenso mar, num espaço de 12 metros por 4 metros, onde as únicas coisas que vemos ou sentimos são a temperatura, o vento, as ondas, as nuvens, a chuva, o sol, a noite, as estrelas, alguns peixes e animais marinhos e, muito raramente, algum outro barco. O barco é a nossa casa e lá fazemos nossa comida, tomamos banho, dormimos, ou seja, tudo que fazemos na nossa casa em terra fazemos na nossa casa no mar, é só uma questão de se acostumar e se adaptar.
Embora muitos cartazes utilizem essa referência, na narrativa de Verne, Phileas Fogg pode cogitar, mas ele nunca utilizou tal transporte para sua aventura. A presença do balão como ícone desta travessia provavelmente se deu pela façanha do balonista Bertrand, que realizou a volta ao mundo nos anos 90.
Considerada a maior regata transoceânica do mundo, a The Ocean Race vai ter a largada no próximo dia 15 de janeiro, na cidade espanhola de Alicante. A competição de volta ao mundo na vela terá a cidade de Itajaí (SC), cidade referência náutica no Brasil, como uma das paradas.
Dormindo num comboio com dormida irá chegar a Moscovo, onde a agência organizou alguns dias com visitas guiadas à cidade e tempo livre para passeios turísticos. Depois, a viagem continua pela Rússia, Cazaquistão e Uzbequistão com passeios de um dia; e tem uma paragem na cidade chinesa de Urumqi, de onde parte a Rota da Seda.
Segundo a revista, o passeio leva depois os visitantes por alguns dos melhores destinos da Ásia Central, com passagem por Pequim e Xangai. De seguida, começa uma nova aventura de 16 dias do Oceano Pacífico à costa oeste da América do Norte passando por Califórnia, Los Angeles são Francisco, Oregon, Washington e Seattle .
De lá, a aventura parte para o Canadá, com passagem por Vancouver a Toronto. E, finalmente, de Montreal até Halifax, na Nova Escócia. A última viagem de barco levará os viajantes de volta ao Reino Unido a bordo do transatlântico Queen Mary II.
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