Mais uma vez.
Prezado CLEVERSON.
Volto a repetir: uma inspeção séria em tubulação, deveria ser feita
por medição da espessura das paredes dos tubos, e isto se faz com
aparelhos de ultra-som, existem empresas especializadas neste tipo de
serviço, que tambem não é um serviço caro, podendo custar entorno de R
$ 0,50 a R$ 1,50 por ponto verificado. Esta medição gera um relatório
com a exata espessura das paredes da tubulação, fornecendo dados
necessários para uma tomada de decisão mais precisa das medidas a
serem adotadas, permitindo avaliar a vida útil da tubulação, ou se é
mesmo necessário a sua troca, por parte ou no todo.
-Quanto a questão do zarcão com sisal ou outra coisa que o valha, isso
só é adotado ou era adotado quando da instalação das tubulações no ato
da obra em questão, quando das montagens iniciais, mas mesmo isso na
atualidade não é mais usado, ou não deveria ser, pode ser que algum
instalador faça uso, se isso estiver sendo especificado em projeto,
mas a rigor não deveria, pois existem outras soluções mais modernas e
eficaz que o velhos zarcão com sisal. Mas só quando se realiza a obra,
o que não é o seu caso.
- O seu caso é de inspeção, avaliação e correção de vazamentos. Pois
bem, se houver vazamentos, como corrigir?, mesmo que seja nas
conexões, com talhadeira , zarcão e sisal? Claro que não. Desmontar a
tubulação, para depois refazer?,Com certeza que não, Isto seria quase
impossível, não se consegue desmontar uma tubulação desta, toda
oxidada por dentro e nas roscas, aí só fazendo outra nova, Soluções
para os vazamentos,poderiam ser: pontos e cordões de soldas, aplicação
de cintas com epóxi, poliuretanos, quem entende do assunto sabe como
fazer. Aqui na minha região isso é muito comum, por conta das obras
offshore, das industriais, e as de embarcações e navios. E os
critérios são os mesmos de obras prediais, alias este é um merdado bem
promissor.
Espero ter contribuído.