paredes encostadas em terra

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Orígenes bello

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Jul 31, 2009, 5:31:03 PM7/31/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Pessoal,

Fui chamado para verificar a infiltração numa loja de roupas. Pelo que constatei a cota dos imóveis vizinhos é mais alta que a cota de piso da loja ( +/- 1m ) e as paredes da loja não foram devidamente impermeabilizadas. A impermeabilização das paredes já foi discutido aqui na lista  várias soluções, mas neste caso a água entra pela junta piso/parede. As paredes estão secas, sem bolor ou algo parecido, mas a águas escorre pelo rejunte entre piso e parede em dias de chuva. Alguém tem uma solução?
Abraço
Orígenes

Sylvio

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Aug 1, 2009, 11:52:44 AM8/1/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Orígenes:
 
Esse caso parece envolver umidade ascendente, do solo, por  fissuras capilares (via retração)
existentes entre o lastro de piso (concreto simples) e a viga-baldrame  que suporta a parede
atingida, por mera falta, durante a obra, de tiras papelão alcatroado (ou lona plástica dobrada, etc).
 
A única solução, que conheço, para minimizar o fenômeno, será remover o emboço, até o
plano dos tijolos, até uns 15 centímetros de altura, pois a porosidade dessa camada funciona
como esponja para a subida, da água, por capilaridade. Claro que a fixação do rodapé será
repensada e a  faixa desnuda, da parede, seria pintada com tinta não selante e/ou coberta
com painel telado, de tal modo que a natural evaporação resulte absolutamente livre.
 
O resto serão caras argamassas (poliméricas, epoxídicas, etc)  ou "melecas-neo-esotéricas", 
que apenas logram  -  na ampla maioria dos casos -  dar  um "barrigaço" no problema; quando
não transferem, os danos, para cotas situadas logo acima da faixa "tratada". 
 
Óbvio que qualquer reforço na drenagem, ao longo do sopé posterior da parede,
será hiper útil, eis que tenderá a reduzir o empuxo hídrico atuante sob o lastro.
Dificilmente bastará, contudo, à plena eliminação do fenômeno.
 
Tenha muita cautela; e boa sorte
 
Sylvio Nogueira
Arquiteto
 
-------Mensagem original-------
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Sylvio Nogueira

unread,
Aug 2, 2009, 8:18:59 AM8/2/09
to Clube dos Engenheiros Civis
Orígenes:

Complementando:

1 ) Presumo que será inviável efetuar reforços à drenagem do solo,
pois isto implicaria em
abrir vala, corrida, no piso da loja situada a montante do seu
cliente.

2 ) Caso os tijolos da parede sejam maciços ( ou, o máximo, de dois
furos ), você poderá,
(caso a remoção do emboço não baste à minimização do dano ou seu
cliente recuse essa
idéia) tentar uma "barreira interna", mediante execução de furos
inclinados e impregnação
com produto à base de dióxido de silício ("Heid'y Kiesey" ou
equivalente), conforme processo
detalhado pelo fabricante do produto ou por empresa que comprove
experiência anterior.

Se precisar, ligue-me ( nota: não executo tais serviços nem fabrico
qualquer produto )

Saudações

Sylvio Nogueira
Arquiteto
41 9619-9677

On 1 ago, 12:52, "Sylvio" <nogueira-syl...@uol.com.br> wrote:
> Orígenes:
>
> Esse caso parece envolver umidade ascendente, do solo, por  fissuras
> capilares (via retração)
> existentes entre o lastro de piso (concreto simples) e a viga-baldrame  que
> suporta a parede
> atingida, por mera falta, durante a obra, de tiras papelão alcatroado (ou
> lona plástica dobrada, etc).
>
> A única solução, que conheço, para minimizar o fenômeno, será remover o
> emboço, até o
> plano dos tijolos, até uns 15 centímetros de altura, pois a porosidade dessa
> camada funciona
> como esponja para a subida, da água, por capilaridade. Claro que a fixação
> do rodapé será
> repensada e a  faixa desnuda, da parede, seria pintada com tinta não selante
> e/ou coberta
> com painel telado, de tal modo que a natural evaporação resulte
> absolutamente livre.
>
> O resto serão caras argamassas (poliméricas, epoxídicas, etc)  ou
> melecas-neo-esotéricas",
> que apenas logram  -  na ampla maioria dos casos -  dar  um "barrigaço" no
> problema; quando
> não transferem, os danos, para cotas situadas logo acima da faixa "tratada".
>
> Óbvio que qualquer reforço na drenagem, ao longo do sopé posterior da parede
>

Sylvio Nogueira

unread,
Aug 2, 2009, 8:28:13 AM8/2/09
to Clube dos Engenheiros Civis
Fechando o enfoque:

Muitos adquirentes de imóveis sofrem com ruínas de revestimentos em
faixas inferiores de paredes térreas, cuja causa, mais comum, é a
“umidade ascendente”. Raros profissionais – em obras civis – ouviram
falar de "papelão alcatroado"; e, dos que ouviram, a maioria pensa
tratar-se, apenas, de "uma forma, antiga, de impermeabilizar
baldrames" e/ou de simples "camada separadora". Com tal "certeza",
arquitetos, engenheiros, mestres-de-obras, etc, ignoram o "idoso
produto" e besuntam os baldrames com emulsões (asfálticas ou
acrílicas), pois isto é "mais moderno", gerando grotesco erro técnico,
cujas conseqüências são danos em revestimentos, pinturas ou
marcenarias, formações de fungos, constantes e onerosos reparos,
perícias técnicas, etc.

Vejamos:

1) O concreto é poroso e deve, por óbvio, ser impermeabilizado (adição
de densificadores, hidrófugos de massa, etc, etc);

2) O antigo “papelão alcatroado” tinha função única, insubstituível
por emulsões, asfálticas, sintéticas ou outras películas selantes; de
fato, cortado com largura superior à do baldrame, o cartão sobrava
para os dois lados; e, nas paredes externas, obedecia à seguinte
geometria:
2.1) Para fora: "dente" inclinado (sobre ripa chanfrada), ficando sob
o emboço;
2.2) Para dentro: aba de 4 ou 5 centímetros, dobrada, para cima, até o
lançamento do lastro; a dobra voltava à horizontal – antes de lançar o
contrapiso – cobrindo a interface baldrame x lastro, onde surgem
fissuras por retração.

3) Sem tal proteção, a água do solo ascende pela interface (inevitável
fissura entre o lastro e o flanco - mesmo besuntado - do baldrame) e
pelas paredes térreas ( tijolos, chapisco, emboço, reboco ), gerando
pulverulências em mesclas e/ou pinturas.

Como se vê, a construção civil brasileira trocou produto eficaz e
baratíssimo (custaria, hoje, já colocado, algo como R$ 0,50 o metro
linear !) por emulsões vedantes quase sempre inúteis (e mais caras); e
sequer usa tiras, de mantas plásticas, para desempenhar aquela básica
função. Eis mais um exemplo de racional procedimento banido pelo
isolamento teórico das cátedras e pela desinformação, técnica, nos
canteiros de obras.


On 1 ago, 12:52, "Sylvio" <nogueira-syl...@uol.com.br> wrote:
> Orígenes:
>
> Esse caso parece envolver umidade ascendente, do solo, por  fissuras
> capilares (via retração)
> existentes entre o lastro de piso (concreto simples) e a viga-baldrame  que
> suporta a parede
> atingida, por mera falta, durante a obra, de tiras papelão alcatroado (ou
> lona plástica dobrada, etc).
>
> A única solução, que conheço, para minimizar o fenômeno, será remover o
> emboço, até o
> plano dos tijolos, até uns 15 centímetros de altura, pois a porosidade dessa
> camada funciona
> como esponja para a subida, da água, por capilaridade. Claro que a fixação
> do rodapé será
> repensada e a  faixa desnuda, da parede, seria pintada com tinta não selante
> e/ou coberta
> com painel telado, de tal modo que a natural evaporação resulte
> absolutamente livre.
>
> O resto serão caras argamassas (poliméricas, epoxídicas, etc)  ou
> melecas-neo-esotéricas",
> que apenas logram  -  na ampla maioria dos casos -  dar  um "barrigaço" no
> problema; quando
> não transferem, os danos, para cotas situadas logo acima da faixa "tratada".
>
> Óbvio que qualquer reforço na drenagem, ao longo do sopé posterior da parede
>

Eduardo Pinheiro

unread,
Aug 3, 2009, 10:35:59 AM8/3/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Bom dia a todos!
 
Exelente e tambem desconhecido, até então nunca havia escutado falar deste  produto e concordo plenamente que andamos para trás em algumas soluções técnicas da nossa construção civil!
 
Gostaria de saber mais sobre este material, livro, site,,,,etc,,,
 
ATT
Arqt Eduardo Pinheiro

Intencional Arquitetura
Arqt Duda Pinheiro
fone/fax:55(19)3807-5968
cel:55(19)8173-5938
 
 


--- Em dom, 2/8/09, Sylvio Nogueira <snog...@bbs2.sul.com.br> escreveu:

Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

Orígenes bello

unread,
Aug 3, 2009, 4:04:48 PM8/3/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Sílvio,

Bom dia. Não tenho como fazer uma drenagem. Vou tentar uma barreira com a linha de produtos que você lembrou.
Gostei da solução com papel, mas preciso saber se entendi direito. Envio meu rabisco.
Estou o interior de SP e faço impermeabilizações de alvenaria de embasamento com argamassa com hidrofugo e pintura com emulsâo.
Abraço
Orígenes

2009/8/3 Eduardo Pinheiro <intenci...@yahoo.com.br>
Digitalizar0001.jpg

Orígenes bello

unread,
Aug 3, 2009, 4:05:41 PM8/3/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Silvio,

Onde acho o papelão para cotar?

Att
Orígenes

2009/8/3 Orígenes bello <origen...@gmail.com>

Sylvio

unread,
Aug 3, 2009, 4:19:09 PM8/3/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Colegas:
 
Para quem tiver interesse, posso enviar croquis sequencial e outras
informações a respeito do cartão betumado ( papelão alcatroado ) .
Basta enviar-me o endereço de e-mail, através do meu site:
 
 
Saudações a todos
 
Sylvio Nogueira 
Arquiteto
-------Mensagem original-------
 
Data: 08/03/09 14:13:36
Assunto: Re: Res: [Clube dos Engenheiros Civis] paredes encostadas em terra
 
Bom dia a todos!
 
Exelente e tambem desconhecido, até então nunca havia escutado falar deste  produto e concordo plenamente que andamos para trás em algumas soluções técnicas da nossa construção civil!
 
Gostaria de saber mais sobre este material, livro, site,,,,etc,,,
 
ATT
Arqt Eduardo Pinheiro

Intencional Arquitetura
Arqt Duda Pinheiro
fone/fax:55(19)3807-5968
cel:55(19)8173-5938
 
 


--- Em dom, 2/8/09, Sylvio Nogueira <snog...@bbs2.sul.com.br> escreveu:

De: Sylvio Nogueira <snog...@bbs2.sul.com.br>
Assunto: Re: Res: [Clube dos Engenheiros Civis] paredes encostadas em terra
Para: "Clube dos Engenheiros Civis" <ClubedosEnge...@googlegroups.com>
Data: Domingo, 2 de Agosto de 2009, 9:28


Fechando o enfoque:

Muitos adquirentes de imóveis sofrem com ruínas de revestimentos em
faixas inferiores de paredes térreas, cuja causa, mais comum, é a
“umidade ascendente†. Raros profissionais – em obras civis – ouviram
falar de "papelão alcatroado"; e, dos que ouviram, a maioria pensa

tratar-se, apenas, de "uma forma, antiga, de impermeabilizar
baldrames" e/ou de simples "camada separadora". Com tal "certeza",
arquitetos, engenheiros, mestres-de-obras, etc, ignoram o "idoso
produto" e besuntam os baldrames com emulsões (asfálticas ou
acrílicas), pois isto é "mais moderno", gerando grotesco erro técnico,
cujas conseqüências são danos em revestimentos, pinturas ou
marcenarias, formações de fungos, constantes e onerosos reparos,
perícias técnicas, etc.

Vejamos:

1) O concreto é poroso e deve, por óbvio, ser impermeabilizado (adição
de densificadores, hidrófugos de massa, etc, etc);

2) O antigo “papelão alcatroado†tinha função única, insubstituível
por emulsões, asfálticas, sintéticas ou outras películas selantes; de
fato, cortado com largura superior à do baldrame, o cartão sobrava
para os dois lados; e, nas paredes externas, obedecia à seguinte

geometria:
2.1) Para fora: "dente" inclinado (sobre ripa chanfrada), ficando sob
o emboço;
2.2) Para dentro: aba de 4 ou 5 centímetros, dobrada, para cima, até o
lançamento do lastro; a dobra voltava à horizontal – antes de lançar o
contrapiso – cobrindo a interface baldrame x lastro, onde surgem
fissuras por retração.

3) Sem tal proteção, a água do solo ascende pela interface (inevitável

fissura entre o lastro e o flanco - mesmo besuntado - do baldrame) e
pelas paredes térreas ( tijolos, chapisco, emboço, reboco ), gerando
pulverulências em mesclas e/ou pinturas.

Como se vê, a construção civil brasileira trocou produto eficaz e
baratíssimo (custaria, hoje, já colocado, algo como R$ 0,50 o metro
linear !) por emulsões vedantes quase sempre inúteis (e mais caras); e
sequer usa tiras, de mantas plásticas, para desempenhar aquela básica
função. Eis mais um exemplo de racional procedimento banido pelo
isolamento teórico das cátedras e pela desinformação, técnica, nos

canteiros de obras.


On 1 ago, 12:52, "Sylvio" <nogueira-syl...@uol.com.br> wrote:
> Orígenes:

>
> Esse caso parece envolver umidade ascendente, do solo, por  fissuras
> capilares (via retração)

> existentes entre o lastro de piso (concreto simples) e a viga-baldrame  que
> suporta a parede
> atingida, por mera falta, durante a obra, de tiras papelão alcatroado (ou
> lona plástica dobrada, etc).
>
> A única solução, que conheço, para minimizar o fenômeno, será remover o
> emboço, até o
> plano dos tijolos, até uns 15 centímetros de altura, pois a porosidade dessa
> camada funciona
> como esponja para a subida, da água, por capilaridade. Claro que a fixação
> do rodapé será
> repensada e a  faixa desnuda, da parede, seria pintada com tinta não selante
> e/ou coberta
> com painel telado, de tal modo que a natural evaporação resulte
> absolutamente livre.
>
> O resto serão caras argamassas (poliméricas, epoxídicas, etc)  ou
> melecas-neo-esotéricas",
> que apenas logram  -  na ampla maioria dos casos -  dar  um "barrigaço" no
> problema; quando
> não transferem, os danos, para cotas situadas logo acima da faixa "tratada".
>
> Óbvio que qualquer reforço na drenagem, ao longo do sopé posterior da parede
>
> será hiper útil, eis que tenderá a reduzir o empuxo hídrico atuante sob o
> lastro.
> Dificilmente bastará, contudo, à plena eliminação do fenômeno.

>
> Tenha muita cautela; e boa sorte
>
> Sylvio Nogueira
> Arquitetowww.snogueira.com
>
> -------Mensagem original-------
>
> De: ClubedosEnge...@googlegroups.com
> Data: 08/01/09 10:17:57
> Para: ClubedosEnge...@googlegroups.com
> Assunto: [Clube dos Engenheiros Civis] paredes encostadas em terra
>
> Pessoal,
>
> Fui chamado para verificar a infiltração numa loja de roupas. Pelo que
> constatei a cota dos imóveis vizinhos é mais alta que a cota de piso da loja
> ( +/- 1m ) e as paredes da loja não foram devidamente impermeabilizadas. A
> impermeabilização das paredes já foi discutido aqui na lista  várias
> soluções, mas neste caso a água entra pela junta piso/parede. As paredes
> estão secas, sem bolor ou algo parecido, mas a águas escorre pelo rejunte
> entre piso e parede em dias de chuva. Alguém tem uma solução?
> Abraço
> Orígenes


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes
 

Roberto Massaru Watanabe (Portonline)

unread,
Aug 3, 2009, 5:27:39 PM8/3/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
 
Prezado Orígenes.
 
Se a parede está sêca então a percolação (e não infiltração) passa por debaixo das fundações da parede e aflora no espaço entre o piso e a parede. E, ocorrendo em dias de chuvas está claro que é água pluvial em percolação. Isso significa que a quantidade é grande e tende a aumentar. Verifique a cor da água que sai. Se sai barrenta é por que está havendo carrimento de material sólido. Por sua vez significa que o caminho de percolação está sendo alargado.
 
 
Veja também (isso é muito importante) se não há riscos de afundamento do solo nas regiões à montante, causado pelo solapamento. Já vi casos de guarita e jardins afundarem para dentro do buraco formado pelo solapamento.
 

Abraços,
Roberto Massaru Watanabe
Engenheiro Civil
 

 
 
 
 



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Orígenes bello

unread,
Aug 3, 2009, 6:07:02 PM8/3/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Roberto,

Primeiro, concordo com suas conclusões. A água, embora pluvial, sai cristalina. Fui verificar as soluções. A primeira do dreno parece ser muito boa, pois isola a umidade, mas vai ser difícil convencer o dono da loja. A segunda é interessante pois deixo o problema confinado. Parece mais fácil convencer o dono com a segunda.
Aos companheiros Sylvio e Roberto agradeço a ajuda.
Abraços
Orígenes

2009/8/3 Roberto Massaru Watanabe (Portonline) <wata...@portonline.com.br>

Vicente Menta Filho

unread,
Aug 4, 2009, 8:04:37 AM8/4/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Prezado Orígenes,
 
Sou fabricante de produtos para impermeabilização e consultor da área.
De que cidade do interior de SP voce é ?
Gostaria de discutir este e outros assuntos relativos a impermeabilização contigo.
Eventualmente poderia visitar o local, para tentar um diagnóstico mais preciso.
Há de se reconhecer que Sylvio e Roberto apresentaram soluções viáveis e inteligentes, mas em casos de consertar o que está errado, nada substitui a boa e velha inspeção local.
 
abraços
Vicente Menta Filho
São Paulo - SP
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Alexandre Morgado

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Aug 4, 2009, 3:41:47 PM8/4/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Já utilizei diversas vezes o Kiesey e os resultados são excelentes, só é importante realizar o serviço em toda a extensão da parede para que a umidade não migre para outro local
 
Alexandre


 
2009/8/2 Sylvio Nogueira <snog...@bbs2.sul.com.br>

Orígenes bello

unread,
Aug 5, 2009, 5:08:34 PM8/5/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Vicente,

Estou em Porto Feliz, muito próximo de Sorocaba.
Abraço
Orígenes

2009/8/4 Alexandre Morgado <morga...@gmail.com>
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