impermeabilização com uso de asfalto oxidado e feltro

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Mario

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Nov 23, 2009, 9:02:34 PM11/23/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
São João Del Rei 23 de novembro de 2009.
 
 
Impermeabilização com o uso de feltro asfaltico e asfalto oxidado ou elastomérico(mais caro,mais eficiente e confiavel).
O Vicente mostrou surpresa diante do material (feltro asfáltico).
Tinha 27 anos qdo apliquei o produto .
e o apliquei a frio também.( pela última vez.)
 
No google ver:
- impermeabilização com feltro asfaltico e asfalto oxidado.
e
 
-www.abs.com/impermeabilizacão.htm
-http://www.compras.prefeitura.sp.gov.br/licitacões/textos/planilha%20neslon%20pimentel.xls
 
O grande concorrente do feltro,foi o bidim, muito superior.( aplicado a quente e a frio)
Hoje usa a manta asfaltica aderida com asfalto polimérico em subst. ao feltro.
Mas o feltro continua...creio há mais de 60 a 80 anos.
 
Mário Marcos Gonçalves.
 
 
impermeabilização -ondalit feltro-1.doc
Impermeabilizações. normas gerais de execução-com feltro asfaltico.doc
Imperm. com feltro material.doc

Vicente Menta Filho

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Nov 24, 2009, 8:33:04 AM11/24/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Olá Mário,
 
Não entendi direito, quem é superior o bidim ou o feltro ?
De qualquer forma, eu sempre acho útil esse tipo de informação. É bom conhecer as alternativas.
Voce tem obras com feltro aí em São João del Rey ? Estou pretendendo dar um pulo aí em breve e gostaria, se possível de visitar uma obra dessas (ou o resultado da obra).
 
Grande abraço
 
Vicente Menta Filho
São Paulo - SP

Mario

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Nov 25, 2009, 5:18:30 PM11/25/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
São joão Del Rei 25 de novembro de 2009.
Prezado Vicente:
 
O bidim é superior ao papelão alcatroado .
Não rasga .
Há 4 anos impermeabilizei um apto de cob. em B. Hte.
o proprietário ja o vendeu.
Verifique no e-mail que remeti para o grupo.
Existe varias empresas utilizando o feltro.
È muito dificil que voce não tenha, o livro:
Impermeabilização de coberturas-eng. Flávio Augusto Picchi - IBI/PINI - Edit. PINI
No capítulo 6
6.2 - fala do feltro asfaltico e asfalto.
Feltro NBR 8083 pg 101 do livro
leia o cap. 6
6.2.3 = execução.
 
No capítulo 6.6.2
 fala da emulsão acrílica.
 
Apesar dos diversos fabricantes um ou outro recomendam o uso de reforço com véu de fibra de vidro, ou véu de poliester  nas imperm. acrílicas. -  consumo é de1,5kg /m2.
Ele recomenda:
-imprimação
-3 demão de emulsão acrílica
-Véu de poliester
- + 5 demãos de emulsão acrílica
Após então a camada de separação (papel craft betuminado).
- argamassa de proteção com juntas seca 1,5x1,5m.x2 cm.
- camada de brita ou seixo rolado ou restos de lajotas
de obra "britadas".
Dentro  de 2 a 3 meses, vou impermeabilizar uma obra pequena.
Mandarei a especificação para voce...
Será com membrana acrílica.
e armadura similar ao feltro...
mariomarcosgonçalves
eng. civil

SK-PRODUTOS&INOVAÇÕES

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Nov 25, 2009, 6:15:31 PM11/25/09
to Clube dos Engenheiros Civis
Rio de Janeiro, 25 de novembro de 2009, quarta-feira- 20:00 horas.

Prezado Mário.

Perfeito, as boas impermeabilizações de 20 anos atrás eram
predominantemente executadas desta forma, asfalto derretido nas obras
dentro de galões 100/200 litros em fogueiras com lenhas das obras, e
eram estruturados com lã de vidro,e ou fetros, e feltros de Bidim.
Eram. Pode ser que ainda sejam praticados desta forma. Mas depois
vieram as mantas asfalticas industrializadas, e ficou quase
impossível derreter asfalto com fogueiras nos dias de hoje em uma
obra, os Engenheiros poderiam ser presos por questões ambientais, pois
isso provoca muita fumaça e muita sujeira nas obras, que a rigor tem
que seguir algumas normas ambientais em vigor.
No entanto nesta época, esta foi uma boa e sempre usada solução, sendo
melhor ainda quando estruturada, com os feltros, que no meu ententer é
o mesmo que o Bidim, aliás Bidim é só uma marca, aliás a Bidim, na
verdade lançou mesmo as geomembranas, os geotextil, ou
geossintéticos, que são os não agulhados de poliéster, muito usados em
obras geológicas, e tambem usadas para estruturação em
impermeabilizações. Existem outras marcas de qualidade para estes
produtos, como A RENNER, que está entrando no mercado, a FELTROS
SANTA FÈ que já é bem mais antiga, dentre outras.

Em nossos trabalhos não usamos jamais mantas asfalticas
industrializadas, e os motivos são bem fáceis de entender, primeiro
porque na verdade o asfalto não tem resistência a ÁGUA, ainda mais
águas paradas ou empoçadas, e muito menos ao intemperismo. Pois bem aí
dirão: mas como pode? As ruas e estradas no Brasil são de alfalto? Sim
são de alsfalto, porque o asfalto se consagrou neste tipo de solução,
veio se tornando barato, nos ultimos 40/50 anos, e
Empresas Americanas como a Chevron introduziram este conceito no
Brasil, e agora, depois que a Petrobrás adiquiriu a Chevron e a
Ypiranga, e a bem da verdade essa tecnologia de pavimentação com
asfalto evolui tambem um pouco nos ultimos anos. Mas para os pisos de
asfalto terem boa durabilidade, são necessários rigorosos controle
técnológicos na elaboração de projeto, controle tecnológico na
execução, e basicamente o asfalto de estrada ainda dura um pouco mais
porque ele tem que ser bem compactado e ter bom caimento para as
lateriais das pistas, caso contrário, é essa tragédia que estamos
asssitindo em nossas rodovias.
Em impermeabilização isso já não é possivel,não há como compactar
mantas asfalticas, os caimentos já são praticados, mas há limitações
para isso tambem, nem sempre se pode executar um bom caimento e nem
sempre isso é possível em obras prediais. Os asfaltos tem baixissímas
resistência a água a liquidos em geral, aos intemperismos, ao calor,
dentre outras. Façam um teste deixe um pedaço de manta industrializada
em cima de uma laje, ou cimentado por um tempo, logo logo veram os
resultados.

A boa impermeabilização dos dias atuais deve ser executadas, de tres
formas, primeiro, melhorando a qualidade dos concretos, tecnologia pra
isso já existe, segundo, quando isso não é possivel, ou a área esta
sujeito as dilatações o melhor é aplicar elastômeros com com
estruturantes ( feltros , lã de vidro, não tecidos de poliéster,
etc..).
Os elastômros estam aí tambem, cada um com sua resistência, e
propriedades. A terceira e mais moderna são as polyuréias, essa já
muito difundida em paises como EUA, Europa, e Ásia, mas necessecita de
equipamentos caros e sofisticados, no Brasil já tem quem faça.

Mantas jamais, asfalto tambem não, estes devem ser banidos deste tipo
de obras, pois são ineficazes, são complexos de fazer, exigem o uso de
diluentes aromáticos, como bezenos, toluenos, que são os (VOCS) muito
tóxicos. Depois ao final dos trabalhos tem que fazer aquelas piscinas
pra testar, e depois de cinco anos se elas passarem nos testes deverão
ser arrancadas, causando custos para os Condominios da ordem de R$
250,00/m², para reconstrução dos trabalhos sem contar o tempo de
execução que são super demorados.
Aí, me perguntaram: Bom mas como pode tudo isso? E eu direi: perguntem
ao MERCADO, aos construtores, a industria, aos acadêmicos, essas
coisas são assim, a evolução se dá desta forma mesmo. Estamos fazendo
a nossa parte, mas não podemos mudar o mundo da noite pro dia, e neste
momento dou minha contribuição, além as que já venho dando aos meus
clientes.

Saudações


JULIANO
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Vicente Menta Filho

unread,
Nov 26, 2009, 1:57:54 PM11/26/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Caro Mário,
 
Obrigado pela atenção.
Vou ler o livro do Picchi, com bastante atenção e depois, se for o caso, continuaremos a discussão.
Quanto aos uso de emulsões acrílicas (minha especialidade), posso dizer que a recomendação citada é exagerada.
Com o uso de emulsões acrílicas elásticas e adequadas, basta imprimar, aplicar 1 demão da emulsão acrílica (no nosso caso, misturada com cimento), véu de poliéster (ou outra armadura adequada) e mais duas demãos da emulsão acrílica (no nosso caso, misturada com cimento).
A partir daí, vem os complementos, discutíveis caso a caso, como a camada de separação, a argamassa de proteção mecânica e a camada final, que também poderia ser de argila expandida, para melhorar um pouco o conforto térmico e reduzir peso sobre os substrato.
Dá para reduzir alguma coisa desses complementos.
Na época dessa obra pequena, terei o máximo prazer em trocar informações técnicas com voce, independentemente de qual for sua escolha de fornecedor.
 
Abraço

Sylvio Nogueira

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Nov 26, 2009, 5:38:08 PM11/26/09
to Clube dos Engenheiros Civis
Prezados:

Juliano colocou muito bem, eis que:

1 ) Em prédios (alguns até novíssimos) que tenho vistoriado, é
corriqueira a formação de poças - a longas e bizarras distâncias das
caixas de coleta pluvial -, passados poucos meses do término da obra,
pois o pessoal técnico ( ? ) envolvido esquece, cronicamente, de
definir caimentos capazes de compensar a sabida, fatal e inevitável
deformação lenta do concreto armado (que pode atingir até 6 ou 8 anos
da idade predial); assim, as flechas das lajes, num terraço térreo
exposto, tendem a fazer com que as caixas de coleta restem, depois de
alguns anos, no “topo do morro”, o que depõe, de forma deplorável,
contra a arquitetura e a engenharia civil brasileiras.

2 ) Não tenho qualificação para defender a perenidade de asfaltos
vários e/ou de qualquer outro produto/sistema; sou, ademais, muito
suspeito, pois minha posição, depois de décadas de obras e trânsito
por muitas das mais ridículas patologias, é a de encarar a
impermeabilização como um artifício para proteger prédios em cujos
projetos faltaram um bom telhado com beiral, uma racional laje
inclinada, pingadeiras, janelas bem vedadas, baldrames separados de
alvenarias por faixas realmente estanques, etc, etc. Contudo,
considerando que tal proteção - ou “mal necessário” - nem sempre é
evitável ( afinal, nem tudo é perfeito ), resulta muito importante
que o consumidor seja orientado no sentido de algo que assegure, ao
imóvel de ele constrói ou adquire, a maior e melhor vida útil
possível.

Dar prioridade às impermeabilizações, para mim, é algo semelhante a
colocar cesarianas à frente de partos normais ; e ficar discutindo,
até o fim dos tempos, sobre a melhor técnica de abrir úteros a
bisturi....

Que siga o bom debate.

Sylvio Nogueira
Arquiteto
www.snogueira.com


On 25 nov, 21:15, SK-PRODUTOS&amp;INOVAÇÕES <sk.juli...@yahoo.com.br>
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SK-PRODUTOS&amp;INOVAÇÕES

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Nov 26, 2009, 8:37:24 PM11/26/09
to Clube dos Engenheiros Civis

VEJÃO ISSO, É AQUELE LANCE DO VEJA BEM, QUE TODOS JÁ CONHECEM.

quinta-feira, 26 de março de 2009
IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAJES - Sistema com membrana asfáltica e véu de
poliéster

A primeira demão de pintura asfáltica (imprimação)é diluída em até
10% de água a fim de penetrar bem nos poros e aplicada com rodo ou
escovão diretamente sobre o contrapiso em camadas de 1,0 a 1,5 mm de
espessura


Subir a impermeabilização sem descontinuidade nos rodapés, beirais da
laje e descer nos ralos.
Após 24 horas, colocar o véu de poliéster em toda a superfície, com as
abas perfeitamente aderidas. Fazer um transpasse de,no mínimo, 10 cm.
A tela torna a membrana mais resistente aos esforços de tração e à
punção. Em seguida, aplicar mais uma demão de pintura asf'áltica
sem diluição.
Após 24 horas, aplicar a demão de acabamento

Proteção mecânica: Fazer a proteção mecânica 7 dias após o término da
impermeabilização, pois
os produtos asfálticos, por terem cor escura, absorvem os raios
ultravioleta do sol e, depois de algum tempo, podem secar e fissurar,
tornando-se quebradiços. A fim de evitar esses danos, é necessário
protegê-los, também, dos esforços mecânicos, tais como tráfego de
pedestres, veículos, queda de materiais, etc. Em qualquer situação, o
mais indicado é que seja feita a proteção aplicando-se uma mistura de
cimento com adesivo para argamassa, que funciona como camada
separadora entre a impermeabilização e o revestimento. Posteriormente,
deve-se aplicar uma argamassa, com espessura mínima de 2 cm e juntas a
cada 2 metros. Caso a superfície venha a ficar exposta, sem trânsito,
pode-se optar por uma proteção apenas contra os raios solares, usando
uma camada com cerca de 5 cm de argila expandida.


*Fonte;PICCHI, Flávio Augusto. Impermeabilização de coberturas.
Editora Pini Ltda.2. Manual Técnico. Otto Baumgart Indústria e
Comércio S. A.3. IBI - Instituto Brasileiro de Impermeabilização.4.
Apostila Impermeabilização de estruturas. 17ª Edição, 2000.


Ficou claro? quer tirar mais dúvidas, então comente ou participe do
forum ou do chat que estão no link desta pagina.
Postado por IMPERCONSULTORIA às 06:36
Marcadores: IMPERMEABILIZAÇÃO, Membrana flexivel, primer asfáltico,
sistemas de proteção contra umidade, Véu de Poliéster

POR ISSO MAIS UMA VEZ EU INSISTO.

Como podem ver o procedimento é bem complicado, pra nossa mão de obra.
Manda diluir com água, se dilui com água, tambem a própria àgua das
chuvas a quem ela deveria proteger a diluirão em breve espaço de
tempo. não pode pisar, andar, deixar ao sol. Só funciona por algum
tempo se for protegida por argamassa de 5 cm, alem de tudo nada pode
cair sobre ela, uma ferrramenta, um cascalho mais pesado, nada pode,
ela tem que ficar escondida de todo e qualquer ataque.

Notem bem, não parece uma coisa estranha? Não parece uma coisa
ultrapassada? Será que não existe coisas ou técnicas mais modernas?
Logo, logo, responderão: As mantas asfalticas industrializadas, mas
não é praticamente a mesma coisa, o mesmo conceito, os mesmos
materiais? Afinal neste caso o que mudou? Práticamente nada, só menos
sujeiras e as fogueiras com latões, agora são os maçaricos a gás.

Na verdade os asfaltos não impermeabiliza nada, eles funcionam como
aglomerante, o mais antigo que existe e tambem o mais barato, servindo
para aglutinar cargas, na formação da massa e dos estruturantes (véus,
não tecidos, feltros, papel kraft etc..). O asfalto é muito barato,
seu preço da produção para distribuição varia de R$ 1,00 a R$ 2,50 por
kilo ou litro, já as elmulsões acrilicas tem custos de R$ 5,00 a R$
8.50 da produção a distribuição, os poliuretanos de R$ 15,00 a R$
20,00 os epóxi de R$ 20,00 a R$30,00. Por isso os aasflatos são mais
utilizados nesta composição, não por sua qualidade e eficácia, mas sim
por seu baixissimo custo. Mas esquecem todos os outros custos com
preparações e proteções, estes chegam aumentar os custo em quase 300%,
fora o tempo perdido com as etapas, e testes.

Muitos parece insistir nisso, alguns por desinformação, outros por
interesses, como é o caso das industrias, outros por acomodação,
outros por economia, pois veem no baixo custo inciais dos serviços um
ganho aparente, e até acham que são bons gestores de recusros, as
vezes próprios, as vezes de terceiros. Assim os erros vão se
perpetuando.

Vamos debatendo.

Cordialmente

JULIANO
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Vicente Menta Filho

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Nov 28, 2009, 9:59:09 AM11/28/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
Juliano,

Duas observaçõe :

1) A manta asfáltica industrializada tem 2 formas de ser apkicada.
Uma delas é com o maçarico, mas os "manteiros" especializados dizem que essa
forma não é segura, pode trazer problemas para o cliente.
Então vem a segunda forma de aplicação, essa mais top de linha, que é com,
PASMEM, asfalto derretido. Isso mesmo, para fazer uma boa aplicação de manta
asfáltica, tem que colar com asfalto derretido.
Isso em pleno século XXI, época de consciência ecológica, etc.
Assim como foi divulgada a figura do fumante passivo, está na hora dos
médicos (pelo menos os ocupacionais, da medicina do trabalho) se
pronunciarem a respeito do derretedor de asfalto passivo, uma vez que o
"agradável" cheiro não só prejudica os aplicadores, como também os demais
funcionários da obra e os vizinhos

2) Emulsões acrílicas tem de monte no mercado, algumas no estado da arte da
excelência (bem pleonasmo mesmo), superior a qualquer outro produto e outras
que não servem para absolutamente nada.
Falar em emulsões de R$ 5,00 a R$ 8,50, sinceramente é incentivar os
produtores de baixa qualidade. Uma boa emulsão acrílica custa de R$ 12,00
até R$ 20,00/Kg., mas também é impermeabilização para toda a vida.

Abraço

SK-PRODUTOS&amp;INOVAÇÕES

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Nov 28, 2009, 7:20:05 PM11/28/09
to Clube dos Engenheiros Civis
Caro Vicente.

-Quando falei em R$ 5.00 a 8.50, me referia a matéria prima. Aquele
preço que pagas por 1KG do produto em tonéis e bombonas, e o mesmo fiz
com o asfalto e as demais. É claro que depois de cargueado batido
aditivado pigmentado, rotulado, encaixotado, transportado e
distribuído, o preço passa pros R$ 12.00 em diante, e, se o seu
produto assim custar , creio vc tem bom preço.
Saudações

JULIANO
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Mario

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Dec 1, 2009, 8:43:03 AM12/1/09
to ClubedosEnge...@googlegroups.com
SJDR 1 de DEZ. de 2009.
 
Vicente
Vou estudar os seus produtos
Telefono para voce.
mariomarcos
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