[tribuna_da_internet] Resumo 5867

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Feb 21, 2012, 4:55:44 AM2/21/12
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1.

"EUA e Irã avançam (devagar) rumo a conversações" [19/2/201

Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Seg, 20 de Fev de 2012 6:47 pm



De: Vila Vudu

Sent: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Subject: "EUA e Irã avançam (devagar) rumo a conversações" [19/2/2012, MK Bhadrakumar, Asia Times Online (traduzido)]

EUA e Irã avançam (devagar) rumo a conversações
19/2/2012, M K Bhadrakumar, Asia Times Online
http://www.atimes.com/atimes/Middle_East/NB18Ak02.html

Estão quase decididas as preliminares para o desfecho da situação iraniana. O indício mais seguro disso é que a campanha de propaganda que Israel tentou iniciar essa semana – de que agentes de Teerã estariam distribuindo bombas em Nova Delhi, Tbilisi e Bangkok – não recebeu nenhum apoio importante nas capitais ocidentais. Dito em poucas palavras, o ocidente dá sinais claros de impaciência. Já passou o tempo de encenações teatrais.

Há várias indicações de que a situação encaminha-se na direção de um plano consistente. Uma das séries de eventos que sugerem essa via foi a resposta, redigida por Saeed Jalili, principal negociador iraniano, à carta de Catherine Ashton, chefe da política externa da União Europeia. Simultaneamente, Teerã anunciou que desenvolveu uma nova geração de centrífugas, que agora passaram de 6.000 para 9.000, e que abasteceu seu reator de pesquisa com os primeiros bastões de combustível nuclear produzidos no Irã.

Apesar de o anúncio das recentes “conquistas” de Teerã poder parecer movimento beligerante, Washington logo decidiu que o anúncio foi dirigido ao público interno no Irã. O conteúdo da carta de Jalili e, mais importante, as respostas inicias, de otimismo cauteloso, que a carta gerou imediatamente nas capitais ocidentais, sugerem que há no ar sinais positivos.

A reação em Washington é o sinal mais importante. Para um funcionário da Casa Branca [citado pela agência Reuters], “A carta de Jalili poderá levar a novas negociações diplomáticas, se [os iranianos] estiverem falando sério. Já deixamos claro que o diálogo deve centrar-se especificamente sobre o programa nuclear.”[1]

Aparentemente, a carta de Jalili fala de “novas iniciativas” dos iranianos; e sugere que o Irã está aberto para discutir a questão nuclear. Sugere que “Uma atitude construtiva e positiva em relação às novas iniciativas da República do Irã nessa rodada de conversações abriria uma perspectiva positiva para nossas negociações”.[2]

E Jalili concluiu: “Assim sendo (...) proponho retomar nossas conversações para encaminhar passos fundamentais para cooperação sustentável, tão logo seja possível, em local e data mutuamente convenientes a serem acertados.” Significativamente, nem Ashton nem Jalili fazem referência a pré-condições para as conversações. Evidentemente, Bruxelas já está consultando Washington sobre local e data para reiniciar conversações entre os “Irã-6” e o Irã, depois de interrupção de três anos. O grupo “Irã-6” – também chamado “P5+1” – inclui os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (EUA, França, China, Rússia e Grã-Bretanha) + Alemanha.

Outra série de sinais positivos é a retórica comedida, dos dois lados. A contribuição mais significativa para uma suavização das tensões veio de alguns dos funcionários de mais alto escalão da inteligência dos EUA, durante audiência na Comissão das Forças Armadas do Senado, na 5ª-feira, apenas um dia depois de recebida a carta de Jalili. É também interessante que a própria audiência estivesse acontecendo imediatamente depois de 32 senadores terem encaminhado proposta de “descartar a estratégia de contenção contra um Irã armado com armas nucleares.”[3]

James Clapper, diretor da Inteligência Nacional dos EUA, avalia que, até agora, Teerã ainda não decidiu construir arma nuclear, embora os iranianos já acumulem algumas das competências necessárias. E disse que duvida que o Irã decida dar realmente esse passo:

Os EUA acreditamos que a decisão só será tomada pelo Supremo Líder [aiatolá Ali Khamenei] e que sua decisão será baseada numa análise de custos-benefícios. Não acho que ele deseje uma arma nuclear a qualquer preço, e daí o valor das sanções. Os iranianos mantém-se em posição para tomar essa decisão, mas há coisas que eles ainda não fizeram e não fizeram, de fato, já há algum tempo.

Parece claro que Clapper deixa transparecer que Washington constata e valoriza a moderação que Teerã tem manifestado, por não ter, até agora, desenvolvido o programa de construção de armas atômicas. Noutro depoimento, o diretor da Agência de Inteligência da Defesa dos EUA, tenente-general Ronald Burgess, acrescentou que “o Irã tem hoje a capacidade técnica, científica e industrial para eventualmente produzir bombas atômicas” e, apesar da pressão internacional contra o Irã, mediante as sanções, “avaliamos que Teerã não dá sinais de desejar abandonar o seu atual programa nuclear.”

Se se aproximam esses dois depoimentos, vê-se que o governo Obama está sinalizando claramente que é mais que hora de reiniciar conversações com Teerã. Ambos, Clapper e Burgess, avaliaram como reduzido o risco de uma eventual ameaça iraniana contra a segurança dos EUA ou o Estreito de Ormuz.

Aspecto fascinante dessas audiências foi também que os dois representantes do governo dos EUA virtualmente admitiram que, em termos gerais, Teerã tem sido mais reativa que provocativa ou beligerante e que não está trabalhando para aumentar as tensões. Burgess chegou a dizer que se deve esperar que o Irã reaja, se for atacado; mas que, hoje, os EUA avaliam que o Irã não iniciará, por iniciativa sua, qualquer conflito militar.

Clapper avançou ainda um passo adiante: associou diretamente qualquer mudança no programa nuclear pacífico de Teerã a uma eventualidade, no caso de que “o regime iraniano sinta-se ameaçado em termos da própria estabilidade ". Clapper também concordou com o secretário da Defesa, Leon Panetta, que, em qualquer caso, produzir uma bomba “exigiria dos iranianos ainda um ano de trabalho, e provavelmente mais um ou dois anos, até instalá-la num veículo de transporte e disparo de qualquer tipo.”

Clapper acrescentou que “[produzir uma bomba] é tecnicamente viável, mas não é praticamente viável. Há muitas combinações e permutas que afetariam o processo e o tempo exigido, no caso de os iranianos decidirem afinal construir uma bomba nuclear.”

Em resumo, Clapper jogou água fria no cenário que Israel tenta criar, de “apocalypse now”. (Também repetiu que Israel não tem planos para atacar o Irã.)

No geral, esses depoimentos devem ser tomados como ampla garantia, encaminhada na direção de Teerã, de que, afinal, ainda há muita gente em Washington que não enlouqueceu completamente ao longo desses meses de propaganda e guerra de sombras que tentaram dar proporções apocalípticas ao impasse EUA-Irã.

E há ainda uma terceira série de eventos: Teerã também está recorrendo à sua dose de diplomacia pública para divulgar o interesse que tem em engajar construtivamente os EUA. Dentre os movimentos mais importantes nessa direção, publicaram-se três artigos, assinados por Seyed Hossein Mousavian[4], que até há seis anos era membro importante da equipe de negociadores iranianos para a questão nuclear (e que foi embaixador do Irã na Alemanha durante sete anos).

O mais importante foi publicado na influente Foreign Affairs[5]. Mousavian analisou o impasse entre EUA e Irã sobre a questão nuclear ao longo dos últimos oito anos, como uma crônica de tempo perdido, oportunidades desperdiçadas, malentendidos e má informação sobre os dois lados, que levaram a erros de cálculo que de modo algum contribuíram para qualquer avanço e só fizeram aprofundar cada vez mais o impasse.

Não vacila ao atribuir a culpa a vários sucessivos governos norte-americanos, que jamais se deram o trabalho de explorar as muitas e repetidas aberturas que o Irã ofereceu para a normalização das relações.

Repete, como refrão, que a questão nuclear jamais deveria ter sido definida como “questão única” que pudesse ser discutida à parte, num conjunto cerrado de questões mais amplas, incluídas todas no relacionamento confrontacional que os dois países mantêm desde a revolução iraniana de 1979.

Em suas palavras, “Não haverá solução para a disputa nuclear enquanto os representantes dos governos, em Teerã e Washington, continuarem a basear o relacionamento entre eles em hostilidade sempre crescente, ameaças e desconfianças e, sobretudo, enquanto o único objetivo dos EUA for a mudança de regime em Teerã.”[6] (Por uma interessante coincidência, Panetta e Clapper usaram praticamente as mesmas palavras, essa semana.)

Na última parte de seu argumento, em conclusão, Mousavian sugeriu o que, para ele, devem ser “as linhas de fundo” de futuras negociações: “Para o Irã, a linha de fundo de futuras negociações é preservar a capacidade para produzir energia civil confiável, como o Irã tem pleno direito de produzir, nos termos do Tratado de Não Proliferação Nuclear. Para os EUA e a Europa, a linha de fundo das negociações é garantir que jamais haverá Irã armado com bombas nucleares ou com repentina capacidade, não esperada, para que se arme nuclearmente.”

Como se poderão harmonizar as expectativas dos dois lados. O que Mousavian sugere é o seguinte:

Especificamente, o ocidente deve: reconhecer o direito legítimo do Irã de produzir tecnologia nuclear, inclusive o enriquecimento de urânio; remover as sanções; e normalizar os registros nucleares do Irã no Conselho de Segurança da ONU e na Agência Internacional de Energia Nuclear. Para satisfazer as condições do grupo P5+1, o Irã deve aceitar o nível máximo de transparência, implementando o Código 3.1 do Acordo Subsidiário da AIEA e o Protocolo Adicional do Tratado de Não Proliferação, que admite monitoramento e inspeções intrusivas em instalações nucleares.

Para eliminar as preocupações ocidentais, sobre a possibilidade de se construírem armas nucleares que utilizem urânio baixo-enriquecido, algum acordo deve impor o limite de 5% ao enriquecimento de urânio no Irã (...). Outro acordo deve também limitar a quantidade de hexafluoreto de urânio baixo-enriquecido armazenado no Irã; limitar os locais de enriquecimento, durante um período de construção de confiança; estabelecer um consórcio internacional sobre enriquecimento no Irã; e o Irã se comprometerá a não reprocessar o urânio baixo-enriquecido durante o período de construção de confiança.[7]

A “sugestão Mousavian” é, em certo sentido, modelada a partir do plano “passo-a-passo” dos russos, que também inclui total supervisão pela AIEA; implementação do Protocolo Adicional e Acordo Subsidiário entre a AIEA e o Irã; limitar a um os locais de enriquecimento; e suspensão temporária do enriquecimento.

Moscou propôs que, em troca, o Irã deve esperar que o grupo “Irã-6” remova as sanções e normalize os registros nucleares do Irã na AIEA e no Conselho de Segurança da ONU.

É difícil determinar em que medida as opiniões de Mousavian refletem o pensamento de dentro do regime iraniano, e, de fato, Mousavian está bem consciente de que “o clima político doméstico nos dois países” interpôs-se, no passado, no caminho que poderia ter levado a negociações proveitosas entre Washington e Teerã.

Mas o mais surpreendente é que os depoimentos de Clapper e Burgess, na Comissão do Senado, estão em perfeita harmonia com o que Mousavian sugeriu como caminho a seguir.
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[1] 17/2/2012, http://www.nti.org/gsn/article/iranian-proposal-atomic-discussions-under-review-white-house/

[2] 16/2/2012, Arab News, http://arabnews.com/middleeast/article576633.ece?service=print

[3] A proposta, encaminhada por senadores dos dois partidos, mas apresentada pelo Republicano Joseph Lieberman, é proposta para uma “Orientação para o Senado”. Detalhes da proposta em http://lieberman.senate.gov/index.cfm/news-events/news/2012/2/senators-introduce-resolution-ruling-out-containment-strategy-of-nucleararmed-iran [NTs].

[4] Os três artigos citados são: 30/8/2011, Hossein Mousavian, The Atlanticist (revista da OTAN), “Rules for Successful Engagement with Iran”, em http://www.acus.org/new_atlanticist/rules-successful-engagement-iran; 9/2/2012, Hossein Mousavian, Foreign Affairs, “How to engage Iran”, em http://www.foreignaffairs.com/articles/137095/hossein-mousavian/how-to-engage-iran; e 16/2/2012, Hossein Mousavian, Bloomberg Views, “How the U.S.-Iran Standoff Looks From Iran”, em http://mobile.bloomberg.com/news/2012-02-17/how-the-u-s-iran-standoff-looks-from-iran-hossein-mousavian

[5] 9/2/2012, Hossein Mousavian, Foreign Affairs, “How to engage Iran”, em http://www.foreignaffairs.com/articles/137095/hossein-mousavian/how-to-engage-iran

[6] 16/2/2012, Hossein Mousavian, Bloomberg Views, “How the U.S.-Iran Standoff Looks From Iran”, em http://mobile.bloomberg.com/news/2012-02-17/how-the-u-s-iran-standoff-looks-from-iran-hossein-mousavian

[7] 16/2/2012, Hossein Mousavian, Bloomberg Views, “How the U.S.-Iran Standoff Looks From Iran”, em http://mobile.bloomberg.com/news/2012-02-17/how-the-u-s-iran-standoff-looks-from-iran-hossein-mousavian

2.1.

Re: Marcos Basto

Enviado por: "sonia montenegro" smonte...@yahoo.com.br   smontenegro47

Seg, 20 de Fev de 2012 7:33 pm



Marcos,

Fala sério!!!!!

Perdi meu tempo vendo uma boa parte desse vídeo que faz um monte de acusações sem nem ao menos especificar alguma.

Leia o livro Privataria Tucana, que vc vai ver o que é denunciar com consistência!!!!

Sonia.

----- Original Message -----
From: Sergio Neumayer
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 19, 2012 11:52 PM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Marcos,

Acho que seria mais adequado você disponibilizar nessa rede a cópia que me remeteu. Será importante que todos tenham a oportunidade de ver. Pouco importa se é autêntica - indica uma renda mensal de aposentadoria pouco superior a R$ 2.000 por mês. Nada tem a ver com invalidez e nem supera o teto pago pelo INSS.

SCN

----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 19, 2012 11:23 PM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Caro Luiz, tinha enviado ao Sérgio Neumayer uma cópia do extrato do benefício que

Lula recebe porque não acreditou em afirmação que lhe havia feito.
De fato não podemos acreditar na maior parte das informações que circulam na net,
mas para isso que existe bom senso e cada um tem sua capacidade de raciocinar.
A notícia falsa que me envia para fortalecer sua afirmação que não devemos acreditar
em tudo que circula na internet, já havia sido retida por meus filtros por ser falsa.
A que enviei ao Sérgio, foi em e-mail de provedor contratado há muitos anos e tem minha
identificação. Posso provar na justiça tudo o que remeto em meus e-mails.
Podem levar a cópia do benefício do Lula aos maiores e melhores peritos criminais em
analisar documentos para desfazerem vossas dúvidas em relação ao documento e minha
seriedade.
Marcos Pinto Basto
PS: E-mail muito interessante http://www.youtube.com/watch?v=wlfDR7j7KWs

Em 19 de fevereiro de 2012 22:21, Luiz G A de Mello Gaia <lgamgaia@hotmail.com> escreveu:

Caro Marcos
Veja abaixo a noticia que circulou na internet por muito tempo, procure identificar a fotografia abaixo, dada como sede da Fazenda Valparaiso e veras que a Esta foto é da ESALQ em Piracicaba/SP. Então não acredite em tudo que circula por ai, procure provas verdadeiras.

“Lulinha”, o grande empreendedor da família do presidente
jul 29
Publicado por Pedro Ribeiro em Noticias, Política
Circula na internet material que destaca o potencial empreendedor do filho do presidente Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Há cinco anos, ele era subempregado do zoológico de São Paulo, onde recebia salário de R$ 1.500,00. Hoje, o filho de Lula é o feliz proprietário da Fazenda Fortaleza, em Valparaíso, em São Paulo, e que está certificada em cartório de registro de imóveis. Lulinha comprou a área (de porteira fechada) – às margens da rodovia Marechal Rondon, de propriedade de José Carlos Prata Cunha (um dos maiores produtores de boi Nelore do País) –, por R$ 47 milhões. Para juntar todo esse dinheiro, Lulinha teria que trabalhar 2.612 anos para comprar a fazenda. Aliás, o “empreendedor” não ficou na aquisição dessa fazenda. No Pará, nas regiões de Redenção, Marabá e Carajás, Lulinha comprou várias fazendas, pagando por elas mais de R$ 100 milhões. Neste negócio, são seus sócios, Duda Mendonça e Daniel Dantas. O interessante é que os “dons fenomenais” de Lulinha só apareceram depois que o pai chegou ao Palácio do Planalto. Vai ver seja esse o tão anunciado “espetáculo do crescimento”, que seu pai, o presidente Lula tanto fala.

Fazenda do Lulinha em Vaparaiso

Luiz Gastão A. Mello Gaia

Dignidade Sempre

Minas Gerais, não dá para explicar, tem que viver

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To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
From: marcospintobasto@superig.com.br
Date: Sat, 18 Feb 2012 04:18:25 -0200

Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Sérgio,

nunca duvidei de seus conhecimentos técnicos, assim como acreditei muito no Lula até ao
dia em que ordenou ao ministro da justiça para colocar a cúpula da polícia Federal contra o
Delegado Protógenes Queiroz que havia investigado todas as negociatas de seu filho Lulinha com o super burlão Daniel Dantas, investigações essas que não constavam do relatório oficial, mas estão registradas no relatório da operação.
Lula foi um estadista muito competente em suas decisões de política externa, mas faltou-lhe assessoria competente em estratégia militar para a segurança nacional. Encerrou seus mandatos com chave de ouro ao escolher Dilma Roussef para sua sucessora que tem maior aprovação da opinião pública nacional.
Suas considerações sobre minhas opiniões fogem do cerne da questão em causa que trata do roubo continuado dos aposentados ganhando mais que o salº. minº. , sofrem no reajuste anual de seus benefícios, manobra que fere a constituição.
Suas sugestões são impróprias, assim como seu parecer sobre rede que frequento cuja fertilidade está bem patente em tudo que postam.
Quanto à aposentadoria do Lula, pode solicitar informações ao Instituto Lula que certamente o deixarão mais esclarecido.
Marcos Pinto Basto

Em 17 de fevereiro de 2012 18:49, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marco,

Se você não acredita em mim nas questões técnicas (que por acaso entendo), não acredita no Lula, não acredita na Dilma e desconfia do governo que tem a aprovação de 80% da população (talvez também não acredite nas pesquisas), sobram poucas alternativas:

1. Tentar eleger outro grupo político em quem confie - talvez até sendo o candidato para evitar dúvidas;

2. Insurgir-se contra o governo constitucional;

3. Mudar-se para um país onde as coisas aconteçam como você entende serem corretas.

Em qualquer caso, parece-me que você está na rede errada, tentando semear em terreno pouco fértil.

Abraço forte.

SCN
----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 17, 2012 1:35 PM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Prezado Sérgio, sequer imagino quais são suas fontes de informação sobre a situação de Lula perante a Previdência Social pois Luis Inácio

Lula da Silva continua recebendo benefício com título de aposentadoria por invalidez parcial previdenciária que supera R 5.000,00, podendo
desempenhar qualquer outra função que não seja imperiosa a utilização do dedo mínimo.
O know how dos malabarismos financeiros que regem as contas do tesouro nacional é comandado pelos sobrinhos do tio sam que têm
numerosos "servidores" por aqui. Uma minuciosa auditoria de nossas contas internas e externas efetuada por peritos criminais nacionais
muito competentes que temos, coadjuvados por peritos internacionais, revelaria quantas trampolinagens já foram feitas neste Brasil,
principalmente no "reinado" do FHC, o maior traidor da Pátria que tivemos, impossível de superar.
Quais as razões porque todos os grandes e médios empresários nacionais reclamam tanto da SELIC ? Estão todos errados?
Hoje estou afastado de muitas fontes de informações espalhadas pelo mundo, mas sei que as aplicações financeiras de grandes agiotas
internacionais, recebem tratamentos especiais como isenção de IOF que não nos informam.
Existe grande intromissão yankee nos nossos assuntos internos que foram hábilmente contornados por Lula e alguns assessores, mas
dificultaram a concessão de benefícios sociais ao Povo mais carente. O Bolsa Família poderia ser um benefício de maior valor e mais
abrangente com melhor sistema de controle. Numerosas prefeituras facilitam a concessão do benefício para os apaniguados do "gerente"
municipal. A classe operária mais pobre teve a possibilidade de melhorar um pouco a vida, muito embora tenham havido "excessos" que
partiram exatamente da gananciosa máfia da agiotagem nacional como por exemplo facilitar a compra de automóvel novo em até 80 meses.
Moro num bairro pobre que se confunde com a favela e ainda hoje vejo indivíduos que ganham menos de mil reais por mês com carro
comprado nessas condições, só que na maioria dos casos têm IPV e prestações atrazadas, muitas multas de trânsito e numerosas falhas
por falta de manutenção. Sem contar aqueles que a justiça conseguiu apreender o veículo por falta de pagamento.
Os empréstimos consignados a aposentados é outra grande vigarice que ilude o tomador do empréstimo por um dia e complica sua vida
em até 365 X 5 = 1.825 dias. Por urgente necessidade de ultrassonografias fui obrigado a entrar numa dessas armadilhas.
Lula e sua equipe beneficiaram os mais pobres, mas esqueceram de não lesar outros pobres que é o meu caso e milhões de
aposentados que ganham mais que essa quantia que designam de salário mínimo e o fazem atropelando a lei maior, hoje toda esfarrapada.
Ainda existe muita gente séria e honesta no Brasil que não é representada no congresso nacional, valhacouto da elite criminosa que
campeia por aí, nem tão pouco escutam nossas reclamações e depois acontecem barbaridades muito criminosas como a trombeteada
"reintegração de posse" do bairro Pinheirinho em S.José dos Campos/SP da responsabilidade de Geraldo Alckmin que alega ter feito
cumprir a lei e os maiores juristas brasileiros e estrangeiros declaram ter cometido um crime contra a segurança social. E mostra-se
como grande católico praticante e membro do Opus Dei.
Torno a escrever-lhe por estes dias porque surgiram numerosas falhas na minha conexão da Banda Larga, o tal speedy da Telefónica
que vive fraudando os contratos com os assinantes e a ANATEL nada faz.
Um abraço,
Marcos Pinto Basto

Em 16 de fevereiro de 2012 01:37, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marcos,

Entendo sua revolta; é duro não receber no fim do mês o valor necessário para cobrir todas as despesas que temos (ou queremos ter). Entretanto, seu texto contém - em minha opinião - alguns equívocos de ordem técnica ou de desinformação habilmente plantada ao longo dos anos. Vou tentar comentar aqueles, que segundo meu entendimento, são os de maior importância:

1. Lula NÃO é aposentado por invalidez. Provavelmente ficou algum tempo de licença e recebeu proventos da previdência oficial durante o período de convalescença quando perdeu o dedo - mas obviamente não se aposentou, pois se o tivesse feito não poderia ter sido presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo.

2. A dívida externa brasileira NUNCA foi e nunca será quitada enquanto o país estiver inserido na economia internacional. A maior parte da divida externa hoje é privada; embora existam ainda diversos títulos do governo pendentes de liquidação - por não estarem vencidos - no mercado internacional. Lula NUNCA declarou ter quitado a dívida externa; declarou sim o que o país conseguiu durante seu mandato - quitar a dívida com o FMI e acumular reservas internacionais em valor superior à dívida externa.

3. Não existe ligação nenhuma entre superávit primário e dívida externa. A geração de superávit primário é necessária para que seja possível pagar juros da dívida interna e evitar que volte a subir de forma desordenada como ocorria no passado. A mecânica é muito simples e não existe necessidade de curso em Bangladesh para entender: quando um país tem déficit orçamentário, precisa emitir títulos públicos para captar o valor desse déficit e pagar todas as suas contas além dos juros vencidos sobre a dívida já existente. Se o superávit é ZERO precisa emitir novos títulos para pagar apenas os juros. Quando tem superávit primário, paga os juros vencidos e,se possível, reduz o endividamento. Essa é a política que tem dado certo, além de ter o apoio maciço da população brasileira expresso nas urnas e no resultado das pesquisas de opinião. Alguns entendem que seria melhor continuar aumentando cada vez mais a dívida pública até transformar o país em uma Grécia. Outros talvez preferissem, simplesmente, emitir moeda e catapultar a inflação - nas duas alternativas (e não existem outras) a conta seria paga pelo povo como já vimos na história recente brasileira

4. As grandes obras a que você se refere, bem como toda a infraestrutura energética brasileira nos diversos setores, foram as grandes geradoras da dívida pública brasileira que hoje estamos administrando muito bem. Se eu tivesse sido consultado, direta ou indiretamente na época, preferiria que aqueles investimentos tivessem sido realizados com recursos tributários - aumentos de impostos. Infelizmente, o país estava submetido a uma ditadura e não fui consultado. O aumento de tributos que deveria - e poderia com facilidade - ter sido aplicado na década de 70 do século passado só ocorreu na segunda metade dos anos 90, quando a tributação passou de 24% do PIB para 36% do PIB.

5. A taxa SELIC é estabelecida segundo critérios técnicos. É muito fácil saber se o critério técnico utilizado foi correto - basta conferir as taxas de juros estabelecidas em leilão, para títulos do mesmo governo federal, emitidos periodicamente. Ao contrário daquilo que muitos acreditam, iludidos por comentários mais políticos do que técnicos, a taxa SELIC não é tão alta quanto parece - explico: a renda nominal obtida por um aplicador em títulos federais é integralmente tributada pelo imposto de renda - média de 20% para pessoas físicas e 34% para pessoas jurídicas. Ou seja; o governo paga de um bolso e recebe no outro. Para o aplicador pessoa física significa receber 12% menos 2,4% que deixa de imposto na fonte - cerca de 9,5% com uma inflação de 6% é renda efetiva pouco superior a 3% ao ano - no caso de aplicações de pessoas jurídicas o juro real anual é menor do que 3%. Convenhamos; é muito pouco juro para satisfazer um "agiota" de qualquer país do planeta terra - agiotas no Brasil não costumam se satisfazer com menos de 10% AO MÊS.

6. As taxas de câmbio no Brasil, hoje, são fixadas pelo mercado. Se existem mais entradas do que saídas de moeda estrangeira, a taxa de câmbio cai - quando ocorre o movimento inverso a taxa de câmbio sobe. Sempre que foram tentadas articulações diferentes nesse país, a vaca foi para o brejo - a mais recente foi a política desastrada de bandas cambiais durante o mandato do Príncipe da Sorbonne - Dom FHC.

7. Todos nós gostaríamos muito de ter um salário mínimo equivalente a R$ 2.300; se possível até mais do que isso. O problema é como chegar lá, e com que velocidade, sem que o trabalhador devolva tudo em decorrência de uma inflação galopante e crescente. Hoje o salário mínimo é praticado apenas pela previdência social e governos. O piso salarial de empregados domésticos no Rio de Janeiro é de 1,5 salários mínimos. Qualquer que seja o parâmetro utilizado - inflação, taxa de câmbio, cestas básicas, etc. - a conclusão única possível é que avançamos, e muito, nos últimos anos. Se preferir, faça outro tipo de avaliação - compare o prefil atual dos compradores de shoppings center com a clientela anterior ao governo Lula. Observe como cresceu a quantidade de carros circulando nas grandes cidades. Visite os aeroportos e tente saber a profissão dos passageiros que embarcam atualmente para o norte e nordeste do Brasil - vai se surpreender ao saber que diversos produtos e serviços anteriormente oferecidos e comprados por uma minoria da população estão hoje acessíveis àqueles que ganham 1,5 salários mínimos por mês.

Durante mais de 30 anos de minha vida profissional fui descontado para a previdência social no teto máximo de contribuição. Durante alguns anos recolhi sobre VINTE salários mínimos. Depois esse teto caiu para DEZ salários mínimos. Gostaria muito de receber hoje uma aposentadoria de DEZ salários mínimos - R$ 6.220,00. Recebo a metade e, espero, algum dia o sistema previdenciário possa reparar essa injustiça HISTÓRICA. Hoje, confio nos meus governantes e estou convencido de que não podem atender a esse meu desejo sem prejuízo de uma política de recuperação de perdas - ainda mais antigas, mais necessária e mais benéfica para a economia nacional - do salário mínimo.

Abraço,

SCN

----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 15, 2012 7:59 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Caro Sérgio, a arrecadação de impostos vinculados à Previdência Social tem sido sempre superior

às despesas da Previdência, mas infelizmente os administradores públicos que têm passado por
Brasília, ao invés de aplicarem as verbas excedentes em grandes empreendimentos de infra-estruturas
e respeitarem essas aplicações como se fossem empréstimos contraídos junto da agiotagem internacional,
têm desviado verbas com finalidades diversas que vão desde a construção da ponte Rio/Niterói, Itaipu até
ao misterioso superávit primário, uma invenção da mais pura picaretagem entreguista.
Dentro do próprio INSS não existe um critério rígido na concessão e pagamento de benefícios, existindo
pensões de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete chaves. O próprio Lula recebe uma pensão
por invalidez superior a R 5.000,00 que já li informação de ter esse valor porque já foi preso político. Não lembro
dessa prisão.
Mas durante a capatazia do maior traidor da Pátria que o Brasil já teve, o vendilhão FHC encarregou o António
Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de contenção de gastos na Previdência Social.
Essa besta quadrada do Anastasia que não deve ter parentes pobres e tem aquela coragem própria dos larápios
que arrancam os relógios e correntes de ouro dos velhinhos, entre outras pérolas da mais pura contabilidade de
traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que auferem benefícios superiores ao salário
mínimo,com metate do valor do índice anual de reajuste daquele valor.
Nos primeiros três anos, o aposentado não sente a desvalorização de seu benefício, mas a partir do 5º ano começa a ver quanto é espoliado.
Não entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma medida tão estapafúrdia que não tem base legal nenhuma. Segundo a
constituição, os salários são irredutíveis e para todos os efeitos, o benefício de aposentadoria é o prolongamento salarial do trabalhador que atingiu limites
previstos na lei.
NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? Só o pobre porque ao menor descuido seu, pode ser confundido com ladrão e sobra cana pra ele!
Mas como funciona a econômia do Brasil? Só um Phd em econômia, formado no Bangla Desh, poderá entender
a mecanica trampolineira das contas governamentais.
Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central (independente), um grupo de super iluminados
financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empréstimos contraídos pelo governo com os agiotas nacionais
e internacionais. Na grande maioria dos países, a taxa máxima de juros sobre grandes empréstimos é de 3%aa.
Depois, o Lula não declarou que tínhamos saldado a dívida externa? Então para que serve o tal superávit primário, outra
pérola negra desses cientistas em extorsão de incautos?
O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do Lula. Meireles, alto funcionário aposentado do Banco
de Boston, com residência fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta das galinhas de ovos de ouro.
Sabe qual a razão porque o Brasil não entrou de roldão nessa crise financeira "cozinhada" nos EUA e estendida à Europa
pelos grandes agiotas internacionais?
Na atual conjuntura econômica e financeira mundial, um dólar dos EUA vale R 1,71, mas o dólar é uma moeda sem lastro
físico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas por alto seriam necessários cerca de 8 Euros para
comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? Já ouviu falar em operações paralelas de cambio? Se o
Brasil adotasse o sistema de operações paralelas, teria um superávit tão grande com as maiores econômias do mundo que
talvez estivesse no topo delas.
Mas como é vítima da maior esculhambação econômica, financeira, científica e técnica, até no pagamento das prestações de
utilidades domésticas, o comércio cobra dos incautos consumidores, juros sobre quantias já pagas e juros sobre juros.
Coisa de agiota made in USA.
Então quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, não só eles como os trabalhadores ativos, fico exasperado
porque não vejo nenhuma reação da sociedade, nem de setores mais ilustrados com conhecimentos matemáticos.
O salário mínimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os "nobres cientistas sociais" conseguiram chegar a esse
valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo meretrício das principais cidades do País.
Roubam-me hoje R 2.050,00/mês! Roubam quantias de 9 milhões de benefícios cujos titulares contribuíram compulsóriamente,
mas julgando serem tratados com um mínimo de seriedade na hora de se aposentarem. Lêdo engano! Não me admiro muito se
mais tarde começarem a morrer idosos aos montes, vítimas de gripe que poderá ser suína, das gaivotas ou dos urubus.
Quando um cara fica velho, garanto-lhe que é uma merda!
Um abraço,
Marcos Pinto Basto

Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marcos,

Como a questão "aposentadorias" contém aspectos técnicos quase tão importantes quanto os políticos, entendo que seria muito interessante se você pudesse desenvolver mais o tema informando a este fórum:
1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos aposentados foi inferior à inflação;
2. De onde viriam os recursos necessários para que fossem pagas as perdas dos aposentados prejudicados.

Abraço,

SCN

----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula para o 32º aniversário do PT

Faltou acrescentar: Nestes dias difíceis que atravesso, pesa-me na consciência o grande roubo dos aposentados que ganham acima do salário mínimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito continuei aplicando e nem sei porque...

Marcos Pinto Basto

Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Tristão <danitristao@uol.com.br> escreveu:

Cara Presidenta da República Dilma Rousseff,
Caro Presidente do PT Rui Falcão,
Dirigentes e Militantes do PT,
Companheiras e Companheiros,

Eu queria muito estar hoje em Brasília com vocês. Além de celebrar coletivamente o aniversário do nosso partido, teria a oportunidade de rever e abraçar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo têm um papel fundamental na minha vida.

No entanto, o meu tratamento de saúde entrou em sua etapa final e devo manter a rigorosa disciplina seguida até agora, para que a cura seja completa e eu volte o mais rápido possível à militância social e política que tanto nos apaixona e mobiliza.

Se não terei, hoje, a alegria de revê-los, é porque quero estar com vocês muitas e muitas vezes nos próximos meses e nos anos vindouros, participando intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da dignidade do povo brasileiro e da democratização cada vez mais substantiva da nossa sociedade.

O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajetória e de suas conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da história do Brasil e uma das organizações progressistas mais respeitadas do mundo. Cumprimos, com notável êxito, os principais compromissos contidos em nosso “Manifesto de Fundação” lançado em 10 de fevereiro de 1980 naquele memorável encontro do Colégio Sion.

Nunca será demais lembrar que, junto com outras forças de oposição, o PT contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a redemocratização do país. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das organizações populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da sociedade civil brasileira. O chamado “modo petista de governar”, primeiro nos municípios e estados e depois no próprio governo federal, renovou profundamente a cultura administrativa do país, tornando-o muito mais republicano e participativo. Construímos, em parceria com outros partidos de esquerda, imprescindíveis ao sucesso da causa comum, generosas frentes populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao país um modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir renda e promover inclusão social. E fomos além. Inspirados no saudoso Paulo Freire, que recomendava “unir os diferentes para melhor enfrentar os antagônicos”, constituímos uma ampla aliança de centro-esquerda para conquistar democraticamente a Presidência da República.

Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram, pacificamente, uma verdadeira revolução econômica e social, levando o país a dar um extraordinário salto produtivo e tecnológico e, sobretudo, incorporando aos direitos básicos de cidadania dezenas de milhões de brasileiros e brasileiras que viviam à margem da sociedade. Tudo isso resultou em uma nação muito mais próspera e justa, que conquistou importante lugar no mundo. A atuação internacional do Brasil expressa os mesmos valores éticos e políticos, afirmando a soberania do país, impulsionando a integração regional e pugnando pela reforma da ordem global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.

Nosso projeto transformador, hoje sob a liderança da querida companheira Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, lúcida e competente, que o Brasil e o mundo estão aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.

A Presidenta Dilma, além de consolidar as conquistas do período precedente, cujo mérito é também dela, como excelente ministra que foi, está dotando o país de novos objetivos estratégicos, que devemos apoiar com entusiasmo. São metas econômicas, políticas, sociais e culturais que pavimentam o caminho do futuro. Peço licença a vocês para destacar duas delas, que tocam fundo o meu coração: erradicar a extrema pobreza até 2014, dando oportunidade de sobrevivência digna a 16 milhões de pessoas, por meio do Programa Brasil Sem Miséria; e expandir em escala massiva o ensino profissional e tecnológico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec, que pretende beneficiar 8 milhões de jovens até 2016.

Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os avanços obtidos sob a liderança do PT são inequívocos e prefiguram conquistas ainda maiores e mais valiosas.

Para estar à altura de suas responsabilidades, como esteve até agora, o nosso partido precisa manter-se sempre democrático e inovador, sem perder nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfeiçoar a cada dia.

Quero concluir essa saudação dizendo da minha alegria em saber que nesse ato estão sendo homenageadas duas pessoas admiráveis, que dedicaram toda a sua vida aos ideais de liberdade e justiça: Apolônio e Reneè de Carvalho. Sei que outros falarão sobre o inesquecível e insubstituível Apolônio. Direi uma palavra sobre a caríssima Reneè. Nada melhor do que o espírito fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira para simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa caminhada.

Um grande abraço do Lula

http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204

--
Marcos Pinto Basto
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Marcos Pinto Basto
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Marcos Pinto Basto
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2.2.

Re: Marcos Basto

Enviado por: "marcos ferreira pinto basto" marcospi...@superig.com.br   marcospi...@rocketmail.com

Ter, 21 de Fev de 2012 3:47 am



*Sonia,*
*li o livro Privataria Tucana logo que saíu e continuo relendo porque
considero uma*
*obra-prima do jornalismo investigativo que serve de base a CPI e
instauração de*
*processo crime por fraudes à Receita Federal*
*Marcos Pinto Basto
*
Em 20 de fevereiro de 2012 04:01, sonia montenegro <
smontenegro47@yahoo.com.br> escreveu:

> **
>
>
> **
> Marcos,
>
> Fala sério!!!!!
>
> Perdi meu tempo vendo uma boa parte desse vídeo que faz um monte de
> acusações sem nem ao menos especificar alguma.
>
> Leia o livro Privataria Tucana, que vc vai ver o que é denunciar com
> consistência!!!!
>
> Sonia.
>
>
>
> ----- Original Message -----
> *From:* Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com>
> *To:* tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> *Sent:* Sunday, February 19, 2012 11:52 PM
> *Subject:* Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>
>
>
> Marcos,
>
> Acho que seria mais adequado você disponibilizar nessa rede a cópia que me
> remeteu. Será importante que todos tenham a oportunidade de ver. Pouco
> importa se é autêntica - indica uma renda mensal de aposentadoria pouco
> superior a R$ 2.000 por mês. Nada tem a ver com invalidez e nem supera o
> teto pago pelo INSS.
>
> SCN
>
>
> ----- Original Message -----
> *From:* marcos ferreira pinto basto <marcospintobasto@superig.com.br>
> *To:* tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> *Sent:* Sunday, February 19, 2012 11:23 PM
> *Subject:* Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>
>
>
> *Caro Luiz, tinha enviado ao Sérgio Neumayer uma cópia do extrato do
> benefício que*
> *Lula recebe porque não acreditou em afirmação que lhe havia feito.*
> *De fato não podemos acreditar na maior parte das informações que
> circulam na net,*
> *mas para isso que existe bom senso e cada um tem sua capacidade de
> raciocinar.*
> *A notícia falsa que me envia para fortalecer sua afirmação que não
> devemos acreditar*
> *em tudo que circula na internet, já havia sido retida por meus filtros
> por ser falsa.*
> *A que enviei ao Sérgio, foi em e-mail de provedor contratado há muitos
> anos e tem minha*
> *identificação. Posso provar na justiça tudo o que remeto em meus e-mails.
> *
> *Podem levar a cópia do benefício do Lula aos maiores e melhores peritos
> criminais em*
> *analisar documentos para desfazerem vossas dúvidas em relação ao
> documento e minha*
> *seriedade.*
> *Marcos Pinto Basto*
> *PS: E-mail muito interessante * * **
> http://www.youtube.com/watch?v=wlfDR7j7KWs*<http://www.youtube.com/watch?v=wlfDR7j7KWs>
> *
> *
> Em 19 de fevereiro de 2012 22:21, Luiz G A de Mello Gaia <
> lgamgaia@hotmail.com> escreveu:
>
>> **
>>
>>
>> Caro Marcos Veja abaixo a noticia que
>> circulou na internet por muito tempo, procure identificar a fotografia
>> abaixo, dada como sede da Fazenda Valparaiso e veras que a Esta foto é
>> da ESALQ em Piracicaba/SP. Então não acredite em tudo que circula por
>> ai, procure provas verdadeiras.
>>
>>
>>
>> “Lulinha”, o grande empreendedor da família do presidente<http://documentoreservado.com.br/blog/%e2%80%9clulinha%e2%80%9d-grande-empreendedor-da-familia-do-presidente/>
>> jul 29
>> Publicado por Pedro Ribeiro em Noticias<http://documentoreservado.com.br/blog/category/noticias/>,
>> Política <http://documentoreservado.com.br/blog/category/politica/>
>> Circula na internet material que destaca o potencial empreendedor do
>> filho do presidente Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Há cinco
>> anos, ele era subempregado do zoológico de São Paulo, onde recebia salário
>> de R$ 1.500,00. Hoje, o filho de Lula é o feliz proprietário da Fazenda
>> Fortaleza, em Valparaíso, em São Paulo, e que está certificada em cartório
>> de registro de imóveis. Lulinha comprou a área (de porteira fechada) – às
>> margens da rodovia Marechal Rondon, de propriedade de José Carlos Prata
>> Cunha (um dos maiores produtores de boi Nelore do País) –, por R$ 47
>> milhões. Para juntar todo esse dinheiro, Lulinha teria que trabalhar 2.612
>> anos para comprar a fazenda. Aliás, o “empreendedor” não ficou na aquisição
>> dessa fazenda. No Pará, nas regiões de Redenção, Marabá e Carajás, Lulinha
>> comprou várias fazendas, pagando por elas mais de R$ 100 milhões. Neste
>> negócio, são seus sócios, Duda Mendonça e Daniel Dantas. O interessante é
>> que os “dons fenomenais” de Lulinha só apareceram depois que o pai chegou
>> ao Palácio do Planalto. Vai ver seja esse o tão anunciado “espetáculo do
>> crescimento”, que seu pai, o presidente Lula tanto fala.
>> [image: Fazenda do Lulinha em Vaparaiso]<http://documentoreservado.com.br/blog/%e2%80%9clulinha%e2%80%9d-grande-empreendedor-da-familia-do-presidente/fazenda-lulinha/>
>>
>> Fazenda do Lulinha em Vaparaiso
>>
>>
>>
>>
>> *Luiz Gastão A. Mello Gaia*
>>
>> * Dignidade Sempre*
>>
>> * Minas Gerais, não dá para explicar, tem que viver
>> *
>>
>>
>>
>> * *
>>
>> **
>>
>> **
>>
>>
>> ------------------------------
>> To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
>> From: marcospintobasto@superig.com.br
>> Date: Sat, 18 Feb 2012 04:18:25 -0200
>>
>> Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>>
>>
>> *Sérgio,*
>> *nunca duvidei de seus conhecimentos técnicos, assim como acreditei
>> muito no Lula até ao*
>> *dia em que ordenou ao ministro da justiça para colocar a cúpula da
>> polícia Federal contra o *
>> *Delegado Protógenes Queiroz que havia investigado todas as negociatas
>> de seu filho Lulinha com o super burlão Daniel Dantas, investigações essas
>> que não constavam do relatório oficial, mas estão registradas no relatório
>> da operação.*
>> *Lula foi um estadista muito competente em suas decisões de política
>> externa, mas faltou-lhe assessoria competente em estratégia militar para a
>> segurança nacional. Encerrou seus mandatos com chave de ouro ao escolher
>> Dilma Roussef para sua sucessora que tem maior aprovação da opinião pública
>> nacional.*
>> *Suas considerações sobre minhas opiniões fogem do cerne da questão em
>> causa que trata do roubo continuado dos aposentados ganhando mais que o
>> salº. minº. , sofrem no reajuste anual de seus benefícios, manobra que fere
>> a constituição.*
>> *Suas sugestões são impróprias, assim como seu parecer sobre rede que
>> frequento cuja fertilidade está bem patente em tudo que postam.*
>> *Quanto à aposentadoria do Lula, pode solicitar informações ao Instituto
>> Lula que certamente o deixarão mais esclarecido.*
>> *Marcos Pinto Basto
>> *
>> Em 17 de fevereiro de 2012 18:49, Sergio Neumayer <
>> sergio.neumayer@globo.com> escreveu:
>>
>> **
>>
>> **
>> Marco,
>>
>> Se você não acredita em mim nas questões técnicas (que por acaso
>> entendo), não acredita no Lula, não acredita na Dilma e desconfia do
>> governo que tem a aprovação de 80% da população (talvez também não acredite
>> nas pesquisas), sobram poucas alternativas:
>>
>> 1. Tentar eleger outro grupo político em quem confie - talvez até sendo o
>> candidato para evitar dúvidas;
>>
>> 2. Insurgir-se contra o governo constitucional;
>>
>> 3. Mudar-se para um país onde as coisas aconteçam como você entende serem
>> corretas.
>>
>> Em qualquer caso, parece-me que você está na rede errada, tentando semear
>> em terreno pouco fértil.
>>
>> Abraço forte.
>>
>> SCN
>>
>> ----- Original Message -----
>> *From:* marcos ferreira pinto basto <marcospintobasto@superig.com.br>
>> *To:* tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
>> *Sent:* Friday, February 17, 2012 1:35 PM
>> *Subject:* Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>>
>>
>> * Prezado Sérgio, sequer imagino quais são suas fontes de informação
>> sobre a situação de Lula perante a Previdência Social pois Luis Inácio*
>> *Lula da Silva continua recebendo benefício com título de aposentadoria
>> por invalidez parcial previdenciária que supera R 5.000,00, podendo*
>> *desempenhar qualquer outra função que não seja imperiosa a utilização
>> do dedo mínimo.*
>> *O know how dos malabarismos financeiros que regem as contas do tesouro
>> nacional é comandado pelos sobrinhos do tio sam que têm*
>> *numerosos "servidores" por aqui. Uma minuciosa auditoria de nossas
>> contas internas e externas efetuada por peritos criminais nacionais*
>> *muito competentes que temos, coadjuvados por peritos internacionais,
>> revelaria quantas trampolinagens já foram feitas neste Brasil,*
>> *principalmente no "reinado" do FHC, o maior traidor da Pátria que
>> tivemos, impossível de superar.*
>> *Quais as razões porque todos os grandes e médios empresários nacionais
>> reclamam tanto da SELIC ? Estão todos errados?*
>> *Hoje estou afastado de muitas fontes de informações espalhadas pelo
>> mundo, mas sei que as aplicações financeiras de grandes agiotas*
>> *internacionais, recebem tratamentos especiais como isenção de IOF que
>> não nos informam.*
>> *Existe grande intromissão yankee nos nossos assuntos internos que foram
>> hábilmente contornados por Lula e alguns assessores, mas*
>> *dificultaram a concessão de benefícios sociais ao Povo mais carente. O
>> Bolsa Família poderia ser um benefício de maior valor e mais*
>> *abrangente com melhor sistema de controle. Numerosas prefeituras
>> facilitam a concessão do benefício para os apaniguados do "gerente"*
>> *municipal. A classe operária mais pobre teve a possibilidade de
>> melhorar um pouco a vida, muito embora tenham havido "excessos" que*
>> *partiram exatamente da gananciosa máfia da agiotagem nacional como por
>> exemplo facilitar a compra de automóvel novo em até 80 meses.*
>> *Moro num bairro pobre que se confunde com a favela e ainda hoje vejo
>> indivíduos que ganham menos de mil reais por mês com carro*
>> *comprado nessas condições, só que na maioria dos casos têm IPV e
>> prestações atrazadas, muitas multas de trânsito e numerosas falhas*
>> *por falta de manutenção. Sem contar aqueles que a justiça conseguiu
>> apreender o veículo por falta de pagamento.*
>> *Os empréstimos consignados a aposentados é outra grande vigarice que
>> ilude o tomador do empréstimo por um dia e complica sua vida*
>> *em até 365 X 5 = 1.825 dias. Por urgente necessidade de
>> ultrassonografias fui obrigado a entrar numa dessas armadilhas.*
>> *Lula e sua equipe beneficiaram os mais pobres, mas esqueceram de não
>> lesar outros pobres que é o meu caso e milhões de*
>> *aposentados que ganham mais que essa quantia que designam de salário
>> mínimo e o fazem atropelando a lei maior, hoje toda esfarrapada.*
>> *Ainda existe muita gente séria e honesta no Brasil que não é
>> representada no congresso nacional, valhacouto da elite criminosa que*
>> *campeia por aí, nem tão pouco escutam nossas reclamações e depois
>> acontecem barbaridades muito criminosas como a trombeteada*
>> *"reintegração de posse" do bairro Pinheirinho em S.José dos Campos/SP
>> da responsabilidade de Geraldo Alckmin que alega ter feito*
>> *cumprir a lei e os maiores juristas brasileiros e estrangeiros declaram
>> ter cometido um crime contra a segurança social. E mostra-se*
>> *como grande católico praticante e membro do Opus Dei.*
>> *Torno a escrever-lhe por estes dias porque surgiram numerosas falhas na
>> minha conexão da Banda Larga, o tal speedy da Telefónica*
>> *que vive fraudando os contratos com os assinantes e a ANATEL nada faz.*
>> *Um abraço,*
>> *Marcos Pinto Basto*
>> *
>> *
>> Em 16 de fevereiro de 2012 01:37, Sergio Neumayer <
>> sergio.neumayer@globo.com> escreveu:
>>
>> **
>>
>> **
>> Marcos,
>>
>> Entendo sua revolta; é duro não receber no fim do mês o valor necessário
>> para cobrir todas as despesas que temos (ou queremos ter). Entretanto, seu
>> texto contém - em minha opinião - alguns equívocos de ordem técnica ou de
>> desinformação habilmente plantada ao longo dos anos. Vou tentar comentar
>> aqueles, que segundo meu entendimento, são os de maior importância:
>>
>> 1. Lula NÃO é aposentado por invalidez. Provavelmente ficou algum tempo
>> de licença e recebeu proventos da previdência oficial durante o período de
>> convalescença quando perdeu o dedo - mas obviamente não se aposentou, pois
>> se o tivesse feito não poderia ter sido presidente do Sindicato dos
>> Metalúrgicos de São Bernardo.
>>
>> 2. A dívida externa brasileira NUNCA foi e nunca será quitada enquanto o
>> país estiver inserido na economia internacional. A maior parte da divida
>> externa hoje é privada; embora existam ainda diversos títulos do governo
>> pendentes de liquidação - por não estarem vencidos - no mercado
>> internacional. Lula NUNCA declarou ter quitado a dívida externa; declarou
>> sim o que o país conseguiu durante seu mandato - quitar a dívida com o FMI
>> e acumular reservas internacionais em valor superior à dívida externa.
>>
>> 3. Não existe ligação nenhuma entre superávit primário e dívida externa.
>> A geração de superávit primário é necessária para que seja possível pagar
>> juros da dívida interna e evitar que volte a subir de forma desordenada
>> como ocorria no passado. A mecânica é muito simples e não existe
>> necessidade de curso em Bangladesh para entender: quando um país tem
>> déficit orçamentário, precisa emitir títulos públicos para captar o valor
>> desse déficit e pagar todas as suas contas além dos juros vencidos sobre a
>> dívida já existente. Se o superávit é ZERO precisa emitir novos títulos
>> para pagar apenas os juros. Quando tem superávit primário, paga os juros
>> vencidos e,se possível, reduz o endividamento. Essa é a política que tem
>> dado certo, além de ter o apoio maciço da população brasileira expresso nas
>> urnas e no resultado das pesquisas de opinião. Alguns entendem que seria
>> melhor continuar aumentando cada vez mais a dívida pública até transformar
>> o país em uma Grécia. Outros talvez preferissem, simplesmente, emitir
>> moeda e catapultar a inflação - nas duas alternativas (e não existem
>> outras) a conta seria paga pelo povo como já vimos na história recente
>> brasileira
>>
>> 4. As grandes obras a que você se refere, bem como toda a infraestrutura
>> energética brasileira nos diversos setores, foram as grandes geradoras da
>> dívida pública brasileira que hoje estamos administrando muito bem. Se eu
>> tivesse sido consultado, direta ou indiretamente na época, preferiria que
>> aqueles investimentos tivessem sido realizados com recursos tributários -
>> aumentos de impostos. Infelizmente, o país estava submetido a uma ditadura
>> e não fui consultado. O aumento de tributos que deveria - e poderia com
>> facilidade - ter sido aplicado na década de 70 do século passado só ocorreu
>> na segunda metade dos anos 90, quando a tributação passou de 24% do PIB
>> para 36% do PIB.
>>
>> 5. A taxa SELIC é estabelecida segundo critérios técnicos. É muito fácil
>> saber se o critério técnico utilizado foi correto - basta conferir as taxas
>> de juros estabelecidas em leilão, para títulos do mesmo governo federal,
>> emitidos periodicamente. Ao contrário daquilo que muitos acreditam,
>> iludidos por comentários mais políticos do que técnicos, a taxa SELIC não é
>> tão alta quanto parece - explico: a renda nominal obtida por um aplicador
>> em títulos federais é integralmente tributada pelo imposto de renda - média
>> de 20% para pessoas físicas e 34% para pessoas jurídicas. Ou seja; o
>> governo paga de um bolso e recebe no outro. Para o aplicador pessoa física
>> significa receber 12% menos 2,4% que deixa de imposto na fonte - cerca de
>> 9,5% com uma inflação de 6% é renda efetiva pouco superior a 3% ao ano - no
>> caso de aplicações de pessoas jurídicas o juro real anual é menor do que
>> 3%. Convenhamos; é muito pouco juro para satisfazer um "agiota" de
>> qualquer país do planeta terra - agiotas no Brasil não costumam se
>> satisfazer com menos de 10% AO MÊS.
>>
>> 6. As taxas de câmbio no Brasil, hoje, são fixadas pelo mercado. Se
>> existem mais entradas do que saídas de moeda estrangeira, a taxa de câmbio
>> cai - quando ocorre o movimento inverso a taxa de câmbio sobe. Sempre que
>> foram tentadas articulações diferentes nesse país, a vaca foi para o brejo
>> - a mais recente foi a política desastrada de bandas cambiais durante o
>> mandato do Príncipe da Sorbonne - Dom FHC.
>>
>> 7. Todos nós gostaríamos muito de ter um salário mínimo equivalente a R$
>> 2.300; se possível até mais do que isso. O problema é como chegar lá, e
>> com que velocidade, sem que o trabalhador devolva tudo em decorrência de
>> uma inflação galopante e crescente. Hoje o salário mínimo é praticado
>> apenas pela previdência social e governos. O piso salarial de empregados
>> domésticos no Rio de Janeiro é de 1,5 salários mínimos. Qualquer que seja
>> o parâmetro utilizado - inflação, taxa de câmbio, cestas básicas, etc. - a
>> conclusão única possível é que avançamos, e muito, nos últimos anos. Se
>> preferir, faça outro tipo de avaliação - compare o prefil atual dos
>> compradores de shoppings center com a clientela anterior ao governo Lula.
>> Observe como cresceu a quantidade de carros circulando nas grandes
>> cidades. Visite os aeroportos e tente saber a profissão dos passageiros
>> que embarcam atualmente para o norte e nordeste do Brasil - vai se
>> surpreender ao saber que diversos produtos e serviços anteriormente
>> oferecidos e comprados por uma minoria da população estão hoje acessíveis
>> àqueles que ganham 1,5 salários mínimos por mês.
>>
>> Durante mais de 30 anos de minha vida profissional fui descontado para a
>> previdência social no teto máximo de contribuição. Durante alguns anos
>> recolhi sobre VINTE salários mínimos. Depois esse teto caiu para DEZ
>> salários mínimos. Gostaria muito de receber hoje uma aposentadoria de DEZ
>> salários mínimos - R$ 6.220,00. Recebo a metade e, espero, algum dia o
>> sistema previdenciário possa reparar essa injustiça HISTÓRICA. Hoje,
>> confio nos meus governantes e estou convencido de que não podem atender a
>> esse meu desejo sem prejuízo de uma política de recuperação de perdas
>> - ainda mais antigas, mais necessária e mais benéfica para a economia
>> nacional - do salário mínimo.
>>
>> Abraço,
>>
>> SCN
>>
>>
>> ----- Original Message -----
>> *From:* marcos ferreira pinto basto <marcospintobasto@superig.com.br>
>> *To:* tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
>> *Sent:* Wednesday, February 15, 2012 7:59 AM
>> *Subject:* Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>>
>>
>> *Caro Sérgio, a arrecadação de impostos vinculados à Previdência Social
>> tem sido sempre superior*
>> *às despesas da Previdência, mas infelizmente os administradores
>> públicos que têm passado por*
>> *Brasília, ao invés de aplicarem as verbas excedentes em grandes
>> empreendimentos de infra-estruturas*
>> *e respeitarem essas aplicações como se fossem empréstimos contraídos
>> junto da agiotagem internacional,*
>> *têm desviado verbas com finalidades diversas que vão desde a construção
>> da ponte Rio/Niterói, Itaipu até*
>> *ao misterioso superávit primário, uma invenção da mais pura picaretagem
>> entreguista.*
>> *Dentro do próprio INSS não existe um critério rígido na concessão e
>> pagamento de benefícios, existindo*
>> *pensões de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete
>> chaves. O próprio Lula recebe uma pensão*
>> *por invalidez superior a R 5.000,00 que já li informação de ter esse
>> valor porque já foi preso político. Não lembro*
>> *dessa prisão.*
>> *Mas durante a capatazia do maior traidor da Pátria que o Brasil já
>> teve, o vendilhão FHC encarregou o António*
>> *Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de
>> contenção de gastos na Previdência Social.*
>> *Essa besta quadrada do Anastasia que não deve ter parentes pobres e tem
>> aquela coragem própria dos larápios*
>> *que arrancam os relógios e correntes de ouro dos velhinhos, entre
>> outras pérolas da mais pura contabilidade de*
>> *traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que
>> auferem benefícios superiores ao salário*
>> *mínimo,com metate do valor do índice anual de reajuste daquele valor.*
>> *Nos primeiros três anos, o aposentado não sente a desvalorização de seu
>> benefício, mas a partir do 5º ano começa a ver quanto é espoliado.*
>> *Não entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma
>> medida tão estapafúrdia que não tem base legal nenhuma. Segundo a*
>> *constituição, os salários são irredutíveis e para todos os efeitos, o
>> benefício de aposentadoria é o prolongamento salarial do trabalhador que
>> atingiu limites*
>> *previstos na lei.*
>> *NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? Só o pobre porque ao
>> menor descuido seu, pode ser confundido com ladrão e sobra cana pra ele!*
>> *Mas como funciona a econômia do Brasil? Só um Phd em econômia, formado
>> no Bangla Desh, poderá entender*
>> *a mecanica trampolineira das contas governamentais.*
>> *Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central
>> (independente), um grupo de super iluminados*
>> *financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empréstimos
>> contraídos pelo governo com os agiotas nacionais*
>> *e internacionais. Na grande maioria dos países, a taxa máxima de juros
>> sobre grandes empréstimos é de 3%aa.*
>> *Depois, o Lula não declarou que tínhamos saldado a dívida externa?
>> Então para que serve o tal superávit primário, outra*
>> *pérola negra desses cientistas em extorsão de incautos?*
>> *O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do
>> Lula. Meireles, alto funcionário aposentado do Banco*
>> *de Boston, com residência fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta
>> das galinhas de ovos de ouro.*
>> *Sabe qual a razão porque o Brasil não entrou de roldão nessa crise
>> financeira "cozinhada" nos EUA e estendida à Europa*
>> *pelos grandes agiotas internacionais?*
>> *Na atual conjuntura econômica e financeira mundial, um dólar dos EUA
>> vale R 1,71, mas o dólar é uma moeda sem lastro*
>> *físico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas
>> por alto seriam necessários cerca de 8 Euros para*
>> *comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? Já ouviu falar
>> em operações paralelas de cambio? Se o*
>> *Brasil adotasse o sistema de operações paralelas, teria um superávit
>> tão grande com as maiores econômias do mundo que*
>> *talvez estivesse no topo delas.*
>> *Mas como é vítima da maior esculhambação econômica, financeira,
>> científica e técnica, até no pagamento das prestações de*
>> *utilidades domésticas, o comércio cobra dos incautos consumidores,
>> juros sobre quantias já pagas e juros sobre juros. *
>> *Coisa de agiota made in USA.*
>> *Então quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, não só eles
>> como os trabalhadores ativos, fico exasperado*
>> *porque não vejo nenhuma reação da sociedade, nem de setores mais
>> ilustrados com conhecimentos matemáticos.*
>> *O salário mínimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os
>> "nobres cientistas sociais" conseguiram chegar a esse*
>> *valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo
>> meretrício das principais cidades do País.*
>> *Roubam-me hoje R 2.050,00/mês! Roubam quantias de 9 milhões de
>> benefícios cujos titulares contribuíram compulsóriamente,*
>> *mas julgando serem tratados com um mínimo de seriedade na hora de se
>> aposentarem. Lêdo engano! Não me admiro muito se *
>> *mais tarde começarem a morrer idosos aos montes, vítimas de gripe que
>> poderá ser suína, das gaivotas ou dos urubus.*
>> *Quando um cara fica velho, garanto-lhe que é uma merda!*
>> *Um abraço,*
>> *Marcos Pinto Basto
>> *
>> Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <
>> sergio.neumayer@globo.com> escreveu:
>>
>> **
>>
>> **
>> Marcos,
>>
>> Como a questão "aposentadorias" contém aspectos técnicos quase tão
>> importantes quanto os políticos, entendo que seria muito interessante se
>> você pudesse desenvolver mais o tema informando a este fórum:
>> 1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos
>> aposentados foi inferior à inflação;
>> 2. De onde viriam os recursos necessários para que fossem pagas as perdas
>> dos aposentados prejudicados.
>>
>> Abraço,
>>
>> SCN
>>
>>
>>
>> ----- Original Message -----
>> *From:* marcos ferreira pinto basto <marcospintobasto@superig.com.br>
>> *To:* tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
>> *Sent:* Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
>> *Subject:* Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula
>> para o 32º aniversário do PT
>>
>>
>> *Faltou acrescentar: Nestes dias difíceis que atravesso, pesa-me na
>> consciência o grande roubo dos aposentados que ganham acima do salário
>> mínimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito
>> continuei aplicando e nem sei porque...*
>> *Marcos Pinto Basto
>> *
>> Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Tristão <danitristao@uol.com.br>escreveu:
>>
>> **
>>
>> **
>> Cara Presidenta da República Dilma Rousseff,
>> Caro Presidente do PT Rui Falcão,
>> Dirigentes e Militantes do PT,
>> Companheiras e Companheiros,
>>
>>
>> Eu queria muito estar hoje em Brasília com vocês. Além de celebrar
>> coletivamente o aniversário do nosso partido, teria a oportunidade de rever
>> e abraçar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo têm um papel
>> fundamental na minha vida.
>>
>> No entanto, o meu tratamento de saúde entrou em sua etapa final e devo
>> manter a rigorosa disciplina seguida até agora, para que a cura seja
>> completa e eu volte o mais rápido possível à militância social e política
>> que tanto nos apaixona e mobiliza.
>>
>> Se não terei, hoje, a alegria de revê-los, é porque quero estar com vocês
>> muitas e muitas vezes nos próximos meses e nos anos vindouros, participando
>> intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da dignidade do povo
>> brasileiro e da democratização cada vez mais substantiva da nossa sociedade.
>>
>> O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajetória e de suas
>> conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de
>> preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da
>> história do Brasil e uma das organizações progressistas mais respeitadas do
>> mundo. Cumprimos, com notável êxito, os principais compromissos contidos em
>> nosso “Manifesto de Fundação” lançado em 10 de fevereiro de 1980 naquele
>> memorável encontro do Colégio Sion.
>>
>> Nunca será demais lembrar que, junto com outras forças de oposição, o PT
>> contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a
>> redemocratização do país. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das
>> organizações populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da
>> sociedade civil brasileira. O chamado “modo petista de governar”, primeiro
>> nos municípios e estados e depois no próprio governo federal, renovou
>> profundamente a cultura administrativa do país, tornando-o muito mais
>> republicano e participativo. Construímos, em parceria com outros partidos
>> de esquerda, imprescindíveis ao sucesso da causa comum, generosas frentes
>> populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao país um
>> modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir
>> renda e promover inclusão social. E fomos além. Inspirados no saudoso Paulo
>> Freire, que recomendava “unir os diferentes para melhor enfrentar os
>> antagônicos”, constituímos uma ampla aliança de centro-esquerda para
>> conquistar democraticamente a Presidência da República.
>>
>> Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram,
>> pacificamente, uma verdadeira revolução econômica e social, levando o país
>> a dar um extraordinário salto produtivo e tecnológico e, sobretudo,
>> incorporando aos direitos básicos de cidadania dezenas de milhões de
>> brasileiros e brasileiras que viviam à margem da sociedade. Tudo isso
>> resultou em uma nação muito mais próspera e justa, que conquistou
>> importante lugar no mundo. A atuação internacional do Brasil expressa os
>> mesmos valores éticos e políticos, afirmando a soberania do país,
>> impulsionando a integração regional e pugnando pela reforma da ordem
>> global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham
>> verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.
>>
>> Nosso projeto transformador, hoje sob a liderança da querida companheira
>> Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, lúcida e competente, que o Brasil e
>> o mundo estão aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.
>>
>> A Presidenta Dilma, além de consolidar as conquistas do período
>> precedente, cujo mérito é também dela, como excelente ministra que foi,
>> está dotando o país de novos objetivos estratégicos, que devemos apoiar com
>> entusiasmo. São metas econômicas, políticas, sociais e culturais que
>> pavimentam o caminho do futuro. Peço licença a vocês para destacar duas
>> delas, que tocam fundo o meu coração: erradicar a extrema pobreza até 2014,
>> dando oportunidade de sobrevivência digna a 16 milhões de pessoas, por meio
>> do Programa Brasil Sem Miséria; e expandir em escala massiva o ensino
>> profissional e tecnológico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec,
>> que pretende beneficiar 8 milhões de jovens até 2016.
>>
>> Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os
>> avanços obtidos sob a liderança do PT são inequívocos e prefiguram
>> conquistas ainda maiores e mais valiosas.
>>
>> Para estar à altura de suas responsabilidades, como esteve até agora, o
>> nosso partido precisa manter-se sempre democrático e inovador, sem perder
>> nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfeiçoar a
>> cada dia.
>>
>> Quero concluir essa saudação dizendo da minha alegria em saber que nesse
>> ato estão sendo homenageadas duas pessoas admiráveis, que dedicaram toda a
>> sua vida aos ideais de liberdade e justiça: Apolônio e Reneè de Carvalho.
>> Sei que outros falarão sobre o inesquecível e insubstituível Apolônio.
>> Direi uma palavra sobre a caríssima Reneè. Nada melhor do que o espírito
>> fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira para
>> simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa
>> caminhada.
>>
>> *Um grande abraço do Lula*
>>
>>
>> http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-
>>
>>
>>
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>> --
>> Marcos Pinto Basto
>> Tel. 013 3467 4204
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3.

Robert Zoellick deixará comando do Banco Mundial em 30 de junho/1

Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Seg, 20 de Fev de 2012 7:47 pm



Robert Zoellick deixará comando do Banco Mundial em 30 de junho/12 -&- Brasil encoraja emergentes a disputar lugar no Banco Mundial -

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15/02/2012 -

Robert Zoellick deixará comando do Banco Mundial em 30 de junho/12

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, anunciou nesta quarta-feira (15/2) que deixará suas funções em 30 de junho/12 - data em que termina seu mandato de cinco anos.

"É tempo para mim de passar para outra coisa e tomar uma nova direção", afirmou Zoellick em comunicado. "Estou honrado por ter liderado esta instituição mundial com tanta pessoas excepcionais", completou.

Segundo a imprensa internacional, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, a secretária de Estado, Hillary Clinton, ou o ex-conselheiro econômico da administração Barack Obama seriam possíveis candidatos à sucessão.

Zoellick assumiu essa função em julho de 2007, sucedendo Paul Wolfowitz, que se demitiu em função de um escândalo.

De: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/02/15/robert-zoellick-deixara-comando-do-banco-mundial-em-30-de-junho.jhtm

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15/02/2012 -

Saída de Zoellick do Banco Mundial abre espaço a ambições dos países emergentes

Robert Zoellick é presidente do Banco Mundial desde 2007

A liderança de Robert Zoellick à frente do Banco Mundial está a chegar ao fim. O norte-americano anunciou hoje que vai retirar-se quando terminar o mandato, a 30 de Junho, abrindo a corrida à liderança a um cargo há 66 anos ocupado por um norte-americano, mas que os países emergentes ambicionam – sobretudo depois de a direção do FMI estar de novo nas mãos de um europeu.

É ainda cedo para avaliar se a saída do economista republicano ao fim de cinco anos de mandato dará verdadeiramente lugar a uma nova direção. O fim do ciclo Zoellick abre, para já, espaço a que a corrida à presidência possa contar com um candidato de um país emergente.

Zoellick, de 58 anos, foi indicado para o Banco Mundial pela Adminstração George W. Bush, onde fora secretário de Estado-adjunto entre 2005 e 2006. “É tempo de me dedicar a outra coisa e de apoiar uma nova liderança”, afirmou num comunicado de despedida.

Desde a fundação do Banco Mundial (1944) e do Fundo Monetário Internacional (1945), a Europa e os Estados Unidos têm conservado a direção das duas instituições, através de um acordo não escrito que garante a presidência do Banco Mundial a um norte-americano e a direcção do FMI a um responsável europeu. Foi assim ininterruptamente desde 1946, o primeiro ano da liderança de cada uma das instituições. Robert Zoellick é o 11.º líder do Banco Mundial, que teve sempre homens como presidentes.

Quando, no ano passado, a então ministra francesa das Finanças Christine Lagarde entrou na corrida à direcção-geral do FMI, para a qual viria a ser eleita em Junho, o apoio dos Estados Unidos foi determinante.

Declarado no próprio dia da eleição de Lagarde, assegurou para a Europa um lugar que sempre foi europeu (e que foi dado como praticamente garantido para Lagarde desde o início da corrida de 2011), deixando para trás as ambições dos países emergentes, representadas na corrida pelo governador do Banco do México, Agustin Carstens.

No Banco Mundial, a saída de Robert Zoellick abre, também, uma janela de oportunidade a um candidato de um país emergente, lembra o Financial Times, embora dos Estados Unidos não haja qualquer sinal de que Washington queira deixar cair a presidência para um responsável de um país emergente.

O ministro da Fazenda do Brasil, país que apoiou Lagarde para a direcção do FMI, veio, entretanto, em defesa de uma candidatura em nome da diversidade. Observando que o líder do Banco Mundial não deve ter necessariamente sempre a mesma nacionalidade, Guido Mantega sublinhou, citado pela AFP, que os países emergentes devem ter “as mesmas possibilidades de chegar à direcção destes organismos internacionais”.

A Casa Branca nada disse sobre a futura liderança do Banco Mundial. O porta-voz de Obama para a imprensa, Jay Carney, fez hoje saber que não há informações sobre “possíveis sucessores” e limitou-se a transmitir aos jornalistas que o Presidente norte-americano aprecia o trabalho de Robert Zoellick.

A imprensa norte-americana rapidamente começou a especular sobre quem será o candidato à sucessão (nomes que a Casa Branca não pronunciou): a secretária de Estado Hillary Clinton, o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, e Larry Summers, que ocupou este cargo entre 1999 e 2001, durante a presidência de Bill Clinton.

Lagarde reagiu ao anúncio da saída de Zoellick afirmando que o Banco Mundial se pode orgulhar do trabalho do seu atual líder e deixando uma nota sobre a futura liderança: “Esperamos manter uma estreita relação de trabalho com o banco quando for escolhido o sucessor”.

De: http://economia.publico.pt/Noticia/saida-de-zoellick-do-banco-mundial-abre-espaco-a-ambicoes-dos-paises-emergentes--1533943

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15 de fevereiro de 2012

Brasil encoraja emergentes a disputar lugar no Banco Mundial

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta-feira que a decisão de Robert Zoellick de não renovar seu mandato como presidente do Banco Mundial (Bird) deve encorajar os países emergentes a apresentar um candidato para disputar esse cargo.

"Haverá um conflito de interesses, porque no passado os países emergentes tinham muito pouca presença e as nações avançadas dividiam todos os organismos internacionais e reservavam o Bird para os Estados Unidos", declarou Mantega em entrevista coletiva depois que Zoellick anunciou hoje que no próximo dia 30 de junho abandonará seu cargo.

Mantega afirmou que hoje a realidade econômica mundial "é outra" e assegurou que os países emergentes agora "pleiteiam mudar essas regras", pois "não há razão para que o presidente do Bird tenha uma nacionalidade específica", embora o principal acionista dessa entidade seja os EUA.

"Vamos trabalhar para que isso não ocorra", declarou em alusão à possível eleição de outro americano para o cargo, e apontou que o objetivo do Brasil é que "algum representante dos países emergentes esteja nas mesmas condições de pleitear um cargo nesses organismos".

De: http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201202151912_EFE_80861787
4.

Novas ações do Brasil Sem Miséria miram famílias em extrema

Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Seg, 20 de Fev de 2012 8:16 pm



16 de fevereiro, 2012 -
BBC Brasil -
Júlia Dias Carneiro -

Novas ações do Brasil Sem Miséria miram famílias em extrema pobreza

Entre as metas está o mapeamento de famílias que muitas vezes vivem lugares bastante isolados

"É preciso que essas pessoas tenham a oportunidade de vivenciar o bônus da emergência econômica no Brasil"
Rômulo Paes, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Lançado em junho de 2011, o programa Brasil Sem Miséria já localizou quase 490 mil famílias com renda per capita abaixo de R$ 70. Mas o número ainda é uma parcela pequena das 16,2 milhões de pessoas que, segundo o Censo 2010, vivem em nível de pobreza extrema.

O plano do governo da presidente Dilma Rousseff prevê ações em diversas frentes além da transferência de renda para beneficiar pessoas que vivem com menos de R$ 70 por mês, buscando aumentar oferta de emprego, a capacitação e o acesso a serviços públicos como saúde, educação e saneamento.

Mas o primeiro grande desafio é chegar a essas famílias que vivem em extrema pobreza no país, um trabalho artesanal que vem sendo realizado por equipes volantes que precisam ir a lugares muitas vezes isolados, cujos moradores nem sempre procuram assistência.

"É preciso realizar a busca ativa para determinadas populações, porque muitos grupos simplesmente não vão atrás do cadastro, como as populações quilombolas e ribeirinhas", diz a assistente social Claudina Barbosa Lima, gerente de transferência de renda da Secretaria de Assistência Social (Sasc) do Piauí.

Uma das primeiras metas do plano é mapear, até o fim de 2013, 800 mil famílias que vivem com este patamar de renda, das quais mais da metade já foram localizadas. Fazer o cadastro para que elas passem a contar com Bolsa Família é a primeira providência do plano, afirma o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Rômulo Paes.

Mas o plano abrange outras 126 ações além do programa de transferência de renda, explica Paes.

Plano 'customizado'

"É preciso que essas pessoas tenham a oportunidade de vivenciar o bônus da emergência econômica no Brasil", afirma Paes à BBC Brasil. "Para, isso o estado faz uma opção de focar nas pessoas que estão na base da pirâmide e de apresentar um conjunto de alternativas customizadas para suas vidas, de acordo com os ambientes onde vivem."

De acordo com Paes, os programas listados no escopo do Brasil Sem Miséria - alguns preexistentes, outros criados para o plano - serão adotados de acordo com as necessidades de cada região.

Em áreas rurais, por exemplo, podem ser aplicados programas de assessoramento técnico agrícola, fomento para a agricultura familiar, incentivos para famílias que promovam a conservação ambiental (Bolsa Verde) e combate ao trabalho infantil; em áreas urbanas, o foco são ações de assistência social, diz Paes.

Segundo o secretário-executivo do MDS, o sucesso do Brasil Sem Miséria depende da parceria com estados e municípios, a quem cabe o trabalho junto às populações localizadas.

"O governo federal depende de parceiros mais próximos da população beneficiária, então é importante que estados e municípios sejam partícipes. O bom funcionamento depende disso", diz Paes.

Longo prazo

Mas não há uma fórmula matemática para precisar o tempo que o plano vai levar para produzir efeitos. Ele é mais difícil de quantificar do que o Bolsa Família, que foi lançado em outubro de 2003 e em três anos já tinha chegado a 11 milhões de pessoas.

"Em nosso caso, estamos partindo de vários programas. A expectativa é que até o fim deste ano eles (os programas) estejam funcionando de maneira integrada em varias regiões do país. Mas obviamente temos maior capacidade de articulação desses servicos nas áreas urbanas (do que nas rurais)", afirma.

A aplicação local das ações do Brasil Sem Miséria se dá pela por parcerias com órgãos locais e por pactos firmados entre o governo federal e os estados.

No Piauí, por exemplo, foi lançado no início deste mês o programa Mais Viver. De acordo com o coordenador, Cezar Fortes, trata-se de uma versão local do Brasil Sem Miséria para articular as ações do governo federal com atores locais e complementá-las com outras iniciativas regionais.

De acordo com a Sasc do Piauí, que tem pouco mais de 3 milhões de habitantes, 660 mil pessoas vivem abaixo da linha de pobreza (a faixa de renda de até R$ 70).

Fortes afirma que o problema não é tanto localizar novas famílias e ampliar o número de contemplados pela transferência de renda. Segundo ele, o estado já chegou ao seu "teto" no Bolsa Família, com 444 mil famílias recebendo o benefício.

A necessidade, agora, é diversificar as ações para aquelas com menor renda e refinar o cadastro para ter certeza que as pessoas que mais precisam estão sendo beneficiadas.

"Há pessoas que mesmo recebendo o Bolsa Família continuam na linha de extrema miséria", afirma. "O valor médio do Bolsa Família no Piauí é de R$ 120. Em metade dos casos, não é o suficiente para tirar as pessoas da situação de extrema pobreza."

É o que se vê em Assunção do Piauí, cidade que tem a menor renda per capita no estado (R$ 137) e onde 46% da população está na faixa do Brasil Sem Miséria, recebendo até R$ 70 por mês.

Não há opções de emprego na cidade, e a tradição de trabalhar na roça, cultivando feijão, tem dado pouco dinheiro à população, que fica à mercê das chuvas esparsas do semiárido e vem sofrendo com uma sucessão de colheitas ruins.

Nas casas visitadas pela BBC Brasil, a única renda fixa é o Bolsa Família, não raro dividido por muitas bocas. Da população de 7.500 habitantes, 1.446 famílias recebem o Bolsa Família. Outras estão na fila de espera porque cidade já chegou à cota estabelecida pelo MDS.

Mas a situação está melhor do que três anos atrás, afirma a assistente social Ana Alaídes Soares Câmara, do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da cidade. Ponta de lança das ações sociais voltadas para a população, o Cras foi implantado em 2009 e regularizou o acesso ao Bolsa Família.

Antes disso, o cadastro para o benefício era irregular, e os moradores eram contempladas ou não de acordo com seu partido político, diz Ana Alaídes. Na época, ela diz que existia um Cras "fictício" que a antiga prefeitura fingia estar funcionando.

"O Ministério (do Desenvolvimento Social) já repassava dinheiro para o Cras, mas ele nunca tinha sido implantado. Quando a gestora ficava sabendo que ia ter visita do Sasc, mandava pintar a casa de um dia para o outro para fingir que estava funcionando", conta.

Os moradores de Assunção do Piauí dizem que a vida melhorou desde que têm o "cartão", como se referem aos recursos que recebem pelo Bolsa Família. Mas ainda não fazem menção ao Brasil Sem Miséria, cujos benefícios ainda não conhecem.

Segundo Cezar Fortes, as primeiras ações a serem realizadas na cidade são a construção de cisternas para abastecer famílias com pouca oferta de água, a ser executada pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa); e um programa de alfabetização para jovens e adultos que será implantado nos 30 municípios piauienses com maior índice de analfabetismo, realizado pela Secretaria Estadual de Educação em parceria com as universidades federal e estadual do Piauí.

De: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/02/120208_piaui_miseria_jc.shtml

__________________________________________________________

Leia mais sobre o Plano Brasil Sem Misèria:
http://www.brasilsemmiseria.gov.br/conheca-o-plano/
http://www.brasil.gov.br/sobre/cidadania/brasil-sem-miseria

__________________________________________________________
5.1.

Re: Resposta para Marcos Basto

Enviado por: "sergionei" ser...@uol.com.br   sergionei

Seg, 20 de Fev de 2012 10:03 pm



A verdade é esta: perda de dedo não aposenta por invalidez. O segurado tem direito a uma indenização em dinheiro pela perda do dedo. Eu falo porque perdi a ponta do dedo numa máquina quando trabalhava como engenheiro mecânico, na década de 80, e recebi a indenização pela perda da falange do dedo médio. Trabalho até hoje, não mais como engenheiro, e o dedo não dá nem para notar, nasceu até unha.

--- Em tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br, "Carceroni48" <carceroni48@...> escreveu
>
> Marcos Basto,
>
> Neste espaço da Tribuna da Internet não adianta insistir com insinuações e leviandades sobre Lula. Se você insiste em dizer que Lula é aposentado por invalidez, prove! Forneça o número de seu benefício do INSS, que o aposentou por invalidez.
>
> Aproveito para apresentar esclarecimentos e desmentidos , sobre a sua afirmação, que classifico de leviana e mentirosa, pois a aposentadoria de Lula, por invalidez, seria uma fraude. Este tipo de mutilação não enseja direito à aposentaria, na profissão que exercia.
>
> ----------------------------------------------------------
> Sobre o assunto "aposentadoria" de Lula
>
> Aos 14 anos de idade Lula começou a trabalhar nos Armazéns Gerais Columbia, onde teve a carteira de trabalho assinada pela primeira vez. A seguir, ainda com a mesma idade, foi trabalhar em uma siderúrgica que produzia parafusos. Foi ali que, em um torno mecânico, esmagou seu dedo, tendo o médico que o atendou optado por amputar o dedo mínimo, da sua mão. Após a mutilação, Lula teve vários outros empregos como metalúrgico, com carteira assinada, chegando a presidência do seu sindicato, como um trabalhador ativo na sua categoria profissional. Se Lula tivesse sido aposentado aos 14 anos de idade, por mutilação, não poderia ter a carteira assinada em novos empregos e muito menos poderia ser presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo.
>
> Em 1980, já com 35 anos de idade, no curso de uma greve no ABC paulista, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo sofreu intervenção, aprovada pelo ministro do Trabalho do general João Batista Figueiredo, e Lula permaneceu preso durante trinta e um dias, nas instalações do DOPS paulista. Em 1981 Lula foi condenado pela Justiça Militar a três anos e meio de prisão por incitação à desordem coletiva. Durante a greve dos metalúrgicos, período em que Lula foi preso e demitido da direção do sindicato, foi também demitido de seu emprego. Por suposta recomendação da FIESP, aos seus associados, Lula nunca mais conseguiu retornar a sua profissão no ABC paulista..
>
> Lula foi um dos perseguidos políticos pela ditadura militar e como tal foi anistiado, em 20 de abril de 1993, durante o governo de Itamar Franco, sendo um legítimo merecedor desta revisão e reparo,
> confira na reportagem ao final.
>
> Alguns tratam a anistia política de forma leviana e maledicente. Entretanto, quando se trata de Lula nada é respeitado como legítimo ou necessário..
>
> Confira em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_In%C3%A1cio_Lula_da_Silva#cite_note-Zapatero-13
>
> ----------------------------------------------------------
> REVISTA CONSULTOR JURÍDICO
> Reflexos da ditadura
>
> Lula é anistiado e aposentadoria que recebe é legal
> O benefício previdenciário concedido ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva como aposentado anistiado foi considerado legal pelo Ministério Público Federal no Distrito Federal. Representação enviada ao MPF afirmava que o presidente não poderia receber a aposentadoria porque não foi preso durante o regime militar.
>
> Baseado em informações fornecidas pelo INSS, pelo Ministério do Trabalho e pelo Ministério da Justiça, o procurador da República no Distrito Federal Peterson de Paula Pereira verificou que o presidente Lula foi considerado anistiado político por conta da cassação de seus direitos sindicais, em abril de 1980, e também por ter sido destituído do cargo de presidente dos Sindicatos dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), por ato de exceção.
>
> A Comissão Especial de Anistia do Ministério da Justiça deferiu, de forma unânime, a anistia ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 20 de abril de 1993, foi publicado no Diário Oficial da União ato do então ministro do Trabalho declarando Lula anistiado político. Com base na concessão de anistia, deu-se entrada no pedido de aposentadoria excepcional de anistiado, pela via administrativa, deferido com data retroativa a 5 de outubro de 1988.
>
> Para o MPF, diante desses dados, a concessão da aposentadoria seguiu a previsão constante na Constituição Federal de 1988: anistia aos que, no período de 18 de setembro de 1946 até a data de sua promulgação, foram atingidos, em decorrência de motivação exclusivamente política, por atos de exceção, institucionais ou complementares, asseguradas as promoções, na inatividade, ao cargo, emprego, posto ou graduação a que teriam direito se estivessem em serviço ativo. Com informações da Procuradoria da República no Distrito Federal.
>
> Clique aqui para ler a promoção de arquivamento.
>
>
>
> Revista Consultor Jurídico, 19 de outubro de 2009
>
>
>
> CONFIRA: http://www.conjur.com.br/2009-out-19/lula-anistiado-politico-aposentadoria-recebe-legal-mpf-df
>
>
>
> Luiz Fernando Carceroni
>
> ----------------------------------------------------------
>
>
>
>
> -----Mensagem Original-----
> De: Sergio Neumayer
> Para: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 17:49
> Assunto: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>
>
>
>
> Marco,
>
> Se você não acredita em mim nas questões técnicas (que por acaso entendo), não acredita no Lula, não acredita na Dilma e desconfia do governo que tem a aprovação de 80% da população (talvez também não acredite nas pesquisas), sobram poucas alternativas:
>
> 1. Tentar eleger outro grupo político em quem confie - talvez até sendo o candidato para evitar dúvidas;
>
> 2. Insurgir-se contra o governo constitucional;
>
> 3. Mudar-se para um país onde as coisas aconteçam como você entende serem corretas.
>
> Em qualquer caso, parece-me que você está na rede errada, tentando semear em terreno pouco fértil.
>
> Abraço forte.
>
> SCN
> ----- Original Message -----
> From: marcos ferreira pinto basto
> To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> Sent: Friday, February 17, 2012 1:35 PM
> Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>
>
>
> Prezado Sérgio, sequer imagino quais são suas fontes de informação sobre a situação de Lula perante a Previdência Social pois Luis Inácio
>
> Lula da Silva continua recebendo benefício com título de aposentadoria por invalidez parcial previdenciária que supera R 5.000,00, podendo
> desempenhar qualquer outra função que não seja imperiosa a utilização do dedo mínimo.
> O know how dos malabarismos financeiros que regem as contas do tesouro nacional é comandado pelos sobrinhos do tio sam que têm
> numerosos "servidores" por aqui. Uma minuciosa auditoria de nossas contas internas e externas efetuada por peritos criminais nacionais
> muito competentes que temos, coadjuvados por peritos internacionais, revelaria quantas trampolinagens já foram feitas neste Brasil,
> principalmente no "reinado" do FHC, o maior traidor da Pátria que tivemos, impossível de superar.
> Quais as razões porque todos os grandes e médios empresários nacionais reclamam tanto da SELIC ? Estão todos errados?
> Hoje estou afastado de muitas fontes de informações espalhadas pelo mundo, mas sei que as aplicações financeiras de grandes agiotas
> internacionais, recebem tratamentos especiais como isenção de IOF que não nos informam.
> Existe grande intromissão yankee nos nossos assuntos internos que foram hábilmente contornados por Lula e alguns assessores, mas
> dificultaram a concessão de benefícios sociais ao Povo mais carente. O Bolsa Família poderia ser um benefício de maior valor e mais
> abrangente com melhor sistema de controle. Numerosas prefeituras facilitam a concessão do benefício para os apaniguados do "gerente"
> municipal. A classe operária mais pobre teve a possibilidade de melhorar um pouco a vida, muito embora tenham havido "excessos" que
> partiram exatamente da gananciosa máfia da agiotagem nacional como por exemplo facilitar a compra de automóvel novo em até 80 meses.
> Moro num bairro pobre que se confunde com a favela e ainda hoje vejo indivíduos que ganham menos de mil reais por mês com carro
> comprado nessas condições, só que na maioria dos casos têm IPV e prestações atrazadas, muitas multas de trânsito e numerosas falhas
> por falta de manutenção. Sem contar aqueles que a justiça conseguiu apreender o veículo por falta de pagamento.
> Os empréstimos consignados a aposentados é outra grande vigarice que ilude o tomador do empréstimo por um dia e complica sua vida
> em até 365 X 5 = 1.825 dias. Por urgente necessidade de ultrassonografias fui obrigado a entrar numa dessas armadilhas.
> Lula e sua equipe beneficiaram os mais pobres, mas esqueceram de não lesar outros pobres que é o meu caso e milhões de
> aposentados que ganham mais que essa quantia que designam de salário mínimo e o fazem atropelando a lei maior, hoje toda esfarrapada.
> Ainda existe muita gente séria e honesta no Brasil que não é representada no congresso nacional, valhacouto da elite criminosa que
> campeia por aí, nem tão pouco escutam nossas reclamações e depois acontecem barbaridades muito criminosas como a trombeteada
> "reintegração de posse" do bairro Pinheirinho em S.José dos Campos/SP da responsabilidade de Geraldo Alckmin que alega ter feito
> cumprir a lei e os maiores juristas brasileiros e estrangeiros declaram ter cometido um crime contra a segurança social. E mostra-se
> como grande católico praticante e membro do Opus Dei.
> Torno a escrever-lhe por estes dias porque surgiram numerosas falhas na minha conexão da Banda Larga, o tal speedy da Telefónica
> que vive fraudando os contratos com os assinantes e a ANATEL nada faz.
> Um abraço,
> Marcos Pinto Basto
>
>
>
> Em 16 de fevereiro de 2012 01:37, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@...> escreveu:
>
>
>
> Marcos,
>
> Entendo sua revolta; é duro não receber no fim do mês o valor necessário para cobrir todas as despesas que temos (ou queremos ter). Entretanto, seu texto contém - em minha opinião - alguns equívocos de ordem técnica ou de desinformação habilmente plantada ao longo dos anos. Vou tentar comentar aqueles, que segundo meu entendimento, são os de maior importância:
>
> 1. Lula NÃO é aposentado por invalidez. Provavelmente ficou algum tempo de licença e recebeu proventos da previdência oficial durante o período de convalescença quando perdeu o dedo - mas obviamente não se aposentou, pois se o tivesse feito não poderia ter sido presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo.
>
> 2. A dívida externa brasileira NUNCA foi e nunca será quitada enquanto o país estiver inserido na economia internacional. A maior parte da divida externa hoje é privada; embora existam ainda diversos títulos do governo pendentes de liquidação - por não estarem vencidos - no mercado internacional. Lula NUNCA declarou ter quitado a dívida externa; declarou sim o que o país conseguiu durante seu mandato - quitar a dívida com o FMI e acumular reservas internacionais em valor superior à dívida externa.
>
> 3. Não existe ligação nenhuma entre superávit primário e dívida externa. A geração de superávit primário é necessária para que seja possível pagar juros da dívida interna e evitar que volte a subir de forma desordenada como ocorria no passado. A mecânica é muito simples e não existe necessidade de curso em Bangladesh para entender: quando um país tem déficit orçamentário, precisa emitir títulos públicos para captar o valor desse déficit e pagar todas as suas contas além dos juros vencidos sobre a dívida já existente. Se o superávit é ZERO precisa emitir novos títulos para pagar apenas os juros. Quando tem superávit primário, paga os juros vencidos e,se possível, reduz o endividamento. Essa é a política que tem dado certo, além de ter o apoio maciço da população brasileira expresso nas urnas e no resultado das pesquisas de opinião. Alguns entendem que seria melhor continuar aumentando cada vez mais a dívida pública até transformar o país em uma Grécia. Outros talvez preferissem, simplesmente, emitir moeda e catapultar a inflação - nas duas alternativas (e não existem outras) a conta seria paga pelo povo como já vimos na história recente brasileira
>
> 4. As grandes obras a que você se refere, bem como toda a infraestrutura energética brasileira nos diversos setores, foram as grandes geradoras da dívida pública brasileira que hoje estamos administrando muito bem. Se eu tivesse sido consultado, direta ou indiretamente na época, preferiria que aqueles investimentos tivessem sido realizados com recursos tributários - aumentos de impostos. Infelizmente, o país estava submetido a uma ditadura e não fui consultado. O aumento de tributos que deveria - e poderia com facilidade - ter sido aplicado na década de 70 do século passado só ocorreu na segunda metade dos anos 90, quando a tributação passou de 24% do PIB para 36% do PIB.
>
> 5. A taxa SELIC é estabelecida segundo critérios técnicos. É muito fácil saber se o critério técnico utilizado foi correto - basta conferir as taxas de juros estabelecidas em leilão, para títulos do mesmo governo federal, emitidos periodicamente. Ao contrário daquilo que muitos acreditam, iludidos por comentários mais políticos do que técnicos, a taxa SELIC não é tão alta quanto parece - explico: a renda nominal obtida por um aplicador em títulos federais é integralmente tributada pelo imposto de renda - média de 20% para pessoas físicas e 34% para pessoas jurídicas. Ou seja; o governo paga de um bolso e recebe no outro. Para o aplicador pessoa física significa receber 12% menos 2,4% que deixa de imposto na fonte - cerca de 9,5% com uma inflação de 6% é renda efetiva pouco superior a 3% ao ano - no caso de aplicações de pessoas jurídicas o juro real anual é menor do que 3%. Convenhamos; é muito pouco juro para satisfazer um "agiota" de qualquer país do planeta terra - agiotas no Brasil não costumam se satisfazer com menos de 10% AO MÊS.
>
> 6. As taxas de câmbio no Brasil, hoje, são fixadas pelo mercado. Se existem mais entradas do que saídas de moeda estrangeira, a taxa de câmbio cai - quando ocorre o movimento inverso a taxa de câmbio sobe. Sempre que foram tentadas articulações diferentes nesse país, a vaca foi para o brejo - a mais recente foi a política desastrada de bandas cambiais durante o mandato do Príncipe da Sorbonne - Dom FHC.
>
> 7. Todos nós gostaríamos muito de ter um salário mínimo equivalente a R$ 2.300; se possível até mais do que isso. O problema é como chegar lá, e com que velocidade, sem que o trabalhador devolva tudo em decorrência de uma inflação galopante e crescente. Hoje o salário mínimo é praticado apenas pela previdência social e governos. O piso salarial de empregados domésticos no Rio de Janeiro é de 1,5 salários mínimos. Qualquer que seja o parâmetro utilizado - inflação, taxa de câmbio, cestas básicas, etc. - a conclusão única possível é que avançamos, e muito, nos últimos anos. Se preferir, faça outro tipo de avaliação - compare o prefil atual dos compradores de shoppings center com a clientela anterior ao governo Lula. Observe como cresceu a quantidade de carros circulando nas grandes cidades. Visite os aeroportos e tente saber a profissão dos passageiros que embarcam atualmente para o norte e nordeste do Brasil - vai se surpreender ao saber que diversos produtos e serviços anteriormente oferecidos e comprados por uma minoria da população estão hoje acessíveis àqueles que ganham 1,5 salários mínimos por mês.
>
> Durante mais de 30 anos de minha vida profissional fui descontado para a previdência social no teto máximo de contribuição. Durante alguns anos recolhi sobre VINTE salários mínimos. Depois esse teto caiu para DEZ salários mínimos. Gostaria muito de receber hoje uma aposentadoria de DEZ salários mínimos - R$ 6.220,00. Recebo a metade e, espero, algum dia o sistema previdenciário possa reparar essa injustiça HISTÓRICA. Hoje, confio nos meus governantes e estou convencido de que não podem atender a esse meu desejo sem prejuízo de uma política de recuperação de perdas - ainda mais antigas, mais necessária e mais benéfica para a economia nacional - do salário mínimo.
>
> Abraço,
>
> SCN
>
> ----- Original Message -----
> From: marcos ferreira pinto basto
> To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> Sent: Wednesday, February 15, 2012 7:59 AM
> Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>
>
>
> Caro Sérgio, a arrecadação de impostos vinculados à Previdência Social tem sido sempre superior
>
> às despesas da Previdência, mas infelizmente os administradores públicos que têm passado por
> Brasília, ao invés de aplicarem as verbas excedentes em grandes empreendimentos de infra-estruturas
> e respeitarem essas aplicações como se fossem empréstimos contraídos junto da agiotagem internacional,
> têm desviado verbas com finalidades diversas que vão desde a construção da ponte Rio/Niterói, Itaipu até
> ao misterioso superávit primário, uma invenção da mais pura picaretagem entreguista.
> Dentro do próprio INSS não existe um critério rígido na concessão e pagamento de benefícios, existindo
> pensões de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete chaves. O próprio Lula recebe uma pensão
> por invalidez superior a R 5.000,00 que já li informação de ter esse valor porque já foi preso político. Não lembro
> dessa prisão.
> Mas durante a capatazia do maior traidor da Pátria que o Brasil já teve, o vendilhão FHC encarregou o António
> Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de contenção de gastos na Previdência Social.
> Essa besta quadrada do Anastasia que não deve ter parentes pobres e tem aquela coragem própria dos larápios
> que arrancam os relógios e correntes de ouro dos velhinhos, entre outras pérolas da mais pura contabilidade de
> traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que auferem benefícios superiores ao salário
> mínimo,com metate do valor do índice anual de reajuste daquele valor.
> Nos primeiros três anos, o aposentado não sente a desvalorização de seu benefício, mas a partir do 5º ano começa a ver quanto é espoliado.
> Não entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma medida tão estapafúrdia que não tem base legal nenhuma. Segundo a
> constituição, os salários são irredutíveis e para todos os efeitos, o benefício de aposentadoria é o prolongamento salarial do trabalhador que atingiu limites
> previstos na lei.
> NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? Só o pobre porque ao menor descuido seu, pode ser confundido com ladrão e sobra cana pra ele!
> Mas como funciona a econômia do Brasil? Só um Phd em econômia, formado no Bangla Desh, poderá entender
> a mecanica trampolineira das contas governamentais.
> Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central (independente), um grupo de super iluminados
> financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empréstimos contraídos pelo governo com os agiotas nacionais
> e internacionais. Na grande maioria dos países, a taxa máxima de juros sobre grandes empréstimos é de 3%aa.
> Depois, o Lula não declarou que tínhamos saldado a dívida externa? Então para que serve o tal superávit primário, outra
> pérola negra desses cientistas em extorsão de incautos?
> O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do Lula. Meireles, alto funcionário aposentado do Banco
> de Boston, com residência fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta das galinhas de ovos de ouro.
> Sabe qual a razão porque o Brasil não entrou de roldão nessa crise financeira "cozinhada" nos EUA e estendida à Europa
> pelos grandes agiotas internacionais?
> Na atual conjuntura econômica e financeira mundial, um dólar dos EUA vale R 1,71, mas o dólar é uma moeda sem lastro
> físico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas por alto seriam necessários cerca de 8 Euros para
> comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? Já ouviu falar em operações paralelas de cambio? Se o
> Brasil adotasse o sistema de operações paralelas, teria um superávit tão grande com as maiores econômias do mundo que
> talvez estivesse no topo delas.
> Mas como é vítima da maior esculhambação econômica, financeira, científica e técnica, até no pagamento das prestações de
> utilidades domésticas, o comércio cobra dos incautos consumidores, juros sobre quantias já pagas e juros sobre juros.
> Coisa de agiota made in USA.
> Então quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, não só eles como os trabalhadores ativos, fico exasperado
> porque não vejo nenhuma reação da sociedade, nem de setores mais ilustrados com conhecimentos matemáticos.
> O salário mínimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os "nobres cientistas sociais" conseguiram chegar a esse
> valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo meretrício das principais cidades do País.
> Roubam-me hoje R 2.050,00/mês! Roubam quantias de 9 milhões de benefícios cujos titulares contribuíram compulsóriamente,
> mas julgando serem tratados com um mínimo de seriedade na hora de se aposentarem. Lêdo engano! Não me admiro muito se
> mais tarde começarem a morrer idosos aos montes, vítimas de gripe que poderá ser suína, das gaivotas ou dos urubus.
> Quando um cara fica velho, garanto-lhe que é uma merda!
> Um abraço,
> Marcos Pinto Basto
>
>
> Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@...> escreveu:
>
>
>
> Marcos,
>
> Como a questão "aposentadorias" contém aspectos técnicos quase tão importantes quanto os políticos, entendo que seria muito interessante se você pudesse desenvolver mais o tema informando a este fórum:
> 1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos aposentados foi inferior à inflação;
> 2. De onde viriam os recursos necessários para que fossem pagas as perdas dos aposentados prejudicados.
>
> Abraço,
>
> SCN
>
>
> ----- Original Message -----
> From: marcos ferreira pinto basto
> To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> Sent: Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
> Subject: Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula para o 32º aniversário do PT
>
>
>
> Faltou acrescentar: Nestes dias difíceis que atravesso, pesa-me na consciência o grande roubo dos aposentados que ganham acima do salário mínimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito continuei aplicando e nem sei porque...
>
> Marcos Pinto Basto
>
>
> Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Tristão <danitristao@...> escreveu:
>
>
>
> Cara Presidenta da República Dilma Rousseff,
> Caro Presidente do PT Rui Falcão,
> Dirigentes e Militantes do PT,
> Companheiras e Companheiros,
>
>
> Eu queria muito estar hoje em Brasília com vocês. Além de celebrar coletivamente o aniversário do nosso partido, teria a oportunidade de rever e abraçar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo têm um papel fundamental na minha vida.
>
> No entanto, o meu tratamento de saúde entrou em sua etapa final e devo manter a rigorosa disciplina seguida até agora, para que a cura seja completa e eu volte o mais rápido possível à militância social e política que tanto nos apaixona e mobiliza.
>
> Se não terei, hoje, a alegria de revê-los, é porque quero estar com vocês muitas e muitas vezes nos próximos meses e nos anos vindouros, participando intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da dignidade do povo brasileiro e da democratização cada vez mais substantiva da nossa sociedade.
>
> O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajetória e de suas conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da história do Brasil e uma das organizações progressistas mais respeitadas do mundo. Cumprimos, com notável êxito, os principais compromissos contidos em nosso "Manifesto de Fundação" lançado em 10 de fevereiro de 1980 naquele memorável encontro do Colégio Sion.
>
> Nunca será demais lembrar que, junto com outras forças de oposição, o PT contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a redemocratização do país. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das organizações populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da sociedade civil brasileira. O chamado "modo petista de governar", primeiro nos municípios e estados e depois no próprio governo federal, renovou profundamente a cultura administrativa do país, tornando-o muito mais republicano e participativo. Construímos, em parceria com outros partidos de esquerda, imprescindíveis ao sucesso da causa comum, generosas frentes populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao país um modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir renda e promover inclusão social. E fomos além. Inspirados no saudoso Paulo Freire, que recomendava "unir os diferentes para melhor enfrentar os antagônicos", constituímos uma ampla aliança de centro-esquerda para conquistar democraticamente a Presidência da República.
>
> Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram, pacificamente, uma verdadeira revolução econômica e social, levando o país a dar um extraordinário salto produtivo e tecnológico e, sobretudo, incorporando aos direitos básicos de cidadania dezenas de milhões de brasileiros e brasileiras que viviam à margem da sociedade. Tudo isso resultou em uma nação muito mais próspera e justa, que conquistou importante lugar no mundo. A atuação internacional do Brasil expressa os mesmos valores éticos e políticos, afirmando a soberania do país, impulsionando a integração regional e pugnando pela reforma da ordem global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.
>
> Nosso projeto transformador, hoje sob a liderança da querida companheira Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, lúcida e competente, que o Brasil e o mundo estão aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.
>
> A Presidenta Dilma, além de consolidar as conquistas do período precedente, cujo mérito é também dela, como excelente ministra que foi, está dotando o país de novos objetivos estratégicos, que devemos apoiar com entusiasmo. São metas econômicas, políticas, sociais e culturais que pavimentam o caminho do futuro. Peço licença a vocês para destacar duas delas, que tocam fundo o meu coração: erradicar a extrema pobreza até 2014, dando oportunidade de sobrevivência digna a 16 milhões de pessoas, por meio do Programa Brasil Sem Miséria; e expandir em escala massiva o ensino profissional e tecnológico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec, que pretende beneficiar 8 milhões de jovens até 2016.
>
> Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os avanços obtidos sob a liderança do PT são inequívocos e prefiguram conquistas ainda maiores e mais valiosas.
>
> Para estar à altura de suas responsabilidades, como esteve até agora, o nosso partido precisa manter-se sempre democrático e inovador, sem perder nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfeiçoar a cada dia.
>
> Quero concluir essa saudação dizendo da minha alegria em saber que nesse ato estão sendo homenageadas duas pessoas admiráveis, que dedicaram toda a sua vida aos ideais de liberdade e justiça: Apolônio e Reneè de Carvalho. Sei que outros falarão sobre o inesquecível e insubstituível Apolônio. Direi uma palavra sobre a caríssima Reneè. Nada melhor do que o espírito fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira para simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa caminhada.
>
> Um grande abraço do Lula
>
> http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-
>
>
>
>
>
>
> --
> Marcos Pinto Basto
> Tel. 013 3467 4204
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> --
> Marcos Pinto Basto
> Tel. 013 3467 4204
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> --
> Marcos Pinto Basto
> Tel. 013 3467 4204
>

6.

CONSELHOS DE COMUNICAÇÃO Quem está censurando quem? Por Marlos

Enviado por: "marlos mello" mtbm...@gmail.com   mtm_psi01

Ter, 21 de Fev de 2012 2:28 am



CONSELHOS DE COMUNICAÇÃO<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed682_quem_esta_censurando_quem>
Quem
está censurando
quem?<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed682_quem_esta_censurando_quem>

Por Marlos Mello em 21/02/2012 na edição 682

“O tabu que eu falo aqui, da comunicação e do debate, é um tabu carregado
de estigmas, porque conselho de comunicação virou sinônimo de controle da
mídia, virou sinônimo de censura, que é o absurdo dos absurdos porque
censuram a nossa liberdade de discutir comunicação”(Robinson Almeida,
secretário de Comunicação do Estado da Bahia, durante o seminário
“Comunicação em Pauta”, realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de
2011)

A discussão da relação comunicação e censura talvez ainda seja o grande
“tabu” presente na democracia brasileira. No entanto, esse é um dos temas
mais significativos para a compreensão dos novos cenários políticos e
econômicos que compõem a sociedade. É inegável que nessas mais de duas
décadas de redemocratização da política brasileira aconteceram avanços e
conquistas em vários espaços sociais e em várias áreas de atuação. Avanços
importantes em segmentos antes fadados e tachados como inadequados, o que é
o caso da participação das mulheres na política, por exemplo. Hoje temos a
primeira mulher presidenta do Brasil e houve a ascensão de setores das
esferas mais exploradas da sociedade que passaram a ocupar espaços de
poder. Segmentos sociais também discriminados estão tendo a oportunidade de
ocupar espaços importantes na política brasileira.

Mas se, por um lado, o Brasil avançou, por outro ainda é um país imerso em
proibições, estigmas e interdições. Dentre essas, uma com um grande valor
de importância é o tema dos conselhos de comunicação que, segundo o
secretário Robinson Almeida, é o ponto estratégico que precisa ser
enfrentado pela sociedade brasileira.

*Cenário de polêmicas*

A comunicação no Brasil, no sentido econômico, tem funcionado como mero
valor de troca comercial, empresarial e político. É um capital relevante
para o processo produtivo, transforma-se em consumo imediato e é temporário
e descartável porque a última tecnologia é a que tem valor. A comunicação,
no sentido neoliberal, não é agente de transformação, mas apenas um dos
elementos que agregam valor à mão-de-obra e um dos garantidores de que o
produto final terá consumidores.

No entanto, o que faz o tema da comunicação ser tão polêmico é a forma como
vem sendo abordado pelas autoridades ao longo de muitos anos. Ao contrário
do que acontece na educação, na saúde e na assistência social – serviços
vitais e básicos que têm, além do conselho nacional, conselhos estaduais e
municipais que possuem a finalidade principal de servir como instrumento
para garantir a participação popular na construção das políticas e dos
serviços públicos –, a comunicação parece não possuir esse direito
(ver aqui<http://www.portaltransparencia.gov.br/controleSocial/ConselhosMunicipaiseControleSocial.asp>).

*Técnica* *versus* *sociedade democrática*

Durante sua fala no Seminário “Comunicação em Pauta”, o secretário Robinson
Almeida fez o seguinte comentário:

“A sociedade que nós temos que ter como sociedade democrática é uma decisão
dos homens e das mulheres pra que o modelo possa convergir e não uma
imposição da técnica sobre a vontade humana. Então, não é a economia que
deve presidir a política, não é a comunicação que deve presidir a política,
é a política no sentido amplo, do desejo coletivo, pactuado na sociedade,
não to falando na política no sentido pequeno dela do espaço de poder.
Então, essa compreensão que nos levou a pensar uma estratégia de elevar a
comunicação a um status de política pública” Robinson Almeida, secretário
de Comunicação do Estado da Bahia, durante o seminário “Comunicação em
Pauta” realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de 2011.

Na minha interpretação, o que o secretário Robinson quer dizer é o
seguinte: a criação de conselhos de comunicação passa pela vontade das
pessoas, homens e mulheres, que devem decidir sobre o assunto. E mais: essa
vontade não pode ser representada apenas pela técnica, ou então pela
argumentação ideologizada, mas sim, pelo debate amplo “na” e “da”
sociedade. Na Bahia, por exemplo, já foram promovidas duas conferências
estaduais de comunicação com o objetivo de evidenciar os problemas e as
soluções para a política de comunicação no estado e essas conferências
auxiliaram no processo de criação do Conselho de Comunicação do Estado da
Bahia (ver aqui<http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2012/01/10/representantes-do-conselho-de-comunicacao-social-da-bahia-tomam-posse>).

Contudo, considerando-se através de um panorama geral brasileiro, é
possível perceber que embora haja debates sobre comunicação por todo o
Brasil, os debates “legitimados”, ou seja, os que valem mesmo, sobre a
comunicação, estão localizados especificamente em dois espaços da
sociedade: a) nas universidades e b) nos órgãos de imprensa. São esses dois
organismos da sociedade, principalmente o “b”, que pautam o tema da
comunicação no cenário político brasileiro.

*Uma sugestão final*

De maneira geral, parece não haver dúvidas de que, assim como a saúde, a
educação e a assistência social, a comunicação é um tema de grande
importância que deveria ser tratado com total transparência. No entanto,
mesmo fazendo parte dos temas “quentes” e abrigando grandes contradições, a
comunicação não é levada a sério quando se fala em controle social. Para
mim, a comunicação no Brasil encontra-se numa “névoa”, num espaço onde não
podem ocorrer debates, ou melhor, onde se debate de tudo menos comunicação.
Nesse espaço, só alguns possuem o conhecimento necessário e podem ter o
direito de falar sobre comunicação. E mais: só alguns podem regulamentar o
famoso tema da “autorregulamentação” (ver
aqui<http://portalimprensa.uol.com.br/colunistas/colunas/2010/09/01/imprensa747.shtml>).

Sobre o que foi destacado acima, Vera Spolidoro, secretária de comunicação
do Estado do Rio Grande do Sul, tem a seguinte opinião:

“Se o estado mostrar-se submisso à agenda da mídia estará dependente de uma
agenda de classe em disputa. Os sistemas de comunicação comercial no Brasil
quase sempre constituem a principal fonte de informação para a maioria da
população e sob monopólio exercem determinações sobre a cultura, política e
sobre a economia. Cabe, portanto, entender os limites dessa
interdependência na execução de uma política pública de comunicação” (Vera
Spolidoro, secretária de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul durante
o seminário “Comunicação em Pauta” realizado em Porto Alegre, RS, 8 de
dezembro de 2011).

Assim, é necessário o abandono dessa “névoa”, desse “estigma”, dessa
“censura”, como afirmou o secretário Robinson Almeida, que não permite o
debate da comunicação no Brasil. Os conselhos de comunicação representam
uma das possibilidades de se fazerem debates democráticos, amplos e abertos
sobre quaisquer temas propostos, inclusive a democratização dos meios de
comunicação e a regulamentação dos artigos da Constituição (ver
aqui<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/mais_de_duas_decadas_depois>).
Romper com essa lógica perversa de que a comunicação não é importante ao
interesse público é papel de todos.

Uma sugestão final aos leitores deste artigo. Comecem observando e pensem
se os órgãos de comunicação da sua cidade são os ideais, se correspondem à
proposta de uma cobertura democrática e ampla dos acontecimentos
cotidianos. Questionem os espaços de participação nos meios de comunicação,
especialmente rádio e televisão, que são concessões públicas e têm de
garantir o direito à comunicação.

*Metas e objetivos no RS*

Abaixo as metas e objetivos principais da Secretaria de Comunicação e
Inclusão Digital do Estado do Rio Grande do Sul citados durante o seminário
“Comunicação em Pauta”.

Metas e objetivos principais da Secretaria de Comunicação e Inclusão
Digital do Estado do Rio Grande do Sul:

1 – Desenvolver debates e ações para inclusão digital. Ampliação da
banda-larga e acesso as novas mídias. Trata-se de estabelecer parcerias com
entidades e instituições governamentais e não-governamentais que operem
tais propósitos.

2 – implementar redes de produção e difusão de informações que ampliem a
visibilidade do governo através de sistemas e novas tecnologias.

3 – reverter a política de investimento de recursos publicitários
assegurando condições isonômicas na destinação das verbas oficiais aos
veículos públicos e comunitários, blogs, sites, rádios e televisões
comunitárias como forma de incentivar o desenvolvimento de mídias com maior
expressão da pluralidade de pensamento.

4 – propor que um percentual das verbas oficiais de publicidade constituam
um fundo para o desenvolvimento da mídia pública e comunitária. As formas
de acesso aos recursos e a gestão do fundo serão objeto de lei específica a
ser encaminhada à Assembleia Legislativa.

5 – garantir a adoção de critérios na produção gráfica e eletrônica do
governo que promovam a inclusão de diferentes setores sociais e que não
deixem margem ao discurso discriminatório de raça, gênero, orientação
sexual, geracional ou econômica. Incluir na rede estadual o debate sobre
conteúdos que resgatem o caráter dialógico da comunicação com programas que
contemplem a leitura crítica da mídia, formação de um quadro docente para
tal através da universidade estadual em articulação com faculdades de
comunicação. Estabelecer parceiras entre a fundação Piratini – que é a
nossa fundação de televisão pública – TV e rádio e a EBC – empresa
brasileira de comunicação, buscando a ampliação do investimento,
atualização técnica, qualificação profissional de programação. Debater a
migração da fundação Piratini do sistema estatal para o sistema público e,
por fim, colocar em pauta no conselhão – conselho de desenvolvimento
econômico e social – a criação de um conselho estadual de comunicação
integrado pela sociedade, de caráter público, autônomo e deliberativo com
objetivo de debater os debates relacionados ao setor no formato de
comunicação social escrito na constituição brasileira e, para tanto, deverá
ser instituído no conselhão, na câmara temática relacionada a comunicação.

***

[Marlos Mello é psicólogo social, Porto Alegre, RS]
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