[tribuna_da_internet] Resumo 5862

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Feb 16, 2012, 4:49:10 AM2/16/12
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Mensagens

1.1.

Re: Marcos Basto

Enviado por: "marcos ferreira pinto basto" marcospi...@superig.com.br

Qua, 15 de Fev de 2012 8:00 am



*Caro S����rgio, a arrecada�����o de impostos vinculados ���� Previd����ncia Social tem
sido sempre superior*
*����s despesas da Previd����ncia, mas infelizmente os administradores p����blicos
que t����m passado por*
*Bras����lia, ao inv����s de aplicarem as verbas excedentes em grandes
empreendimentos de infra-estruturas*
*e respeitarem essas aplica�����es como se fossem empr����stimos contra����dos junto
da agiotagem internacional,*
*t����m desviado verbas com finalidades diversas que v����o desde a constru�����o da
ponte Rio/Niter����i, Itaipu at����*
*ao misterioso super����vit prim����rio, uma inven�����o da mais pura picaretagem
entreguista.*
*Dentro do pr����prio INSS n����o existe um crit����rio r����gido na concess����o e
pagamento de benef����cios, existindo*
*pens����es de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete chaves. O
pr����prio Lula recebe uma pens����o*
*por invalidez superior a R 5.000,00 que j���� li informa�����o de ter esse valor
porque j���� foi preso pol����tico. N����o lembro*
*dessa pris����o.*
*Mas durante a capatazia do maior traidor da P����tria que o Brasil j���� teve, o
vendilh����o FHC encarregou o Ant����nio*
*Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de
conten�����o de gastos na Previd����ncia Social.*
*Essa besta quadrada do Anastasia que n����o deve ter parentes pobres e tem
aquela coragem pr����pria dos lar����pios*
*que arrancam os rel����gios e correntes de ouro dos velhinhos, entre outras
p����rolas da mais pura contabilidade de*
*traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que auferem
benef����cios superiores ao sal����rio*
*m����nimo,com metate do valor do ����ndice anual de reajuste daquele valor.*
*Nos primeiros tr����s anos, o aposentado n����o sente a desvaloriza�����o de seu
benef����cio, mas a partir do 5���� ano come����a a ver quanto ���� espoliado.*
*N����o entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma medida
t����o estapaf����rdia que n����o tem base legal nenhuma. Segundo a*
*constitui�����o, os sal����rios s����o irredut����veis e para todos os efeitos, o
benef����cio de aposentadoria ���� o prolongamento salarial do trabalhador que
atingiu limites*
*previstos na lei.*
*NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? S���� o pobre porque ao menor
descuido seu, pode ser confundido com ladr����o e sobra cana pra ele!*
*Mas como funciona a econ����mia do Brasil? S���� um Phd em econ����mia, formado no
Bangla Desh, poder���� entender*
*a mecanica trampolineira das contas governamentais.*
*Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central
(independente), um grupo de super iluminados*
*financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empr����stimos
contra����dos pelo governo com os agiotas nacionais*
*e internacionais. Na grande maioria dos pa����ses, a taxa m����xima de juros
sobre grandes empr����stimos ���� de 3%aa.*
*Depois, o Lula n����o declarou que t����nhamos saldado a d����vida externa? Ent����o
para que serve o tal super����vit prim����rio, outra*
*p����rola negra desses cientistas em extors����o de incautos?*
*O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do Lula.
Meireles, alto funcion����rio aposentado do Banco*
*de Boston, com resid����ncia fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta das
galinhas de ovos de ouro.*
*Sabe qual a raz����o porque o Brasil n����o entrou de rold����o nessa crise
financeira "cozinhada" nos EUA e estendida ���� Europa*
*pelos grandes agiotas internacionais?*
*Na atual conjuntura econ����mica e financeira mundial, um d����lar dos EUA vale
R 1,71, mas o d����lar ���� uma moeda sem lastro*
*f����sico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas por
alto seriam necess����rios cerca de 8 Euros para*
*comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? J���� ouviu falar em
opera�����es paralelas de cambio? Se o*
*Brasil adotasse o sistema de opera�����es paralelas, teria um super����vit t����o
grande com as maiores econ����mias do mundo que*
*talvez estivesse no topo delas.*
*Mas como ���� v����tima da maior esculhamba�����o econ����mica, financeira, cient����fica
e t����cnica, at���� no pagamento das presta�����es de*
*utilidades dom����sticas, o com����rcio cobra dos incautos consumidores, juros
sobre quantias j���� pagas e juros sobre juros. *
*Coisa de agiota made in USA.*
*Ent����o quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, n����o s���� eles
como os trabalhadores ativos, fico exasperado*
*porque n����o vejo nenhuma rea�����o da sociedade, nem de setores mais
ilustrados com conhecimentos matem����ticos.*
*O sal����rio m����nimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os "nobres
cientistas sociais" conseguiram chegar a esse*
*valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo
meretr����cio das principais cidades do Pa����s.*
*Roubam-me hoje R 2.050,00/m����s! Roubam quantias de 9 milh����es de benef����cios
cujos titulares contribu����ram compuls����riamente,*
*mas julgando serem tratados com um m����nimo de seriedade na hora de se
aposentarem. L����do engano! N����o me admiro muito se *
*mais tarde come����arem a morrer idosos aos montes, v����timas de gripe que
poder���� ser su����na, das gaivotas ou dos urubus.*
*Quando um cara fica velho, garanto-lhe que ���� uma merda!*
*Um abra����o,*
*Marcos Pinto Basto
*
Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com
> escreveu:

> **
>
>
> **
> Marcos,
>
> Como a quest����o "aposentadorias" cont����m aspectos t����cnicos quase t����o
> importantes quanto os pol����ticos, entendo que seria muito interessante se
> voc���� pudesse desenvolver mais o tema informando a este f����rum:
> 1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos
> aposentados foi inferior ���� infla�����o;
> 2. De onde viriam os recursos necess����rios para que fossem pagas as perdas
> dos aposentados prejudicados.
>
> Abra����o,
>
> SCN
>
>
>
> ----- Original Message -----
> *From:* marcos ferreira pinto basto <marcospintobasto@superig.com.br>
> *To:* tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> *Sent:* Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
> *Subject:* Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula
> para o 32���� anivers����rio do PT
>
>
>
> *Faltou acrescentar: Nestes dias dif����ceis que atravesso, pesa-me na
> consci����ncia o grande roubo dos aposentados que ganham acima do sal����rio
> m����nimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito
> continuei aplicando e nem sei porque...*
> *Marcos Pinto Basto
> *
> Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Trist����o <danitristao@uol.com.br>escreveu:
>
>> **
>>
>>
>> **
>> Cara Presidenta da Rep����blica Dilma Rousseff,
>> Caro Presidente do PT Rui Falc����o,
>> Dirigentes e Militantes do PT,
>> Companheiras e Companheiros,
>>
>>
>> Eu queria muito estar hoje em Bras����lia com voc����s. Al����m de celebrar
>> coletivamente o anivers����rio do nosso partido, teria a oportunidade de rever
>> e abra����ar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo t����m um papel
>> fundamental na minha vida.
>>
>> No entanto, o meu tratamento de sa����de entrou em sua etapa final e devo
>> manter a rigorosa disciplina seguida at���� agora, para que a cura seja
>> completa e eu volte o mais r����pido poss����vel ���� milit����ncia social e pol����tica
>> que tanto nos apaixona e mobiliza.
>>
>> Se n����o terei, hoje, a alegria de rev����-los, ���� porque quero estar com voc����s
>> muitas e muitas vezes nos pr����ximos meses e nos anos vindouros, participando
>> intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da dignidade do povo
>> brasileiro e da democratiza�����o cada vez mais substantiva da nossa sociedade.
>>
>> O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajet����ria e de suas
>> conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de
>> preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da
>> hist����ria do Brasil e uma das organiza�����es progressistas mais respeitadas do
>> mundo. Cumprimos, com not����vel ����xito, os principais compromissos contidos em
>> nosso �����Manifesto de Funda�����o����� lan����ado em 10 de fevereiro de 1980 naquele
>> memor����vel encontro do Col����gio Sion.
>>
>> Nunca ser���� demais lembrar que, junto com outras for����as de oposi�����o, o PT
>> contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a
>> redemocratiza�����o do pa����s. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das
>> organiza�����es populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da
>> sociedade civil brasileira. O chamado �����modo petista de governar�����, primeiro
>> nos munic����pios e estados e depois no pr����prio governo federal, renovou
>> profundamente a cultura administrativa do pa����s, tornando-o muito mais
>> republicano e participativo. Constru����mos, em parceria com outros partidos
>> de esquerda, imprescind����veis ao sucesso da causa comum, generosas frentes
>> populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao pa����s um
>> modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir
>> renda e promover inclus����o social. E fomos al����m. Inspirados no saudoso Paulo
>> Freire, que recomendava �����unir os diferentes para melhor enfrentar os
>> antag����nicos�����, constitu����mos uma ampla alian����a de centro-esquerda para
>> conquistar democraticamente a Presid����ncia da Rep����blica.
>>
>> Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram,
>> pacificamente, uma verdadeira revolu�����o econ����mica e social, levando o pa����s
>> a dar um extraordin����rio salto produtivo e tecnol����gico e, sobretudo,
>> incorporando aos direitos b����sicos de cidadania dezenas de milh����es de
>> brasileiros e brasileiras que viviam ���� margem da sociedade. Tudo isso
>> resultou em uma na�����o muito mais pr����spera e justa, que conquistou
>> importante lugar no mundo. A atua�����o internacional do Brasil expressa os
>> mesmos valores ����ticos e pol����ticos, afirmando a soberania do pa����s,
>> impulsionando a integra�����o regional e pugnando pela reforma da ordem
>> global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham
>> verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.
>>
>> Nosso projeto transformador, hoje sob a lideran����a da querida companheira
>> Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, l����cida e competente, que o Brasil e
>> o mundo est����o aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.
>>
>> A Presidenta Dilma, al����m de consolidar as conquistas do per����odo
>> precedente, cujo m����rito ���� tamb����m dela, como excelente ministra que foi,
>> est���� dotando o pa����s de novos objetivos estrat����gicos, que devemos apoiar com
>> entusiasmo. S����o metas econ����micas, pol����ticas, sociais e culturais que
>> pavimentam o caminho do futuro. Pe����o licen����a a voc����s para destacar duas
>> delas, que tocam fundo o meu cora�����o: erradicar a extrema pobreza at���� 2014,
>> dando oportunidade de sobreviv����ncia digna a 16 milh����es de pessoas, por meio
>> do Programa Brasil Sem Mis����ria; e expandir em escala massiva o ensino
>> profissional e tecnol����gico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec,
>> que pretende beneficiar 8 milh����es de jovens at���� 2016.
>>
>> Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os
>> avan����os obtidos sob a lideran����a do PT s����o inequ����vocos e prefiguram
>> conquistas ainda maiores e mais valiosas.
>>
>> Para estar ���� altura de suas responsabilidades, como esteve at���� agora, o
>> nosso partido precisa manter-se sempre democr����tico e inovador, sem perder
>> nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfei����oar a
>> cada dia.
>>
>> Quero concluir essa sauda�����o dizendo da minha alegria em saber que nesse
>> ato est����o sendo homenageadas duas pessoas admir����veis, que dedicaram toda a
>> sua vida aos ideais de liberdade e justi����a: Apol����nio e Rene���� de Carvalho.
>> Sei que outros falar����o sobre o inesquec����vel e insubstitu����vel Apol����nio.
>> Direi uma palavra sobre a car����ssima Rene����. Nada melhor do que o esp����rito
>> fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira para
>> simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa
>> caminhada.
>>
>> *Um grande abra����o do Lula*
>>
>>
>> http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-
>>
>>
>
>
> --
> Marcos Pinto Basto
> Tel. 013 3467 4204
>
>
>

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204
1.2.

Re: Marcos Basto

Enviado por: "Sergio Neumayer" sergio....@globo.com   sergioneumayer

Qui, 16 de Fev de 2012 1:38 am



Marcos,

Entendo sua revolta; ���� duro n����o receber no fim do m����s o valor necess����rio para cobrir todas as despesas que temos (ou queremos ter). Entretanto, seu texto cont����m - em minha opini����o - alguns equ����vocos de ordem t����cnica ou de desinforma�����o habilmente plantada ao longo dos anos. Vou tentar comentar aqueles, que segundo meu entendimento, s����o os de maior import����ncia:

1. Lula N����O ���� aposentado por invalidez. Provavelmente ficou algum tempo de licen����a e recebeu proventos da previd����ncia oficial durante o per����odo de convalescen����a quando perdeu o dedo - mas obviamente n����o se aposentou, pois se o tivesse feito n����o poderia ter sido presidente do Sindicato dos Metal����rgicos de S����o Bernardo.

2. A d����vida externa brasileira NUNCA foi e nunca ser���� quitada enquanto o pa����s estiver inserido na economia internacional. A maior parte da divida externa hoje ���� privada; embora existam ainda diversos t����tulos do governo pendentes de liquida�����o - por n����o estarem vencidos - no mercado internacional. Lula NUNCA declarou ter quitado a d����vida externa; declarou sim o que o pa����s conseguiu durante seu mandato - quitar a d����vida com o FMI e acumular reservas internacionais em valor superior ���� d����vida externa.

3. N����o existe liga�����o nenhuma entre super����vit prim����rio e d����vida externa. A gera�����o de super����vit prim����rio ���� necess����ria para que seja poss����vel pagar juros da d����vida interna e evitar que volte a subir de forma desordenada como ocorria no passado. A mec����nica ���� muito simples e n����o existe necessidade de curso em Bangladesh para entender: quando um pa����s tem d����ficit or����ament����rio, precisa emitir t����tulos p����blicos para captar o valor desse d����ficit e pagar todas as suas contas al����m dos juros vencidos sobre a d����vida j���� existente. Se o super����vit ���� ZERO precisa emitir novos t����tulos para pagar apenas os juros. Quando tem super����vit prim����rio, paga os juros vencidos e,se poss����vel, reduz o endividamento. Essa ���� a pol����tica que tem dado certo, al����m de ter o apoio maci����o da popula�����o brasileira expresso nas urnas e no resultado das pesquisas de opini����o. Alguns entendem que seria melhor continuar aumentando cada vez mais a d����vida p����blica at���� transformar o pa����s em uma Gr����cia. Outros talvez preferissem, simplesmente, emitir moeda e catapultar a infla�����o - nas duas alternativas (e n����o existem outras) a conta seria paga pelo povo como j���� vimos na hist����ria recente brasileira

4. As grandes obras a que voc���� se refere, bem como toda a infraestrutura energ����tica brasileira nos diversos setores, foram as grandes geradoras da d����vida p����blica brasileira que hoje estamos administrando muito bem. Se eu tivesse sido consultado, direta ou indiretamente na ����poca, preferiria que aqueles investimentos tivessem sido realizados com recursos tribut����rios - aumentos de impostos. Infelizmente, o pa����s estava submetido a uma ditadura e n����o fui consultado. O aumento de tributos que deveria - e poderia com facilidade - ter sido aplicado na d����cada de 70 do s����culo passado s���� ocorreu na segunda metade dos anos 90, quando a tributa�����o passou de 24% do PIB para 36% do PIB.

5. A taxa SELIC ���� estabelecida segundo crit����rios t����cnicos. ���� muito f����cil saber se o crit����rio t����cnico utilizado foi correto - basta conferir as taxas de juros estabelecidas em leil����o, para t����tulos do mesmo governo federal, emitidos periodicamente. Ao contr����rio daquilo que muitos acreditam, iludidos por coment����rios mais pol����ticos do que t����cnicos, a taxa SELIC n����o ���� t����o alta quanto parece - explico: a renda nominal obtida por um aplicador em t����tulos federais ���� integralmente tributada pelo imposto de renda - m����dia de 20% para pessoas f����sicas e 34% para pessoas jur����dicas. Ou seja; o governo paga de um bolso e recebe no outro. Para o aplicador pessoa f����sica significa receber 12% menos 2,4% que deixa de imposto na fonte - cerca de 9,5% com uma infla�����o de 6% ���� renda efetiva pouco superior a 3% ao ano - no caso de aplica�����es de pessoas jur����dicas o juro real anual ���� menor do que 3%. Convenhamos; ���� muito pouco juro para satisfazer um "agiota" de qualquer pa����s do planeta terra - agiotas no Brasil n����o costumam se satisfazer com menos de 10% AO M����S.

6. As taxas de c����mbio no Brasil, hoje, s����o fixadas pelo mercado. Se existem mais entradas do que sa����das de moeda estrangeira, a taxa de c����mbio cai - quando ocorre o movimento inverso a taxa de c����mbio sobe. Sempre que foram tentadas articula�����es diferentes nesse pa����s, a vaca foi para o brejo - a mais recente foi a pol����tica desastrada de bandas cambiais durante o mandato do Pr����ncipe da Sorbonne - Dom FHC.

7. Todos n����s gostar����amos muito de ter um sal����rio m����nimo equivalente a R$ 2.300; se poss����vel at���� mais do que isso. O problema ���� como chegar l����, e com que velocidade, sem que o trabalhador devolva tudo em decorr����ncia de uma infla�����o galopante e crescente. Hoje o sal����rio m����nimo ���� praticado apenas pela previd����ncia social e governos. O piso salarial de empregados dom����sticos no Rio de Janeiro ���� de 1,5 sal����rios m����nimos. Qualquer que seja o par����metro utilizado - infla�����o, taxa de c����mbio, cestas b����sicas, etc. - a conclus����o ����nica poss����vel ���� que avan����amos, e muito, nos ����ltimos anos. Se preferir, fa����a outro tipo de avalia�����o - compare o prefil atual dos compradores de shoppings center com a clientela anterior ao governo Lula. Observe como cresceu a quantidade de carros circulando nas grandes cidades. Visite os aeroportos e tente saber a profiss����o dos passageiros que embarcam atualmente para o norte e nordeste do Brasil - vai se surpreender ao saber que diversos produtos e servi����os anteriormente oferecidos e comprados por uma minoria da popula�����o est����o hoje acess����veis ����queles que ganham 1,5 sal����rios m����nimos por m����s.

Durante mais de 30 anos de minha vida profissional fui descontado para a previd����ncia social no teto m����ximo de contribui�����o. Durante alguns anos recolhi sobre VINTE sal����rios m����nimos. Depois esse teto caiu para DEZ sal����rios m����nimos. Gostaria muito de receber hoje uma aposentadoria de DEZ sal����rios m����nimos - R$ 6.220,00. Recebo a metade e, espero, algum dia o sistema previdenci����rio possa reparar essa injusti����a HIST����RICA. Hoje, confio nos meus governantes e estou convencido de que n����o podem atender a esse meu desejo sem preju����zo de uma pol����tica de recupera�����o de perdas - ainda mais antigas, mais necess����ria e mais ben����fica para a economia nacional - do sal����rio m����nimo.

Abra����o,

SCN

----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 15, 2012 7:59 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Caro S����rgio, a arrecada�����o de impostos vinculados ���� Previd����ncia Social tem sido sempre superior

����s despesas da Previd����ncia, mas infelizmente os administradores p����blicos que t����m passado por
Bras����lia, ao inv����s de aplicarem as verbas excedentes em grandes empreendimentos de infra-estruturas
e respeitarem essas aplica�����es como se fossem empr����stimos contra����dos junto da agiotagem internacional,
t����m desviado verbas com finalidades diversas que v����o desde a constru�����o da ponte Rio/Niter����i, Itaipu at����
ao misterioso super����vit prim����rio, uma inven�����o da mais pura picaretagem entreguista.
Dentro do pr����prio INSS n����o existe um crit����rio r����gido na concess����o e pagamento de benef����cios, existindo
pens����es de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete chaves. O pr����prio Lula recebe uma pens����o
por invalidez superior a R 5.000,00 que j���� li informa�����o de ter esse valor porque j���� foi preso pol����tico. N����o lembro
dessa pris����o.
Mas durante a capatazia do maior traidor da P����tria que o Brasil j���� teve, o vendilh����o FHC encarregou o Ant����nio
Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de conten�����o de gastos na Previd����ncia Social.
Essa besta quadrada do Anastasia que n����o deve ter parentes pobres e tem aquela coragem pr����pria dos lar����pios
que arrancam os rel����gios e correntes de ouro dos velhinhos, entre outras p����rolas da mais pura contabilidade de
traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que auferem benef����cios superiores ao sal����rio
m����nimo,com metate do valor do ����ndice anual de reajuste daquele valor.
Nos primeiros tr����s anos, o aposentado n����o sente a desvaloriza�����o de seu benef����cio, mas a partir do 5���� ano come����a a ver quanto ���� espoliado.
N����o entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma medida t����o estapaf����rdia que n����o tem base legal nenhuma. Segundo a
constitui�����o, os sal����rios s����o irredut����veis e para todos os efeitos, o benef����cio de aposentadoria ���� o prolongamento salarial do trabalhador que atingiu limites
previstos na lei.
NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? S���� o pobre porque ao menor descuido seu, pode ser confundido com ladr����o e sobra cana pra ele!
Mas como funciona a econ����mia do Brasil? S���� um Phd em econ����mia, formado no Bangla Desh, poder���� entender
a mecanica trampolineira das contas governamentais.
Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central (independente), um grupo de super iluminados
financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empr����stimos contra����dos pelo governo com os agiotas nacionais
e internacionais. Na grande maioria dos pa����ses, a taxa m����xima de juros sobre grandes empr����stimos ���� de 3%aa.
Depois, o Lula n����o declarou que t����nhamos saldado a d����vida externa? Ent����o para que serve o tal super����vit prim����rio, outra
p����rola negra desses cientistas em extors����o de incautos?
O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do Lula. Meireles, alto funcion����rio aposentado do Banco
de Boston, com resid����ncia fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta das galinhas de ovos de ouro.
Sabe qual a raz����o porque o Brasil n����o entrou de rold����o nessa crise financeira "cozinhada" nos EUA e estendida ���� Europa
pelos grandes agiotas internacionais?
Na atual conjuntura econ����mica e financeira mundial, um d����lar dos EUA vale R 1,71, mas o d����lar ���� uma moeda sem lastro
f����sico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas por alto seriam necess����rios cerca de 8 Euros para
comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? J���� ouviu falar em opera�����es paralelas de cambio? Se o
Brasil adotasse o sistema de opera�����es paralelas, teria um super����vit t����o grande com as maiores econ����mias do mundo que
talvez estivesse no topo delas.
Mas como ���� v����tima da maior esculhamba�����o econ����mica, financeira, cient����fica e t����cnica, at���� no pagamento das presta�����es de
utilidades dom����sticas, o com����rcio cobra dos incautos consumidores, juros sobre quantias j���� pagas e juros sobre juros.
Coisa de agiota made in USA.
Ent����o quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, n����o s���� eles como os trabalhadores ativos, fico exasperado
porque n����o vejo nenhuma rea�����o da sociedade, nem de setores mais ilustrados com conhecimentos matem����ticos.
O sal����rio m����nimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os "nobres cientistas sociais" conseguiram chegar a esse
valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo meretr����cio das principais cidades do Pa����s.
Roubam-me hoje R 2.050,00/m����s! Roubam quantias de 9 milh����es de benef����cios cujos titulares contribu����ram compuls����riamente,
mas julgando serem tratados com um m����nimo de seriedade na hora de se aposentarem. L����do engano! N����o me admiro muito se
mais tarde come����arem a morrer idosos aos montes, v����timas de gripe que poder���� ser su����na, das gaivotas ou dos urubus.
Quando um cara fica velho, garanto-lhe que ���� uma merda!
Um abra����o,
Marcos Pinto Basto

Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marcos,

Como a quest����o "aposentadorias" cont����m aspectos t����cnicos quase t����o importantes quanto os pol����ticos, entendo que seria muito interessante se voc���� pudesse desenvolver mais o tema informando a este f����rum:
1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos aposentados foi inferior ���� infla�����o;
2. De onde viriam os recursos necess����rios para que fossem pagas as perdas dos aposentados prejudicados.

Abra����o,

SCN

----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula para o 32���� anivers����rio do PT

Faltou acrescentar: Nestes dias dif����ceis que atravesso, pesa-me na consci����ncia o grande roubo dos aposentados que ganham acima do sal����rio m����nimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito continuei aplicando e nem sei porque...

Marcos Pinto Basto

Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Trist����o <danitristao@uol.com.br> escreveu:

Cara Presidenta da Rep����blica Dilma Rousseff,
Caro Presidente do PT Rui Falc����o,
Dirigentes e Militantes do PT,
Companheiras e Companheiros,

Eu queria muito estar hoje em Bras����lia com voc����s. Al����m de celebrar coletivamente o anivers����rio do nosso partido, teria a oportunidade de rever e abra����ar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo t����m um papel fundamental na minha vida.

No entanto, o meu tratamento de sa����de entrou em sua etapa final e devo manter a rigorosa disciplina seguida at���� agora, para que a cura seja completa e eu volte o mais r����pido poss����vel ���� milit����ncia social e pol����tica que tanto nos apaixona e mobiliza.

Se n����o terei, hoje, a alegria de rev����-los, ���� porque quero estar com voc����s muitas e muitas vezes nos pr����ximos meses e nos anos vindouros, participando intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da dignidade do povo brasileiro e da democratiza�����o cada vez mais substantiva da nossa sociedade.

O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajet����ria e de suas conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da hist����ria do Brasil e uma das organiza�����es progressistas mais respeitadas do mundo. Cumprimos, com not����vel ����xito, os principais compromissos contidos em nosso �����Manifesto de Funda�����o����� lan����ado em 10 de fevereiro de 1980 naquele memor����vel encontro do Col����gio Sion.

Nunca ser���� demais lembrar que, junto com outras for����as de oposi�����o, o PT contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a redemocratiza�����o do pa����s. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das organiza�����es populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da sociedade civil brasileira. O chamado �����modo petista de governar�����, primeiro nos munic����pios e estados e depois no pr����prio governo federal, renovou profundamente a cultura administrativa do pa����s, tornando-o muito mais republicano e participativo. Constru����mos, em parceria com outros partidos de esquerda, imprescind����veis ao sucesso da causa comum, generosas frentes populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao pa����s um modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir renda e promover inclus����o social. E fomos al����m. Inspirados no saudoso Paulo Freire, que recomendava �����unir os diferentes para melhor enfrentar os antag����nicos�����, constitu����mos uma ampla alian����a de centro-esquerda para conquistar democraticamente a Presid����ncia da Rep����blica.

Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram, pacificamente, uma verdadeira revolu�����o econ����mica e social, levando o pa����s a dar um extraordin����rio salto produtivo e tecnol����gico e, sobretudo, incorporando aos direitos b����sicos de cidadania dezenas de milh����es de brasileiros e brasileiras que viviam ���� margem da sociedade. Tudo isso resultou em uma na�����o muito mais pr����spera e justa, que conquistou importante lugar no mundo. A atua�����o internacional do Brasil expressa os mesmos valores ����ticos e pol����ticos, afirmando a soberania do pa����s, impulsionando a integra�����o regional e pugnando pela reforma da ordem global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.

Nosso projeto transformador, hoje sob a lideran����a da querida companheira Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, l����cida e competente, que o Brasil e o mundo est����o aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.

A Presidenta Dilma, al����m de consolidar as conquistas do per����odo precedente, cujo m����rito ���� tamb����m dela, como excelente ministra que foi, est���� dotando o pa����s de novos objetivos estrat����gicos, que devemos apoiar com entusiasmo. S����o metas econ����micas, pol����ticas, sociais e culturais que pavimentam o caminho do futuro. Pe����o licen����a a voc����s para destacar duas delas, que tocam fundo o meu cora�����o: erradicar a extrema pobreza at���� 2014, dando oportunidade de sobreviv����ncia digna a 16 milh����es de pessoas, por meio do Programa Brasil Sem Mis����ria; e expandir em escala massiva o ensino profissional e tecnol����gico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec, que pretende beneficiar 8 milh����es de jovens at���� 2016.

Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os avan����os obtidos sob a lideran����a do PT s����o inequ����vocos e prefiguram conquistas ainda maiores e mais valiosas.

Para estar ���� altura de suas responsabilidades, como esteve at���� agora, o nosso partido precisa manter-se sempre democr����tico e inovador, sem perder nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfei����oar a cada dia.

Quero concluir essa sauda�����o dizendo da minha alegria em saber que nesse ato est����o sendo homenageadas duas pessoas admir����veis, que dedicaram toda a sua vida aos ideais de liberdade e justi����a: Apol����nio e Rene���� de Carvalho. Sei que outros falar����o sobre o inesquec����vel e insubstitu����vel Apol����nio. Direi uma palavra sobre a car����ssima Rene����. Nada melhor do que o esp����rito fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira para simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa caminhada.

Um grande abra����o do Lula

http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204

2.

INCENDIO GOLPISTA em Honduras mata mais de 200 dentre eles PRESOS PO

Enviado por: "Fernanda Tardin" nanda...@yahoo.com.br   nandatardin

Qua, 15 de Fev de 2012 1:41 pm



mais uma do MODUS OPERANDI que em SP vitima e desabriga favelados. TEM QUE TER FIM, Lutemos

INCENDIO GOLPISTA em Honduras mata mais de 200 dentre eles PRESOS POL����TICOS. http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/02/incendio-golpista-em-honduras-mata-mais.html
Virou a nova moda dos fascistas: 'incendios'. SP que o diga.

BASTA ,att MUNDO.

Quase 300 mortos em inc���êndio numa pris���ão em Honduras
Por Por Orlando Sierra | AFP��� ⒠�� 44 minutos atr���ás
* r
Conte���údo relacionado
* Ampliar foto A ���área do centro penal est���á fortemente protegida pelo Ex���ército e a pol���ícia
Ao menos 272 detentos morreram no inc���êndio de uma penitenci���ária agr���ícola
em Honduras na madrugada desta quarta-feira, informou ���à AFP o ministro
da Seguran���ça, Pompeyo Bonilla. "Estamos falando de um n���úmero de 272
detentos que morreram e aproximadamente 50 entre feridos e queimados.
Isto ���é o que nos dizem os m���édicos forenses e, infelizmente, o n���úmero
poder���á ser maior", afirmou Bonilla, falando no centro penitenci���ário,
situado perto da base a���érea militar americana de Palmerola As
informa���ções preliminares falavam que duzentos detentos morreram e
dezenas ficaram feridos num inc���êndio na pris���ão de Comayagua, regi���ão
central de Honduras, segundo o diretor dos Centros Penais, Danilo
Orellana, em um relat���ório preliminar.

Leia tamb���ém:
Maiores trag���édias nas pris���ões latino-americanos em 26 anos"Estamos fazendo a contagem de corpos, que est���á em torno de 200 mortos. A
situa���ção ���é grave, a maioria morreu por asfixia. N���ão foi uma rebeli���ão,
mas o fogo tomou conta de v���ários m���ódulos e as causas est���ão sendo
investigadas", afirmou ���à AFP Orellana.
O inc���êndio teria come���çado ���às 22H50 local de ter���ça-feira (2H50 de
Bras���ília desta quarta-feira), acrescentou Orellana, que destacou que
est���ão sendo investigadas duas vers���ões, uma que o fogo teria sido
provocado por um dos presos e a outra que a causa teria sido um
curto-circuito.
O funcion���ário descartou que se tratasse de uma rebeli���ão, como
assinalaram informes preliminares, pois, segundo ele, os policiais
conseguiram ajudar os presos a irem para o p���átio sem problemas.
"A equipe de legistas est���á no local, tudo ainda ���é muito preliminar. Ao
que parece, a maioria morreu por asfixia", assinalou Orellana.
Na Penitenci���ária Nacional de Comayagua estavam presos 850 homens.
Dezenas de queimados e feridos est���ão sendo levados para hospitais da
cidade de Comayagua.
Segundo relatos, alguns detentos que conseguiram escapar das chamas aproveitaram para fugir da pris���ão pelo telhado.
A ���área do centro penal est���á fortemente protegida pelo Ex���ército e a
pol���ícia e v���ários familiares dos presos permanecem do lado de fora da
institui���ção ���à espera de not���ícias.
"Meu irm���ão Roberto Mej���ía estava no m���ódulo seis. Disseram que todos desse
m���ódulo morreram", declarou Glenda Mej���ía, muito abalada.
A seu lado, Carlos Ram���írez tamb���ém esperava not���ícias de seu irm���ão, Elwin,
detido por assassinato e que tamb���ém se encontrava no m���ódulo seis. "N���ão
nos dizem nada", reclamou muito nervoso.
A pris���ão ���é um complexo agr���ícola localizado a 500 metros da estrada que
une San Pedro Sula, a capital econ���ômica de Honduras, e Tegucigalpa,
centro governamental.
Neste centro penitenci���ário os detentos se dedicam, entre outras atividades, ao cultivo de hortali���ças e cria���ção de porcos.
Em maio de 2004, mais de 100 presos morreram carbonizados em um inc���êndio
no pres���ídio de San Pedro Sula, devido, segundo as autoridades, a
problemas estruturais da pris���ão.
Honduras conta com 24 estabelecimentos penitenci���ários com capacidade de
albergar 8 mil pessoas, mas a popula���ção carcer���ária ultrapassa as
13.000.
��� 
"Ou Brilhamos Todos Ou N���ão Brilha Ninguem".
http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
que discute com politicos UM NOVO ES ���� POSSIVEL,
Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro,
porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
Bjs
Nanda Tardin
32 91363332
3.

vamos a la Havana

Enviado por: "Fernanda Tardin" nanda...@yahoo.com.br   nandatardin

Qua, 15 de Fev de 2012 2:14 pm



Convocatoria Brigada 1ro de Mayo 2012.doc
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=gmail&attid=0.2&thid=135774c4f892a199&mt=application/msword&url=https://mail.google.com/mail/?ui%3D2%26ik%3Db87a69be49%26view%3Datt%26th%3D135774c4f892a199%26attid%3D0.2%26disp%3Dsafe%26realattid%3D354e78fea0553c70_0.2%26zw&sig=AHIEtbRLuHkd3kH-VSelR7fGE345VkuOHw
��� 
��� 
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��� 
��� 
Convocatoria Brigada 1ro de Mayo 2012.doc
��� 
��� 
��� 
Del 22 de abril al 6 de mayo de 2012.
Ciudad de La Habana, 20 de Octubre de 2011
"A���ño 53 de la Revoluci���ón"
��� 
Estimado(a) amigo(a): Reciba el saludo fraterno y cordial del
Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos. Cada a���ño el Instituto
acoge con simpat���ía e inmensa satisfacci���ón a la Brigada internacional 1ro de Mayo de Trabajo Voluntario y Solidaridad con Cuba, integrada por
delegaciones de amigos de todos los continentes.
La Brigada tiene como objetivos coadyuvar a una mayor compresi���ón de
la realidad cubana y la realizaci���ón de jornadas de trabajo voluntario
como aporte al desarrollo agr���ícola y a la esfera productiva del pa���ís.
El programa contempla visitas a lugares de inter���és hist���órico,
econ���ómico, cultural y social, tanto en la capital como en provincias;
conferencias sobre la actualidad nacional, y encuentros con
organizaciones de la sociedad cubana.
En este 2012 recibiremos la VI edici���ón de la Brigada internacional
1ro de Mayo; la que ser���á dedicada al 40 Aniversario de la fundaci���ón del
Campamento Internacional Julio Antonio Mella ���⒠��CIJAM���⒠��.
��� 
Nos proponemos desarrollar el programa del 22 de abril al 6
de mayo en las provincias de La Habana, Artemisa, y en la provincia de
Pinar del Rio. Se adjunta programa para mayor informaci���ón.
��� 
Son 14 noches de estancia: de ellas 10 en el Campamento Internacional ���⒠��Julio Antonio Mella���⒠�� (CIJAM), ubicado en el municipio Caimito, a 45
Kms. de La Habana, y 4 noches en instalaciones de turismo de la
provincia de Pinar del R���ío.
��� 
La estad���ía tendr���á un costo de 295.00 CUC que incluye
alojamiento (en habitaciones compartidas hasta 6 personas en el caso del CIJAM, pensi���ón alimentar���ía completa, transfer in ���⒠�� out y transportaci���ón a todas las actividades del programa. Las jornadas de trabajo
agr���ícola se efectuar���án en ���áreas aleda���ñas al CIJAM. Este campamento,
creado en el a���ño 1972, cuenta con condiciones adecuadas para satisfacer
la vida colectiva y las necesidades de las personas que nos visitan de
diferentes partes del mundo.
��� 
La ascendente participaci���ón en la brigada denota la motivaci���ón por
conocer Cuba y la creciente solidaridad que despierta nuestro proyecto
social, sobre la base de dos pilares fundamentales:la condena
al bloqueo impuesto por Estados Unidos y el respeto a nuestra
autodeterminaci���ón e independencia. Con su asistencia el brigadista se
compromete a cumplir con el programa se���ñalado y a observar adecuadamente las normas de conducta, disciplina y convivencia social. Mucho nos
agradar���ía contar con su presencia en la VI Brigada Internacional 1ro de
Mayo, por lo que le invitamos cordialmente a participar de la misma.
Las inscripciones estar���án abiertas para los interesados hasta el d���ía 30
de Marzo de 2012. Rogamos nos mantengan informados de la fecha, hora y vuelo de llegada de los brigadistas. Fraternalmente, Armando
Guerra Funcasta Director VI Brigada Internacional 1ro de Mayo Direcci���ón
Am���érica latina y el Caribe ICAP
��� 
��� Programa.Brigada Primero de Mayo 2012.DOC
��� https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=gmail&attid=0.1&thid=135774c4f892a199&mt=application/msword&url=https://mail.google.com/mail/?ui%3D2%26ik%3Db87a69be49%26view%3Datt%26th%3D135774c4f892a199%26attid%3D0.1%26disp%3Dsafe%26realattid%3D354e78fea0553c70_0.1%26zw&sig=AHIEtbTf-VzTrp6B-gI7ZS9p1IDBKRdC_w&pli=1
��� 
��� 
��� 
��� 
��� 
��� 
��� Enviado por Valmiria Guida - Casa da Am���érica Latina
��� 
"Ou Brilhamos Todos Ou N���ão Brilha Ninguem".
http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
que discute com politicos UM NOVO ES ���� POSSIVEL,
Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
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porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
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Nanda Tardin
32 91363332
4.

Texto absurdo,repleto de inverdades e fantasia econ�mica

Enviado por: "Carceroni48" carce...@yahoo.com.br   carceroni48

Qua, 15 de Fev de 2012 6:18 pm



O texto abaixo, do Marcos, ���� repleto de absurdos, inverdades e fantasia econ����mica.

Por isto fa����o alguns desafios e observa�����es:

1 - Gostaria que o autor citasse o nome de um segurado do INSS que ganha R$ 50.000,00 por m����s, que n����o seja por decis����o judicial. Ou seja, decidida no ����mbito administrativo do INSS.

2 - Gostaria que o autor apresentasse uma ����nica obra, nos ����ltimos 9 anos, financiada com recursos do INSS, que n����o seja para uso do pr����prio INSS.

3 - Lula n����o recebe pens����o por invalidez. ���� mentira!!!

4 - Lula nunca afirmou que havia saldado a d����vida externa, at���� porque mais do que a sua metade ���� de responsabilidade de empresas privadas. O governo jamais poderia quitar emprestimos tomados no exterior, por tomadores privados. O que foi dito ���� que a d����vida externa do governo federal ���� menor que os creditos externos federais. E mais, a d����vida externa total ���� menor do que as reservas do pa����s. Ou seja, passamos ao papel de credores do Mundo.

5 - Sabiamos que Santos Dumont era considerado o grande inventor do Brasil. Entretanto agora temos outro. Confiram, "por alto seriam necess����rios cerca de 8 Euros para comprar um Real." Pura invencionice! Qualquer cambista, no mundo, formal ou informa (de porta de hotel) troca 1,9 reais por cerca de um d����lar, em m����dia, e depois converte este equivalente em d����lares para a moeda local.

6 - Pelas cifras apresentadas - com o d����lar a R$ 1.71 e o sal����rio m����nimo (SM) a R$ 2.300,00 - teriamos o SM, equivalente em d����lares, a US$ 1345,00. Em nenhum pa����s do mundo o Sal����rio Minimo equivale a este valor. Entretanto, o SM hoje j���� ���� equivalente a US$ 360,00. Um recorde de todos os tempos, no Brasil. Todos os aposentados do INSS possuem a garantia de receber pelo menos este m����nimo. Neste ponto avan����amos muito. FHC deixou o SM em cerca de US$ 80.00. Uma l����stima!!!!

Chega??? !!!

Carceroni
FEV2011

Caro S����rgio, a arrecada�����o de impostos vinculados ���� Previd����ncia Social tem sido sempre superior

����s despesas da Previd����ncia, mas infelizmente os administradores p����blicos que t����m passado por
Bras����lia, ao inv����s de aplicarem as verbas excedentes em grandes empreendimentos de infra-estruturas
e respeitarem essas aplica�����es como se fossem empr����stimos contra����dos junto da agiotagem internacional,
t����m desviado verbas com finalidades diversas que v����o desde a constru�����o da ponte Rio/Niter����i, Itaipu at����
ao misterioso super����vit prim����rio, uma inven�����o da mais pura picaretagem entreguista.
Dentro do pr����prio INSS n����o existe um crit����rio r����gido na concess����o e pagamento de benef����cios, existindo
pens����es de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete chaves. O pr����prio Lula recebe uma pens����o
por invalidez superior a R 5.000,00 que j���� li informa�����o de ter esse valor porque j���� foi preso pol����tico. N����o lembro
dessa pris����o.
Mas durante a capatazia do maior traidor da P����tria que o Brasil j���� teve, o vendilh����o FHC encarregou o Ant����nio
Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de conten�����o de gastos na Previd����ncia Social.
Essa besta quadrada do Anastasia que n����o deve ter parentes pobres e tem aquela coragem pr����pria dos lar����pios
que arrancam os rel����gios e correntes de ouro dos velhinhos, entre outras p����rolas da mais pura contabilidade de
traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que auferem benef����cios superiores ao sal����rio
m����nimo,com metate do valor do ����ndice anual de reajuste daquele valor.
Nos primeiros tr����s anos, o aposentado n����o sente a desvaloriza�����o de seu benef����cio, mas a partir do 5���� ano come����a a ver quanto ���� espoliado.
N����o entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma medida t����o estapaf����rdia que n����o tem base legal nenhuma. Segundo a
constitui�����o, os sal����rios s����o irredut����veis e para todos os efeitos, o benef����cio de aposentadoria ���� o prolongamento salarial do trabalhador que atingiu limites
previstos na lei.
NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? S���� o pobre porque ao menor descuido seu, pode ser confundido com ladr����o e sobra cana pra ele!
Mas como funciona a econ����mia do Brasil? S���� um Phd em econ����mia, formado no Bangla Desh, poder���� entender
a mecanica trampolineira das contas governamentais.
Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central (independente), um grupo de super iluminados
financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empr����stimos contra����dos pelo governo com os agiotas nacionais
e internacionais. Na grande maioria dos pa����ses, a taxa m����xima de juros sobre grandes empr����stimos ���� de 3%aa.
Depois, o Lula n����o declarou que t����nhamos saldado a d����vida externa? Ent����o para que serve o tal super����vit prim����rio, outra
p����rola negra desses cientistas em extors����o de incautos?
O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do Lula. Meireles, alto funcion����rio aposentado do Banco
de Boston, com resid����ncia fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta das galinhas de ovos de ouro.
Sabe qual a raz����o porque o Brasil n����o entrou de rold����o nessa crise financeira "cozinhada" nos EUA e estendida ���� Europa
pelos grandes agiotas internacionais?
Na atual conjuntura econ����mica e financeira mundial, um d����lar dos EUA vale R 1,71, mas o d����lar ���� uma moeda sem lastro
f����sico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas por alto seriam necess����rios cerca de 8 Euros para
comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? J���� ouviu falar em opera�����es paralelas de cambio? Se o
Brasil adotasse o sistema de opera�����es paralelas, teria um super����vit t����o grande com as maiores econ����mias do mundo que
talvez estivesse no topo delas.
Mas como ���� v����tima da maior esculhamba�����o econ����mica, financeira, cient����fica e t����cnica, at���� no pagamento das presta�����es de
utilidades dom����sticas, o com����rcio cobra dos incautos consumidores, juros sobre quantias j���� pagas e juros sobre juros.
Coisa de agiota made in USA.
Ent����o quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, n����o s���� eles como os trabalhadores ativos, fico exasperado
porque n����o vejo nenhuma rea�����o da sociedade, nem de setores mais ilustrados com conhecimentos matem����ticos.
O sal����rio m����nimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os "nobres cientistas sociais" conseguiram chegar a esse
valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo meretr����cio das principais cidades do Pa����s.
Roubam-me hoje R 2.050,00/m����s! Roubam quantias de 9 milh����es de benef����cios cujos titulares contribu����ram compuls����riamente,
mas julgando serem tratados com um m����nimo de seriedade na hora de se aposentarem. L����do engano! N����o me admiro muito se
mais tarde come����arem a morrer idosos aos montes, v����timas de gripe que poder���� ser su����na, das gaivotas ou dos urubus.
Quando um cara fica velho, garanto-lhe que ���� uma merda!
Um abra����o,
Marcos Pinto Basto

Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marcos,

Como a quest����o "aposentadorias" cont����m aspectos t����cnicos quase t����o importantes quanto os pol����ticos, entendo que seria muito interessante se voc���� pudesse desenvolver mais o tema informando a este f����rum:
1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos aposentados foi inferior ���� infla�����o;
2. De onde viriam os recursos necess����rios para que fossem pagas as perdas dos aposentados prejudicados.

Abra����o,

SCN

----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula para o 32���� anivers����rio do PT

Faltou acrescentar: Nestes dias dif����ceis que atravesso, pesa-me na consci����ncia o grande roubo dos aposentados que ganham acima do sal����rio m����nimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito continuei aplicando e nem sei porque...

Marcos Pinto Basto

Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Trist����o <danitristao@uol.com.br> escreveu:

Cara Presidenta da Rep����blica Dilma Rousseff,
Caro Presidente do PT Rui Falc����o,
Dirigentes e Militantes do PT,
Companheiras e Companheiros,

Eu queria muito estar hoje em Bras����lia com voc����s. Al����m de celebrar coletivamente o anivers����rio do nosso partido, teria a oportunidade de rever e abra����ar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo t����m um papel fundamental na minha vida.

No entanto, o meu tratamento de sa����de entrou em sua etapa final e devo manter a rigorosa disciplina seguida at���� agora, para que a cura seja completa e eu volte o mais r����pido poss����vel ���� milit����ncia social e pol����tica que tanto nos apaixona e mobiliza.

Se n����o terei, hoje, a alegria de rev����-los, ���� porque quero estar com voc����s muitas e muitas vezes nos pr����ximos meses e nos anos vindouros, participando intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da dignidade do povo brasileiro e da democratiza�����o cada vez mais substantiva da nossa sociedade.

O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajet����ria e de suas conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da hist����ria do Brasil e uma das organiza�����es progressistas mais respeitadas do mundo. Cumprimos, com not����vel ����xito, os principais compromissos contidos em nosso �����Manifesto de Funda�����o����� lan����ado em 10 de fevereiro de 1980 naquele memor����vel encontro do Col����gio Sion.

Nunca ser���� demais lembrar que, junto com outras for����as de oposi�����o, o PT contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a redemocratiza�����o do pa����s. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das organiza�����es populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da sociedade civil brasileira. O chamado �����modo petista de governar�����, primeiro nos munic����pios e estados e depois no pr����prio governo federal, renovou profundamente a cultura administrativa do pa����s, tornando-o muito mais republicano e participativo. Constru����mos, em parceria com outros partidos de esquerda, imprescind����veis ao sucesso da causa comum, generosas frentes populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao pa����s um modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir renda e promover inclus����o social. E fomos al����m. Inspirados no saudoso Paulo Freire, que recomendava �����unir os diferentes para melhor enfrentar os antag����nicos�����, constitu����mos uma ampla alian����a de centro-esquerda para conquistar democraticamente a Presid����ncia da Rep����blica.

Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram, pacificamente, uma verdadeira revolu�����o econ����mica e social, levando o pa����s a dar um extraordin����rio salto produtivo e tecnol����gico e, sobretudo, incorporando aos direitos b����sicos de cidadania dezenas de milh����es de brasileiros e brasileiras que viviam ���� margem da sociedade. Tudo isso resultou em uma na�����o muito mais pr����spera e justa, que conquistou importante lugar no mundo. A atua�����o internacional do Brasil expressa os mesmos valores ����ticos e pol����ticos, afirmando a soberania do pa����s, impulsionando a integra�����o regional e pugnando pela reforma da ordem global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.

Nosso projeto transformador, hoje sob a lideran����a da querida companheira Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, l����cida e competente, que o Brasil e o mundo est����o aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.

A Presidenta Dilma, al����m de consolidar as conquistas do per����odo precedente, cujo m����rito ���� tamb����m dela, como excelente ministra que foi, est���� dotando o pa����s de novos objetivos estrat����gicos, que devemos apoiar com entusiasmo. S����o metas econ����micas, pol����ticas, sociais e culturais que pavimentam o caminho do futuro. Pe����o licen����a a voc����s para destacar duas delas, que tocam fundo o meu cora�����o: erradicar a extrema pobreza at���� 2014, dando oportunidade de sobreviv����ncia digna a 16 milh����es de pessoas, por meio do Programa Brasil Sem Mis����ria; e expandir em escala massiva o ensino profissional e tecnol����gico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec, que pretende beneficiar 8 milh����es de jovens at���� 2016.

Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os avan����os obtidos sob a lideran����a do PT s����o inequ����vocos e prefiguram conquistas ainda maiores e mais valiosas.

Para estar ���� altura de suas responsabilidades, como esteve at���� agora, o nosso partido precisa manter-se sempre democr����tico e inovador, sem perder nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfei����oar a cada dia.

Quero concluir essa sauda�����o dizendo da minha alegria em saber que nesse ato est����o sendo homenageadas duas pessoas admir����veis, que dedicaram toda a sua vida aos ideais de liberdade e justi����a: Apol����nio e Rene���� de Carvalho. Sei que outros falar����o sobre o inesquec����vel e insubstitu����vel Apol����nio. Direi uma palavra sobre a car����ssima Rene����. Nada melhor do que o esp����rito fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira para simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa caminhada.

Um grande abra����o do Lula

http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-

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Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204

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Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204

5.

Pa����s mais rico do mundo, EUA t����m "acampamentos da mis����ria"

Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Qua, 15 de Fev de 2012 10:09 pm



15/02/2012 -
Folha.com, de BBC Brasil -

Pa����s mais rico do mundo, EUA t����m "acampamentos da mis����ria"

DA BBC BRASIL

BBCBrasil

A BBC visitou nos Estados Unidos alguns acampamentos de sem-teto, cada vez mais numerosos no pa����s desde o in����cio da crise econ����mica que explodiu em 2008.

Dados oficiais apontam que cerca de 47 milh����es de americanos vivem abaixo da linha pobreza e este n����mero vem aumentando.

Atualmente h���� 13 milh����es de desempregados, 3 milh����es a mais do que quando Barack Obama foi eleito presidente, em 2008.

Algumas estimativas calculam que cerca de 5 mil pessoas se viram obrigadas nos ����ltimos anos a viver em barracas em acampamentos de sem-teto, que se espalharam por 55 cidades americanas.

O maior deles ���� o de Pinella Hope, na Fl����rida, regi����o mais conhecida por abrigar a Disney World. Uma entidade cat����lica organiza o local e oferece alguns servi����os aos habitantes, como m����quinas de lavar roupa, computadores e telefones.

Muitos acampamentos s����o organizados e fazem reuni����es para distribui�����o de tarefas comunit����rias. Para alguns com poucas perspectivas de encontrar trabalho, as barracas s����o habita�����es semi-permanentes.

MOFO

V����rias destas pessoas tinham vidas confort����veis t����picas de classe m����dia at���� pouco tempo atr����s. Agora deitam sobre travesseiros t����o mofados quanto suas cobertas, em um inverno no qual as temperaturas baixam a muitos graus negativos.

"Esfregamos literalmente nossos rostos no mofo toda noite na hora de dormir", diz Alana Gehringer, residente de um acampamento no Estado de Michigan, ao programa Panorama da BBC.

O agrupamento de 30 barracas se formou em um bosque ���� beira de uma estrada, no limite do povoado de Ann Arbor. N����o h���� banheiros, a eletricidade s���� est���� dispon����vel na barraca comunit����ria onde os residentes se re����nem ao redor de uma estufa de madeira para espantar o frio.

O gelo se acumula nos tetos das barracas e a chuva frequentemente as invade. Mesmo assim, cada vez pessoas querem morar ali.

A pol����cia, hospitais e albergues p����blicos ligam com frequ����ncia perguntando se podem enviar pessoas ao acampamento.

"Na noite passada, por exemplo, recebemos uma liga�����o dizendo que seis pessoas n����o tinham vaga no albergue. Recebemos de 9 a 10 telefonemas por noite", diz Brian Durance, um dos organizadores do acampamento.

A realidade dos abrigados da Fl����rida e de Michigan ���� a mesma em v����rios lugares.

Na segunda-feira, Obama revelou planos de aumentar os impostos sobre os mais ricos. "Queremos que todos tenham uma oportunidade justa."

O presidente americano mencionou os que "lutam para entrar na classe m����dia". Em Pinella's Hope, em Arbor e em outros dezenas de locais no pa����s, al����m dos que querem entrar na classe m����dia, h���� os que foram expulsos dela pela crise e que desejam voltar.

De: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1049142-pais-mais-rico-do-mundo-eua-tem-acampamentos-da-miseria.shtml

6.

[Carta O BERRO] O novo fetiche   por Frei Betto

Enviado por: "Vanderley - Revista" vanderl...@revistaoberro.com.br   vanderleycaixe2003

Qua, 15 de Fev de 2012 11:20 pm



Carta O Berro.........................................................repassem

O novo fetiche

Frei Betto
Escritor e assessor de movimentos sociais
Adital
A modernidade, per����odo que se estendeu pelos ����ltimos cinco s����culos, est���� em crise. Vivemos, hoje, n����o uma ����poca de mudan����as, mas uma mudan����a de ����poca. No mil����nio que come����a emerge algo imprecisamente chamado de p����s-modernidade, que se insinua bem diferente de tudo o que nos antecedeu, imprimindo novo paradigma.

Na Idade M����dia, a cultura girava em torno da figura divina, na ideia de Deus. Na modernidade, centra-se no ser humano, na raz����o e em suas duas filhas diletas: a ci����ncia e a tecnologia.

Um dos s����mbolos que melhor expressa esta passagem ���� a pintura de Michelangelo -A cria�����o de Ad����o- no teto da Capela Sistina: Deus Pai, de barba longa, todo encoberto de mantos, representa o teocentrismo da ����poca perante o homem desnudo, fortemente atra����do para a Terra. O homem estende o dedo para n����o perder o contato com o transcendente, com o divino. A desnudez de Ad����o traduz o advento do antropocentrismo e a revolu�����o que a modernidade representou em nossa cultura.

Epis����dio caracter����stico da modernidade ocorreu em 1682, quando mister Halley, baseado exclusivamente em c����lculos matem����ticos - pois n����o dispunha de instrumentos ����ticos -, previu que um cometa voltaria a aparecer nos c����us de Londres dentro de 76 anos. Na ocasi����o, muitos o consideraram louco. Como, fechado em seu escrit����rio, baseado em c����lculos feitos no papel, poderia prever o movimento dos astros no c����u? Quem, sen����o Deus, domina a ab����bada celestial?".

Mister Halley morreu em 1742, antes de se completarem os 76 anos previstos. Em 1758, o cometa, que hoje leva o seu nome, voltou a iluminar os c����us de Londres. Era a gl����ria da raz����o!

"Se ���� assim," disseram, "se a raz����o ���� capaz de prever os movimentos dos astros como demonstraram Cop����rnico e Galileu -e depois Newton, um dos pilares da nossa cultura-, ent����o ela haver���� de resolver todos os dramas humanos! Por���� fim ao sofrimento, ���� dor, ���� fome, ���� peste. Criar���� um mundo de luzes, progresso e felicidade!".

Cinco s����culos depois, o saldo n����o ���� dos mais positivos. Muito pelo contr����rio. Os dados s����o da FAO: somos 7 bilh����es de pessoas no planeta, das quais metade vive abaixo da faixa da pobreza, e 852 milh����es sobrevivem com fome cr����nica.

H���� quem afirme que o problema da fome ���� causado pelo excesso de bocas. Em fun�����o disso, prop����e o controle da natalidade. Oponho-me ao controle, e sou favor����vel ao planejamento familiar. O primeiro ���� compuls����rio, o segundo respeita a liberdade do casal. E n����o aceito o argumento de que h���� bocas em demasia. Nem falta de alimentos. Segundo a FAO, o mundo produz o suficiente para alimentar 11 bilh����es de bocas. O que h���� ���� falta de justi����a, de partilha, e excessiva concentra�����o da riqueza.

Por atravessarmos um per����odo de muita inseguran����a, as pessoas buscam respostas fora do razo����vel. Observe-se, por exemplo, o fen����meno do esoterismo: nunca Deus esteve t����o em voga como agora. Suscita paix����es e fundamentalismos, a favor ou contra.

A crise da modernidade culmina no momento em que o sistema capitalista alcan����a a sua suprema hegemonia com o fim do socialismo, e adquire um novo car����ter, chamado de neoliberal.

Quais as chaves de leitura dessa mudan����a do liberalis����mo para o neoliberalismo? Sob o liberalismo, falava-se muito em desenvolvimento. Na d����cada de 1960, surgiu a teoria do desenvolvimento, que inclu����a tamb����m a no�����o de subdesenvolvimento; criou-se a Alian����a para o Progresso, destinada a "desenvolver" a Am����rica Latina.

A palavra 'desenvolvimento' tem certo componente ����tico, porque ao menos se imagina que todos devem ser beneficiados. Hoje, o termo ���� 'moderniza�����o', que n����o tem conte����do humano, mas sim forte conota�����o tecnol����gica. Modernizar ���� equipar-se tecnologicamente, competir, lograr que a minha empresa, a minha cidade, o meu pa����s, aproximem-se do paradigma primeiro-mundista, ainda que isso signifique sacrif����cio para milh����es de pessoas.

O Mercado ���� o novo fetiche religioso da sociedade em que vivemos. Outrora, pela manh���� nossos av����s consultavam a B����blia. Nossos pais, o servi����o de meteorologia. Hoje, consultam-se os ����ndices do Mercado...

Diante de uma cat����strofe, de um acontecimento inesperado, dizem os comentaristas econ����micos: "Vamos ver como o Mercado reage". Fico imaginando um senhor, Mr. Mercado, trancado em seu castelo e gritando pelo celular: "N����o gostei da fala do ministro, estou irado". E na mesma hora os telejornais destacam: "O Mercado n����o reagiu bem frente ao discurso ministerial".

O mercado ����, agora, internacional, globalizado, move-se segundo suas pr����prias regras, e n����o de acordo com as necessidades humanas. De fato, predomina a globocoloniza�����o, a imposi�����o ao planeta do modelo anglo-sax����nico de sociedade. Centrado no consumismo, na especula�����o, na transforma�����o do mundo em cassino global.

Diante da crise financeira que afeta o capitalismo e, em especial, direitos sociais conquistados nos ����ltimos dois s����culos, ���� hora de se perguntar: qual ser���� o paradigma da p����s-modernidade? Mercado ou a "globaliza�����o da solidariedade", na express����o do papa Jo����o Paulo II?

[Frei Betto ���� escritor, autor de "Calend����rio do Poder" (Rocco), entre outros livros.
7.

Alegria, blogosfera: Serra ser���á candidato!

Enviado por: "Augusto Da Fonseca" augustoda...@yahoo.com.br   augustodafonseca13

Qua, 15 de Fev de 2012 11:48 pm



Alegria, blogosfera: Serra ser���á candidato!
15
FEV
Serra inaugurando sua ponte-fact���óide
.
O Serra, assim como a M���íriam Leit���ão, ���é a alegria da blogosfera, devido ���às bobagens e fact���óides que inventam, falam e fazem.
Quem n���ão lembra da inaugura���ção da maquete da ponte ligando Santos a Guaruj���á?
No ano retrasado (9/3/10), publicamos o seguinte post, republicado em outubro/10:
Serra come���ça a governar no quarto ano e inaugura maquete da ponte Santos ���⒠�� Guaruj���á
Vejamos o que dizia, na ocasi���ão, o��� site oficial do Governo de S���ão Paulo:
O governador Jos���é Serra anunciou nesta ter���ça-feira, 09, o projeto de liga���ção seca entre Santos e Guaruj���á.
O complexo de 4,6 km, sendo 1 km de ponte estaiada, ir���á beneficiar n���ão s���ó os 24 mil ve���ículos que passam todo dia pela balsa, mas tamb���ém os cerca de um milh���ão de pessoas que vivem em Santos, S���ão Vicente e Guaruj���á.
Estimadas em cerca de R$ 700 milh���ões, as obras ter���ão dura���ção prevista de 30 meses, ap���ós a assinatura do contrato.
***
Como todos e todas sabem, n���ão s���ó n���ão��� rolou a ponte, como o Alckmin j���á comunicou a desist���ência da id���éia:
Leia aqui:��� Alckmin des-inaugura a ponte do Serra
***
N���ão sei para voc���ês, mas, para mim, o Serra ���é o melhor candidato nesta elei���ções
Eu e minha netinha de cinco anos vamos nos divertir muito.
Estamos aguardando ansiosos a conven���ção do PSDB���⒠�
*
��� 
Augusto da Fonseca

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��� 
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