*S����rgio,*
*j���� me retratei de forma bem clara sobre o modo errado como classifiquei a
aposentadoria de Lula e este equ����voco n����o d���� direito algum ao*
*Carceroni de postar :* > PS2 - Ataques contra o ex-presidente e o Governo
Lula s����o democr����ticos. Entretanto, A Tribuna da Internet n����o ���� o espa����o
pr����prio para este exerc����cio. E pior, > PS2 - Ataques contra o
ex-presidente e o Governo Lula s����o democr����ticos. Entretanto, A Tribuna da
Internet n����o ���� o espa����o pr����prio para este exerc����cio. E pior, ataques
persistentes, infundados e repletos de mentiras s����o sistematicamente
divulgados por Marcos Basto, como persistiu ocorrendo, no anexo por ele
enviado.
E pior, ataques persistentes, infundados e repletos de mentiras s����o
sistematicamente divulgados por Marcos Basto, como persistiu ocorrendo, no
anexo por ele enviado.
Esta ���� uma declara�����o muito mentirosa! Que ataques persistentes, infundados
e repletos de mentiras?
*���� uma cal����nia que fere os regulamentos da rede, mostrando que n����o respeita
os outros participantes.*
*Marcos Pinto Basto*
Em 22 de fevereiro de 2012 01:03, Sergio Neumayer <
sergio.neumayer@globo.com
> escreveu:
> **
>
>
> Marcos,
>
> Considerando o objetivo dessa rede, e ap����s todos os e-mails trocados,
> seria de bom tom um texto final seu retratando-se das afirma�����es relativas
> ���� aposentadoria do ex-presidente Lula.
>
> Abra����o,
>
> SCN
>
> --- Em
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br, "Sergio Neumayer"
> <sergio.neumayer@...> escreveu
> >
> >
> >
> > --- Em
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br, "Carceroni48"
> <carceroni48@> escreveu
> > >
> > > Aposentadoria de Lula (e de todos os anistiados) foi determinada pela
> Constitui�����o do Brasil
> > > T����TULO X
> > >
> > > ATO DAS DISPOSI�����ES CONSTITUCIONAIS TRANSIT����RIAS
> > >
> > > Art. 8����. ���� concedida anistia aos que, no per����odo de 18 de setembro de
> 1946 at���� a data da promulga�����o da Constitui�����o, foram atingidos, em
> decorr����ncia de motiva�����o exclusivamente pol����tica, por atos de exce�����o,
> institucionais ou complementares, aos que foram abrangidos pelo Decreto
> Legislativo n���� 18, de 15 de dezembro de 1961, e aos atingidos pelo
> Decreto-Lei n���� 864, de 12 de setembro de 1969, asseguradas as promo�����es, na
> inatividade, ao cargo, emprego, posto ou gradua�����o a que teriam direito se
> estivessem em servi����o ativo, obedecidos os prazos de perman����ncia em
> atividade previstos nas leis e regulamentos vigentes, respeitadas as
> caracter����sticas e peculiaridades das carreiras dos servidores p����blicos
> civis e militares e observados os respectivos regimes jur����dicos.
> > >
> > >
> > >
> > > ���� 1���� - O disposto neste artigo somente gerar���� efeitos financeiros a
> partir da promulga�����o da Constitui�����o, vedada a remunera�����o de qualquer
> esp����cie em car����ter retroativo.
> > >
> > >
> > >
> > > ���� 2���� - Ficam assegurados os benef����cios estabelecidos neste artigo aos
> trabalhadores do setor privado, dirigentes e representantes sindicais que,
> por motivos exclusivamente pol����ticos, tenham sido punidos, demitidos ou
> compelidos ao afastamento das atividades remuneradas que exerciam, bem como
> aos que foram impedidos de exercer atividades profissionais em virtude de
> press����es ostensivas ou expedientes oficiais sigilosos ...
> > >
> > >
> > > No caso de Lula, como em todos os outros casos, a data de concess����o
> retroativa do benef����cio, para 05/10/1988, coincide com a data de
> promulga�����o da atual Constitui�����o do Brasil. Esta ���� a data, a partir da
> qual, foi concedido o direito a benef����cios financeiros pela anistia, para
> todos os perseguidos pol����ticos. Enfim, todos os anistiados tiveram os
> c����lculos de sua anistia efetuados, na forma da constitui�����o, incluido o de
> Lula. Lula foi o ����nico que teve uma reverifica�����o severa, por parte do
> Minist����rio P����blico Federal, por acusa�����es infundadas e mentirosas de seus
> advers����rios.
> > >
> > > A quest����o de fundo
> > >
> > > Os direitistas n����o suportam a anistia pol����tica. Na pr����tica, a anistia
> denuncia os abusos antidemocr����ticos, as persegui�����es, torturas e mortes
> praticadas pela ditadura militar, a partir do Golpe de Estado de 1964,
> contra opositores que lutaram pela redemocratiza�����o do Brasil. Por isto
> inventam e divulgam mentiras, contra o mais famoso e querido anistiado do
> Pa����s. Esta ���� a quest����o de fundo.
> > >
> > > Luiz Fernando Carceroni
> > > Fevereiro de 2012
> > >
> > > PS1 - A c����pia apresentada de um pagamento da aposentadoria de Lula,
> enviada por Marcos Basto, exibe insinua�����es sobre supostos previl����gios na
> anistia de Lula, incluido o efeito retroativo de seus benef����cios, como se
> fora um ato abusivo e indevido.
> > >
> > > > PS2 - Ataques contra o ex-presidente e o Governo Lula s����o
> democr����ticos. Entretanto, A Tribuna da Internet n����o ���� o espa����o pr����prio para
> este exerc����cio. E pior, ataques persistentes, infundados e repletos de
> mentiras s����o sistematicamente divulgados por Marcos Basto, como persistiu
> ocorrendo, no anexo por ele enviado.
> > >
> > >
> > > ----------------------------------------------------------
> > >
> > >
> > > ----------------------------------------------------------
> > >
> > >
> > > De: marcos ferreira pinto basto
> > > Para: Carceroni48
> > > Enviada em: ter����a-feira, 21 de fevereiro de 2012 00:15
> > > Assunto: Re: Resposta para Marcos Basto
> > >
> > >
> > > Carceroni,
> > > errei ao classificar aposentadoria por invalidez, o benef����cio que Lula
> da Silva recebe como APOSENTADORIA DE ANISTIADOS!
> > > Reconhe����o o erro em que fui induzido por terminologia que invalida sua
> classifica�����o sobre minha afirma�����o.
> > > Anexo fotoc����pia do extrato do benef����cio que tem coment����rio sobre a
> concess����o do mesmo.
> > > Marcos Pinto Basto
> > >
> > >
> > >
> > > Em 18 de fevereiro de 2012 14:39, Carceroni48 <carceroni48@> escreveu:
> > >
> > > Marcos Basto,
> > >
> > > Neste espa����o da Tribuna da Internet n����o adianta insistir com
> insinua�����es e leviandades sobre Lula. Se voc���� insiste em dizer que Lula ����
> aposentado por invalidez, prove! Forne����a o n����mero de seu benef����cio do INSS,
> que o aposentou por invalidez.
> > >
> > > Aproveito para apresentar esclarecimentos e desmentidos , sobre a sua
> afirma�����o, que classifico de leviana e mentirosa, pois a aposentadoria de
> Lula, por invalidez, seria uma fraude. Este tipo de mutila�����o n����o enseja
> direito ���� aposentaria, na profiss����o que exercia.
> > >
> > > ----------------------------------------------------------
> > > Sobre o assunto "aposentadoria" de Lula
> > >
> > > Aos 14 anos de idade Lula come����ou a trabalhar nos Armaz����ns Gerais
> Columbia, onde teve a carteira de trabalho assinada pela primeira vez. A
> seguir, ainda com a mesma idade, foi trabalhar em uma sider����rgica que
> produzia parafusos. Foi ali que, em um torno mec����nico, esmagou seu dedo,
> tendo o m����dico que o atendou optado por amputar o dedo m����nimo, da sua m����o.
> Ap����s a mutila�����o, Lula teve v����rios outros empregos como metal����rgico, com
> carteira assinada, chegando a presid����ncia do seu sindicato, como um
> trabalhador ativo na sua categoria profissional. Se Lula tivesse sido
> aposentado aos 14 anos de idade, por mutila�����o, n����o poderia ter a carteira
> assinada em novos empregos e muito menos poderia ser presidente do
> Sindicato dos Metal����rgicos de S����o Bernardo do Campo.
> > >
> > > Em 1980, j���� com 35 anos de idade, no curso de uma greve no ABC
> paulista, o Sindicato dos Metal����rgicos de S����o Bernardo do Campo sofreu
> interven�����o, aprovada pelo ministro do Trabalho do general Jo����o Batista
> Figueiredo, e Lula permaneceu preso durante trinta e um dias, nas
> instala�����es do DOPS paulista. Em 1981 Lula foi condenado pela Justi����a
> Militar a tr����s anos e meio de pris����o por incita�����o ���� desordem coletiva.
> Durante a greve dos metal����rgicos, per����odo em que Lula foi preso e demitido
> da dire�����o do sindicato, foi tamb����m demitido de seu emprego. Por suposta
> recomenda�����o da FIESP, aos seus associados, Lula nunca mais conseguiu
> retornar a sua profiss����o no ABC paulista..
> > >
> > > Lula foi um dos perseguidos pol����ticos pela ditadura militar e como tal
> foi anistiado, em 20 de abril de 1993, durante o governo de Itamar Franco,
> sendo um leg����timo merecedor desta revis����o e reparo,
> > > confira na reportagem ao final.
> > >
> > > Alguns tratam a anistia pol����tica de forma leviana e maledicente.
> Entretanto, quando se trata de Lula nada ���� respeitado como leg����timo ou
> necess����rio..
> > >
> > > Confira em:
>
http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_In%C3%A1cio_Lula_da_Silva#cite_note-Zapatero-13
> > >
> > > ----------------------------------------------------------
> > > REVISTA CONSULTOR JUR����DICO
> > > Reflexos da ditadura
> > >
> > > Lula ���� anistiado e aposentadoria que recebe ���� legal
> > > O benef����cio previdenci����rio concedido ao presidente Luiz In����cio Lula da
> Silva como aposentado anistiado foi considerado legal pelo Minist����rio
> P����blico Federal no Distrito Federal. Representa�����o enviada ao MPF afirmava
> que o presidente n����o poderia receber a aposentadoria porque n����o foi preso
> durante o regime militar.
> > >
> > > Baseado em informa�����es fornecidas pelo INSS, pelo Minist����rio do
> Trabalho e pelo Minist����rio da Justi����a, o procurador da Rep����blica no
> Distrito Federal Peterson de Paula Pereira verificou que o presidente Lula
> foi considerado anistiado pol����tico por conta da cassa�����o de seus direitos
> sindicais, em abril de 1980, e tamb����m por ter sido destitu����do do cargo de
> presidente dos Sindicatos dos Metal����rgicos de S����o Bernardo do Campo (SP),
> por ato de exce�����o.
> > >
> > > A Comiss����o Especial de Anistia do Minist����rio da Justi����a deferiu, de
> forma un����nime, a anistia ao presidente Luiz In����cio Lula da Silva. Em 20 de
> abril de 1993, foi publicado no Di����rio Oficial da Uni����o ato do ent����o
> ministro do Trabalho declarando Lula anistiado pol����tico. Com base na
> concess����o de anistia, deu-se entrada no pedido de aposentadoria excepcional
> de anistiado, pela via administrativa, deferido com data retroativa a 5 de
> outubro de 1988.
> > >
> > > Para o MPF, diante desses dados, a concess����o da aposentadoria seguiu a
> previs����o constante na Constitui�����o Federal de 1988: anistia aos que, no
> per����odo de 18 de setembro de 1946 at���� a data de sua promulga�����o, foram
> atingidos, em decorr����ncia de motiva�����o exclusivamente pol����tica, por atos de
> exce�����o, institucionais ou complementares, asseguradas as promo�����es, na
> inatividade, ao cargo, emprego, posto ou gradua�����o a que teriam direito se
> estivessem em servi����o ativo. Com informa�����es da Procuradoria da Rep����blica
> no Distrito Federal.
> > >
> > > Clique aqui para ler a promo�����o de arquivamento.
> > >
> > >
> > >
> > > Revista Consultor Jur����dico, 19 de outubro de 2009
> > >
> > >
> > >
> > > CONFIRA:
>
http://www.conjur.com.br/2009-out-19/lula-anistiado-politico-aposentadoria-recebe-legal-mpf-df
> > >
> > >
> > >
> > > Luiz Fernando Carceroni
> > >
> > > ----------------------------------------------------------
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > -----Mensagem Original-----
> > > De: Sergio Neumayer
> > > Para:
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> > > Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 17:49
> > > Assunto: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Marco,
> > >
> > > Se voc���� n����o acredita em mim nas quest����es t����cnicas (que por acaso
> entendo), n����o acredita no Lula, n����o acredita na Dilma e desconfia do
> governo que tem a aprova�����o de 80% da popula�����o (talvez tamb����m n����o acredite
> nas pesquisas), sobram poucas alternativas:
> > >
> > > 1. Tentar eleger outro grupo pol����tico em quem confie - talvez at����
> sendo o candidato para evitar d����vidas;
> > >
> > > 2. Insurgir-se contra o governo constitucional;
> > >
> > > 3. Mudar-se para um pa����s onde as coisas aconte����am como voc���� entende
> serem corretas.
> > >
> > > Em qualquer caso, parece-me que voc���� est���� na rede errada, tentando
> semear em terreno pouco f����rtil.
> > >
> > > Abra����o forte.
> > >
> > > SCN
> > > ----- Original Message -----
> > > From: marcos ferreira pinto basto
> > > To:
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> > > Sent: Friday, February 17, 2012 1:35 PM
> > > Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
> > >
> > >
> > >
> > > Prezado S����rgio, sequer imagino quais s����o suas fontes de informa�����o
> sobre a situa�����o de Lula perante a Previd����ncia Social pois Luis In����cio
> > >
> > > Lula da Silva continua recebendo benef����cio com t����tulo de aposentadoria
> por invalidez parcial previdenci����ria que supera R 5.000,00, podendo
> > > desempenhar qualquer outra fun�����o que n����o seja imperiosa a utiliza�����o
> do dedo m����nimo.
> > > O know how dos malabarismos financeiros que regem as contas do tesouro
> nacional ���� comandado pelos sobrinhos do tio sam que t����m
> > > numerosos "servidores" por aqui. Uma minuciosa auditoria de nossas
> contas internas e externas efetuada por peritos criminais nacionais
> > > muito competentes que temos, coadjuvados por peritos internacionais,
> revelaria quantas trampolinagens j���� foram feitas neste Brasil,
> > > principalmente no "reinado" do FHC, o maior traidor da P����tria que
> tivemos, imposs����vel de superar.
> > > Quais as raz����es porque todos os grandes e m����dios empres����rios nacionais
> reclamam tanto da SELIC ? Est����o todos errados?
> > > Hoje estou afastado de muitas fontes de informa�����es espalhadas pelo
> mundo, mas sei que as aplica�����es financeiras de grandes agiotas
> > > internacionais, recebem tratamentos especiais como isen�����o de IOF que
> n����o nos informam.
> > > Existe grande intromiss����o yankee nos nossos assuntos internos que
> foram h����bilmente contornados por Lula e alguns assessores, mas
> > > dificultaram a concess����o de benef����cios sociais ao Povo mais carente. O
> Bolsa Fam����lia poderia ser um benef����cio de maior valor e mais
> > > abrangente com melhor sistema de controle. Numerosas prefeituras
> facilitam a concess����o do benef����cio para os apaniguados do "gerente"
> > > municipal. A classe oper����ria mais pobre teve a possibilidade de
> melhorar um pouco a vida, muito embora tenham havido "excessos" que
> > > partiram exatamente da gananciosa m����fia da agiotagem nacional como por
> exemplo facilitar a compra de autom����vel novo em at���� 80 meses.
> > > Moro num bairro pobre que se confunde com a favela e ainda hoje vejo
> indiv����duos que ganham menos de mil reais por m����s com carro
> > > comprado nessas condi�����es, s���� que na maioria dos casos t����m IPV e
> presta�����es atrazadas, muitas multas de tr����nsito e numerosas falhas
> > > por falta de manuten�����o. Sem contar aqueles que a justi����a conseguiu
> apreender o ve����culo por falta de pagamento.
> > > Os empr����stimos consignados a aposentados ���� outra grande vigarice que
> ilude o tomador do empr����stimo por um dia e complica sua vida
> > > em at���� 365 X 5 = 1.825 dias. Por urgente necessidade de
> ultrassonografias fui obrigado a entrar numa dessas armadilhas.
> > > Lula e sua equipe beneficiaram os mais pobres, mas esqueceram de n����o
> lesar outros pobres que ���� o meu caso e milh����es de
> > > aposentados que ganham mais que essa quantia que designam de sal����rio
> m����nimo e o fazem atropelando a lei maior, hoje toda esfarrapada.
> > > Ainda existe muita gente s����ria e honesta no Brasil que n����o ����
> representada no congresso nacional, valhacouto da elite criminosa que
> > > campeia por a����, nem t����o pouco escutam nossas reclama�����es e depois
> acontecem barbaridades muito criminosas como a trombeteada
> > > "reintegra�����o de posse" do bairro Pinheirinho em S.Jos���� dos Campos/SP
> da responsabilidade de Geraldo Alckmin que alega ter feito
> > > cumprir a lei e os maiores juristas brasileiros e estrangeiros
> declaram ter cometido um crime contra a seguran����a social. E mostra-se
> > > como grande cat����lico praticante e membro do Opus Dei.
> > > Torno a escrever-lhe por estes dias porque surgiram numerosas falhas
> na minha conex����o da Banda Larga, o tal speedy da Telef����nica
> > > que vive fraudando os contratos com os assinantes e a ANATEL nada faz.
> > > Um abra����o,
> > > Marcos Pinto Basto
> > >
> > >
> > >
> > > Em 16 de fevereiro de 2012 01:37, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@>
> escreveu:
> > >
> > >
> > >
> > > Marcos,
> > >
> > > Entendo sua revolta; ���� duro n����o receber no fim do m����s o valor
> necess����rio para cobrir todas as despesas que temos (ou queremos ter).
> Entretanto, seu texto cont����m - em minha opini����o - alguns equ����vocos de ordem
> t����cnica ou de desinforma�����o habilmente plantada ao longo dos anos. Vou
> tentar comentar aqueles, que segundo meu entendimento, s����o os de maior
> import����ncia:
> > >
> > > 1. Lula N����O ���� aposentado por invalidez. Provavelmente ficou algum
> tempo de licen����a e recebeu proventos da previd����ncia oficial durante o
> per����odo de convalescen����a quando perdeu o dedo - mas obviamente n����o se
> aposentou, pois se o tivesse feito n����o poderia ter sido presidente do
> Sindicato dos Metal����rgicos de S����o Bernardo.
> > >
> > > 2. A d����vida externa brasileira NUNCA foi e nunca ser���� quitada enquanto
> o pa����s estiver inserido na economia internacional. A maior parte da divida
> externa hoje ���� privada; embora existam ainda diversos t����tulos do governo
> pendentes de liquida�����o - por n����o estarem vencidos - no mercado
> internacional. Lula NUNCA declarou ter quitado a d����vida externa; declarou
> sim o que o pa����s conseguiu durante seu mandato - quitar a d����vida com o FMI
> e acumular reservas internacionais em valor superior ���� d����vida externa.
> > >
> > > 3. N����o existe liga�����o nenhuma entre super����vit prim����rio e d����vida
> externa. A gera�����o de super����vit prim����rio ���� necess����ria para que seja
> poss����vel pagar juros da d����vida interna e evitar que volte a subir de forma
> desordenada como ocorria no passado. A mec����nica ���� muito simples e n����o
> existe necessidade de curso em Bangladesh para entender: quando um pa����s tem
> d����ficit or����ament����rio, precisa emitir t����tulos p����blicos para captar o valor
> desse d����ficit e pagar todas as suas contas al����m dos juros vencidos sobre a
> d����vida j���� existente. Se o super����vit ���� ZERO precisa emitir novos t����tulos
> para pagar apenas os juros. Quando tem super����vit prim����rio, paga os juros
> vencidos e,se poss����vel, reduz o endividamento. Essa ���� a pol����tica que tem
> dado certo, al����m de ter o apoio maci����o da popula�����o brasileira expresso nas
> urnas e no resultado das pesquisas de opini����o. Alguns entendem que seria
> melhor continuar aumentando cada vez mais a d����vida p����blica at���� transformar
> o pa����s em uma Gr����cia. Outros talvez preferissem, simplesmente, emitir moeda
> e catapultar a infla�����o - nas duas alternativas (e n����o existem outras) a
> conta seria paga pelo povo como j���� vimos na hist����ria recente brasileira
> > >
> > > 4. As grandes obras a que voc���� se refere, bem como toda a
> infraestrutura energ����tica brasileira nos diversos setores, foram as grandes
> geradoras da d����vida p����blica brasileira que hoje estamos administrando muito
> bem. Se eu tivesse sido consultado, direta ou indiretamente na ����poca,
> preferiria que aqueles investimentos tivessem sido realizados com recursos
> tribut����rios - aumentos de impostos. Infelizmente, o pa����s estava submetido a
> uma ditadura e n����o fui consultado. O aumento de tributos que deveria - e
> poderia com facilidade - ter sido aplicado na d����cada de 70 do s����culo
> passado s���� ocorreu na segunda metade dos anos 90, quando a tributa�����o
> passou de 24% do PIB para 36% do PIB.
> > >
> > > 5. A taxa SELIC ���� estabelecida segundo crit����rios t����cnicos. ���� muito
> f����cil saber se o crit����rio t����cnico utilizado foi correto - basta conferir as
> taxas de juros estabelecidas em leil����o, para t����tulos do mesmo governo
> federal, emitidos periodicamente. Ao contr����rio daquilo que muitos
> acreditam, iludidos por coment����rios mais pol����ticos do que t����cnicos, a taxa
> SELIC n����o ���� t����o alta quanto parece - explico: a renda nominal obtida por um
> aplicador em t����tulos federais ���� integralmente tributada pelo imposto de
> renda - m����dia de 20% para pessoas f����sicas e 34% para pessoas jur����dicas. Ou
> seja; o governo paga de um bolso e recebe no outro. Para o aplicador pessoa
> f����sica significa receber 12% menos 2,4% que deixa de imposto na fonte -
> cerca de 9,5% com uma infla�����o de 6% ���� renda efetiva pouco superior a 3% ao
> ano - no caso de aplica�����es de pessoas jur����dicas o juro real anual ���� menor
> do que 3%. Convenhamos; ���� muito pouco juro para satisfazer um "agiota" de
> qualquer pa����s do planeta terra - agiotas no Brasil n����o costumam se
> satisfazer com menos de 10% AO M����S.
> > >
> > > 6. As taxas de c����mbio no Brasil, hoje, s����o fixadas pelo mercado. Se
> existem mais entradas do que sa����das de moeda estrangeira, a taxa de c����mbio
> cai - quando ocorre o movimento inverso a taxa de c����mbio sobe. Sempre que
> foram tentadas articula�����es diferentes nesse pa����s, a vaca foi para o brejo
> - a mais recente foi a pol����tica desastrada de bandas cambiais durante o
> mandato do Pr����ncipe da Sorbonne - Dom FHC.
> > >
> > > 7. Todos n����s gostar����amos muito de ter um sal����rio m����nimo equivalente a
> R$ 2.300; se poss����vel at���� mais do que isso. O problema ���� como chegar l����, e
> com que velocidade, sem que o trabalhador devolva tudo em decorr����ncia de
> uma infla�����o galopante e crescente. Hoje o sal����rio m����nimo ���� praticado
> apenas pela previd����ncia social e governos. O piso salarial de empregados
> dom����sticos no Rio de Janeiro ���� de 1,5 sal����rios m����nimos. Qualquer que seja o
> par����metro utilizado - infla�����o, taxa de c����mbio, cestas b����sicas, etc. - a
> conclus����o ����nica poss����vel ���� que avan����amos, e muito, nos ����ltimos anos. Se
> preferir, fa����a outro tipo de avalia�����o - compare o prefil atual dos
> compradores de shoppings center com a clientela anterior ao governo Lula.
> Observe como cresceu a quantidade de carros circulando nas grandes cidades.
> Visite os aeroportos e tente saber a profiss����o dos passageiros que embarcam
> atualmente para o norte e nordeste do Brasil - vai se surpreender ao saber
> que diversos produtos e servi����os anteriormente oferecidos e comprados por
> uma minoria da popula�����o est����o hoje acess����veis ����queles que ganham 1,5
> sal����rios m����nimos por m����s.
> > >
> > > Durante mais de 30 anos de minha vida profissional fui descontado para
> a previd����ncia social no teto m����ximo de contribui�����o. Durante alguns anos
> recolhi sobre VINTE sal����rios m����nimos. Depois esse teto caiu para DEZ
> sal����rios m����nimos. Gostaria muito de receber hoje uma aposentadoria de DEZ
> sal����rios m����nimos - R$ 6.220,00. Recebo a metade e, espero, algum dia o
> sistema previdenci����rio possa reparar essa injusti����a HIST����RICA. Hoje, confio
> nos meus governantes e estou convencido de que n����o podem atender a esse meu
> desejo sem preju����zo de uma pol����tica de recupera�����o de perdas - ainda mais
> antigas, mais necess����ria e mais ben����fica para a economia nacional - do
> sal����rio m����nimo.
> > >
> > > Abra����o,
> > >
> > > SCN
> > >
> > > ----- Original Message -----
> > > From: marcos ferreira pinto basto
> > > To:
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> > > Sent: Wednesday, February 15, 2012 7:59 AM
> > > Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
> > >
> > >
> > >
> > > Caro S����rgio, a arrecada�����o de impostos vinculados ���� Previd����ncia Social
> tem sido sempre superior
> > >
> > > ����s despesas da Previd����ncia, mas infelizmente os administradores
> p����blicos que t����m passado por
> > > Bras����lia, ao inv����s de aplicarem as verbas excedentes em grandes
> empreendimentos de infra-estruturas
> > > e respeitarem essas aplica�����es como se fossem empr����stimos contra����dos
> junto da agiotagem internacional,
> > > t����m desviado verbas com finalidades diversas que v����o desde a
> constru�����o da ponte Rio/Niter����i, Itaipu at����
> > > ao misterioso super����vit prim����rio, uma inven�����o da mais pura
> picaretagem entreguista.
> > > Dentro do pr����prio INSS n����o existe um crit����rio r����gido na concess����o e
> pagamento de benef����cios, existindo
> > > pens����es de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete
> chaves. O pr����prio Lula recebe uma pens����o
> > > por invalidez superior a R 5.000,00 que j���� li informa�����o de ter esse
> valor porque j���� foi preso pol����tico. N����o lembro
> > > dessa pris����o.
> > > Mas durante a capatazia do maior traidor da P����tria que o Brasil j����
> teve, o vendilh����o FHC encarregou o Ant����nio
> > > Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de
> conten�����o de gastos na Previd����ncia Social.
> > > Essa besta quadrada do Anastasia que n����o deve ter parentes pobres e
> tem aquela coragem pr����pria dos lar����pios
> > > que arrancam os rel����gios e correntes de ouro dos velhinhos, entre
> outras p����rolas da mais pura contabilidade de
> > > traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que
> auferem benef����cios superiores ao sal����rio
> > > m����nimo,com metate do valor do ����ndice anual de reajuste daquele valor.
> > > Nos primeiros tr����s anos, o aposentado n����o sente a desvaloriza�����o de
> seu benef����cio, mas a partir do 5���� ano come����a a ver quanto ���� espoliado.
> > > N����o entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma
> medida t����o estapaf����rdia que n����o tem base legal nenhuma. Segundo a
> > > constitui�����o, os sal����rios s����o irredut����veis e para todos os efeitos, o
> benef����cio de aposentadoria ���� o prolongamento salarial do trabalhador que
> atingiu limites
> > > previstos na lei.
> > > NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? S���� o pobre porque ao
> menor descuido seu, pode ser confundido com ladr����o e sobra cana pra ele!
> > > Mas como funciona a econ����mia do Brasil? S���� um Phd em econ����mia, formado
> no Bangla Desh, poder���� entender
> > > a mecanica trampolineira das contas governamentais.
> > > Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central
> (independente), um grupo de super iluminados
> > > financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empr����stimos
> contra����dos pelo governo com os agiotas nacionais
> > > e internacionais. Na grande maioria dos pa����ses, a taxa m����xima de juros
> sobre grandes empr����stimos ���� de 3%aa.
> > > Depois, o Lula n����o declarou que t����nhamos saldado a d����vida externa?
> Ent����o para que serve o tal super����vit prim����rio, outra
> > > p����rola negra desses cientistas em extors����o de incautos?
> > > O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do
> Lula. Meireles, alto funcion����rio aposentado do Banco
> > > de Boston, com resid����ncia fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta
> das galinhas de ovos de ouro.
> > > Sabe qual a raz����o porque o Brasil n����o entrou de rold����o nessa crise
> financeira "cozinhada" nos EUA e estendida ���� Europa
> > > pelos grandes agiotas internacionais?
> > > Na atual conjuntura econ����mica e financeira mundial, um d����lar dos EUA
> vale R 1,71, mas o d����lar ���� uma moeda sem lastro
> > > f����sico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas
> por alto seriam necess����rios cerca de 8 Euros para
> > > comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? J���� ouviu
> falar em opera�����es paralelas de cambio? Se o
> > > Brasil adotasse o sistema de opera�����es paralelas, teria um super����vit
> t����o grande com as maiores econ����mias do mundo que
> > > talvez estivesse no topo delas.
> > > Mas como ���� v����tima da maior esculhamba�����o econ����mica, financeira,
> cient����fica e t����cnica, at���� no pagamento das presta�����es de
> > > utilidades dom����sticas, o com����rcio cobra dos incautos consumidores,
> juros sobre quantias j���� pagas e juros sobre juros.
> > > Coisa de agiota made in USA.
> > > Ent����o quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, n����o s���� eles
> como os trabalhadores ativos, fico exasperado
> > > porque n����o vejo nenhuma rea�����o da sociedade, nem de setores mais
> ilustrados com conhecimentos matem����ticos.
> > > O sal����rio m����nimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os
> "nobres cientistas sociais" conseguiram chegar a esse
> > > valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo
> meretr����cio das principais cidades do Pa����s.
> > > Roubam-me hoje R 2.050,00/m����s! Roubam quantias de 9 milh����es de
> benef����cios cujos titulares contribu����ram compuls����riamente,
> > > mas julgando serem tratados com um m����nimo de seriedade na hora de se
> aposentarem. L����do engano! N����o me admiro muito se
> > > mais tarde come����arem a morrer idosos aos montes, v����timas de gripe que
> poder���� ser su����na, das gaivotas ou dos urubus.
> > > Quando um cara fica velho, garanto-lhe que ���� uma merda!
> > > Um abra����o,
> > > Marcos Pinto Basto
> > >
> > >
> > > Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@>
> escreveu:
> > >
> > >
> > >
> > > Marcos,
> > >
> > > Como a quest����o "aposentadorias" cont����m aspectos t����cnicos quase t����o
> importantes quanto os pol����ticos, entendo que seria muito interessante se
> voc���� pudesse desenvolver mais o tema informando a este f����rum:
> > > 1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos
> aposentados foi inferior ���� infla�����o;
> > > 2. De onde viriam os recursos necess����rios para que fossem pagas as
> perdas dos aposentados prejudicados.
> > >
> > > Abra����o,
> > >
> > > SCN
> > >
> > >
> > > ----- Original Message -----
> > > From: marcos ferreira pinto basto
> > > To:
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> > > Sent: Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
> > > Subject: Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula
> para o 32���� anivers����rio do PT
> > >
> > >
> > >
> > > Faltou acrescentar: Nestes dias dif����ceis que atravesso, pesa-me na
> consci����ncia o grande roubo dos aposentados que ganham acima do sal����rio
> m����nimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito
> continuei aplicando e nem sei porque...
> > >
> > > Marcos Pinto Basto
> > >
> > >
> > > Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Trist����o <danitristao@>
> escreveu:
> > >
> > >
> > >
> > > Cara Presidenta da Rep����blica Dilma Rousseff,
> > > Caro Presidente do PT Rui Falc����o,
> > > Dirigentes e Militantes do PT,
> > > Companheiras e Companheiros,
> > >
> > >
> > > Eu queria muito estar hoje em Bras����lia com voc����s. Al����m de celebrar
> coletivamente o anivers����rio do nosso partido, teria a oportunidade de rever
> e abra����ar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo t����m um papel
> fundamental na minha vida.
> > >
> > > No entanto, o meu tratamento de sa����de entrou em sua etapa final e devo
> manter a rigorosa disciplina seguida at���� agora, para que a cura seja
> completa e eu volte o mais r����pido poss����vel ���� milit����ncia social e pol����tica
> que tanto nos apaixona e mobiliza.
> > >
> > > Se n����o terei, hoje, a alegria de rev����-los, ���� porque quero estar com
> voc����s muitas e muitas vezes nos pr����ximos meses e nos anos vindouros,
> participando intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da
> dignidade do povo brasileiro e da democratiza�����o cada vez mais substantiva
> da nossa sociedade.
> > >
> > > O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajet����ria e de suas
> conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de
> preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da
> hist����ria do Brasil e uma das organiza�����es progressistas mais respeitadas do
> mundo. Cumprimos, com not����vel ����xito, os principais compromissos contidos em
> nosso "Manifesto de Funda�����o" lan����ado em 10 de fevereiro de 1980 naquele
> memor����vel encontro do Col����gio Sion.
> > >
> > > Nunca ser���� demais lembrar que, junto com outras for����as de oposi�����o, o
> PT contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a
> redemocratiza�����o do pa����s. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das
> organiza�����es populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da
> sociedade civil brasileira. O chamado "modo petista de governar", primeiro
> nos munic����pios e estados e depois no pr����prio governo federal, renovou
> profundamente a cultura administrativa do pa����s, tornando-o muito mais
> republicano e participativo. Constru����mos, em parceria com outros partidos
> de esquerda, imprescind����veis ao sucesso da causa comum, generosas frentes
> populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao pa����s um
> modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir
> renda e promover inclus����o social. E fomos al����m. Inspirados no saudoso Paulo
> Freire, que recomendava "unir os diferentes para melhor enfrentar os
> antag����nicos", constitu����mos uma ampla alian����a de centro-esquerda para
> conquistar democraticamente a Presid����ncia da Rep����blica.
> > >
> > > Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram,
> pacificamente, uma verdadeira revolu�����o econ����mica e social, levando o pa����s
> a dar um extraordin����rio salto produtivo e tecnol����gico e, sobretudo,
> incorporando aos direitos b����sicos de cidadania dezenas de milh����es de
> brasileiros e brasileiras que viviam ���� margem da sociedade. Tudo isso
> resultou em uma na�����o muito mais pr����spera e justa, que conquistou
> importante lugar no mundo. A atua�����o internacional do Brasil expressa os
> mesmos valores ����ticos e pol����ticos, afirmando a soberania do pa����s,
> impulsionando a integra�����o regional e pugnando pela reforma da ordem
> global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham
> verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.
> > >
> > > Nosso projeto transformador, hoje sob a lideran����a da querida
> companheira Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, l����cida e competente,
> que o Brasil e o mundo est����o aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.
> > >
> > > A Presidenta Dilma, al����m de consolidar as conquistas do per����odo
> precedente, cujo m����rito ���� tamb����m dela, como excelente ministra que foi,
> est���� dotando o pa����s de novos objetivos estrat����gicos, que devemos apoiar com
> entusiasmo. S����o metas econ����micas, pol����ticas, sociais e culturais que
> pavimentam o caminho do futuro. Pe����o licen����a a voc����s para destacar duas
> delas, que tocam fundo o meu cora�����o: erradicar a extrema pobreza at���� 2014,
> dando oportunidade de sobreviv����ncia digna a 16 milh����es de pessoas, por meio
> do Programa Brasil Sem Mis����ria; e expandir em escala massiva o ensino
> profissional e tecnol����gico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec,
> que pretende beneficiar 8 milh����es de jovens at���� 2016.
> > >
> > > Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os
> avan����os obtidos sob a lideran����a do PT s����o inequ����vocos e prefiguram
> conquistas ainda maiores e mais valiosas.
> > >
> > > Para estar ���� altura de suas responsabilidades, como esteve at���� agora,
> o nosso partido precisa manter-se sempre democr����tico e inovador, sem perder
> nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfei����oar a
> cada dia.
> > >
> > > Quero concluir essa sauda�����o dizendo da minha alegria em saber que
> nesse ato est����o sendo homenageadas duas pessoas admir����veis, que dedicaram
> toda a sua vida aos ideais de liberdade e justi����a: Apol����nio e Rene���� de
> Carvalho. Sei que outros falar����o sobre o inesquec����vel e insubstitu����vel
> Apol����nio. Direi uma palavra sobre a car����ssima Rene����. Nada melhor do que o
> esp����rito fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira
> para simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa
> caminhada.
> > >
> > > Um grande abra����o do Lula
> > >
> > >
>
http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-
> > >
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> > > --
> > > Marcos Pinto Basto
> > > Tel. 013 3467 4204
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