Google X energia
Google vai financiar sistema solar para 3 mil residências nos EUA
A empresa Google lançou mais uma ação para promover o seu lado verde. Na noite da última terça-feira (7), a empresa anunciou que vai bancar a instalação de sistemas de geração de energia solar em três mil residências americanas.
O gigante da internet vai fechar uma parceria com a empresa Clean Power Finance (CPF) com intuito de criar um fundo de 75 milhões de dólares (R$ 135 milhões de reais) para financiar projetos residenciais de energia solar. O Google terá a propriedade dos painéis fotovoltaicos que serão instalados sobre os telhados das casas, e os moradores vão pagar pela energia que consumir.
Nos Estados Unidos a compra e instalação de um sistema solar doméstico custa entre 30 mil e 40 mil dólares, valor que assusta muitos consumidores e desestimula a adesão a essa fonte de energia alternativa. Mas com o financiamento, a instalação sairá de graça e, segundo o Google, a energia solar custará menos do que a da rede elétrica tradicional.
Mais, esse movimento vai puxar toda uma rede de fornecedores. É justamente aí que entra a Clean Power Finance, com uma plataforma que aproxima as empresas de painéis fotovoltaicos e investidores, como o Google. “Com isso, os instaladores de sistemas podem vender mais e expandir o seu negócio”, comentou Rick Needham, diretor de operações de negócios verdes do Google no blog oficial da empresa.
Fonte: Primeira Edição
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O professor de Engenharia civil e ambiental da universidade de Standford, nos EUA, Jonathan G. Koomey, avaliou o uso de energia por servidores globais no período de 2005 a 2010. Com o intuito de identificar a “pressão” feita pelos datacenters sobre os recursos energéticos globais.
Constatou-se que, juntos, todos os datacenters que estão espalhados pelo mundo consumiram 1,5% da eletricidade produzida no planeta somente em 2010. Enquanto o Google, sozinho foi responsável por 0,01% desse consumo global de energia.
Para o ano de 2007, estava prevista que a maior difusão de computadores e da internet iria dobrar o consumo de energia, pelos bancos de dados mundiais até 2010, em comparação ao ano de 2005. Porém, Koomey verificou um crescimento de apenas 56%. Para o professor, esse crescimento abaixo do esperado está ligado à crise financeira de 2008 e nas melhorias dos processos virtuais, o que ajudou a reduzir o consumo de energia.
Um representante da Google revelou alguns dados sobre os gastos energéticos da empresa com seus servidores, informações que normalmente são mantidas em sigilo. Segundo David Jacobowitz, do Google, a eletricidade usada pelos centros de dados da empresa foi inferior a 1%, comparada ao restante dos consumidores mundiais avaliados em 2010. Estima-se que o Google trabalhe com cerca de 900 mil servidores.
Para o professor, as instalações reais dos servidores do Google associado ao uso de computação em nuvem são muito eficientes e, esse excelente processo reflete o baixo percentual de consumo energético absorvido pela empresa!
http://www.idigo.com.br/archives/5519
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O Google revelou que seus bancos de dados utilizam continuamente uma quantidade de energia suficiente para alimentar 200 mil casas americanas. O consumo de 260 milhões de watts é utilizado para operar as buscas na “home” do site, carregar vídeos no YouTube, abrir o Gmail e carregar publicidades. Em contraponto, a empresa alega que, mesmo gastando muito, evita que as pessoas usem gasolina para se transportar até uma biblioteca, já que as pesquisas são realizadas de casa.
Por anos, o Google manteve silêncio quanto ao nível de eletricidade usado pela companhia, fato que experts especularam como sendo uma tática para dificultar o acesso de informações sobre eficiência e escala de atuação a concorrentes. Mas, segundo noticiado pelo New York Times, o vice-presidente para infraestrutura técnica do Google, Urs Hoelzle, disse que o “rastro” da eletricidade não figura mais como uma chave para decodificar as operações de uma empresa. Hoezle ainda defende que as medidas “parecem grandes em um pequeno contexto.”

Banco de dados do Google, na Bélgica
Mesmo parecendo grande, a medida diminui quando trata do gasto energético gerado por pessoa que utiliza o serviço. A média mensal por usuário, de 180 watts por hora, equivale ao uso de uma lâmpada de 60 watts por três horas. A energia demandada pela ferramenta de busca, o carro-chefe da empresa, demanda apenas 12 milhões e meio de watts dos 260 milhões calculados. O resto é relegado às atividades dos escritórios, dos centros técnicos e dos bancos de dados da empresa.

Urs Hoelzle, vice-presidente para infra-estrutura técnica do Google
O Google também estimou que suas emissões totais de carbono em 2010 não ultrapassaram 1.5 milhão de toneladas de carbono, sendo grande parte da medida atribuída à emissão de combustíveis fósseis relacionada a provisão de eletricidade aos bancos de dados. Em vista desse gasto, a empresa providenciou a compra de eletricidade de fazendas eólicas, resultando no marco de 25% dos gastos totais utilizados com energia renovávelno ano passado.
Segundo a matéria, estudiosos ligados à defesa dos recursos naturais, e à pesquisa em energia elétrica, alegaram que as medidas denotam “um esforço para parecer verde” em meio a concorrência, e que cada clique no Google “não sai grátis”. A empresa estima um crescimento de 5% no uso de energia renovável para esse ano.
http://style.greenvana.com/2011/google-revela-numeros-internos-de-gasto-energetico/
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À frente do consórcio de empresas de investimento KKR, o Google adquiriu, por US$ 94 milhões, a Recurrent Energy, empresa de energia solar que tem quatro projetos em Sacramento, na Califórnia. Com isso, o gigante de buscas soma US$ 915 milhões em investimentos em fontes alternativas de energia. O Google afirma que os projetos têm capacidade total de geração de 160 milhões de kilowatts de energia, o equivalente ao consumo de mais de 13 mil residências americanas. Este é o primeiro projeto de energia alternativa nos Estados Unidos que recebe aporte do gigante de buscas, que deve ser concluído e entrar em operação total no ano que vem.
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Software pode ser decisivo no consumo de energia dos processadores
por adriankey, fonte Inovacaotecnologica, data 27 Jan (2 semanas atrás) editar remover
A economia de energia pode ser especialmente significativa nos aparelhos portáteis e na eletrônica embarcada. [Imagem: Creative Commons. Viacheslav Slavinsky.]
Estilo de computar
Quando se fala em consumo de energia dos computadores, pensa-se automaticamente nos processadores.
Mas a Dra Kathryn McKinley, da Universidade do Texas, afirma que esta visão é parcial, e deixa de lado um elemento crucial: o software.
Em uma analogia com o mundo automobilístico, é como se apenas os motores fossem considerados os culpados pelo consumo de combustível.
O que a Dra. McKinley propõe é que o estilo de dirigir também é essencial.
Uma diferença que, se já não é desprezível para um usuário pessoal, pode representar economias gigantescas para os centros de dados de empresas como Google, Apple, Intel e Microsoft.
"Uma parcela cada vez maior daquilo que se gasta não está indo para a compra do hardware, mas para a energia que os datacenters consomem," diz ela.
Perfil de consumo dos processadores
McKinley afirma que, para que as empresas possam otimizar seu consumo de energia, é necessário dispor de perfis de potência detalhados de como os processadores funcionam com diferentes softwares e sob diferentes arquiteturas.
Foi isto que ela e Stephen Blackburn, da Universidade Nacional da Austrália, fizeram.
E o perfil de consumo do hardware sob diferentes demandas de processamento poderá ajudar a diminuir o consumo de energia não apenas dos datacenters e dos computadores, mas também de dispositivos portáteis, como notebooks, tablets e celulares.
E menor consumo em aparelhos portáteis significa baterias que duram mais tempo.
"Nós fizemos medições que ninguém havia feito antes," diz McKinley. "Nós mostramos que diferentes softwares, e diferentes classes de software, têm consumos de energia realmente diferentes."
Consumo de energia do GPS
Os pesquisadores citam como exemplo típico os aplicativos para celulares e smartphones que usam o GPS.
"Em termos de energia, o GPS é uma das funções que mais gastam energia em um celular. Um algoritmo ruim pode fazer o GPS ler dados muito mais do que o necessário para o programa funcionar bem," exemplifica a cientista.
De posse do perfil de consumo de energia do processador, o programador poderá otimizar seu algoritmo, minimizando os pings feitos pelo GPS, sem afetar a funcionalidade do programa.
E isto, afirmam os pesquisadores, vale para todos os programas de computador, incluindo os pesados algoritmos de indexação e busca em bancos de dados, tipicamente usados em datacenters.
Consumo dos programas
Segundo os pesquisadores, o ideal é que o perfil de consumo de energia dos processadores seja levado em conta desde o início do projeto.
Ou seja, eles defendem uma mudança no foco quando o assunto é otimização: enquanto até hoje só se falou em otimização para aumento da velocidade e do desempenho, é necessário agora otimizar os programas para que eles consumam o mínimo de energia.
A Intel acabou de lançar um processador que disponibiliza informações sobre seu consumo de energia, de forma que os programadores possam ajustar as funções dos programas.
Embora aplauda a iniciativa, McKinley afirma que os dados são muito básicos, e que é necessário disponibilizar informações muito mais detalhadas sobre o consumo de energia dos chips em tempo real.
Em um efeito em cascata, essas informações poderão chegar aos programas.
Assim, um usuário poderá decidir se baixa ou não um aplicativo para seu tablet ou celular dependendo de quanta energia ele vai drenar da bateria.
por adriankey, fonte: Inovacaotecnologica
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O tamanho da poluição do Google
· 8 de setembro de 2011|
Por Tatiana de Mello Dias
Empresa emitiu 1,46 milhões de toneladas de CO2 e consumiu energia equivalente de 200 mil residências em 2010
SÃO PAULO – O Google reveloupela primeira vez nesta quinta-feira, 8, seu rastro de carbono.
A empresa emitiu em 2010 1,46 milhões de toneladas métricas de CO2. Isso equivale à emissão de 70 mil cidadãos norte-americanos. Os data centers e os escritórios foram responsáveis por 1,2 milhões de toneladas através da compra de eletricidade.
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A frota de carros da empresa (os carros do Street View e outros) emitiram mais de 11 mil toneladas. As emissões indiretas, vindas de viagem e construção de prédios, somaram 207 mil toneladas. No total, o consumo de energia da empresa foi de 2,26 bilhões de megawatt-hora (o equivalente ao consumo de 200 mil residências norte-americanas).
O Google diz que começou a neutralizar suas emissões de carbono em 2007, fazendo acordos para comprar energia renovável de fazendas que geram energia eólica, e comprando créditos de carbono que ajudariam a financiar outros projetos alimentados por energia verde. Além disso, o Google tenta reduzir suas pegadas usando material não-poluente na construção de seus prédios.
Segundo a empresa, 25% de sua eletricidade veio de fontes renováveis em 2010. A meta é elevar a porcentagem para 30% em 2011 e 35% em 2012.
“Na última década, o uso de energia tem sido uma obsessão”, disse Urs Hoelzle, diretor de infraestrutura técnica na empresa. “Nós projetamos e construimos alguns dos mais eficientes servidores e data centers no mundo, usando metade da eletricidade de um data center comum”.
O Google havia inicialmente resistido em divulgar o quanto seus enormes data centers consomem. “É verdade que nós ficamos preocupados com competitividade. No entanto, como o Google e a indústria se tornaram mais maduros, nós decidimos que é mais importante compartilhar a informação sobre consumo de energia para encorajar melhores práticas”, disse à Forbes Parag Chokshi, porta-voz da empresa.
http://blogs.estadao.com.br/link/o-tamanho-da-poluicao-do-google/
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Não contente com dominar a forma de enviar e-mails, encontrar informações e navegar no mundo real, o Google quer agora gerenciar o uso de energia em cada casa. No espírito de poupar dinheiro e emissões, o repórter do jornal britânico The Guardian Adam Vaughan se inscreveu para ver se o PowerMeter realmente é o futuro. Nos últimos dois meses, o software – que chegou ao Reino Unido em novembro – monitorou e transmitiu de uma página da web o quanto de energia elétrica consome a casa do repórter, que tem três quartos com terraço e é do início de século 20.
“Não tem sido uma experiência totalmente agradável. Ver o meu uso de eletricidade em uma página do iGoogle ao lado do meu e-mail, notícias, RSS e outros elementos às vezes era um lembrete assustador da nossa libertinagem”, escreveu Adam Vaughan, no blog Green Living, do Guardian.
De acordo com o repórter, sua casa tipicamente gasta em torno de 150 watts executando um computador, geladeira e um par de luzes, mas, durante o período de teste do PowerMeter, não foi incomum que o consumo pulasse para mais de 3 kWh, com as máquinas de lavar roupa e louça ligadas ao mesmo tempo. Em dezembro, o gráfico PowerMeter acusou um consumo alto de 370 kWh. Vaughan lembra que é inverno na Europa. “Felizmente dezembro é provavelmente nosso maior mês de uso de energia, porque é um dos meses mais escuros e no qual ficamos com mais frequência em casa”, explica.
Segundo o repórter, olhar o consumo de energia através do Google PowerMeter é mais divertido, se comparado com “a decifração de contas de energia enigmáticas”. Enquanto você pode baixar os dados brutos sobre o uso de eletricidade, uma rápida olhada na planilha desconcertante mostrou a importância de uma interface significativa como gráficos PowerMeter’s.
Na mesma época, o Google lançou um recurso de comparação para o PowerMeter, através do qual uma pessoa pode comparar o seu consumo próprio com as médias regionais nos Estados Unidos. “O consumo da nossa casa de três quartos com terraço foi descrito como muito bom e semelhante a um apartamento de um quarto, o que não me diz muito, exceto o quão alto é o consumo de energia doméstica nos Estados Unidos”, criticou Vaughan.
Para o repórter, talvez o recurso fique mais interessante quanto todos os dados puderem ser compartilhados socialmente – “e os resultados fazerem as pessoas mudarem seus hábitos”. “Enquanto iGoogle e PowerMeter não permite que você publique seu uso de energia direta para o Twitter ou Facebook, o AlertMe, por exemplo, oferece um ‘Swingometer’ pessoal para postar uma base do seu uso de energia no Facebook, Twitter ou no seu blog”, sugere Vaughan.
Fonte: Estadão
http://www.eletrica.info/google-powermeter-permite-monitorar-uso-de-energia-em-casa/
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