[tribuna_da_internet] Resumo 5848

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Feb 2, 2012, 4:50:04 AM2/2/12
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Mensagens neste resumo (9 Mensagens)

1.
Drogas na escola De: Luiz G A de Mello Gaia
2.
Julgamento do STF sobre o CNJ e as omiss�es da corregedoria do TJMG De: Carceroni48
3.1.
Arquivo - TRIBUNA DA INTERNET.doc De: tribuna_d...@yahoogrupos.com.br
4.
Sobre quiosques - Pra questionar a fim de esclarecer De: Fernanda Tardin
5.
Em 1980 o parque industrial brasileiro era maior que o da China, Tai De: gustavo santos
6.
[Carta O BERRO]  Bart����, o mago da palavra.    Escrito por Frei Be De: Vanderley - Revista
7.
[Carta O BERRO] O capital engorda e a pobreza grassa, nos EUA. De: Vanderley - Revista
8.
CURSO DE SA����DE INTEGRAL E AGROECOLOGIA - Via Internet ����� Nova De: ASSOCIA�����O IP����
9.
CURSO DE ECOLOGIA PROFUNDA - Via Internet ����� Nova turma De: ASSOCIA�����O IP����

Mensagens

1.

Drogas na escola

Enviado por: "Luiz G A de Mello Gaia" lgam...@hotmail.com   lgamgaia

Qua, 1 de Fev de 2012 9:48 am





Drogas na escolaToda
escola deve estar preparada para interferir na eventualidade do
aparecimento de usu����rios de drogas entre os seus estudantes.
Professores, ao perceber alunos que ficam indiferentes e desligados nas
classes, sonolentos ou, ao contr����rio, inquietos e excitados e com
mudan����as bruscas no comportamento, devem saber enfrentar tal tipo de
problema. Uma das grandes causas para essas altera�����es ���� o uso de
drogas, sinal caracter����stico das mudan����as de personalidade.

Identificado
claramente o usu����rio, medidas punitivas dr����sticas n����o auxiliam muito.
Procurar ajud����-lo deve ser a t����nica da atitude do professor. Um plano
pode ser elaborado para as escolas, adaptando-o, se for necess����rio, a
pequenas varia�����es conforme o tipo e a regi����o da escola afetada. ���� o
seguinte:

1) Reunir um grupo selecionado de professores - de
prefer����ncia das ����reas de Ci����ncias, Biologia, Qu����mica - e ministrar a
eles um curso de especializa�����o sobre o assunto. Nesse curso, ����nfase
deve ser dada ���� identifica�����o de usu����rios de drogas e como lidar com
eles.

2) Divulgar para todo o corpo docente, discente e
administrativo a exist����ncia desse grupo, estabelecendo-se, assim, um
canal competente de comunica�����o na escola.

3) O usu����rio n����o deve
ser sistematicamente marginalizado ou expulso da escola. Isso s���� vai
piorar a situa�����o. Ele deve ser encaminhado ao grupo acima, que vai
procurar manter com ele um di����logo franco, sincero e leal. Pode-se,
ainda, dar a ele uma oportunidade de continuar na escola, mas com a
condi�����o de que se lhe est���� sendo dado um cr����dito de confian����a e ele
dever���� fazer jus a esse cr����dito. N����o se deve esquecer, contudo, que o
abuso de drogas ���� uma doen����a social e epid����mica, e como tal,
extremamente contagiosa. N����o s���� o usu����rio est���� em risco, como tamb����m
seus colegas. Na sua necessidade de ser aceito, ele pode tentar
convencer seus amigos de que o uso de drogas ���� normal. ���� medida que sua
depend����ncia cresce, ele necessita de dinheiro e, por isso, pode iniciar o
tr����fico entre colegas.

4) Os pais do usu����rio ou dos suspeitos do
uso de drogas devem ser alertados, de prefer����ncia atrav����s de
professores pertencentes ao grupo especializado. Deve-se procurar
estabelecer com os pais um di����logo franco e honesto e estar preparado
para as negativas e, at���� mesmo, as rea�����es emocionais, raivosas e
agressivas. A compreens����o poder���� ser melhor se os pais forem
conscientizados de que tudo o que se deseja ���� ajudar seu filho a
recuperar-se. Eles tamb����m devem se envolver no cr����dito de confian����a dado
aos seus filhos.

5) Caso o problema continue, o aluno dever���� ser
encaminhado a servi����os especializados para avalia�����o e, se for o caso,
apoiado para realizar um tratamento adequado. Nessas condi�����es, ����
necess����rio tamb����m um apoio real da escola, n����o s���� ao aluno como tamb����m ����
sua fam����lia.

6) Professores com problemas de alcoolismo ou de
drogas s����o maus exemplos. Devem-se oferecer a eles oportunidades de
tratamento e recupera�����o com o apoio da escola e, enquanto isso n����o for
feito, ���� prudente afast����-los do contato direto com os estudantes
dando-lhes, por exemplo, encargos administrativos. Com essas atitudes,
insistindo na preven�����o, podemos controlar de forma mais inteligente o
problema das drogas.
E-mail: eliasmurad@cmbh.mg.gov.br

Luiz Gast����o A. Mello Gaia
Dignidade Sempre
Minas Gerais, n����o d���� para explicar, tem que viver

2.

Julgamento do STF sobre o CNJ e as omiss�es da corregedoria do TJMG

Enviado por: "Carceroni48" carce...@yahoo.com.br   carceroni48

Qua, 1 de Fev de 2012 11:49 am



CNJ e os Tribunais de justi����a
Suspei�����o sobre desembargadores mineiros refor����a necessidade de autonomia investigat����ria do CNJ.

Corregedoria do TJMG se nega a investigar tr����s desembargadores mineiros arrolados em inqu����rito da PF/MG DELEFAZ n���� 8212/2011. Desembargadores s����o citados em degrava�����es, como supostos envolvidos em venda de senten����a. Desde Outubro de 2011, o TJMG resiste e se omite sobre a suposta suspeita. A suspeita recaiu sobre o julgamento do Processo n���� 024.04.308.998-91 do TJMG.
3.1.

Arquivo - TRIBUNA DA INTERNET.doc

Enviado por: "tribuna_d...@yahoogrupos.com.br" tribuna_d...@yahoogrupos.com.br

Qua, 1 de Fev de 2012 12:18 pm





Arquivo: TRIBUNA DA INTERNET.doc
Descri�����o: Regras de conviv����ncia

4.

Sobre quiosques - Pra questionar a fim de esclarecer

Enviado por: "Fernanda Tardin" nanda...@yahoo.com.br   nandatardin

Qua, 1 de Fev de 2012 2:25 pm



superfaturamento de quiosques: quem ganha com isto?
����

Baseado na materia���� acima, e no debate ' hospedado' neste link:
http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/2012/02/superfaturamento-de-quiosques-quem.html

���� e Considerando que:
no inicio do primeiro
mandato de Coser,( antes da coopita�����o descarada), foi construido um
banheiro publico numa comunidade em Vit����ria pela PMV. Era de PVC.
aquele que debatemos no consciencia e que a empresa NO canad���� fabrica 9 comercializado por esta empresa cujo site coloco: http://www.royalbrasil.com.br/royal_building/aplicacoes.htm, e comprado da representante Royal em Vit����ria).

Fica as perguntas���� e sugest����es de BANDEIRAS DE LUTA:

por que. quiosque de 400 mil���� a unidade se podemos ( e os engra����adinhos do
PTdoPH seguidores da ordem de el rei ( paulo hartung) sabem que) podemos ter a 40 mil /unidade ( aproximadamente)_ um quiosque com 20 anos de
garantia, isolante termico, a prova de incendio......?
Hermanos, ajudem���� a���� a questionar. O POVO n����o ���� detalhe e esta quest����o deve ser encarada como dever cidadao e n����o jogo partidario. Bora?
by Nanda
����
"Ou Brilhamos Todos Ou N����o Brilha Ninguem".
http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
que discute com politicos UM NOVO ES ���� POSSIVEL,
Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro,
porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
Bjs
Nanda Tardin
32 91363332
5.

Em 1980 o parque industrial brasileiro era maior que o da China, Tai

Enviado por: "gustavo santos" gustavoa...@gmail.com   resumo.desenvolvimentistas

Qua, 1 de Fev de 2012 4:51 pm



Por que a Am����rica Latina n����o cresce como a ����sia?Em 1980 o parque industrial
brasileiro era maior que o da Tail����ndia, Mal����sia, Cor����ia do Sul e China
combinados. Em 2010, a ind����stria brasileira representou pouco menos de 15%
em compara�����o com esses pa����ses. Acho que o que tem que perguntar ���� por que
o Brasil representa 75% do com����rcio mundial de ferro e s���� dois por cento do
de a����o em um pa����s que tem a Embraer. E n����o ���� s���� o Brasil. Temos o caso do
Chile, que hoje exporta muito mais cobre concentrado que fundido que h���� 20
anos. A avalia�����o ���� de Gabriel Palma, professor chileno da Universidade de
Cambridge, em entrevista ���� Carta Maior.

Marcelo Justo - Correspondente da Carta Maior em Londres

*Londres* - Ao fim de 2011 a economia brasileira teve crescimento nulo. No
princ����pio deste ano, um prestigioso instituto brit����nico, o *Centre for
Economic and Busines Research*, colocou o Brasil ���� frente do Reino Unido na
lista das �����top 10����� economias do mundo e previu que, em 2020, sua economia
superaria ���� da Alemanha, hoje segundo exportador mundial depois da China.
Carta Maior dialogou com Gabriel Palma, acad����mico chileno da Universidade
de Cambridge, na Gr���� Bretanha, especialista em pol����tica econ����mica
comparada, que h���� anos procura desentranhar por que os pa����ses da ����sia t����m
um crescimento sustent����vel que n����o existe na Am����rica Latina.

*No Brasil o copo est���� meio vazio ou meio cheio?*

*Gabriel Palma* ����� Que a economia brasileira em termos de Produto Bruto
Interno tenha passado a do Reino Unido n����o ���� t����o significativo como
pareceria ���� primeira vista porque o Brasil tem tr����s vezes a popula�����o
brit����nica. Se for comparado este dado com outras estat����sticas brasileiras
como a desacelera�����o, a desindustrializa�����o, a "commoditifica�����o" da
economia, o panorama muda. Meu ponto de partida ���� outro. O que venho me
perguntando faz tempo ���� por que os pa����ses da Am����rica Latina n����o podem
crescer como os da ����sia. Na Cor����ia, Singapura, Taiwan, Mal����sia, Tail����ndia,
Indon����sia e China, o crescimento foi de dois d����gitos durante d����cadas. Na
Am����rica Latina n����o. D����-se um crescimento de dois d����gitos que dura uns anos
e depois se esvazia. E n����o acontece s���� no Brasil. Acontece no Chile, na
Argentina, no resto da regi����o.

*E qual ���� a resposta a essa pergunta?*

*Gabriel Palma* ����� Como voc���� pode imaginar ���� muito complexa. Mas os dados
s����o muito claros. Em 1980 o parque industrial brasileiro era maior que o da
Tail����ndia, Mal����sia, Cor����ia do Sul e China combinados. Em 2010, a ind����stria
brasileira representou pouco menos de 15% em compara�����o com esses pa����ses.
Acho que o que tem que perguntar ���� por que o Brasil representa 75% do
com����rcio mundial de ferro e s���� dois por cento do de a����o em um pa����s que tem
a Embraer. E n����o ���� s���� o Brasil. Temos o caso do Chile, que hoje exporta
muito mais cobre concentrado que fundido que h���� 20 anos. O caso do M����xico,
que nos anos 80 se prop����s um desenvolvimento exportador com as montadoras.
Hoje tem a mesma propor�����o de montadoras que 30 anos atr����s.

A China, que tamb����m teve este modelo exportador nos anos 80, hoje exporta a
metade de sua produ�����o com produtos de alto valor agregado. H���� uma ambi�����o
econ����mica na ����sia que contrasta com a in����rcia que se sente na Am����rica
Latina. Isso n����o quer dizer que n����o h���� tentativas. Na Argentina se est����
experimentando algo diferente. No Brasil, Mantega est���� tentando, mas se
choca com o Banco Central. Na ����sia todos parecem querer se superar.

*Entretanto, no caso do Brasil se calcula que uns 13 milh����es de pessoas
sa����ram da extrema pobreza na ����ltima d����cada, sinal de que houve avan����os.*

*Gabriel Palma* ����� No Brasil como no Chile e na Argentina, houve avan����os,
tanto neste sentido como na redu�����o do desemprego. No Brasil temos o
sal����rio m����nimo e o bolsa-fam����lia que dar���� a 11 milh����es de fam����lias
subs����dios que lhes permitam baixar os n����veis de pobreza. A quest����o ���� que
todo este bolsa-fam����lia ���� 0,5% do PIB. Agora, se com 0,5% do PIB se
consegue esta redu�����o da pobreza, por que n����o se tenta com 1% do PIB que
n����o ���� nada do outro mundo e que reduziria em 11 milh����es mais a pobreza?
Segundo um estudo da CEPAL, h���� seis pa����ses latino-americanos, entre eles a
Argentina, o Brasil e o Chile, nos quais custaria menos de 1% do PIB
terminar com a pobreza. Se falarmos da ����ndia, com 500 milh����es de pobres, a
tarefa ���� tit����nica: custa 10% do PIB terminar com a pobreza. Na Am����rica
Latina n����o. No Chile, com 20 anos de governo da Concerta�����o se reduziu
primeiro a pobreza de 40% a 20% e, uma d����cada mais tarde, 10%. Hoje voltou
a dar um salto a 15%. Inclusive com governos progressistas, que t����m uma
vontade pol����tica neste sentido, com contas fiscais em ordem e um boom de
commodities, o avan����o ���� muito menor do que poderia ser.

*H���� um assunto que trata do desenvolvimento tamb����m. A pobreza est����
inevitavelmente vinculada com o modelo econ����mico que se aplica. *

*Gabriel Palma* ����� N����o resta d����vida. No Brasil h���� uma crescente
"commoditifica�����o" da economia. H���� 10 anos as commodities representavam 25%
do total. Hoje constituem 50%. H���� um grande desenvolvimento das
commodities, mas com poucos produtos processados e com um abandono da
ind����stria manufatureira que ���� lament����vel. O atual modelo econ����mico, que
come����ou nos anos 80, aprofundou-se com Cardozo e continuou com Lula, se
baseia em um tipo de c����mbio sobrevalorizado e na entrada de capital, o que
vem causando a desindustrializa�����o do pa����s. N����o h���� pa����s asi����tico que siga
esta pol����tica macro.

*O governo lan����ou o programa Brasil Maior para revitalizar a ind����stria. O
caminho pode ser este?*

*Gabriel Palma* ����� Se parar a decad����ncia j���� me conformo. Ao olhar a taxa de
investimento total ����� nacional, estrangeira, p����blica e privada ����� por
trabalhador no Brasil, se percebe que hoje s����o menores do que nos anos 80.
Ao comparar com a China se percebe que o investimento aumentou 12 vezes com
respeito aos anos 80. O Brasil vem h���� 30 anos com um investimento p����blico
menor que 3% do PIB. Hoje a infra-estrutura est���� caindo aos peda����os. E as
taxas de juro s����o usur����rias. No ����ltimo estudo da Federa�����o de Comercio de
S����o Paulo, a taxa de juros m����dia do cart����o de cr����dito batia em 230 % anual.
Fala-se muito da cria�����o de una nova classe m����dia gra����as ao acesso ao
cr����dito, mas al����m de acesso ao consumo o que eu vejo ���� um grande
endividamento com taxas de mora muito altas.

*H���� uma bomba-rel����gio no setor financeiro do Brasil?*

*Gabriel Palma* ����� N����o acho que seja como a dos Estados Unidos e Europa. H����
problemas, mas as contas fiscais s����o sustent����veis, a d����vida externa caiu, o
setor produtivo n����o tem grandes d����vidas. O melhor que se pode dizer do
Brasil ���� que n����o h���� nenhuma bomba-rel����gio financeira nos pr����ximos cinco
anos. Mas tamb����m est���� claro que n����o vai haver um crescimento de mais de
tr����s ou 4 % e ter���� um grande desenvolvimento do setor financeiro e das
commodities. O ����ltimo informe global do Banco Santander ���� muito
interessante neste sentido. No Brasil est����o 15% de seus ativos e 30 % de
seus lucros mundiais. Por isso todos receberam Lula como um her����i em Davos.

*Que impacto pode ter esta situa�����o do Brasil em seus vizinhos em meio ����
atual crise econ����mica?*

*Gabriel Palma* ����� A grande vantagem dos pa����ses latino-americanos ���� que a
demanda das commodities vai continuar. Isto amortiza o impacto de uma crise
externa. Acho que a atual crise mundial vai deixar lembran����as, n����o tanto
pela profundidade, mas pelo tempo que vai custar para sair. Neste sentido,
a Am����rica Latina teria que se preparar para cinco ou dez anos de
dificuldades no setor externo e se concentrar mais em potencializar seu
mercado dom����stico.

*Tradu�����o: Lib����rio Junior*
--
Leia:
www.desenvolvimentistas.com.br

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6.

[Carta O BERRO]  Bart����, o mago da palavra.    Escrito por Frei Be

Enviado por: "Vanderley - Revista" vanderl...@revistaoberro.com.br   vanderleycaixe2003

Qua, 1 de Fev de 2012 9:34 pm



Carta O Berro.........................................................repassem

Bart����, o mago da palavra
Escrito por Frei Betto
Janeiro de 2012

Correio da Cidadania

O cora�����o de Bartolomeu Campos de Queir����s (1944-2012), pleno de amor e arte, parou na madrugada de 16 de janeiro. Meu querido amigo Bart���� transvivenciou. Entrou em "encantamento", diria Guimar����es Rosa.

Bart���� tinha 67 anos e mais de 70 livros publicados. A ele dediquei meu mais recente romance, Minas do ouro: "Para Bartolomeu Campos de Queir����s, nascido, como eu, na mesma terra mineira, no mesmo ano, no mesmo m����s, no mesmo dia, e condenado, como eu, ���� mesma sina: escrever".

Em 2003, mereci dele a dedicat����ria do livro Menino de Bel����m. Era um mago da palavra. N����o fazia poesia, n����o escrevia prosa - criava proesia. Sua prosa ���� arrebatadoramente po����tica, como o comprova seu ����ltimo romance Vermelho amargo, de forte conota�����o autobiogr����fica.

Sua m����e morreu aos 33 anos, de c����ncer, quando ele tinha 6. Lembrava-se que ela sofria dores atrozes, a ponto de o bispo autorizar que se apressasse a morte dela com uma inje�����o. ����s vezes a dor era tanta que ela se punha a entoar canto l����rico. Bart����, por vezes, ligava para sua amiga Maria L����cia Godoy, cantora l����rica, para que ela cantasse a ele ao telefone.

Equivocam-se os que classificam sua obra de literatura infantil, embora tenha angariado os mais importantes pr����mios nacionais e internacionais neste g����nero. Sua escrita ���� universal, encanta crian����as e adultos. Como artes����o da palavra, trabalhava cuidadosamente cada voc����bulo, cada frase, at���� extrair toda a polissemia poss����vel, assim como a abelha suga o n����ctar de uma flor.

Bart���� morava em Belo Horizonte, no apartamento que pertenceu ���� poeta Henriqueta Lisboa - cuja est����tua se ergue ���� porta do pr����dio, na Savassi. Gostava da solid����o. Precisava dela para escrever. Chegava a pedir ���� cozinheira que sa����sse mais cedo. E s���� admitia que o sil����ncio fosse quebrado pela m����sica, que ele escutava deitado no ch����o.

Nos ����ltimos anos, mais lia do que escrevia. E o fazia com um prazer quase luxurioso. Narrou-me como se deleitava em abrir um novo livro, reformular suas id����ias e conceitos, adquirir novos conhecimentos...

Tornou-se escritor por acaso. Estudava comunica�����o e express����o em Paris, quando lhe pediram enviar um texto a um concurso, que o premiou. Mas custou a se assumir como autor. Para ele, isso era secund����rio. A prioridade era o emprego no MEC, num departamento de investiga�����o de qualidade de ensino, que o obrigava a viajar Amaz����nia afora. Seu chefe, Abgar Renault, lhe dava toda liberdade.

Nos ����ltimos anos, pouco sa����a de casa. Desde que se viu obrigado a fazer hemodi����lise tr����s vezes por semana, caminhava a passos mi����dos, os ombros curvados e, no rosto, a perplexidade diante dos mist����rios da vida. A fala era contida, proverbial, mesmo quando fazia palestras. Seus sil����ncios ecoavam.

Fazia quest����o de n����o abandonar o cigarro e tomar um chope antes de submeter-se ���� hemodi����lise. Dizia que, assim, o tratamento seria compensado...

Seu ponto de encontro era a Livraria Quixote, na rua Fernandes Tourinho, onde h���� um espa����o em homenagem a ele. Ali revia amigos, lan����ava livros, tomava caf���� da manh����. Foi ali que nos vimos pela ����ltima vez, na v����spera do Ano-Novo, quando me deu de presente o romance epistolar A sociedade liter����ria e a torta de casca de batata, de Ann Shaffer e Annie Barrows.

H���� tr����s anos ele me propusera um projeto liter����rio a quatro m����os: uma troca de correspond����ncia sobre literatura, conjuntura pol����tica, viv����ncias. Nunca o efetivamos. Em nosso encontro de fim de ano respondeu-me quando indaguei o que andava escrevendo: "Cartas para mim mesmo."

Bart���� contava que, quando crian����a, ficava intrigado com o mist����rio de como pouco mais de vinte letras podem registrar na escrita tudo que a cabe����a pensa... Orgulhoso, disse que aprendera a escrever com o av����, marceneiro, que morava em Pitangui (MG). Tirara a sorte grande na loteria e, assim, trocou a madeira pela literatura. Ao se sentir inspirado, tomava em m����os o l����pis pr����prio para marcar medidas na madeira e redigia suas hist����rias nas paredes da casa. Quando o av���� morreu, tiraram da parede da sala o rel����gio em forma de oito. Era o ����nico espa����o vazio de textos...

Bart���� era um artista profundamente espiritualizado. Desde que morou em Paris tornou-se devoto de S����o Charbel (1828-1898), liban����s, canonizado em 1997. Disse que o escolhera porque ���� um santo de poucos devotos e, portanto, mais dispon����vel para atender ����s suas preces... E mostrou-me a estampa do monge de longas barbas brancas.

Meu ����nico consolo ���� a certeza de que Bartolomeu Campos de Queir����s vive, agora, imortalizado em suas obras liter����rias. Reproduzo aqui o que escrevi a ele, em maio de 1998, ap����s ler Escritura: "Sua escrita ���� canto, luz, vereda e afago. Cada frase lindamente esculpida! Pro����ba-se de tudo o mais para s���� escrever, porque ���� a sua ����nica e irrecorr����vel senten����a de vida".
.

Frei Betto ���� escritor, autor de "A arte de semear estrelas" (Rocco), entre outros livros.

Website: http://www.freibetto.org/

Twitter: @freibetto.

7.

[Carta O BERRO] O capital engorda e a pobreza grassa, nos EUA.

Enviado por: "Vanderley - Revista" vanderl...@revistaoberro.com.br   vanderleycaixe2003

Qua, 1 de Fev de 2012 10:56 pm



Carta O Berro.........................................................repassem

Estados Unidos: Capital financeiro embolsa milh���ões

Assis Ribeiro

Enquanto a pobreza e a desigualdade se alastram, os seis maiores bancos norte-americanos registaram lucros de dezenas de milhares de milh���ões de d���ólares em 2011, cen���ário que contrasta com o alastramento da pobreza e das desigualdades no pa���ís.

De acordo com dados divulgados por ag���ências noticiosas, JPMorgan Chase, Citigroup, Wells Fargo, Goldman Sachs, Morgan Stanley e Bank of America acumularam mais de 50 mil milh���ões de d���ólares em ganhos l���íquidos durante o ano passado, o que representa um crescimento de cerca de 10 por cento face aos resultados conjuntos anunciados em 2010.

No topo da cadeia, JP Morgan Chase, Wells Fargo e Citigroup destacam-se com cifras na ordem dos 19, 16 e 11,5 mil milh���ões de d���ólares em lucros, respectivamente.

Atr���ás destes, ficam o Morgan Stanley, com um lucro l���íquido a rondar os 2,1 mil milh���ões de d���ólares, o Goldman Sachs, com 2,5 mil milh���ões de d���ólares, e o Bank of Am���érica, com 85 milh���ões de d���ólares.

Em contrastaste, a esmagadora maioria dos norte-americanos arca com as consequ���ências da crise capitalista, estando sujeita ao empobrecimento abrupto, ���à degrada���ção acelerada das suas condi���ções de vida.

....Dados oficiais indicam que 48,6 por cento dos que vivem numa casa recebem uma qualquer presta���ção social, e que mais de 46 milh���ões de norte-americanos subsistem gra���ças ���às senhas de alimenta���ção.

Estima-se, ainda, que menos de 20 por cento dos norte-americanos detenham 85 por cento da riqueza criada. Somente 15 por cento da riqueza foi para os trabalhadores assalariados.

Neste contexto, n���ão ���é de estranhar que uma sondagem recente efectuada pela Gallup indique que metade dos norte-americanos considera a redu���ção do fosso entre ricos e pobres "extremamente" ou "muito importante", e que outra pesquisa semelhante efetuada pelo Centro de Pesquisa Pew garanta que 66 por cento das pessoas acreditam que existe um conflito ���«forte���» ou "muito forte" entre ricos e pobres, contra apenas 47 que assim pensavam em 2009.

Recorde-se que, em 2010, o n���úmero de norte-americanos que viviam na pobreza era superior a 49 milh���ões, de acordo com gabinete de estat���ísticas dos EUA.

No territ���ório, a linha de pobreza ���é calculada com base num rendimento anual de 22 mil 350 d���ólares por ano para uma fam���ília de quatro pessoas. O ���índice ���é criticado por n���ão contemplar as varia���ções no custo da habita���ção ou as diferen���ças nos pre���ços dos g���éneros essenciais existentes nos v���ários estados da Uni���ão.

Se esses fatores fossem tidos em conta, em m���édia as fam���ílias de quatro indiv���íduos necessitaria de aproximadamente 40 mil d���ólares por ano para fazer face ���às necessidades b���ásicas.

Enquanto a pobreza e a desigualdade se alastram, os seis maiores bancos norte-americanos registaram lucros de dezenas de milhares de milh���ões de d���ólares em 2011, cen���ário que contrasta com o alastramento da pobreza e das desigualdades no pa���ís.

De acordo com dados divulgados por ag���ências noticiosas, JPMorgan Chase, Citigroup, Wells Fargo, Goldman Sachs, Morgan Stanley e Bank of America acumularam mais de 50 mil milh���ões de d���ólares em ganhos l���íquidos durante o ano passado, o que representa um crescimento de cerca de 10 por cento face aos resultados conjuntos anunciados em 2010.

No topo da cadeia, JP Morgan Chase, Wells Fargo e Citigroup destacam-se com cifras na ordem dos 19, 16 e 11,5 mil milh���ões de d���ólares em lucros, respectivamente.

Atr���ás destes, ficam o Morgan Stanley, com um lucro l���íquido a rondar os 2,1 mil milh���ões de d���ólares, o Goldman Sachs, com 2,5 mil milh���ões de d���ólares, e o Bank of Am���érica, com 85 milh���ões de d���ólares.

Em contrastaste, a esmagadora maioria dos norte-americanos arca com as consequ���ências da crise capitalista, estando sujeita ao empobrecimento abrupto, ���à degrada���ção acelerada das suas condi���ções de vida.

Dados oficiai s indicam que 48,6 por cento dos que vivem numa casa recebem uma qualquer presta���ção social, e que mais de 46 milh���ões de norte-americanos subsistem gra���ças ���às senhas de alimenta���ção.

Estima-se, ainda, que menos de 20 por cento dos norte-americanos detenham 85 por cento da riqueza criada. Somente 15 por cento da riqueza foi para os trabalhadores assalariados.

Neste contexto, n���ão ���é de estranhar que uma sondagem recente efectuada pela Gallup indique que metade dos norte-americanos considera a redu���ção do fosso entre ricos e pobres "extremamente" ou "muito importante", e que outra pesquisa semelhante efetuada pelo Centro de Pesquisa Pew garanta que 66 por cento das pessoas acreditam que existe um conflito ���«forte���» ou "muito forte" entre ricos e pobres, contra apenas 47 que assim pensavam em 2009.

Recorde-se que, em 2010, o n���úmero de norte-americanos que viviam na pobreza era superior a 49 milh���ões, de acordo com gabinete de estat���ísticas dos EUA.

No territ���ório, a linha de pobreza ���é calculada com base num rendimento anual de 22 mil 350 d���ólares por ano para uma fam���ília de quatro pessoas. O ���índice ���é criticado por n���ão contemplar as varia���ções no custo da habita���ção ou as diferen���ças nos pre���ços dos g���éneros essenciais existentes nos v���ários estados da Uni���ão.

Se esses fatores fossem tidos em conta, em m���édia as fam���ílias de quatro indiv���íduos necessitaria de aproximadamente 40 mil d���ólares por ano para fazer face ���às necessidades b���ásicas.

"A crian���ça que fui agora chora na estrada. Deixei-a ali quando vim ser quem sou.
Mas hoje, vendo que o que sou ���é nada, quero ir buscar quem fui onde ficou."
(FERNANDO PESSOA)

8.

CURSO DE SA����DE INTEGRAL E AGROECOLOGIA - Via Internet ����� Nova

Enviado por: "ASSOCIA�����O IP����" aip...@gmail.com

Qui, 2 de Fev de 2012 7:17 am



*CURSO DE SA����DE INTEGRAL E AGROECOLOGIA -
Via Internet ����� Nova turma*

O Curso de Sa����de Integral e Agroecologia ���� dedicado a um p����blico livre,
interessado em conhecer abordagens complementares essenciais de sa����de e
agricultura, integradas com o meio ambiente.

O curso constitui-se de 4 m����dulos/meses e os conte����dos do mesmo fazem parte
do Curso de Ecologia Profunda (16 m����dulos), oferecido pela Associa�����o Ip����.

Alguns t����picos abordados s����o:

- Sa����de Integral: sistemas tradicionais de cura, cura interior, medicina
ind����gena, fitoterapia, homeopatia, medicina antropos����fica, terapia floral,
medicina chinesa, ayurv����dica, ho�����oponopono,* *alimenta�����o consciente, tipos
de alimenta�����o: vegetarianismo, eterovorismo;

- Agroecologia: agricultura e meio ambiente, perigos da agricultura
convencional, interferentes end����crinos, agrofloresta, agricultura org����nica,
biodin����mica, permacultura, agricultura ecol����gica;

INFORMA�����ES E INSCRI�����O:

1. O curso ���� exclusivamente via internet, atrav����s do envio de textos e
apostilas, que s����o estudados individualmente por cada participante, com
cria�����o de grupo para partilha. O curso totaliza 04 m����dulos/meses.

http://groups.google.com/group/cursosaudeintegraleagroecologia

2. A contribui�����o m����nima de cada m����dulo/m����s ���� de R$ 15,00 se n����o houver
atrasos. Valor m����nimo total ���� de R$ 70,00 (���� vista), incluindo a taxa de
inscri�����o de R$ 10,00. Os participantes podem voluntariamente fazer
contribui�����es superiores para colaborar com a qualifica�����o e amplia�����o das
atividades da Ip����.

3. Havendo atrasos na confirma�����o da contribui�����o, cobramos o valor de
R$ 10,00 para reenvio do material.

4. A Associa�����o Ip���� emite certificado ao t����rmino do curso para os
interessados em dia com as tarefas solicitadas. Ser���� solicitado o valor de
confec�����o do certificado (R$ 10,00) com entrega via correio.

5. As tarefas s����o obrigat����rias apenas para quem quer certifica�����o ao
t����rmino, s����o simples e possuem prazo de um m����s para serem feitas. Para
atrasos ���� cobrado taxa de R$ 10,00 cada.

6. Os recursos arrecadados s����o destinados ���� manuten�����o e qualifica�����o
dos trabalhos e constru�����o de N����cleos de Sil����ncio e de Atividade Criativa
cultural, de sa����de integral e ecol����gica em ����reas campestres.

7. Para se inscrever, ���� necess����rio o preenchimento e envio dos dados
abaixo, juntamente com o comprovante de dep����sito de pelo menos os R$ 10,00
da inscri�����o (digitalizado ou fotografado) ou os dados (dia, hor����rio,
valor, n����mero do comprovante) para aipemg@gmail.com

Banco Bradesco - 237, Ag����ncia 0510-0, Conta Poupan����a 1005470-2

Titular: Tatiana Regina Sandy Reis ����� CPF 032.382.526-58

*Curso de Agroecologia e Sa����de Integral - Inscri�����o*

Nome Completo:

Data de Nascimento:

Cidade onde reside: Estado:

Endere����o Eletr����nico: Confirma�����o de endere����o eletr����nico:
Telefone:

Escolaridade: ����rea de atua�����o:

Como ficou sabendo do curso? Qual a sua expectativa com rela�����o ao Curso de
Sa����de Integral e Agroecologia ?

Estamos ���� disposi�����o.

Em Paz,

Dra. TATIANA REGINA SANDY REIS

Cirurgi����-Dentista/ Cl����nica Geral, Terapia Neural e Odontologia Neurofocal

Hipnose Condicionativa / Recondicionamento
mental

Especialista em Agricultura Org����nica/ Biodin����mica

Coordenadora do Curso Sa����de Integral e Agroecologia

aipemg@gmail.com* *

* *

*SOLICITAMOS O FAVOR DE DIVULGAREM PARA SEUS CONTATOS*

* *
9.

CURSO DE ECOLOGIA PROFUNDA - Via Internet ����� Nova turma

Enviado por: "ASSOCIA�����O IP����" aip...@gmail.com

Qui, 2 de Fev de 2012 7:20 am



CURSO DE ECOLOGIA PROFUNDA *- *Via Internet ����� Nova turma

O objetivo do Curso de Ecologia Profunda ���� o enriquecimento cultural,
desenvolvimento da mente e o despertar da consci����ncia ecol����gica profunda
nos participantes.

O curso ���� dedicado a todas as pessoas que buscam o autoconhecimento, ou
seja, a compreens����o da ecologia interior e exterior, fornecendo uma vis����o
ampla da Vida.

Os conte����dos s����o estudados dentro de uma perspectiva
transdisciplinar, integrando ci����ncia, cultura, religi����o, arte, pol����tica,
ecologia e vida interior.

Alguns temas abordados s����o:

- Filosofia: consci����ncia, metaf����sica, sentido da vida;

- ����tica, Pol����tica e Direito: moral, bio����tica, eco����tica, exerc����cio de
cidadania, governo de si, dinheiro e poder, lideran����a, espiritualidade e
pol����tica;

- Psicologia: hist����ria, parapsicologia, neurolingu����stica, psicologia
junguiana (alquimia, simbolismo, sonhos), psicologia transpessoal;

- F����sica Contempor����nea: ci����ncia e religiosidade, f����sica qu����ntica;

- Antropologia: cosmog����nese, antropog����nese, cultura ind����gena, xamanismo,
mitologia, civiliza�����es antigas, sociedades secretas, inicia�����o, ascens����o;

- Religi����es: Cristianismo, Juda����smo, Islamismo, Candombl����, Umbanda,
Zoroastrismo, Hindu����smo, Bramanismo, Tao����smo, Budismo, Zen, Espiritismo,
Confucionismo, Xinto����smo, Sufismo, Baha�����i;

- Fen����menos Sociais: civiliza�����o futura, movimentos filos����ficos;

- Agroecologia: agricultura e meio ambiente, educa�����o ambiental, ecologia
profunda, agrofloresta, agricultura org����nica, biodin����mica, permacultura;

- Sa����de Integral: sistemas tradicionais de cura, fitoterapia, homeopatia,
medicina antropos����fica, tipos de alimenta�����o;

- Yoga; Tai-chi-chuan;

- Desenvolvimento Art����stico.

INFORMA�����ES E INSCRI�����O:

1. O curso ���� exclusivamente via internet, atrav����s do envio de textos e
apostilas, que s����o estudados individualmente por cada participante, com
cria�����o de grupo para partilha. O curso totaliza 16 m����dulos/meses.

http://groups.google.com.br/group/ecologiaprofunda

2. A contribui�����o m����nima de cada m����dulo/m����s ���� de R$ 10,00 se n����o houver
atrasos. Valor m����nimo total ���� de R$ 170,00 (���� vista), incluindo a taxa de
inscri�����o de R$ 10,00. Os participantes podem voluntariamente fazer
contribui�����es superiores para colaborar com a qualifica�����o e amplia�����o das
atividades da Ip����.

3. Havendo atrasos na confirma�����o da contribui�����o, cobramos o valor de R$
10,00 para reenvio do material.

4. As tarefas s����o obrigat����rias apenas para quem quer certifica�����o ao
t����rmino, s����o simples e possuem prazo de um m����s para serem feitas. Para
atrasos ���� cobrado taxa de R$ 10,00 cada.

5. A Associa�����o Ip���� emite certificado ao t����rmino do curso para os
interessados em dia com as tarefas solicitadas. Ser���� solicitado o valor de
confec�����o do certificado com entrega via correio.

6. Os recursos arrecadados s����o destinados ���� manuten�����o e qualifica�����o dos
trabalhos e constru�����o de N����cleos de Sil����ncio e de Atividade Criativa
cultural e ecol����gica no campo.

7. Para se inscrever, ���� necess����rio o preenchimento e envio dos dados
abaixo, juntamente com o comprovante de dep����sito de pelo menos os R$ 5,00
da inscri�����o (digitalizado ou fotografado) ou os dados (dia, hor����rio,
valor, n����mero do comprovante, terminal) para aipemg@gmail.com

Banco Bradesco - 237, Ag����ncia 0510-0, Conta Poupan����a 1005470-2

Titular: Tatiana Regina Sandy Reis ����� CPF 032.382.526-58

*Curso de Ecologia Profunda - CEP - Inscri�����o*

Nome Completo:

Data de Nascimento:

Cidade onde reside: Estado:

Endere����o Eletr����nico: Confirma�����o de endere����o eletr����nico:
Telefone:

Escolaridade: ����rea de atua�����o:

Como ficou sabendo do curso? Qual a sua expectativa com rela�����o ao Curso de
Ecologia Profunda ?

Estamos ���� disposi�����o.

Em Paz,

Dra. TATIANA REGINA SANDY REIS

Cirurgi����-Dentista/ Cl����nica Geral, Terapia Neural e Odontologia Neurofocal

Hipnose Condicionativa / Recondicionamento
mental

Especialista em Agricultura Org����nica/ Biodin����mica

Coordenadora do Curso de Ecologia Profunda

aipemg@gmail.com* *

* *

*SOLICITAMOS O FAVOR DE DIVULGAREM PARA SEUS CONTATOS*
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